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Patologia Geral: Aula 02 - Terminologia Básica

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Transcript

  • 1. PATOLOGIA GERAL VETERINÁRIA
    Profa. Josiane Bonel-Raposo
    2009/2
    jbonel-raposo@hotmail.com
    www.josie-gepac.blogspot.com
  • 2. PATOLOGIA GERAL VETERINÁRIA
    Introdução
    Terminologia Básica
    Revisão Biologia Celular
    Mecanismos de agressão celular
    Adaptação
    Acúmulos intra e extra-celulares
    Necrose
    Calcificações
    Distúrbios Circulatórios
    Inflamação
    Distúrbios do Crescimento Celular
    Neoplasias
    PATOLOGIA GERAL - 2009
  • 3. TERMINOLOGIA BÁSICA EM PATOLOGIA
    PATOLOGIA GERAL - 2009
  • 4. Terminologia Básica
    Patologia é estudo de doenças.
    Que é doença? (Patologia)
    Alteração na forma ou função independente de sinais clínicos aparentes ou não.
    Que é etiologia?
    E patogenia?
    Que são sinais clínicos?
    Que é lesão?
    Alteração morfológica e funcional do tecido ou órgão que ocorre na doença.
    PATOLOGIA GERAL - 2009
  • 5. Terminologia Básica
    Diagnóstico - é a determinação da doença, pode ter uma classificação geral como:
    Diagnóstico morfológico:quando descrevemos a lesão. Ex: enterite catarral e enterite granulomatosa.
    Diagnóstico etiológico:quando é citado a causa da doença (agente). Ex: Escherichia coli, Mycobacteriumparatuberculosis.
    Diagnóstico definitivo:quando se determina a lesão e o agente causador. Ex: colibacilose e doença de johne (paratuberculose).
    PATOLOGIA GERAL - 2009
  • 6. Terminologia Básica
    Prognóstico - É o provável desfecho da doença (saber o que provavelmente ocorrerá com o animal ou restante do lote).
    Biópsia - É a retirada de um fragmento de tecido de um animal vivo para exame microscópico. Ex: biópsia de fígado.
    Qual importância do Clínico conhecer alguns termos básicos ?
    PATOLOGIA GERAL - 2009
  • 7. Patologia
    PATOLOGIA GERAL - 2009
    Microscópionão é uma "Bola de Cristal"
    e
    Patologistanão é nenhum "mago".
  • 8. Como trabalha o Patologista?
    PATOLOGIA GERAL - 2009
    • Técnica de necropsia + olhos treinados e atentos.
    • 9. Microscópio óptico + lâminas de tecidos lesados + olhos treinados e atentos.
    O importante não é olhar simplesmente, mas sim enxergar!
  • 10. Como trabalha o Patologista?
    PATOLOGIA GERAL - 2009
    Recebimento do material a ser avaliado
    Coleta dos dados referentes ao material
    Necropsia e/ou avaliação macroscópica do material e sua descrição
    Se necropsia fazer uso da Técnica de necropsia
    Fixação do material
    Clivagem
    Processamento no Laboratório de Histotecnia
    Material processado (Lâminas) encaminhadas ao Patologista
    Avaliação microscópica e diagnóstico do patologista
    Encaminhamento do Laudo ao Clinico ou proprietário
  • 11. Coleta e Encaminhamento de Material
    Cadáver:
    O mais rápido possível,
    resfriado quando possível,
    evitando o congelamento da carcaça se possível
    Fixador:
    Em formol a 10%, para biopsia de animais vivos ou coleta “post-mortem”,
    Em caso de sinais clínicos nervosos, deve ser enviado o cérebro inteiro e refrigerado (ou a cabeça do animal)
    Em caso de necropsia de grandes animais, chame uma equipe do Laboratório para se deslocar até a propriedade.
  • 12. Coleta e Encaminhamento de Material
    • Líquido fixador
    • 13. Incisões sem esmagar o tecido
    • 14. Fragmento de no mínimo 0,3cm de espessura
    • 15. Superfície de corte deve conter parte da lesão e outra de tecido normal
    • 16. Recipientes adequados
    • 17. Identificação de cada material
  • Coleta em Recipientes Adequados
    Formalina 10%
  • 18. Coleta em Recipientes Adequados
    Formol a 10% tamponado
  • 19. Coleta dos Dados do Material Encaminhado
  • 20. Fixação do Material Recebido ou Coletado na Necropsia
    Formalina 10%
  • 21. Avaliação Macroscópica do Material e/ou Necropsia
    • Observar as características morfológicas do material encaminhado:
    • 22. Peças de frigoríficos
    • 23. Órgãos ou fragmentos destes
    • 24. Biopsias
    • 25. Cadáveres – Necropsia (Técnica)
    • 26. Swabs e/ou secreções
    • 27. Alguns materiais recebem diferentes encaminhamentos
  • PATOLOGIA GERAL - 2009
    PLANOS DE CORTE
    Junqueira e Carneiro, 2004
  • 28. PATOLOGIA GERAL - 2009
    PLANOS DE CORTE
  • 29. Clivagem e Encaminhamento ao Processamento das Amostras
    • Avaliação macroscópica da amostra
  • Clivagem e Encaminhamento ao Processamento das Amostras
    • Avaliação das margens cirúrgicas
  • Clivagem e Encaminhamento ao Processamento das Amostras
  • 30.
  • 31. Processamento das Amostras no Laboratório de Histotecnia
    • DESIDRATAÇÃO – substitui a água ou fixador por solvente não polar para incluir em parafina ou resina
  • Processamento das Amostras no Laboratório de Histotecnia
    • INCLUSÃO – processo pelo qual a parafina embebe os tecidos, ocupando todos os espaços que in vivo havia água e solidifica o material em um bloco semi-rígido de parafina, no qual podem ser tiradas fatias delgadas de 3 a 5 µm.
  • Processamento das Amostras no Laboratório de Histotecnia
    • MICROTOMIA – fita com cortes agrupados que se põe a distender flutuando em água quente e da qual os cortes são individualizados por meio de pinça e recolhidos sobre lâminas de vidro.
  • Processamento das Amostras no Laboratório de Histotecnia
    • MICRÓTOMO e BANHO-MARIA
  • Processamento das Amostras no Laboratório de Histotecnia
    • LÂMINAS COM CORTES VÃO PARA ESTUFA
    • 32. COLORAÇÃO
    • 33. MONTAGEM DA LÂMINA E LAMINULA
    • 34. LÂMINAS ENCAMINHADAS AO PATOLOGISTA PARA AVALIAÇÃO MICROSCÓPICA
  • Avaliação Histopatológica do Material
    O Patologista faz suas observações através do Microscópio de Luz.
    Arquitetura tecidual
    Organização e integridade celulares
    Morfologia normal
    Variações morfológicas
  • 35. Limitações na Avaliação Histopatológica
    PATOLOGIA GERAL - 2009
    • Problemas na colheita e processamento do material
    • 36. Presença de lesões ainda pouco expressivas ou sub-celulares.
    • 37. Técnicas mais sofisticadas para atender a necessidade de diagnósticos.
  • 38. Microscópio óptico
    PATOLOGIA GERAL - 2009
  • 39. PATOLOGIA GERAL - 2009
    MEDIDAS
    1m= 103 mm
    = 106µm
    = 109 nm
    Alberts et al. 1999
  • 40. Microscópio Eletrônico de Transmissão (MET)
    PATOLOGIA GERAL - 2009
  • 41. PATOLOGIA GERAL - 2009
    MICROSCÓPIO ELETRÔNICO DE TRANSMISSÃO
    Junqueira e Carneiro, 2004
  • 42. PATOLOGIA GERAL - 2009
    MICROSCÓPIO ELETRÔNICO
    Junqueira e Carneiro, 2004
  • 43. Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV)
    PATOLOGIA GERAL - 2009
  • 44. PATOLOGIA GERAL - 2009
    MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE VARREDURA
  • 45. Obrigado por hoje é só!!!!
    PATOLOGIA GERAL - 2009