A Avaliação da Aprendizagem em Educação à Distância Dr. Stella C.S. Porto Graduate School – UMUC (IC/UFF) São Paulo (9/02)...
Agenda <ul><li>Apresentação </li></ul><ul><li>Parte 1: Discutindo o conceito de avaliação </li></ul><ul><li>Parte 2: Plane...
Apresentação <ul><li>Quem eu sou? / O que eu faço? </li></ul><ul><li>Quais os objetivos para esse minicurso? </li></ul><ul...
Agenda: Parte 1 <ul><li>Discutindo o conceito de avaliação </li></ul><ul><ul><li>O que é avaliação?  </li></ul></ul><ul><u...
Agenda: Parte 2 <ul><li>Planejamento e design da avaliação </li></ul><ul><ul><li>O processo de design instrucional </li></...
Agenda: Parte 3 <ul><li>Métodos e estratégias </li></ul><ul><ul><li>Métodos existentes </li></ul></ul><ul><ul><li>Como se ...
Agenda: Parte 4 <ul><li>E na prática? </li></ul><ul><ul><li>Como se organizam os métodos hoje usados no ambiente online </...
São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) <ul><li>“ Goal Ranking & Matching” </li></ul><ul><li>Utilize o formulário para esc...
Discutindo o conceito de avaliação <ul><li>Atividade motivadora – Parte 1 </li></ul><ul><ul><li>Páre, pense e reflita </li...
Discutindo o conceito… <ul><li>A avaliação é um aspecto  desafiador  do processo de aprendizagem </li></ul><ul><ul><li>é m...
Discutindo o conceito… <ul><li>Perguntas que permanecem… </li></ul><ul><ul><li>Os trabalhos avaliados refletem de forma vá...
Discutindo o conceito… <ul><li>Perguntas que permanecem… </li></ul><ul><ul><li>Os trabalhos avaliados refletem de forma vá...
Discutindo o conceito… <ul><li>Perguntas que permanecem… </li></ul><ul><ul><li>Os trabalhos avaliados refletem de forma vá...
Discutindo o conceito… <ul><li>As estratégias de avaliação são importantes quando permitem que os alunos tenham  “insights...
Discutindo o conceito… <ul><li>A metodologia de avaliação deve ser capaz de  informar a alunos e profs sobre a qualidade d...
Discutindo o conceito… <ul><li>Logo, a  visão holística  da avaliação a enxerga como parte VITAL do processo de ensino-apr...
Discutindo o conceito… <ul><li>O aluno adulto deve ser avaliado de tal forma a que perceba seus  pontos fracos e fortes , ...
Discutindo o conceito… <ul><li>O aluno precisa de informação sobre a  qualidade do seu trabalho </li></ul><ul><li>O aluno ...
Discutindo o conceito… <ul><li>É preciso que a avaliação se dê através de  vários recursos , para que a visão do processo ...
Discutindo o conceito… <ul><li>O objetivo maior então deve ser: </li></ul><ul><li>Prover informação necessária  </li></ul>...
Discutindo o conceito… <ul><li>Em que nivel do aprendizado estamos avaliando os alunos? </li></ul><ul><ul><li>Os 4 níveis ...
Discutindo o conceito… Niveis de Kirkpatrick <ul><li>A avaliação deve ir subindo de nivel </li></ul><ul><li>Cada nivel ser...
Discutindo o conceito… Niveis de Kirkpatrick <ul><li>Reações </li></ul><ul><ul><li>Você gostou? O material é relevante par...
Discutindo o conceito… Niveis de Kirkpatrick <ul><li>Cognitivo (aprendizado) </li></ul><ul><ul><li>Determinar a extensão e...
Discutindo o conceito… Niveis de Kirkpatrick <ul><li>Comportamento (transferência) </li></ul><ul><ul><li>Mede a transferên...
Discutindo o conceito… Niveis de Kirkpatrick <ul><li>Institucional (Resultados) </li></ul><ul><ul><li>Medida de sucesso at...
Discutindo o conceito… <ul><li>Grau vs. Avaliação </li></ul><ul><ul><li>São diferentes? Como? </li></ul></ul><ul><ul><li>A...
São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) Assessment Grades Formative Summative Diagnostic Final Non-Judgmental Evaluative P...
Discutindo o conceito… <ul><li>Até que ponto a avaliação se confunde com o grau? </li></ul><ul><li>Por que? </li></ul><ul>...
Discutindo o conceito… São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) Avaliação do aprendizado Avaliação do ensino
Discutindo o conceito…  <ul><li>O caminho inverso da avaliação </li></ul><ul><ul><li>Avaliar a eficiência e a eficácia das...
Discutindo o conceito… <ul><li>Avaliação à distância </li></ul><ul><li>“ A key challenge to the authenticity of learning t...
Discutindo o conceito… <ul><li>O  ambiente à distância  cria desafios específicos em relação à avaliação do aluno </li></u...
Discutindo o conceito… <ul><li>O ambiente online (por exemplo) promove  outros  tipos de aprendizados ao aluno:  </li></ul...
Discutindo o conceito… <ul><li>Papel do instrutor online </li></ul><ul><ul><li>É um papel dinâmico </li></ul></ul><ul><ul>...
Discutindo o conceito… <ul><li>Atividade de conclusão – Parte 1: </li></ul><ul><ul><li>Em grupo: proponha algumas atividad...
Parte 2: Planejamento e design da avaliação  <ul><li>Atividade motivadora – Parte 2 </li></ul><ul><ul><li>Páre, pense e re...
Planejamento e design… <ul><li>O processo de ISD </li></ul><ul><li>O modelo ADDIE </li></ul><ul><ul><li>Análise </li></ul>...
Planejamento e design… <ul><li>A avaliação do aprendizado é de fato determinada durante a fase de design </li></ul><ul><ul...
Planejamento e design… <ul><li>Existe assim uma relação fortissima entre avaliação e objetivos </li></ul><ul><ul><li>Deter...
Planejamento e design… <ul><li>Descrição de objetivos é determinante sobre a avaliação </li></ul><ul><li>Como construir ob...
Planejamento e design… <ul><li>A relação da avaliação com os objetivos </li></ul><ul><li>Teaching Goals Inventory (Angelo ...
Planejamento e design… <ul><li>Teaching Goals Inventory (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><li>http://www.siue.edu/~dede...
Métodos e estratégias <ul><li>A literatura indica a importância do uso de  diversas formas de avaliação </li></ul><ul><ul>...
Métodos e estratégias <ul><li>O feedback dado aos alunos deve focalizar os comportamentos ao invés das personalidades </li...
Métodos e estratégias <ul><li>Logo, deve… </li></ul><ul><ul><li>Ser orientado às  necessidades  de informação dos alunos <...
Métodos e estratégias <ul><li>Logo, deve… </li></ul><ul><ul><li>Fazer com que os alunos sintam que eles são  donos desse f...
Métodos e estratégias <ul><li>Muito provavelmente, a boa prática na avaliação é  constante  através das diferentes modalid...
Métodos e estratégias <ul><li>Importante para a população adulta </li></ul><ul><ul><li>Os alunos devem se tornar auto-dire...
Métodos e estratégias <ul><li>No modelo centrado no aluno </li></ul><ul><ul><li>O prof deve enxergar os alunos como seus p...
Métodos e estratégias <ul><li>Características do processo de aprendizado centrado no aluno </li></ul><ul><ul><li>Alunos es...
Métodos e estratégias <ul><li>Características do processo de aprendizado centrado no aluno </li></ul><ul><ul><li>Potencial...
Métodos e estratégias <ul><li>As práticas e a filosofia de avaliação deve confirmar que alunos adultos variam em suas nece...
Métodos e estratégias <ul><li>A avaliação deve fazer uma ponte entre o conhecimento acadêmico, habilidades (skills) e expe...
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Métodos e estratégias <ul><li>Avaliação com métodos alternativos </li></ul><ul><ul><li>Alunos devem ter diversas oportunid...
Métodos e estratégias <ul><li>Avaliação com métodos alternativos (cont.) </li></ul><ul><ul><li>Esses métodos em geral requ...
Métodos e estratégias <ul><li>Os critérios usados na avaliação precisam ser apresentados de forma clara para evitar falsas...
Métodos e estratégias <ul><li>“ Goal Ranking & Matching” (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><ul><li>Projetado para torna...
Métodos e estratégias <ul><li>Utilização de avaliação anônima </li></ul><ul><ul><li>interessante porque desvincula do grau...
Métodos e estratégias <ul><li>“ Directed Paraphrasing”  (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><ul><li>O aluno deve resumir ...
Métodos e estratégias <ul><li>“ Directed Paraphrasing”  (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><ul><li>O aluno deve resumir ...
Métodos e estratégias <ul><li>“ Muddiest point” (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><ul><li>Escreva aquilo que você achou...
Métodos e estratégias <ul><li>“ Minute Paper” (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><ul><li>Muito comum </li></ul></ul><ul>...
Métodos e estratégias <ul><li>Auto-avaliação (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><ul><li>São oferecidos 2 ou mais trechos...
Métodos e estratégias <ul><li>Auto-avaliação </li></ul><ul><ul><li>O aluno pode se confrontar com atitudes e posturas pess...
Métodos e estratégias <ul><li>Self-confidence survey (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><ul><li>Utilizado para identific...
Métodos e estratégias <ul><li>Characteristic features (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><ul><li>Lista de traços que aju...
Métodos e estratégias <ul><li>Background Knowledge Probe (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><ul><li>A melhor forma de pr...
Métodos e estratégias <ul><li>Transfer & Apply (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><ul><li>Forma intencional de fazer com...
Métodos e estratégias <ul><li>Trabalho de grupo </li></ul><ul><ul><li>Tamanho do grupo </li></ul></ul><ul><ul><li>Objetivo...
Métodos e estratégias <ul><li>Participação </li></ul><ul><ul><li>Dar grau ou não? </li></ul></ul><ul><ul><li>Importante de...
Métodos e estratégias <ul><li>“ Peer evaluation” </li></ul><ul><ul><li>Efetivo no ambiente online </li></ul></ul><ul><ul><...
Métodos e estratégias <ul><li>“ Learning about the ways we learn is an important outcome of the online environment.”  </li...
Métodos e estratégias <ul><li>O que está acontecendo online? </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
Métodos e estratégias <ul><li>Exames tradicionais  </li></ul><ul><li>Trabalhos individuais e de grupo para nível de domíni...
Métodos e estratégias <ul><li>Nenhuma diferença  no geral </li></ul><ul><li>Avaliação via web permite  feedback  mais efic...
Métodos e estratégias <ul><li>Maior  eficiência  no feeback de tarefa </li></ul><ul><li>Feedback individual mais  detalhad...
Métodos e estratégias <ul><li>Menor percepção do aluno sobre  carga de trabalho </li></ul><ul><li>Falta de auto-conhecimen...
Métodos e estratégias <ul><li>Desejos de um instrutor para avaliação online… </li></ul><ul><ul><li>Maior suporte e acesso ...
Métodos e estratégias <ul><li>Desejos de um instrutor para avaliação online… </li></ul><ul><ul><li>Maior entendimento por ...
Métodos e estratégias <ul><li>Algumas conclusões sobre avaliação online: </li></ul><ul><ul><li>A maior parte dos procedime...
Métodos e estratégias <ul><li>Algumas conclusões sobre avaliação online: </li></ul><ul><ul><li>Suporte  preparatório adequ...
Métodos e estratégias <ul><li>Atividade de conclusão – Parte 3: </li></ul><ul><ul><li>Retome as suas notas do início sobre...
Parte 4: E na prática? São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
E na prática? São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
E na prática? <ul><li>Não existe uma melhor forma de avaliar o progresso do aluno </li></ul><ul><li>O elemento mais import...
E na prática? <ul><li>Métodos sincronos (1) </li></ul><ul><ul><li>Prof. e aluno interagem em  tempo-real  durante a avalia...
E na prática? <ul><li>Métodos sincronos (2) </li></ul><ul><ul><li>Ferramentas de conferência  em tempo real </li></ul></ul...
E na prática? <ul><li>Métodos assincronos </li></ul><ul><ul><li>Avaliação pode tomar diferentes formas: de exames até port...
E na prática? <ul><li>O  dominio cognitivo  é mais frequentemente avaliado em EAD </li></ul><ul><li>A avaliação do  domini...
E na prática? <ul><li>Desafios </li></ul><ul><ul><li>Grau vs. Avaliação (estrutura de graus determinada pela instituição) ...
<ul><li>“ Why do we insist on measuring it with a micrometer when we mark it with chalk and cut it with an axe?” </li></ul...
<ul><li>“ Why teach to testing when it is so productive to teach to learning?” </li></ul><ul><li>Guy Bensusan </li></ul>Sã...
<ul><li>“ As the question about what is wrong with tests to the learners/students in YOUR courses – and let them post ANON...
<ul><li>Qual foi o ponto mais importante para você desse mini-curso? </li></ul><ul><li>Qual foi o aspecto mais confuso? </...
Referências <ul><li>M. Dereshiwsky (2001), ‘A’ is for Assessment: Identifying Online Assessment Practices and Perceptions,...
Referências <ul><li>UMUC site,  http://www.umuc.edu </li></ul><ul><li>T.A. Angelo (1999), “Doing Assessment as if Learning...
Referências <ul><li>L. Suskie (2000), “Fair Assessment Practices”, AAHEBulletin, May. </li></ul><ul><li>“ Classroom Assess...
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A Avaliação da Aprendizagem em Educação à Distância.

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A Avaliação da Aprendizagem em Educação à Distância. Dr. Stella C.S. Porto. Graduate School – UMUC. (IC/UFF)

Disponibilizado originalmente no portal

http://www.abed.org.br/congresso2002/minicursos/08/congresso/frame.htm


Joao Jose Saraiva da Fonseca

http://www.joaojosefonseca1.blogspot.com/

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A Avaliação da Aprendizagem em Educação à Distância.

  1. 1. A Avaliação da Aprendizagem em Educação à Distância Dr. Stella C.S. Porto Graduate School – UMUC (IC/UFF) São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  2. 2. Agenda <ul><li>Apresentação </li></ul><ul><li>Parte 1: Discutindo o conceito de avaliação </li></ul><ul><li>Parte 2: Planejamento e design da avaliação </li></ul><ul><li>Parte 3: Métodos e estratégias </li></ul><ul><li>Parte 4: E na prática? </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  3. 3. Apresentação <ul><li>Quem eu sou? / O que eu faço? </li></ul><ul><li>Quais os objetivos para esse minicurso? </li></ul><ul><ul><li>Tratar da questão da avaliação e suas especificidades em EAD </li></ul></ul><ul><ul><li>relação da avaliação com o processo inteiro de planejamento da instrução </li></ul></ul><ul><ul><li>estratégias diversas de avaliação </li></ul></ul><ul><ul><li>Foco na questões de avaliação online </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  4. 4. Agenda: Parte 1 <ul><li>Discutindo o conceito de avaliação </li></ul><ul><ul><li>O que é avaliação? </li></ul></ul><ul><ul><li>Avaliação vs. Grau </li></ul></ul><ul><ul><li>Como se diferencia em EAD? </li></ul></ul><ul><ul><li>Por que avaliar? O que avaliar? </li></ul></ul><ul><ul><li>Aspectos críticos </li></ul></ul><ul><ul><li>A avaliação do eficácia do ensino </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  5. 5. Agenda: Parte 2 <ul><li>Planejamento e design da avaliação </li></ul><ul><ul><li>O processo de design instrucional </li></ul></ul><ul><ul><li>A relação da avaliação com o design instrucional </li></ul></ul><ul><ul><li>A relação da avaliação com os objetivos </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  6. 6. Agenda: Parte 3 <ul><li>Métodos e estratégias </li></ul><ul><ul><li>Métodos existentes </li></ul></ul><ul><ul><li>Como se adaptam à EAD? </li></ul></ul><ul><ul><li>Quais os fatores que devem ser levados em consideração na escolha do método? </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  7. 7. Agenda: Parte 4 <ul><li>E na prática? </li></ul><ul><ul><li>Como se organizam os métodos hoje usados no ambiente online </li></ul></ul><ul><ul><li>A UMUC como um estudo de caso </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>A organização da UMUC </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>As escolas de graduação (SUS) e pós-graduação (GS): dois esquemas de design instrucional e de avaliação </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A prática puramente online da GS/UMUC </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>As questões críticas, as questões em aberto… </li></ul></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  8. 8. São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) <ul><li>“ Goal Ranking & Matching” </li></ul><ul><li>Utilize o formulário para escrever 2-5 metas você espera alcançar – coisas especificas que você deseja aprender – participando desse seminário. Formulário </li></ul><ul><li>Na coluna do meio dê uma ordem d prioridade de acordo com sua importância relativa. O mais importante recebe número 1. </li></ul><ul><li>Olhando para as metas dadas no inicio do curso e escolha YES. Os que sobrarem escolha NO </li></ul><ul><li>Prepare-se para perguntar e fazer comentários sobre metas importantes que não tenham sido mencionadas inicialmente. </li></ul>
  9. 9. Discutindo o conceito de avaliação <ul><li>Atividade motivadora – Parte 1 </li></ul><ul><ul><li>Páre, pense e reflita </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>O que é avaliação? </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Qual é a relação da avaliação com o processo de aprendizado? </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Como vivencio o processo de avaliação? </li></ul></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  10. 10. Discutindo o conceito… <ul><li>A avaliação é um aspecto desafiador do processo de aprendizagem </li></ul><ul><ul><li>é motivo de ansiedade em alunos e instrutores </li></ul></ul><ul><ul><li>O que você sente como aluno? </li></ul></ul><ul><ul><li>O que você sente como professor? </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  11. 11. Discutindo o conceito… <ul><li>Perguntas que permanecem… </li></ul><ul><ul><li>Os trabalhos avaliados refletem de forma válida o currículo? </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  12. 12. Discutindo o conceito… <ul><li>Perguntas que permanecem… </li></ul><ul><ul><li>Os trabalhos avaliados refletem de forma válida o currículo? </li></ul></ul><ul><ul><li>Existe um sistema de avaliação e feedback que seja igualitário e claro a todos? </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  13. 13. Discutindo o conceito… <ul><li>Perguntas que permanecem… </li></ul><ul><ul><li>Os trabalhos avaliados refletem de forma válida o currículo? </li></ul></ul><ul><ul><li>Existe um sistema de avaliação e feedback que seja igualitário e claro a todos? </li></ul></ul><ul><ul><li>Além do grau, a avaliação é genuinamente significativa e útil aos alunos em seu crescimento acadêmico? </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  14. 14. Discutindo o conceito… <ul><li>As estratégias de avaliação são importantes quando permitem que os alunos tenham “insights” sobre seu próprio processo educacional </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  15. 15. Discutindo o conceito… <ul><li>A metodologia de avaliação deve ser capaz de informar a alunos e profs sobre a qualidade da experiência educacional </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  16. 16. Discutindo o conceito… <ul><li>Logo, a visão holística da avaliação a enxerga como parte VITAL do processo de ensino-aprendizado </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  17. 17. Discutindo o conceito… <ul><li>O aluno adulto deve ser avaliado de tal forma a que perceba seus pontos fracos e fortes , e que os primeiros possam ser corrigidos durante e APÓS o curso </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  18. 18. Discutindo o conceito… <ul><li>O aluno precisa de informação sobre a qualidade do seu trabalho </li></ul><ul><li>O aluno precisa de sugestões construtivas de como melhorar seu desempenho </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  19. 19. Discutindo o conceito… <ul><li>É preciso que a avaliação se dê através de vários recursos , para que a visão do processo de aprendizado seja mais completa </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  20. 20. Discutindo o conceito… <ul><li>O objetivo maior então deve ser: </li></ul><ul><li>Prover informação necessária </li></ul><ul><li>para a melhoria de experiências </li></ul><ul><li>educacionais futuras </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  21. 21. Discutindo o conceito… <ul><li>Em que nivel do aprendizado estamos avaliando os alunos? </li></ul><ul><ul><li>Os 4 níveis de avaliação de Kirkpatrick… </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  22. 22. Discutindo o conceito… Niveis de Kirkpatrick <ul><li>A avaliação deve ir subindo de nivel </li></ul><ul><li>Cada nivel serve de base para o superior </li></ul><ul><li>A cada nivel tem-se uma medida mais precisa da eficácia da instrução </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  23. 23. Discutindo o conceito… Niveis de Kirkpatrick <ul><li>Reações </li></ul><ul><ul><li>Você gostou? O material é relevante para o seu trabalho? </li></ul></ul><ul><ul><li>Uma reação negativa pode comprometer todo o processo de aprendizado </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  24. 24. Discutindo o conceito… Niveis de Kirkpatrick <ul><li>Cognitivo (aprendizado) </li></ul><ul><ul><li>Determinar a extensão em que o aluno desenvolveu suas habilidades, conhecimentos ou atitudes </li></ul></ul><ul><ul><li>Pré-teste e pós-teste são especialmente úteis </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  25. 25. Discutindo o conceito… Niveis de Kirkpatrick <ul><li>Comportamento (transferência) </li></ul><ul><ul><li>Mede a transferência que ocorre no comportamento devido ao curso (ou programa) </li></ul></ul><ul><ul><li>Mede o nivel de aplicação dos conhecimentos adquiridos </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  26. 26. Discutindo o conceito… Niveis de Kirkpatrick <ul><li>Institucional (Resultados) </li></ul><ul><ul><li>Medida de sucesso através de efeitos institucionais </li></ul></ul><ul><ul><li>Aumento de produção, redução de acidentes </li></ul></ul><ul><ul><li>Esses resultados são o maior motivo para realização de treinamento </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  27. 27. Discutindo o conceito… <ul><li>Grau vs. Avaliação </li></ul><ul><ul><li>São diferentes? Como? </li></ul></ul><ul><ul><li>A seguir tabela fornecida pela Southern Illinois University Edwardsville ( http://www.siue.edu/~deder/assess/cats/gradesv.html ) </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  28. 28. São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) Assessment Grades Formative Summative Diagnostic Final Non-Judgmental Evaluative Private Administrative Often Anonymous Identified Partial Integrative Specific Holistic Mainly Subtext (skills and capabilities) Text (content) Suggestive Rigorous Usually Goal-oriented Usually Content-Driven
  29. 29. Discutindo o conceito… <ul><li>Até que ponto a avaliação se confunde com o grau? </li></ul><ul><li>Por que? </li></ul><ul><li>Se temos que medir (e consequentemente dar grau), como podemos fazê-lo mantendo os principios que devem reger o processo de avaliação? </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  30. 30. Discutindo o conceito… São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) Avaliação do aprendizado Avaliação do ensino
  31. 31. Discutindo o conceito… <ul><li>O caminho inverso da avaliação </li></ul><ul><ul><li>Avaliar a eficiência e a eficácia das estratégias de ensino e currículo </li></ul></ul><ul><ul><li>Logo os resultado de boas estratégias de avaliação contém informação para alunos, profs, e administradores </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  32. 32. Discutindo o conceito… <ul><li>Avaliação à distância </li></ul><ul><li>“ A key challenge to the authenticity of learning that takes place at a distance has been the demand for DUPLICATION of classroom testing.” </li></ul><ul><li>Editor </li></ul><ul><li>Ed at a Distance, Jan. 2000 </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  33. 33. Discutindo o conceito… <ul><li>O ambiente à distância cria desafios específicos em relação à avaliação do aluno </li></ul><ul><ul><li>instrutores não tem os indicadores informais visuais e verbais que podem ser tão úteis </li></ul></ul><ul><ul><li>muitos dos métodos de avaliação que requerem a presença dos alunos não são possíveis </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  34. 34. Discutindo o conceito… <ul><li>O ambiente online (por exemplo) promove outros tipos de aprendizados ao aluno: </li></ul><ul><ul><li>sobre a própria tecnologia empregada </li></ul></ul><ul><ul><li>sobre seu próprio processo de aprendizado </li></ul></ul><ul><ul><li>sobre si mesmo </li></ul></ul><ul><li>A avaliação deve incluir esses aspectos </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  35. 35. Discutindo o conceito… <ul><li>Papel do instrutor online </li></ul><ul><ul><li>É um papel dinâmico </li></ul></ul><ul><ul><li>Requer pessoas capazes de criar um ambiente virtual que propicie e encorage o aprendizado individual e colaborativo </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  36. 36. Discutindo o conceito… <ul><li>Atividade de conclusão – Parte 1: </li></ul><ul><ul><li>Em grupo: proponha algumas atividades de avaliação do aprendizado dos Niveis de avaliação de Kirkpatrick, usando para isso os próprios níveis propostos por Kirkpatrick </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  37. 37. Parte 2: Planejamento e design da avaliação <ul><li>Atividade motivadora – Parte 2 </li></ul><ul><ul><li>Páre, pense e reflita: Qual a ordem de design que você usaria na elaboração de um curso? </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Objetivos – instrução – avaliação </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Objetivos – avaliação – instrução </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Avaliação – Objetivos – instrução </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Avaliação – instrução – objetivos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Instrução – objetivos – avaliação </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Instrução – avaliação – objetivos </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Por que? </li></ul></ul><ul><ul><li>Discuta em grupo </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) ISD: Instructional Systems Design
  38. 38. Planejamento e design… <ul><li>O processo de ISD </li></ul><ul><li>O modelo ADDIE </li></ul><ul><ul><li>Análise </li></ul></ul><ul><ul><li>Design </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolvimento </li></ul></ul><ul><ul><li>Implementação </li></ul></ul><ul><ul><li>Avaliação </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) Análise Design Avaliação Desenvolvimento Implementação
  39. 39. Planejamento e design… <ul><li>A avaliação do aprendizado é de fato determinada durante a fase de design </li></ul><ul><ul><li>Nesta fase acontece determinação de objetivos, construção da instrução e definição da avaliação </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  40. 40. Planejamento e design… <ul><li>Existe assim uma relação fortissima entre avaliação e objetivos </li></ul><ul><ul><li>Determinar se objetivos foram alcançados e em que grau </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  41. 41. Planejamento e design… <ul><li>Descrição de objetivos é determinante sobre a avaliação </li></ul><ul><li>Como construir objetivos? </li></ul><ul><ul><li>Enfoque behaviorista </li></ul></ul><ul><ul><li>Enfoque construtivista, etc. </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  42. 42. Planejamento e design… <ul><li>A relação da avaliação com os objetivos </li></ul><ul><li>Teaching Goals Inventory (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><ul><li>Auto-avaliação para professores </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Profs se tornam atentos às metas e objetivos a serem alcançados </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Profs se tornam mais capazes de descobrir qual a estratégia a ser usada para avaliar a aprendizagem </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Proporciona tema de discussão entre profs </li></ul></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  43. 43. Planejamento e design… <ul><li>Teaching Goals Inventory (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><li>http://www.siue.edu/~deder/assess/cats/tchgoals.html </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  44. 44. Métodos e estratégias <ul><li>A literatura indica a importância do uso de diversas formas de avaliação </li></ul><ul><ul><li>formas qualitativas e quantitativas </li></ul></ul><ul><li>Recomenda-se a individualização da avaliação, mesmo em atividades de grupo </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  45. 45. Métodos e estratégias <ul><li>O feedback dado aos alunos deve focalizar os comportamentos ao invés das personalidades </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  46. 46. Métodos e estratégias <ul><li>Logo, deve… </li></ul><ul><ul><li>Ser orientado às necessidades de informação dos alunos </li></ul></ul><ul><ul><li>Ser direcionado aos comportamentos que podem ser modificados… </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  47. 47. Métodos e estratégias <ul><li>Logo, deve… </li></ul><ul><ul><li>Fazer com que os alunos sintam que eles são donos desse feedback </li></ul></ul><ul><ul><li>Ser claro, acurado e dado em tempo apropriado </li></ul></ul><ul><ul><li>Fazer parte de um relacionamento continuado entre instrutor e aluno </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  48. 48. Métodos e estratégias <ul><li>Muito provavelmente, a boa prática na avaliação é constante através das diferentes modalidades de ensino </li></ul><ul><ul><li>No entanto, outros métodos com tecnologias alternativas podem em muitos casos gerarem uma maior eficiência do feedback </li></ul></ul><ul><li>Em educação online, a identificação do aluno é mais individualizada </li></ul><ul><ul><ul><li>O que significa isso? </li></ul></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  49. 49. Métodos e estratégias <ul><li>Importante para a população adulta </li></ul><ul><ul><li>Os alunos devem se tornar auto-direcionados em seus planos e atividades de aprendizado </li></ul></ul><ul><ul><li>Reconhecer os talentos e as necessidades dos alunos </li></ul></ul><ul><li>O aluno precisa ser reconhecido como autônomo </li></ul><ul><ul><li>Diferentes graus de indepedência em seus hábitos de estudo </li></ul></ul><ul><ul><li>Relevância na avaliação de seus trabalhos </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) O enfoque centrado no aluno
  50. 50. Métodos e estratégias <ul><li>No modelo centrado no aluno </li></ul><ul><ul><li>O prof deve enxergar os alunos como seus parceiros que trabalham na produção de experiências educacionais relevantes </li></ul></ul><ul><ul><li>O prof agora passa a ter múltiplas funções: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Pesquisadores das percepções do aluno </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Designers de estratégias de avaliação multifacetadas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Gerentes de processos de avaliação </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Consultores que auxiliam o aluno na interpretação da informação rica que advem do processo de aprendizado </li></ul></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  51. 51. Métodos e estratégias <ul><li>Características do processo de aprendizado centrado no aluno </li></ul><ul><ul><li>Alunos estão envolvidos ATIVAMENTE e recebem feedback </li></ul></ul><ul><ul><li>Alunos aplicam conhecimentos a questões e problemas permanentes e emergentes </li></ul></ul><ul><ul><li>Alunos integram o conhecimento baseado na disciplina em questão, desenvolvendo habilidades genéricas </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  52. 52. Métodos e estratégias <ul><li>Características do processo de aprendizado centrado no aluno </li></ul><ul><ul><li>Potencial crescente de reconhecer a qualidade do trabalho </li></ul></ul><ul><ul><li>Alunos tornam-se cada vez mais sofisticados como alunos e conhecedores do conteúdo </li></ul></ul><ul><ul><li>Instrutores mesclam ensino com avaliação </li></ul></ul><ul><ul><li>O aprendizado é interpessoal, e todos os alunos e profs são respeitados e valorizados </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  53. 53. Métodos e estratégias <ul><li>As práticas e a filosofia de avaliação deve confirmar que alunos adultos variam em suas necessidades </li></ul><ul><ul><li>Devido às experiências anteriores e educação prévia </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Implicação séria para programas com alcance internacional </li></ul></ul></ul><ul><li>Logo, o ensino precisa ser mais individualizado, e deve oferecer conexão com suas vidas pessoais e profissionais </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  54. 54. Métodos e estratégias <ul><li>A avaliação deve fazer uma ponte entre o conhecimento acadêmico, habilidades (skills) e experiências de sala de aula com trabalho diário do aluno </li></ul><ul><li>Métodos alternativos tem sido estudados em função da insatisfação com métodos tradicionais… </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  55. 55. Métodos e estratégias <ul><li>Instrutores mais tradicionais tendem a valorizar instrumentos em número menor e de caráter mais formal </li></ul><ul><li>Instrutores com métodos alternativos utilizam uma variedade maior de atividades de avaliação como: </li></ul><ul><ul><li>Portfolios, apresentações em ppt, revisão de livros, entrevistas, etc. </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  56. 56. Métodos e estratégias <ul><li>Avaliação com métodos alternativos </li></ul><ul><ul><li>Alunos devem ter diversas oportunidades de demonstrar suas habilidades de: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Pensamento crítico, conhecimento de maior profundidade, conectar o conhecimento à atividades do dia-a-dia </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolver o diálogo mais profundo sobre o material do curso e promover atividades de aprendizado individuais ou em grupo </li></ul></ul><ul><ul><li>O prof será capaz de identificar características dos alunos, incluindo seus estilos de aprendizado </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  57. 57. Métodos e estratégias <ul><li>Avaliação com métodos alternativos (cont.) </li></ul><ul><ul><li>Esses métodos em geral requerem um maior tempo de desenvolvimento e integração dos mesmos ao currículo </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>É preciso que exista um plano prático que alivie essa carga de notas+feedback através da limitação do número e do tamanho dos projetos a serem usados na avaliação </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Alunos se tornam criadores de conhecimento </li></ul></ul><ul><ul><li>Em geral várias respostas são possíveis </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  58. 58. Métodos e estratégias <ul><li>Os critérios usados na avaliação precisam ser apresentados de forma clara para evitar falsas expectativas </li></ul><ul><li>Para tanto, o uso da Rúbrica no processo de dar grau deve ser usada </li></ul><ul><ul><li>Grading Rubric ou Grading Standards </li></ul></ul><ul><li>Expectativas altas são importantes e devem ser públicas </li></ul><ul><ul><li>O conto da “ baleia assassina ” </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  59. 59. Métodos e estratégias <ul><li>“ Goal Ranking & Matching” (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><ul><li>Projetado para tornar metas e objetivos mais claros e visiveis ao próprio aluno </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>O instrutor pode então adaptar se possivel o curso a estas expectativas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O instrutor pode esclarecer quais dessas expectativas não poderão ser atendidas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O instrutor pode ajudar o aluno a alcançar seus objetivos particulares </li></ul></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) EXEMPLOS
  60. 60. Métodos e estratégias <ul><li>Utilização de avaliação anônima </li></ul><ul><ul><li>interessante porque desvincula do grau e faz com que o aluno se torne proprietário do próprio &quot;feedback&quot; </li></ul></ul><ul><ul><li>o aluno se torna mais responsável pelo processo de aprendizado </li></ul></ul><ul><li>Como implementar tal esquema em EAD? </li></ul><ul><ul><li>Isso é desejado em EAD? </li></ul></ul><ul><ul><li>O que se ganha, o que se perde? </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) EXEMPLOS
  61. 61. Métodos e estratégias <ul><li>“ Directed Paraphrasing” (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><ul><li>O aluno deve resumir através de palavras-chaves o que foi apresentado durante uma aula ou aula passada </li></ul></ul><ul><ul><li>O aluno precisa assim encontrar uma NOVA forma de expressar um conceito </li></ul></ul><ul><ul><li>Público é determinado : paráfrase é direcionada </li></ul></ul><ul><ul><li>O desafio é: BREVIDADE + ESCOLHA DA LINGUAGEM </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) EXEMPLOS
  62. 62. Métodos e estratégias <ul><li>“ Directed Paraphrasing” (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><ul><li>O aluno deve resumir através de palavras-chaves o que foi apresentado durante uma aula ou aula passada </li></ul></ul><ul><ul><li>O aluno precisa assim encontrar uma NOVA forma de expressar um conceito </li></ul></ul><ul><ul><li>Público é determinado : paráfrase é direcionada </li></ul></ul><ul><ul><li>O desafio é: BREVIDADE + ESCOLHA DA LINGUAGEM </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) Se adapta a EAD?
  63. 63. Métodos e estratégias <ul><li>“ Muddiest point” (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><ul><li>Escreva aquilo que você achou menos claro. </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Este é um exercicio interessante e potencialmente integrativo, porque requer que alunos primeiro deem grau ao seu conhecimento sobre diversos conteúdos e segundo porque faz com que o aluno por um momento reflita sobre por que algum tópico deveria ser selecionado como o menos entendido </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Deve ser usado com parcimonia, porque existe subliminar uma tendência a enfatizar o negativo. </li></ul></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) EXEMPLOS
  64. 64. Métodos e estratégias <ul><li>“ Minute Paper” (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><ul><li>Muito comum </li></ul></ul><ul><ul><li>Oferece feedback rápido sobre se as idéias principais estão sendo percebidas pelos alunos </li></ul></ul><ul><ul><li>Além disso, o aluno deve também fazer perguntas ao final, tornando a tarefa integrativa </li></ul></ul><ul><ul><li>é preciso organizar o pensamento e decidir sobre a questão significativa </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) Exemplo EXEMPLOS
  65. 65. Métodos e estratégias <ul><li>Auto-avaliação (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><ul><li>São oferecidos 2 ou mais trechos de auto-avaliação relacionados a posturas em relação a aspectos especificos. ( Exemplo ) </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>O aluno escolhe dentre os trechos aquele que se adequa melhor a sua própria postura e pensamento </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Escolhe também, por exemplo, qual o tipo de personalidade que melhor se adequa a determinadas situações </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Escolhe, por exemplo, aquela personalidade que ele próprio preferia se relacionar </li></ul></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) EXEMPLOS
  66. 66. Métodos e estratégias <ul><li>Auto-avaliação </li></ul><ul><ul><li>O aluno pode se confrontar com atitudes e posturas pessoais, de maneira privada </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Algumas delas podem ser empecilhos ao aprendizado </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>O ideal é oferecer ao aluno pontos de vistas controvertidos </li></ul></ul><ul><ul><li>Só podem ser usados como AUTO-avaliação </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>O professor deve reconhecer possiveis obstáculos ao aprendizado e formulá-los </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Recolher as respostas e propor formas de superar esses obstáculos. </li></ul></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) EXEMPLOS
  67. 67. Métodos e estratégias <ul><li>Self-confidence survey (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><ul><li>Utilizado para identificar áreas onde os alunos sentem-se confortáveis ou disconfortáveis </li></ul></ul><ul><ul><li>Reflete o reconhecimento da competência do aluno por ele mesmo </li></ul></ul><ul><ul><li>Fácil de elaborar, mas a forma de agir de acordo com os resultados pode ser mais complexa. </li></ul></ul><ul><ul><li>Exemplo de formulário </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) EXEMPLOS
  68. 68. Métodos e estratégias <ul><li>Characteristic features (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><ul><li>Lista de traços que ajudam a definir um tópico e diferenciá-lo de outros </li></ul></ul><ul><ul><li>Permite perceber se o aluno é capaz de separar elementos e idéias que podem ser confundidos </li></ul></ul><ul><ul><li>Muito útil em turmas grandes. </li></ul></ul><ul><ul><li>Exemplo </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) EXEMPLOS
  69. 69. Métodos e estratégias <ul><li>Background Knowledge Probe (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><ul><li>A melhor forma de prever o aprendizado de um aluno é saber o quanto ele já sabe antes de começar a instrução </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Os alunos trazem consigo muitos conhecimentos já internalizados, incluindo preconceitos e idéias pré-concebidas. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>O conhecimento novo em geral cola-se no conhecimento pré-existente. ( Exemplo ) </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) EXEMPLOS
  70. 70. Métodos e estratégias <ul><li>Transfer & Apply (Angelo & Cross, 1993) </li></ul><ul><ul><li>Forma intencional de fazer com que participantes reconheçam idéias que tenham aprendido e que conscientemente transfiram estas para aplicações em seu próprio ambiente. </li></ul></ul><ul><ul><li>Exemplo </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) EXEMPLOS
  71. 71. Métodos e estratégias <ul><li>Trabalho de grupo </li></ul><ul><ul><li>Tamanho do grupo </li></ul></ul><ul><ul><li>Objetivo preciso, conhecido e relevante ao aprendizado </li></ul></ul><ul><ul><li>Acompanhento ao longo do processo </li></ul></ul><ul><ul><li>Avaliação inter-participantes </li></ul></ul><ul><ul><li>Componente individual de tarefas (com grau individualizado) </li></ul></ul><ul><ul><li>Estruturação inicial: construindo a confiança </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  72. 72. Métodos e estratégias <ul><li>Participação </li></ul><ul><ul><li>Dar grau ou não? </li></ul></ul><ul><ul><li>Importante determinar o se considera como participação </li></ul></ul><ul><ul><li>Importante determinar como a participação será avaliada </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Usar Participation Rubric </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Prover feedback ao longo do curso especificamente sobre participação </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Feedback construtivo, convidando o aluno </li></ul></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  73. 73. Métodos e estratégias <ul><li>“ Peer evaluation” </li></ul><ul><ul><li>Efetivo no ambiente online </li></ul></ul><ul><ul><li>Tem que ser feito de forma cuidadosa </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Pode ser anônimo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Em pares </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>É preciso criar um clima de confiança </li></ul></ul><ul><ul><li>A avaliação deve ser entendida claramente como um processo construtivo que faz parte da aprendizagem, desligada do grau </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  74. 74. Métodos e estratégias <ul><li>“ Learning about the ways we learn is an important outcome of the online environment.” </li></ul><ul><ul><li>Isso se relaciona apenas ao ambiente online (ou a distância)? </li></ul></ul><ul><li>Instrutores podem reforçar o aspecto de meta-aprendizado, reforçando o poder que o aluno deve adquirir sobre seu próprio processo </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  75. 75. Métodos e estratégias <ul><li>O que está acontecendo online? </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  76. 76. Métodos e estratégias <ul><li>Exames tradicionais </li></ul><ul><li>Trabalhos individuais e de grupo para nível de domínio do conteúdo </li></ul><ul><li>Atividades de nível alto (i.e. estudo de casos, entrevistas, discussões, artigos, propostas de pesquisa…) </li></ul><ul><li>Atividades criativas (palavras-cruzadas online, avaliação e desenvolvimento de web-page, …) </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) métodos usados online (assincrono)
  77. 77. Métodos e estratégias <ul><li>Nenhuma diferença no geral </li></ul><ul><li>Avaliação via web permite feedback mais eficiente e detalhado </li></ul><ul><li>Aprendizado via web permite maior individualização na avaliação do trabalho do aluno </li></ul><ul><li>Aprendizado via web encoraja maior participação e engajamento do aluno </li></ul><ul><li>Sala de aula tradicional dá mais facilidade ao instrutor em inferir sobre o entendimento do material pelo aluno”” (será??) </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) Comparando avaliação online e tradicional
  78. 78. Métodos e estratégias <ul><li>Maior eficiência no feeback de tarefa </li></ul><ul><li>Feedback individual mais detalhado </li></ul><ul><li>Conveniência da comunicação entre instrutor e aluno </li></ul><ul><li>Área de conferência estimula troca efetiva entre alunos em grupo </li></ul><ul><li>Tempo adicional para alunos processarem o aprendizado e completarem trabalho. </li></ul><ul><li>Maior oportunidade para alunos desenvolverem habilidades diversas </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) O que está funcionando na avaliação online
  79. 79. Métodos e estratégias <ul><li>Menor percepção do aluno sobre carga de trabalho </li></ul><ul><li>Falta de auto-conhecimento do aluno sobre seu tipo de aprendizado e casamento apropriado com a aula online </li></ul><ul><li>Problemas tecnológicos </li></ul><ul><li>Deficiências dos alunos em escrita </li></ul><ul><li>Se e-mail é utilizado, pode se tornar um gargalo </li></ul><ul><li>Falta de apoio financeiro para pessoal de suporte no processo de avaliação </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) O que não está funcionado na avaliação online
  80. 80. Métodos e estratégias <ul><li>Desejos de um instrutor para avaliação online… </li></ul><ul><ul><li>Maior suporte e acesso tecnológico para alunos e instrutores </li></ul></ul><ul><ul><li>Melhores procedimento de avaliação baseados em tecnologia (p. ex. Um “gradebook online”) </li></ul></ul><ul><ul><li>Maior confiaça e uso por parte dos alunos nas áreas de trabalho comuns (evitando o e-mail) </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  81. 81. Métodos e estratégias <ul><li>Desejos de um instrutor para avaliação online… </li></ul><ul><ul><li>Maior entendimento por parte dos alunos de tempos razoáveis para feedback de trabalhos </li></ul></ul><ul><ul><li>Maior suporte administrativo </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>relativo a tamanho máximo de salas de aula e de pessoal de suporte à avaliação </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Maior uso de “peer mentoring”, e suporte às questões enfrentadas por instrutores online </li></ul></ul><ul><ul><li>Incorporação de teorias de aprendizado de adultos mais corrente e novas práticas de ensino </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  82. 82. Métodos e estratégias <ul><li>Algumas conclusões sobre avaliação online: </li></ul><ul><ul><li>A maior parte dos procedimentos de avaliação de aulas ao vivo podem ser adaptadas ao ambiente online </li></ul></ul><ul><ul><li>O ambiente online tem permitido cada vez mais o uso de múltiplos procedimentos de avaliação criativos </li></ul></ul><ul><ul><li>A avaliação baseada em Web é caracterizada pela eficiência, individualizada e detalhada em curto espaço de tempo </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  83. 83. Métodos e estratégias <ul><li>Algumas conclusões sobre avaliação online: </li></ul><ul><ul><li>Suporte preparatório adequado deve ser dado aos alunos e instrutores online, de tal maneira a garantir o sucesso da sala de aula baseada em Web </li></ul></ul><ul><ul><li>De muitas formas, as questões ligadas à boa prática de ensino e avaliação transcendem o formato utilizado (f2f ou online) </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  84. 84. Métodos e estratégias <ul><li>Atividade de conclusão – Parte 3: </li></ul><ul><ul><li>Retome as suas notas do início sobre a avaliação na sua prática educacional </li></ul></ul><ul><ul><li>Tente projetar recomendações para tornar essa prática mais válida </li></ul></ul><ul><ul><li>Avalie aquilo que no momento é utopia e aquilo que de fato pode ser feito imediatamente </li></ul></ul><ul><ul><li>Procure traçar diretrizes bem simples para levar suas novas conclusões sobre o tema para a sua prática </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  85. 85. Parte 4: E na prática? São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  86. 86. E na prática? São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  87. 87. E na prática? <ul><li>Não existe uma melhor forma de avaliar o progresso do aluno </li></ul><ul><li>O elemento mais importante em utilizar métodos tradicionais ou alternativos na avaliação de EAD talvez seja garantir que a ferramenta escolhida se ajuste ao modo em que é feita a instrução </li></ul><ul><li>Dois grupos: sincronos e assincronos </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  88. 88. E na prática? <ul><li>Métodos sincronos (1) </li></ul><ul><ul><li>Prof. e aluno interagem em tempo-real durante a avaliação </li></ul></ul><ul><ul><li>EAD: geralmente centrados no aluno e utilizam instrução baseada em competências </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Se adequam ao uso de avaliação referenciada por critérios (criterion-referenced assessment) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Definição: aquela quer interpreta a pontuação do aluno através da descrição de como este é capaz de realizar tarefas num dado dominio </li></ul></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  89. 89. E na prática? <ul><li>Métodos sincronos (2) </li></ul><ul><ul><li>Ferramentas de conferência em tempo real </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Exemplos: Entrevistas usando Netmeeting ou telefone; tecnologias de video podem permitir que o aluno seja visto fazendo o teste. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Legitimização da avaliação em EAD </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fator determinante no processo de “accreditation” </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Em muitos casos, isto é alcançado de forma mais direta: exames f2f em centros pré-determinados (“ proctored exams ”) </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Trabalho em grupo </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ferramentas de chat permitem interação sincrona </li></ul></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  90. 90. E na prática? <ul><li>Métodos assincronos </li></ul><ul><ul><li>Avaliação pode tomar diferentes formas: de exames até portifolios </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Uso de interação assincrona, e muitas formas de tarefas escritas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Alguns desses métodos podem gerar muita subjetividade no momento de dar grau </li></ul></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  91. 91. E na prática? <ul><li>O dominio cognitivo é mais frequentemente avaliado em EAD </li></ul><ul><li>A avaliação do dominio afetivo lida com variáveis como atitudes, interesses e valores </li></ul><ul><ul><li>Por isso a maior complexidade em avaliá-lo de forma efetiva </li></ul></ul><ul><ul><li>Mas isso não se torna pior em EAD, pelo contrário, pode até aumentar a validade dos resultados </li></ul></ul><ul><li>O dominio psicomotor é ainda o mais dificil de ser avaliado num ambiente de EAD </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  92. 92. E na prática? <ul><li>Desafios </li></ul><ul><ul><li>Grau vs. Avaliação (estrutura de graus determinada pela instituição) </li></ul></ul><ul><ul><li>Trabalho colaborativo </li></ul></ul><ul><ul><li>Participação </li></ul></ul><ul><ul><li>Heterogeneidade / Diversidade </li></ul></ul><ul><ul><li>As demandas do aluno adulto </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolvimento de cursos que atendam à demanda, às restrições de custo, às mudanças de tecnologia, às mudanças de contexto, sejam criativos, sejam flexiveis, etc. </li></ul></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  93. 93. <ul><li>“ Why do we insist on measuring it with a micrometer when we mark it with chalk and cut it with an axe?” </li></ul><ul><li>Peter Ewell </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) MAXIMAS
  94. 94. <ul><li>“ Why teach to testing when it is so productive to teach to learning?” </li></ul><ul><li>Guy Bensusan </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) MAXIMAS
  95. 95. <ul><li>“ As the question about what is wrong with tests to the learners/students in YOUR courses – and let them post ANONYMOUS answers.” </li></ul><ul><li>Guy Bensusan </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC) MAXIMAS
  96. 96. <ul><li>Qual foi o ponto mais importante para você desse mini-curso? </li></ul><ul><li>Qual foi o aspecto mais confuso? </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  97. 97. Referências <ul><li>M. Dereshiwsky (2001), ‘A’ is for Assessment: Identifying Online Assessment Practices and Perceptions, Ed at a Distance Magazine and Ed Journal, Vol. 15, No.1 ( http://www.usdla.org/html/journal/Jan01_Issue/article02.html ) </li></ul><ul><li>T.A. Angelo & K.P. Cross (1993), “Classroom Assessment Techniques”, 2 nd ed. San Francisco: Jossey-Bass </li></ul><ul><li>Palloff & Pratt (1999), “Building Learning Communities”, Jossey-Bass </li></ul><ul><li>M. Moore & G. Kearskely (1996), “Distance Education: A Systems View”, Wadsworth. </li></ul><ul><li>J. Morley (2000), “Methods of Assessing Learning in Distance Education Courses”, ed at a distance, Vol. 13 no.1 </li></ul><ul><li>Classroom Assessment from Southern Illinois University Edwardsville, http://www.siue.edu/~deder/assess/cats </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  98. 98. Referências <ul><li>UMUC site, http://www.umuc.edu </li></ul><ul><li>T.A. Angelo (1999), “Doing Assessment as if Learning Matters Most”, AAHEBulletin, May </li></ul><ul><li>G. Bensusan (2000), “Subject:What’s Wrong with Tests?”, Ed at a distance </li></ul><ul><li>J. Kemp (2000), “Instructional Design for Distance Education”, Ed at a distance, Vol. 14 No. 10 </li></ul><ul><li>“ Distance Education at a Glance”, Engineering Outreach – College of Engineering University of Idaho, http://www.uidaho.edu/evo/dist3.html </li></ul><ul><li>“ ae is assessment and evaluation”, Maricopa Center for Learning & Instruction, http://www.mcli.dist.maricopa.edu/ae0/ </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
  99. 99. Referências <ul><li>L. Suskie (2000), “Fair Assessment Practices”, AAHEBulletin, May. </li></ul><ul><li>“ Classroom Assessment”, Center for Excellence in Learning & Teaching, http://cstl.syr.edu/cstl/t-l/cls_asmt.htm </li></ul><ul><li>M.D. Roblyer & L. Ekhaml, “How Interactive are YOUR Distance Courses? A Rubric for Assessing Interaction in Distance Learning”, http://www.westga.edu/~distance/roblyer32.html </li></ul>São Paulo (9/02) S.C.S Porto (ITS-UMUC)
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