Rastreabilidade Bovina

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Trabalho em equipe na FATEC-SP

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  • Desde 1996 o governo britânico se preocupa e exige produtos com certificação de origem e qualidade, admitindo que o consumo de carne bovina com doença da vaca louca poderia transmitir doenças aos seres humanos. Este trabalho tem o objetivo de mostrar: Sistema de rastreabilidade da carne bovina no Brasil Aspectos envolvidos: Como ocorre rastreabilidade Métodos Importância
  • Rúmen  primeiro estômago dos ruminantes. Localiza-se no lado esquerdo do corpo, ocupando totalmente o lado esquerdo do abdome e até mesmo estendendo-se até o lado direito cruzando o plano mediano do corpo. É amplo, divide-se em um saco superior e um inferior, cada um apresentando um saco cego em sua extremidade posterior. O rúmen encontra-se revestido por uma membrana mucosa que não contém glândulas digestórias, mas glândulas secretoras de muco estão presentes em grande número. O alimento mastigado parcial e grosseiramente é armazenado e agitado no rúmen até o animal encontrar circunstâncias convenientes para a ruminação. Quando isto ocorre, pequenas bolas de alimento são regurgitadas para dentro da boca através do esôfago, são submetidas à uma segunda mastigação mais completa, são engolidas,e passam para as outras partes do estômago composto.
  • Associado a um software de gerenciamento de rebanho, o rastreamento de gado proposto pela Embrapa poderá auxiliar na eficiência produtivas das fazendas de gado, pois ele produz informações imediatas, que servem para auxiliar a tomada de decisões mais rapidamente, além de certificar a qualidade do sistema produtivo nos campos brasileiros: o rastreamento vai apontar a origem e a trajetória percorrida pelo animal do nascimento ao abate, informar do que se alimentou, se esta alimentação foi suplementada, com o quê e quando, que vacinas e medicamentos lhe foram administrados, entre outras. O pacote tecnológico da Embrapa propõe, ainda, a criação de um banco nacional de dados, para fornecer informações sobre animais e rebanhos, como o que já acontece na comercialização de carros, mediante consulta de chassi
  • Workshop “Perspectivas dos Projetos da Rede Brasil de Tecnologia (RBT) no Agronegócio” apresentado em 05/08/2005. A Rede Brasil de Tecnologia aprovou 22 projetos no segmento do Agronegócio com recursos de mais de R$ 4,5 milhões. O objetivo do projeto da Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos) é integrar o uso do “brinco” no manejo do dia-a-dia do gado bovino e elaborar novo “software” com todos os dados necessários à inspeção sanitária e a rastreabilidade. Esse sistema vai substituir todas as anotações hoje feitas em papel, como atestados de vacina, os dados zootécnicos (peso ao nascer, ao desmame etc) e o próprio ato da inspeção sanitária, pois os fiscais poderão “ver” os atestados de vacina eletronicamente, por meio de um leitor eletrônico que pode “ler” os brincos. Também o peso do animal será registrado, o que evitará dúvidas entre comprador e vendedor, nas balanças dos frigoríficos. Quando implantado, o brinco eletrônico vai reduzir fraudes, vai substituir papel e vai facilitar o rastreamento e a certificação, com ganhos ambientais, sociais e de mercados externos. O equipamento já existe, sendo produzido e comercializado pela AnimallTag, empresa de São Carlos e uma das parceiras no projeto de pesquisa. Participam ainda da pesquisa a Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da USP (campus Pirassununga) e a empresa 3WT, de São Carlos, que fará a parte do software. O projeto ficou em torno de R$ 100 mil, custeados pela Finep – Financiadora de Estudos e Projetos
  • Workshop “Perspectivas dos Projetos da Rede Brasil de Tecnologia (RBT) no Agronegócio” apresentado em 05/08/2005. A Rede Brasil de Tecnologia aprovou 22 projetos no segmento do Agronegócio com recursos de mais de R$ 4,5 milhões. O objetivo do projeto da Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos) é integrar o uso do “brinco” no manejo do dia-a-dia do gado bovino e elaborar novo “software” com todos os dados necessários à inspeção sanitária e a rastreabilidade. Esse sistema vai substituir todas as anotações hoje feitas em papel, como atestados de vacina, os dados zootécnicos (peso ao nascer, ao desmame etc) e o próprio ato da inspeção sanitária, pois os fiscais poderão “ver” os atestados de vacina eletronicamente, por meio de um leitor eletrônico que pode “ler” os brincos. Também o peso do animal será registrado, o que evitará dúvidas entre comprador e vendedor, nas balanças dos frigoríficos. Quando implantado, o brinco eletrônico vai reduzir fraudes, vai substituir papel e vai facilitar o rastreamento e a certificação, com ganhos ambientais, sociais e de mercados externos. O equipamento já existe, sendo produzido e comercializado pela AnimallTag, empresa de São Carlos e uma das parceiras no projeto de pesquisa. Participam ainda da pesquisa a Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da USP (campus Pirassununga) e a empresa 3WT, de São Carlos, que fará a parte do software. O projeto ficou em torno de R$ 100 mil, custeados pela Finep – Financiadora de Estudos e Projetos
  • Rastreabilidade Bovina

    1. 1. Rastreabilidade Bovina Andréa Martinez Itamar Joaquim José Paulo Márcio Fomm
    2. 2. Agenda <ul><li>Histórico </li></ul><ul><li>Conceitos </li></ul><ul><li>Motivação </li></ul><ul><li>Certificação </li></ul><ul><li>Formas de identificação/aplicação </li></ul><ul><li>Técnicas utilizadas </li></ul><ul><li>Vantagens/desvantagens </li></ul><ul><li>Situação brasileira </li></ul><ul><li>Conclusão </li></ul><ul><li>Bibliografia </li></ul>
    3. 3. Histórico <ul><li>Ingresso de doenças e pragas no Brasil </li></ul>
    4. 4. Conceitos <ul><li>Público alvo: </li></ul><ul><li>Produtores rurais da cadeia da bovinocultura de cortes </li></ul><ul><li>O que é: </li></ul><ul><li>Rastreabilidade é o processo de identificação que se faz necessário para o acompanhamento de todos os eventos, ocorrências, manejos, transferências e movimentações na vida do animal e de seus cortes. A característica de individualidade da identificação é fundamental devido a facilidades na realização dos registros de acompanhamento que se fazem necessários e a simplicidade exigida para acessar estas informações. </li></ul>
    5. 5. Conceitos <ul><li>Normas internacionais </li></ul><ul><ul><li>ISO 9000 </li></ul></ul><ul><li>A aptidão para encontrar a história, a utilização de um artigo ou de uma atividade, ou de artigos ou atividades semelhantes, ou meios de identificação registrados </li></ul><ul><ul><li>Norma ISO 8402 </li></ul></ul><ul><li>Rastreabilidade é a capacidade de traçar o histórico, a aplicação ou a localização de um item por meio de informações previamente registradas. A rastreabilidade é parte da qualidade total e é a base de todos os programas de certificação, sendo o produtor o primeiro envolvido e o que demanda a adequada identificação dos animais, fazendo com que toda a cadeia da carne mantenha documentação que comprove a sua aplicação. </li></ul>
    6. 6. Conceitos <ul><li>Para que serve: </li></ul><ul><ul><li>Oferecer segurança alimentar aos consumidores, em função do conhecimento da origem e dos processos utilizados; </li></ul></ul><ul><ul><li>Reduzir riscos de saúde pública, pela localização geográfica de zoonoses; </li></ul></ul><ul><ul><li>Segurança sanitária aos rebanhos pecuários, permitindo que enfermidades sejam rapidamente rastreadas e combatidas; </li></ul></ul><ul><li>Os gados rastreados são valorizados, tornando-se mais competitivos e menos sujeitos às instabilidades do mercado. É mais fácil a identificação de problemas ocorridos durante o processo de produção, assim como a adoção de medidas preventivas e de ação imediata no foco localizado. </li></ul><ul><li>Porque rastrear o gado brasileiro: </li></ul><ul><li>Porque o mercado internacional tem exigido informações precisas sobre a carne comercializada, devido o mundo moderno ganhar proporções continentais e preocupar-se com enfermidades atuais: vaca louca, febre aftosa e a gripe do frango. </li></ul><ul><li>A tendência do mercado interno também é de cobrar dados sobre a origem e a trajetória do produto, em busca de qualidade constante. </li></ul><ul><li>O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) determinou que todos os animais do país estejam cadastrados até o final de dezembro de 2007. </li></ul>
    7. 7. Motivação <ul><li>Diminuição dos riscos de contaminação </li></ul><ul><li>Eficiência na localização de problemas </li></ul><ul><li>Tranqüilizar a população </li></ul><ul><li>Apoio ao setor privado (políticas) </li></ul>Estado Consumidor Distribuição <ul><li>Diferencial – competitividade </li></ul><ul><li>Fortalecimento da imagem </li></ul><ul><li>Estabelecimento de relações </li></ul><ul><li>Estratégia corporativa </li></ul><ul><li>Salvaguarda contra risco </li></ul><ul><li>Redução de incertezas </li></ul><ul><li>Maior controle e qualidade </li></ul>
    8. 8. Certificação <ul><li>CERTIFICAÇÃO SISBOV </li></ul><ul><li>SISTEMA BRASILEIRO DE IDENTIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE ORIGEM BOVINA E BUBALINA, criado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) em 2002. </li></ul><ul><ul><li>Definição - SISBOV é o conjunto de ações, medidas e procedimentos adotados para caracterizar a origem, o estado sanitário, a produção e a produtividade da pecuária nacional e a segurança dos alimentos provenientes dessa exploração econômica. </li></ul></ul><ul><ul><li>Objetivo - Identificar, registrar e monitorar, individualmente, todos os bovinos e bubalinos nascidos no Brasil ou importados. Os procedimentos adotados nesse sentido devem ser previamente aprovados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA. </li></ul></ul><ul><ul><li>Certificadoras (2 exemplos): </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Genesis </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>S.I.R.B. </li></ul></ul></ul>
    9. 9. Técnicas utilizadas <ul><li>Um sistema de rastreabilidade requer </li></ul><ul><ul><li>Definição de um sistema de códigos de padrão internacional </li></ul></ul><ul><ul><li>A escolha de um ou mais sistema de identificação </li></ul></ul><ul><ul><li>Um sistema baseado em TI (Banco de dados e navegadores web). </li></ul></ul><ul><li>Pela própria definição, não é suficiente ter o histórico de localização do animal para fins de rastreabilidade. Precisa-se também do seu histórico de utilização. </li></ul><ul><li>Isso significa que é importante saber como o animal viveu, que manejo sofreu, quais as regras de respeito à ecologia e ao bem-estar animal são praticadas na propriedade. </li></ul>
    10. 10. Técnicas utilizadas <ul><li>Sistema utilizado </li></ul><ul><li>RFID ( Radio Frequency Identification ) é uma tecnologia que através de ondas de rádio permitem a identificação de pessoas e objetos. Utilizando códigos embutidos em um microchip e scanners os objetos podem ser identificados com muita facilidade. O método mais comum de identificação de objetos utilizando RFID é utilizando um número serial para cada objeto e talvez outras informações em um microchip que é conectado à uma antena. </li></ul><ul><li>  Ao chip e a antena juntos dá se o nome de RFID transponder ou uma tag RFID. </li></ul><ul><li>A antena permite que o chip transmita a identificação para o leitor. O leitor converte as ondas de rádio recebidas do transponder em uma forma binária (bits) que possa ser tratada em computadores que farão uso da informação. </li></ul>www.mmdt.cc/rfid.cfm
    11. 11. Técnicas utilizadas <ul><li>RFID – Identificação por Radiofreqüência </li></ul>Modelo de microchio RFID As etiquetas eletrônicas colocadas nos produtos são dotadas de um microchip, que pode ser rastreado por ondas de radiofreqüência e uma resistência de metal (ou carbono) é utilizada como antena. Para transmissão de dados, as etiquetas respondem a sinais de rádio de um transmissor (figura A), enviando de volta informações quanto a sua localização e identificação (figura B). www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_identificacao_por_radiofrequencia.php
    12. 12. Técnicas utilizadas <ul><li>RFID – Identificação por Radiofreqüência </li></ul>Há modelos de etiquetas capazes de armazenar dados enviados por transmissores (Smart Labels) - Etiquetas Inteligentes. Nestas etiquetas o microchip envia sinais para antenas que capturam os dados e que os retransmitem para leitoras especiais, passando em seguida por uma filtragem de informações e, em seguida, se comunica com os diferentes sistemas da empresa, tais como de gestão empresarial, de relacionamento com clientes e de cadeia de suprimentos Esse sistema possibilita saber, em tempo real, onde estão estoques e mercadorias, informações de preço, prazo de validade, número do lote, entre outras, além de permitir uma relação mais estreita entre a linha de produção e os sistemas de informação da empresa. Para maior segurança, essas informações armazenadas podem ainda ser criptografadas e atualizadas remotamente.
    13. 13. Técnicas utilizadas <ul><li>Componentes RFID </li></ul><ul><ul><li>Antena </li></ul></ul><ul><ul><li>É o meio que ativa o Tag para trocar/enviar informações, através do sinal de rádio. Existem diversos formatos e tamanhos, com configurações e características distintas </li></ul></ul><ul><ul><li>Transceiver e Leitor </li></ul></ul><ul><ul><li>O leitor através do transceiver emite freqüências de rádio dispersas no espaço em centímetros ou metros. </li></ul></ul><ul><ul><li>leitor opera pela emissão de um campo eletromagnético (radiofreqüência), que é a fonte que alimenta o Transponder, que por sua vez, responde ao leitor com o conteúdo de sua memória. Ao contrário de um leitor laser, por exemplo, para código de barras, o leitor não precisa de campo visual para realizar a leitura do Tag, podendo ler através de diversos materiais como plásticos, madeira, vidro, papel, cimento, etc. </li></ul></ul><ul><ul><li>Quando o Tag passa pela área de cobertura da antena, o campo magnético é detectado pelo leitor. O leitor então decodifica os dados que estão codificados no Tag, passando-os para um computador realizar o processamento. Este tipo de configuração é utilizado, por exemplo, em aplicações portáteis </li></ul></ul>
    14. 14. Técnicas utilizadas <ul><li>Componentes RFID </li></ul><ul><ul><li>Transponder </li></ul></ul><ul><ul><li>Ou RF Tag disponíveis em diversos formatos (pastilhas,argolas,cartões) e tamanhos e materiais utilizados para seu encapsulamento (plásticos,vidro, epóxi) </li></ul></ul><ul><ul><li>RF Tag ativos: são alimentados por uma bateria interna permitem processos de escrita e leitura </li></ul></ul><ul><ul><li>RF Tag passivos: sem baterias, alimentação fornecida pelo leitor com ondas eletromagnéticas. São só leitura (read-only), usados em curtas distâncias. </li></ul></ul><ul><ul><li>Capacidade de armazenamento varia de 64 bits a 8 kilobits </li></ul></ul><ul><ul><li>Faixas de freqüência </li></ul></ul><ul><ul><li>Sistemas de Baixa Freqüência (30KHz a 500KHz) para curta distância de leitura e de baixo custo operacional. Normalmente utilizados para controles de acesso, rastreabilidade e identificação. </li></ul></ul><ul><ul><li>Sistemas de Alta Freqüência (850MHz a 950MHz e 2,4GHz a 2,5GHz) para leitura em médias e longas distâncias e leituras a alta velocidade. Normalmente utilizados para leitura de Tags em veículos e coleta automática de dados. </li></ul></ul>
    15. 15. Técnicas utilizadas <ul><li>Vantagens RFID </li></ul><ul><li>C apacidade de armazenamento, leitura e envio dos dados para etiquetas ativas, a detecção sem necessidade de visada direta para a leitura dos dados e a durabilidade com possibilidade de reutilização. </li></ul><ul><li>Desvantagens FRID </li></ul><ul><li>C usto elevado da tecnologia RFID em relação aos sistemas de código de barras. Uma etiqueta inteligente custa nos EUA cerca de US$ 0,25 cada, na compra de um milhão de chips. No Brasil, segundo a Associação Brasileira de Automação, esse custo sobe para US$ 0,80 até US$ 1,00 a unidade. </li></ul><ul><li>Restrições de uso em materiais metálicos e condutivos e relativos ao alcance de transmissão das antenas. Como a operação é baseada em campos magnéticos, o metal pode interferir negativamente no desempenho. </li></ul>
    16. 16. Técnicas utilizadas <ul><li>Observações </li></ul><ul><li>Detalhe relativo à tecnologia diz respeito a discussões envolvendo a padronização das freqüências utilizadas para que os produtos possam ler lidos por toda a indústria, de maneira uniforme. </li></ul><ul><li>A privacidade dos consumidores também tem sido questionada por causa da monitoração das etiquetas coladas nos produtos. Para esses casos existem técnicas para que, quando o consumidor sai fisicamente de uma loja, a funcionalidade do RFID seja automaticamente bloqueada. </li></ul>
    17. 17. Técnicas utilizadas <ul><li>Equipamento utilizado – modelo da Embrapa </li></ul><ul><li>A Embrapa recebe cerca de 20 consultas por dia sobre o chip eletrônico. São fazendeiros interessados em adotar um sistema de rastreamento eficiente e seguro. </li></ul><ul><li>No Brasil há encomenda de 120 mil chips e do Uruguai foi acertado um pedido de 23 mil exemplares A maioria dos pedidos é para o chip ruminal que custa U$ 3,20 a unidade, e o umbilical está sendo vendido ao preço de U$ 2,85 dólares. </li></ul>Equipamentos para o rastreamento www.cnpgc.embrapa.br/informa/abraniversario/rastreabilidade.html
    18. 18. Formas de identificação <ul><li>Formas de identificação </li></ul><ul><ul><li>Não eletrônica: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Marca a fogo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tatuagem </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Marcas com lápis, spray ou tinta colar </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Brincos (plasticos ou metálicos) com números </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Código genético (DNA) </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Eletrônica externa </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Brincos código de barras ou microchips </li></ul></ul></ul>Brinco auricular (modelo SISBOV) Boton (modelo SISBOV) Brinco auricular (modelo BIOCHIP) www.sirb.com.br/download/pcp02.pdf www.certificadora.com.br/biochip.php
    19. 19. Formas de identificação <ul><li>Formas de identificação </li></ul><ul><ul><li>Eletrônica interna - Transponders </li></ul></ul>http://www.geneticasysid.com.br/produtos.htm Chip maior para aplicação no rúmen Chip menor para aplicação no umbigo www.d4microchip.com.br/microchip.hip.html
    20. 20. Formas de identificação <ul><ul><li>Franceses chamam este controle de “do pasto ao prato”. </li></ul></ul>Rastreabilidade e certificação da produção da carne bovina Bandejinha de carne do supermercado “ Passaport” do animal (Nota Fiscal)
    21. 21. Formas de aplicação Implantação do chip em animal adulto - rúmen Implantação do chip em bezerros - na cicatriz umbilical www.cnpgc.embrapa.br/informa/abraniversario
    22. 22. Vantagens <ul><li>Após o abate, o chip pode ser reaproveitado para a identificação de outro animal. O chip eletrônico, estimulado pela emissão de ondas eletromagnéticas, captadas por uma antena, emite sinal com um número composto por 22 dígitos, em conformidade com os programas internacionais de identificação. </li></ul><ul><li>O chip brasileiro é revestido por porcelana ou resina de mamona, o que aumenta sua resistência a fraturas e sua conseqüente durabilidade. Uma estação de trabalho (armazenador de dados), uma antena e um computador compõem o &quot;kit&quot; de trabalho no campo. </li></ul>
    23. 23. Desvantagens <ul><li>Brincos e Botons: </li></ul><ul><ul><li>Não podem ser vistos facilmente a distância, exigindo, por isso, a contenção do animal solto. </li></ul></ul><ul><ul><li>Problemas podem surgir na leitura dos brincos e colares, devido à abrasão dos caracteres, adesão de sujeira e erros de transcrição quando eles são enumerados. </li></ul></ul><ul><ul><li>Pode ser estressante para o animal quando o brinco, colar ou tatuagem estiverem sendo lidos. Em adição, pode ser perigoso para a pessoa que fará a leitura. </li></ul></ul><ul><ul><li>Perdas de informações e prejuízo financeiro </li></ul></ul>
    24. 24. Vantagens <ul><li>Transponder </li></ul><ul><ul><li>Após a injeção, o transponder permanece no animal por toda sua vida, fornecendo o número de identificação exclusivo do animal toda vez que ele é &quot;scaneado&quot; por uma leitora de identificação eletrônica compatível. </li></ul></ul><ul><ul><li>Transponders usados para identificação animal passivos, os quais não carregam bateria e permanecem inativos a maior parte do tempo. </li></ul></ul><ul><ul><li>O pequenino circuito eletrônico do transponder é energizado somente quando ele recebe uma freqüência de rádio de baixa potência enviada por um aparelho de leitura compatível. O transponder envia seu número de identificação como um sinal de rádio de volta ao &quot;scanner&quot;, o qual decodifica o número e o mostra numa pequena tela similar àquela de uma calculadora eletrônica. </li></ul></ul>
    25. 25. Situação brasileira <ul><li>Evolução </li></ul><ul><ul><li>A EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) desenvolveu uma tecnologia de identificação, baseada em um chip eletrônico que é instalado no corpo do animal e permite a identificação deste, mesmo que o gado se desloque no mangueiro ou no campo a uma velocidade igual a 40 km/h.  </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolveu os equipamentos de instalação do chip e identificou os locais, no corpo do animal, mais adequados para abrigar o chip: em bezerros recém-nascidos, o chip é instalado na cicatriz umbilical, aproveitando o tratamento que já é feito, normalmente, para a cura do umbigo. No caso de animais adultos, o chip é depositado no rúmen. Após o abate, o chip pode ser reaproveitado para a identificação de outro animal </li></ul></ul>
    26. 26. Situação brasileira <ul><li>Exemplo de empresas fornecedores de tecnologia </li></ul>A BIOCHIP é uma empresa especializada em identificação eletrônica e rastreamento animal, sendo eles domésticos, médio porte ou grande porte, como bovinos e bubalinos. A identificação eletrônica é forte mecanismo a favor do rastreamento do rebanho brasileiro. Um sistema eficiente de rastreamento é um selo de garantia do alimento. Os chamados BIOCHIPS são microchips ( 2,5 mm x 11,5 mm e/ou maiores ) - dispositivos implantados em locais específicos ( rúmen, cicatriz umbilical, orelha e outros locais em animais domésticos ) sem riscos para o animal. Os biochips funcionam sem bateria, como uma bobina. Uma vez estimulados pelos leitores/scanners, geram a própria energia e emitem uma mensagem numérica que comporta todos os dados necessários à identificação internacional ( normas ISO 11784:1996 e CE-04:015.14). www.certificadora.com.br/biochip . php
    27. 27. Situação brasileira <ul><li>Workshop realizado em 05/08/2005 aprovou 22 projetos no segmento do Agronegócio com recursos de mais de R$ 4,5 milhões. </li></ul><ul><li>O objetivo do projeto da Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos) é integrar o uso do “brinco” no manejo do dia-a-dia do gado bovino e elaborar novo “software” com todos os dados necessários à inspeção sanitária e a rastreabilidade. </li></ul><ul><li>Esse sistema vai substituir todas as anotações hoje feitas em papel, como atestados de vacina, os dados zootécnicos (peso ao nascer, ao desmame etc) e o próprio ato da inspeção sanitária, pois os fiscais poderão “ver” os atestados de vacina eletronicamente, por meio de um leitor eletrônico que pode “ler” os brincos. Também o peso do animal será registrado, o que evitará dúvidas entre comprador e vendedor, nas balanças dos frigoríficos. </li></ul><ul><li>Quando implantado, o brinco eletrônico vai reduzir fraudes, vai substituir papel e vai facilitar o rastreamento e a certificação, com ganhos ambientais, sociais e de mercados externos. </li></ul>
    28. 28. Situação brasileira <ul><li>Workshop realizado em 21/12/2005 demonstrou nova ferramenta de gestão eletrônica de bovinos na sede da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande MS). </li></ul><ul><li>A ferramenta foi elaborada com a finalidade de suportar a demanda da pecuária moderna, que precisa identificar de forma eletronica e integrada para gerenciamento de rebanhos, desenvolvido para monitorar de forma eficiente o sistema produtivo. </li></ul><ul><li>Com o crescimento da pecuária de corte brasileira, detentora do maior rebanho comercial, com cerca de 195 milhões de cabeças, a busca por ferramentas que garantam o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva da carne tem sido uma constante. </li></ul><ul><li>A identificação eletrônica de animais é uma ferramenta que vem sendo utilizada por produtores por apresentar uma série de vantagens, como por exemplo, a realização em campo de certas operações de manejo, uma delas, a pesagem. A finalidade é oferecer ao produtor, instrumentos que garantam controle eficiente do rebanho, aumento de produtividade, agilidade e segurança na coleta de informações </li></ul>
    29. 29. Conclusão <ul><li>A rastreabilidade por meio sem fio, permite o atendimento a uma demanda de mercado, que necessita coletar, processar e controlar dados e informações, tornando o Brasil competitivo e lucrativo, tanto para o mercado interno quanto para o externo </li></ul><ul><li>Benefício direto a vida humana. Seja na hora da coleta dos dados junto ao animal ou na qualidade da carne que é nos oferecida nos estabelecimentos comercias. </li></ul><ul><li>Desenvolvimento nacional. </li></ul><ul><ul><li>Embrapa, associado a identificação eletrônica, desenvolveu um programa de gerenciamento visando à gestão global de bovinos com objetivo de suportar a demanda da pecuária moderna. Ajuda do produtor a preparar a propriedade para programas de certificação </li></ul></ul>
    30. 30. Bibliografia <ul><li>www.editora.ufla.br/Boletim/pdf/bol_58.pdf </li></ul><ul><li>www.sirb.com.br/download/pcp02.pdf </li></ul><ul><ul><li>acesso em 28/05/2006 </li></ul></ul><ul><li>www.pcs.usp.br/~laa/html/rastreabilidade2005/leo_denise.pdf </li></ul><ul><li>www.geneticasysid.com.br/produtos.htm </li></ul><ul><li>www.mmdt.cc/rfid. cfm </li></ul><ul><ul><li>acesso em 21/06/2006 </li></ul></ul><ul><li>www.embrapa.com.br </li></ul><ul><li>www.certificadora.com.br/biochip. php </li></ul><ul><li>www.sirb.com.br </li></ul><ul><li>www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_identificacao_por_radiofrequencia. php </li></ul><ul><ul><li>acesso em 22/06/2006 </li></ul></ul>
    31. 31. Dúvidas

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