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A importância da Administração de Operações

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  • 1. Administração de Operações: da formulação estratégica ao controle operacional Prof. Dr. José Paulo Alves
  • 2. Introdução - Por favor, dê-me duas chapas de aço galvanizado de 1,5 x 0,8, uma lata de tinta verniz branco, um motor elétrico, um compressor, 125 m de fio, uma lâmpada e... um botijão de gás freon.
  • 3. Introdução O consumidor busca por um produto completo, pronto para uso imediato
  • 4. Introdução O consumidor busca por um produto completo, pronto para uso imediato Diversos insumos reunidos de forma ordenada e seguindo uma certa lógica Muitos tiveram de trabalhar para levar o produto até a loja
  • 5. Introdução O que define a competitividade ? A CONSUMIDORA precisa optar pelo SEU produto - Ela tem de achar o SEU produto mais interessante do que os outros - A visão do que é ou não mais interessante pertence somente a ELA ELA define
  • 6. Introdução A competição não mais ocorre entre empresas Competição ocorre entre cadeias de fornecimentos + + + + +
  • 7. Introdução O produto é resultado do trabalho de uma cadeia de fornecimentos - Ela tem de achar o SEU produto mais interessante do que os outros - A visão do que é ou não mais interessante pertence somente a ELA Competição ocorre entre cadeias de fornecimentos Inovações de produtos e processos Mudanças freqüentes do comportamento do consumidor Evolução do contexto sócio- econômico do país
  • 8. Introdução A equação da competitividade é multidimensional O management tem de ser multidimensional Definir estratégias: qual a melhor forma de fazer as coisas em um dado negócio?
  • 9. Introdução Definir estratégias: qual a melhor forma de fazer as coisas em um dado negócio? - Em um dado negócio, quem perde e quem ganha? - Quem deve ser envolvido ? - Quais as responsabilidades de cada um ? - Como deve ser feita a abordagem dos clientes ? - O que eles querem e como podemos atendê-los ? - Como permanecer competitivo ?
  • 10. Introdução O produto é resultado de uma cadeia de fornecimentos - A visão do CONSUMIDOR Competição entre cadeias de fornecimentos Inovações de produtos e processos Mudanças freqüentes do comportamento do consumidor Evolução do contexto sócio-econômico do país GLOBALIZAÇÃO +
  • 11. Introdução GLOBALIZAÇÃO No Brasil: - Entrada de empresas com um passado de conquistas - Cultura de “chegar e vencer” Como a área de operações deve ser configurada de modo a ser competitiva ?
  • 12. Introdução Como a área de operações deve ser configurada de modo a ser competitiva ? - Competir simultaneamente em várias dimensões - Ser competitiva em qualquer lugar do mundo +
  • 13. Introdução Um pouco de história Era medieval: -Artesanato -Cultura de subsistência -Mercado incipiente e controlado pelo Senhor feudal Fim do séc. 18 e início do séc. 19 -Invenção da máquina a vapor -Descoberta do processo moderno de curtimento -Descoberta do processo de alimentos em conserva
  • 14. Introdução Primeira guerra mundial (1914-1918) -Fortalecimento da fabricação em série -Mecanização da agricultura -Fordismo e Taylorismo voltado a esforço de guerra Segunda guerra mundial (1939-1945) -Importância da tecnologia como vetor progresso -Escassez mundial de bens de consumo final -Lançamento da 1a e 2a bombas atômicas -Japão, Alemanha e Itália devastados Um pouco de história
  • 15. Introdução Pós 2a guerra (1945 a 1960) -Explosão da demanda de bens de consumo final -Indústrias voltadas a bens de consumo final -Ênfase na produção em quantidade -América predomina no fornecimento mundial -Era das vendas a “qualquer preço” -Qualidade: NQA Um pouco de história
  • 16. Introdução Anos 60 até fins de 80: -Início da recuperação dos “vencidos” -Paradigma: Atendimento ao cliente -Qualidade: Sistemas de Qualidade Total -Início dos sistemas de certificação -Diminuição de ciclo de projeto e fabricação -Início da competição em escala mundial -Decadência da indústria americana -Predominância do “modelo japonês” de produção Um pouco de história
  • 17. Introdução Razões da decadência ocidental a. Financeiras A prática da avaliação de desempenho das empresas e seus gestores, baseada em considerações de curto prazo, pode ter induzido estes a evitar ações de investimentos de longo prazo, já que os resultados destes normalmente demoram a aparecer.
  • 18. Introdução Razões da decadência ocidental b. Tecnológicas Os gestores das empresas ocidentais, centraram sua atenção em assuntos associados às áreas de marketing e finanças, sendo pouco criativos e interessados em lidar com as considerações de ordem tecnológica. Ao mesmo tempo, ocorria justamente o inverso com sua contrapartida oriental.
  • 19. Introdução Razões da decadência ocidental c. Especialização excessiva e falta de integração adequada Muito influenciados pelos modelos de administração científica, gestores ocidentais adotavam, em sua maioria, a abordagem clássica de subdividir questões mais complexas em outras mais simples e especializadas sem, contudo, desenvolver modelos adequados que permitissem uma visão completa, abrangente e integrada das questões.
  • 20. Introdução Razões da decadência ocidental d. Perda de foco A excessiva especialização das funções dentro dos sistemas de produção, colaborou para que muitas empresas ocidentais buscassem na diversificação de seus negócios, uma forma de garantia contra possíveis ameaças em seus mercados de atuação. Elas procuravam diversificar, mas dentro da mesma organização, afastando-se da obtenção de excelência de desempenho em suas atividades de principal competência (core competencies) em cada negócio explorado. Desse modo, sujeitavam a mesma estrutura às conseqüências de ter de lidar com focos de prioridades muitas vezes antagônicas entre si.
  • 21. Introdução Razões da decadência ocidental e. Inércia As empresas ocidentais nos anos 70, não eram administradas de forma muito diferente do período do pós-guerra dos anos 40 ou 50. As questões de gestão da produção eram centradas basicamente na obtenção de uma alta produtividade no uso dos fatores, ao passo que as necessidades do mercado mundial demandavam dinamicamente um nível mais elevado de qualidade e maior variedade de produtos. Enfim, os campos onde ocorriam a competição sofreram grandes deslocamentos de suas dimensões características e as empresas ocidentais, em geral, demoraram a perceber como tal e... a se mexer.
  • 22. Introdução Início dos anos 90 até hoje: -Aceleração dos ciclos de inovação -Recuperação da indústria ocidental -Competição plena em escala mundial -Abrandamento de barreiras comerciais (OMC) -Advento dos blocos econômicos -Advento de fortes barreiras não-tarifárias -Multiplicidade de organismos certificadores -Tecnologia e conhecimento como vetores de sucesso -Empresas de “classe mundial” -Fusões e formação de grandes conglomerados -Redes de cooperação como resposta às grandes Um pouco de história
  • 23. Administração de Operações O CONCEITO DEO CONCEITO DE SISTEMA DE PRODUÇÃOSISTEMA DE PRODUÇÃO    UM CONJUNTO DE PARTES INTER-RELACIONADAS QUE, QUANDO ACIONADAS, ATUAM SOBRE ENTRADAS DE ACORDO COM   PADRÕES PRÉ-ESTABELECIDOS   PARA A PROVISÃO DE BENS E/OU SERVIÇOS 
  • 24. Administração de Operações CUJA FUNÇÃO É     A SATISFAÇÃO DE "CLIENTES" ATRAVÉS DA PROVISÃO DE BENS E/OU SERVIÇOS, QUE POSSUEM ALGUMA UTILIDADE (ADICIONANDO VALOR)     O RESULTADO PODE SER:   PREDOMINANTEMENTE TANGÍVEL: BENSBENS   PREDOMINANTEMENTE INTANGÍVEL: SERVIÇOSSERVIÇOS
  • 25. Administração de Operações E QUE PODE SER VISTO TANTO DO PONTO DE VISTA DAS TRANSFORMAÇÕES TÉCNICAS .... PROCESSO DE PRODUÇÃO RECURSOS TRANSFORMADOS RECURSOS DE TRANSFORMAÇÃO BENS E SERVIÇOS INPUTS OUTPUTS
  • 26. Administração de Operações ATIVO FIXO BENS OU SERVIÇOS PREÇOS PREÇOS PREÇOS EFICIÊNCIA DE PREÇOS EFICIÊNCIA DE PREÇOS EFICIÊNCIA TÉCNICA EFICIÊNCIA DE CUSTOS EFICIÊNCIA GLOBAL CAPITAL DE GIRO INSUMOS `CONSUM Í VEIS RECUR- SOS FI- NANCEI- ROS RESUL TADO FINAN CEIRO MÁQUI- NAS, INSTALA ÇÕES PROCES SO PRO DUTIVO COMO DE SEUS RESULTADOS ECONÔMICOS ....
  • 27. Administração de Operações QUEM DIZ SE A PRODUÇÃO ESTÁ SENDO BEM ADMINISTRADA ? OS CLIENTES O MERCADO O CONTEXTO CONCORRENCIAL OS ACIONISTAS SE TODOS ESTIVEREM SATISFEITOS, O PAPEL DE CONTRIBUIR PARA OBJETIVOS ESTRATÉGICOS E COMPETITIVOS ESTARÁ SENDO CUMPRIDO
  • 28. Administração de Operações Manufatura e produção são a mesma coisa ? Manufatura é toda atividade de uma empresa que participa da produção, enquanto que produção á a conversão real da matéria-prima em produto Hall (1988)
  • 29. Administração de Operações MANUFATURA Projeto, P & D Marketing Vendas, Distribuição, Serviço Externo Finanças e Contabilidade PRODUÇÃO - Visão do Processo síntese do material fabricação montagem teste - Visão Organizacional produção em linha engenharia de manufatura controle de qualidade administração de materiais contabilidade compras pessoal manutenção - Visão Metodológica homem máquina material método tempo espaço Hall (1988)
  • 30. Administração de Operações Então, manufatura e operações são a mesma coisa ? A palavra ‘produção’ liga-se de perto às atividades industriais, enquanto a palavra ‘operações’ refere-se às atividades desenvolvidas em empresas de serviços Moreira (1993)
  • 31. Administração de Operações Então, manufatura e operações são a mesma coisa ? As operações envolvem todas as atividades necessárias à exploração de um dado negócio, em suas mais variadas dimensões, físicas ou não. Fusco (2003)
  • 32. Administração de Operações Então, o que dizer da função produção ? - É a que faz as coisas acontecerem - É responsável pela qualidade e pela produtividade da utilização dos recursos - Responde pela eficiência técnica e por grande parte da eficiência global - É o motor das organizações
  • 33. Administração de Operações - É o motor das organizações Deve ser incluída nos processos de formulação e implementação das estratégias competitivas das empresas
  • 34. Administração de Operações PROJETO ESTRATÉGIA DE PRODUÇÃO OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DA PRODUÇÃO PAPEL/POSIÇÃO COMPETITIVA DA PRODUÇÃO CHÃO DE FÁBRICA OU ARENA PRODUTIVA AÇÕES DE MELHORIA ACOMPANHAR E CONTROLAR PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO RECURSOS A SEREM TRANSFORMADOS MATERIAIS INFORMAÇÕES CONSUMIDORES INSTALAÇÕES PESSOAL RECURSOS DE TRANSFORMAÇÃO BENS E SERVIÇOS OUTPUTS CLIENTES INPUTS O modelo de transformação
  • 35. Administração de Operações O modelo de transformação Recursos transformados - aqueles que são tratados, transformados ou convertidos de alguma forma, por exemplo: materiais, informações e consumidores Recursos de transformação - aqueles que agem sobre os recursos transformados, por exemplo: instalações, pessoal
  • 36. Administração de Operações Processo de transformação a. Processamento de materiais: Transformação de suas propriedades físicas: ocorre com a maioria das operações de manufatura, que transformam matéria-prima em produtos acabados. Uma usina siderúrgica transforma minério de ferro em ferro gusa e, depois, em aço, utilizando-se de um processo denominado “redução”, que purifica o minério tal como se apresenta na natureza, retirando suas impurezas.
  • 37. Administração de Operações a. Processamento de materiais: Mudança de localização: ocorre nas empresas de entrega de encomendas que mudam produtos de lugar. Empresas de transporte de cargas, Empresa Brasileira de Correios e outras, nada mais fazem do que mudar o estado de localização dos itens. Agregam valor através da mudança de localização dos produtos, levando-os onde os clientes desejam Processo de transformação
  • 38. Administração de Operações a. Processamento de materiais: Mudança de posse: empresas de varejo que alteram o status de propriedade dos materiais. Lojas de departamentos, pequenos varejistas, revendedores de automóveis, centros de abastecimento do tipo CEAGESP (SP). Processo de transformação
  • 39. Administração de Operações a. Processamento de materiais: Estocagem: empresas que estocam ou acomodam materiais como os armazéns. O exemplo mais clássico e significativo é o das empresas de armazéns gerais, cujo serviço nada mais é do que “guardar” a colheita (caso de armazéns de grãos) dos clientes por um prazo estipulado. Processo de transformação
  • 40. Administração de Operações b. Processamento de informações: Transformação de suas propriedades informativas: Executam algum trabalho em cima de dados primários para que estes possam adquirir novos significados, em função das necessidades dos clientes. Empresas de consultoria financeira trabalham agrupando informações referentes ao contexto econômico do país, analisando tendências, bem como informações de mercado de capitais, de modo a repassá-las depois a clientes que delas possam fazer uso. Processo de transformação
  • 41. Administração de Operações b. Processamento de informações: Mudança de posse da informação: Como as empresas de pesquisas de mercado. Processo de transformação
  • 42. Administração de Operações b. Processamento de informações: Mudança de localização da informação: Colocam à disposição de seus clientes os meios de transmissão necessários ao transporte da informação até o local onde estas serão necessárias. Empresas de telecomunicações nada mais fazem do que colocar à disposição de seus clientes os meios físicos necessários à transmissão de suas informações de um local a outro. A Empresa Brasileira de Correios pode também estar dentro deste caso, na medida em que também transporta informações, apesar de contidas em meio físico. Processo de transformação
  • 43. Administração de Operações b. Processamento de informações: Estocagem de informação: Mantém as informações disponíveis e organizadas de acordo com as necessidades dos clientes. São exemplos clássicos as bibliotecas, arquivos de modo geral. Atualmente podemos encontrar empresas que prestam serviços de hospedagem virtual (“host”) para dados e sistemas de empresas que desejem contar com “back-up” de segurança, ou ainda otimizar o uso de seus recursos de informática Processo de transformação
  • 44. Administração de Operações c. Processamento de consumidores: são operações que podem transformar de alguma forma um ou mais estados do consumidor. Propriedades físicas. Ex. Cabeleireiros e cirurgiões plásticos; Acomodação. Ex. hotéis; Localização. Ex. Empresas de ônibus e aéreas; Estado fisiológico. Ex. Hospitais, e Estado psicológico. Ex. Serviços de entretenimentos como teatro, televisão, rádio e outros. Processo de transformação
  • 45. PROPRIEDADES PROPRIEDADES POSSE LOCALIZAÇÃO ESTOCAGEM ESTADO ESTADO FÍSICAS INFORMATIVAS ACOMODAÇÃO FISIOLÓGICO PSICOLÓGICO PROCESSA OPERAÇÕES DE VAREJO SERVIÇOS POS- ARMAZÉNS DORES DE MANUFATURA TAIS MATERIAIS MINERAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO EXTRAÇÃO DE CARGAS OPERAÇÕES DE PORTOS PROCESSA MATRIZ DE BANCO ANALISTAS FINAN- EMPRESAS DE BIBLIOTECAS DORES DE CONTADORES CEIROS TELECOMUNI ARQUIVOS INFORMA- ARQUITETOS EMPRESAS DE PES CAÇÕES ÇÕES QUISA DE MERCADO UNIVERSIDADES CONSULTORES SERVIÇOS DE NOTÍ- CIAS PROCESSA CABELEIREIROS TRANSPORTE HOTÉIS HOSPITAIS EDUCAÇÃO DORES DE CIRURGIÕES PLÁS PÚBLICO OUTRAS AS PSICANALISTAS CONSUMI- TICOS TÁXIS SISTÊNCIAS TESTROS DORES DE SAÚDE PARUQES DE DI- VERSÕES Administração de Operações Processo de transformação
  • 46. Administração de Operações Outputs do processo Bens Puros Serviços Puros Tangíveis, transportáveis, podem ser estocados, produção precede o consumo, baixo nível de contato com o consumidor e qualidade evidente. Intangíveis, intransportáveis, não podem ser estocados, produção e consumo simultâneos, alto nível de contato com o consumidor e difícil julgar a qualidade Produção de petróleo Fundição de alumínio Fabricante de máquinas-ferramentas especiais Restaurante Serviços de sistemas de informática Consultoria gerencial Clínica psicoterápica Slack et al (1988)
  • 47. Administração de Operações Outputs do processo DIMENSÕES CARACTERÍSTICAS DE BENS E SERVIÇOS - TANGIBILIDADE - ESTOCABILIDADE - TRANSPORTABILIDADE - SIMULTANEIDADE - CONTATO COM O CONSUMIDOR - QUALIDADE
  • 48. Administração de Operações Hierarquia de um sistema produtivo ÁREA DE PRODUÇÃO RECURSOS TRANSFORMADOS RECURSOS DE TRANSFORMAÇÃO BENS E SERVIÇOS INPUTS OUTPUTS A1 A2 A4 A3 M A5 A6
  • 49. Administração de Operações Hierarquia de um sistema produtivo EXEMPLO : UMA FÁBRICA DE ARADOS INPUTS: OPERÁRIOS, PESSOAL ADMINISTRATIVO, MÁQUINAS OPERATRIZES, EQUIPAMENTOS DE MANUTANÇÃO, CHAPAS DE AÇO, ENERGIA ELÉTRICA, PEÇAS DE MADEIRA, COMPLE- MENTOS, TINTA, ETC TRANSFORMAÇÃO: PREPARAÇÃO DA MATÉRIA PRIMA E MONTAGEM DO PRODUTO FINAL OUTPUTS: ARADOS
  • 50. Administração de Operações Hierarquia de um sistema produtivo PREP.1 ESTAMPA PREP.2 TRATAM TÉRMICO MONTAGE ARMAZ EXPED MANUTENÇÃO M.P. ALMOXARIFADO CLIENTES EXEMPLO: FABRICAÇÃO DE ARADO
  • 51. Administração de Operações Classificação dos sistemas produtivos Tipo de produção Número de prods / ativs Diferenciação entre produtos e atividades Demanda Variação no roteiro Estoques Contínua pura Um Nenhuma Grande Nenhuma Elevados Contínua c/ diferenciação Poucos Pouca Grande Pouca Elevados Intermitente repetitiva Médio/ grande Média/grande Média Pouca /média Baixos Intermitente sob encomenda Grande Grande Média/ pequena Média /grande Nenhum Grandes projetos Muitas Grande Pequena Grande Nenhum
  • 52. Administração de Operações Classificação dos sistemas produtivos QUATRO PARÂMETROS: -A) VOLUME DE SAÍDA B) VARIEDADE DE SAÍDA C) VARIAÇÃO DA DEMANDA DA SAÍDA D) GRAU DE CONTATO COM O CONSUMIDOR
  • 53. Administração de Operações Classificação dos sistemas produtivos - BAIXOS VOLUMES - ARTESANATO EX. BENS DE CAPITAL - CALDEIRA - ALTOS VOLUMES EX. MCDONALD’S AUTOPEÇAS AUTOMÓVEIS A) VOLUME DE SAÍDA
  • 54. Administração de Operações Classificação dos sistemas produtivos ALTO VOLUME BAIXO VOLUME . FABRICAÇÃO DE TELEVISORES . FABRICAÇÃO DE AVIÕES . RESTAURANTE “FAST-FOOD” . RESTAURANTE “A LA CARTE” . CIRURGIA DE ROTINA . CIRURGIA PIONEIRA . SISTEMA RÁPIDO DE TRANSPORTE . SERVIÇO DE TAXI DE MASSA . PARQUE TEMÁTICO . SALA DE TEATRO A) VOLUME DE SAÍDA
  • 55. Administração de Operações Classificação dos sistemas produtivos ALTA VARIEDADE BAIXA VARIEDADE -BOLO ANIVERSÁRIO SOB -BOLO PRODUZIDO EM SÉRIE ENCOMENDA -FÁBRICA DE ROUPAS PRONTAS -PROFESSORES-ORIENTADORES -AULAS NA UNIVERSIDADE NA UNIVERSIDADE -AUDITORIA FINANCEIRA ESPECIA -CONSULTORIA DE IMPOSTOS LIZADA -LOJA DE DEPARTAMENTOS -LOJA DE JEANS -BANCO DE ATENDIMENTO PER -PROCESSAMENTO DE TRANSAÇÕES SONALIZADO COM CARTÃO DE CRÉDITO B) VARIEDADE DE SAÍDA
  • 56. Administração de Operações Classificação dos sistemas produtivos 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 1° Trim. 2° Trim. 3° Trim. 4° Trim. Leste Oeste Norte ALTA VARIAÇÃO BAIXA VARIAÇÃO -USINA DE ENERGIA ELÉTRICA - PADARIA-- -FABRICANTE DE FOGOS DE -CONSULTORIA PRESTADA POR ARTIFÍCIO EMPRESAS -AUDITORIA FINANCEIRA -SEGURANÇA DE SHOPPING -POLÍCIA E SERVIÇO DE EMER -DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS GÊNCIA CONGELADOS -LINHAS DE METRÔ -CLÍNICA DE CIRURGIA ESTÉTI -MATERNIDADE CA C) VARIAÇÃO OU VARIABILIDADE DA DEMANDA
  • 57. Administração de Operações Classificação dos sistemas produtivos ALTO CONTATO MISTAS (ALTO E BAIXO) BAIXO CONTATO - SERVIÇO DE SAÚDE - CONSULTORIA EM SISTEMAS - MAIORIA DOS PRODUTOS - REFORMA DE RESIDÊNCIA - FILIAIS DE BANCOS MANUFATURADOS - PRATOS PREPARADOS NA - RESTAURANTE TIPO BISTRÔ - SANDUÍCHES PRÉ-PREPA FRENTE DO CONSUMIDOR - CORRETOR DE IMÓVEIS RADOS - DENTISTA - UNIVERSIDADE - FACULDADE DE ENSINO - PROFESSOR DE MÚSICA À DISTÂNCIA D) CONTATO COM O CONSUMIDOR
  • 58. Administração de Operações Classificação dos sistemas produtivos E) IMPLICAÇÕES ALTA REPETITIBILIDADE ESPECIALIZAÇÃO SISTEMATIZAÇÃO CAPITAL INTENSIVO BAIXO CUSTO UNITÁRIO FLEXÍVEL COMPLEXO ATENDE ÀS NECESSIDADES DOS CONSUMIDORES ALTO CUSTO UNITARIO BEM DEFINIDA ROTINIZADA PADRONIZADA REGULAR BAIXO CUSTO UNITÁRIO BAIXA REPETIÇÃO FUNCIONÁRIOS ATUAM MAIS NO TRABALHO MENOR SISTEMATIZAÇÃO ALTO CUSTO UNITÁRIO IMPLICAÇÕES IMPLICAÇÕES VOLUME VARIEDADE A B A B
  • 59. Administração de Operações Classificação dos sistemas produtivos E) IMPLICAÇÕES CAPACIDADE MUTANTE ANTECIPAÇÃO FLEXIBILIDADE AJUSTADO C/DEMANDA ALTO CUSTO UNITÁRIO TOLERÂNCIA DE ESPERA LIMITADA SATISFAÇÃO DEFINIDA PELA PERCEPÇÃO CLIENTE NECESSIDADE DE HABILIDA DE DE CONTATO C/CLIENTE A VARIEDADE RECEBIDA É ALTA TEMPO ENTRE A PRODUÇÃO E O CONSUMO PADRONIZA DO POUCA HABILIDADE DE CONTATO ALTA UTILIZAÇÃO DE FUNCIONÁRIOS CENTRALIZAÇÃO BAIXO CUSTO UNITÁRIO ESTÁVEL ROTINEIRA PREVISÍVEL ALTA UTILIZAÇÃO BAIXO CUSTO UNITÁRIO IMPLICAÇÕES IMPLICAÇÕES VARIAÇÃO DEMANDA CONTATO COM O CONSUMIDOR A B A B
  • 60. Administração de Operações Atividades da Administração da Produção DIRETAS * ENTENDER OBJETIVOS ESTRATÉGICOS DA PRODUÇÃO * DESENVOLVER UMA ESTRATÉGIA DE PRODUÇÃO PARA A ORGANIZAÇÃO * DESENHAR PRODUTOS, SERVIÇOS E PROCESSOS PRODUTIVOS * PLANEJAR E CONTROLAR A PRODUÇÃO * MELHORAR CONTINUAMENTE O DESEM PENHO DA PRODUÇÃO
  • 61. Administração de Operações Atividades da Administração da Produção INDIRETAS 0 50 100 1° Trim. 3° Trim. Leste Oeste Norte . ATIVIDADES QUE OCORREM FORA DAS FRONTEIRAS DA FUNÇÃO PRODUÇÃO • EFEITO INDIRETO SOBRE COMO OCORRE A PRODUÇÃO DE BENS E SERVIÇOS EX. MARKETING RECURSOS HUMANOS