Accao de formacao

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A utilização das TIC nos processos de ensino/aprendizagem

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Accao de formacao

  1. 1. A utilização das TIC nos processos de ensino/aprendizagem João Silva Pereira CFFH - Fevereiro/2007
  2. 2. Índice <ul><li>Sumário </li></ul><ul><li>Apresentação </li></ul><ul><li>Quadro de referência da formação TIC </li></ul><ul><li>Razões que justificam esta oficina </li></ul><ul><li>Objectivos gerais e específicos </li></ul><ul><li>Efeitos a produzir </li></ul><ul><li>Conteúdos a abordar </li></ul><ul><li>Metodologia de trabalho </li></ul><ul><li>Calendarização da acção </li></ul><ul><li>Avaliação </li></ul>
  3. 3. Sumário <ul><li>Apresentação do formador e dos formandos. </li></ul><ul><li>Apresentação da acção: </li></ul><ul><ul><li>Cronograma; </li></ul></ul><ul><ul><li>Conteúdos a abordar; </li></ul></ul><ul><ul><li>Metodologia; </li></ul></ul><ul><ul><li>Critérios de avaliação. </li></ul></ul><ul><li>Tópicos (possíveis) de discussão para a formação não presencial: </li></ul><ul><ul><li>Expectativas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Quadro de referência da formação TIC; </li></ul></ul>
  4. 4. Apresentação dos formadores e dos formandos Clique no ícone para abrir o PDF com a lista dos professores inscritos na acção.
  5. 5. Quadro de referência da formação TIC Clique nos ícones para abrir os PDF com o Quadro de Referência da Formação TIC – 2007 e as orientações para a sua implementação
  6. 6. <ul><li>Ter como primeiro objectivo a utilização das TIC pelos alunos nas escolas; </li></ul><ul><li>Integrar modalidades mistas (&quot;blended&quot;), com uma componente presencial e outra a distância e com o apoio de plataformas de aprendizagem on-line (LMS); </li></ul><ul><li>Estar contextualizada com o trabalho quotidiano do professor, prevendo uma componente prática de trabalho na escola; </li></ul>Quadro de referência da formação TIC
  7. 7. <ul><li>Prever a criação de produtos e publicação on-line resultantes do trabalho concreto dos alunos com TIC (e.g. portefólios); </li></ul><ul><li>Incluir momentos de auto-formação e proporcionar formação inter-pares (&quot;peer-coaching&quot;); </li></ul><ul><li>Realizar-se em modalidades activas de formação (e.g. oficina, projecto, círculo de estudos) acreditadas pelo CCPFCP; </li></ul>Quadro de referência da formação TIC
  8. 8. <ul><li>Enquadrar-se no projecto educativo das escolas a que os professores/formandos pertencerem, nomeadamente na sua componente TIC; </li></ul><ul><li>Apoiar iniciativas nacionais na área das TIC, nomeadamente Concursos de Projectos, assim como os Planos TIC das escolas e agrupamentos; </li></ul><ul><li>Prever a avaliação do processo e do impacto da formação. </li></ul>Quadro de referência da formação TIC
  9. 9. Razões que justificam esta oficina Clique no ícone para abrir o PDF com o Formulário AN2-B da oficina de formação
  10. 10. <ul><li>Esta acção é desenvolvida no âmbito do quadro de referência para a formação contínua de professores na área das TIC, definido pelo CRIE – ME, dando resposta às necessidades de formação dos professores e devendo estar articulada com as iniciativas TIC nas Escolas. </li></ul>Razões que justificam esta oficina
  11. 11. <ul><li>A escola, enquanto organização social, apresenta uma complexidade natural própria a que se juntam todas as valências de ordem educativa, curricular e pedagógica. </li></ul><ul><li>Tanto no âmbito educativo como no organizacional as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) têm vindo a assumir um papel cada vez mais influente e imprescindível , sendo notória uma evolução permanente nos paradigmas relacionados coma sua utilização. </li></ul>Razões que justificam esta oficina
  12. 12. <ul><li>Se encararmos os diversos componentes das organizações escolares de ensino básico e secundário numa perspectiva sistémica; se houver um conhecimento integrador das realidades e necessidades e a esta visão aplicarmos os recursos tecnológicos adequados, poderemos dar um salto qualitativo enorme na produtividade e eficiência do uso educativo das TIC , o que se tenderá a reflectir nos resultados educativos da instituição cujo beneficiário principal é o aluno. </li></ul>Razões que justificam esta oficina
  13. 13. <ul><li>A implementação de novos modelos curriculares com maior ênfase em competências transversais e na realização de tarefas de uma forma autónoma por parte do aluno; e ainda a inclusão de novas áreas curriculares não disciplinares, justifica a formação de professores de forma a dar resposta a estes paradigmas, incluindo as TIC como ferramentas potenciadoras e geradoras de novas situações de aprendizagem e metodologias de trabalho . </li></ul>Razões que justificam esta oficina
  14. 14. <ul><li>As ferramentas de comunicação e interacção à distância proporcionados pelas plataformas LMS podem ser potenciadas na promoção de boas práticas nos vários contextos e modelos de aprendizagem, de que são exemplo o trabalho colaborativo e as comunidades virtuais de aprendizagem . </li></ul>Razões que justificam esta oficina
  15. 15. <ul><li>Pretende-se, com esta acção de formação promover o desenvolvimento curricular, a integração transdisciplinar das TIC, a elaboração de recursos educativos digitais e a sua aplicação nos processos de ensino/aprendizagem, de forma a fomentar o desenvolvimento de mais e melhor ensino e aprendizagem. </li></ul>Objectivos gerais e específicos
  16. 16. <ul><li>Pretende-se ainda promover a reflexão sobre metodologias de aplicação das TIC nos processos de ensino/aprendizagem, incentivar a produção, pelos professores, de materiais de apoio ao ensino e a sua disponibilização on-line , prolongando os momentos de aprendizagem no tempo e no espaço. </li></ul>Objectivos gerais e específicos
  17. 17. <ul><li>Pretende-se, também: </li></ul><ul><ul><li>Contribuir para que os professores se mantenham actualizados sobre programas dinamizadores do uso educacional das TIC e promover a sua adequada utilização na escola; </li></ul></ul><ul><ul><li>Sensibilizar os professores para que tenham como primeiro objectivo a utilização das TIC pelos alunos nas escolas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Integrar modalidades mistas (&quot;blended&quot;), com uma componente presencial e outra à distância e com o apoio de plataformas de aprendizagem on-line (LMS). </li></ul></ul>Objectivos gerais e específicos
  18. 18. Efeitos a produzir Clique no ícone para abrir o PDF com o Formulário AN2-B da oficina de formação
  19. 19. <ul><li>Utilização de metodologias activas e participativas, com recurso às TIC, no processo de ensino e aprendizagem; </li></ul><ul><li>Utilização crítica das TIC como ferramentas transversais ao currículo; </li></ul><ul><li>Partilha de experiências/recursos/saberes no seio da comunidade educativa; </li></ul><ul><li>Valorização de uma prática avaliativa indutora de melhoria da qualidade dos processos educativos; </li></ul>Efeitos a produzir
  20. 20. <ul><li>Estimulo a estratégias pedagógicas promotoras de metodologias inovadoras;. </li></ul><ul><li>Adopção de práticas que levem ao envolvimento dos alunos em trabalho prático com TIC; </li></ul><ul><li>Produção, utilização e avaliação de recursos educativos digitais potenciadores da construção do conhecimento; </li></ul><ul><li>Mudança de práticas, com a integração de ferramentas de comunicação e interacção à distância, no processo de ensino e aprendizagem; </li></ul>Efeitos a produzir
  21. 21. <ul><li>Prolongamento dos momentos de aprendizagem no tempo e no espaço, fomentando a disponibilização on-line de recursos educativos; </li></ul><ul><li>Desenvolvimento de projectos/actividades que potenciem a utilização das TIC em contextos inter e transdisciplinares; </li></ul><ul><li>Promoção de momentos de reflexão decorrentes da prática lectiva. </li></ul>Efeitos a produzir
  22. 22. Conteúdos a abordar Clique no ícone para abrir o PDF com o Formulário AN2-B da oficina de formação
  23. 23. <ul><li>Apresentação de experiências, por parte dos formandos e do formador, de utilização das TIC como instrumento didáctico; </li></ul><ul><li>Potencialidades das TIC no processo de ensino aprendizagem – apresentação de boas práticas; </li></ul>Conteúdos a abordar
  24. 24. <ul><li>Estratégias de utilização das TIC numa perspectiva de reorganização e gestão de sala de aula, adaptadas aos espaços e equipamentos disponíveis nas escolas; </li></ul>Conteúdos a abordar
  25. 25. <ul><li>Metodologias de integração das TIC, com particular destaque para a Internet, no processo de construção e produção do conhecimento; as TIC como: </li></ul><ul><ul><li>Meio de informação que suporte o aprender pesquisando, descobrindo e confrontando. </li></ul></ul><ul><ul><li>Contextos que ofereçam meios seguros de exploração para aprender fazendo. </li></ul></ul><ul><ul><li>Meio de comunicação que sustentem o aprender comunicando e colaborando. </li></ul></ul>Conteúdos a abordar
  26. 26. <ul><li>Produção e utilização de recursos para o ensino e aprendizagem: </li></ul><ul><ul><li>Concepção de recursos de suporte à actividade dos professores; </li></ul></ul><ul><ul><li>Concepção de recursos para o apoio à aprendizagem dos alunos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Capacidade de produção de produtos e recursos pelos alunos. </li></ul></ul><ul><li>Capacidade de produção de produtos e recursos pelos alunos. </li></ul>Conteúdos a abordar
  27. 27. <ul><li>Construção de actividades a realizar em contexto de sala de aula, por parte de cada um dos formandos / grupo de formandos; </li></ul><ul><li>Intervenção no terreno/aplicação das actividades; </li></ul><ul><li>Avaliação das actividades realizadas – reflexão, análise e discussão em grupo. </li></ul>Conteúdos a abordar
  28. 28. Metodologia de trabalho Clique no ícone para abrir o PDF com o Formulário AN2-B da oficina de formação
  29. 29. <ul><li>A acção terá 25 horas presenciais e 25 horas de trabalho autónomo. </li></ul>Metodologia de trabalho
  30. 30. Metodologia de trabalho <ul><li>Principais temas a tratar nas sessões presenciais: </li></ul><ul><ul><li>1 - E-Learning – Utilização das plataforma Moodle; </li></ul></ul><ul><ul><li>2 - Produção de conteúdos – VCT’s, HotPotatoes e Webquests; </li></ul></ul><ul><ul><li>3 - Aprendizagem colaborativa – e-Portefólios. </li></ul></ul><ul><li>Em todas as sessões presenciais: </li></ul><ul><ul><li>Apresentação/análise/discussão/reflexão sobre os trabalhos realizados em contexto não presencial e os resultados obtidos com os alunos. </li></ul></ul>
  31. 31. <ul><li>Trabalho autónomo </li></ul><ul><ul><li>Intervenção no terreno através da aplicação dos materiais produzidos e das estratégias definidas. (25 horas); </li></ul></ul><ul><ul><li>Sessões on-line; </li></ul></ul><ul><ul><li>Apoio através de uma plataforma de aprendizagem on-line que servirá de base a um centro virtual de comunicação, apoio e colaboração entre todos os participantes (formador e formandos). </li></ul></ul>Metodologia de trabalho
  32. 32. Passos metodológicos <ul><li>Apresentação do formador, dos formandos e da acção (1h) </li></ul><ul><li>E-Learning (6h) </li></ul><ul><li>Trabalho não presencial: autónomo e com apoio a distância através da plataforma moodle (5h) </li></ul><ul><li>Produção de conteúdos (9h) </li></ul><ul><li>Trabalho não presencial: autónomo e com apoio a distância através da plataforma moodle (15h) </li></ul><ul><li>Aprendizagem colaborativa (6h) </li></ul><ul><li>Trabalho não presencial: autónomo e com apoio a distância através da plataforma moodle (5h) </li></ul><ul><li>Avaliação (3h) </li></ul>
  33. 33. Calendarização <ul><li>Sessões presenciais: </li></ul><ul><ul><li>Fevereiro - 1, 8 e 15; </li></ul></ul><ul><ul><li>Março - 8, 15 e 22; </li></ul></ul><ul><ul><li>Abril - 19 e 26; </li></ul></ul><ul><ul><li>Maio – 10. </li></ul></ul><ul><ul><li>Horário: no dia 1 Fevereiro das 18:30 às 19:30 horas; nos restantes dias das 18:30 às 21.30 horas. </li></ul></ul><ul><li>Sessões on-line: </li></ul><ul><ul><li>01 de Março; </li></ul></ul><ul><ul><li>12 de Abril; </li></ul></ul><ul><ul><li>03 de Maio </li></ul></ul><ul><ul><li>Horário: a combinar (o mesmo das sessões presenciais?) </li></ul></ul>
  34. 34. Avaliação dos formandos <ul><li>Avaliação contínua; </li></ul><ul><li>Avaliação dos trabalhos produzidos; </li></ul><ul><li>Apresentação do relatório dos formandos (reflexão crítica). </li></ul><ul><li>Para efeitos da atribuição de créditos aos formandos, e como previsto no regulamento desta modalidade de formação, o trabalho destes será ainda avaliado pelo consultor da formação. </li></ul>
  35. 35. Avaliação da acção <ul><li>Intervenientes </li></ul><ul><ul><li>Formandos </li></ul></ul><ul><ul><li>Formador </li></ul></ul><ul><ul><li>Consultor de formação </li></ul></ul><ul><li>Avaliação externa </li></ul>
  36. 36. Critérios de avaliação <ul><li>Na elaboração da proposta de creditação a apresentar à comissão pedagógica, tomaremos em consideração os seguintes parâmetros e níveis: Utilização da plataforma Moodle de apoio à formação (plataforma do nónio). Trabalho on-line, autónomo e à distância, no que respeita à participação nos fóruns propostos, à consulta dos recursos disponibilizados e outras actividades a realizar. Neste parâmetro de avaliação, o desempenho dos colegas será apreciado de acordo com os seguintes níveis: Nível 1 – Reduzido; Nível 2 – Médio; Nível 3 – Elevado </li></ul>
  37. 37. Critérios de avaliação <ul><li>Disciplina implementada na plataforma Moodle do Centro de Formação Será apreciado o trabalho realizado na plataforma, considerado útil para os alunos a que a “disciplina” se destina. O desempenho dos colegas será avaliado de acordo com os seguintes níveis: Nível 1 – Reduzido; Nível 2 – Médio; Nível 3 – Elevado </li></ul><ul><li>Relatório de reflexão individual . É obrigatório. A apreciação será: Realizado dentro do prazo / realizado fora de prazo / não realizado. </li></ul><ul><li>Apreciação global Será considerada a assiduidade e a qualidade global da participação, tanto no que respeita às intervenções presenciais como às efectuadas on-line. O desempenho dos colegas será avaliado de acordo com os seguintes níveis: Nível 1 – Reduzido; Nível 2 – Médio; Nível 3 – Elevado </li></ul>
  38. 38. Fim

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