Os grandes compartimentos do relevo brasileiro
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Like this? Share it with your network

Share

Os grandes compartimentos do relevo brasileiro

  • 16,349 views
Uploaded on

Os grandes compartimentos do relevo brasileiro

Os grandes compartimentos do relevo brasileiro

More in: Education
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
No Downloads

Views

Total Views
16,349
On Slideshare
16,349
From Embeds
0
Number of Embeds
0

Actions

Shares
Downloads
342
Comments
1
Likes
6

Embeds 0

No embeds

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
    No notes for slide
  • Talude: Gênese a partir de processos fluviais – ambiente continental Falésia: Gênese a partir de processos marinhos – ambiente costeiro
  • Magma: material ígneo que está no interior da crosta terrestre e que deu origem às rochas eruptivas que se encontram no globo terrestre

Transcript

  • 1. Os grandes compartimentos do relevo Brasileiro
  • 2. O Brasil apresenta três grandes macroformas de relevo (Ross, 1999)
  • 3. Os dois “Brasis” morfotectônico e as grandes unidades de relevo segundo Ab’Saber (1963)
  • 4. Unidades dos Planaltos O que é um Planalto? Extensão de terrenos mais ou menos Planos, situado em altitude variável. É, por conseguinte, uma superfície levemente ondulada, constituída de rochas cuja a estrutura é, no seu conjunto, horizontal ou levemente sub-horizontal Segundo Ross (1999) quatro unidades de planaltos se destacam no território brasileiro: 1- Bacias Sedimentares; 2- Intrusões e coberturas residuais de Plataforma; 3- Núcleo Cristalino arqueados; 4- Cinturões Orogênicos.
  • 5. Planalto em bacia sedimentar Bacia constituem depressões de forma variada ou conjunto de terras pouco inclinadas, podendo ser ocupada ou não por rios, lagos, etc. O termo pode ainda ser tomado em vários aspecto: bacia fluvial; bacia estrutural; bacia sedimentar; bacia tectônica, etc.
  • 6. Planalto em bacia sedimentar: espacialização no território brasileiro Planalto da Amazônia Oriental Planaltos e Chapadas da Bacia do Paraná Planaltos e Chapadas da Bacia do Parnaíba P. 37-38
  • 7. Intrusões e coberturas residuais de plataforma Plataforma estrutural: Aquela cuja topografia coincide com a estrutura geológica colocando em destaque as camadas duras Plataforma continental: Zona ou faixa da margem continental que se estende com gradiente topográfico suave do cordão litorâneo até o topo do talude continental onde apresenta profundidades da ordem de 200m Plataforma de abrasão: Zona costeira onde por processo marinho ocorre o processo de erosão Plataforma insular: Região submarina que vai do nível zero até a cota negativa de 200 metros Ao redor de uma ilha
  • 8. Planaltos em Intrusões e coberturas residuais de plataforma: espacialização no território brasileiro
    • Correspondem por coberturas residuais de prolongados processos erosivo e por pontilhado de serra e morros isolados associados a intrusões graníticas, derrames vulcânicos antigos e residuais de dobramento. p. 39
    Planalto da Chapada dos Parecis Planalto Residuais Norte-Amazônicos Planalto Residuais Sul-Amazônicos
  • 9. Núcleo Cristalino arqueados As rochas cristalinas são rochas magmáticas nas quais aparecem um grande número de cristais que constituem o corpo da rocha. Sua origem é resultante da subida do magma em estado de fusão e de posterior resfriamento Essa unidades comportam-se como maciços antigos intensamente trabalhados por processos erosivos. A conformação dessa unidade no Brasil em geral do pio dômica Os domos correspondem: a formas de montanhas arredondas produzida pelo efeito da erosão; elevação da superfície de forma semelhante a uma meia esfera Aspecto da superfície de erosão do platô central. Foto F.F.M. Almeida
  • 10. Núcleo Cristalino arqueados : espacialização no território brasileiro Planalto da Borborema Planalto Sul-Rio-Grandense p.39
  • 11. Cinturões Orogênicos Orogênico, relativo à orogênese que é um conjunto de fenômenos que no ciclo geológico leva a formação de montanhas ou cadeias de montanhas. Geralmente em prega-se esta denominação as formações montanhosas originadas pelas atividades vulcânicas ou mesmo pela erosão. No Brasil essa unidades está relacionada à faixas de orogenia antiga correspondendo a relevo residuais sustentado por litologias diversas em áreas de estrutura dobrada onde se encontram inúmeras serras
  • 12. Planaltos em Cinturões Orogênicos : espacialização no território brasileiro Planalto e Serras do Atlântico-Leste-susdeste Planalto e Serras de Goiás-Minas Serras Residuais do Alto Paraguai p.40
  • 13. Unidades das Depressões Depressão são áreas do relevo situadas abaixo do nível do mar ( depressão absoluta) ou abaixo do nível das regiões que estão próximas (depressão relativa) Vista aérea do compartimento Serras e Depressões, em sua porção centro-oeste. Mostra conjunto de serras com cumeadas alinhadas. Os perfis são retilíneos e convexo-côncavos, enquanto os vales são encaixados e com formatos em “V”. No Brasil as depressões foram formadas por processos circundenudacionais com atuação mais acentuadas nos contatos das bordas das bacias sedimentares.
  • 14. Planaltos em Unidades das Depressões : espacialização no território brasileiro Depressão da Amazônia Ocidental Depressão marginal do norte da Amazônia Depressão marginal do Sul da Amazônia Depressão do Araguaia Depressão Cuiabana Depressão Sertaneja e do São Francisco Depressão do Alto Paraguai e Guaporé Depressão do Miranda Depressão do Tocantins Depressão Periférica da Borda Leste da bacia do Paraná Depressão Periférica Sul-Rio-Grandense p. 41
  • 15. Unidades das Planícies Planícies são terrenos mais ou menos planos onde os processos de agradação superam os de degradação. Existem planícies que podem estar a mais de 1000 metros de altitude, que constituem as chamadas planícies de base local, ou planícies de montanhas. São, normalmente constituídas por sedimentos recentes do quaternário Classificam –se em: Planície de inundação; Planície deltaica; Planície marginal de alagamento; Planícies de restinga;
  • 16. Planície de inundação e Planície marginal de alagamento Planície de inundação: Superfície pouco elevada acima do nível médio das águas, sendo freqüentemente inundada por ocasião das cheias. A planície de inundação é, também, chamada terraço, várzea, leito maior etc. Planície marginal de alagamento: Banqueta de forma plana, inclinada levemente na direção de jusante e situada acima do nível das águas, na estação seca.
  • 17. Planície deltaica Planície deltaica : Forma-se na embocadura de um rio, nos deltas fluviais. O desenvolvimento de diques naturais que bordejam os cursos fluviais nas desembocaduras, resultantes do transbordamento e deposição devidos às cheias, vai inundando as depressões das planícies.
  • 18. Planícies de restinga: As restingas correspondem as formações vegetais que colonizam as planícies arenosas e os campos de dunas ao longo do litoral. Planícies de restinga
  • 19. Unidades das Planícies : espacialização no território brasileiro Planície do Rio Amazonas Planície do Rio Araguaia Planície e Pantanal do Rio Guaporé Planície e Pantanal Mato-grossense Planície e Tabuleiros litorâneos Planície da lagoas do Patos e Mirim p.43