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Filosofia e Epistemologia
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Filosofia e Epistemologia

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  • 1. ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DO PROGRAMA DE LICENCIATURAS PLENAS PARCELADAS NÚCLEO PEDAGÓGICO DE VILA RICA LICENCIATURA PLENA EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃOCURSO: LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃODISCIPLINAS: Filosofia e EpistemologiaDOCENTE: MS. Romilda Laurindo Oliveira GawendaACADÊMICOS: Jonaldo ,Rosane, Hamilton
  • 2. Paulo Réglus Neves Freire, educador pedagogopernambucano, reconhecido internacionalmente pelo método dealfabetização. nasceu em 19/9/1921 na cidade do Recife. Foialfabetizado pela mãe, que ensinava a escrever com pequenosgalhos de árvore no quintal da casa da família. Ainda pequeno, Paulo Freire aprendeu a ler e a escrever à sombra das mangueiras no quintal desta casa, na Estrada do Encantamento, 724, no bairro da Casa Amarela, no Recife.
  • 3. Na adolescência começou adesenvolver um grande interesse pelalíngua portuguesa. Com 22 anos de idade,Paulo Freire começa a estudar Direito naFaculdade de Direito do Recife. Enquantocursava a faculdade, casou-se com aprofessora Elza Maia Costa Oliveira. Com aesposa, teve cinco filhos e começou alecionar no Colégio Oswaldo Cruz emRecife.
  • 4. No ano de 1947 foi contratado paraadministrar o departamento de educação ecultura do SESI, onde entra em contato com aalfabetização de adultos. Em 1958 participa deum congresso educacional na cidade do Riode Janeiro. Neste congresso, apresenta umtrabalho importante sobre educação eprincípios de alfabetização. De acordo comsuas ideias, a alfabetização de adultos deveestar diretamente relacionada ao cotidiano dotrabalhador. Desta forma, o adulto deveconhecer sua realidade para poder inserir-sede forma crítica e atuante na vida social epolítica.
  • 5. No começo de 1964, foi convidado pelo presidente João Goulartpara coordenar o Programa Nacional de Alfabetização. Logo após ogolpe militar, o método de alfabetização de Paulo Freire foi consideradouma ameaça à ordem, pelos militares.Viveu no exílio no Chile e na Suíça,onde continuou produzindo conhecimento na área de educação. Suaprincipal obra, Pedagogia do Oprimido, foi lançada em 1969. Nela, PauloFreire detalha seu método de alfabetização de adultos. Retornou ao Brasilno ano de 1979, após a Lei da Anistia.
  • 6. O educador e filósofo pernambucano Paulo Freire(1921-1997) passa a ser reconhecido como patrono daeducação brasileira. É o que estabelece a Lei nº 12.612. Freirededicou grande parte de sua vida à alfabetização e àeducação da população pobre.
  • 7. Oriundo de uma família de classemédia, Freire conviveu com a pobreza e afome na infância, durante a depressão de1929. A experiência o ajudou a pensar nospobres e o levou, mais tarde, a elaborarseu revolucionário método de ensino. Em1943, chegou à Faculdade de Direito daUniversidade de Recife, hoje UniversidadeFederal de Pernambuco (UFPE).
  • 8. Durante o curso, teve contato comconteúdos de filosofia da educação. Ao optar porlecionar língua portuguesa, deixou de lado aprofissão de advogado. Em 1946, assumiu adireção do Departamento de Educação e Culturado Serviço Social de Pernambuco, onde passou atrabalhar com pobres analfabetos.
  • 9. Em 1961, como diretor do Departamento de ExtensõesCulturais da Universidade de Recife, montou uma equipepara alfabetizar 300 cortadores de cana em 45 dias. Asexperiências bem-sucedidas com alfabetização foramreconhecidas em 1964 pelo governo de João Goulart, queaprovou a multiplicação das experiências no Plano Nacionalde Alfabetização.
  • 10. No entanto, poucos meses após a implantação, oplano foi vetado pelos militares, que assumiram ogoverno. Freire foi preso e expulso do país. Em 16 anosde exílio, passou por Chile, Suíça, Estados Unidos eInglaterra e difundiu sua metodologia de ensino empaíses africanos de colonização portuguesa, comoGuiné-Bissau e Cabo Verde.
  • 11. Em sua obra mais conhecida, A Pedagogia doOprimido, o educador propõe um novo modelo de ensino, comuma dinâmica menos vertical entre professores e alunos e asociedade na qual se inserem. O livro foi traduzido em mais de40 idiomas.
  • 12. Durante administração da prefeita Luiza Erundina,em São Paulo, exerceu o cargo de secretário municipal daEducação. Depois deste importante cargo, onde realizou umbelo trabalho, começou a assessorar projetos culturais naAmérica Latina e África. Morreu na cidade de São Paulo, deinfarto, em 2/5/1997, aos 76 anos.
  • 13. • A propósito de uma administração. Recife: Imprensa Universitária, 1961.• Conscientização e alfabetização: uma nova visão do processo. EstudosUniversitários – Revista de Cultura da Universidade do Recife. Número 4, 1963: 5-22.• Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra, 1967.• Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra, 1970.• Educação e mudança. São Paulo: Editora Paz e Terra, 1979.• A importância do ato de ler em três artigos que se completam. São Paulo: CortezEditora, 1982.• A educação na cidade. São Paulo: Cortez Editora, 1991.• Pedagogia da esperança. São Paulo: Editora Paz e Terra, 1992.• Política e educação. São Paulo: Cortez Editora, 1993.• Cartas a Cristina. São Paulo: Editora Paz e Terra, 1974.• À sombra desta mangueira. São Paulo: Editora Olho d’Água, 1995.• Pedagogia da autonomia. São Paulo: Editora Paz e Terra, 1997.• Mudar é difícil, mas é possível (Palestra proferida no SESI de Pernambuco).Recife: CNI/SESI, 1997-b.• Pedagogia da indignação. São Paulo: UNESP, 2000.• Educação e atualidade brasileira. São Paulo: Cortez Editora, 2001.
  • 14. Internet: Google Wikipédia e Enciclopédia Vila Rica-MT, 13 de Setembro de 2012.

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