Your SlideShare is downloading. ×
Sistema de Integração de Informações Médicas (SIIM)
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Sistema de Integração de Informações Médicas (SIIM)

477
views

Published on

Published in: Technology, Business

0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
477
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
3
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. SIIM: Sistema de integração de Informações Médicas Dario Knuppe Jerônimo Madruga Rodrigo Prestes
  • 2. Sumário
    • Apresentação
    • Projeto
    • Metodologias
    • Softwares auxiliares
    • Sistema de Integração de Informações Médicas
    • Conclusão
    • Referências
  • 3. Apresentação
  • 4. Apresentação
    • Este trabalho tem como objetivo o desenvolvimento de uma aplicação do tipo EMR ( Emergency Medical Record) , que são aplicações dedicas a armazenamento de informações da área da saúde.
  • 5. Apresentação
    • Para o desenvolvimento da mesma, foi feito um estudo sobre o a aplicação de metodologias de desenvolvimento ágil sobre um ambiente distribuído, ou seja, onde os desenvolvedores estão dispersos geograficamente; e também sobre ferramentas para auxiliar a aplicação dessas metodologias e a evolução do projeto em si.
  • 6. Projeto
  • 7. Projeto
    • Ao começar a pesquisa para verificar qual seria o foco do projeto a ser desenvolvido, tivemos enfoque em idéias sobre áreas de software em expansão. A idéia mais promissora encontrada segundo nossas pesquisas foi a área de tecnologia da informação da saúde, com enfoque em sistemas de armazenamentos de dados médicos e clínicos, conhecidos também como EMR.
  • 8. Projeto
    • No Brasil, softwares EMR não tem uma classificação especifica, são chamados de softwares médicos, ou softwares de clinicas, e não existe nenhuma tentativa de padronização para os mesmos, o que ocasiona em formatos de software proprietários, sem regulamentação, sem possibilidade de comunicação entre eles e cada um com um tipo de funcionalidade determinada pelos seus desenvolvedores.
  • 9. Projeto
    • Adm Médico 3.15 (Versão free):
      • Cadastro de pacientes;
      • Backup de dados;
      • Agenda de consultas;
      • Interação com softwares aplicativos;
      • Integração de dados;
      • Calendário.
  • 10. Projeto
    • Adm Médico 3.15 (Versão completa):
      • Cadastro de anamnese;
      • Contas a pagar;
      • Contas a receber;
      • Textos modelos (receita, cobrança, retorno...);
      • Avisos (alarmes e retornos de consultas);
      • Ficha clínica.
  • 11. ADM Médico
  • 12. Projeto
    • Clinicas Integradas 1.1:
      • Pacientes ativos e inativos;
      • Agenda de atendimento;
      • Fluxo de caixa diário simples;
      • Emissão de receitas e atestados;
      • Controle e impressão de contratos;
      • Controle e impressão de orçamentos;
      • Mala direta;
      • Cartões de páscoa, aniversário e natal;
      • Agenda de contatos.
  • 13. Projeto
    • Medicsystem 2.01:
      • Agenda da secretária;
      • Cadastro de clientes e fornecedores;
      • Atendimento ao cliente;
      • Emissão de receitas;
      • Acompanhamento de dados do atendimento (pressão, temperatura, peso);
      • Relação de clientes por categoria;
      • No momento do atendimento, o médico poderá visualizar os atendimentos anteriores e assim saber o que já foi escrito ao cliente.
  • 14. Projeto
    • Medicsystem Master (versão completa):
      • AMB e CID;
      • Acesso ao sistema por usuário e senha
      • Emissão de atestado;
      • 5 opções para emissão de etiquetas para clientes;
      • Texto padrão (permite o uso de texto previamente cadastrados em receitas e atestados);
      • Controle bancário;
      • Centro de custo;
      • Levantamento de receitas/despesas;
      • Contas a receber por médico e convênio;
      • Aniversariantes do mês;
      • E mais: suporte gratuito via fone, e-mail ou on-line, sem taxas de manutenção mensal.
  • 15. Medicsystem 2.01
  • 16. Metodologia
  • 17. Metodologias
    • Método ágil:
      • Desenvolvimento ágil de software é um conjunto de metodologias de desenvolvimento de software. O desenvolvimento ágil, tal como qualquer metodologia de software, providencia uma estrutura conceitual para reger projetos de engenharia de software.
  • 18. Metodologias
    • Princípios das metodologias ágeis:
      • Garantir a satisfação do consumidor entregando rapidamente e continuamente softwares funcionais;
      • Softwares funcionais são entregues frequentemente (semanas, ao invés de meses);
      • Softwares funcionais são a principal medida de progresso do projeto;
      • Até mesmo mudanças tardias de escopo no projeto são bem-vindas.
      • Cooperação constante entre pessoas que entendem do 'negócio' e desenvolvedores;
      • Projetos surgem através de indivíduos motivados, e que deve existir uma relação de confiança.
  • 19. Metodologias
    • Princípios das metodologias ágeis:
      • Design do software deve prezar pela excelência técnica;
      • Simplicidade;
      • Rápida adaptação às mudanças;
      • Indivíduos e interações mais do que processos e ferramentas;
      • Software funcional mais do que documentação extensa;
      • Colaboração com clientes mais do que negociação de contratos;
      • Responder a mudanças mais do que seguir um plano.
  • 20. Metodologias
    • XP:
      • Programação extrema, também conhecida como XP, é uma metodologia ágil para equipes pequenas e médias e que irão desenvolver software com requisitos vagos e em constante mudança. Para isso, adota a estratégia de constante acompanhamento e realização de vários pequenos ajustes durante o desenvolvimento de software.
  • 21. Metodologias
    • Princípios do XP:
      • Jogo de Planejamento
      • Pequenas Versões
      • Metáfora
      • Projeto Simples
      • Time Coeso
      • Testes de Aceitação
      • Ritmo Sustentável
  • 22. Metodologias
    • XP:
      • Reuniões em pé
      • Posse Coletiva
      • Programação em Pares
      • Padrões de Codificação
      • Desenvolvimento Orientado a Testes
      • Refatoração
      • Integração Contínua
  • 23. Metodologias
    • Scrum:
      • Inicialmente, o Scrum foi concebido como um estilo de gerenciamento de projetos em empresas de fabricação de automóveis e produtos de consumo, onde foi notado que projetos usando equipes pequenas e multidisciplinares produziam os melhores resultados.
  • 24. Metodologias
    • Princípios do Scrum:
      • Cada sprint é uma iteração que segue o ciclo PDCA e entrega incremento de software pronto.
      • Um backlog é conjunto de requisitos, priorizado pelo cliente;
      • Há entrega de conjunto fixo de itens do backlog em série de iterações curtas ou sprints ;
  • 25. Metodologias
    • Princípios do Scrum:
      • Breve reunião diária, ou scrum, em que cada participante fala sobre o progresso conseguido, o trabalho a ser realizado e/ou o que o impede de seguir avançando (também chamado de Standup Meeting, já que os membros do time geralmente ficam em pé).
      • Breve sessão de planejamento, na qual os itens do backlog para uma sprint (iteração) são definidos;
      • Retrospectiva, na qual todos os membros da equipe refletem sobre a sprint passada.
  • 26. Metodologias
    • Metodologias ágeis em um ambiente disperso:
      • Reuniões presenciais foram substituídas pela troca de mensagens instantâneas em momentos programados, estabelecendo tempo de inicio e de termino, para evitar reuniões longas.
      • Conversas habituais e questionamentos eventuais tomam a forma de e-mails, mas sempre destinados a todos do grupo, evocando uma conversa multilateral e garantindo que todos os membros estejam a par da evolução do projeto.
      • A programação em pares não é possível, mas cada mudança é feita por um membro é revisada por no mínimo mais um membro, tentado assim simular o mesmo efeito desta prática.
  • 27. Softwares auxiliares
  • 28. Softwares auxiliares
    • Controle de versão:
      • CVS
      • GIT
      • Subversion (SVN)
  • 29. SVN
  • 30. Softwares auxiliares
    • Gerência de projeto:
      • ClockingIT
      • Web Chamado
      • OpenProj
  • 31. ClockingIT
  • 32. Softwares auxiliares
    • Documentação:
      • Doxygen
      • Phpdocumentator
  • 33. Sistema de Integração de Informações Médicas
  • 34. Sistema de Integração de Informações Médicas
    • Na primeira semana de realização do projeto, começamos a pesquisar qual seria o assunto a ser abordado (metodologias a serem aplicadas) e qual seria o tipo de aplicação a ser desenvolvida. Ao final da segunda semana chegamos a conclusão através da analise de diversos projetos que a mistura entre XP e Scrum seria a mais indicada para nosso caso (equipe pequena, projeto de pequeno porte, prazo médio de 6 meses, possibilidade de comunicação constante); e também que o software a ser desenvolvido seria do tipo EMR.
  • 35. Sistema de Integração de Informações Médicas
    • Da terceira a nona semana, nos dedicamos a pesquisa de softwares que auxiliassem a concepção do projeto, e verificando quais as características que cada software continha, e qual deles se adaptariam de melhor forma a nossas necessidades. Nesse meio tempo também definimos as bases do projeto, como a utilização de php e mysql para criação do mesmo, e quais seriam as funcionalidades a serem implementadas, com base nas funcionalidades dos programas pesquisados.
  • 36. Sistema de Integração de Informações Médicas
    • A partir da décima semana, começamos com a codificação do projeto em si, dedicando as duas primeiras semanas para a formulação do banco de dados que armazenaria as informações, visando que após a formulação do banco de dados, as tarefas poderiam ocorrer de forma simultânea pois não haveria nenhuma dependência de informações sobre elas, pois já estaria definido o formato das informações a ser manipulado.
  • 37. Sistema de Integração de Informações Médicas
    • Na décima segunda semana até décima oitava semana, trabalhamos na implementação das funcionalidades desejadas através de scripts de php, além da modelagem da interface, que envolveu a aplicação de CSS para criação de um estilo padrão para o programa. Neste ponto tivemos a ajuda do aluno Moisés Dorneles, que foi responsável pela edição das imagens utilizadas.
  • 38. Sistema de Integração de Informações Médicas
    • Os primeiros scripts de php realizados eram referentes estrutura da interface, pois tentamos estruturar o programa de forma a em qualquer uma das opções abordadas, se mantivessem diversos elementos em comum. Após, começou o trabalho a como seria feito a entrada no sistema, que ficou sendo através de um username e password , sendo que cada username teria atribuído um nível, que seria relativo a suas permissões quanto a alteração e visualização de dados.
  • 39. Sistema de Integração de Informações Médicas
    • Também foi sendo desenvolvido as duas principais entidades a serem manipuladas, médicos e pacientes, além da implementação de um calendário para agendamento de consultas. As últimas alterações a serem feitas foram a interface de administração e de funcionários administrativos, que devido ao tempo não foram completamente implementados.
  • 40. Sistema de Integração de Informações Médicas
    • As duas últimas semanas saímos fora metodologia habitual devido a ser o período de provas da faculdade, e resolvemos parar com os ciclos de desenvolvimento e nos concentrar apenas nos testes da interface e verificação da comunicação entre os módulos, dando forma ao produto final
  • 41. Sistema de Integração de Informações Médicas
  • 42. Conclusão
  • 43. Conclusão
    • Com o desenvolvimento desse trabalho, podemos como as metodologias ágeis pode ser adaptadas para diferente ambientes, com regras flexíveis e grande efetivas, se forem exercidas corretamente. A quantidade de ferramentas relativas ao processo de desenvolvimento também tem um grande impacto, ajudando a revisão de erros, distribuição de tarefas e a automatização de tarefas relativas ao desenvolvimento.
  • 44. Conclusão
    • Também observamos a tendência da migração da plataforma das aplicações para web, devido a infinidade de sistemas e ferramentas suportado por este tipo de ambiente, possibilitando uma alta disponibilidade sem uma dependência de acesso físico ao ambiente a ser implementado.
  • 45. Conclusão
    • Notamos que apesar de utilizar modularidade durante a codificação do programa, houve um certo alto nível de dependência entre os módulos, de forma a obrigar quem estava a alterar um módulo de conhecer a estrutura básica dos outros módulos conectados ao mesmo. Isso é um efeito totalmente indesejável em um projeto de grande porte, e deve ser evitado ao máximo possível.
  • 46. Conclusão
    • Pela falta de enfoque na documentação, este foi o último item a ser desenvolvido, e ficou restrito a pequenos comentários ao longo do código, o que talvez não ajude a entender toda a extensão do programa, demonstrando a necessidade de uma documentação adequada para um melhoramento continuo do código com agilidade.
  • 47. Conclusão
    • Por último, vimos que as das tarefas mais árduas seguindo metodologias ágeis são a estipulação de tempo para implementação de cada funcionalidade (pois um calculo errado de tempo e poderia afetar todo o calendário de desenvolvimento, fazendo com que o atraso se propagasse pro outras tarefas); e também uma particularidade de trabalhar em um ambiente distribuído, que era garantir comunicação direta entre os membros, o que pode ser feito através de softwares específicos e planejamento de longo prazo.
  • 48. Referências
    • http://www.extremeprogramming.org/
    • http://www.ime.usp.br/~xp
    • http://www.softwarereality.com/ExtremeProgrammingRefactored.jsp
    • http://www.agilemanifesto.org/
    • http://www.improveit.com.br/xp/dissertacaoXP.pdf
    • http://www.mountaingoatsoftware.com/scrum/
    • http://www.crisp.se/henrik.kniberg/ScrumAndXpFromTheTrenches.pdf
  • 49. Referências
    • www.clockingit.com/
    • http://superdownloads.uol.com.br/windows/empresas/clinicas-farmacias-consultorios.html
    • http://savannah.nongnu.org/projects/cvs/
    • http://subversion.tigris.org/
    • http://git-scm.com/
    • http://webchamado.sourceforge.net/
    • http://sourceforge.net/projects/openproj/
    • http://www.stack.nl/~dimitri/doxygen/manual.html
    • http://www.phpdoc.org/
  • 50. FIM