Iniciação Científica (FAPESP): A definição terminológica no Dicionário-Piloto da Nanociência e Nanotecnologia Vinculada ao...
Coordenadora: Gladis Maria de Barcellos Almeida (UFSCar) Pesquisadores: Daniela Ferreira de Mattos (UFSCar) Joel Sossai Co...
MOTIVAÇÃO Nanociência e Nanotecnologia (N&N):  crescente expansão  no mundo todo. Os investimentos aplicados nessa área au...
MOTIVAÇÃO No Brasil, o cenário para pesquisas em N&N, embora  promissor , apresenta grandes  defasagens . Segundo a Agênci...
PROPOSTA Nesse contexto, é importante valorizar a  língua nacional  através do  primeiro  dicionário em língua portuguesa ...
ETAPAS 1. Confecção de Corpus 2. Elaboração de Lista de Termos 3. Construção de Ontologia 4. Elaboração do Dicionário Piloto
<ul><li>TEORIA COMUNICATIVA DA TERMINOLOGIA </li></ul><ul><li>Inovação frente a TGT:  Teoria de base lingüística . </li></...
<ul><li>TEORIA COMUNICATIVA DA TERMINOLOGIA </li></ul><ul><li>Termos são  interdisciplinares  e  multidimensionais </li></...
<ul><li>TEORIA COMUNICATIVA DA TERMINOLOGIA </li></ul><ul><li>Objeto de estudo:  Termos </li></ul><ul><li>O caráter de ter...
ETAPAS DA ELABORAÇÃO DO DICIONÁRIO PILOTO (Extração de Termos) 1. Busca por contextos definitórios e ou explicativos 2. Es...
BUSCA POR CONTEXTOS: PHILOLOGIC Interface do Ambiente Web Philologic
BUSCA POR CONTEXTOS: PHILOLOGIC Exibição de resultado no formato “Context”
ESTABELECIMENTO DOS TRAÇOS CONCEITUAIS Nanotubo de Carbono: [1]  O que é [2]  Constituição/Aspecto/Forma [3]  Propriedade ...
ESTABELECIMENTO DOS TRAÇOS CONCEITUAIS Nanotubo de carbono : estrutura  [1]  formada por uma ou mais folhas de átomos de c...
<ul><li>REVISÃO </li></ul><ul><li>Orientadora </li></ul><ul><li>Especialista </li></ul>
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALMEIDA, G.M.B. Teoria Comunicativa da Terminologia: aplicação. Araraquara, vol. I, 290 p.; vol...
MUITO OBRIGADO! Joel Sossai Coleti [email_address] www.joelscoleti.wordpress.com
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A redação de definições terminológicas no dicionário-piloto de Nanociência e Nanotecnologia

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Apresentado no Congresso de Iniciação Científica da UFSCar, 2008

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  1. 2. Iniciação Científica (FAPESP): A definição terminológica no Dicionário-Piloto da Nanociência e Nanotecnologia Vinculada ao Projeto NANOTERM: Terminologia em Língua Portuguesa da Nanociência e Nanotecnologia: Sistematização do Repertório Vocabular e Elaboração de Dicionário-Piloto (apoio CNPq, processo 400506/2006-8).
  2. 3. Coordenadora: Gladis Maria de Barcellos Almeida (UFSCar) Pesquisadores: Daniela Ferreira de Mattos (UFSCar) Joel Sossai Coleti (UFSCar) Colaboradores: Ariane Di Felippo (UNESP) Luiz Carlos Genoves Jr (Google) Arnaldo Candido Júnior (USP) Claudia Zavaglia (UNESP) Daniel Feitosa (USP) Deni Kasama (UNESP) Leandro Henrique Mendonça de Oliveira (EMBRAPA) Osvaldo Novais de Oliveira (USP) Sandra Maria Aluisio (USP) EQUIPE NANOTERM
  3. 4. MOTIVAÇÃO Nanociência e Nanotecnologia (N&N): crescente expansão no mundo todo. Os investimentos aplicados nessa área aumentam a cada ano.
  4. 5. MOTIVAÇÃO No Brasil, o cenário para pesquisas em N&N, embora promissor , apresenta grandes defasagens . Segundo a Agência Brasil, pelos cálculos do MCT, nos últimos cinco anos, foram investidos R$ 140 milhões . Já nos Estados Unidos, apenas em 2006, foram investidos cerca de US$ 1 bilhão . ( http://www.agenciabrasil.gov.br/ )
  5. 6. PROPOSTA Nesse contexto, é importante valorizar a língua nacional através do primeiro dicionário em língua portuguesa de N&N
  6. 7. ETAPAS 1. Confecção de Corpus 2. Elaboração de Lista de Termos 3. Construção de Ontologia 4. Elaboração do Dicionário Piloto
  7. 8. <ul><li>TEORIA COMUNICATIVA DA TERMINOLOGIA </li></ul><ul><li>Inovação frente a TGT: Teoria de base lingüística . </li></ul><ul><li>Os Termos apresentam características iguais as das palavras. </li></ul><ul><li>Os termos acontecem de maneira natural no discurso e variam de acordo com ele já que o conhecimento especializado não é uniforme. </li></ul><ul><li>Os termos se incorporam ao léxico do falante enquanto adquire o conhecimento especializado </li></ul>
  8. 9. <ul><li>TEORIA COMUNICATIVA DA TERMINOLOGIA </li></ul><ul><li>Termos são interdisciplinares e multidimensionais </li></ul><ul><li>Caráter Interdisciplinar: um conceito pode formar parte da estrutura conceitual de distintas disciplinas, conservando, alterando ou matizando suas características </li></ul><ul><li>Caráter Multidimensional: a diversidade de visões que os especialistas envolvidos têm dessas UTs </li></ul>
  9. 10. <ul><li>TEORIA COMUNICATIVA DA TERMINOLOGIA </li></ul><ul><li>Objeto de estudo: Termos </li></ul><ul><li>O caráter de termo é ativado em função de seu uso em contexto e situação adequados. </li></ul><ul><li>O conteúdo de um termo nunca é absoluto, mas sim relativo, de acordo com cada domínio e situação de uso. </li></ul><ul><li>Dupla função dos termos: a representação do conhecimento especializado e a sua transferência. </li></ul>
  10. 11. ETAPAS DA ELABORAÇÃO DO DICIONÁRIO PILOTO (Extração de Termos) 1. Busca por contextos definitórios e ou explicativos 2. Estabelecimentos dos traços conceituais 3. Revisão
  11. 12. BUSCA POR CONTEXTOS: PHILOLOGIC Interface do Ambiente Web Philologic
  12. 13. BUSCA POR CONTEXTOS: PHILOLOGIC Exibição de resultado no formato “Context”
  13. 14. ESTABELECIMENTO DOS TRAÇOS CONCEITUAIS Nanotubo de Carbono: [1] O que é [2] Constituição/Aspecto/Forma [3] Propriedade [4] Aplicação/Função/Emprego
  14. 15. ESTABELECIMENTO DOS TRAÇOS CONCEITUAIS Nanotubo de carbono : estrutura [1] formada por uma ou mais folhas de átomos de carbono em arranjo hexagonal que enroladas se assemelham a um canudo. As extremidades dos tubos são fechadas por meio de átomos de carbono em arranjo pentagonal. Apresenta poucos átomos de diâmetro, entre um e dois nanômetros [2] . O diâmetro e a quiralidade (propriedade que distingue um objeto de sua imagem refletida) determinam propriedades importantes. É considerado o material com maior resistência mecânica conhecida, cem vezes mais resistente que o aço [3] . A afixação de moléculas em pontos pré-determinados promove a funcionalização do mesmo, por meio da qual é possível que realize diversas funções e aplicações. Além de ser um fio com alta condutividade elétrica, pode atribuir condutividade elétrica a materiais isolantes quando estes são inseridos em seu interior. Utilizado para a construção de diodos e de transistores de efeito de campo (FET), pode ser empregado na construção de chips de memória para computadores com capacidade de armazenamento 10 mil vezes superior aos atuais chips de silício [4] .
  15. 16. <ul><li>REVISÃO </li></ul><ul><li>Orientadora </li></ul><ul><li>Especialista </li></ul>
  16. 17. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALMEIDA, G.M.B. Teoria Comunicativa da Terminologia: aplicação. Araraquara, vol. I, 290 p.; vol. II, 86 p. Tese (Doutorado em Lingüística e Língua Portuguesa) - Faculdade de Ciências e Letras, Campus de Araraquara, Universidade Estadual Paulista, 2000. ALMEIDA, G.M.B., OLIVEIRA, L.H.M.; ALUISIO, S.M. A terminologia na era da informática. Ciência e Cultura [online]. abr./jun. 2006, vol.58, no.2, p.42-45. Disponível na World Wide Web: <http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252006000200016&lng=pt&nrm=iso>. ISSN 0009-6725. ALMEIDA, G. M. B.; SOUZA, D.S.L.; PINO, D.H.P. A definição nos dicionários especializados: proposta metodológica. Debate Terminológico, v. 3, p. 1-20, 2007a. Disponível em: http://www.riterm.net/ revista. Acesso: março/2007. ALMEIDA, G.M.B.; ALUÍSIO, S.M.; OLIVEIRA, L.H.M. O método em terminologia: revendo alguns procedimentos. In: ISQUERDO, A.N. & ALVES, I.M. (orgs.) Ciências do léxico: lexicologia, lexicografia, terminologia, vol. III. Campo Grande/São Paulo: Editora da UFMS/Humanitas (ISBN: 8576130343 ) 2007b. ALUÍSIO, S.M.; ALMEIDA, G. M. B. O que é e como se constrói um Corpus? Lições aprendidas na compilação de vários corpora para pesquisa lingüística. Calidoscópio (UNISINOS), v. 4, p. 156-178, 2006. Disponível em: http://www.unisinos.br/publicacoes_cientificas/images/stories/pdfs_calidoscopio/vol4n3/art04_aluisio.pdf ALVES, I.M. Histórico e perspectivas: Breve histórico língua portuguesa; Atividades terminológicas no Brasil In: Terminômetro. Terminologia no Brasil, Número especial 3, União Latina, p.7-9, 1998. BARROS, L.A. Curso básico de Terminologia. São Paulo: EDUSP, 2004. CABRÉ, M. T. La terminología: teoria, metodología, aplicaciones. Barcelona, Editorial Antárdida/Empúries, 1993. CABRÉ, M. T. Presentació. In: CABRÉ, M. T. (org.) Terminologia - selecció de textos d’E. Wüster (trad. catalã de Anna C. i Galera e Teresa G. i Morell). Barcelona: Servei de Llengua Catalana - Universitat de Barcelona, 1996. CABRÉ, M.T. La terminología: representación y comunicación. Elementos para una teoría de base comunicativa y otros artículos. Barcelona: IULA/UPF, 1999. GALINSKI, C. La figura d’E. Wüster. In: CABRÉ, M. T. (org.) Terminologia - selecció de textos d’E. Wüster (trad. catalã de Anna C. i Galera e Teresa G. i Morell). Barcelona: Servei de Llengua Catalana - Universitat de Barcelona, 1996. ISO/TC 37/SC 1. Travaux terminologiques – Vocabulaire – ISO 1087, Genève, 2000. LORENTE, M. A lexicologia como ponto de encontro entre a gramática e a semântica. In: ISQUERDO, A. N. e KRIEGER, M.G. (orgs.) As ciências do léxico, vol. II. Campo Grande: Editora UFMS, 2004.
  17. 18. MUITO OBRIGADO! Joel Sossai Coleti [email_address] www.joelscoleti.wordpress.com

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