8e 3período

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8e 3período

  1. 1. Ana Catarina Pereira Teixeira Da informação recolhida e comunicável podemos constatar que a aluna revela dificuldades cognitivas que, apesar de não limitarem linearmente a possibilidade de cumprir o currículo, associadas ao muito baixo compromisso com o papel de aluna, têm impedido uma obtenção mais rápida de sucesso. De facto, não parece exisitir resistência à escola, não obstante não existir uma rotina de estudo individual. Como tal, os papéis sociais são mais valorizados, essencialmente porque representam uma fonte de autoestima, enquanto que a escola representa fonte de frustração. É recomendável o encaminhamento da aluna para um percurso educativo-formativo, em caso de retenção, por forma a que consiga com maior facilidade concluir o 3º ciclo. Joana Margarida Sampaio Oliveira Ao longo do 3º período não houve lugar a acompanhamentos, uma vez que a informação recolhida no que diz respeito ao diagnóstico foi enviada para consulta médica de especialidade. É de reforçar que a aluna revela dificuldades ao nível da atenção, associadas a dificuldades de aprendizagem não especificadas, das quais não conseguimos obter diagnóstico mais concreto. De salientar também que ao nível do estudo autónomo, a aluna faz um elevado esforço para conseguir manter níveis mínimos de sucesso, situação que aliada a alguma instabilidade emocional por motivos pessoais denota um grande compromisso com a escola e a aprendizagem. Deverá haver lugar à continuidade da intervenção psicológica mais sistemática no próximo ano letivo, preferencialmente de caráter clínico. Juliana Patrícia Ferreira Neves Ao longo do 3º período, foi mantida a supervisão dos resultados, sendo a aluna instada a investir mais no estudo autónomo. A compreensão da regularidade destas estratégias, bem como uma maior integração da escola no projeto de vida não é com facilidade integrada pela aluna, razão pela qual enceta alguns esforços de melhoria que nem sempre se traduzem nos resultados necessários. Em caso de retenção, deverá ser ponderado um percurso formativo-educativo mais orientado para atividades práticas, que facilite um envolvimento mais substancial nas tarefas de aprendizagem. Patricia Daniela Alves Tinoco O acompanhamento ao longo deste período foi de caráter esporádico, uma vez que parecem ter havido melhorias significativas ao nível do autoconceito, o que se verifica por uma maior abertura à comunicação e à interação com colegas. Não obstante, a ausência de estratégias de estudo consistentes não permitem uma mudança profunda dos resultados, sendo expectável que progressivamente a aluna vá, caso seja do ponto de vista emocional reforçada, melhorando a sua prestação. É essencial não permitir a desvalorização do papel de aluna em detrimento de outros papéis de vida, situação que poderá acontecer caso haja uma elevada disparidade entre a escola como fonte de autoestima e outros contextos. Pedro Miguel RibeiroAraújo Não se procedeu à realização de acompanhamentos regulares, sendo mantida a supervisão dos progressos do aluno através de contactos informais com o aluno e com a
  2. 2. encarregada de educação. De facto, houve uma alteração positiva de comportamento face ao estudo autónomo e ao valor atribuído à escola, sendo contudo de reforçar a necessidade de supervisão atenta por parte do conselho de turma no decorrer do 9º ano, no qual a importância atribuída à avaliação através de exame poderá gerar alguma descontinuidade entre o sucesso obtido este ano letivo e o sucesso necessário no próximo ano. Rúben Daniel Sá Costa O aluno foi acompanhado por forma a promover uma maior compreensão entre o investimento no estudo autónomo e os resultados escolares. Pareceu evidenciar ao longo do ano pouca consciência da necessidade de cumprir as tarefas, nomeadamente trabalhos de casa e até a preparação para os testes, situação que deriva de uma desmobilização face à escola. A família parece não conseguir eficazmente garantir uma maior valorização do papel de aluno, razão pela qual o mesmo não foi recuperando os baixos resultados. A esta situação associa-se, do ponto de vista comportamental, o facto de assentir com muita facilidade ao que lhe é proposto ao nível das estratégias de estudo mas depois não cumprir. Não revela dificuldades de caráter cognitivo, pelo que as estratégias no próximo ano letivo deverão assentar na promoção de uma maior mobilização para com o valor da escola. Sofia Isabel Sampaio da Costa A aluna foi sinalizada por evidenciar dificuldades escolares, associadas a um muito baixo investimento no papel de aluna. Não parece existir uma compreensão total e coerente da necessidade de esforço continuado, ao que algum sobreprotecionismo familiar associado tem conduzido a uma desvalorização de prazos de trabalhos, de caráter autónomo. Apesar da aluna ter uma atitude bastante positiva em sala de aula, conseguimos compreender que evidencia um quadro ansioso bastante acentuado, que não justifica a totalidade dos resultados mas que em grande medida compromete a obtenção de níveis mais satisfatórios, especialmente nos testes. Os comportamentos de evitamento frequente são comportamentos classicamente associados a perturbações de ansiedade, assim como a somatização (tradução em sintomas físicos de estados emocionais) ou o défice de atenção. Como tal, sugere-se a continuidade no próximo ano letivo do acompanhamento psicológico, devendo o mesmo ser, preferencialmente, de caráter clínico. Ao nível escolar, sugere-se a manutenção coerente (de todos os professores) de estratégias de reforço positivo dos sucessos. TelmoPires da Silva A intervenção ao longo deste período incidiu na valorização dos sucessos comportamentais obtidos, a par do reforço das estratégias de estudo autónomo desenvolvidas. A motivação do aluno e da família no sentido da toma da medicação prescrita e no âmbito do quadro de perturbação de défice de atenção parece também ter surtido particular efeito. Deverá haver continuidade no próximo ano letivo, por forma a garantir a manutenção dos níveis motivacionais do aluno e eficazmente transitar para o ensino secundário.

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