Material que será usado nos dias 23 e 24
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Material que será usado nos dias 23 e 24 Document Transcript

  • 1. Material que será usado nos dias 23 e 24 O Ensino de Língua Portuguesa Os conteúdos abaixo para os anos iniciais do Ensino Fundamentaldetalhado nessa proposta, estão organizado contemplando os eixos organizadoresdos conteúdos de Língua Portuguesa, apresentando os componentes curriculares:Expectativas de aprendizagem, blocos de conteúdos e condições didática. Nos conteúdos linguísticos há uma reflexão sobre a dimensão daaprendizagem significativa e das interações, bem como dos usos sociais da escrita eda leitura articulados a uma concepção mais ampla de letramento. Assim, o ensinar da língua não pode ter outro objetivo senão o de chegaraos usos sociais dessa língua, como ela acontece no dia-a-dia das pessoas. É alíngua-em-função, que somente ocorre entre as pessoas com alguma finalidadedentro de um determinado contexto. Só desse modo poderá ampliar a competência comunicativa do nossoaluno para falar, ouvir, ler e escrever textos fluentes, adequados e socialmenterelevantes. Pode-se dizer que consolidar práticas de ensino em que tanto o ponto departida quanto o ponto de chegada é o uso da linguagem, hoje é praticamenteconsensual que as práticas devem partir do uso possível aos alunos para permitir aconquista de novas individualidades linguísticas, particularmente àquelas associadasaos padrões da escrita, sempre considerando que: O objetivo das propostas de leitura e escuta é a compreensão ativa e não a decodificação e o silêncio; O objetivo das propostas do uso da fala e da escrita é a interlocução efetiva e não a produção de texto como objeto de correção; As situações didáticas têm como objetivo levar os alunos a pensar sobre a linguagem para poder compreendê-la e adequá-la às situações e aos propósitos definidos. Os sujeitos se apropriam dos conteúdos, transformando-os emconhecimento próprio por meio da ação sobre ele, mediado pela interação com ooutro. Não é diferente no processo de aquisição e desenvolvimento da linguagem. Énas práticas sociais, em situações linguisticamente significativas que se dá a
  • 2. expansão da capacidade de uso da linguagem e a construção ativa de novascapacidades que possibilitem o domínio cada vez maior de diferentes padrões defala e de escrita. O ensino de Língua Portuguesa dessa forma, deve se dar em um espaçoem que as práticas de uso da linguagem sejam compreendidas em sua dimensãohistórica e em que há necessidade de análise e sistematização teórica dosconhecimentos linguísticos decorram delas. As práticas de linguagem que ocorre no espaço escolar, entretanto,diferem das demais porque devem, necessariamente, tomar os usos da linguagemcomo objeto de reflexão, de maneira explícita e organizada, de modo que seconstruam, progressivamente, categorias explicativas de seu funcionamento. É naprática de reflexão sobre a língua que se pode dar a construção de instrumentos quepermitirão ao aluno desenvolver a competência discursiva para falar, escutar, ler eescrever nas diversas situações de interação. Na Língua Portuguesa o ensino da gramática, deve acontecer de modoreflexivo, expondo o aluno a variados tipos de materiais escritos e levando-o arefletir sobre fatos da língua. A base para o desenvolvimento dos conteúdosgramaticais passa a ser o texto. Diante dessa perspectiva, o texto deve ser a matéria prima do professorno trabalho com a língua. É nele que os alunos descobrem o modo de construção, apartir da reflexão sobre textos produzidos por outros, tornando-os capazes deconstruir os seus próprios textos. A ênfase do trabalho do professor, portanto, centra-se nodesenvolvimento dos conteúdos procedimentais e não dos conceituais e dosfactuais, como ocorria no ensino tradicional. No ensino da gramática não se deve sobrecarregar os alunos compalavreados sem função justificado exclusivamente pela tradição de ensiná-lo. Ocritério do que deve ser ensinado ou não é muito simples: apenas os termos quetenha utilidade para facilitar a comunicação, excluindo tudo o que é desnecessário econfunde os alunos. A principal mudança na abordagem desses conteúdos é que agramática assume um caráter mais funcional e não tão normativo.
  • 3. OBJETIVOS A SEREM ALCANÇADOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO (NAS TURMAS DO 1º AO 3º ANO) Respeitar a diversidade das formas de falar manifestadas pelas comunidades escolar e extra -escolar. Usar a língua falada em diferentes situações escolares e extraescolares buscando empregar a variedade linguísticaPRODUÇÃO DE TEXTOS ORAIS E ESCRITOS adequada Organizar e planejar a fala adequando-a a diferentes situações de comunicação. Defender oralmente suas ideias e pontos de vista ouvindo também os dos colegas. Usar a variedade linguística apropriada à situação de produção e de circulação, fazendo escolhas adequadas quanto ao vocabulário e à gramática. -Usar recursos estilísticos e literários adequados ao gênero e aos objetivos do texto. Compreender e dominar as características do discurso oral e do discurso escrito e suas relações. Compreender e valorizar o uso da escrita com diferentes finalidades, em diferentes gêneros. Aprender a planejar a escrita do texto considerando o tema central, os seus objetivos e interlocutores. Produzir textos escritos de gêneros diversos, adequados aos objetivos, ao destinatário e ao contexto de circulação. Revisar e reelaborar a própria escrita, observando a ortografia, os usos de sinais de pontuação, de letras maiúsculas e minúsculas e, também, os objetivos, o destinatário e o contexto de circulação previsto. Desenvolver atitudes favoráveis à leitura. Identificar e explorar diferentes suportes e gêneros textuais. Ler com fluência, expressividade e compreensão diferentes gêneros textuais. Identificar as finalidades da leitura em função do reconhecimento do suporte do texto. Antecipar conteúdos de textos a serem lidos em função doLEITURA reconhecimento do suporte e do gênero do texto. Produzir inferências que contribuam para a compreensão dos textos, deduzindo informações implícitas e construindo inter- relações não estabelecidas explicitamente. Relacionar o texto que está sendo lido a outros textos, ampliando e enriquecendo a compreensão. Reconhecer que o texto lido é organizado em partes. Identificar e avaliar recursos linguísticos e literários importantes para a construção dos sentidos do texto lido. Avaliar criticamente os textos lidos.
  • 4. Aprender a utilizar os materiais escolares usados para escrever e ler (cadernos, lápis, livros, etc.).ANÁLISE E REFLEXÃO SOBRE A LÍNGUA Compreender a ideia de símbolo. Conhecer o alfabeto. Conhecer e compreender diferenças entre a escrita alfabética e outros sistemas de escrita. Compreender a natureza alfabética do sistema de escrita. Compreender e dominar as relações entre fonemas (sons) e grafemas (letras) no sistema alfabético-ortográfico da língua portuguesa. Compreender e utilizar a orientação e o alinhamento da escrita na língua portuguesa. Reconhecer unidades fonológicas como sílabas, rimas, terminações de palavras, etc. Conhecer e utilizar diferentes tipos de letra (de fôrma e cursiva). Localizar palavras no dicionário. Reconstruir regras ortográficas. Aprender a utilizar, na produção de textos, parágrafos, letras maiúscula e]minúscula, ponto final, exclamação, interrogação, dois pontos e travessão e sinais gráficos como cedilha, til, acentos agudo e circunflexo.
  • 5. OBJETIVOS A SEREM ALCANÇADOS NO TRABALHO COM A LÍNGUA PORTUGUESA NAS TURMAS DE 4º E 5º ANO Desenvolver o gosto pela escrita como recurso para apresentação de fatos, idéias, experiências, sentimentos e também para tomar notas a partir de exposição oral. Produzir textos orais e escritos de diversos gêneros que atendam a diferentes objetivos comunicativos. Produzir textos orais e escritos adequados às finalidades, às características do gênero e ao destinatário. Conhecer a organização textual de diversos gêneros que circulam na sociedade. Organizar idéias levando em consideração as características textuais de cada gênero. Dividir o texto em frases por meio de recursos do sistema de pontuação, emprego de letra maiúscula e paragrafação. Separar no texto escrito o discurso direto, o indireto e os turnos do diálogo, fazendo uso de travessão, dois pontos ou aspas. Indicar, por meio da vírgula, listas e enumerações no texto. Estabelecer regularidades ortográficas (inferência de regras) e constatarPRODUÇÃO DE TEXTOS ORAIS E ESCRITOS irregularidades (ausência de regras). Empregar regras gerais de acentuação relacionadas com a tonicidade. Utilizar o dicionário e outras fontes escritas (gramáticas) para resolver dúvidas ortográficas. Utilizar recursos coesivos oferecidos pelo sistema de pontuação, pelos conectivos, pelas expressões que marcam temporalidade, causalidade, pelassubstituições lexicais e pela manutenção de tempos verbais, etc. Planejar com autonomia a escrita de textos de diversos gêneros. Revisar os próprios textos escritos com a ajuda do professor, sozinho e em grupo para verificar a articulação entre o escrito e o planejado. Aprender a trabalhar com rascunho para aprimorar o texto produzido, buscando adequação ao gênero, coerência e coesão, o uso apropriado dos sinais de pontuação, da ortografia, da paragrafação e diagramação. Saber escutar diferentes textos em situações de comunicação direta ou mediada (por telefone, televisão, rádio), assumindo atitude responsiva ativa que possibilite inferir sobre elementos de intencionalidade implícita (sentido figurado, humor, etc.). Reconhecer o significado contextual e do papel complementar de elementos não- lingüísticos para conferir significação aos textos (gestos, postura corporal, expressão facial, tom de voz, entonação). Saber utilizar a linguagem oral em situações de intercâmbio que requeiram ouvir com atenção, intervir sem se distanciar do assunto tratado, formular perguntas e responder, explicar, ouvir explicações, argumentar, adequar as colocações às intervenções precedentes, propor temas. Manifestar experiências, sentimentos, idéias, opiniões de forma clara e ordenada. Narrar fatos considerando a temporalidade e a causalidade. Narrar histórias conhecidas aproximando-se das características discursivas do texto- fonte. Descrever personagens, cenários e objetos no contexto de uma narração ou de uma exposição. Expor oralmente, mantendo um ponto de vista ao longo da fala. Expor oralmente, fazendo uso do suporte escrito (cartaz, transparências, fichas didáticas, etc.), quando for o caso. Adequar o discurso às situações de comunicação, procurando apropriá-lo a níveis mais complexos de formalidade. Aprender a usar procedimentos de negociação de acordos. Aprender a usar recursos eletrônicos (gravador, vídeo e computador) para registrar situações de comunicação para documentar ou para analisar.
  • 6. Desenvolver o gosto pela leitura de textos de diferentes gêneros. Ler com autonomia textos de diversos gêneros, sabendo identificar aqueles que respondem às necessidades imediatas das situações reais de comunicação nas diferentes esferas de atividade humana. Utilizar indicadores para operar antecipações e inferências em relação ao conteúdo (suporte, características gráficas, conhecimento do gênero e do estilo do autor) e à intencionalidade do texto. Identificar e comparar informações lidas em textos de diferentes gêneros para confirmar ou retificar suposições de sentido feitas anteriormente. Identificar e diferenciar textos de diferentes gêneros, observando a funcionalidade de cada um nas diferentes esferas de circulação. Compreender, a partir da leitura, elementos que estruturam textos de diferentes gêneros (função, seqüência, personagens, marcadores temporais, ponto deLEITURA vista do narrador, marcas lingüísticas e formais). Identificar e compreender diferenças de tratamento de uma informação em diferentes textos sobre um mesmo tema, reconhecendo a intencionalidade implícita e conteúdos discriminatórios ou persuasivos. Reconhecer, em situações de leitura, as convenções do sistema de representação escrita (segmentação de palavras, escrita correta de palavras, maiúsculas, pontuação e parágrafo) e os recursos lingüísticos expressivos empregados pelo autor. Aprender a atribuir sentidos, coordenando texto e contexto. Refletir sobre as interpretações possíveis de um mesmo texto. Usar recursos variados para resolver dúvidas na leitura (ler para buscar informação, deduzir do contexto, consultar dicionário, etc.). Utilizar diferentes modalidades de leitura adequadas a diferentes objetivos (ler para revisar, para obter informação, por lazer, etc.). Fazer uso de acervos e bibliotecas para ler, buscar informações e consultar diferentes fontes (livros, revistas, obras de referências, etc.).Formar critérios para selecionar leituras e desenvolver padrões de gosto pessoal. Analisar a qualidade da própria produção textual e da alheia, reconhecendo aANÁLISE E REFLEXÃO S OBRE A LÍNGUA relação entre as condições de produção e o texto produzido no que diz respeito à linguagem e à organização do conteúdo. Utilizar, na escrita, as convenções do sistema de representação lingüísticas que se fizerem necessárias para a compreensão e produção de textos de diferentes gêneros (letras maiúsculas, sinais de pontuação, segmentação das palavras nas frases e das frases no texto, parágrafo, ortografia). Comparar diferenças entre registros escritos em diferentes situações comunicativas. Reescrever e produzir, a partir de textos lidos, outros textos (orais ou escritos), mudando pontos de vista. Analisar e discutir os sentidos atribuídos a um texto nas diferentes leituras individuais, observando os elementos do texto que validam ou não as diferentes atribuições de sentido. Explorar e analisar as possibilidades e recursos da linguagem que se usam para escrever. Analisar os padrões morfossintáticos manifestados na escrita. Estabelecer as relações entre sons e letras empregadas na grafia. Reconstruir as regularidades da escrita (derivação de regras ortográficas, concordância nominal e verbal, relações entre acentuação e tonicidade e outros aspectos que se mostrarem necessários a partir das dificuldades dos alunos nas produções de texto) para apropriar-se de nomenclaturas e analisar os recursos da língua em diferentes situações de uso.
  • 7. QUADRO GERAL DE CONTEÚDOS DO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL LÍNGUA PORTUGUESAEXPECTATIVAS DE CONTEÚDOS CONDIÇÃO DIDÁTICAAPRENDIZAGEMCompreender o funcionamento O sistema de escrita Presença do alfabeto em letras bastãodo alfabeto alfabético: (sem enfeites e desenhos), lista de o Alfabeto como conjunto nomes etc. Para apoiar a pesquisa de símbolos gráfica da criança para escrever de convencionais da próprio punho. escrita. Apresentação do alfabeto completo o Ordem alfabética em desde o início do ano em atividades em situações concretas – que tenham que: recitar o nome de Ex.: ordem em uma todas as letras, apontando-as na agenda, lista etc; sequência do alfabeto e nomeá-las o Diferenciar letras de quando necessário em situações de outros sinais gráficos. uso. o Relação fonemas Promover situações nas quais as (sons) grafemas crianças sejam levadas a pensar sobre (letras); as especificidades do sistema da o Valor sonoro das partes escrita alfabética. iniciais e/ou finais. Associar as letras ao próprio nome e aos dos colegas.
  • 8. Compreender a função de Direção da escrita, Pensar, discutir e refletir sobre a escritasegmentação dos espaços em alinhamento da escrita e alfabética.branco. espaçamento entre as Conhecer sobre a natureza e o palavras. funcionamento do sistema de escrita. Atividades em que os alunos utilizem a ordem alfabética.Escrever alfabeticamente textos Escrita e leitura de listas, Criar oportunidades de escrita deque conhecem de memória (o texto parlendas, canções, poemas, textos de memória tornandofalado e não a sua forma escrita) trava-línguas e legendas; observáveis suas característicastais como: parlendas, adivinhas, gráficas, estruturais e função social.poemas, canções, trava-línguas,entre outros.Escrever o próprio nome completo Escrita do próprio nome Efetuar atividades que envolva ausando as convenções maiúsculas. identificação de nomes das crianças da sala, e diferentes listas usando práticas sociais, tais como: chamadas, elaboração de listas de materiais para festa e/ou compras de supermercados etc.Escrever textos preocupando-se Compreensão do ensino das Promover a discussão entre os alunosem organizar a escrita de acordo regularidades ortográficas sobre a forma de grafar determinadacom os aspectos notacionais. palavra, provocar dúvidas tendo em vista a descoberta do princípio gerativo, sistematizar e registrar as descobertas dos alunos em relação às regras e o
  • 9. uso do dicionário.Compreender a partir da Noções de pontuação Criar oportunidades com leiturasobservação e da escuta de boas coletivas onde possa fazerleituras, o emprego da pontuação intervenções sobre o uso estilístico quecomo recurso imprescindível à a pontuação traz ao texto.compreensão do texto. LEITURALer ainda que não Ler por prazer com diferentes Oferecer momentos de leitura e oconvencionalmente. propósitos. manuseio de livros.Apreciar e ler por prazer. Utilizar as estratégias de leitura, selecionando os textos de acordo com os propósitos de sua leitura, sabendo antecipar a natureza de seu conteúdo, desenvolvendo o comportamento leitor.Ler com ajuda do professor, Leitura compartilhada com o Atividades de leitura com diferentesdiferentes gêneros (textos professor de diferentes propósitos (para se divertir, se informarnarrativos literários, textos gêneros. sobre o assunto, localizar umainstrucionais, texto de divulgação informação específica para realizarcientífica e notícias), apoiando-se algo), propiciando que os alunosem conhecimentos sobre o tema do aprendam os procedimentos aostexto, as características do seu propósitos e aos gêneros.portador, do gênero e do sistema Leitura diária para os alunos de contos,de escrito. lendas, mito e livros de história em capítulos de forma a repertoriá-los ao
  • 10. mesmo tempo em que se familiarizam com a linguagem que se usa para escrever.Ler, por si mesmo, textos Leitura pelo aluno de Leitura pelos alunos do diferentesconhecidos, tais como: parlendas, parlendas, listas, cantigas e gêneros textuais para dotá-los de umadivinhas, poemas, canções, trava- etc. conhecimento procedimental sobre alínguas, além de placas de forma e o modo de funcionamento deidentificação, listas, manchete de parte da variedade de gêneros quejornal, legendas, quadrinhas e existe fora da escola.rótulos. Rodas de leitura em que os alunos possam compartilhar opiniões sobre os livros e textos lidos.Desenvolver a compreensão a Leitura e interpretação. Promover práticas discursivas empartir da leitura de textos. relação às temáticas propostas nosLer e interpretar a partir das textos.informações implícitas e explícitasReconhecer palavras a partir de Leitura de textos de memória Atividades de leitura para os alunossituações em que possa ajustar o que não sabe ler convencionalmentefalado ao escrito. oferendo textos de memória, em que aLocalizar um nome específico tarefa é descobrir o que está escrito emnuma lista de palavras do mesmo cada parte.campo semântico (nomes,ingredientes de uma receita e
  • 11. peças de um jogo etc.);Ler legendas ou parte delas a partirdas imagens e de outros índicesgráficos.Ampliar o vocabulário a partir de Leitura de textos como fonte Ler textos diferentes gêneros.leituras realizadas pelo professor e de conhecimento e ampliaçãopelo aluno do vocabulário COMUNICAÇÃO ORALParticipar de diferentes situações Emprego de variedades da Utilizar a linguagem oral sabendocomunicativas, considerando e língua. adequá-la às situações em querespeitando as opiniões alheias e expressem sentimento, opiniões,as diferentes formas de expressão. pontos de vista, relatar acontecimentos, expor sobre temas etc.Desenvolver atitudes de escuta e Interação verbal (regras de Rodas de conversa em que os alunosplanejamento das falas convivências) possam escutar e narrar fatos conhecidos ou relatar experiências e acontecimentos do cotidiano.Recontar histórias conhecidas Reconto de textos literários Garantir no planejamento situaçõesrecuperando algumas onde os alunos possam recontarcaracterísticas da linguagem do narrativas literárias (contos, fábulas,texto lido pelo professor; histórias infantis). Ler narrativas e contos para as crianças tornando observáveis as linguagens próprias a este tipo de texto explicitando o comportamento leitor.
  • 12. Apropriar-se gradativamente dos Rodas de leitura Conversas em torno de textos queusos e convenções dos sistemas ajudem os alunos a compreender enotacionais e discursivos que distinguir características da linguagemincluem a linguagem escrita com oral e escrita;seus diversos gêneros e tipos detextosApropriar-se da linguagem própria Leitura de textos literários Saraus literários para que os alunosdos diferentes gêneros textuais possam narrar ou recontar histórias, declamar poesias, parlendas, trava- línguas,Participar de situações de Leitura e comunicação oral Rodas de curiosidade, rodas deintercâmbio oral, ouvindo com biblioteca, conversas realizadas a partiratenção, formular e responder de leituras compartilhadas coletivas ouperguntas, explicar e compreender em duplas.explicações, manifestar opiniões Discussão relacionadas aos projetossobre o assunto tratado. didáticos.Planejar a fala adequando-a a Situações do uso da fala no Criar situações no cotidiano escolar, àsdiferentes interlocutores em cotidiano. quais as crianças possam dirigir-se asituações comunicativas do professora ou outras pessoas dacotidiano ( dar um recado, fazer escola com finalidade comunicativa.solicitações etc) Prática de produção de textosProduzir textos escritos ainda que Produção oral com destino Atividades em que os diferentesnão saiba escrever escrito gêneros sejam apresentados aosconvencionalmente, com ou sem a alunos através da leitura pelo
  • 13. ajuda do professor. professor, de modo a reconhecer suas diferentes funções e organizações discursivas. Atividades em que o professor assuma a condição de escriba para que os alunos produzam um texto oralmente com destino escrito.Revisar textos escritos Revisão coletiva de textos Situações onde as crianças possamcoletivamente com o apoio do revisar os textos produzidosprofessor, atentando para os coletivamente tornando observáveisaspectos notacionais e discursivos recursos de compreensão, expressões de linguagem escritas formas de evitar e repetições desnecessárias, ambiguidades, articular partes do texto, garantir concordância verbal e nominal.Usar conhecimento sobre as Reescrita de textos de Criar oportunidades de situações decaracterísticas estruturais dos memória escrita individuais e/ou coletivas,bilhetes, poemas, parlendas etc. tornando observáveis suas características gráficas estruturais e função social.Produzir listas em contextos Produção de listas Criar oportunidades para que asnecessários a uma comunicação crianças escrevam listas com funçãosocial - lista de ingredientes par social real socialuma receita, títulos de históriaslidas, brincadeiras preferidas etc.
  • 14. Arriscar-se a escrever segundo as Produção de texto pelo aluno Promover situações nas quais assuas hipóteses crianças sejam levadas a pensar sobreRefletir em duplas sobre seus as especificidades do sistema e daescritos demonstrando a escrita alfabética.capacidade de rever a produçãoinicialRevisar textos próprios e de outros Prática de revisão de texto Observação de aspectos ortográficosdo ponto de vista ortográfico. trabalhados.
  • 15. QUADRO GERAL DE CONTEÚDOS DO 2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTALEXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM CONTEÚDOS CONDIÇÕES DIDÁTICAS APROPRIAÇÃO DO SISTEMA DE ESCRITA Compreender o funcionamento da Apropriação da base Presença do alfabeto em letras bastão escrita alfabética. alfabética na sala (sem enfeites e desenhos), lista o Alfabeto como conjunto de nomes, para apoiar a pesquisa gráfica de símbolos da criança, para escrever de próprio convencionais da punho. escrita Apresentação do alfabeto completo, o Ordem alfabética em desde o início do ano em atividades que situações concretas – tenham que: recitar o nome de todas as Ex.: ordem em uma letras apontando-as na sequência do agenda, lista etc; alfabeto e nomeá-las quando necessário o Diferenciar letras de em situações de uso. outros sinais gráficos Promover situações nas quais as o Relação fonemas crianças sejam levadas a pensar sobre (sons) grafemas as especificidades do sistema da escrita (letras); alfabética. o Valor sonoro das Associar as letras ao próprio nome e aos partes iniciais e/ou dos colegas. finais;
  • 16. Compreender a função de Direção da escrita, Pensar, discutir e refletir sobre a escritasegmentação dos espaços em alinhamento da escrita e alfabética.branco espaçamento entre as Conhecer sobre a natureza e o palavras; funcionamento do sistema de escrita. Atividades em que os alunos utilizem a ordem alfabéticaEscrever alfabeticamente textos Escrita e leitura de listas, Criar oportunidades de escrita de textosque conhecem de memória (o texto parlendas, canções, poemas, de memória tornando observáveis suasfalado e não a sua forma escrita) trava-línguas e legendas; características gráficas, estruturais etais como: parlendas, adivinhas, função social.poemas, canções, trava-línguas,entre outros.Escrever o próprio nome completo Escrita do próprio nome Efetuar atividades que envolva ausando as convenções maiúsculas. identificação de nomes das crianças da sala, e diferentes listas usando práticas sociais, tais como: chamadas, elaboração de listas de material para festa e/ou compras de supermercados etc.Escrever textos preocupando-se Compreensão do ensino das Promover a discussão entre alunosem organizar a escrita de acordo regularidades ortográficas sobre a forma de grafar determinadacom os aspectos notacionais. palavra, provocar dúvidas tendo em vista a descoberta do princípio gerativo, sistematizar e registrar as descobertas dos alunos e consultar o dicionário.
  • 17. Observar o uso da pontuação Noções de pontuação Solicitar que as crianças leiam em salacomo recurso de compreensão do de aula para observar o uso datexto. pontuação. Promover a leitura na sala de aula, fazendo menção ao uso da pontuação. LEITURALer ainda que não saiba ler Ler por prazer com diferentes Oferecer momentos de leitura econvencionalmente. propósitos. manuseio de livros de maneira livre.Apreciar e ler por prazer. Utilizar as estratégias de leitura, selecionando os textos de acordo com os propósitos de sua leitura, sabendo antecipar a natureza de seu conteúdo, desenvolvendo o comportamento leitor.Ler com ajuda do professor, Leitura compartilhada com o Atividades de leitura com diferentesdiferentes gêneros (textos professor de diferentes propósitos (para se divertir, se informarnarrativos literários, textos gêneros: humorísticos sobre o assunto, localizar umainstrucionais, texto de divulgação (história em quadrinho, piada), informação específica para realizar algo),científica e notícias), apoiando-se informativos (biografia, propiciando que os alunos aprendam osem conhecimentos sobre o tema notícia), literário (adivinhas, procedimentos aos propósitos e gêneros.do texto, as características do seu cantigas de roda, contos,portador, do gênero e do sistema fábulas, parlendas, poemas,de escrita. letras e músicas, quadrinhas e trava-língua), publicitários (anúncio, cartaz e folheto).Desenvolver a compreensão a Leitura e interpretação. Promover práticas discussivas em
  • 18. partir da leitura de textos. relação às temáticas propostas nosLer e interpretar a partir das textos.informações implícitas e explícitas.Reconhecer palavras a partir de Leitura de textos de memória. Atividades de leitura para os alunos quesituações em que o aluno possa não sabe ler convencionalmenteajustar o falado ao escrito. oferecendo textos de memória, em que aLocalizar um nome específico tarefa é descobrir o que está escrito emnuma lista de palavras do mesmo cada parte.campo semântico (nomes,ingredientes de uma receita epeças de um jogo etc.).Ler legendas ou parte delas a partirdas imagens e de outros índicesgráficos .Ampliar o vocabulário a partir de Leitura de textos como fonte Ler textos diferentes gêneros.leituras realizadas pelo professor e de conhecimento e ampliaçãopelo aluno. do vocabulário. COMUNICAÇÃO ORALParticipar de diferentes situações Emprego das variedades da Utilizar a linguagem oral sabendocomunicativas, considerando e língua. adequá-la às situações em querespeitando as opiniões alheias e expressem sentimento, opiniões, pontosas diferentes formas de expressão; de vista, relatar acontecimentos, expor sobre temas etc.Desenvolver atitudes de escuta e Interação verbal (regras de Rodas de conversa em que os alunosplanejamento das falas. convivências). possam escutar e narrar fatos
  • 19. conhecidos ou relatar experiências e acontecimentos do cotidiano.Recontar histórias conhecidas Reconto de textos literários Garantir no planejamento situaçõesrecuperando algumas onde os alunos possam recontarcaracterísticas da linguagem do narrativas literárias (contos, fábulas,texto lido pelo professor; histórias infantis). Ler narrativas e contos para as crianças tornando observáveis as linguagens próprias a este tipo de texto explicitando o comportamento leitor.Apropriar-se gradativamente dos Rodas de leitura. Conversas em torno de textos queusos e convenções dos sistemas ajudem os alunos a compreender enotacionais e discursivos que distinguir características da linguagemincluem a linguagem escrita com oral e escrita.seus diversos gêneros e tipos detextosApropriar-se da linguagem própria Leitura de textos literários Saraus literários para que os alunosdos diferentes gêneros textuais possam narrar ou recontar histórias, declamar poesias, parlendas, trava- línguas.Participar de situações de Leitura e comunicação oral. Roda de curiosidade, roda de biblioteca,intercâmbio oral, ouvindo com conversas realizadas a partir de leiturasatenção, formular e responder compartilhadas coletivas ou em duplas.perguntas, explicar e compreender Discussão relacionada aos projetosexplicações, manifestar opiniões didáticos.
  • 20. sobre o assunto tratado.Planejar a fala adequando-a a Situações do uso da fala no Situações do cotidiano escolar como aodiferentes interlocutores em cotidiano. dirigir-se a professora outras pessoas dasituações comunicativas do escola.cotidiano (dar um recado, fazersolicitações etc.) Prática de produção de textosProduzir textos escritos ainda que Produção oral com destino Atividades em que os diferentes gênerosnão saiba escrever escrito. sejam apresentados aos alunos atravésconvencionalmente. da leitura pelo professor, de modo a reconhecer suas diferentes funções e organizações discursivas. Atividades em que o professor assuma a condição de escriba para que os alunos produzam um texto oralmente com destino escrito.Revisar textos escritos Revisão coletiva de textos. Situações onde as crianças possamcoletivamente com o apoio do revisar os textos produzidosprofessor, atentando para os coletivamente tornando observáveisaspectos notacionais e discursivos. recursos de compreensão, expressões de linguagem escritas formas de evitar e repetições desnecessárias, ambiguidades, articular partes do texto, garantir concordância verbal e nominal.
  • 21. Escrever ainda que não escrevam Escrita de textos epistolares Propor a leitura e produção desseconvencionalmente texto de uso (bilhete, cartão, convite) gênero.social.Usar conhecimento sobre as Reescrita de textos de Criar oportunidades de situações decaracterísticas estruturais dos memória. escrita individuais e/ou coletivas,poemas, parlendas etc. tornando observáveis suas características gráficas estruturais e função social.Produzir listas em contextos Produção de listas. Criar oportunidades para que as criançasnecessários a uma comunicação escrevam listas com função social real.social - lista de ingredientes parauma receita, títulos de históriaslidas, brincadeiras preferidas etc.Arriscar-se a escrever segundo as Produção de texto pelo aluno. Promover situações nas quais assuas hipóteses. crianças sejam levadas a pensar sobreRefletir em duplas sobre seus as especificidades do sistema e daescritos demonstrando a escrita alfabética.capacidade de rever a produçãoinicial.
  • 22. QUADRO GERAL DOS CONTEÚDOS BÁSICOS DO 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL APROPRIAÇÃO DO SISTEMA DE ESCRITAEXPECTATIVAS DE CONTEÚDOS CONDIÇÃO DIDÁTICAAPRENDIZAGEMConhecer as representações das Sistema de escrita Propiciar condições de leitura queletras no alfabeto de imprensa possibilite o acesso do aluno àsmaiúscula (para ler e escrever), no de diferentes formas gráficas.imprensa minúscula (para ler) e nocursivo (para ler e escrever)Empregar letras maiúsculas em Emprego correto das letras Atividades de reflexão para os alunosnomes próprios. maiúsculas. refletir sobre o emprego correto das letras maiúsculas em nomes próprios.Identificar com o auxílio do professor Uso do dicionário Atividades em que os alunos tenhampossíveis elementos da organização necessidade de utilizar a ordeminterna do verbete: título, subtítulo e alfabética em algumas de suascorpo do texto. aplicações sociais, como no uso deReconhecer os organizadores do agendas telefônicas, dicionários,verbete: ordem alfabética, numérica enciclopédias, glossários, guias e naou temporal. organização da lista dos alunos daExaminar o uso de recursos gráficos sala.no verbete: negrito, itálico,marcadores e numeração.Analisar e refletir sobre as Casos de regularidades e Para as irregulares promover aregularidades e irregularidades da irregularidades contextuais. discussão entre os alunos sobre a
  • 23. língua forma correta de grafar tal palavra,Empregar corretamente palavras de tendo de justificar suas ideias. Emuso frequente em textos, histórias caso de impasse consultar oconhecidas, considerando as professor ou dicionário.regularidades e irregularidades Para as regulares promover aortográficas. discussão sobre a forma de grafarEscrever segundo os princípios determinada palavra, provocar dúvidaalfabéticos e as regras ortográficas. tendo em vista o principio gerativo;Representar as marcas de Sistematizar e registrar asnasalidade, reduzir os erros por descobertas dos alunos em relaçãointerferência da fala em final de às regras e usar os sinais.palavras. Atividades de reflexão ortográfica para os alunos que escrevem alfabeticamente. Eleger quais as correspondências regulares: (P,B,V,F) As irregulares: o R,RR, o BL, CL, FL, GL, PL, TL. o BR, CR, DR, FR, GR, PR, TR, VR. o LH, LI. o X e CH o G, GU o C,QU
  • 24. o J com A, O e U (jabuti, jogada, cajuína). o USO DO Z em palavras que começam com som de Z. o S, SS, C e Ç com som de S. o USO DO S no início de palavras com A,O, e U. o USO DO O ou U em palavras que terminem com som de U. o USO DO E ou I, no final de palavras que terminam com som de E OU I. o USO DO M, N ou TIL para grafar as formas nasalizadas. Ter essas regularidades e irregularidades como objeto de reflexão, utilizando-se de diferentes estratégias, tais como: ditado interativo, releitura com focalização, revisão (dupla, grupo ou coletivo) LEITURAApreciar textos literários Ler por prazer com diferentes propósitos; Oferecer momentos de leitura manuseio de livros de maneira livre. Utilizar as estratégias de leitura,
  • 25. selecionando os textos de acordo com os propósitos de sua leitura, sabendo antecipar a natureza de seu conteúdo, desenvolvendo o comportamento leitor. Montar um acervo de classe com livros de boa qualidade literária para uso dos alunos, tanto em sala como para empréstimos.Reconhecer as diferentes funções e Leitura compartilhada pelo Atividades de leitura com diferentesas organizações discursivas de cada professor de diferentes gêneros: propósitos (para se divertir, segênero, sua função e desenvolvam a humorísticos (história em quadrinho, informar sobre o assunto, localizarcompetência leitora. piada), informativos (biografia, uma informação específica para notícia), literário (adivinhas, cantigas realizar algo), propiciando que os de roda, contos, fábulas, parlendas, alunos aprendam os procedimentos poemas, letras de músicas, aos propósitos e gêneros e os quadrinhas e trava-língua), diferentes portadores textuais. publicitários (anúncio, cartaz e folheto).Ler, por si mesmo, textos conhecidos, Leitura pelo aluno de gêneros Leitura pelos alunos do diferentestais como: (textos informativos, diversos (textos informativos, gêneros textuais para dotá-los de uminstrucionais, literários etc.). instrucionais) (literários contos, conhecimento procedimental sobre aAjustar a modalidade de leitura ao fábulas, lendas, letras de música, forma e o modo de funcionamento depropósito e ao gênero. poema etc) parte da variedade de gêneros que existe fora da escola.
  • 26. Rodas de leitura em que os alunos possam compartilhar opiniões sobre os livros e textos lidos. Leitura diária para os alunos de contos, lendas, mito e livros de história em capítulos de forma a repertoriá-los ao mesmo tempo em que se familiarizam com a linguagem que se usa para escrever. (Ler livro ou gibis para se divertir; consultar enciclopédia e outros portadores de textos de divulgação científica, saber consultar guias, utilizar o jornal para informar-se etc.Localizar, em parceria informações Leitura pelo aluno – atividades Criar na sala de aula oportunidadesnos textos apoiando-se em títulos relacionadas ao desenvolvimento de as quais os alunos entrem em contatosubtítulos, imagens, negritos e projetos com gêneros diversos utilizemselecionar as que são relevantes, portadores adequados. Consultemutilizando procedimentos de estudos sumários, ou índices para descartarcomo: copiar informação que textos que não interessam aos seusinteressa grifar, fazer anotações (em propósitos, buscando apenasenciclopédias, informações informações relevantes, grifando osveiculadas pela internet e revistas) pontos principais, fazendo notas que indicam que compreende as ideias principais do texto/parágrafo
  • 27. Desenvolver a compreensão de Leitura e interpretação de textos. Promover práticas discursivas emtextos. relação às temáticas propostas nosLer e interpretar a partir das textosinformações implícitas e explícitasLer por si mesmos diferentes gêneros Leitura pelo aluno de textos de Promover a leitura de textos de(narrativos, literários, textos divulgação científica e textos literários divulgação científica e reapresentar oinstrucionais, textos de divulgação conteúdo utilizando suas palavras.científica e notícias) Localizar nos textos informações previamente solicitadas, grifar informações completas. Ler com ritmo e entonação divertindo- se ou se entretendo com a leitura.Reconhecer palavras a partir de Leitura de textos de memória Atividades de leitura para os alunossituações em que o aluno possa que não sabe ler convencionalmenteajustar o falado ao escrito; oferendo textos de memória, em queLocalizar um nome específico numa a tarefa é descobrir o que está escritolista de palavras do mesmo campo em cada parte.semântico (nomes, ingredientes deuma receita e peças de um jogo etc.);Ler legendas ou parte delas a partirdas imagens e de outros índicesgráficos . COMUNICAÇÃO ORALParticipar de diferentes situações Emprego de variedades da língua Utilizar a linguagem oral sabendo
  • 28. comunicativas, considerando e adequá-la às situações em querespeitando as opiniões alheias e as expressem sentimento, opiniões,diferentes formas de expressão; pontos de vista, relatar acontecimentos, expor sobre temas etc.Desenvolver atitudes de escuta e Interação verbal (regras de Rodas de conversa em que os alunosplanejamento das falas convivências) possam escutar e narrar fatos conhecidos ou relatar experiências e acontecimentos do cotidianoRecontar histórias conhecidas Reconto de textos literários Solicitar que as crianças recontemrecuperando algumas características após ouvir leituras de conto,da linguagem do texto lido pelo articulando às modalidadesprofessor; organizativas dos conteúdos. Ler narrativas e contos para as crianças tornando observáveis as linguagens próprias a este tipo de texto explicitando os comportamentos leitoresApropriar-se dos usos e convenções Rodas de leitura Conversas em torno de textos quedos sistemas notacionais e ajudem os alunos a compreender ediscursivos que incluem a linguagem distinguir características daescrita com seus diversos gêneros e linguagem oral e escrita.tipos de textosApropriar-se da linguagem própria Leitura de textos literários Saraus literários para que os alunosdos diferentes gêneros textuais possam narrar ou recontar histórias,
  • 29. declamar poesias, parlendas, trava- línguas.Planejar a fala adequando-a a Situações do uso da fala no cotidiano Situações do cotidiano escolar comodiferentes interlocutores em situações ao dirigir-se a professora ou outrascomunicativas do cotidiano (dar um pessoas da escola.recado, fazer solicitações etc.). PRÁTICA DE PRODUÇÃO DE TEXTOProduzir textos escritos ainda que Produção oral com destino escrito Atividades em que os diferentesnão saiba escrever alfabeticamente gêneros sejam apresentados aoscorreto. alunos através da leitura pelo professor, de modo a reconhecer suas diferentes funções e organizações discursivas. Atividades em que o professor assuma a condição de escriba para que os alunos produzam um texto oralmente com destino escrito.Reescrever de próprio punho Produção de textos pelo aluno Utilizar expressões ou palavrashistórias conhecidas, considerando diferentes das que usamas ideias principais do texto fonte e cotidianamente para compor o texto.algumas características da linguagem Utilizar trechos da história usandoescrita. expressões ou termos do texto escrito. Colocar os principais acontecimentos da narrativa na sequência original.
  • 30. Refletir e empregar os sinais de Uso da pontuação nas práticas de Situações diversas de leitura epontuação como organizadores leitura e nas produções textuais. escrita.textuais nas práticas de leitura e Propor a revisão coletiva ou emescrita. pequenos grupos buscando identificar problemas discursivos (pontuação). Revisão de texto coletivamente na lousa, propondo intervenções que possibilite à reflexão sobre o uso dos sinais de pontuação.Revisar textos escritos coletivamente Revisão coletiva de textos Situações onde as crianças possamcom o apoio do professor, atentando revisar os textos produzidospara os aspectos notacionais e coletivamente tornando observáveisdiscursivos. recursos de compreensão, expressões de linguagem escritas formas de evitar e repetições desnecessárias, ambiguidades, articular partes do texto, garantir concordância verbal e nominal.Usar conhecimento sobre as Escrita de textos (literários, sociais, Criar oportunidades de situações decaracterísticas estruturais poemas, instrucionais, informativos) escrita individuais e/ou coletivas,parlendas etc. tornando observáveis suas características gráficas estruturais e função social.Estabelecer relações lógico- Conhecimento linguístico – verbo Atividades de reflexão, solicitandodiscursivas marcadas por verbos. (uso dos tempos verbais) que os alunos compreendam
  • 31. Compreender a representação dos representação dos verbos sobre osverbos no texto verificando a ação em acontecimentos, observando quandorelação ao sujeito da oração. ocorreu o fato, quantas pessoas participaram desse fato, percebendo que os verbos concordam em número com os substantivos ou pronomes.Comparar os textos justificando o uso Uso da pontuação em diferentes Observação do uso da pontuação nosdo emprego de sinais de pontuação gêneros textuais. diferentes gêneros (comparar contos e reportagens, buscando identificar suas razões).Aplicar as categorias linguísticas na Aspectos gramaticais – reflexão Propor atividades em que osprodução e reprodução de textos sobre a língua diferentes conhecimentos linguísticosorais e escritos. o Substantivo – classificação possam ser aplicados por meio daRefletir sobre a própria linguagem em o Flexão: gênero (masculino e reescrita de textos, onde os alunosfunção de seu uso de acordo com feminino) número e grau coloquem em prática seussuas necessidades, preocupando-se (aumentativo e diminutivo) conhecimentos gramaticaiscom a concordância entre as o Artigo. enriquecendo suas escritas epalavras. o Adjetivo. atribuindo uma função social para os conceitos estudados. Propor situações nas quais os alunos possam inferir sobre a função gramatical das palavras no texto.Produzir listas em contextos Produção de listas Criar oportunidades para que asnecessários a uma comunicação crianças produzam listas emsocial - lista de ingredientes par uma contextos necessários a uma
  • 32. receita, títulos de histórias lidas, comunicação social. brincadeiras preferidas etc. QUADRO GERAL DOS CONTEÚDOS BÁSICOS DO 4º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL APROPRIAÇÃO DO SISTEMA DE ESCRITAEXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM CONTEÚDOS CONDIÇÃO DIDÁTICA Refletir sobre o sistema de escrita. Sinais de acentuação - circunflexo, Oferecer atividades, às quais os Representar o alfabeto por meio de agudo e sinais gráficos (til, hífen, alunos pensem sobre condições que palavras ou ideias usando a escrita. apóstrofo e cedilha) garantam a reflexão da sonorização da palavra, considerando as partes átonas tônicas e subtônicas. Fazer uso do Novo Acordo ortográfico. Analisar e refletir sobre as Casos de regularidades e Eleger quais as correspondências regularidades e irregularidades da irregularidades contextuais irregulares e as regulares, que serão língua objetos de reflexão, utilizando Empregar corretamente palavras de diferentes estratégias tais como: uso frequente em textos, histórias ditado interativo, releitura com
  • 33. conhecidas, considerando as focalização e revisão individual e emregularidades e irregularidades grupo.ortográficas. Para as irregulares promover aEscrever segundo os princípios discussão entre os alunos sobre aalfabéticos e as regras ortográficas, forma correta de grafar tal palavra,fazendo uso do novo acordo tendo de justificar suas ideias. Emortográfico. caso de impasse consultar oRepresentar as marcas de professor ou dicionário.nasalidade, reduzir os erros por Para as regulares promover ainterferência da fala em final de discussão sobre a forma de grafarpalavras. determinada palavra, provocar dúvidaEscrever textos preocupando-se com tendo em vista o principio gerativo;o destinatário final. Sistematizar e registrar as descobertas dos alunos em relação às regras e usar os sinais. Atividades de reflexão ortográfica, para que os alunos escrevem alfabeticamente correto. Eleger quais as correspondências regulares: (P,B,V,F) As irregulares: o CeS o TERMINAÇÕES: OSO E OSA o CeÇ o SC, SÇ e XC
  • 34. o TERMINAÇÕES: AM E ÃO o TERMINAÇÕES: EZ e EZA o S, Z e X com som de Z.Empregar letras maiúsculas em Emprego correto das letras Atividades de reflexão para os alunosnomes próprios. maiúsculas. refletirem sobre o emprego corretoGrafar corretamente o próprio nome das letras maiúsculas em nomesempregando as letras maiúsculas no próprios.nome e sobrenome.Identificar com o auxílio do professor Uso do dicionário Atividades em que os alunos tenhampossíveis elementos da organização necessidade de utilizar a ordeminterna do verbete: título, subtítulo e alfabética em alguns de suascorpo do texto. aplicações sociais, como no uso deReconhecer os organizadores do agendas telefônicas, dicionários,verbete: ordem alfabética, numérica enciclopédias, glossários, guias e naou temporal. organização da lista dos alunos daExaminar o uso de recursos gráficos sala.no verbete: negrito, itálico,marcadores e numeração.Segmentar o texto em parágrafos, em Uso do parágrafo na produção textual Oferecer situações aos alunos, paradecorrência das restrições impostas que reconheçam as diferentespelo gênero. estruturas de um gênero. LEITURAApreciar textos literários Ler por prazer com diferentes Oferecer momentos de leitura, propósitos; manuseio de livros de maneira livre.
  • 35. Utilizar as estratégias de leitura, selecionando os textos de acordo com os propósitos de sua leitura, sabendo antecipar a natureza de seu conteúdo, desenvolvendo o comportamento leitor. Montar um acervo de classe com livros de boa qualidade literária para uso dos alunos, tanto em sala como para empréstimos.Reconhecer as diferentes funções e Leitura pelo professor de gêneros Exploração dos recursos gráficosas organizações discursivas de cada diversificados referentes aos livros que serão lidosgênero, sua função para desenvolver o (Epistolares: bilhetes, cartas, (imagem, projeto gráfico do livro,a competência leitora. cartão, convite. contracapa, título, subtítulo e índice)Ampliar o vocabulário a partir de o Humorísticos: histórias em Atividades em que os diferentesleituras realizadas pelo professor. quadrinho e piadas. gêneros sejam apresentados aos o Literários: crônicas, alunos através da leitura pelo adivinhas, contos, fábulas, professor, tornando-os familiares à poemas, letras de música. diversidade dos gêneros existentes, o Informativo: biografias, de modo a reconhecer as suas entrevista, gráfico e tabela, diferentes e organizações notícias e resenhas. discursivas. Publicitários: anúncios, cartaz, classificados, folheto etc.)
  • 36. o CientíficosAjustar a modalidade de leitura ao Leitura pelo aluno de gêneros Atividade de leitura com diferentespropósito e ao gênero. diversificados propósitos, para se divertir, seLer com autonomia o (Epistolares: bilhete, carta, informar sobre um assunto, localizarBuscar pistas no texto para verificar cartão, convite. uma informação específica paraantecipações. o Humorísticos: história em realizar algo, propiciando que osEstabelecer relações entre diversos quadrinho e piadas. alunos aprendam os procedimentostextos acerca de um mesmo tema. o Literários: crônica,adivinhas, adequados aos propósitos e gêneros.Distinguir o que se entende e o que contos, fábulas, poemas, letras Atividade em que os alunos após anão se entende num texto que está de música. leitura de um texto comunique aossendo lido. o Informativo: biografia, colegas o que compreenderam,Utilizar recursos para compreender entrevista, gráfico e tabela, compartilhem pontos de vista sobre oou superar dificuldades de notícia e resenha. texto que leram, sobre o assunto ecompreensão durante a leitura (pedir Publicitários: anúncio, cartaz, façam relação com outros textosajuda aos colegas e a professora, classificados, folheto etc.) lidos.reler o trecho que provoca o Científicos Leitura de textos com o propósito dedificuldades, continuar a leitura com ler para estudar em que os alunosintenção de que o próprio texto usem procedimentos como reler parapermita sanar as duvidas ou consultar estabelecer relações entre o que estáoutras fontes lendo e o que já foi lido, para resolver uma suposta contradição ou mesmo para estabelecer a relação entre diferentes informações veiculadas pelo texto, utilizando para isto: anotações, grifos, pequenos resumos
  • 37. etc.Buscar pistas textuais, intertextuais Leitura e Interpretação Propor atividades de leituras(relação entre textos) e contextuais expressivas de textos, dirigindo opara ler nas entrelinhas (fazer foco para elementos- chave queinferências), ampliando a favoreçam a compreensão.compreensão. Instigar os alunos a prestaremReconhecer diferentes formas de atenção e explicarem o que está nastratar a informação na comparação entrelinhas, a descobrirem ede textos que tratam do mesmo tema, explicarem os porquês, a explicitaremem função das condições em que ele as relações entre o texto e o título.foi produzido e daquelas em que serárecebido.Construir compreensão global dotexto lido, unificando e inter-relacionando informações implícitas eexplicitas. COMUNICAÇÃO ORALEstabelecer conexões com os Rodas de conversa Garantir que os alunos possam narrarconhecimentos prévios, vivências, fatos conhecidos, relatar experiênciascrenças e valores. e acontecimentos do cotidiano, expressar sensações, sentimentos e necessidades.Expor o assunto pesquisado, Atividades expositivas Apresentações em que os alunosapoiando-se em ilustrações ou possam expor oralmente um tema,pequenos esquemas. usando suporte escrito, tais como:
  • 38. roteiros para apoiar sua fala, cartazes, transparências e/ou slides. Participar de situações de Roda de curiosidades e rodas de Criar situações nas quais as crianças intercâmbio oral que requeiram: ouvir biblioteca exponham suas opiniões sobre o que com atenção, intervir sem sair do foi lido complementem informações assunto tratado, formular e responder com conhecimentos que já possuem perguntas justificando suas e ouçam os colegas com atenção, respostas, explicar e compreender tanto nas situações coletivas como explicações, manifestar e acolher nos momentos de trabalho em dupla. opiniões, argumentar e contra- Situações nas quais exponham argumentar. oralmente conteúdos aprendidos durante os projetos utilizando uma linguagem mais formal. Pedir que fundamentem suas ideias, não apenas em opiniões pessoais mas também em informações aprendidas. Referir-se às falas dos colegas ou da professora para associar às suas próprias ideias. Saber contrapor suas ideias às de outros retomando os argumentos utilizados e rebatendo-os com os seus próprios.Participar de situações de intercâmbio oral Conversas realizadas a partir de Criar situações nas quais as crianças
  • 39. que requeiram: ouvir com atenção, intervir leituras compartilhadas – coletivas ou exponham suas opiniões sobre o quesem sair do assunto tratado, formular e em duplas. foi lido, complementem informaçõesresponder perguntas justificando suas Discussões relacionadas aos projetos com conhecimentos que já possuemrespostas, explicar e compreender e ouçam os colegas com atenção,explicações, manifestar e acolher opiniões, tanto nas situações coletivas comoargumentar e contra argumentar. nos momentos de trabalho em dupla. Situações nas quais os alunos possam expor oralmente conteúdos aprendidos durante os projetos utilizando uma linguagem mais formal. Pedir que fundamentem suas ideias não apenas em opiniões pessoais mas também em informações aprendidas. Referir-se ás falas dos colegas ou da professora para associar ás suas próprias ideias. Saber contrapor suas ideias às de outros retomando os argumentos utilizados e rebatendo-os com os seus próprios. Planejar e participar de situações de Atividades de comunicação oral Usar situações de comunicação com uso da linguagem oral sabendo linguagem formal sem ter de, utilizar alguns procedimentos de necessariamente ler.
  • 40. escrita para organizar sua exposição Organizar slides ou cartazes relacionados à sua fala – sem ser uma repetição dele mas um complemento. PRÁTICA DE PRODUÇÃO TEXTUALIdentificar o efeito de sentido Uso dos sinais de pontuação Oferecer atividades em que os alunosdecorrente do uso da pontuação de são convidados a analisar textos bemoutras notações, refletindo sobre os escritos destacando aspectosefeitos que os sinais de pontuação interessantes no que se refere àprovocam no texto, compreendendo escolha de palavras, recursos deque esse recurso é indispensável substituição, de concordância epara entender a intenção pontuação, reconhecendo ascomunicativa do texto. qualidades estéticas do texto.Aprender a pontuar é aprender a Atividades de reflexão sobre comoreagrupar o fluxo do texto de forma a utilizar os procedimentos deindicar ao leitor os sentidos propostos pontuação adequados, comopelo autor, obtendo assim, efeitos indispensáveis na coesão do texto.estilísticos. Atividades de reflexão sobre o sistema de pontuação a partir das atividades de leitura e análise sobre como os bons autores utilizam a pontuação para organizar seus textos. Reescrita coletiva individual ou em
  • 41. dupla, com foco na pontuação (discutir as diferentes possibilidades) Revisão de texto coletivo ou em dupla com o foco na pontuação (discutir as decisões que cada um tomou ao pontuar e por que) Observação do uso da pontuação nos diferentes gêneros (ex. comparar contos e reportagens), buscando identificar suas razões); Pontuação de textos: Oferecer texto escrito todo em letra de imprensa minúscula, sem os brancos que indicam paragrafo ou travessão, apenas os espaços em branco entre palavras, para discutirem e decidirem a pontuação.Entender como o advérbio, a Relação lógico-discursivas presentes Durante as produções textuais,preposição e a conjunção unem os no texto, marcadas por conjunções, estabelecer relações entre partes deparágrafos e as relações que se preposições e advérbios. um texto identificando substituições eestabelecem de sentido entre uma compreendendo que as conjunçõesideia e outra. cumprem papel decisivo naCompreender a relação de coesão, construção da textualidade. Sãoou seja, de ligação dessas palavras, elementos articuladores de palavras eentre as partes do texto. ideias, que explicitam relações de
  • 42. Estabelecer relações entre partes de oposições, adição, causa,um texto, identificando repetições ou conclusão..., tornando o texto claro,substituições que contribuem para a articulado e coerente.continuidade de um texto.Estabelecer relações lógico- Conhecimento linguístico – verbo Atividades de reflexão, solicitandodiscursivas marcadas por verbos. (uso dos tempos verbais) que os alunos compreendam aCompreender a representação dos representação dos verbos sobre osverbos como fator importante para acontecimentos, observando quandointerpretar um texto, compreendendo ocorreu o fato, quantas pessoasa concordância entre os termos da participaram desse fato, percebendooração (sujeito e predicado) que os verbos concordam em númeroAnalisar a função dos tempos verbais com os substantivos ou pronomes.no discurso, os tempos verbais,juntamente com os advérbiostemporais e locativos, funcionamcomo modalizadores do discurso..Reescrever e/ou produzir textos de Produção de texto pelo aluno Atividades em que os alunos tenhamautoria utilizando procedimentos de a oportunidade de perguntar aoescritor: planejar o que vai escrever professor, discutir em dupla, fazerconsiderando a intencionalidade, o rascunhos, reler o que escreve einterlocutor, o portador e as alterar quando não se der porcaracterísticas do gênero; fazer satisfeito.rascunhos; reler o esta escrevendo,tanto para controlar a progressão
  • 43. temática quanto para melhorar outrosaspectos – discursivos ou notacionaisdo texto.Revisar textos (próprios e de outros), Revisão de texto Promover discussões em torno dassozinhos ou em parceria com os produções dos textos, propondocolegas, assumindo o ponto de vista mudanças e solicitando aos alunosdo leitor, com intenção de evitar que justifiquem suas propostas,repetições desnecessárias por meio colocando-se no papel de leitor.de substituição ou uso de recursos da Propor substituição de palavraspontuação. repetidas.Evitar ambiguidades, articular partes Solicitar que identifiquem problemasdo texto, garantir concordância verbal de concordância e procureme nominal. solucioná-los.Aplicar as categorias linguísticas na Aspectos gramaticais – reflexão Propor atividades em que osprodução e reprodução de textos sobre a língua (substantivos, artigo, diferentes conhecimentos linguísticosorais e escritos. adjetivos e locução adjetiva, numeral possam ser aplicados por meio daRefletir sobre a própria linguagem em e pronomes). reescrita de textos, onde os alunosfunção de seu uso de acordo com coloquem em prática seussuas necessidades, preocupando-se conhecimentos gramaticaiscom a concordância entre as enriquecendo suas escritas epalavras. atribuindo uma função social para os conceitos estudados. Propor situações nas quais os alunos possam inferir sobre a função gramatical das palavras no texto.
  • 44. QUADRO GERAL DOS CONTEÚDOS BÁSICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA DO 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL APROPRIAÇÃO DO SISTEMA DE ESCRITAEXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM CONTEÚDOS CONDIÇÃO DIDÁTICA Refletir sobre o sistema de escrita, Sinais de acentuação circunflexo, Oferecer atividades, às quais os como escrever, como acentuar, agudo e sinais gráficos (til, hífen, alunos pensem sobre condições que apóstrofo e cedilha). garantam a reflexão da sonorização da palavra, considerando as partes átonas, tônicas e subtônicas. Fazer uso do novo acordo ortográfico. Compreender a estrutura das Sinais de acentuação circunflexo, Atividades de reflexão ortográfica. palavras compostas, as classes que agudo e sinais gráficos (til, hífen, Discussão acerca do novo acordo as compõem na formação de novas apóstrofo e cedilha). ortográfico, o que muda no jeito novo palavras. Emprego do hífen (novo acordo de escrever, observar as situações ortográfico) às quais o hífen deixa de ser empregado e quais permanece. Analisar e refletir sobre as Casos de regularidades e Eleger quais as correspondências regularidades e irregularidades da irregularidades contextuais irregulares e as regulares, que serão língua objetos de reflexão, utilizando Empregar corretamente palavras de diferentes estratégias tais como: uso frequente em textos, histórias ditado interativo, releitura com conhecidas, considerando as focalização e revisão individual e em regularidades e irregularidades grupo. ortográficas. Para as irregulares promover a Escrever segundo os princípios discussão entre os alunos sobre a
  • 45. alfabéticos e as regras ortográficas forma correta de grafar tal palavra,(NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO) tendo de justificar suas ideias. EmRepresentar as marcas de caso de impasse consultar onasalidade, reduzir os erros por professor ou dicionário.interferência da fala em final de Para as regulares promover apalavras. discussão sobre a forma de grafar determinada palavra, provocar dúvida tendo em vista o principio gerativo; Sistematizar e registrar as descobertas dos alunos em relação às regras e usar os sinais. Atividades de reflexão ortográfica, para que os alunos escrevem alfabeticamente correto. Eleger quais as correspondências regulares: (P,B,V,F) As irregulares: o C,Ç,S, SS, SC, SÇ e XC o TERMINAÇÕES: ICE e ISSE o ESA e EZA o LH e LI o SONS DA LETRA X o USO DOS PORQUES o TEM, TÊM, VEM, VÊM o TRAZ, TRÁS
  • 46. o MAL, MAU o CESTA e SEXTA o União da preposição A com os artigos A e AS o TERMINAÇÕES ISAR e IZAREmpregar letras maiúsculas em Emprego correto das letras Atividades de reflexão para os alunosnomes próprios. maiúsculas. refletir sobre o emprego correto dasEscrever corretamente o nome letras maiúsculas em nomes próprios.próprio empregando letra maiúsculainicial.Identificar com o auxílio do professor Uso do dicionário Atividades em que os alunos tenhampossíveis elementos da organização necessidade de utilizar a ordeminterna do verbete: título, subtítulo e alfabética em alguns de suascorpo do texto. aplicações sociais, como no uso deReconhecer os organizadores do agendas telefônicas, dicionários,verbete: ordem alfabética, numérica enciclopédias, glossários, guias e naou temporal. organização da lista dos alunos daExaminar o uso de recursos gráficos sala.no verbete: negrito, itálico,marcadores e numeração.Segmentar o texto em parágrafos, em Uso do parágrafo na produção textual Oferecer situações aos alunos, paradecorrência das restrições impostas que reconheçam as diferentespelo gênero. estruturas de um gênero. LEITURAApreciar textos literários Ler por prazer com diferentes Oferecer momentos de leitura
  • 47. propósitos; manuseio de livros de maneira livre. Utilizar as estratégias de leitura, selecionando os textos de acordo com os propósitos de sua leitura, sabendo antecipar a natureza de seu conteúdo, desenvolvendo o comportamento leitor. Montar um acervo de classe com livros de boa qualidade literária para uso dos alunos, tanto em sala como para empréstimos.Reconhecer as diferentes funções e Leitura pelo professor de gêneros Exploração dos recursos gráficosas organizações discursivas de cada diversificados (humorísticos literários, referentes aos livros que serão lidosgênero, sua função para desenvolver científicos, informativos, jornalísticos (imagem, projeto gráfico do livro,a competência leitora. etc.) contracapa, título, subtítulo e índice)Ampliar o vocabulário a partir de Atividades em que os diferentesleituras realizadas pelo professor. gêneros sejam apresentados aos alunos através da leitura pelo professor, tornando-os familiares de modo a reconhecer as suas diferentes e organizações discursivas.Ajustar a modalidade de leitura ao Leitura pelo aluno de gêneros Atividade de leitura com diferentespropósito e ao gênero. diversificados propósitos para se divertir, seLer com autonomia o (Epistolares: bilhete, carta, informar sobre um assunto, localizar
  • 48. Buscar pistas no texto para verificar cartão, convite. uma informação específica paraantecipações. o Humorísticos: história em realizar algo, propiciando que osEstabelecer relações entre diversos quadrinho e piadas. alunos aprendam os procedimentostextos acerca de um mesmo tema. o Literários: crônica, adivinhas, adequados aos propósitos e gêneros.Distinguir o que se entende e o que contos, fábulas, poemas, letras Atividade em que os alunos após anão se entende num texto que está de música. leitura de um texto comunique aossendo lido. o Informativo: biografia, colegas o que compreenderam,Utilizar recursos para compreender entrevista, gráfico e tabela, compartilhe pontos de vista sobre oou superar dificuldades de notícia e resenha. texto que leram, sobre o assunto ecompreensão durante a leitura (pedir Publicitários: anúncio, cartaz, façam relação com outros textosajuda aos colegas e a professora, classificados, folheto etc.) lidos.reler o trecho que provoca Científicos Leitura de textos com o propósito dedificuldades, continuar a leitura com ler para estudar em que os alunosintenção de que o próprio texto procedimentos como reler parapermita as duvidas ou consultar estabelecer relações entre o que estáoutras fontes lendo e o que já foi lido, para resolver uma suposta contradição ou mesmo para estabelecer a relação entre diferentes informações veiculadas pelo texto, utilizando para isto: anotações, grifos, pequenos resumos etc.Buscar pistas textuais, intertextuais Leitura e Interpretação de textos: Propor atividades de leituras(relação entre textos) e contextuais informativos (biografias, entrevistas, expressivas de textos dirigindo o focopara ler nas entrelinhas (fazer gráfico e tabela, notícias, resenha), para elementos - chave que
  • 49. inferências), ampliando a literários (conto, crônica, fábulas, favoreçam a compreensão.compreensão. poemas), publicitários: (anúncios, Instigar os alunos a prestaremReconhecer diferentes formas de cartaz, classificados e folhetos), atenção e explicarem o que está nastratar uma informação na humorísticos: (histórias em entrelinhas, a descobrirem ecomparação de textos que tratam do quadrinho e piada) explicarem os porquês, a explicitaremmesmo tema em função das as relações entre o texto e o título.condições em que ele foi produzido edaquelas em que será recebido.Reconhecer diferentes formas detratar a informação na comparaçãode textos que tratam do mesmo tema,em função das condições em que elefoi produzido e daqueles em que serárecebido.Construir compreensão global dotexto lido, unificando e inter-relacionando informações implícitas eexplicitas COMINICAÇÃO ORALEstabelecer conexões com os Rodas de conversa Garantir que os alunos possam narrarconhecimentos prévios, vivências, fatos conhecidos, relatar experiênciascrenças e valores. e acontecimentos do cotidiano, expressar sensações, sentimentos e necessidades.Expor o assunto pesquisado, Atividades expositivas Apresentações em que os alunos
  • 50. apoiando-se em ilustrações ou possam expor oralmente um tema,pequenos esquemas. usando suporte escrito, tais como: roteiros para apoiar sua fala, cartazes, transparências e/ou slides.Participar de situações de Roda de curiosidades e rodas de Criar situações nas quais os alunosintercâmbio oral que requeiram: ouvir biblioteca exponham suas opiniões sobre o quecom atenção, intervir sem sair do foi lido, complementem informaçõesassunto tratado, formular e responder com conhecimentos que já possuemperguntas justificando suas e ouçam os colegas com atenção,respostas, explicar e compreender tanto nas situações coletivas comoexplicações, manifestar e acolher nos momentos de trabalho em dupla.opiniões, argumentar e contra- Situações nas quais os alunosargumentar. tenham a oportunidade de se expor oralmente conteúdos aprendidos durante os projetos utilizando uma linguagem mais formal. Pedir que fundamentem suas ideias não apenas em opiniões pessoais mas também em informações aprendidas. Referir-se ás falas dos colegas ou da professora para associar às suas próprias ideias. Saber contrapor suas ideias às de outros retomando os argumentos
  • 51. utilizados e rebatendo-os com os seus próprios.Planejar e participar de situações de Atividades de comunicação oral Usar situações de comunicação comuso da linguagem oral sabendo linguagem formal onde os alunosutilizar alguns procedimentos de participem demonstrandoescrita para organizar sua exposição conhecimento sobre o assunto em pauta. Organizar slides ou cartazes relacionados à sua fala – sem ser uma repetição dele, mas um complemento. PRÁTICA DE PRODUÇÃO TEXTUALIdentificar o efeito de sentido Uso dos sinais de pontuação Oferecer atividades em que os alunosdecorrente do uso da pontuação de são convidados a analisar textos bemoutras notações, refletindo sobre os escritos destacando aspectosefeitos que os sinais de pontuação interessantes no que se refere àprovocam no texto, compreendendo escolha de palavras, recursos deque esse recurso é indispensável substituição, de concordância epara entender a intenção pontuação, reconhecendo ascomunicativa do texto. qualidades estéticas do texto.Aprender a pontuar é aprender a Atividades de reflexão sobre comopartir a reagrupar o fluxo do texto de utilizar os procedimentos deforma a indicar ao leitor os sentidos pontuação adequados, comopropostos pelo autor, obtendo assim, indispensáveis na coesão do texto.efeitos estilísticos. Atividades de reflexão sobre o
  • 52. sistema de pontuação a partir dasatividades de leitura e análise decomo os bons autores utilizam apontuação para organizar seustextos.Reescrita coletiva ou em dupla, comfoco na pontuação (discutir asdiferentes possibilidades)Revisão de texto coletivo ou em duplacom o foco na pontuação (discutir asdecisões que cada um tomou aopontuar e porquê)Observação do uso da pontuação nosdiferentes gêneros (ex. compararcontos e reportagens), buscandoidentificar suas razões);Pontuação de textos: Oferecer textoescrito todo em letra de imprensaminúscula, sem os brancos queindicam paragrafo ou travessão,apenas os espaços em branco entrepalavras, para discutirem e decidirema pontuação.
  • 53. Entender como o advérbio, a Relação lógico-discursivas presentes Durante as produções textuais,preposição e a conjunção unem as no texto, marcadas por conjunções, estabelecer relações entre partes deexpresões e as relações que se preposições e advérbios. um texto identificando substituições eestabelecem de sentido entre uma compreendendo que as conjunçõesideia e outra. cumprem papel decisivo naCompreender a relação de coesão, construção da textualidade. Sãoou seja, de ligação dessas palavras, elementos articuladores de palavras eentre as partes do texto. ideias, que explicitam relações deEstabelecer relações entre partes de oposições, adição, causa, conclusão,um texto, identificando repetições ou etc, tornando o texto claro, articuladosubstituições que contribuem para a e coerente.continuidade de um texto.Estabelecer relações lógico- Conhecimento linguístico – verbo Atividades de reflexão, solicitandodiscursivas marcadas por verbos. (uso dos tempos verbais) que os alunos compreendamCompreender a representação dos representação dos verbos sobre osverbos como fator importante para acontecimentos, observando quandointerpretar um texto, compreendendo ocorreu o fato, quantas pessoasa concordância entre os termos da participaram desse fato, percebendooração (sujeito e predicado) que os verbos concordam em númeroAnalisar a função dos tempos verbais com os substantivos ou pronomes.no discurso, os tempos verbais,juntamente com os advérbiostemporais e locativos, funcionamcomo modalizadores do discurso..
  • 54. Aplicar a regar geral de concordânciaverbal e nominalReescrever e/ou produzir textos de Produção de texto pelo aluno Atividade em que os alunos tenham aautoria utilizando procedimentos de oportunidade de perguntar aoescritor: planejar o que vai escrever professor, discutir em dupla, fazerconsiderando a intencionalidade, o rascunhos, reler o que escreve einterlocutor, o portador e as alterar quando não se der porcaracterísticas do gênero; fazer satisfeito.rascunhos; reler o que estáescrevendo, tanto para controlar aprogressão temática quanto paramelhorar outros aspectos –discursivos ou notacionais do texto.Revisar textos (próprios e de outros), Revisão de texto Promover discussões em torno dassozinho ou em parceria com os produções dos textos, propondocolegas, assumindo o ponto de vista mudanças e solicitando aos alunosdo leitor, com intenção de evitar que justifiquem suas propostas,repetições desnecessárias por meio colocando-se no papel de leitor.de substituição ou uso de recursos da Propor substituição de palavraspontuação. repetidas.Evitar ambiguidades, articular partes Solicitar que identifique problemas dedo texto, garantir concordância verbal concordância e procurem solucioná-e nominal. los.Aplicar as categorias linguísticas na Aspectos gramaticais – reflexão Propor atividades em que osprodução e reprodução de textos sobre a língua (substantivos – diferentes conhecimentos linguísticos
  • 55. orais e escritos. classificação e flexão, artigo, possam ser aplicados por meio daRefletir sobre a própria linguagem em adjetivos e locução adjetiva, numeral reescrita de textos, onde os alunosfunção de seu uso de acordo com e pronomes). coloquem em prática seussuas necessidades, preocupando-se conhecimentos gramaticaiscom a concordância entre as enriquecendo suas escritas epalavras. atribuindo uma função social para os conceitos estudados. Propor situações nas quais os alunos possam inferir sobre a função gramatical das palavras no texto.Desenvolver a capacidade de leitura Aspectos gramaticais – reflexão Leitura de textos com o propósito dealiada a um potencial de fluência sobre a língua: interjeições apresentar o uso das interjeiçõesdiscursiva e enunciativa tanto na como valor expressivo no texto,parte oral quanto na escrita. evidenciando as marcas linguísticasCorrelacionar o uso das interjeições dentro do discurso, portanto,à sua prática discursiva. contribuem com clareza e designa poder evocativo de força, de beleza e de relativa intensidade.Compreender a relação que se Aspectos gramaticais – reflexão Demonstrar através da leitura e dasestabelece entre os elementos sobre a língua: frase e oração / produções, os elementos quelinguísticos na construção do sujeito e predicado. constituem a organização interna dediscurso. um texto: o substantivo e o verbo e a concordância entre esses termos, o que faz com que o texto fique coerente.
  • 56. CIÊNCIAS QUADRO GERAL DE CONTEÚDOS DE CIÊNCIAS PARA O 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTALEXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM CONTEÚDOS CONDIÇÕES DIDÁTICAS SER HUMANO E SAÚDE Identificar as características dos Observar fotos de diferentes seres humanos para a bebês, diferentes adolescentes, compreensão do ciclo de vida na diferentes adultos e diferentes natureza. idosos; Corpo humano. Identificar o ciclo vital dos seres humanos: nascimento, crescimento, reprodução e Reproduzir em papel pardo o perfil
  • 57. morte. de um aluno e de uma aluna, Identificar diferenças externas do contornando-o sobre o papel, em corpo humano infantil e adulto, seguida, comparar olhos, mãos, feminino ou masculino, nos grupos pernas, rostos diferentes escolares e familiares. destacando que as diferenças não Observar as características do impedem a mesma funcionalidade. corpo humano e o Dividir a turma em dois grupos e comportamentos nas cada um terá que montar o corpo diferentes fases da vida, do menino da menina e do menino que foie da menina, aproximando-se à noção contornado, recortando osde ciclo vital do ser humano e respeitando membros superiores e montá-los.as diferenças individuais. Conhecer os hábitos de vida Hábitos saudáveis Organizar a rotina dos alunos em saudável e das relações relação aos hábitos de higiene na interpessoais para a melhoria da escola: escovar os dentes, lavar as qualidade de vida. Hábitos de higiene corporal e bem- mãos, pentear os cabelos. estar social. Compreender que a falta de higiene pessoal e de educação podem trazer prejuízo individual e Lavar as mãos antes das refeições coletivo ou após o uso do sanitário. Identificar hábitos específicos de saúde como recurso para a convivência social com bemestarcorporal. Reconhecer e valorizar hábitos saudáveis e uso adequado de materiais evitando desperdício, risco à saúde e ao ambiente Utilizar os órgãos dos sentidos Órgãos do sentido e Experiências realizadas em sala de como formas de perceber a si relação com o ambiente aula nas quais as crianças possam
  • 58. mesmo e o mundo que o rodeia (vida de relação). usar audição, o tato, o olfato e Interno/Externo paladar. Com luz / Sem luz Mais calor/Menos calor Coberto/Descoberto MEIO AMBIENTE Cuidar da preservação ambiental O ambiente Atividades que permitam a do Planeta. observação das crianças e olhar para o nosso planeta. Observar e identificar os ciclos Palestras educativas em parceria da natureza (dia/noite, fases da com entidades nãolua/marés, estações do ano,água...). governamentais, envolvendo a comunidade escolar. Passeata pelo bairro, praças locais, com cartazes e folders produzidos pelas crianças para conscientização de como cuidar melhor do meio ambiente. Estabelecer relações entre o Comparação das características e Trabalhar a relação entre os homem e os outros animais, comportamentos entre os seres animais e o ser humano reconhecendo suas semelhanças e humanos e os animais domésticos estabelecendo os procedimentos diferenças, desenvolvendo envolvendo: (a) condições do necessários de cuidado em relação procedimentos de preservação e ambiente; (b) formas de à higiene, espaço de convivência e conservação desses ambientes. alimentação; (c) sustentação e alimentação e afeto. Formar uma consciência para a locomoção; (d) reprodução (formas sustentabilidade por meio do de nascimento). conhecimento da relação entre os seres vivos Compreender o processo de transformação do ambiente ao longo do tempo.Observar, representar e comparar as Água como recurso natural Confeccione com os alunoscondições de higiene dos diferentes indispensável à vida. cartazes com dicas de comoespaços habitados identificando a economizar água e distribua pelapresença da água em todos eles. escola. Reconhecer diferentes
  • 59. necessidades humanas relacionadas ao uso da água esua preservação TECNOLOGIA E SOCIEDADE Desenvolver atitude investigativa Organização e relações entre Atividades de pesquisa, ao elaborar hipóteses, planejar seres objetos e fenômenos do experiência utilizando materiais pesquisas, observações e mundo natural e cultural. concretos experimentos. Registrar resultados e socializar oralmente no seu grupo experiências concretasNota: Observar a curiosidade das crianças em relação ao meio ambiente e trabalhar através pesquisa, a experimentos utilizando materiaisconcretos, propiciar às crianças a manipulação dos objetos, desenvolve nas crianças o gosto pelo estudar e a investigação.
  • 60. QUADRO GERAL DE CONTEÚDOS DE CIÊNCIAS PARA O 2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTALEXPECTATIVAS DE CONTEÚDOS CONDIÇÕES DIDÁTICASAPRENDIZAGEM SER HUMANO E SAÚDE Observar e identificar o Corpo humano Levantar questões relacionadas desenvolvimento do corpo Alimentação com o funcionamento geral do humano como parte de um Respiração; nosso corpo Para onde vai o ar processo, dando ênfase à Higiene E Saúde que inspiramos? Para onde vai o alimentação, à higiene pessoal e alimento que comemos? E a água à prática de exercícios físicos; que bebemos? Conscientizar os alunos da Comentar com os alunos que importância dos órgãos dos dormir é importante para que o sentidos em nossa vida e crescimento seja saudável; perceber a influencia que o meio Realize exercícios de Inspiração e ambiente exerce sobre eles; Expiração com os alunos; Ser capaz de utilizar-se das Realizar com os alunos algumas informações para compreender a atividades físicas no pátio da interação e a interdependência escola; dos fatores abióticos e bióticos de Solicitar aos alunos que tragam manutenção á vida, valorizando a para a escola escova. Mostrar os biodiversidade, reconhecendo as movimentos corretos de transformações provocadas pela escovação: primeiro, de cima para ação humana e as medidas de baixo; depois lateralmente, em proteção ao meio ambiente como todos os dentes . Não esqueça de recurso para garantir a mostrar que se deve escovar sustentabilidade do planeta. levemente a língua, pois também ficam restos de comidas; AMBIENTE
  • 61. Organizar situações de Os recursos naturais Construção de um terrário;aprendizagem que envolva • Característica do Planeta; Organize com os alunos umaobservação da existência dos • O ciclo da vida dos seres vivos – coleta dos vegetais que estãorecursos naturais e sua animais e plantas sendo estudados, reserve umimportância para os seres vivos; cantinho da sala para os vegetaisReconhecer a importância das e deixe os expostos por algunsdiferentes fontes de informação dias, para facilitar a coleta, listediferentes características de alguns dos vegetais que seja dolocomoção, reprodução e conhecimento da turma;alimentação, seus diferentes Organize com os alunos “Cantinho“habitat”, classificá-los de acordo da Semente” e faça etiquetas comcom o meio onde vivem; o nome do vegetal, o nome de·Compreender os vegetais como quem coletou e a data da coleta eseres vivos, seus diferentes tipos, em seguida organize um atlas quecaracterísticas e utilidades; retrate o vegetal e o fruto do qual·Conhecer os diferentes ciclos de a semente foi retirada;vida dos seres vivos, animais e Realize uma aula na sala deplantas; leitura da escola ou leve para a sala de aula. a vários livros que contenham imagens de animais, para que os alunos possam observar, perceber semelhanças e diferenças e compreender melhor os conhecimentos adquiridos; Realizar aulas-passeio, fotografando e/ou desenhando os diversos ambientes/ existentes (naturais e construídos) no entorno da escola. TERRA E UNIVERSO
  • 62.  Conhecer as diferentes O céu e a Terra • Peça aos alunos que composições dos objetos e os • Mudança de estado físico dos coletem informações em revistas e diferentes estados que esses materiais; jornais relacionados ao tema TERRA, materiais podem apresentar-se: • Característica do Planeta; as quais serão discutidas na sala; sólido, liquido e gasoso, verificando que estes estados Atividade de pesquisa: O tempo de podem variar de um para o outro decomposição de diferentes dependendo da condição; materiais (PAPEL E CASCA DE FRUTAS, PEDAÇOS DE PAPELÃO) RECURSO TECNOLÓGICO Compreender o processo Tecnologia dos materiais; tecnológico no processo de Meios de Transporte Peça aos alunos que escrevam transformação dos recursos sobre os aparelhos elétricos que naturais; ele têm em suas casas e para que Compreender a relação de servem; Tecnologia com as Ciências Solicite aos alunos que listem, Modernas e Contemporânea, sua registrando no caderno, o nome de influência na transformação de diferentes objetos que veem na materiais e o impacto sobre o sala de aula e no próprio material meio ambiente. escolar e em seguida, questione quais desses materiais são encontrados na natureza( origem animal ou vegetal); Providenciar diversos tipos de embalagens: garrafas plásticas de diferentes cores e tamanhos, caixa de papelão, copos descartáveis, etc. peça que os alunos os separem formando grupos de acordo com o material utilizado. Questione-os sobre como fizeram a divisão dos materiais em grupos; Questionar os alunos sobre a fonte de madeira para fabricar o papel. De onde deveria ser retirada essa madeira? alertar os alunos de que
  • 63. é preciso plantar árvores para substituir aquelas que foram derrubadas para extração da madeira; QUADRO GERAL DE CONTEÚDOS DE CIÊNCIAS PARA O 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTALEXPECTATIVAS DE CONTEÚDOS CONDIÇÕES DIDÁTICASAPRENDIZAGEM SER HUMANO E SAÚDE Saber relacionar textos Alimentação saudável; Sugerir a criação de um mural com observações, registros e • Ambiente e saúde. receitas. Discutir a origem dos experimentos afins de coletar, • O corpo humano ingredientes das receitas. É possível organizar, comunicar e discutir trabalhar de forma interdisciplinar sobre fatos e informações. com a área de português; ·Desenvolver a capacidade do Pedir aos alunos que falem sobre os trabalho em grupo, interagindo de seus hábitos alimentares. Perguntar forma crítica e cooperativa. o que mais gostam de comer. · Entender e compreender a saúde Incentivar a troca de ideias sobre o como bem individual e social. que pensam o que ouvem falar e
  • 64. Compreender a relação das sobre receitas. tecnologias com as Ciências Perguntar aos alunos que alimentos Modernas e Contemporâneas, sua eles acham que devem compor o influência na transformação de café da manhã e porquê. materiais e o impacto sobre o meio Conscientizá-los de que uma boa ambiente. refeição pela manhã é importante para manter as capacidades intelectuais e a atenção durante o dia; Promover um diálogo que permita avaliar o nível de conhecimentos que os alunos têm sobre os temas para, em seguida, aprofundá-los. Utilizar os órgãos dos sentidos como • Os sentidos. Experiências realizadas em sala de aula nas quais as crianças possam formas de perceber a si mesmo e o usar audição, o tato, o olfato e mundo que o rodeia. paladar. VIDA E AMBIENTE Compreender a natureza como um Animais; vertebrados e invertebrados Motivar os alunos para que todo dinâmico, sendo o ser humano  Plantas; produzam textos, poesias e rimas parte integrante e agente de  Elementos naturais. (solo, com os animais e seus hábitos transformações do mundo em que ar e água). alimentares e modo de vida. vive. Com os alunos sentados em Reconhecer relações entre círculos fazer uma brincadeira. conhecimento científico produção de Dizer o nome de um ser vivo: se for
  • 65. tecnologia e condições de vida e de um invertebrado, os alunos suas mudanças. ficam em pé e ser for vertebrado, Elaborar questões, diagnósticas e agacham-se. Quem errar é sugerir soluções para problemas eliminado, vence quem ficar por reais a partir de componentes das último no círculo; Ciências naturais. Pedir aos alunos que tragam fotos, Aplicar conceitos procedimentos e gravuras e reportagens sobre as atitudes das ciências naturais condições da água dos rios, relacionados à energia, matéria, córregos de sua cidade ou região; transformação, espaço, tempo, Incentivar os alunos para que sistema, equilíbrio e vida. façam cartazes com medidas que Saber relacionar textos, previnam a poluição do ar, solo e observações registros e água e promova um debate entre experimentos afins de coletar, os alunos para que discutam essas organizar, comunicar e discutir fatos medidas. e informações. Instigar os alunos para que Desenvolver a capacidade do percebam que além de elementos trabalho em grupo, interagindo de não-vivos, como o ar e a água, forma crítica e cooperativa. todos os seres vivos necessitam de Entender e compreender a saúde alimentos para viver. E as plantas? como bem individual e social. Elas não se locomovem, no entanto crescem, tornam –se vigorosas, podem se reproduzir, etc. Como será que elas conseguem energia para viver?
  • 66. Pedir aos alunos que tragam recortes de gravuras de vegetais e montem um mural, classificando- os. Se possível, planejar uma atividade de plantio de árvores em alguma praça ou rua do bairro. Pedir aos alunos que elaborem uma lista com exemplos de vegetais que utilizamos em nossa alimentação. TECNOLOGIA E SOCIEDADESaber utilizar a tecnologia de forma  Invenções e exploração do ambiente; Orientar os alunos para selecionarcorreta para o equilíbrio da natureza  Tecnologia e saúde embalagens de produtose do homem. descartáveis utilizados em casa.Ser capaz de adotar atitudes de Identificar nas embalagens a data depromoção e manutenção da saúde fabricação, o prazo de validade e opessoal, social e coletiva, utilizando- prazo de consumo. Comparar ese das informações sobre o questionar o porquê de algunsorganismo humano, para reconhecer produtos terem o prazo de validadeos fatores internos e externos do maior que outros;corpo que concorrem para a Solicitar aos alunos que tragam umamanutenção do equilíbrio, e para fruta fresca de casa e deixe emprevenção de doenças comuns em lugar arejado por alguns dias.
  • 67. sua comunidade. Incentivar os alunos a observar o processo de decomposição por meio da observação acompanhada de registro diário.
  • 68. ÁREA DE CONHECIMENTO - GEOGRAFIA1 - Introdução Em decorrência das constantes mudanças ocorridas no mundo desde oinício do século XXI, principalmente, em conseqüência das alterações climáticas,e preciso refletir sobre o ensino da Geografia nas series iniciais do EnsinoFundamental, não só em relação aos métodos de abordagens utilizados, comotambém acerca da relevância educativa dos conteúdos e temas a seremtrabalhados, pois, é preciso dar condições aos alunos de pensar e agir, buscandoelementos que permitam compreender e explicar o mundo em permanentereinvenção. (CALLAI, 2001). A Geografia sempre esteve presente como prática cotidiana da vidados homens. Viver significa conhecer o espaço circundante e produzirinterpretações a partir das mais simples experiências. Mesmo tendo surgido comociência no séc. XIX, a curiosidade intrínseca à natureza humana a fez existir muitoantes disso. Tem por objeto o conhecimento do espaço geográfico como umespaço socialmente produzido, fruto das relações que se estabelecem emsociedade, ao longo de um processo histórico. Este espaço envolve a Natureza,na medida em que o homem, vivendo em sociedade, dela se apropria e a utiliza,de acordo com o seu estágio de desenvolvimento econômico e com asparticularidades do meio físico em que vive. Procura também compreender a dinâmica da Sociedade que cria,produz e vive este espaço, e a dinâmica da Natureza, a qual é apropriada eutilizada pelos grupos humanos em seu processo de transformação social. O trabalho, característica mais essencial da produção das sociedades,possibilita a interação do homem com o meio natural. A Geografia ajuda ocidadão a pensar o espaço, a começar pelo local em que vive, para participar dasdecisões e agir sobre ele. A Geografia, para José William Vesentini e Vânia Vlach (2007) é umaciência humana que estuda o homem em consonância com a porção do espaçoque ocupa com as dimensões que consegue alcançar: casa, rua, bairro, cidade,até mesmo toda a superfície terrestre. Deste modo, para estes autores, aGeografia, apesar de estudar os elementos da natureza , não é uma ciência
  • 69. natural, pois tem o homem como centro de interesse, sendo que o que lhe importasão os aspectop/ s que dizem respeito aos seres humanos. Francisco Coelho Sampaio(2005), considera que [...] a Geografia é a ciência que fornece os instrumentos básicos para a compreensão de como o espaço foi construído e de como se dá sua reconstrução num processo contínuo, devido à ação humana. A partir dessa compreensão, aponta caminhos para a reconstrução de um espaço que traduza uma distribuição socialmente mais justa, com um índice cada vez menor de degradação e/ou de forma menos agressiva. (p. 04). De acordo com os PCN’s, para que isso ocorra, e preciso que oconhecimento seja desenvolvido nas relações entre o processo histórico naformação da sociedade humana e o funcionamento da natureza. Tais relações seefetivarão por meio da leitura do lugar, do território e de sua paisagem. Assim sendo, os conteúdos curriculares da área de Geografia devemser selecionados visando a compreensão da realidade em que vive o aluno, paraque ele possa compreender a sua dimensão humana, ou seja, de sujeito dahistoria, capaz de agir sobre a realidade em que se encontra. No Brasil, a inclusão da Geografia como disciplina teve início com afundação do Colégio Pedro II, em 1837, no Rio de Janeiro. Depois, marcou oensino por meio da criação do curso superior paralelamente ao início daFaculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo e doDepartamento de Geografia em 1934. Essa Geografia era marcada pelopositivismo que sustentava, metodologicamente, quase todas as chamadasciências humanas, nessa época, nas faculdades brasileiras. Os estudosgeográficos buscavam explicações objetivas e quantitativas da realidade, comtendências a estudos regionais. Tinham como meta falar das relações do homemcom a natureza de forma objetiva e buscar leis gerais que explicassem essasdiferenças. Para o professor francês Vidal de La Blache, geógrafo do século XIXcitado pelo PCN Geografia, não era ciência dos homens, mas da natureza. A ligação dos homens com os lugares, ao longo da História, produziuum instrumento técnico e cultural que dava identidade a esses lugares e criavapadrões de comportamento herdados e transmitidos a outras gerações. Para LaBlache, a região tem a dimensão de uma realidade concreta e representa umquadro de referência para a população que a habita. Nesse sentido, os conceitos
  • 70. de região e paisagem eram a chave para se compreender a diversidade domundo. Essa tendência e as correntes que dela se desdobraram foram chamadasde Geografia Tradicional. Ela valorizava o homem como sujeito histórico,propunha análise da organização do espaço como lugar e território e estudava asrelações homem/natureza de forma objetiva, nas quais a sociedade e o espaçoemergiam das ações humanas desprovidas de quaisquer ideologias. Os procedimentos didáticos no estudo da Geografia Tradicionalpromoviam a descrição e a memorização dos elementos que compunham aspaisagens como dimensão observável do território e do lugar. Os alunos eramorientados a descrever, relacionar os fatos naturais e sociais, fazer analogiasentre eles e elaborar generalizações ou sínteses. Evitava-se qualquer forma decompreensão ou subjetividade que confundisse o observador com o objeto deanálise. No pós-guerra, o desenvolvimento do capitalismo monopolista, aurbanização crescente e a mecanização das atividades agrícolas em várias partesdo mundo, deu-se início a estudos voltados para a análise das ideologiaspolíticas, econômicas e sociais. Tomou-se consciência de que as diferenças entreclasses sociais tinham raízes históricas, de que as desigualdades originavam-seno interior das classes sociais e nas formas de acordos entre si. Esse momentofoi chamado de “O Grande Despertar”. A partir dos anos 60, sob influências das “teorias Marxistas” o centro depreocupação da Geografia passou a ser as relações entre a sociedade, o trabalhoe a natureza na produção do espaço geográfico. Propunha-se uma Geografia dasdenúncias e de luta de classes sociais para transformar o mundo. Conteúdospolíticos passaram a ser significativos na formação do cidadão. Essa propostatrouxe grande influência na produção científica e nova forma de se interpretar ascategorias de espaço geográfico, paisagem e território. É inegável a contribuiçãodo marxismo para o aluno compreender e explicar o processo de produção doespaço e, assim, compreender as desigualdades na distribuição da renda, masinsuficiente como método quando se procurava compreender o mundo simbólicoe das representações que orientam, também, as relações com o mundo. Nas últimas décadas, uma das características fundamentais daprodução acadêmica da Geografia é a definição de abordagens que consideramas dimensões subjetivas e singulares que o homem em sociedade estabelece
  • 71. com a natureza, rompendo, assim, tanto com o positivismo quanto com omarxismo ortodoxo. Buscam-se explicações mais amplas para promover a interseção daGeografia com outros campos do saber, como a Antropologia, a Sociologia, aBiologia e as Ciências Políticas, por exemplo. Nesse contexto, espera-se que adisciplina não seja centrada na descrição empírica das paisagens, nem naexplicação política e econômica do mundo, mas que trabalhe tanto as relaçõessocioculturais da paisagem quanto os elementos físicos e biológicos, investigandoas múltiplas interações entre eles estabelecidas na constituição dos lugares eterritórios. Em síntese, buscar para compreender. Na Geografia atual, a Terra passou a ser considerada a morada dohomem que, em sociedade, produz o espaço que ocupa e, para isso, tem apreocupação de questionar o presente e todas as contradições que ocorreram nopensamento humano ao longo do tempo. A nova postura diante da Geografiaimpõe que a escola seja um espaço importante nas relações, em que os alunos eprofessores vão socializar o conhecimento formal associado à práticatransformadora da realidade. Conhecer os acontecimentos mundiais torna-se importante para ocurrículo da Geografia, adequado ao objeto de estudo dessa ciência. Sem perderde vista o conhecimento geográfico e as linguagens que permitem suaelaboração, a Geografia tem como finalidade analisar a sociedade e as relaçõessociais, políticas e econômicas que transformam o espaço, produzindo-o, massofrendo também influência do mesmo.Objetivos do Ensino da Geografia para os Anos Iniciais do EnsinoFundamental Os objetivos do ensino de Geografia para os anos iniciais do EnsinoFundamental, são os seguintes: Reconhecer na paisagem local e no lugar em que se encontram inserida as diferentes manifestações da natureza e a apropriação e transformação dela pela ação de sua coletividade, de seu grupo social; Conhecer e comparar a presença da natureza, expressa na paisagem local, com as manifestações da natureza presentes em outras paisagens;
  • 72. Reconhecer semelhanças e diferenças nos modos que diferentesgrupos sociais se apropriam da natureza e a transformam,identificando suas determinações nas relações de trabalho, noshábitos cotidianos, nas formas de se expressar e no lazer;Conhecer e começar a utilizar fontes de informações escritas eimagéticas utilizando, para tanto, alguns procedimentos básicos;Saber utilizar a observação e a descrição na leitura direta ouindireta da paisagem, sobretudo por meio de ilustrações e dalinguagem oral;Reconhecer, no seu cotidiano, os referenciais espaciais delocalização, orientação e distância de modo a deslocar-se comautonomia e representar os lugares onde vivem e se relacionam;Reconhecer a importância de uma atitude responsável de cuidadocom o meio em que vivem, evitando o desperdício e percebendo oscuidados que se deve ter na preservação e na manutenção danatureza;Reconhecer e comparar o papel da sociedade e da natureza naconstrução de diferentes paisagens urbanas e rurais brasileiras;Reconhecer semelhanças e diferenças entre os modos de vida dascidades e do campo, relativas ao trabalho, às construções emoradias, aos hábitos cotidianos, às expressões de lazer e deculturas;Reconhecer no lugar no qual encontram-se inseridos, as relaçõesexistentes entre o mundo urbano e o mundo rural, bem como asrelações que sua coletividade estabelece com coletividades deoutros lugares e regiões, focando tanto o presente e como opassado;Conhecer e compreender algumas das conseqüências dastransformações da natureza causadas pelas ações humanas,presentes na paisagem local e em paisagens urbanas e rurais;Reconhecer o papel das tecnologias, da informação, dacomunicação e dos transportes na configuração de paisagensurbanas e rurais e na estruturação da vida em sociedade;
  • 73. Saber utilizar os procedimentos básicos de observação, descrição, registro, comparação, análise e síntese na coleta e tratamento da informação, seja mediante fontes escritas ou imagéticas; Utilizar a linguagem cartográfica para representar e interpretar informações em linguagem cartográfica, observando a necessidade de indicações de direção, distância, orientação e proporção para garantir a legibilidade da informação; Valorizar o uso refletido da técnica e da tecnologia em prol da preservação e conservação do meio ambiente e da manutenção da qualidade de vida; Adotar uma atitude responsável em relação ao meio ambiente, reivindicando, quando possível, o direito de todos a uma vida plena num ambiente preservado e saudável; Conhecer e valorizar os modos de vida de diferentes grupos sociais, como se relacionam e constituem o espaço e a paisagem no qual se encontram inseridos.CONTEUDOSORIENTAÇÕES METODOLÓGICASAVALIAR NO ENSINO DA GEOGRAFIA
  • 74. QUADRO GERAL DOS CONTEÚDOS DO 1º ANO DE GEOGRAFIA RELAÇÕES SOCIAISEXPECTATIVA DE APRENDIZAGEM CONTEÚDOS CONDIÇÃO DIDÁTICA Identificar o lugar como espaço Grupo social familiar e a Trabalhar a criança situada em um determinado vivido e produto das ações humanas construção de seu espaço. espaço, a compreensão de como foi produzido em interação com o ambiente. esse espaço, as relações de trabalho, a relação da criança com os demais sujeitos sociais que convivem nesse espaço, como as pessoas da família, de uma determinada instituição, os colegas e os funcionários da escola, entre outros. Reconhecer-se como indivíduo Minha história (nome, Valorizar o modo de ser de cada uma das dentro de um contexto social. Sua idade, peso, altura, crianças: suas características físicas, suas personalidade e características naturalidade) e meu papel preferências, suas brincadeiras e atividades físicas distintas dos outros na construção do espaço; cotidianas. indivíduos, desenvolvendo o Conteúdos atitudinais que contribuam para reconhecimento pelas diferenças. a formação de novas mentalidades, voltadas para o respeito, às diferenças individuais através das relações interpessoais. Reconhecer semelhanças e Minha família e sua Promover uma discussão sobre a estrutura e
  • 75. diferenças entre o seu modo de história de trabalho. a organização da família, suas bases eser e se colocar no espaço dos importância na formação inicial do indivíduocolegas, estabelecendo laços de e as mudanças estruturais que as famíliasidentificação. vêm sofrendo.Identificar o lugar como espaço Grupo social escolar, a Passeio pelas dependências da escola, paravivido e produto das ações construção do espaço as crianças perceber e reconhecer esseshumanas em interação com o ocupado e o trabalho espaços, os responsáveis, o papel de cadaambiente. escolar desempenhado um, e a contribuição para a manutenção pelas diferentes desse espaço, que precisa ser agradável, profissões dos respeitoso para uma boa convivência. trabalhadores da escolaDesenvolver valores de respeito Características que os Promover atitudes de respeito epelas diferentes culturas que se integram e diferenciam na conscientização pelas diferençasapresentam em sala de aula. sala de aula, conforme as representadas em sala de aula, conduzindo diferentes culturas em as ações sempre na busca de melhores espaços específicos. relações sociais entre os indivíduos. CONSTRUÇÃO DA NOÇÃO DE ESPAÇOPerceber mudanças e Mudanças e permanências Fazer um resgate junto às crianças de como erapermanências na paisagem pelo nos lugares e tempos vividos: o bairro antes. Trazer fotos, explorando esse rotinas, medição e
  • 76. estudo dos fatos culturais que a marcadores de tempo passado e esse presente, as mudanças que produziram em diferentes cronológico. ocorreram? Os benefícios que foram trazidos? tempos e contextos sociais. O impacto ao meio ambiente? Observar as peculiaridades Atividades de observação em relação ao dia e a referente aos horários, diurnos, noite. Que instrumentos usamos para medir o vespertino e noturno e as tempo – relógio, calendário etc. atividades que são Explorar os meses, as estações do ano com as desenvolvidas nesses horários. crianças e os acontecimentos que ocorrem Conhecer e manusear os nesses períodos. instrumentos que medem o Explorar as noções temporais: quem nasceu tempo. antes, quem nasceu depois, o que mudou, por que mudou regras que organizam as atividades no dia-a-dia domiciliar e escolar (sinal de entrada, saída, recreio). Discutir essas regras permite a criança perceber que durante o desenvolvimento da rotina familiar e escolar o tempo e o espaço estão presentesPerceber as relações estabelecidas Espaço, localização e Trabalhar as diferentes noções de proporção,
  • 77. entre os espaços a partir da referências de lateralidade, localização, representação epercepção do próprio corpo no interpretação do espaço. O trabalho com aespaço em que ocupa. noção espacial tem como ponto de partida a percepção do próprio corpo com a percepção do outro e do espaço que ocupa. MEIO AMBIENTE Conhecer a organização do Elementos naturais do Selecionar conteúdos que permitam o espaço geográfico e o espaço de vivência, desenvolvimento do papel de cada um na funcionamento da natureza em como ar, água, pessoas, construção de uma identidade com o lugar suas múltiplas relações, de modo solo, rios, e outros. onde vive e, num sentido mais abrangente, a compreender o papel das com as pessoas em geral, valorizando os sociedades em sua construção e aspectos socioambientais que caracterizam na produção do território, da seu patrimônio cultural e ambiental. paisagem e do lugar. Observar os elementos naturais Elementos culturais Explorar e transformar uma infinidade de e culturais existentes no espaço como: a alimentação, produtos para atender as necessidades de de vivência e a transformação habitação, vestuário e alimentação, moradia, vestuário, transporte, que ocorre por meio do trabalho outros. entre outros. com uso de técnicas e instrumentos provocando
  • 78. consequências no ambiente e nas paisagens 2º ANO RELAÇÕES SOCIAIS Perceber-se como sujeito social Bairro e sua história de Direcionar uma atividade de pesquisa no que tem participação ativa na construção do espaço. bairro, onde as crianças moram: Tipo de construção do espaço. É Tipos de comércio e comércio? Tipo de moradia mais comum? importante que se localize, serviços e seus impactos Tipo de diversão? As ruas são percebendo que está, inserida na construção do espaço pavimentadas? Há saneamento básico? Há em um espaço maior como o urbano. atendimento hospitalar? bairro, definido pelo município, e Infraestrutura como água, que a organização desse espaço asfalto, energia, esgoto, (bairro) acontece para atender sinalização e outros e determinadas funções seus impactos na relacionadas a produção da vida construção do espaço humana (o trabalho). urbano; Áreas de lazer e a ocupação do espaço.Identificar o lugar como espaço Grupo social familiar e a Trabalhar a criança situada em um determinado
  • 79. vivido e produto das ações humanas construção de seu espaço espaço, a compreensão de como foi produzidoem interação com o ambiente. esse espaço, as relações de trabalho, a relação da criança com os demais sujeitos sociais que convivem nesse espaço, como as pessoas da família, de uma determinada instituição, os colegas e os funcionários da escola, entre outros. Conhecer e respeitar o modo de Hábitos culturais: Fornecer aos alunos a formação de um vida de diferentes grupos sociais, brincadeiras, jogos e repertório intelectual e cultural, para que em diversos tempos e espaços, tradições, festas sociais, desde pequenos, possam estabelecer em suas manifestações culturais, religiosas, datas e semelhanças e diferenças com outros econômicas, políticas e sociais, feriados locais e indivíduos e com grupos sociais presentes reconhecendo semelhanças e nacionais. na realidade vivida – no âmbito familiar, no diferenças entre eles. convívio da escola, nas atividades de lazer, Manusear o calendário para nas relações econômicas, política, artística, conhecer as datas e feriados religiosas, sociais e culturais. E municipais e nacionais. simultaneamente, permitir que os alunos compreendam as diversas formas de relações sociais. CONSTRUÇÃO DA NOÇÃO DE ESPAÇO Fazer leitura de imagens, de Deslocamento e Utilizar em sala de aula a linguagem
  • 80. dados, de informações de modo localizações cartográfica (mapas) para apresentara interpretar, analisar e informações, localizações de lugares erelacionar informações sobre o territórios.espaço geográfico e asdiferentes paisagens.Perceber mudanças e Mudanças e permanências Fazer um resgate junto às crianças de como erapermanências na paisagem pelo nos lugares e tempos vividos: o bairro antes. Trazer fotos, explorando esseestudo dos fatos culturais que a rotinas, medição e passado e esse presente, as mudanças que marcadores de tempoproduziram em diferentes ocorreram? Os benefícios que foram trazidos? cronológico.tempos e contextos sociais. O impacto ao meio ambiente?Observar as peculiaridades Atividades de observação em relação ao dia e areferente aos horários, diurnos, noite. Que instrumentos usamos para medir ovespertino e noturno e as tempo – relógio, calendário etc.atividades que são Explorar os meses, as estações do ano com asdesenvolvidas nesses horários. crianças e os acontecimentos que ocorremConhecer e manusear os nesses períodos.instrumentos que medem otempo. MEIO AMBIENTEObservar seu ambiente de Qualidade do espaço de Conversas sobre a importância de manter
  • 81. convivência, refletir sobre a vivência, como sala de um ambiente saudável – conscientizando-qualidade de vida, sua aula, escola, bairro, no os que ambiente limpo, não é o que secontribuição individual para obter tocante à limpeza, limpa o tempo todo, mas aquele que osjuntamente no coletivo uma luminosidade, indivíduos conservam a manutenção dessequalidade de vida melhor. organização, ventilação; espaço.Compreender que suas açõespossuem grande importânciapara a sociedade da qual fazparte, assim como para apreservação da natureza.Respeitar os direitos ereconhecer seus deveres. 3º ANO – GEOGRAFIA RELAÇÕES SOCIAISEXPECTATIVAS DE CONTEÚDOS CONDIÇÃO DIDÁTICAAPRENDIZAGEMPerceber-se como sujeito social Bairro e sua história de Direcionar uma atividade de pesquisa noque tem participação ativa na construção do espaço. bairro, onde as crianças moram: Tipo deconstrução do espaço. É Tipos de comércio e comércio? Tipo de moradia mais comum?importante que se localize, serviços e seus impactos Tipo de diversão? As ruas são
  • 82. percebendo que está, inserida na construção do espaço pavimentadas? Há saneamento básico? Háem um espaço maior como o urbano. atendimento hospitalar?bairro, definido pelo município, e Infraestrutura como água,que a organização desse espaço asfalto, energia, esgoto,(bairro) acontece para atender sinalização e outros edeterminadas funções seus impactos narelacionadas a produção da vida construção do espaçohumana (o trabalho). urbano; Áreas de lazer e a ocupação do espaço.Conhecer e respeitar o modo de Hábitos culturais: Fornecer aos alunos a formação de umvida de diferentes grupos sociais, brincadeiras, jogos e repertório intelectual e cultural, para queem diversos tempos e espaços, tradições, festas sociais, desde pequenos, possam estabelecerem suas manifestações culturais, religiosas, datas e semelhanças e diferenças com outroseconômicas, políticas e sociais, feriados locais e indivíduos e com grupos sociais presentesreconhecendo semelhanças e nacionais. na realidade vivida – no âmbito familiar, nodiferenças entre eles. convívio da escola, nas atividades de lazer,Manusear o calendário para nas relações econômicas, política, artística, religiosas, sociais e culturais. E
  • 83. conhecer como estar organizado simultaneamente, permitir que os alunosdatas e feriados municipais e compreendam as diversas formas denacionais relações sociais. O HOMEM E A CONSTRUÇÃO DO ESPAÇOFazer leitura de imagens, de Os lugares e suas Utilizar em sala de aula a linguagemdados, de informações de modo representações - a cartográfica (mapas) para apresentara interpretar, analisar e escola, a sala de aula, os informações, localizações de lugares erelacionar informações sobre o arredores da escola, o territórios.espaço geográfico e as caminho de casa para a O início do processo de construção dadiferentes paisagens. escola. linguagem cartográfica acontece mediante oFazer uso cada vez mais preciso trabalho com a produção e a leitura dee adequado de diferentes tipos mapas simples, em situações significativasde mapas, atlas, globo terrestre, de aprendizagem nas quais os alunosplantas e maquetes atualizados. tenham questões a resolver, seja para comunicar, seja para obter e interpretar informações. É importante que o professor trabalhe com diferentes tipos de mapas, atlas, globo terrestre, plantas e maquetes atualizados – mediante situação nas quais os alunos possam interagir com eles e fazer uso cada
  • 84. vez mais preciso e adequado.Compreender que o nosso corpo O corpo como ponto de Trabalhar as diferentes noções deajuda-nos a mudar de posição, a referência proporção, de lateralidade, localização,dirigir-nos para um lugar e outro, representação e interpretação do espaço. Oa ver, sentir, falar e ouvir. trabalho com a noção espacial tem comoPerceber o lugar onde nos ponto de partida a percepção do próprioencontramos e o que está a corpo com a percepção do outro e donossa frente, perto e longe de Os pontos cardeais espaço que ocupa.nós. Apresentar para os alunos os novosIdentificar a representação dos recursos tecnológicos utilizados para ajudarpontos cardeais (norte, sul, leste, na localização – dos mapas ao GPS.oeste), para compreender arelação que se estabelece entreo ponto de referência e sualocalização.Entender a organização Espaço rural e urbano Estabelecer diferenças entre o espaço ruraldiferenciada entre espaço rural e A organização das e urbano: tipo de moradia, trabalho,urbano e saber explicar que essa cidades e dos campos diversões, transporte etc...diferença decorre do trabalho Como os municípios Discutir sobre a relação dehumano. estão organizados. interdependência entre o campo e a cidade.Perceber que o espaço
  • 85. produzido e organizado por uma Nossa cidade - Passeio pela cidade, com roteiro definido desociedade gera novas Açailândia pontos a serem visitados, para olhar osnecessidades no decorrer de umtempo cronológico, ou seja, um espaços que serão representados e astempo cultural e transforma esse atividades que são desenvolvidas nessesespaço para satisfazer essasnecessidades. espaços. Montar uma galeria de fotos,Conhecer como a cidade de relatos e maquetes para expor àAçailândia está organizada, seus comunidade.limites, sua vegetação, relevo, Trabalhar com croquis e mapas. MEIO AMBIENTEReconhecer mudanças e Os elementos da Conscientização acerca da preservação,permanências na paisagem pelo paisagem dos cuidados com a natureza, os espaçosestudo dos fatos culturais que a os quais convivemos.produziram em diferentestempos e contextos sociais.Perceber, também, que as A natureza na paisagem Apresentar aos alunos slides de paisagensalterações nas paisagens podem – o trabalho das pessoas naturais e paisagens modificadas pela aser realizadas de maneira e as paisagens ação do homem e conscientizar sobre osequilibrada e não agressiva efeitos nocivos que essas modificaçõesmuita vezes, com destruição da causam à humanidade.vegetação, matança de animais, Saber que as transformações que os seres
  • 86. poluição do ambiente, humanos provocam nas paisagens sãomodificação do relevo, entre necessárias para suprir suas necessidadesoutras formas de mudanças. básicas, como moradia, alimentação,Compreender a ação do homem vestuário e transporte. Discutir o cuidadoe os seus impactos na natureza, com essa exploração desacelerada,afetando de maneira geral, o considerando que, nem todos os recursosmodo de viver das pessoas. naturais são renováveis.Explorar e transformar uma Elementos naturais do Selecionar conteúdos que permitam oinfinidade de produtos para espaço de vivência, desenvolvimento do papel de cada um naatender as necessidades de como ar, água, pessoas, construção de uma identidade com o lugaralimentação, moradia, vestuário, solo, rios, e outros. onde vive e, num sentido mais abrangente,transporte, entre outros. com as pessoas em geral, valorizando osConhecer a organização do aspectos socioambientais que caracterizamespaço geográfico e o seu patrimônio cultural e ambiental.funcionamento da natureza em Alertar sobre a preocupação da ONU, emsuas múltiplas relações, de modo relação à sustentabilidade do planeta Terra.a compreender o papel dassociedades em sua construção ena produção do território, dapaisagem e do lugar.
  • 87. 4º ANO – GEOGRAFIA RELAÇÕES SOCIAIS EXPECTATIVAS DE CONTEÚDOS CONDIÇÃO DIDÁTICA APRENDIZAGEMIdentificar o lugar como espaço A cidade: paisagens e modos de Entrevista com trabalhadores sobre vidavivido e produto das ações a rotina diária: (Dia, horário de As relações de convivênciahumanas em interação com o trabalho, atividades desenvolvidas). nas cidades.ambiente. Observar as mudanças ocorridas Crescimento desordenadoDesenvolver atitude investigativa ao na área urbana, às transformações das cidades: problema deelaborar hipóteses, planejar dos bairros vizinhos e por que moradia, trânsito, poluição,pesquisas bibliográficas, surgem as periferias? lixões, falta de infraestruturaobservações e experimentos, Conversa orientada para uma e serviços.registrar resultados e socializa-lo ao discussão sobre os problemas Os meios de transportes.se expressar oralmente em seu sociais que interfere na qualidade Os meios de comunicaçãogrupo. de vida das pessoas.Identificar as semelhanças ediferenças nas paisagens, noslugares de vivência da criança(moradia, escola e rua).Valorizar o patrimônio sociocultural Formas de consumo consciente, de Oficinas de reciclagem
  • 88. e respeitar a diversidade redução do lixo e de reutilização de Palestras com o Centro de Defesa.reconhecendo-a como direitos dos materiais e de objetos. Visita técnica ao Centro depovos e indivíduos e elementos de o Produção de resíduos Reciclagem - Codigmafortalecimento da democracia. sólidos (lixo) a partir do consumo de alimentos e de outros produtos utilizados em casa, na escola e na cidade hoje e no passado.Conhecer como a cultura A cultura do Maranhão – origem, Leitura de textos informativos quemaranhense foi influenciada por origem, costumes e tradição. possibilite a ampliação desseoutras culturas (portuguesa, o Diferentes costumes, conhecimento.africana, indígena). hábitos, crença, lendas e Vídeos, músicas e outros que particularidades culturais de retratem a cultura maranhense. diversos povos que formam a população maranhense. O HOMEM E A CONSTRUÇÃO DO ESPAÇOIdentificar a Terra no Sistema solar; O Sistema solar (observar as Estudo dos astros e planetas.reconhecer que a Terra faz parte de mudanças climáticas). Experimentos com materiaisum conjunto de astro que estão no concretos.espaço maior – universo.
  • 89. Compreender que a Terra não éestática, pois é dinâmica,movimenta-se.Perceber que os dois principaismovimentos (rotação e translação)causam consequências na vida doplaneta e influenciam o ritmo devida dos seres humanos.Conhecer e utilizar métodos de Elementos de um mapa: Título, Orientar o trabalho pedagógicopesquisa da Geografia e adquirir as Legenda, Rosa-dos-ventos, Escala; para que os alunos adquiramprimeiras noções da espacialidade Diferentes tipos de mapas: O mapa consciência espacial e capacidadepor meio da alfabetização do Brasil, o mapa do estado do de desenvolver raciocínioscartográfica. Maranhão, mapa mundi, o relevo espaciais.Compreender que o mapa é uma do Brasil, a hidrografia e arepresentação em tamanho vegetação.reduzido do espaço geográfico, deum determinado lugar ou mesmo detodo o nosso planeta; conhecer oselementos que compõem os mapaspara ler e retirar as informações que
  • 90. eles trazem.Conhecer e utilizar métodos de O espaço maranhense Estudo sobre o relevo, os rios e o o Formas de relevopesquisa da Geografia e adquirir as clima do Maranhão. o Os rios maranhensesprimeiras noções da espacialidade o O clima e a vegetação Uso e interpretação de mapas epor meio da alfabetização legendas.cartográfica.Compreender que o mapa é umarepresentação em tamanhoreduzido do espaço geográfico, deum determinado lugar ou mesmo detodo o nosso planeta; conhecer oselementos que compõem os mapaspara ler e retirar as informações queeles trazem;Aprender o conceito de estado bem Localização do Estado do Exploração de atlas, mapas.como de suas organizações Maranhão no Brasil e no mundo. Estudo discussivo sobre essapolíticas e econômicas. o Limites e fronteiras. organização política.Compreender o conceito de o A organização política É importante que os alunosmicrorregião e mesorregião. maranhense compreendam o conceito dePerceber a dinâmica da o As mesorregiões mesorregião e microrregião.organização do território maranhenses – município de Explicar que cada mesorregião
  • 91. maranhense. cada microrregião está dividida em microrregião: maranhenses. Mesorregião Norte Maranhense o São Luís Mesorregião Leste Maranhense Mesorregião Centro Maranhense Mesorregião Sul Maranhense Mesorregião Oeste MaranhenseCompreender a razão pela qual a O trabalho das pessoas e as Trabalhar com maquetes e croquis.cidade existe, as semelhanças e as paisagens Observar e descrever como asdiferenças entre o campo e a o A paisagem da cidade e do pessoas vivem nesse lugar, quecidade, quanto às atividades campo tipo de trabalho que realizam?produtivas e sua interdependência, Como estão organizados osao modo de vida, aos tipos de espaços e as moradias? Oshabitações e à paisagem de cada animais dessa região?espaço.Diferenciar os tipos de paisagenscompreendendo que sãomodificadas através do trabalho daspessoas. MEIO AMBIENTEConscientizar-se sobre os fatores Áreas verdes do município; Observação e registro das áreas Problemas ambientais do município
  • 92. que levaram essas áreas à erosivas do nosso município.degradação e compreender osriscos que a população sofrerá comesse desequilíbrio ecológico.Compreender a tecnologia como A paisagem e seus elementos Apresentar situações nas quais asmeio para suprir necessidades o A água crianças percebam, observem, oshumanas, distinguindo benefícios e o Animais elementos da natureza (o vento eriscos à vida e ao ambiente. o O Solo as chuvas) como agentes deCompreender a natureza como um o As plantas transformação.todo dinâmico, sendo o ser humano Criar situações em que osparte integrante e agente de estudantes leiam e escrevamtransformação do mundo em que textos, aprendendo procedimentovive. de ler para estudar (ler para buscar informações, destacar informações, seguir instruções, etc.).
  • 93. 5º ANO - GEOGRAFIA RELAÇÕES SOCIAIS EXPECTATIVAS DE CONTEÚDOS CONDIÇÃO DIDÁTICA APRENDIZAGEMIdentificar as diferentes A população do Brasil – Apresentar através de slides essacontribuições culturais na formação miscigenação de povos diversidade que existe nada população brasileira, destacando o A cultura brasileira população brasileira e que faz dotraços culturais de grupos sociais. Brasil um País tão miscigenado. Estudar sobre os diferentes povos que formam a nação brasileira: indígenas, africanos, europeus e asiáticos.Entender que o registro de O cidadão brasileiro – a legitimação Levar o registro para a sala de aulanascimento é considerado o ato da cidadania através do documento e explorar as informações queinaugural da cidadania, o brasileiro de identidade. contém num registro.que não tem o registro é um Discutir a importância doscidadão que simplesmente não documentos como direito legal paraexiste. o exercício da cidadania.Compreender que existe um Direitos e deveres do cidadão Mostrar a Constituição Brasileiradocumento maior que define os brasileiro em sala de aula, dizer como está
  • 94. direitos e deveres dos cidadãos organizada em artigos, parágrafosbrasileiros – Constituição da e incisos.República Federativa do Brasil. O HOMEM E A CONSTRUÇÃO DO ESPAÇOConhecer a atual divisão política do A divisão política do Brasil Apresentar a atual divisão políticaterritório brasileiro. brasileira através de mapas.Compreender por que o território Esclarecer a dinâmica debrasileiro foi dividido em porções organização do país em regiõesmenores. (norte, nordeste, centro-oeste,Saber identificar o município e o sudeste e sul).estado onde vivem.Reconhecer as funções político-administrativas exercido nas esferasmunicipais, estaduais e federais.Perceber da organização do espaçobrasileiro ao longo do tempo.Compreender o conceito de região As divisões regionais do Brasil: Propor atividades de leitura dee de regionalização. o Região Norte mapas do Brasil, destacando aEntender para que serve a o Região Nordeste função da legenda. Chamar aregionalização de um território. o Região Centro-Oeste atenção para a divisão em grandes
  • 95. Conhecer as características de o Região Sudeste regiões e em estados.cada região, as diferenças quanto: o Região Sul Destacar a atenção dos alunosàs paisagens típicas, à população, o para as regiões que se destacamterritório, o clima, o relevo, a em tamanho territorial, populacionalhidrografia, vegetação e cultura. e econômica.Identificar os critérios na Trabalhar com vídeos/ imagensregionalização feita pelo IBGE. que revelam acerca de cada região. Utilizar sempre mapas atualizados. Sugerir pesquisas em sites atualizados do IBGE.Compreender que o Brasil está O Brasil e a América do Sul. Mostrar imagens de eventos nasinserido no espaço mundial, o Portugueses e espanhóis na quais o Brasil aparece (ex.: Copaparticipando dos fluxos comerciais, América do Mundo).migratórios e político-diplomático. o As principais economias da Explorar o mapa mundi,Caracterizar as relações entre o América do Sul destacando os continentes eBrasil e outros países do mundo enfatizando o nosso continente.quanto à troca de informações, Explorar os conhecimentos que osmercadorias e serviços. alunos têm a respeito daReconhecer que a bandeira de cada participação do Brasil em eventos
  • 96. país representa um Símbolo internacionais, de forma geral.Nacional. Comentar que o Brasil integra várias organizações e instituições de âmbito mundial como a ONU.Compreender que o Brasil participa O Brasil no mundo Ressaltar que a inserção dodas relações mundiais em várias o O Brasil interligado ao Brasil no espaço mundialesferas além da esportiva. mundo não se restringe a eventosIdentificar as principais o Os brasileiros no mundo esportivos, como a copa docomunidades de brasileiros em mundo, mas que os alunospaíses estrangeiros. percebam que tambémReconhecer a participação ocorre em outras esferas:brasileira em acordo sobre o meio comercial, econômica,ambiente. política, diplomática, ambiental etc. MEIO AMBIENTEConhecer as diversas paisagens As diversas paisagens do Brasil - Mostrar através de slides, cartazes,que integra o cenário brasileiro. DVD, as diversas paisagens que compõem as paisagens brasileiras. Observação da paisagem local.
  • 97. Observar e produzir textos descritivos que caracterizem o ambiente observado.Compreender a tecnologia como A paisagem e seus elementos Apresentar situações nas quais asmeio para suprir necessidades o A água crianças percebam, observem, oshumanas, distinguindo benefícios e o O ar e a atmosfera elementos da natureza (o vento eriscos à vida e ao ambiente. o Animais as chuvas) como agentes deCompreender a natureza como um o O Solo transformação.todo dinâmico, sendo o ser humano o As plantas Criar situações em que osparte integrante e agente de estudantes leiam e escrevamtransformação do mundo em que textos, aprendendo procedimentovive. de ler para estudar (ler para buscar informações, destacar informações, seguir instruções, etc.).
  • 98. 1. INTRODUÇÃO A presente proposta curricular de ensino de Arte (Artes Visuais, Dança,Música e Teatro) para o Ensino Fundamental de Açailândia foi elaborada deacordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) - Arte, guardando ascaracterísticas e a realidade educacional desse Município. É fruto da contribuiçãode inúmeros professores das escolas da Rede Municipal de Ensino, que, ao longode 2010 e 2011, discutiram suas bases e propuseram, junto à equipe elaboradora,ajustes na proposta de aprendizagem em Arte, em Formação Continuada,oferecida pela Secretaria Municipal de Educação em 2010 e 2011. Os dados registrados foram analisados, considerando a carga horáriaobrigatória, definida pela Secretaria de Estado de Educação do Estado doMaranhão para a disciplina Arte, nos segmentos do Ensino Fundamental - 02horas/aulas, semanais em cada série, perfazendo um total de 80 horas anual.Além dessa carga horária, orienta-se que a escola abra espaços para atividadesartísticas em outros momentos curriculares, assistidas por professores eprofissionais especialistas, dentro de suas possibilidades. Sabe-se que a área de conhecimento ARTE é ampla e engloba para fins deestudo, no ensino fundamental, quatro áreas específicas: artes visuais, dança,música e teatro. Para cada uma delas, é necessário um professor especialista econdições mínimas de infra-estrutura para que seu ensino seja significativo, masfica claro que é extremamente desejável que, na falta desses profissionais, sejamfeitos projetos conjuntos integrados, para que o conhecimento específico de cadaárea de expressão seja construído por meio de atividades interdisciplinares. Ao elaborar esta proposta, algumas ordens de preocupações seevidenciaram: Inserir o ensino da arte de forma que a criação ordenada e ordenadora contribua para o desenvolvimento integral dos jovens, enriquecendo todo indivíduo que dela fizer uso; Abordar conteúdos de aprendizagem significativa que possam auxiliá-los na compreensão integrada com os demais componentes curriculares e com outras linguagens da área; Redefinir o papel da Arte e da Cultura, principalmente locais, no ambiente escolar dando oportunidade aos educandos condições
  • 99. essenciais para inserção na sociedade, sendo capaz de sentir, pensar e agir por si mesmo, bem como criar, inventar e, consequentemente, transformar a si mesmo e o meio em que vive; Propor um projetos exequível, disposto de maneira simples, mas capaz de sintetizar em diferentes conteúdos de aprendizagem as inúmeras possibilidades da criação artística frente às novas tecnologias disponíveis no mundo contemporâneo. Os conteúdos foram pensados e estruturados visando à construção deconhecimentos que devem fazer parte da vida de todo ser humano. Possuemconteúdos que direcionam a investigação e compreensão da História da Arte, Artee Sociedade, Arte e Natureza, Arte e Tecnologia, permite, ainda, a expansão doconhecimento pela criação de redes de informação em arte, através dos recursostecnológicos. A avaliação, neste currículo, será de metodologia formativa, visando àconstrução de conhecimentos durante todo o processo pedagógico e abrangendoas diversas áreas (a factual, a conceitual, a comportamental e a atitudinal) demaneira integrada. Pretende-se, assim, obter não só dados quantitativos, voltadosà estética do belo, mas principalmente qualitativos, de forma a poder,constantemente, reformular e ressignificar tanto conteúdos quanto ações. 2. SENTIDOS PARA ENSINAR ARTE Por muito tempo, o ensino de Artes se constituiu em atividade escolarbaseada estritamente no fazer gráfico/plástico da criança. Aprendia-se arte semver arte, o que é o mesmo que aprender a ler sem ter acesso aos livros. A partirdo século XX, grandes pesquisas voltadas ao campo das ciências humanastrouxeram dados importantes sobre o desenvolvimento da criança, sobre o seuprocesso criador e sobre a arte de outras culturas, pois elas possuem capacidadecriadora que manifesta em todas as suas ações, sejam elas espontâneas,imaginativas, no brincar, no sonhar, no associar e no representar o meio em que acerca. A aprendizagem em artes envolve um conjunto de diferentes tipos deconhecimentos, que visam à criação de significações, exercitando
  • 100. fundamentalmente a constante possibilidade de transformação do ser humano.“Além disso, encarar a arte como produção de significações que se transformamno tempo e no espaço permite contextualizar a época em que se vive na suarelação com as demais” (PCN - ARTE, p. 33). Cabe destacar aqui os objetivosgerais de Arte para o Ensino Fundamental de acordo com os ParâmetrosCurriculares Nacionais (1997, p. 39) que dizem: No transcorrer do ensino fundamental, o aluno poderá desenvolver sua competência estética e artística nas diversas modalidades da área de Arte (Artes Visuais, Dança, Música, Teatro), tanto para produzir trabalhos pessoais e grupais quanto para que possa, progressivamente, apreciar, desfrutar, valorizar e julgar os bens artísticos de distintos povos e culturas produzidos ao longo da história e na contemporaneidade. Segundo, ainda, os Parâmetros Curriculares Nacionais, o ensino de Artedeverá organizar-se de modo que, ao final do Ensino Fundamental, os alunossejam capazes de: • expressar e saber comunicar-se em artes mantendo uma atitude de busca pessoal e/ou coletiva, articulando a percepção, a imaginação, a emoção, a sensibilidade e a reflexão ao realizar e fruir produções artísticas; • interagir com materiais, instrumentos e procedimentos variados em artes (Artes Visuais, Dança, Música, Teatro), experimentando-os e conhecendo-os de modo a utilizá-los nos trabalhos pessoais; • edificar uma relação de autoconfiança com a produção artística pessoal e conhecimento estético, respeitando a própria produção e a dos colegas, percurso de criação que abriga uma multiplicidade de procedimentos e soluções; • compreender e saber identificar a arte como fato histórico contextualizado nas diversas culturas, conhecendo respeitando e podendo observar as produções presentes no entorno, assim como as demais do patrimônio cultural e do universo natural, identificando a existência de diferenças nos padrões artísticos e estéticos;
  • 101. • observar as relações entre o homem e a realidade com interesse e curiosidade, exercitando a discussão, indagando, argumentando e apreciando arte de modo sensível; • compreender e saber identificar aspectos da função e dos resultados do trabalho do artista, reconhecendo, em sua própria experiência de aprendiz, aspectos do processo percorrido pelo artista; • buscar e saber organizar informações sobre a arte em contato com artistas, documentos, acervos nos espaços da escola e fora dela (livros, revistas, jornais, ilustrações, diapositivos, vídeos, discos, cartazes) e acervos públicos (museus, galerias, centros de cultura, bibliotecas, fonotecas, videotecas, cinematecas), reconhecendo e compreendendo a variedade dos produtos artísticos e concepções estéticas presentes na história das diferentes culturas e etnias. (PCN, 1997, p. 39). Dentro dessas perspectivas, arte é a oportunidade de uma pessoaexplorar, construir e aumentar seu conhecimento, desenvolver suas habilidades,articular e realizar trabalhos estéticos e explorar seus sentimentos. O ensino de Arte deve possibilitar a todos os alunos a construção deconhecimentos que interajam com sua emoção, através do pensar, do apreciar edo fazer arte, produzindo trabalhos artísticos e conhecendo a produção de outraspessoas e de outras culturas, o aluno poderá compreender a diversidade devalores que orientam tanto o seu próprio modo de pensar e agir quanto o dasociedade. É importante que os alunos compreendam o sentido do fazer artístico, ouseja, entendam que suas experiências de desenhar, pintar, cantar, executarinstrumentos musicais, dançar, apreciar, filmar, videografar, dramatizar etc., sãovivências essenciais para a produção de conhecimento em arte. Ao conhecer efazer arte, o aluno percorre trajetos de aprendizagem que propiciamconhecimentos específicos sobre sua relação com a própria arte, consigo mesmoe com o mundo. Não basta, porém, que a Arte esteja inserida nos currículos escolares. Énecessário saber como é concebida e ensinada e se como expressa no contexto
  • 102. de cada região. É necessário, também, estarmos conscientes de seu significadopara o indivíduo e a coletividade, e sabermos se os alunos possuem as condiçõesadequadas para a fruição e/ou prática da expressão artística, sem as amarras deum conceito de Arte tradicionalista e conservador, fundamentado em parâmetrosdescontextualizados da realidade dos alunos, por isso a metodologia de trabalhovolta-se para a Metodologia Triangular do Ensino de Arte – o apreciar, ocontextualizar e o produzir. Ensinar Arte significa, portanto, possibilitarexperiências e vivências significativas em apreciação, reflexão e elaboraçãoartística (PCN, 2000). Compreendendo que a Arte possibilita o desenvolvimento intelectual doser e é patrimônio cultural de uma sociedade, é necessário o planejamento e aexperimentação em sala/escola/comunidade para que, em sua prática diária, oseducadores possam, a partir da flexibilidade da proposta, ajustar tal proposta àsnecessidades da comunidade onde a escola está inserida. 3- DIRETRIZES NORTEADORAS PARA O ENSINO DE ARTE As propostas de estratégias a serem desenvolvidas permitirão ao aluno,de uma forma geral, o contato com as expressões artísticas através daapreciação, do fazer e da contextualização. Devem proporcionar, sempre, avivência e a reflexão em arte, que deverão se expandir para diferentes áreas doconhecimento. Para isso, é necessário que o professor tenha uma base deconhecimentos que lhe possibilite a amplidão de pensamento, tanto paraconhecer os caminhos trilhados por seus alunos quanto para propiciar momentossignificativos que possibilitem encontrar novos processos individuais e coletivos,além de equipar a escola com sala ambiente para desenvolver as aulas de Arte,bem como criar espaço físico para a realização de projetos. Há também anecessidade de realizar visitas a museus, mesmo que os virtuais, galerias, ateliês,ensaios de grupos de dança, peças teatrais, concertos e bandas musicais,apresentação de corais, espetáculos, observação dos costumes locais, daarquitetura local e outros, no intuito de proporcionar vivências significativas noensino de arte. 4. EXPECTATIVA DE APRENDIZAGEM DO ENSINO DE ARTE
  • 103. Reconhecer a arte como área de conhecimento autêntico e autônomo, respeitando o contexto sociocultural em que está inserida. Apreciar a arte nas suas diversas formas de manifestação, considerando-a elemento fundamental da estrutura da sociedade. Compreender a arte no processo histórico, como fundamento da memória cultural, importante na formação do cidadão, agente integrante e participativo nesses processos. Proporcionar vivências significativas em arte, para que o aluno possa realizar produções individuais e coletivas. Conhecer e saber utilizar os diferentes procedimentos de arte, desenvolvendo uma relação de autoconfiança com a produção artística pessoal, relacionando a própria produção com a de outros. Respeitar as diversas manifestações artísticas em suas múltiplas funções, identificando, relacionando e compreendendo a arte como fato histórico contextualizado nas diversas culturas. Conhecer, respeitar e poder observar as produções presentes no entorno, assim como as demais do patrimônio cultural e do universo natural, identificando a existência de diferenças nos padrões artísticos e estéticos de diferentes grupos culturais. Conhecer a área de abrangência profissional da arte, considerando as diferentes áreas de atuação e características de trabalho inerentes a cada uma. No Ensino Fundamental, de acordo com os PCN, o ensino de Arte deveorganizar-se de modo que os alunos sejam capazes de: Experimentar e explorar as possibilidades de cada expressão artística; Compreender e utilizar a arte como expressão, mantendo uma atitude de busca pessoal e/ou coletiva, articulando a percepção, a imaginação, a emoção, a investigação, a sensibilidade e a reflexão ao realizar e fruir produções artísticas; Experimentar e conhecer materiais, instrumentos e procedimentos artísticos diversos em arte (artes visuais, dança, música, teatro), de
  • 104. modo que os utilize nos trabalhos pessoais, identifique-os e interprete-os na apreciação e contextualize-os culturalmente; Construir uma relação de autoconfiança com a produção artística pessoal e conhecimento estético, respeitando a própria produção e a dos colegas, sabendo receber e elaborar críticas; Identificar, relacionar e compreender a arte como fato histórico contextualizado nas diversas culturas, conhecendo, respeitando e podendo observar as produções presentes no entorno, assim como as demais do patrimônio cultural e do universo natural, identificando a existência de diferenças nos padrões artísticos e estéticos de diferentes grupos culturais; Observar as relações entre a arte e a realidade, refletindo, investigando, indagando, com interesse e curiosidade, exercitando a discussão, a sensibilidade, argumentando e apreciando arte de modo sensível; Identificar, relacionar e compreender diferentes funções da arte, do trabalho e da produção dos artistas; Identificar, investigar e organizar informações sobre a arte, reconhecendo e compreendendo a variedade dos produtos artísticos e concepções estéticas presentes na história das diferentes culturas e etnias; Pesquisar e saber organizar informações sobre a arte, em contato com artistas, obras de arte, fontes de comunicação e informação. Desta forma, o ensino de Arte deve promover o desenvolvimento cognitivodo educando, facilitando o acesso às informações significativas e a familiarizaçãocom as diversas linguagens. 5- CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DOS CONTEÚDOS Tendo em conta os três eixos como articuladores do processo de ensino eaprendizagem, a seleção e a organização dos conteúdos gerais de Artes Visuais,Dança, Música e Teatro consideram os seguintes critérios: 1. A compreensão da arte como cultura e que está presente nas produções, manifestações locais e nas diversas linguagens artísticas;
  • 105. 2. A oportunidade ao aluno na aquisição do conhecimento, aliado à integração e a criatividade; 3. Possibilidade de releitura da obra de arte, entendendo o fazer artístico e a informação histórica; 4. Possibilidade de acesso e a estudo das informações visuais, musicais, cênicas e expressão corporal; 5. Ampliação do repertório cultural do aluno a partir dos conhecimentos estéticos, artístico e contextualizado. 6- O PROCESSO DE ENSINO – APRENDIZAGEM DA PROPOSTA ESTÁ ARTICULADA EM TRÊS EIXOS DE ATUAÇÃO CLASSIFICADOS EM: Eixo Temático I: Arte e natureza – Estabelece oportunidades para o aluno trabalhar nas diversas modalidades que envolvam a observação do mundo natural. Eixo Temático II: Arte e Sociedade – Permite a compreensão e a reflexão sobre o que está à sua volta, observando os aspectos cultural, econômico e histórico. Eixo Temático III: Arte e Tecnologia - Desenvolve a capacidade de leitura crítica, percebendo e interferindo na realidade através do contato com diferentes códigos que compõem cada linguagem artística. Tomando como referência os propósitos da escola nas séries iniciais doEnsino Fundamental, 1º ao 5° Ano, e as orientações pedagógicas contidas nestedocumento, a expectativa de aprendizagem é que os alunos nos três EixosTemáticos sejam capazes de: Expressar e saber comunicar-se em artes mantendo uma atitude de busca pessoal e/ou coletiva, articulando a percepção, a imaginação, a emoção, a sensibilidade e a reflexão ao realizar e fruir produções artísticas; Edificar uma relação de autoconfiança com a produção artística pessoal e conhecimento estético, respeitando a própria produção e a dos colegas, no
  • 106. percurso de criação que abrigam uma multiplicidade de procedimentos e soluções; Perceber o trabalho de artes como representação ou não da realidade; Identificar através da análise crítica os elementos e formas visuais na configuração do ambiente cotidiano; Reconhecer, diferenciar e saber utilizar com propriedade diversas técnicas de arte tendo a natureza como fonte inspiradora. Observar e analisar as formas visuais em diversos meios de comunicação: fotografia, cartaz, televisão, entre outros para perceber a transformação e as formas de expressão no campo artístico, possibilitando, ao aluno, uma reflexão crítica no processo de construção da imagem contemporânea. 7- OS TEMAS TRANSVERSAIS Os conteúdos da Arte pertencem a quatro Linguagens bem distintas –Artes Visuais, Dança, Música e Teatro – todas com características específicaspara o processo de aprendizagem em arte. Ressalta-se que os conteúdospoderão ser organizados de forma a desenvolver os conhecimentos adquiridosnas séries/anos e/ou convivência de mundo de modo a contemplar ascapacidades fundamentais no conceitual, no procedimental e no atitudinal. Nessa proposta de ensino, temas eleitos pela Rede Municipal de Ensinode Açailândia – Ética, Cidadania, Saúde, Meio Ambiente, Diversidade, PluralidadeCultural, Educação Sexual, são alguns que devem ser incorporados no cotidianoescolar mediante necessidade de cada comunidade. 8- ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS Na Lei de Diretrizes e Bases LDB 9394/96 e nos Parâmetros CurricularesNacionais enfatizam o ensino e a aprendizagem de conteúdos que colaborempara a formação do cidadão, propiciando ao aluno à aquisição de conhecimentosque lhe permitam situar a produção de arte como objeto sócio histórico,contextualizado nas culturas. Orientando a metodologia construtivista,fundamentada na Metodologia Triangular defendida pela arte educadora Ana MaeBarbosa, que sugere três eixos de trabalho: apreciação, contextualização e
  • 107. produção. Logo, a seleção e a organização de conteúdos de Arte foramestabelecidos critérios que, no conjunto, procuram promover a formação artísticae estética do aluno e a sua participação na sociedade. A Metodologia Triangular visa à construção do conhecimento em Arte,articulando a experimentação com a codificação e com a informação, pois são astrês ações que o ser exercita quando relaciona com essa área de conhecimento:o fazer arte, o ler obras de arte e o contextualizar arte. Os três eixos são articulados na prática, ao mesmo tempo em quemantêm seus espaços próprios. Os conteúdos poderão ser trabalhados emqualquer eixo, conforme decisão do professor, em conformidade com a propostacurricular de sua equipe e a adequação às atividades e aos projetos de trabalhodesenvolvidos. Produzir – Refere-se ao fazer artístico (como expressão, construção,representação) e ao conjunto de informações a ele relacionadas, quanto àatividade do aluno e ao desenvolvimento de seu percurso de criação. O ato deproduzir realiza-se por meio da experimentação e do uso adequado daslinguagens artísticas. Apreciar – Refere-se ao âmbito da recepção, incluindo percepção,decodificação, interpretação, fruição. A ação de apreciar abrange a produçãoartística do aluno e a de seus colegas, a produção histórico-social em suadiversidade, a identificação de qualidades estéticas e significados artísticos nocotidiano, nas mídias, na indústria cultural, nas práticas populares, no meioambiente. Contextualizar – Significa situar o conhecimento do aluno em relação aseu próprio trabalho artístico, ao dos colegas e da arte como produto social ehistórico, o que desvela a existência de múltiplas culturas e subjetividades. Ao trabalhar o componente curricular Arte, abordando esses três eixosaprendizagem artística envolverá, dessa forma, um conjunto de diferentes tiposde conhecimentos, que visam à criação de significações, exercitandofundamentalmente a constante possibilidade de transformação do ser humano.Além disso, encarar a arte como produção de significações que se transformamno tempo e no espaço permite contextualizar a época em que se vive na suarelação com as demais. Afinal, o processo de aprendizagem possibilita que todosos envolvidos construam signos internos, assimilando, construindo ecompreendendo valores e conceitos que serão aplicados em sua realidade.
  • 108. AVALIAÇÃO EM ARTE A avaliação em Arte é uma tarefa que requer do educador: eleição decritérios, reflexão, análise do conjunto das produções da classe e de cada alunoem seu processo, considerando, sobretudo, os aspectos afetivos e cognitivosimplicados nas situações de avaliação. Assim sendo, a avalição é um procedimento complexo, que requercuidados porque arte é uma área de conhecimento na qual os produtos do fazerartístico do aluno representam sua individualidade, sua cultura, suascompetências expressivas e construtivas. A avaliação tem muitas funções porque ao mesmo tempo em que servepara que o aluno se situe em suas aprendizagens e na sua relação enquantoaprendiz em seu grupo de classe, serve, simultaneamente, para que o professoravalie sua atuação didática. Se, por intermédio da avaliação, constata-se que muitos alunos nãoaprendem ou que as tarefas são poucas desafiadoras para a maioria dosestudantes, é necessário replanejar as atividades e as orientações. Nesse sentido, essa proposta visa à articulação entre os conteúdos,orientação metodológica e objetivos de aprendizagem. Dessa forma, é necessárioque a cada momento de avalição se consolide com uma situação deaprendizagem e traga realmente, desafios de aprendizagem dos alunos. Pensar no ensino contemplando os modos de aprendizagem em Arte erespeitando o espaço de expressão, na sala de aula, das característicasindividuais do educando, supõe que uma avaliação deve analisar os contextos deaprendizagem gerados pelo ensino significativo sucessivo das crianças, partindodo princípio de que o conjunto de saberes que cada aluno traz consigo influi emsua aprendizagem e também na avaliação, porque o aluno parte do que sabepara avançar nos conhecimentos da área. É importante que o professor possa acompanhar o que cada aluno saberealizando observações e registros desses avanços. Avaliar avanços significasaber situar às aprendizagens dos alunos. Desse modo, é necessário avaliar a
  • 109. aprendizagem progressiva dos educandos, a associação com os conhecimentosprévios e características pessoais dos estudantes que influenciam naselaborações individuais dos alunos, atribuindo sentidos aos conteúdosconceituais, procedimentais e atitudinais. Portanto, os alunos avaliados dessa forma aprendem que a escola é umasituação de estudo compartilhada e de cooperação, e inclusive, que osestudantes podem apresentar distintos níveis de aprendizagem em uma mesmasérie/ano sem marcas pejorativas de classificação ou diminuição da autoestima,significando apenas que se pode avançar mais e mais. Logo, a perspectiva deavalição é emancipadora. CRITÉRIOS PARA AVALIAR EM ARTE Professor, procure sempre que possível analisar conjuntos de trabalhosdos alunos, isto favorece que cada aluno visualize sua produção em percurso decriação individual, sem se prender a um ou outro trabalho onde pode ter tidoresultados que não gostou. Procure incentivar falas sobre a própria produção e socialização dessasentre todos da sala de aula. Os juízos estéticos de bonito e feio não devem ter pertinência, o professordeve destacar a adequação técnica e a força expressiva ou construtiva dostrabalhos desenvolvidos com os alunos. É bom que se tenha espaço para leiturade trabalhos coletivos e individuais, avaliando dessa forma o individual e ocoletivo. As estratégias de avaliação em Arte podem ser as mais variadas e deverãoser selecionadas pelo professor, dependendo de sua disponibilidade e dainfraestrutura física que a escola oferece. Listamos abaixo, para efeito de exemplo, algumas estratégias, que devem,preferencialmente, ser utilizadas em conjunto. Pasta/portfólio - Cada aluno terá sua pasta individual, onde colocará sua produção e todo o material que considerar interessante como referência para futuras produções ou estudos. O professor tem acesso fácil, assim, ao produto do desenvolvimento de suas aulas.
  • 110. O portfólio permite, ainda, que o professor tenha um registro constante doprocesso de aprendizagem do aluno, pois nele ficam praticamente todos osmateriais que lhe proporcionem interesse e que tenham sido resultado do trabalhoem Arte. Diário de bordo - Caderno de anotações, gravador ou câmera no qual o aluno registra acontecimentos, seus pensamentos, seus sentimentos, o que aprendeu, suas facilidades, dificuldades etc. No diário de bordo, o professor verificará todo o caminho que o alunopercorreu para realização de determinadas atividades, seus sentimentos, suasemoções individuais. Isso oferece respaldo significativo para a aprendizagem epara o professor, que pode ter uma atitude reflexiva em relação ao própriotrabalho. Autoavaliação - Pode ser oral ou escrita, individual ou em grupo, em que o aluno relata o que aprendeu, seu comportamento e suas atitudes em relação às aulas de Arte. É fundamental, pois o professor poderá verificar se tanto seu trabalhoquanto o do aluno estão se concretizando, fazendo com que interajam noprocesso de construção e de ampliação do próprio conhecimento em Arte, bemcomo lidar com o socioemocional. Entrevista - Pode ser feita pelo professor ao longo do ano. Deve ser preferencialmente gravada, podendo ser também registradas as observações dos alunos durante o período. Através da entrevista, professor e aluno estarão obtendo informações sobre o andamento do processo educativo em Arte. É importante para que o aluno resgate ideias que não foram registradas deoutra maneira ou que se perderam. Potencialmente, propicia que, ao longo dotempo, professor e aluno possam ter uma visão mais integral dos processos decriação e de construção de conhecimento. Aferições conceituais e de termos técnicos - São questionários e testes que, aplicados de tempos em tempos, contribuem para a
  • 111. avaliação do domínio do vocabulário próprio de referência técnica e conceitual da Arte. O conhecimento e a expressão em Arte supõem o domínio de conceitos etermos técnicos na área. Para saber Arte, o aluno deve incorporar em seuvocabulário alguns termos específicos, bem como saber inter-relacioná-los. Aaferição desse vocabulário propiciará meios para que ele possa tanto pensarcomo fazer e apreciar Arte. A avaliação formativa deve ser constante no processo educacional. Ao serescolhida como o método de avaliação em Arte, deixa-se claro que ela deverá serutilizada de forma coerente e estruturada, de modo que se tenha um ensino deArte comprometido com a construção de conhecimento e o envolvimento comsentimentos e emoções, com a possibilidade de expressão individual e coletiva.
  • 112. CONTEÚDOS DE NÚCLEO COMUM EM ARTE PARA O 1º E 2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL ARTES VISUAISEXPECTATIVA DE APRENDIZAGEM CONTEÚDOS CONReconhecer a função expressiva dos EIXO TEMÁTICO: A ARTE NA Para o alcaelementos da linguagem visual que NATUREZA sugere-se quecompõem a natureza. eixos norteado A cor na natureza Artes (produzir,Representar através da linguagem Formas na natureza (ponto e linha).verbal e visual elementos da natureza. - O desenho representando a Apreciação: natureza.Perceber a importância da luz na - Desenho de livre expressão. Apreciação dacomposição visual. - Desenho de memória. formas e cores - Desenho de observação.Conhecer as características dos Exploração doprincipais artistas que utilizam (ram) a Pintura na natureza compõem a natnatureza como fonte de inspiração: - Artistas que pintam a natureza.Claude Monet, Auguste Renoir, Edgar - Monocromia. Apresentação (Degas, Seurat, Eliseu Visconti , Vicent natureza na PréVan Gogh,Cézanne, Pieter Bruegel, As várias texturas naFernando Botero, Tarsila do Amaral, natureza Apreciação deHenry Matise, (outros). As paisagens traduzidas na que representamEstabelecer e valorizar a relação do natureza Exploração de dser e a sua integração com o mundo Os grandes artistas e a existentes na naem que vive. textura. Eu e o mundo - Eu e o outro Contextualizaç - Eu e a natureza - Eu sou uma obra de arte: Uso dos elem autorretrato forma...) com pensamento es Relacionar os r como forma de Reflexão acerc arte produzida obras dos artist natureza.
  • 113. ARTES VISUAIS, DANÇA, MÚSICA E TEATROPerceber a importância da luz na composição visual. EIXO TEMÁTICO: A ARTE NA Pesquisa sobre os elem NATUREZA natureza.Compreender a importância do conviver consigomesmo, com o grupo e com o espaço em que vive.  Formas do corpo: cor, Análise do mundo em movimento e sons. valorização do espaDescobrir possibilidades corporais por meio de formas. MÚSICA convivência em comun  Leitura e Representação do Apreciação de músicaReconhecer diferentes movimentos que contribuem Som no Tempo e no Espaço e mundial.para a preparação do corpo para as atividades físicas. - som Apreciação de mú - silêncio brasileira e mundial. - ruído (poluição sonora) - fontes sonoras: naturais e culturais Produção: - movimentos sonoros: localização, direção e Descobrimento e re distância. compõem a natureza (p - qualidades sonoras: através de desenh duração: som longo, som composições artísticas curto; - intensidade: som fraco, Representação da natu som forte; memória, dirigido e obs - a textura do som – sons dos objetos, vozes, Pesquisa e representa - sons naturais, sons contidas no campo visu culturais; - ritmo: orgânico (natural) e Produção de trabalho cultural (provocado); técnicas (cor, movime - andamentos rítmicos: interação do ser e o am rápido, médio, lento. - Cantando. TEATRO E DANÇA - Percutindo.  Eu e meu grupo: formas de - Dançando. expressão. - Sonorizando situ - Desenvolvimento da representações gráfica funcionalidade. - Improvisando - Contar histórias. - Reproduzindo estrutu - Aproximação para se rítmico e melódico) trabalhar as linguagens - Declamando teatrais: uso do espaço - Produzindo e repro (transformação do espaço qualidade diferentes, cotidiano em espaço teatral); andamentos rítmicos e - o corpo e o gesto e a voz. - narrativa; - jogos de atenção e observação.Conhecer e identificar as características do EIXO TEMÁTICO: ARTE E Aplicação de diferente
  • 114. abstracionismo. SOCIEDADE volume nos desenhos eDiferenciar características da arte figurativa e a arte  Figura humana Promoção de atividadabstrata. - O figurativo e o abstrato. corporal e a imagina  Os artistas que representam promovendo a socializConhecer e valorizar artistas e os elementos da a sociedade. o contexto em que vivecultura municipal, estadual, brasileira e estrangeira. - O folclore e a cultura popularSólon Alves Mendonça, Peiter Bruegel, Mestre na arte.Vitalino, Fernando Botero, Flávio Carvalho, Manuel  Grandes artistas da culturaEudácio, Dileusa Dinis Rodrigues, Mestre Vitalino, popular.Augusto Renoir...  Arte Indígena.  Arte Afrodescendente.  OS ARTISTAS LOCAIS DEVERÃO SER TRABALHADOS DE ACORDO COM A TEMÁTICA DO ANO/SÉRIE E MATURIDADE DOS ALUNOS.  OS ARTISTAS MENCIONADOS SÃO APENAS UMA SUGESTÃO, PODENDO O PROFESSOR AMPLIAR/SUBSTITUIR A RELAÇÃO DE ARTISTAS. CONTEÚDOS DE NÚCLEO COMUM EM ARTE PARA O 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL ARTES VISUAIS Reconhecer e valorizar os elementos que Para o alcance dessas compõem a natureza como parte integrante do EIXO TEMÁTICO: A que o professor trabalhe ser humano. ARTE E SOCIEDADE da aprendizagem em A contextualizar): Conhecer a importância do efeito de sombra e  Cor, natureza e luz no desenho e na pintura. sociedade Apreciação: - Luz e sombra. Utilizar os efeitos da cor para representação - Policromia. Apreciação da natureza, do real e do pictórico. - O real e o cores existentes. pictórico. Potencializar a capacidade criadora e  Figura humana Exploração dos diversos imaginativa ao utilizar efeitos luz e sombra. - Diferentes a sociedade e a naturez Conhecer e identificar os elementos da maneiras de composição plástica. representar a Apresentação (noção figura humana. natureza na Pré-história Conhecer e identificar as características  Princípios da fundamentais da policromia utilizando-a com composição Apreciação de obras d precisão ao criar e produzir desenhos. plástica: representam (ram) a nat - Espaço Representar e identificar formas - Proporção Exploração de imagen bidimensionais e tridimensionais. - Movimento sombra na representaç - Bidimensão físicos. Compreender a importância do conviver - Tridimensão consigo mesmo, com o grupo e com o espaço Promoção de ativida em que vive.  Eu e o mundo expressão corporal e a - Autorretrato inusitados, promovendo Descobrir possibilidades corporais por meio de - Eu e o outro o outro e com o contexto
  • 115. formas. - Meu grupo - Eu, a natureza Contextualização:Reconhecer diferentes movimentos que e a sociedade.contribuem para a preparação do corpo para Uso dos elementos daas atividades físicas. como meio de expressã comunicação. Relacionar os registros forma de expressão verb Reflexão acerca das d produzidas a partir de artistas que represent sociedade. Apreciação de obras de (ram) diferentes formas Conhecimento dos pr plástica (espaço, bidimensional e tridimen Oportunizar a apreciaçã através de DVD, TV, víd Estímulo de análise desenvolvidas em sala d Identificação de possibi não teatrais, em imagen composições sonoras.
  • 116. Identificar e valorizar EIXO TEMÁTICO: A ARTE Análise de trabalhosas manifestações E SOCIEDADE visuais que utilizamculturais como  Folclore: diversas técnicas (cor,identidade de uma Manifestação movimento, sons...),nação. cultural. representando a  Os artistas que interação do ser e oConhecer e valorizar representam a ambiente em que vive.artistas e os elementos sociedade. Pesquisa sobre asda cultura municipal,  Grandes artistas da influências eestadual, brasileira e cultura popular. manifestações culturaisestrangeira.  Arte Indígena. existentes na  Arte região/localidade em Sólon Alves Afrodescendente. que vive. Mendonça, Peiter MÚSICA Produção: Bruegel, Mestre - Som / Silêncio Descobrimento e Vitalino, Fernando - Ruído (poluição registro dos elementos Boterno, Flávio sonora) que compõem a Carvalho, Manuel - Fontes Sonoras: natureza (luz, sombra,Eudácio, Dileusa Dinis localização, direção, policromia) no meio Rodrigues, Fernando distância. ambiente através de Botero, Mestre - Qualidades desenho, objetivando Vitalino, Augusto Sonoras: duração, desenvolver Renoir... intensidade, altura e composições artísticas. timbre. Representação a - Duração: longo, natureza e sociedade médio e fraco. através do desenho: - Altura: grave, livre, memória, dirigido e médio e agudo. observação. - Timbre: textura dos Pesquisa e sons naturais representação gráfica orgânicos e dos elementos da provocados, de sons composição plástica culturais, de objetos. contidas no campo - Voz: timbre, altura, visual.
  • 117. respiração, dicção. - Produção de trabalhos - Andamentos visuais utilizando rítmicos: rápido, diversas técnicas (cor, médio e lento. movimento, sons...), TEATRO / DANÇA representando a - Jogo Teatral interação do ser e o (aspectos lúdicos e ambiente em que vive. estruturas - Releituras de Obras de narrativas). Arte referentes aos - Estruturação de artistas da cultura grupo (noção do local/regional. papel do aluno na - Representação de tarefa grupal). histórias a partir de - Uso do espaço. narrativas do próprio - Construção do grupo. espaço da ficção. - Utilização de objetos - Gestualidade. cotidianos. - Narrativa. - Utilização do corpo e - Voz. da voz. - Jogos de atenção - Manipulação e e observação. animação de objetos - Movimento. (diversos tipos de - Ritmo. bonecos e reutilização - Equilíbrio. de sucata). - Força. - Trabalhar as noções do corpo no espaço criando potencial teatral e musical. OS ARTISTAS LOCAIS DEVERÃO SER TRABALHADOS DE ACORDO COM A TEMÁTICA DO ANO/SÉRIE E MATURIDADE DOS ALUNOS. OS ARTISTAS MENCIONADOS SÃO APENAS UMA SUGESTÃO, PODENDO O PROFESSOR AMPLIAR/SUBSTITUIR A RELAÇÃO DE ARTISTAS. CONTEÚDOS DE NÚCLEO COMUM EM ARTE PARA O 4º E 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
  • 118. XPECTATIVA DE APRENDIZAGEM CONTEÚDOS CONDIÇÃO DIDÁTICA ARTES VISUAISconhecer a função expressiva da EIXO TEMÁTICO: ARTE E Para o alcance dessas capacidadnologia na arte TECNOLOGIA sugere-se que o professor trabalhe osderna/contemporânea. eixos norteadores da aprendizagem  Tecnologia e cor – o Artes (produzir, apreciar e contextualizantificar os efeitos da cor na pintura uso da tecnologia nambra, luz...). transformação das Apreciação: cores. ceber a sinestesia que a cor desperta - Os efeitos da cor na Reconhecimento da importância pinturas. pintura. recursos tecnológicos na composição - Emoção e sensação. arte moderna/contemporânea. , apreciar e criticar as formas visuais - Colagem. udiovisuais feitas em sala de aula e - A fotografia. Exploração dos recursos tecnológicos presentes nos produtos culturais que - A fotografia e a produtos culturais que formammam o imaginário social brasileiro, pintura. imaginário social: propaganda, fotogra meios de comunicação e nas - A propaganda. publicidade, teatro, dança e música. gens de propaganda e publicidade. - O espaço. - O material reciclado. Apreciação de Obras de Artempreender e utilizar a cor para - A instalação. contemplem elementos tecnológicos. resentar graficamente os efeitos e - A performance. Oportunizar a apreciação de espetácu sações das cores nos textos visuais. - A composição. teatrais através de DVD, TV, vídeo... - O mosaico. Estímulo de análise crítica das ativida encializar a capacidade criadora e - O Tangran desenvolvidas em sala de aula. ginativa ao utilizar os meios - O vitral. Identificação de possibilidades cênicasnológicos na produção, instalação,  Os artistas e as novas textos não teatrais, em imagens visuaiformance, composição nas tecnologias. em composições sonoras. duções artísticas. - A Arte Pop. - A Arte Nouveau. Contextualização:nhecer as características e os  Folclore: Manifestação Utilizar a tecnologia como ferramenta cipais artistas da Arte Pop e Arte cultural. produção artística.uveau.  Grandes artistas da on Alves Mendonça, Peiter Bruegel, cultura popular. Reflexão da influência tecnológicastre Vitalino, Fernando Boterno, transformação da sociedvio Carvalho, Manuel Eudácio, contemporânea.eusa Dinis Rodrigues, Fernando ero, Mestre Vitalino, Augusto Renoir, Pesquisa dos diferentes recurnry Matise,Gustave Caillebote’s, tecnológicos para criação de obras de a vador Dali, Miguel Aguirre (outros). (música, teatro, dança e artes visuais). Produção: Elaboração de pesquisas identificando principais recursos tecnológicos do mu contemporâneo.
  • 119. Produção de trabalhos artísticos utiliza os recursos tecnológicos como suporte. Produção de exercícios vocais envolvam projeção, nuances e entonaçãReconhecer e EIXO TEMÁTICO: A Uso dos recursosvalorizar os ARTE E TECNOLOGIA tecnológicos na produção,elementos que instalação, performance,compõem a  Formas do corpo: composição nas produçõesnatureza e a cor, movimento e artísticas.tecnologia como sons. Releituras de Obras de Arteparte integrante do  Eu, a tecnologia e referentes aos artistasser humano. a sociedade. modernos/contemporâneosConhecer a - Eu e o mundo da cultura local/regional.
  • 120. importância do - Autorretrato Pesquisa sobre som, timbre,efeito da cor, - Eu e o outro instrumentos de sopro, cordamovimento e som - Meu grupo e percussão.nas expressões  Arte indígena. Promoção de oficinas paracorporais.  Arte criar instrumentos musicaisUtilizar a tecnologia Afrodescendente. com material alternativo.para produção de Exploração de jogos teatrais,efeitos na MÚSICA através da exploração doslinguagem visual. - Som sentidos (visão, paladar,Potencializar a - Silêncio olfato, tato).capacidade criadora - Ruído (poluição Utilização de exercícios dee imaginativa ao sonora) imaginação, jogos eutilizar os recursos - Fontes Sonoras: brincadeiras diversas.tecnológicos como localização, direção, Estabelecimento de relaçãoferramenta de distância. entre o real e o fictício.aprendizagem. - Qualidades Propor atividades diversasCompreender a Sonoras: duração, que explorem a expressãoimportância do intensidade, altura e corporal e a imaginação emconviver consigo timbre. espaços inusitados.mesmo, com o - Duração: longo,grupo e com o médio e fraco. Promover atividades deespaço em que - Altura: grave, médio criação de narrativasvive. e agudo. individuais/coletivas paraDescobrir - Timbre: textura dos depois encenar.possibilidades sons naturaiscorporais por meio orgânicos e Pesquisa sobre a influênciade formas. provocados, de sons étnico-racial na dança,Reconhecer culturais, de objetos. música e teatro brasileiros.diferentes - Voz: timbre, altura,movimentos que respiração, dicção.contribuem para a - Andamentospreparação do rítmicos: rápido,corpo para as médio e lento.
  • 121. atividades físicas. - Instrumentos deIdentificar e percussão: de sonsvalorizar as determinados e demanifestações sons indeterminados.culturais como - Instrumentos deidentidade de uma cordas: friccionadas,nação. dedilhadas e de teclado. - Instrumentos deConhecer e sopro: mecânico evalorizar artistas e humano.os elementos da - Instrumentoscultura municipal, elétricos.estadual, brasileira - Música: vocal,e estrangeira. instrumental e mista. - Gêneros musicais: popular, folclórico e erudito. TEATRO / DANÇA - Jogo Teatral (aspectos lúdicos e estruturas narrativas) - Estruturação de grupo (noção do papel do aluno na tarefa grupal) - Uso do espaço - construção do espaço da ficção. - Jogos de atenção e observação. - Introdução da ideia de personagem.
  • 122. - Corpo, gesto e voz. - Função da personagem nas cenas. - O ato de contar histórias através do teatro, a partir da conjugação das linguagens gestual, sonora (verbal ou visual) e espacial. - Danças Folclóricas maranhenses e locais: Quadrilhas, Cacuriá, Lelê, Tambor de Crioula, entre outras.  OS ARTISTAS LOCAIS DEVERÃO SER TRABALHADOS DE ACORDO COM A TEMÁTICA DO ANO/SÉRIE E MATURIDADE DOS ALUNOS.  OS ARTISTAS MENCIONADOS SÃO APENAS UMA SUGESTÃO, PODENDO O PROFESSOR AMPLIAR/SUBSTITUIR A RELAÇÃO DE ARTISTAS.ALGUNS ARTISTAS DE AÇAILÂNDIAARTES VISUAISFabiana Santos (Pintura)Técnica: acrílico sobre tela, pintura com lápis de cor, colagem, técnica mista. Em alguns deseus trabalhos a pintura e o artesanato se complementam.Estilo e temáticas: Figurativo, figurativo abstrato, abstrato, figurativo geométrico, paisagens,naturezas-mortas, flores, cotidiano da região em que vive, figura humana, casarios, marinhasetc.Morais Filho (Pintura)Técnica: óleo sobre tela, acrílico sobre tela, técnica mistaEstilo e temáticas: Figurativo, figurativo abstrato, abstrato, figurativo geométrico, paisagens,naturezas-mortas, flores, cotidiano da região em que vive, figura humana, casarios, marinhasetc.Kássia Vieira (Pintura)Técnica: óleo sobre tela, técnica mista
  • 123. Estilo e temáticas: Abstrato geométricoEdimar Nardaci (escultura)Temática: Arte SacraARTES CÊNICASXico Cruz: teatro experimentalGrupo Cordão de teatro: teatro experimentalGrupo de teatro Centro da ArteDANÇAMarcelo Grangeiro: coreógrafo e dançarino (dança de salão)Grupo de dança Dançarte: dança afro entre outrasGrupo de dança Afixirê: dança afroGrupo de dança Afrojás: Dança Afro entre outrasGrupo de Quadrilha Flor de MandacaruGrupo de Quadrilha Canários do ReinoGrupo de Quadrilha Matutos da SerraGrupo de Quadrilha Flor de LaranjeiraMÚSICAChico do Gervásio: seresta e MPBBanda GL: ForróJames: sertanejoMoacir FernandesSUGESTÃO DE INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃOFICHA DE AUTOAVALIAÇÃO DO ALUNONOME: _________________________________________________________ QUESITOS SIM NÃO ÀS COMENTÁRIOS VEZES Participo das aulas falando ou escrevendo sobre minhas ideias. Participo dos trabalhos em grupo. Faço as atividades práticas de arte propostas. Pergunto ao professor para compreender melhor. Peço ajuda ao professor e aos colegas nos trabalhos práticos, se necessário. Ajudo colegas quando solicitado. Sou organizado e cuidadoso com materiais de arte.
  • 124. Neste bimestre aprendi: ____________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ O que mais gostei de aprender foi: ___________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ SUGESTÃO DE FICHA DE AVALIAÇÃO PARA O PROFESSOR PROFESSOR:___________________________________________________ ALUNO: ________________________________________________________FAZER ARTE SIM NÃO ÀS VEZESDomínio do plano expressivo (procedimentos)Domínio do plano construtivo (procedimental)Organizado no trabalho em trabalho em etapas (procedimental)Tolera frustações e embates técnicos (atitudinal)Concentra-se ao trabalharÉ autoconfiante em relação aos próprios trabalhosTrabalha em cooperação com colegas (procedimental)VER ARTEObserva as imagens ou obras apresentadas pelo professor(procedimental e conceitual)Observa e comenta trabalhos dos colegas (procedimental e conceitual)Realiza leitura dos próprios trabalhos (procedimental e conceitual)
  • 125. Fala sobre imagens e obras estudadas (procedimental e conceitual)Relaciona imagem ou obra estudada com outros temas (procedimental econceitual)Relaciona imagem ou obra estudada com outras (procedimental econceitual)Observa atentamente trabalhos de arte (procedimental e conceitual)CONHECER ARTEFaz perguntas e manifesta interesse com domínio de conteúdos jáensinados (conceitual)Expressa ideias sobre arte respeitando a diversidade das culturas(atitudinal)Participa das atividades em grupo (procedimental)Realiza as tarefas reflexivas, fazendo arte ou por escrito (conceitual)Manifesta opinião crítica sobre obras em estudo (conceitual)Interage respeitando as ideias dos colegas sobre arte (conceitual eatitudinal)Interage com falas do professor sobre arte (conceitual) Comentários do professor sobre o bimestre: ________________________________________ ____________________________________________________________________________