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07 estruturas dos trabalhos científicos

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  • – inferência e sugestões, mas não responde diretamente o problema. Se algo é desejável ou indesejável, boa ou má , certa ou errada. Gerais e especificos.
  • Utilização de números romanos minúsculos nos elementos pré-textuais. Maiúsculos p/capítulos. Números arábicos nas demais. Alfanumericos I,A,1,a),1),(a)

07 estruturas dos trabalhos científicos 07 estruturas dos trabalhos científicos Presentation Transcript

  • Estruturas de Projetos de Pesquisa, Relatórios de Pesquisa e Artigos Científicos Prof. Esp. João Carlos S. Balbi
  • ELEMENTOS PROJETO DE PESQUISA
    • Capítulo I: (O PROBLEMA)
    • Introdução
    • Problema de pesquisa
    • Objetivos gerais
    • Objetivos específicos
    • Justificativa
    • Hipóteses
    • Delimitação
    • Definição de termos e abreviações
    • Capítulo II: (METODOLOGIA)
    • Modelo do estudo
    • Descrição da amostra
    • Instrumentos
    • Procedimento coleta de dados
    • Tratamento dos dados
    • Limitações do estudo
    • Cronograma de execução
    • REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
    • ANEXOS
  • ESTRUTURA DE UM ARTIGO CIENTÍFICO
    • Título /Autores/Instituição
    • RESUMO E/OU ABSTRACT
    • INTRODUÇÃO
    • Problema de pesquisa
    • Objetivos gerais
    • Objetivos específicos
    • Justificativa
    • Hipóteses
    • Delimitação
    • METODOLOGIA
    • Modelo do estudo
    • Descrição da amostra
    • Instrumentos
    • Procedimento coleta de dados
    • Tratamento dos dados
    • Limitações do estudo
    • RESULTADOS E DISCUSSÃO
    • CONCLUSÕES E SUGESTÕES
    • REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
    • ANEXOS
  • ESTRUTURA DE UMA MONOGRAFIA
    • Capítulo I: (O PROBLEMA)
    • Introdução
    • Problema de pesquisa
    • Objetivos gerais
    • Objetivos específicos
    • Justificativa
    • Hipóteses
    • Delimitação
    • Definição de termos e abreviações
    • Capítulo II: (REVISÃO DE LITERATURA)
    • Capítulo III: (METODOLOGIA)
    • Modelo do estudo
    • Descrição da amostra
    • Instrumentos
    • Procedimento coleta de dados
    • Tratamento dos dados
    • Limitações do estudo
    • Capítulo IV: (RESULTADOS E DISCUSSÃO)
    • Capítulo V: (CONCLUSÕES E SUGESTÕES)
    • REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
    • ANEXOS
  • Estrutura de um relatório de pesquisa
    • Elementos pré-textuais
    • Capa (nome da instituição, nome do curso, nome do autor, título do trabalho, cidade, mês, ano de conclusão do projeto);
    • Folha de rosto (natureza do trabalho, a instituição que se destina, orientador);
    • Sumário (capítulos, subcapítulos - sistema progressivo e alfanumérico);
    • Todas páginas são numeradas. Exceção: Capa.
    •  Resumo e ou Abstract;
  • Capítulo I: O problema
    •  Introdução
    • Faz uma introdução ao tema da pesquisa. É adequado citar os autores mais importantes, mostrando o “estado da arte”.
    •  Problema de pesquisa: não pode ser problema de engenharia ou valor, deve ser científico. Para isso, necessita envolver variáveis que possam ser testáveis.
    •  Objetivos
    • O que se pretende com o desenvolvimento da pesquisa e quais resultados se procura alcançar;
    •  Justificativa
    • Consiste na apresentação das razões de ordem teórica e/ ou prática que justificam a realização da pesquisa;
    •  Delimitação
    • Restrição do campo de interesse.
  • Capítulo II: Revisão de literatura
    • É de extrema importância, irá familiarizar o leitor com outros estudos;
    • Demonstra a necessidade da realização do estudo, assim como, a obtenção de resultados expressivos por outros autores.
    • Modelo de estudo;
    • Descrição da amostra: seleção dos sujeitos;
    • Instrumentos: Indicação de testes, questionários, entrevistas, observações a serem utilizados;
    • Procedimento da coleta de dados: como, quando e por quem foram aplicados os instrumentos;
    • Tratamento de dados: explicitação estatística utilizada ou outros modos de interpretação de dados;
    • Limitação do estudo: aspectos indesejáveis que influenciarão os resultados e não são controláveis;
    Capítulo III: Metodologia
  • Capítulo IV: Resultados e Discussão
    • Tabelas e figuras: devem conter título e numeração;
    • Ênfase nos resultados mais significativos, apontar divergências e convergências com a literatura.
    • Obras e autores: citação simples, sobrenome dos autores seguido do ano. Ex: (Jacobs,1932); (Ary, Jacobs & Razavier, 1972)
    • Mais de três autores, sobrenome do primeiro, seguido da expressão “et al.” e ano;
    • Quando mencionado um autor que está sendo citado na obra consultada, deve-se indicar o primeiro autor, seguido da expressão “apud” ou “citado por” e finalmente o autor e ano da obra atual. Ex: Cooper apud McArdle,1986);
  • Referências Bibliográficas:
    • Todos e, somente, os autores citados no texto devem aparecer nas referências bibliográficas e vice-versa. Material consultado sem alusão no texto não é referenciado, podendo, no entanto, aparecer em outra seção sob o título bibliografia suplementar.
    • A seqüência deverá obedecer a ordem alfabética dos sobrenomes dos autores. As referências variam em função do número de autores e da fonte utilizada. (ABNT – NBR 6023/2002)
  • Conclusões e sugestões
    • São formuladas em função dos resultados e dos objetivos;
    • Deve responder ao problema de pesquisa;
    • Quando possível, mencionar sugestões para futuras pesquisas.
    •  ANEXOS
    • Tabelas com dados suplementares, citações muito longas, leis ou pareceres de suporte para o trabalho são apresentados em anexo. Instrumentos de medida (desde que não infrinja direitos autorais), cartas com informações consultadas, textos originais raros também devem ser incluídos.
  • Como elaborar um projeto de pesquisa?
    • Planejamento- Primeira fase da pesquisa;
    • Deverá mencionar como se processará , quais etapas serão desenvolvidas e os recursos que serão alocados;
    • Etapas: Apresentação, Objetivos, Justificativa, Metodologia, Suprimentos e equipamentos, Custo, Cronograma, Anexos, Referências bibliográficas.
  • Estrutura de um projeto de pesquisa
    •  Elementos pré-textuais
    • Capa (nome da instituição, nome do curso, nome do autor, título do trabalho, cidade, mês, ano de conclusão do projeto);
    • Folha de rosto (natureza do trabalho, a instituição que se destina, orientador);
    • Sumário (capítulos, subcapítulos - sistema progressivo e alfanumérico);
    • Todas páginas são numeradas. Exceção: folha de rosto.
  • Capítulo I: (O problema) É semelhante ao relatório de pesquisa; Capítulo II: Metodologia Similar ao relatório de pesquisa. Cronograma de execução Consiste em planejar, no tempo, as etapas de realização da pesquisa.
    • Referências bibliográficas e anexos
    • Idem ao relatório de pesquisa;
    • Projeto bem elaborado  vários itens do relatório de pesquisa já estão prontos.
  • Como fazer uma Revisão Bibliográfica
  • Objetivos da Revisão Bibliográfica
      • Aprendizado sobre uma determinada área
      • Levantamento dos trabalhos realizados anteriormente sobre o mesmo tema
      • Identificação e seleção dos métodos e técnicas a serem utilizados
      • Subsídios para a redação da Introdução e Revisão da Literatura do projeto ou trabalho
      • Subsídios para a redação da Discussão do trabalho cientifico
  • Tipos de Fontes Bibliográficas
    • Fontes primárias: Contém trabalhos originais com conhecimento original e publicado pela primeira vez pelos autores
    • Fontes secundárias: Contém trabalhos não originais e que basicamente citam, revisam e interpretam trabalhos originais
    • Fontes terciárias: Contém índices categorizados de trabalhos primários e secundários, com ou sem resumo
  • Exemplos de Tipos de Fontes Bibliográficas
    • Fontes primárias: Teses universitárias, livros, relatórios técnicos, artigos em revistas científicas, anais de congressos
    • Fontes secundárias: Artigos de revisão bibliográfica, livros-texto, tratados, enciclopédias, artigos de divulgação
    • Fontes terciárias: Bases de dados bibliográficos, índices e listas bibliográficas
  • Etapas de uma Revisão Bibliográfica
    • Determinação de um “ponto de partida”
    • Levantamento e fichamento das citações relevantes
    • Aprofundamento e expansão da busca
    • Seleção das fontes a serem obtidas
    • Localização das fontes e obtenção
    • Leitura, sumarização e redação
  • Etapas da Revisão Bibliográfica 1. O Ponto de Partida
    • Listas de citações de trabalhos fundamentais para o tema ou similares ao que se pretende fazer
    • Listas de citações de revisões recentes da literatura
    • Idéias e dicas dadas pelo orientador, colegas, congressos, etc.
    • Folhear números recentes e ver sumários de algumas revistas importantes na área
    • Pesquisa na Internet (WWW) usando catálogos e mecanismos de busca
  • Etapas da Revisão Bibliográfica 2. Fichamento das Referências
    • Selecionar as referências mais relevantes para leitura posterior, usando os nomes dos autores, instituições, título, resumo ou palavras chave
    • Uso de fichas sistemáticas, contendo a referência, resumo, comentários, grau de interesse ou localização
    • Uso de softwares especializados
  • Etapas da Revisão Bibliográfica 3. Aprofundamento e Refinamento
    • Determinar as palavras-chave, autores e instituições mais relevantes
    • Utilização de bases de dados bibliográficos
    • Utilizar função “Artigos relacionados...”
    • Começar do mais geral e ir ao particular
    • Começar do ano mais recente e retroceder
    • Examinar listas de citações
  • Etapas da Revisão Bibliográfica 4. Seleção de Referências
    • Eliminar duplicações, revistas difíceis de achar, trabalhos muito similares dos mesmos autores, etc.
    • Ler os títulos e resumos e eliminar as referências pouco relevantes
    • Marcar importância ou prioridade de leitura
  • Etapas da Revisão Bibliográfica 5. Localização e Obtenção
    • Formas de obtenção:
    • Artigo em texto completo on-line
    • Revista/livro disponível em biblioteca
    • Empréstimo inter-bibliotecas
    • Separata com colega ou orientador
    • Solicitar separata ao autor
    • Pedido on-line
    • Leitura do resumo vs. texto original
  • Etapas da Revisão Bibliográfica 6. Leitura e Redação
    • Leitura sistemática, por ordem de prioridade e do mais recente para o mais antigo
    • Fazer anotações suplementares de leitura, visando a futura redação
    • Redigir a pesquisa bibliográfica com base numa lista de tópicos
    • Usar citações completas no texto (autor, ano)
  • Pesquisa na Internet (WWW) usando catálogos e mecanismos de busca
  • SPORT/IASI/DATABASE ( http://www.iasi.org )
    •      O Sport Database, como o próprio nome já diz, é um amplo banco de dados voltado à área desportiva. Ele faz parte da IASI (International Association in Sport Information), uma rede internacional que contém um banco de dados referentes à área de desportos. Essa rede tem sua matriz na Europa, mas abrange cerca de 60 países, e tem filiação ao Conselho Internacional de Ciência Esportiva e Educação Física (ICSSPE-UNESCO).
    •     Para utiliza-lo é necessário um conhecimento da língua inglesa, uma vez que a maioria das informações e documentos encontram -se em inglês.
  • SIBRADID ( http://www.sibradid.eef.ufmg.br/bases.html)
    • O Sistema Brasileiro de Documentação e Informação Desportiva - SIBRADID , de tem por objetivo fornecer Produtos de Informação em Ciências do Esporte, Educação Física, Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Lazer, Recreação e afins. A produção científica dos países de língua portuguesa é também alvo do conteúdo da base, que inclui dissertações, teses, relatórios de pesquisa, relatórios técnicos, livros, capítulos de livros e artigos de periódicos.
  • Medline ( http://www.ncbi.nlm.nih.gov/PubMed )
    • MEDLINE (MEDlars onLINE) é uma base de dados bibliográfica criada pela Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos (National Library of Medicine's - NLM), onde são indexadas publicações referentes a medicina, enfermagem, odontologia, medicina veterinária, saúde pública e cadeiras básicas (fisiologia, anatomia, bioquímica, etc). Através do MEDLINE se tem acesso as citações bibliográficas e resumos de autores de aproximadamente 4.000 periódicos correntes da área biomédica, publicados nos Estados Unidos e em 70 outros países, cobrindo mais de 10 milhões de registros de todo o mundo desde 1966, com predominância da língua inglesa.
  • Web of Science (http://www.webofscience.com)
    •      Site com informações sobre artigos publicados, a partir de 1945, em mais de 8.400 periódicos especializados em todas as áreas do conhecimento (Ciências, Ciências Humanas e Sociais, Artes e Humanidades). De cada artigo, pode ser obtido o resumo, as referências e as citações. Da mesma forma, todas essas informações podem ser obtidas para aqueles artigos que citem ou sejam citados por um determinado artigo da base. O Web of Science só pode ser utilizado mediante assinatura, exceto quando feito através de Instituições de ensino público.
  • SCIELO (http://www.scielo.org)
    •     A Scientific Electronic Library Online - SciELO é uma biblioteca virtual que abrange uma coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros. A SciELO é a aplicação de um projeto de pesquisa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - FAPESP, em parceria com o Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde - BIREME.
    •     A interface SciELO proporciona acesso à sua coleção de periódicos através de uma lista alfabética de títulos, ou por meio de um índice de assuntos. A interface também propicia acesso aos textos completos.
  • Bireme (http://www.bireme.org)
    • A BIREME têm como objetivo proporcionar acesso eqüitativo à informação científico-técnica em saúde, relevante e atualizada e de forma rápida, eficiente e com custos adequados.Os principais fundamentos que dão origem e suporte à existência da BIREME são os seguintes:
    • A necessidade de desenvolver a capacidade dos países da América Latina e do Caribe de operar as fontes de informação científico-técnica em saúde de forma cooperativa e eficiente.
    • A necessidade de promover o uso e de responder às demandas de informação científico-técnica em saúde dos governos, dos sistemas de saúde, das instituições de ensino e investigação, dos profissionais de saúde e do público em geral.
  • CAPES ( http://www.periódicos.capes.gov.br ) Òrgão do Ministério da Educação que disponibiliza, através de assinatura, lista de periódicos, com artigos completos, on-line.
  • Instruções para elaboração de trabalhos científicos
  • Endereços na Internet
    • Como Preparar um Trabalho Científico
    • (http://www.usp.br/eef/lob)
    • Como preparar um projeto de pesquisa (http://www.usp.br/eef/lob)
    • Normas ABNT quase completas! (pdf file, 104 Kb)
    • (http://www.usp.br/eef/lob)
    • Normas para elaboração de dissertações e monografias (http://www.uniabc.br/pos_graduacao/normas.html)
    • Como Elaborar um Projeto de Pesquisa (http://www.nib.unicamp.br/slides/preparar1/)
    • Redação do texto e dicas de Português
    • Como Redigir um Trabalho Científico (http://www.nib.unicamp.br/slides/redacao/)
    • Struck’s Elements of Style (http://www.bartleby.com/141/)
    • Instructions to Authors in the Health Sciences (http://www.mco.edu/lib/instr/libinsta.html)
    • Modalidades de pesquisa
    • Quanto aos paradigmas:
    • Empírico-analítico (positivista)
    • Fenomenológico-hermenêutico
    • Crítico-dialético
    • Quanto à abordagem:
      • quantitativa
      • qualitativa
      • Quanto ao nível:
      • descritiva
      • exploratória
      • explicativa
  • Paradigmas
    • Empírico-analítico (positivista):
    • Ex.: Relações entre o desempenho dos alunos das escolas públicas de 1o. Grau da cidade de Taguatinga-DF e o padrão sócio-econômico das famílias dos alunos, nível de escolaridade dos pais e sexo dos alunos.
    • Ênfase nas relações entre variáveis ou fenômenos que devem ser objetivamente medidos, com destaque para o apoio da estatística.
    • Fenomenológico-hermenêutico
    • Ex.: Quais são as causas, segundo a percepção dos dos pais e professores do desempenho dos alunos das escolas de 1o. Grau da cidade de Taguatinga-DF.
    • Ênfase nas percepções dos sujeitos e, sobretudo, salienta o significado que os fenômenos têm para as pessoas. Visão interpretativa.
    • Crítico-dialético
    • Ex.: Quais os aspectos históricos da evasão escolar nas escolas públicas no Brasil e suas relações e contradições no que se refere às escolas públicas de 1o. Grau da cidade de Taguatinga-DF.
    • Ênfase na historicidade do fênomeno; colocação do problema em um contexto de relações mais amplo, dinâmico e contraditório.
  • Pesquisa Quantitativa e Pesquisa Qualitativa
    • Ciências
      • Pesquisa qualitativa: Ciências Sociais e Humanas
      • Pesquisa quantitativa: Ciências Naturais e também nas Sociais
    • Orientação da pesquisa
      • Pesquisa qualitativa: compreensão, descoberta
      • Pesquisa quantitativa: relação causa-efeito
    • Formas de raciocínio
      • Pesquisa qualitativa: indutivo
      • Pesquisa quantitativa: dedutivo
    • O problema e as hipóteses
      • Pesquisa qualitativa: o problema é revisto durante o estudo e não há hipóteses a priori
      • Pesquisa quantitativa: problema e hipóteses definidos a priori. As hipóteses são testadas.
    • Relação pesquisador-sujeito
      • Pesquisa qualitativa: envolvimento, não-neutralidade
      • Pesquisa quantitativa: objetividade, neutralidade
    • Os dados
      • Pesquisa qualitativa: fenômenos não-quantificáveis
      • Pesquisa quantitativa: variáveis quantificáveis passíveis de mensuração
    • Instrumentos de coleta de dados
      • Pesquisa qualitativa: observação participante, entrevista não-diretiva, história de vida, análise de conteúdo
      • Pesquisa quantitativa: testes, observação simples, questionário.
    • Análise dos dados
      • Pesquisa qualitativa: busca a essência dos fenômenos. Interpretação de acordo com o contexto
      • Pesquisa quantitativa: métodos estatísticos e comparação com ouros estudos
    • Pesquisas exploratórias
    • Geralmente a primeira etapa de uma pesquisa mais ampla. Tem o objetivo de proporcionar uma visão geral acerca de determinado fato, com vistas à elaboração de problemas mais precisos e hipóteses para estudos posteriores.
    Pesquisas descritivas Consiste na descrição de caraterísticas de determinada população ou fenômeno ou o estabelecimento de relações entre variáveis.
    • Pesquisas explicativas
    • êm como preocupação central identificar os fatores que determinam ou que contribuem para a ocorrência dos fenômenos. Tenta explicar a razão das coisas, o porquê. Tipo mais delicado e complexo pois aumenta consideravelmente o risco de se cometer erros.
  • Tipos de pesquisas
      • experimental
      • não-experimental
      • bibliográfica
      • histórica
      • levantamento
      • participante ou pesquisa-ação
  • PESQUISA EXPERIMENTAL
    • Estudo na qual uma ou mais variáveis independentes são manipuladas e a influência de outras variáveis relevantes são controladas.
    • Características principais:
    • distribuição aleatória nos grupos
    • grupo controle e grupo experimental
    • manipulação de variáveis independentes
    • relação causa-efeito
    • controle rigoroso das variáveis
    • Principal vantagem dos experimentos:
    • maior certeza nas inferências
    • Críticas aos experimentos:
    • teste artificial de hipóteses
    • generalização limitada
    • Ex.: Efeitos da privação em cérebros de ratos
    • Efeitos de um programa de atividades físicas lúdicas nas capacidades físicas em crianças e adultos
  • PESQUISA DESCRITIVA (ou EX POST FACTO ou NÃO-EXPERIMENTAL )
    • Pesquisa na qual não é possível manipular variáveis ou designar sujeitos ou condições aleatoriamente.
    • Os fatos (ou variáveis) são observados, registrados, analisados e correlacionados, sem serem manipulados.
    • As variáveis independentes chegam ao pesquisador como estavam, já feitas. Desenvolvem-se naturalmente.
    • Menor incerteza nas inferências.
    • Menor controle.
    • Utilizada principalmente nas ciências humanas e sociais
    • Ex.: Privação nos 3 primeiros anos de vida e deficiência de aprendizagem na vida adulta
    • Influência dos fatores de personalidade no nível de ansiedade nas provas escolares
  • PESQUISA BIBLIOGRÁFICA
    • Desenvolvida a partir de material já elaborado, constituído principalmente de livros e artigos científicos.
    • O pesquisador contrapõe os dados.
    • Permite ao investigador a cobertura de uma variedade de fenômenos muito mais ampla do que se poderia pesquisar diretamente.
    • Fontes secundárias
    • NÃO CONFUNDIR COM REVISÃO DE LITERATURA!!
    • Ex:
    • Efeitos do esporte competitivo e esporte educacional na auto-estima de crianças do ensino fundamental.
    • Personalidade dos pais e fatores de personalidade de crianças esportistas.
  • PESQUISA HISTÓRICA
    • Os fatos são sintetizados e interpretados em relação ao período em que ocorreram.
    • Pode ser utilizada para mostrar desde como idéias, costumes, crenças e práticas sociais evoluem até na narrativa da vida de pessoas significantes.
    • Fontes de dados:
    • primários
    • secundários
    • Ex.: A questão do racismo no futebol brasileiro na década de 60.
    • História de vida de atletas olímpicos após o abandono do esporte de competição.
    • A inserção da E.F. nas séries iniciais das escolas públicas.
  • LEVANTAMENTOS
    • Questionamentos diretamente às pessoas cujo comportamento (opiniões e atitudes) se deseja conhecer. A partir de análise quantitativa, obtém-se conclusões a respeito dos dados coletados.
    • Informações de todos os integrantes do universo pesquisado, tem-se o censo .
    • Principais vantagens:
    • conhecimento direto da realidade
    • economia e rapidez (volume de dados)
    • quantificação
    • Principais desvantagens:
    • aspectos perceptivos (subjetivos)
    • superficialidade
    • visão estática do fenômeno estudado
    • Ex.: Motivos da utilização de anabolizantes por freqüentadores de academias e atletas profissionais.
    • Níveis de crescimento (peso e estatura) em diferentes regiões do Brasil
    • Fatores de abandono precoce do esporte competitivo pelos atletas.
  • PESQUISA-AÇÃO E PESQUISA PARTICIPANTE
    • Se opõem ao modelo clássico de pesquisa empírica.
    • Caracterizam-se pelo envolvimento dos pesquisadores e pesquisados no processo de pesquisa.
    • “ ...é um tipo de pesquisa social com base empírica que é concebida e realizada em estreita associação com uma ação ou com a resolução de um problema coletivo e no qual os pesquisadores e os participantes representativos da situação ou do problema estão envolvidos de modo cooperativo ou participativo.”
    • Ex.:
    • A utilização da dança como estratégia para a melhoria da auto-estima de crianças de rua.
  • PROBLEMAS DE PESQUISA
    • Abrangência:
    • Mais gerais: Privação na infância produz deficiência?
    • Mais específicos: Privação (afetiva, alimentar, experiências motoras) durante a infância produz deficiência (mental, motora) de aprendizagem?
    • Fontes para a elaboração de problemas:
    • observação
    • literatura
  • Exemplos:
    • Indivíduos destros e sinistros diferem em seu comportamento motor?
    • Crianças participantes de aulas com base no esporte educacional e esporte tradicional diferem quanto às capacidades físicas força e agilidade?
    • Crianças frustradas na infância tendem a ser agressivas quando adultos?
    • O reforço positivo por parte dos professores afeta o rendimento do aluno?
    • A tensão provocada pela competição afeta o desempenho?
    • VARIÁVEIS
    • Elementos aos quais podem ser atribuídos diferentes valores. Também chamadas de conceitos ou constructos.
    •  
    • DEFINIÇÕES OPERACIONAIS
    • Atribui significado a uma variável ou constructo especificando as operações necessárias para medi-la.
    • • VARIÁVEIS INDEPENDENTES: aquela (s) que influencia(m) outras variáveis.
    • • VARIÁVEIS DEPENDENTES: aquela(s) que é (são) influenciada(s) pela variável independente.
    • • VARIÁVEIS DE CONTROLE: controla ou mantém constante aspectos que não se deseja que influenciam no estudo.
    • • VARIÁVEIS MODERADORAS (ou categóricas): variáveis secundárias divididas em pelo menos duas categorias ou grupos.
  • HIPÓTESE
    • É um enunciado das relações entre duas ou mais variáveis. Devem implicar a verificação empírica das relações enunciadas.
    • Semelhantes aos problemas. Os problemas são sentenças interrogativas e as hipóteses sentenças afirmativas. A diferença entre os dois é que as hipóteses tendem a ser mais específicas que os problemas para facilitar a verificação empírica.
    • Problema: Privação na infância pode levar à deficiência mental?
    • Hipótese: Se privação afetiva nos primeiros anos de vida então deficiência mental na vida adulta ( Se ..., então ...)
  • AMOSTRAGEM
    • Universo ou população: Conjunto definido de elementos com características comuns.
    • Amostra: Subconjunto do universo ou da população, por meio do qual se estabelecem ou se estimam as características desse universo ou população.
  • TIPOS DE AMOSTRAGEM
    • Probabilista (aleatória): Todos os elementos da população tem a mesma probabilidade (chance) de serem escolhidos para comporem a amostra.
    • Não-probabilista (não-aleatória): As probabilidades dos elementos da população serem selecionados não são as mesmas.
  • Amostragens probabilísticas:
    • Simples
    • (ex.: sorteio, tabela de nos. aleatórios)
    • Sistemática
    • (ex.: no. Matrícula, ordem alfabética)
    • Estratificada – proporcional e não-proporcional
    • (ex.: porcentagem alunos diferentes cursos –UnB)
    • Conglomerados
    • (ex.: estudantes de diferentes Universidades)
    • Múltiplo estágio
    • (ex.: Universidades, cursos, alunos)
  • Amostragens não-probabilísticas:
    • Intencional
    • (ex.: opinião de líderes)
    • Tipicidade
    • (ex.: programa de atividade física para crianças)
    • Por cotas
    • (ex.: levantamentos opiniões sobre determinado plano proposto)
    • QUAL DEVE SER O TAMANHO DA AMOSTRA ?
    • Regra 1. Quanto mais melhor...
    • Regra 2. Bom senso
    • Regra 3. O que for possível
    • Cálculo do tamanho da amostra:
    • amplitude do universo
    • nível de confiança estabelecido
    • erro máximo permitido
    • percentagem com que o fenômeno se verifica
    • populações finitas (até 100.000)
    • populações infinitas (> 100.000)
  • Instrumentos de coleta de dados
  • Entrevista
    • A entrevista é um encontro entre duas pessoas que estão a fim de que uma delas obtenha informações mediante uma conversação de natureza profissional.
    Objetivos
    • Determinação de opiniões sobre os “fatos”: Conhecer o que as pessoas pensam ou acreditam que os fatos sejam;
    • Determinação de sentimentos: Compreender a conduta de alguém, através de seus sentimentos e anseios;
    • Descoberta de planos de ação: Descobrir, por meio das definições individuais dadas, qual a conduta adequada em determinadas situações, a fim de prever qual seria a sua;
    Objetivos
    • Conduta atual ou do passado: Inferir que conduta a pessoa terá no futuro, conhecendo a maneira pela qual ela se comportou no passado ou se comporta no presente, em determinadas situações.
    Objetivos
    • Padronizada ou estruturada: É aquela em que o entrevistador segue um roteiro previamente estabelecido; as perguntas feitas aos indivíduos são predeterminadas;
    • Despadronizada ou não estruturada: O entrevistador tem liberdade para desenvolver cada situação, em qualquer direção, que considere adequada;
    • Entrevista focalizada: Há um roteiro de tópicos relativos ao problema que se vai estudar e o entrevistador tem a liberdade de fazer as perguntas que quiser;
    Tipos de entrevistas
    • Como qualquer técnica de coleta de dados, a entrevista oferece várias vantagens e limitações.
    Vantagens e limitações Vantagens
    • Pode ser utilizada com todos os segmentos da população: analfabetos ou alfabetizados;
    • Fornece uma amostragem muito melhor da população geral: o entrevistado não precisa ler ou escrever;
    • Há maior flexibilidade, podendo o entrevistador repetir ou esclarecer perguntas, formular de maneira diferente; especificar algum significado, com garantia de estar sendo compreendido;
    • Oferece maior oportunidade para avaliar atitudes, condutas, podendo o entrevistado ser observado naquilo que diz e como diz: registro de reações, gestos, etc;
    Vantagens
    • Dá oportunidade para obtenção de dados que não se encontram em fontes documentais e que sejam relevantes e significativos;
    • Há possibilidade de conseguir informações mais precisas, podendo ser comprovada, de imediato, as discordâncias;
    Vantagens
    • Dificuldade de expressão e comunicação de ambas as partes;
    • Incompreensão, por parte do informante, do significado das perguntas, da pesquisa, que pode levar a uma falsa interpretação;
    • Possibilidade de o entrevistado ser influenciado, conscientemente ou inconscientemente, pelo questionador, devido a seu aspecto físico, suas atitudes, idéias, opiniões, etc;
    Limitações
    • Disposição do entrevistado em dar as informações necessárias;
    • Retenção de alguns dados importantes, recendo que sua identidade seja revelada;
    Limitações
    • Condições favoráveis: garantir ao entrevistado o segredo de suas confidencias e de sua identidade;
    • Preparação específica: Organizar roteiro ou formulário com as questões importantes.
    Preparação da entrevista
    • Quando o entrevistador consegue estabelecer certa relação de confiança com entrevistado, pode-se obter informações que talvez não fossem possíveis. Então, algumas medidas devem ser adotadas, como:
    • Contato inicial: Pesquisador entra em contato com entrevistado estabelecendo um relação amistosa, explicando a importância da entrevista;
    • Formulação de perguntas: As perguntas devem ser feitas de acordo com o tipo de entrevista;
    Diretrizes da entrevista
    • Registro de respostas: As respostas devem, se possível, anotadas no momento da entrevista;
    • Término da entrevista: A entrevista deve terminar como começou, isto é, em ambiente de cordialidade para que o entrevistador possa voltar a obter novos dados;
    Diretrizes da entrevista
    • É um instrumento de coleta de dados, constituído por uma série ordenadas de perguntas, que devem ser respondidas por escrito e sem a presença do entrevistador.
    Questionário
    • Economiza tempo, viagens e obtém grande número de dados;
    • Atinge maior número de pessoas simultaneamente;
    • Abrange uma área geográfica mais ampla;
    • Economiza pessoal, tanto em treinamento quanto em trabalho de campo;
    • Obtém respostas mais rápidas e precisas;
    • Há maior liberdade nas respostas em razão do anonimato;
    • Há mais segurança, em razão das respostas não serem identificadas;
    Vantagens
    • Há menos risco de distorção, pela não influência do pesquisador;
    • Há mais tempo para responder e em hora favorável;
    • Obtém respostas que materialmente seriam inacessíveis.
    Vantagens
    • Percentagem pequena de questionários que voltam;
    • Grande número de perguntas sem respostas;
    • Não pode ser aplicado a pessoas analfabetas;
    • Impossibilidade o informante em questões mal compreendidas;
    • A dificuldade da compreensão, por parte dos informantes, leva a uma uniformidade aparente;
    Desvantagens
  • Processo de elaboração
    • Os temas escolhidos devem estar de acordo com os objetivos geral e específico;
    • O questionário deve ser limitado em extensão e finalidade. Se for muito longo, causa fadiga e desinteresse; se for curto demais, não oferece informações suficientes;
  • Processo de elaboração
    • Indicação da entidade ou organização patrocinada da pesquisa;
    • Instruções definidas e notas explicativas, para que o informante tome ciência do que se deseja dele.
  • Desvantagens
    • Na leitura de todas as perguntas, uma questão pode influenciar a outra;
    • A devolução tardia, prejudica o calendário ou sua utilização;
    • O desconhecimento das circunstâncias em que foram preenchido torna difícil o controle e a verificação;
    • Nem sempre é o escolhido quem responde o questionário, portanto, invalida-se as questões;
    • Exige um universo mais homogêneo.
    • Depois de redigido, o questionário precisa ser testado antes de sua utilização definitiva, aplicando-se alguns exemplares em uma pequena amostra escolhida. O pré-teste serve também para verificar se o questionário apresenta três importantes elementos:
    • Fidedignidade: Qualquer pessoa que o aplique obterá sempre os mesmos resultados;
    • Validade: Os dados recolhidos são necessários á pesquisa;
    • Operatividade: Vocabulário acessível e significado claro.
    O pré-teste
    • Perguntas abertas: Também chamadas livres ou não limitadas, são as que permitem ao informante responder livremente, usando linguagem própria, e emitir opiniões;
    • Perguntas fechadas ou dicotômicas: São aquelas que o informante escolhe entre duas opções, sim ou não;
    • Perguntas de múltipla escolha: São perguntas fechadas, mas que apresentam uma série de possíveis respostas, abrangendo várias facetas do mesmo assunto;
    Classificação das perguntas
  • Classificação das perguntas
    • Perguntas com mostruário: As repostas possíveis estão estruturadas junto a pergunta, devendo o informante assinalar uma ou várias delas. Têm a desvantagem de sugerir respostas;
    • Perguntas de estimação ou avaliação: Consistem em emitir um julgamento através de uma escala, com vários graus de intensidade para um mesmo item. As respostas sugeridas são quantitativas e indicam um grau de intensidade crescente ou decrescente.
  • Classificação das perguntas
    • Quanto ao objetivo as perguntas podem ser:
    • Perguntas de fato: Dizem respeito a questões concretas, tangíveis, fáceis de precisar. Portanto, se referem a dados subjetivos, como: idade, sexo, profissão, etc;
    • Perguntas de ação: Referem-se a atitudes ou ações tomadas pelo indivíduo;
    • Perguntas de ou intenção: Tentam averiguar o procedimento do indivíduo em determinadas circunstâncias;
  • Classificação das perguntas
    • Perguntas de opinião: Representam a parte básica da pesquisa;
    • Perguntas-Índice ou perguntas-Testes: São utilizados sobre questões que suscitam medo. Quando formuladas diretamente, fazem parte daquelas consideradas socialmente inaceitáveis.
    • As deformações, na percepção das perguntas, podem sofrer quatro tipos de influências.
    • Conformismo ou deformação conservadora, que apresenta dois aspectos:
    •  Tendência do grupo em responder afirmativamente: Propensão em aceitar situações de fato, resistindo a mudanças;
    Deformações das perguntas
    • Efeitos de certas palavras e estereótipos: O medo de determinadas palavras, em virtude de sua carga emocional, pode levar a distorções nas respostas;
    • Influência de personalidades;
    •  O prestígio positivo: Aceitação de opiniões ou atitudes somente por serem atribuídas a alguma personalidade conhecida e respeitada pelo público;
    •  O prestígio negativo: O informante rejeita as opiniões e atitudes precedentes de uma personalidade que se tenha desprestigiado.
    • Influência da simpatia ou da antipatia: A mesma pergunta obtém resultados diferentes, de acordo com o aspecto afetivo.
    Deformações das perguntas
    • Deve-se iniciar o questionário com perguntas gerais, chegando pouco às específicas (técnica do funil). Colocar no final, as questões de fato, para não causar insegurança;
    • As primeiras perguntas, de descontração do entrevistado, são chamadas de quebra-gelo, porque tem a função de estabelecer contato, colocando-o à vontade.
    Ordem das perguntas
  • Interpretação dos dados
    • Na interpretação deve-se fazer uma análise das respostas para cada pergunta e depois relacionar as respostas entre as perguntas!!
  • Observação
    • Meios: sistemática ou não-sistemática
    • Grau de participação do observador:
    • participante ou não-participante
    • Ambiente: campo ou laboratório
    • Principal vantagem: os fatos são observados diretamente, sem intermediação, reduzindo a subjetividade nas informações.
    • Desvantagem: pelo fato de estarem sendo observadas as pessoas podem modificar seu comportamento
  • Documentos
    • Principais:
    • Registros estatísticos
    • Documentos pessoais
    • Comunicação de massa
    • primários (estatísticas, cartas, contratos, diários, gravura, fotografias, mapas)
    • secundários (radio, cinema, televisão, relatórios de pesquisas, livros)
    • Escritos ou outros (fotografias, imagens, objetos, canções folclóricas)
  • Testes
    • Aplicar um teste significa medir, isto é, comparar com um critério determinado.
    • Consiste de uma medida objetiva e padronizada.
    • requisitos (validade, fidedignidade e padronização)
    • tipos: visuais, verbais, gráficos, motores
  • Análise e Interpretação dos Dados
    • Análise: organizar e sumarizar os dados para fornecimento de respostas ao problema.
    • Interpretação: sentido mais amplo das respostas, ligação com conhecimentos anteriores.
    • Etapas do processo de análise e interpretação:
    • a- estabelecimento de categorias
    • b- codificação
    • c- tabulação
    • d- análise estatística
    • e- avaliação das generalizações
    • f- inferência de relações causais
    • Estabelecimento de categorias
    • um único princípio de classificação
    • conjunto de categorias exaustivo
    • categorias mutuamente exclusivas
    • (categoria residual)
    • ( número de categorias não muito grande)
    • (suficientes p/ incluir todas as respostas)
    • Codificação
    • Processo pelo qual dados brutos são transformados em símbolos que possam ser tabulados.
    • Tabulação
    • Processo de agrupar e contar os casos que estão nas várias categorias de análise.
  • Estatística (Descritiva e Inferencial)
    • 1. Descritiva
    • Medidas de tendência central: Média, mediana, moda
    • Medidas de dispersão (variabilidade): Desvio-padrão, erro padrão, coeficiente de variação, variância
  • 2. Inferencial
    • Diferenças entre dois grupos
    • Teste-t para amostras independentes
    • Teste-t para amostras dependentes
    • Serve para verificar se “as diferenças observadas se devem à variável testada ou devido a variáveis estranhas ao estudo”
    • H 0 :  a =  b ou H a :  a   b
    • Exemplos:
    • amostras dependentes:
    • Crianças desnutridas que recebem uma dieta adequada e estimulação motora melhoram sua capacidade cognitiva?
    • amostras independentes:
    • A cadência durante o andar é diferente entre meninos e meninas de 6 a 10 anos de idade?
  • Diferenças entre dois grupos ou mais Análise de variância (ANOVA) Exemplo: Há diferença na velocidade de crescimento entre a 1a. Infância, 2a. Infância e adolescência?
  • Correlação entre variáveis:
    • Regressão linear: verificar se uma variável se altera em relação á uma outra
    • Exemplo: Como a estatura se modifica em relação à idade dos 3 aos 16 anos?
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