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  • 1. Prof a .: Josy Anne Mariano Dallapicola Especialista em Gestão de Marketing Estratégico | Especialista em Comunicação Estratégica e Gestão da Imagem
  • 2.
    • Missão: deve responder o que a empresa ou a organização se propõe a fazer, e para quem: Por que a empresa existe? O que a empresa faz? Para quem?
    • Visão: é a descrição do futuro desejado para a empresa. No que a empresa quer se tornar? Onde nós estaremos? O que a empresa será? Em que direção apontar os esforços?
    • Valores: são princípios/crenças que servem de guia / critério para comportamentos, atitudes e decisões de todas as pessoas que estejam executando a Missão na direção da Visão.
    Aula 3 – Administração de empresa jornalística
  • 3.
    • O jornal(ismo) como produto
  • 4.
    • Concorrência com novos meios
    • Queda de leitura
    • Inovações tecnológicas
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
  • 5.
    • Não podemos afirmar nem mesmo quem são as empresas de comunicação, os veículos... Enfim, quem é a mídia?
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto (agregador de notícias) Depende do conteúdo de jornais para exibir seus resultados. “ Canal do repórter“ no YouTube
  • 6.
    • “ Informação é tudo”
    • “ Se você não está bem informado, você não se sente bem. Não dá para conviver com as pessoas”
    • “ A informação é fundamental, seja para você conversar com amigos, com o pessoal do trabalho, para você se divertir. Informação hoje é imprescindível. Aonde você vai, você tem que se informar”
    • “ Se você não tiver informação, você fica alienado. Vivemos num mundo que muda todo dia. Existem muitas informações. Você sempre tem que estar antenado”
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
  • 7.
    • Aprofunda a notícia e traz detalhes que os demais meios não elucidam
    • Vai atrás da verdade, é investigativo
    • Reúne, num único meio, informações diversas (graças aos cadernos)
    • Auxilia o leitor a formar uma opinião, a ter uma visão mais crítica da realidade
    • Tem nome e sobrenome – pessoas de peso, articulistas que assinam as matérias
    • Deixa claro quem é a fonte da informação
    • Transmite maior credibilidade
    • É portátil.
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
  • 8.
    • Pelo seu tamanho e formato, às vezes é desconfortável de manusear
    • Solta tinta na mão, o papel é “sujo”
    • Há casos em que a impressão ainda continua de baixa qualidade, com muitas fotos sem nitidez, mesmo depois da introdução da cor
    • Tipologia é “ultrapassada” dificulta a leitura
    • A linguagem de alguns jornais é “rebuscada, difícil de entender”
    • Os posicionamentos ideológicos, sejam “de direita” ou “de esquerda”, incomodam.
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
  • 9.
    • Completo, detalhado
    • Informativo
    • Diversificado
    • Crível
    • Primordial
    • Formador de opinião
    • Chato, redundante
    • Difícil de entender
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
  • 10.
    • Meio de comunicação mais completo, o que vai mais fundo, o que é investigativo, o que estimula a pensar
    • Desfaz as incertezas do receptor diante de várias alternativas de uma mesma notícia
    • Documenta os fatos
    • É o meio que te dá a garantia de você ter uma informação de credibilidade
    • É o meio mais confiável
    • Os jornais são os meios mais estruturados para produzir apuração genuína de informação. Tanto que costumam pautar os demais meios
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto Fonte: livro “O Destino do Jornal”
  • 11.
    • Mídia impressa – 56%
    • Internet – 33%
    • Televisão – 8%
    • Rádio – 3%
    • Pesquisa Máquina da Notícia com 260 executivos das
    • maiores empresas do país. Notas de 0 a 5.
    • Fonte: Folha de S. Paulo, 23/8/2008
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
  • 12. Fonte: Projeto Inter-Meios Ano Jornal Revista TV TV por assinat. Rádio Internet Mídia ext. Outros 2008 15,91 8,51 58,78 3,74 4,21 3,54 2,74 2,57 2003 18,14 9,40 59,03 1,70 4,53 1,49 5,70 2,90 Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
  • 13. Fonte: SÁNCHEZ-TABERNERO, Alfonso. Dirección estratégica de empresas de Comunicación. Madri: Ediciones Cátedra, 2000 Vantagens Desvantagens ↑ Alto poder aquisitivo dos leitores ↑ Prestígio para a marca ↑ Segmentação geográfica ↑ Muita informação sobre assinantes ↓ Possibilidades expressivas limitadas ↓ Qualidade de reprodução limitada ↓ Ciclo de vida breve Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
  • 14.
    • “ Bonança inflacionária”
    • Ajuste da estabilização
    • Endividamento
    • Desvalorização do real
    • Cortes de investimento
    • Profissionalização da gestão
    • Nova cultura: busca de um equilíbrio
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
  • 15.
    • Os caprichos do jornalista
    • O dilema da distribuição
    • A tradução de prestígio em rentabilidade
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
  • 16.
    • A integração com a internet
    • A internet como alavanca
    • A migração do papel para o on-line
    • News e paper
    • A câmera digital
    • O usuário editor
    • Celular, tablet, etc
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
  • 17.
    • O que aconteceu ontem
    • Análise
    • Interpretação
    • Contextualização
    • Narração
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
  • 18.
    • Qual é o futuro do jornal de papel?
      • De todas as mídias, os jornais foram os que sofreram maior quebra com a internet
      • A circulação tem caído por todo o mundo
      • Os mais jovens consomem informação pela internet
      • A publicidade está deslocando-se para a internet, onde estão os consumidores
      • Há quem acredite que é só uma questão de tempo até os jornais convencionais desaparecerem. Prevê-se que alguns consigam sobreviver; outros acabarão por desaparecer
      • Para cortar custos e atrair leitores, jornais estão cada vez mais misturando entretenimento com informação
      • Os jornais têm de se adaptar às mudanças que a internet trouxe à sociedade
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
  • 19.
    • O FUTURO É UMA PORTA EM ABERTO
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
  • 20. Aula 4 - O jornal(ismo) como produto “ Quando surgiu o videocassete, diziam que ele mataria a indústria do cinema. Hollywood até tentou boicotar o produto. Pois bem, matou? Não. Mais tarde, com o surgimento da internet, especulava-se que ela mataria a mídia impressa. Matou? Obviamente que não.” Fonte: www.visaodemarketing.com.br “ O atual momento de transição das mídias não se trata de outro processo de acomodação, a exemplo do que aconteceu quando surgiu o rádio e a televisão. ‘Não são tempos de simples evolução tecnológica, mas de mudanças radicais e transformadoras, comparáveis à invenção da imprensa e da revolução industrial’, enfatizou.” Rosental Calmon Alves, Universidade do Texas
  • 21. “ A cada geração, o número de consumidores de jornais impressos diminui - e a curva está se inclinando numa velocidade estonteante. Ponha-se num gráfico a diminuição de circulação dos jornais nos EUA, por exemplo, e o fim tem data marcada. É em 2043 .” - Philip Meyer “ Não sei realmente se daqui a cinco anos ainda vamos imprimir o Times e, na verdade, não importa muito” - Arthur Sulzberger Presidente e Editor do The New York Times O fundamental é se concentrar no melhor modo de operar a transição da folha impressa à internet. – Fonte: Agência de Notícias ANSA “ O jornal impresso ainda tem uma sobrevida de 20 ou 30 anos” - Jornalista Ethevaldo Siqueira, do jornal "O Estado de S.Paulo” “ Até 2030, a expectativa é que o impresso mude seu papel na mídia, antes de desaparecer. Não será necessariamente um meio de massa, mas poderá ser consumido por segmentos especializados.” Adnews – ‘Conheça o jornal do futuro’ - 28/04/08 Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
  • 22.
    • É preciso tornar o público fiel à marca e não à mídia, à plataforma
    • Um dos meios é de rejuvenescer a marca, sem que ela perca o seu principal atributo: a credibilidade adquirida através do meio jornal
    • Uma outra questão:
      • É preciso migrar o conceito de
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto CIRCULAÇÃO AUDIÊNCIA
    • Apenas meio impresso
    • Métrica do produto
    • Todas as mídias
    • Métrica da marca
    • Métrica comparável
    • a outras mídias
    • Contempla leitores e não apenas compradores
  • 23.
    • Conteúdo gratuito está mudando o modelo de negócios
    • Os jornais estão respondendo a este movimento com produtos gratuitos ou de
    • Há assinantes que consomem conteúdo gratuito durante a semana, mas aos finais de semana pagam pela sua informação, assinando o jornal
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto 1ª queda Out/2008 300 mil exemplares Circulação Gratuitos na Europa
  • 24. Aula 4 - O jornal(ismo) como produto Julho 2006 – SP e RJ Andre Jordan / Cofina 1974 – SP Group Thomeu (Folha Metropolitana) Maio 2006 – SP Grupo Bandeirantes / Metro International (Metro franchise) Jornal de Londrina Maio 2006 Londrina RPC (Rede Paranaense de Comunicação) (Gazeta do Povo) Jornal do Ônibus Maio 2006 - Cuiabá Correio Paranaense (weekly first) Metro Magazine Agosto 2008 - RJ Phenix Comunicao
  • 25.
    • Características
      • Tempo de leitura de no máximo 30 minutos
      • Foco nas notícias locais e em entretenimento
      • Textos curtos como os da internet
      • Atitude pró-ativa (o jornal vai até o leitor)
      • Formato tablóide (mais fáceis de manusear/carregar)
      • Formação de novo público leitor:
      • 65% dos leitores do Destak têm até 34 anos
      • 52% dos leitores do Destak pertencem às classes A e B
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
  • 26.
    • “ (...) há três caminhos básicos (...):
      • Expandir a marca: significa lançar títulos populares, novos formatos, explorar nichos diferenciados e vender produtos agregados
      • Crescimento geográfico: significa expansão para regiões próximas e até mesmo fusões e compras de outros títulos
      • Uso de novas mídias: já está sendo usado com sucesso pelos jornais, sendo que o grande filão para a captação de publicidade on line, além dos classificados, serão os serviços de busca de produtos e serviços.”
    • Fabián Barros, Consultor da Mackinsey
    • Fonte: www.anj.com.br
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
  • 27. Aula 4 - O jornal(ismo) como produto CLIENTES (consumidores de informação) AMBIENTES consumo, transportes, esporte/saúde... GEOGRAFIAS Grande SP, RJ, bairro, rua, casa... NECESSIDADES jornais ou cadernos temáticos PLATAFORMAS DE DISTRIBUIÇÃO Secundárias: (encarte, evento, livro, mkt direto, mídia exterior e interior, pdv, tel fixo, licenciamento de marca, games) Primárias: jornal, revista, guias e listas, internet fixa e móvel, celular
  • 28.
    • A Associação Mundial de Jornais (WAN) divulgou 66 tendências que vão
    • impactar o mercado de jornais. Algumas delas:
    • Pesquisa por autenticidade - num mundo de histórias “fakes”, autenticidade e credibilidade se tornam mais importantes
    • Consumidor como co-produtor de idéias, conceitos, tendências
    • Jornalismo cidadão - pessoas fazendo (parte da) reportagem
    • RP e MKT: conteúdo editorial tem > impacto do que peças publicitárias
    • Jornalismo mais analítico
    • "Snacks news" - pílulas de notícias
    • O conteúdo torna-se mais importante do que o canal
    • Estratégias multi-canal - diferenças entre jornais, TVs, revistas, internet ficam cada vez mais fracas. O negócio é abranger todas as mídias integradas
    • Melhor qualidade de material impresso: mais cores, aumento da qualidade de impressão
    • Hiper-Localismo
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
  • 29.
    • “ É como se a empresa de comunicação fosse um shopping, e o jornal, sua loja-âncora”
    • Tom Rosenstiel. Pesquisa “O Estado da Mídia” - Universidade Columbia, em Nova York – Abril 2007
    • E nesse “shopping” há uma valorização de marcas, ou seja, maior exposição das grifes jornalísticas. Por isso um bom posicionamento é essencial para garantir a longevidade do negócio, seja em que mídia for.
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
  • 30. Aula 4 - O jornal(ismo) como produto On Line. On Time. Full Time.
  • 31.
    • Percebendo a nítida segmentação de mercado, a Infoglobo, há 10 anos, deixou de ser empresa mono produto (O Globo), para ser uma empresa multi-produto . Uma mudança cultural para acompanhar uma tendência de mercado.
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
  • 32. Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
    • Classe A/B
    • Linguagem mais sofisticada, atinge um público mais qualificado, formador de opinião, maioria com nível superior
    • Moderno, dinâmico, para toda a família;
    • Marca muito valorizada – Organizações Globo
    • Preço: dias úteis R$ 2,00 – domingos R$ 3,50
    • Abrangência: território nacional
    • Classe B/C
    • Qualidade editorial com forte ênfase em prestação de serviços
    • Inovação em ações promocionais: cuponagem
    • Alta circulação: venda exclusiva em bancas
    • Preço: dias úteis R$ 1,00 – domingos R$ 2,30
    • Abrangência: RJ, SP, ES, MG
  • 33. Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
    • Classe C/D
    • Lançado em Março/2006
    • Circula de 2ª a sábado, em todo o Estado do Rio
    • Com linguagem simples e direta, é direcionado aos leitores que não têm tempo de ler, mas querem se manter informados. Consumidores que ficam horas em transportes coletivos dirigindo-se ao trabalho e buscam informação fácil de entender e barata
    • Venda exclusiva em bancas
    • Classe B/C
    • Preço:
    • Dias úteis: R$ 1,50
    • Domingos: R$ 2,50
    • Lançado em Setembro/2001
    • É um aliado do dia-a-dia. Diferencia-se dos demais jornais de São Paulo por utilizar uma linguagem simples, direta e por priorizar assuntos locais, sem perder de vista a importância dos noticiários nacional e internacional
  • 34. Aula 4 - O jornal(ismo) como produto Agência de Notícia que comercializa conteúdo dos produtos Infoglobo
  • 35.
    • Migração para o online
    • As demandas do usuário
    • O marketing e a publicidade
    • Um novo negócio?
    • Espaço para todos?
    • A ordem no caos
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto
  • 36.
    • Obrigada!
    • [email_address]
    • www.gestaoemcomunicacao.wordpress.com
    Aula 4 - O jornal(ismo) como produto