Modelos de desenvolvimento econômico   FCM Santa Casa de São Paulo Departamento Medicina Social Curso de Especialização em...
Roteiro <ul><li>Objetivo </li></ul><ul><li>1a. Revolução Industrial </li></ul><ul><li>2a. Revolução Industrial </li></ul><...
Objetivo  <ul><li>Modelos de organização da produção  </li></ul><ul><li>Impactos sobre a organização do trabalho </li></ul...
Organização do Trabalho <ul><li>Capitalismo     oferta e demanda </li></ul><ul><li>Lutas políticas e econômicas </li></ul...
Organização do Trabalho <ul><li>Uso e remuneração do trabalho </li></ul><ul><li>Contexto sócio-econômico </li></ul><ul><ul...
Revolução Industrial <ul><li>Europa    séc XVIII - XIX  </li></ul><ul><ul><li>Agrícola (artesanal) x urbano (maquinário) ...
2º Revolução Industrial <ul><li>EUA    séc XIX e XX </li></ul><ul><li>Evolução da tecnologia </li></ul><ul><ul><li>Ferro ...
Taylorismo  <ul><ul><li>Taylor (1856-1915) </li></ul></ul><ul><ul><li>Capacidade x produtividade </li></ul></ul><ul><ul><l...
Taylorismo <ul><li>Planejamento do Processo </li></ul><ul><ul><li>Estudo do trabalho    abolir empirismo </li></ul></ul><...
 
 
 
Taylorismo <ul><li>Controle do ritmo    intensificação </li></ul><ul><li>Engessamento do processo </li></ul><ul><li>Traba...
Fordismo <ul><ul><li>Henry Ford (1863-1947  ) </li></ul></ul><ul><ul><li>Produção em Massa </li></ul></ul><ul><ul><li>Prod...
1914
 
Fordismo <ul><li>LINHAS DE MONTAGEM </li></ul><ul><ul><ul><li>Mecanismo de transferência  </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul>...
 
Fordismo <ul><li>“ Possuímos em abundância tarefas que exigem cérebros ativos, e os homens que no trabalho de repetição se...
 
 
Toyotismo  <ul><ul><li>Taiichi Ohno (1912-1990) </li></ul></ul><ul><ul><li>Pós-guerra </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Matér...
Toyotismo <ul><ul><ul><li>Flexibilidade da produção  </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Controle de qualidade total </li>...
 
 
Toyotismo <ul><li>  Multifuncionalidade </li></ul><ul><li>Execução </li></ul><ul><li>  Qualidade </li></ul><ul><li>Manuten...
Toyotismo <ul><li>Controle individual da produtividade </li></ul><ul><li>Crises de adaptação </li></ul><ul><li>Sindicalism...
Saúde do Trabalhador <ul><ul><li>Flexibilização e precarização  </li></ul></ul><ul><ul><li>Despersonalização do trabalho <...
Grupos semi-autônomos (GSA) <ul><li>Itália e Suécia (volvismo) </li></ul><ul><li>Arranjo organizacional autônomo </li></ul...
3º Revolução Industrial <ul><li>Automação e globalização    séc XX e XXI  </li></ul><ul><li>Revolução tecnocientífica </l...
Desenvolvimento sustentável 1987
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Modelos de desenvolvimento econômico 2010

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Aula da disciplina de Processos Industriais e Controle dos Riscos Ocupacionais ministrada na FCM da Santa Casa de SP, para o Curso de Especialização em Medicina do Trabalho, ano 2010.

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Modelos de desenvolvimento econômico 2010

  1. 1. Modelos de desenvolvimento econômico FCM Santa Casa de São Paulo Departamento Medicina Social Curso de Especialização em Medicina do Trabalho Disciplina: Processos de Trabalho e Controle dos Riscos Ocupacionais João Silvestre da Silva-Jr [email_address] twitter.com/joaossj Abril/2010
  2. 2. Roteiro <ul><li>Objetivo </li></ul><ul><li>1a. Revolução Industrial </li></ul><ul><li>2a. Revolução Industrial </li></ul><ul><li>Taylorismo </li></ul><ul><li>Fordismo </li></ul><ul><li>Toyotismo </li></ul><ul><li>Saúde do Trabalhador </li></ul><ul><li>Grupos semi-autônomos </li></ul><ul><li>3a. Revolução Industrial </li></ul><ul><li>Desenvolvimento sustentável </li></ul>
  3. 3. Objetivo <ul><li>Modelos de organização da produção </li></ul><ul><li>Impactos sobre a organização do trabalho </li></ul><ul><ul><li>Produção </li></ul></ul><ul><ul><li>Gestão </li></ul></ul><ul><ul><li>Relações de trabalho </li></ul></ul><ul><ul><li>Saúde do trabalhador </li></ul></ul>
  4. 4. Organização do Trabalho <ul><li>Capitalismo  oferta e demanda </li></ul><ul><li>Lutas políticas e econômicas </li></ul><ul><ul><li>Empresariado </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Meios de produção </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Compra do trabalho </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Trabalhadores </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Venda da força de trabalho </li></ul></ul></ul><ul><li>Planejamento, coordenação, controle, execução </li></ul><ul><li>“ Tempo é dinheiro” </li></ul>
  5. 5. Organização do Trabalho <ul><li>Uso e remuneração do trabalho </li></ul><ul><li>Contexto sócio-econômico </li></ul><ul><ul><li>Crescimento econômico </li></ul></ul><ul><ul><li>Progresso técnico </li></ul></ul><ul><ul><li>Aparato regulatório </li></ul></ul><ul><ul><li>Ação estatal </li></ul></ul><ul><ul><li>Pactos políticos </li></ul></ul><ul><ul><li>Ambiente internacional </li></ul></ul>
  6. 6. Revolução Industrial <ul><li>Europa  séc XVIII - XIX </li></ul><ul><ul><li>Agrícola (artesanal) x urbano (maquinário) </li></ul></ul><ul><li>Precárias condições ambiente fabril </li></ul><ul><li>Riscos ocupacionais </li></ul><ul><li>Prejuízos </li></ul>
  7. 7. 2º Revolução Industrial <ul><li>EUA  séc XIX e XX </li></ul><ul><li>Evolução da tecnologia </li></ul><ul><ul><li>Ferro  aço </li></ul></ul><ul><ul><li>Vapor  eletricidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Mecanização e especialização do trabalho </li></ul></ul><ul><ul><li>Absorção da ciência </li></ul></ul><ul><ul><li>Meios de transporte (carros, avião) </li></ul></ul><ul><ul><li>Meios de comunicação (telégrafo, telefone) </li></ul></ul>
  8. 8. Taylorismo <ul><ul><li>Taylor (1856-1915) </li></ul></ul><ul><ul><li>Capacidade x produtividade </li></ul></ul><ul><ul><li>Produção  lucros  investimento </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>emprego e renda </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Princípios de Administração </li></ul></ul><ul><ul><li> Científica (1911) </li></ul></ul><ul><ul><li>Especialização extrema </li></ul></ul>
  9. 9. Taylorismo <ul><li>Planejamento do Processo </li></ul><ul><ul><li>Estudo do trabalho  abolir empirismo </li></ul></ul><ul><li>Preparação dos trabalhadores </li></ul><ul><ul><li>Seleção, treino, ensino, aperfeiçoamento </li></ul></ul><ul><ul><li>Especialização da tarefa </li></ul></ul><ul><li>Controle do Processo </li></ul><ul><ul><li>Minimizar desperdícios operacionais </li></ul></ul><ul><ul><li>Padronização e supervisão </li></ul></ul><ul><li>Execução </li></ul><ul><ul><li>Gestor </li></ul></ul>
  10. 13. Taylorismo <ul><li>Controle do ritmo  intensificação </li></ul><ul><li>Engessamento do processo </li></ul><ul><li>Trabalhador é uma ferramenta </li></ul><ul><li>Liberdade individual </li></ul>
  11. 14. Fordismo <ul><ul><li>Henry Ford (1863-1947 ) </li></ul></ul><ul><ul><li>Produção em Massa </li></ul></ul><ul><ul><li>Produtos padronizados </li></ul></ul><ul><ul><li>Barateamento do custo </li></ul></ul><ul><ul><li>Aumento do consumo </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Diminuição do estoque </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Giro do capital </li></ul></ul></ul></ul>
  12. 15. 1914
  13. 17. Fordismo <ul><li>LINHAS DE MONTAGEM </li></ul><ul><ul><ul><li>Mecanismo de transferência </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li> Postos fixos e uniformes </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Produção em série </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Matéria-prima ao produto final </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Simplicidade das tarefas </li></ul></ul></ul>
  14. 19. Fordismo <ul><li>“ Possuímos em abundância tarefas que exigem cérebros ativos, e os homens que no trabalho de repetição se revelam de mentalidade ativa não permanecem nele muito tempo” </li></ul><ul><li>Sobreposição dos Modelos </li></ul><ul><ul><li>Ritmo (cronômetro x linha) </li></ul></ul><ul><li>Apêndice da máquina (Marx) </li></ul><ul><ul><li>intervenção criativa </li></ul></ul><ul><li>Turn-over  Capitalismo do bem-estar social </li></ul><ul><ul><li>maior remuneração </li></ul></ul><ul><ul><li>compensações não-monetárias </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>assistência médica, habitação, pensões </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>agências de emprego, treinamento interno, times esportivos e clubes sociais </li></ul></ul></ul>
  15. 22. Toyotismo <ul><ul><li>Taiichi Ohno (1912-1990) </li></ul></ul><ul><ul><li>Pós-guerra </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Matéria-prima </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Consumo </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Padronização em larga escala </li></ul></ul><ul><ul><li>Avanço tecnológico </li></ul></ul><ul><ul><li>Qualidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Personalização </li></ul></ul>
  16. 23. Toyotismo <ul><ul><ul><li>Flexibilidade da produção </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Controle de qualidade total </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Autonomação  autonomia + automação </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Minimizar retrabalho </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Just in time </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Demanda x Estoque x Tempo </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Fluxo contínuo  célula de produção </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Sistema kanban  fluxo de informações </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Fábrica “enxuta” </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>equipamentos, estoque, funcionários </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Terceirização </li></ul></ul></ul></ul>
  17. 26. Toyotismo <ul><li> Multifuncionalidade </li></ul><ul><li>Execução </li></ul><ul><li> Qualidade </li></ul><ul><li>Manutenção e Limpeza </li></ul>
  18. 27. Toyotismo <ul><li>Controle individual da produtividade </li></ul><ul><li>Crises de adaptação </li></ul><ul><li>Sindicalismo </li></ul><ul><li>Flexibilização contratos de trabalho </li></ul><ul><ul><li>Jornada </li></ul></ul><ul><ul><li>Hora extra </li></ul></ul><ul><li>Desemprego </li></ul><ul><ul><li>Baixo salário </li></ul></ul><ul><ul><li>Contrato temporário </li></ul></ul>
  19. 28. Saúde do Trabalhador <ul><ul><li>Flexibilização e precarização </li></ul></ul><ul><ul><li>Despersonalização do trabalho </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Taylor/Ford  operações simples </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Toyota  desespecialização </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Cobrança por produtividade </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Taylor/Ford  gestores </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Toyota  equipe </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>DORT e TM </li></ul></ul>
  20. 29. Grupos semi-autônomos (GSA) <ul><li>Itália e Suécia (volvismo) </li></ul><ul><li>Arranjo organizacional autônomo </li></ul><ul><ul><li>Ritmo e tarefas </li></ul></ul><ul><li>Grupos para execução das tarefas </li></ul><ul><ul><li>Qualificação </li></ul></ul><ul><li>Instabilidade </li></ul><ul><ul><li>Hierarquia </li></ul></ul><ul><ul><li>Postos periféricos </li></ul></ul>
  21. 30. 3º Revolução Industrial <ul><li>Automação e globalização  séc XX e XXI </li></ul><ul><li>Revolução tecnocientífica </li></ul><ul><li>Alta tecnologia </li></ul><ul><li>Informação e serviços </li></ul><ul><li>Mudança na gestão empresarial </li></ul><ul><li>Crises globais </li></ul>
  22. 31. Desenvolvimento sustentável 1987
  23. 32. Modelos de desenvolvimento econômico FCM Santa Casa de São Paulo Departamento Medicina Social Curso de Especialização em Medicina do Trabalho Disciplina: Processos de Trabalho e Controle dos Riscos Ocupacionais João Silvestre da Silva-Jr [email_address] twitter.com/joaossj Abril/2010

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