Your SlideShare is downloading. ×
Aula de Fotografia
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Aula de Fotografia

6,369

Published on

Aula elaborada pelo prof. Fábio Luiz Aguiar, da Universidade de Mogi das Cruzes, para o Curso de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda (2011).

Aula elaborada pelo prof. Fábio Luiz Aguiar, da Universidade de Mogi das Cruzes, para o Curso de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda (2011).

Published in: Education, Technology
0 Comments
28 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total Views
6,369
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
2
Actions
Shares
0
Downloads
0
Comments
0
Likes
28
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. AULA 1– Fotografia, gêneros e mídias            - Fotografia para Impresso, Cinema, TV            - Fotografia na WEB
  • 2. EM QUE É PRECISO PARA PRODUZIR UMA FOTO?
  • 3. TER UMA BOA CÂMERA?
  • 4. ?
  • 5. FOTOGRAFAR VAI MUITO ALÉM DO SIMPLES ATO DE APERTAR UM BOTÃO!
  • 6. O PRINCIPAL É COMO VOCÊ VAI PLANEJAR A SUA FOTO !
  • 7. O QUE? COMO? POR QUE? PRA QUEM?
  • 8. FOTOGRAFAR É FAZER ESCOLHAS!
  • 9. LENTES DIAFRAGMA FOCO QUANTIDADE DE LUZ TAMANHO FOCAL OBJETIVAS ÂNGULO DE VISÃO COMPOSIÇÃO VELOCIDADE OBTURADOR ? ? ? ? ? ?
  • 10. MAS POR ONDE COMEÇAR ?
  • 11. ENTENDENDO AS VARIÁVEIS TÉCNICAS
  • 12. VARIÁVEIS TÉCNICAS: LENTES
  • 13. A CAPTAÇÃO DE IMAGEM PELO OLHO HUMANO A CAPTAÇÃO DE IMAGEM PELA CÂMERA
  • 14. A LENTE DA CÂMERA É UM VIDRO (OU PLÁSTICO) POLIDO E ESFÉRICO QUE REFRATA A LUZ REFLETIDA POR UM ASSUNTO PARA A PAREDE TRASEIRA DA CÂMERA – O PLANO FOCAL.
  • 15. O CENTRO ÓPTICO É O PONTO QUE DEFINE ONDE OS RAIOS DE LUZ VINDOS DE DIFERENTES FONTES LUMINOSAS SE CRUZAM.
  • 16. O PLANO FOCAL É A SUPERFÍCIE QUE RECEBE A IMAGEM TRANSMITIDA PELA LENTE E QUE NA CÂMERA LOCALIZA-SE NA ÁREA OCUPADA PELO FILME OU PELO SENSOR NAS CÂMERAS DIGITAIS.
  • 17. O TAMANHO FOCAL É A DISTÂNCIA ENTRE O CENTRO ÓPTICO DA LENTE E O PLANO FOCAL DA CÂMERA QUANDO O FOCO É COLOCADO NO INFINITO.
  • 18. AS OBJETIVAS SÃO MEDIDAS DE ACORDO COM O SEU TAMANHO FOCAL, INFORMAÇÃO ESSA QUE NORMALMENTE APARECE GRAVADA EM ALGUM LUGAR DO CORPO DA LENTE. A MEDIDA USADA NORMALMENTE É EXPRESSA EM MILÍMETROS.
  • 19. O TAMANHO FOCAL É USADO PARA EXPRESSAR A POTÊNCIA OU TAMANHO DA LENTE. UMA LENTE DE 500mm É DEZ VEZES MAIS POTENTE DO QUE UMA LENTE NORMAL DE 50mm, OU SEJA, TEM UM PODER DE APROXIMAÇÃO DE DEZ VEZES.
  • 20. O ÂNGULO DE VISÃO OU ABRANGÊNCIA É O ÂNGULO QUE A OBJETIVA CONSEGUE CAPTAR DA IMAGEM. O TAMANHO FOCAL DA LENTE DETERMINA O ÂNGULO DE VISÃO. À MEDIDA QUE O TAMANHO FOCAL AUMENTA, O ÂNGULO DE VISÃO DIMINUI.
  • 21. AS OBJETIVAS SÃO CLASSIFICADAS COM BASE NAS SUAS DISTÂNCIAS FOCAIS: GRANDES ANGULARES - NORMAIS – TELES À MEDIDA QUE O TAMANHO FOCAL AUMENTA, O ÂNGULO DE VISÃO DIMINUI.
  • 22. À MEDIDA QUE O TAMANHO FOCAL AUMENTA, O ÂNGULO DE VISÃO DIMINUI.
  • 23. VARIÁVEIS TÉCNICAS: DIAFRAGMA
  • 24. O DIAFRAGMA PODE SER COMPARADO À IRIS DOS OLHOS, PELA CAPACIDADE DE CONTROLAR A QUANTIDADE DE LUZ QUE ENTRARÁ NA CÂMERA.
  • 25. A CADA PONTO DE DIAFRAGMA QUE ABRIMOS, A QUANTIDADE DE LUZ QUE ENTRARÁ NA CÂMERA É O DOBRO DA QUANTIDADE ANTERIOR. A CADA PONTO QUE FECHAMOS, A QUANTIDADE DE LUZ SERÁ A METADE DA ANTERIOR.
  • 26. QUANTO MENOR O NÚMERO f , MAIOR SERÁ A ABERTURA DO DIAFRAGMA. QUANTO MAIOR O NÚMERO f , MENOR SERÁ A ABERTURA DO DIAFRAGMA.
  • 27. VARIÁVEIS TÉCNICAS: OBTURADOR
  • 28. OBTURADOR É A “JANELA” QUE SE ABRE PARA QUE A LUZ ENTRE NA CÂMERA.
  • 29. OBTURADOR O TEMPO QUE A “JANELA” FICA ABERTA DEIXANDO O FILME (OU SENSOR) EXPOSTO À LUZ É DEFINIDO PELA VELOCIDADE DO OBTURADOR.
  • 30. VELOCIDADE DE EXPOSIÇÃO DO OBTURADOR – quando a velocidade aumenta, diminui o tempo de exposição. A escala de tempo do obturador é representada por frações de segundo: B (bulb) – 1s –1/2 – 1/4 - 1/8 – 1/15 -1/30 – 1/60 -1/125 – 1/250 – 1/500 – 1/1000
  • 31. O tempo que obturador fica aberto determina como os objetos de cena vão aparecer. Uma longa exposição apresenta os movimentos borrados.
  • 32. Se diminuímos o tempo de exposição, o resultado é que os movimentos ficarão congelados. Ex: 1/500.
  • 33.  
  • 34. VARIÁVEIS TÉCNICAS: PROFUNDIDADE DE CAMPO
  • 35. FOCO É UM PONTO ÚNICO DENTRO DA IMAGEM FOTOGRÁFICA ! QUANDO APONTAMOS A LENTE EM DIREÇÃO A ASSUNTO E AJUSTAMOS O PONTO DE FOCO. CABE AO DIAFRAGMA “ESTICAR OU ENCURTAR” A ÁREA FOCADA DENTRO DA IMAGEM – A MAIOR OU MENOR PROFUNDIDADE DE CAMPO !
  • 36.  
  • 37. PARA TRABALHAR A PROFUNDIDADE DE CAMPO , DEVEMOS COMBINAR: ABERTURA (DIAFRAGMA) + VELOCIDADE (OBTURADOR) + LENTE
  • 38. LENTES DIAFRAGMA FOCO QUANTIDADE DE LUZ TAMANHO FOCAL OBJETIVAS ÂNGULO DE VISÃO COMPOSIÇÃO VELOCIDADE OBTURADOR ? ? ? ? ? ?
  • 39. É PRECISO PLANEJAR A FOTO!
  • 40. COMPOSIÇÃO – PLANEJANDO A FOTO
    • Uma fotografia pode ser analisada por dois aspectos:
    • de ordem estética : ângulos da câmera, composição dos elementos, enquadramentos, etc.
    • de ordem técnica : quantidade de luz que chegará ao filme (diafragma, velocidade/tempo do obturador, sensibilidade do filme.
  • 41.
    • Para as tomadas de decisão, pense:
    • COMO EU QUERO ESSA FOTO?
      • O QUE PRETENDO DESTACAR? – foco seletivo implica em abertura)
      • COMO MOSTRAR OS MOVIMENTOS? – imagem congelada/borrada implica em obturador)
    COMPOSIÇÃO – PLANEJANDO A FOTO
  • 42. Dica : Escolha uma ferramenta (diafragma ou obturador) e depois ajuste a outra. COMPOSIÇÃO – PLANEJANDO A FOTO A questão estética vem em primeiro lugar, sendo que a ação técnica deve ser ajustada para a realização da imagem.
  • 43. A primeira decisão: definir qual será o CENTRO DE INTERESSE da foto! Qual elemento deve chamar para si o olhar do espectador e que, a partir da sua contemplação, irá, eventualmente, examinar o resto da foto.
  • 44. O CENTRO DE INTERESSE NÃO É A MESMA COISA QUE O CENTRO DA FOTO! Aliás, deve-se evitar colocar o Centro de Interesse no centro da foto.
  • 45. CENTRO DE INTERESSE
  • 46. REGRA DOS TERÇOS Criada no séc. XIV pelos pintores da Renascença. A cena é dividida em 3 linhas verticais e 3 linhas horizontais. As interseções criam 4 pontos ficais, os centros passivos das atenções para quem olha a cena. A B C D
  • 47. REGRA DOS TERÇOS A regra dos terços nos diz para colocarmos o assunto de maior atenção em algum dos terços da cena. Não é necessário ocupar todos os pontos ou linhas, mas situar em algum deles o elemento principal da foto. A B C D
  • 48.  
  • 49. REGRA DOS TERÇOS A regra dos terços vale para fotos na horizontal e na vertical também. A B C D
  • 50. CENTRO DE INTERESSE E REGRA DOS TERÇOS
  • 51. CENTRO DE INTERESSE E REGRA DOS TERÇOS
  • 52. CENTRO DE INTERESSE E REGRA DOS TERÇOS
  • 53. Na imagem onde a igreja está centralizada, os olhos vão diretamente à ela. Nas outras duas, o olhar vai para a igreja e depois move-se para olhar o centro da foto. CENTRO DE INTERESSE E REGRA DOS TERÇOS
  • 54. SIMPLICIDADE - se aplica tanto à quantidade de elementos, que não devem competir pela atenção de quem vê, como na relação entre eles.
  • 55. SIMPLICIDADE - Uma foto deve ser simples e objetiva para transmitir sua mensagem.
  • 56. PRIMEIRO PLANO – mais “próximo” da câmera. Na maioria dos casos é no primeiro plano ( foreground ) que devemos colocar o foco e ajustar a profundidade de campo.
  • 57. SEGUNDO PLANO - “atrás”, que deve ter os elementos secundários da cena. Se não receber a devida atenção do elemento principal. Pode-se controlar a importância do segundo plano alternando a posição, o assunto, a profundidade de campo e o foco principal.
  • 58. SEGUNDO PLANO Em alguns casos, pode-se optar por inverter a importância dos planos, deixando o centro de atenção da foto no segundo plano.
  • 59. FOCO SELETIVO – objeto principal, primeiro e segundo planos, profundidade de campo.
  • 60. FOCO SELETIVO – objeto principal, primeiro e segundo planos, profundidade de campo.
  • 61. FOCO SELETIVO
  • 62. BALANÇO – o conceito de balanço ou equilíbrio pode ser visto como uma combinação entre os elementos registrados na imagem. Um dos grandes desafios é criar movimento ou peso para a imagem.
  • 63. BALANÇO – Pode-se usar a simetria ou a assimetria para representar uma imagem de maneira diferente. Pode-se combinar elementos do mesmo tipo e forma para criar equilíbrio, mas pode deixar a foto “certinha” demais.
  • 64. BALANÇO – Para misturar os elementos com tamanhos e pesos diferentes, o ideal é colocar cada um deles em um dos terços. O balanço tem relação com a dominação de um dos elementos. Toda vez que um elemento dominar o outro, a cena ganhará mais apelo.
  • 65. A foto ao lado está equilibrada, “certinha”, deixando metade para o céu e metade para a terra. As outras duas abaixo valorizam os elementos individualmente.
  • 66. ÂNGULO DE TOMADA – o ângulo adotado entre a câmera e o assunto principal. ÂNGULO PICADO ou PLONGÉE – ângulo de cima para baixo.
  • 67. ÂNGULO DE TOMADA – o ângulo adotado entre a câmera e o assunto principal. ÂNGULO CONTRA-PICADO ou CONTRA-PLONGÉE – ângulo de baixo para cima.
  • 68. ÂNGULO DE TOMADA – o ângulo adotado entre a câmera e o assunto principal. ÂNGULO NORMAL - ângulo na altura dos olhos.
  • 69. LINHAS DE CONDUÇÃO – vão dirigir o olhar do espectador e causa sensação de profundidade. A linha de condução pode ser formada por uma cerca, estrada, rua, raio de luz, etc.
  • 70. LINHAS DE HORIZONTE – marcam a passagem entre a terra e o céu ou entre mar e céu. Procure não deixar a linha de horizonte centralizada. Cuidado para que não fique inclinada!
  • 71. LINHAS – podem servir como guias para conduzir a atenção do olhar para um ponto de interesse da foto ou para criar um clima para a cena. LINHAS DE CARACTERÍSTICAS – são linhas subjetivas que induzem a algum tipo de emoção: Linhas horizontais – indicam paz e tranquilidade; Linhas verticais – indicam poder e força. Linhas diagonais – indicam ação, movimento e força. Linhas curvas – indicam charme e graça.
  • 72. DIREÇÃO – um elemento importantíssimo da composição é a direção do olhar para o centro de interesse (assunto principal). Isso deve ser feito com a utilização de linhas visíveis ou invisíveis.
  • 73. DIREÇÃO – um elemento importantíssimo da composição é a direção do olhar para o centro de interesse (assunto principal). Isso deve ser feito com a utilização de linhas visíveis ou invisíveis.
  • 74. FORMATO – vertical ou horizontal. O tamanho, a forma e a natureza do assunto diz qual a melhor orientação da cena.
  • 75. FORMATO – vertical ou horizontal. Uma mudança do formato do enquadramento pode mudar radicalmente o resultado e a leitura da cena.
  • 76. ILUMINAÇÃO - não é a mesma coisa que luz! A iluminação tem relação com a forma como o assunto recebe a luz, servindo como elemento que conduz o olhar.
  • 77. A direção é a trajetória da luz desde sua saída da fonte até seu destino, a sombra provocada por ela. Um objeto pode ser iluminado em várias direções.
  • 78.  
  • 79. O OLHAR FOTOGRÁFICO O “quadro” está pintado à sua frente numa dimensão muito maior do que o visor e as lentes da sua câmera podem capturar. Cabe a você “tirar” uma parte daquela imagem e transformá-la em fotografia.
  • 80. O MACRO E O MICRO - Não se contente com um rápido olhar. Depois de capturar mentalmente a imagem, você deve dividi-la em uma matriz e olhar para cada pedaço como se fosse uma imagem única.
  • 81. O MACRO E O MICRO
  • 82. SEQUÊNCIAS - Pode descrever um momento, contar uma história. Requer velocidade de disparo!
  • 83. TEMAS - Determine o tema da sua foto e utilize todos os recursos disponíveis para escolher a melhor posição para capturar as cenas ou assunto.
  • 84. SOMBRAS
  • 85. GENTE
  • 86. ILUMINAÇÃO
  • 87. ILUMINAÇÃO
  • 88. ARQUITETURA
  • 89. ARQUITETURA
  • 90. MOLDURAS
  • 91. MOLDURAS
  • 92. ÂNGULOS
  • 93. ÂNGULOS
  • 94. ÂNGULOS
  • 95.  

×