mews - o telémovel como novo meio de produção e difusão de notícias
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mews - o telémovel como novo meio de produção e difusão de notícias

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Culturas de Convergência nos Media. Doutoramento em Informação e Comunicação em Plataformas Digitais. Universidade do Porto e Universidade de Aveiro.

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  • Fonte: International Telecommunication Union “ A venda de telemóveis com máquina fotográfica já superou a produção de máquinas fotográficas em toda a história” – António Fidalgo, 1.º Encontro da Montanha – Jornalismo Móvel Comunicação: próprias operadoras Entretenimento: rigtones, wallpapers, jogos… passatempos em que tem de se ligar ou enviar sms (tv, jornais e revistas) Moda: roupa ou acessórios que já incluem bolsa para telemóvel Cultura: agenda de espectáculos, reserva de bilhetes, espectadores que usam e disponibilizam conteúdos na web (primeiro que os média) Desporto: golos em directo (sapo) Automóvel: veículos equipados de fábrica para interacção com dispositivos móveis Média: portais mobile para acesso a notícias Marketing: operadoras e outras marcas que promovem os seus produtos via SMS
  • “ A Tecnologia não determina a sociedade: incorpora-a. Mas nem a sociedade determina a inovação tecnológica: usa-a.” (Castells, 2002)
  • Fontes para Portugal: Associação Portuguesa de Controlo de Tiragem, Obercom e Marktest
  • intereactividade, hipertextualidade, multimedialidade, instantaneidade, ubiquidade, memória, personalização e criatividade (Zamith, 2008)
  • “ Nuevo’ nuevo media” é como o docente e investigador catalão Carlos Scolari designa o telemóvel, como nova plataforma para a prática do jornalismo.
  • “ Na Catalunha não se está a fazer nada nesta área [conteúdos para telemóveis]” - Josep Micó, professor na Universitat Ramón LLul (Espanha) e membro do Digilab – Laboratori de Periodisme Digital de Catalunya. Público envia até 5 SMS/dia Fenómeno de shovelwhare
  • Ignorar a audiência? Estudos de Zamith (2008), Bastos (2009) e Jerónimo (2009), revelam pouca atenção dos média e dos jornalistas à audiência digital
  • Exemplo: Concerto de Muse (30 de Novembro, Pavilhão Atlântico, Lisboa). Cerca de 1h após o concerto já havia vídeos no YouTube. O meio mais rápido para a difusão, mesmo para a televisão, é a web. Porém, demoram mais tempo. Enquanto decorria o concerto, havia trocas de SMS, tweets de quem estava no concerto e quem estava de fora.
  • Média de massas, pouco atenta às mudanças de paradigma, em que as audiências se segmentam (comunicação bidirecional) e sabem mais.

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  • mews - o telémovel como novo meio de produção e difusão de notícias mews o telemóvel e as notícias numa cultura de convergência Pedro Jerónimo ICPD (PhD) | U. Porto + U. Aveiro Novembro de 2009 Foto de Luc Legay, licenciada (Creative Commons), em http://flickr.com/photos/luc/
  • “ Passamos mais tempo consumindo mídias no mundo ocidental do que fazendo qualquer outra coisa (até dormir)” “ Passamos mais tempo consumindo mídias no mundo ocidental do que fazendo qualquer outra coisa (até dormir)” (Farias Yakob in Jenkins, 2009)
  • anytime, anywhere anytime, anywhere Foto Nokia
  • dados estatísticos
    • Telemóveis são a tecnologia com a penetração mais rápida da história (2000: 1 > 50; 2008: 1 > 3)
    • Banda larga móvel ultrapassa a fixa em 2008
    • 4,6 mil milhões de subscritores em 2009
    • Conectividade e a mobilidade
    • Presença em vários sectores da sociedade (comunicação, entretenimento, moda, cultura, desporto, automóvel, média…)
  • dados estatísticos Uma década de Tecnologias da Informação e Comunicação (Fonte: ITU) Crescimento da banda larga móvel (Fonte: ITU)
  • que transformações nos média, na imprensa? que “nova” relação com as audiências? Que transformações nos média, na imprensa? Que “nova” relação com as audiências?
  • from ink to pixel from ink to pixel
  • dados estatísticos Fonte: The Pew Research Center for the People & the Press 2008
  • dados estatísticos
    • Em Portugal a venda de jornais em banca tem sofrido oscilações (descidas pouco acentuadas)
    • Cresce o acesso aos conteúdos via Internet e telemóveis (pouco significativo em Portugal)
  • panorama dos media digitais
    • “ Chicago Tribune”, EUA, foi o primeiro jornal a reproduzir conteúdos para a web , em 1993
    • Em Portugal foi o “JN”, dois anos depois
    • Pouco aproveitamento do potencial da Internet por parte dos jornais portugueses (Bastos, 2000 e 2009), Castanheira (2004), Canavilhas (2005), Silva (2006) e Zamith (2008)
    • Falta de investimento e conservadorismo (empresas e jornalistas) justificam estagnação do ciberjornalismo português na última década (Bastos)
    • Média regionais pouco digitais (Jerónimo, 2009)
  • mobile news mobile news
  • dados estatísticos
    • Telemóvel como quarta tela, depois do cinema, televisão e computador (Fidalgo e Canavilhas, 2009)
    • Dispositivos móveis o principal meio de acesso à Internet em 2020 (Internet Pew & American Life Project)
    • Mais baratos que os computadores, sempre ligados à rede e em qualquer lugar
    • Média têm mais um meio de difusão à disposição (depois do papel e da web, no caso da imprensa)
  • face a este cenário, que enquadramento para o ‘novo’ novo média, em Portugal? Face a este cenário, que enquadramento para o ‘novo’ novo média*, em Portugal? *Scolari (2009) in 1.º Encontro da Montanha – Jornalismo Móvel .
  • dados estatísticos
    • As três operadoras nacionais (TMN, Vodafone e Optimus) oferecem serviços de televisão e notícias
    • TMN: “Lusa”, “TSF” e “Diário Digital”
    • Vodafone e Optimus: “Público”
  • panorama mobile
    • Quase alheamento dos meios (LabCom, 2009)
    • “ Eu sou o Público do papel para saber tudo, da net para saber já e do telemóvel para saber onde quer que esteja” (Fidalgo e Canavilhas, 2009)
    • “ O que está no papel não se pode ‘queimar’ na web e, por sua vez, no mobile” (Martins in 1.º Encontro da Montanha – Jornalismo Móvel )
    • Cobertura das eleições Europeias e Legislativas 2009 pela RTP é exemplo de excelência de MoJo
  • reportagem RTP
  • readers, listeners, viewers “ A internet treinou as pessoas para que elas recebessem as informações de uma forma social. Os repórteres têm de parar de encarar o seu público como um estorvo. (…) Os jornalistas online tem de encarar o leitor em primeira pessoa e dizer: 'isto nós sabemos e isto nós não sabemos'” Joshua Benton, jornalista, investigador e director do Nieman Journalism Lab (Universidade de Harvard, EUA), no MediaOn 2009 – 3.º Seminário Internacional de Jornalismo Online (São Paulo, Brasil, 27 a 29 de Outubro de 2009). readers, listeners, viewers
  • audiência activa e participativa
    • Audiência activa e participativa. Telemóvel como ferramenta privilegiada à produção
    • Por vezes os conteúdos chegam primeiro à web por intermédio da audiência do que dos média
    • Papel do jornalista fundamental, para escolher o que é ou não notícia (gatekeeper)
    • “ Pequeno incêndio em Leiria” (Jerónimo, 2009) exemplo da importância da cultura participativa e de como há lugar para novos média no âmbito local/regional
  • conclusion
    • “ A convergência representa uma mudança no modo como encaramos nossas relações com as mídias” (Jenkins, 2009)
    • Média portugueses pouco adaptados à realidade: no acompanhamento da evolução tecnológica (p.e. imprensa > web > mobile) e no relacionamento com as audiências (activas, migratórias, em rede)
    • “ Produtores que não conseguirem fazer as pazes com a nova cultura participativa enfrentarão uma clientela declinante e a diminuição dos lucros” (ibit.)
    conclusion
  • bibliography 1.º Encontro da Montanha – Jornalismo Móvel . LabCom - Universidade da Beira Interior, Covilhã, 23-25 de Outubro de 2009. BASTOS, H. (2000). Jornalismo Electrónico. Internet e Reconfigurações de Práticas nas Redacções . Coimbra: Minerva. ISBN 972-8318-81-2. BASTOS, H. (2009) da – Da implementação à estagnação: os primeiros dez anos de ciberjornalismo em Portugal. In Actas do 6.º Congresso da SOPCOM , realizado em Lisboa, de 14 a 28 de Abril de 2009. ISBN 978-972-8881-67-2. CANAVILHAS, J. (2005). Os jornalistas online em Portugal . [on-line] http://www.bocc.ubi.pt/pag/canavilhas-joao-jornalistas-online.pdf (consultado em 10 de November de 2009). CASTANHEIRA, J.P. (2004). No Reino do Anonimato. Estudo sobre o Jornalismo Online . Coimbra: Minerva. ISBN 972-798-117-8. CASTELLS, M. (2002). A Era da informação: economia, sociedade e cultura . Vol. 1 – A sociedade em rede. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. ISBN 972-31-0984-0. FIDALGO, A. e CANAVILHAS, J. (2009), de – Todos os jornais de bolso: Pensando o jornalismo na era do celular. CARLA, R. (Org.). Jornalismo on-line: modos de fazer , Rio de Janeiro: Sulina). FIDALGO, A. (2009) da - Pushed news – When news come to the cellphone. In Mobile Communication and Social Policy , Rutgers University, USA, 9-11 de Outubro de 2009. JENKINS, H. (2009). Cultura da Convergência . Tradução Susana Alexandria. – 2. ed. – São Paulo: Aleph. ISBN 978-85-7657-084-4. JERÓNIMO, P. (2009) da - Da Imprensa aos Media Locais Digitais – A realidade no distrito de Leiria. In Novos Paradigmas da Informação e Comunicação em Plataformas Digitais , Doutoramento em Informação e Comunicação em Plataformas Digitais. Universidades do Porto e Aveiro, Porto. SILVA, A.J.L. (2006). Os Diários Generalistas Portugueses em Papel e Online . Lisboa: Livros Horizonte. ISBN 972-24-1468-2. ZAMITH, F. (2008). Ciberjornalismo – As potencialidades da Internet nos sites noticiosos portugueses . Porto: Edições Afrontamento. ISBN 978-972-36-0995-0. bibliography
  • thank U! thank U! Foto de Luc Legay, licensed under Creative Commons: http://flickr.com/photos/luc/ pedro.jeronimo@iol.pt http://twitter.com/pjeronimo http://jornalices.com