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Aproveitamento da Flora Medicinal

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Formando uma farmácia caseira

Formando uma farmácia caseira

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  • 1. APROVEITAMENTO DA FLORA MEDICINAL: Formando Uma Farmácia Caseira Renata Corrêa Martins Ariana Dantas Filgueiras Andréa Alvarenga de Oliveira
  • 2. EXPERIÊNCIAS COMUNITÁRIAS & FARMÁCIAS CASEIRAS
  • 3. O QUE É PLANTA MEDICINAL? É qualquer planta contendo substâncias que possam ser usadas com fins terapêuticos ou que possam servir como precursores para síntese químico- farmacêutica (OMS) O QUE É PLANTA MEDICINAL VALIDADA? É a planta cujos estudos permitam assumir como válidos sua eficácia e segurança terapêutica, através de dados experimentais fidedignos registrados na literatura.
  • 4. O QUE É FITOTERAPIA? • Fitoterapia é uma forma de tratamento que utiliza as plantas medicinais e suas diferentes preparações, como remédio para o tratamento das doenças;
  • 5. O QUE É PRINCÍPIO ATIVO? • É uma substância química específica que está presente na planta e é responsável pela cura das doenças! Ex: taninos, alcalóides, flavonóides, ácidos graxos, etc.,
  • 6. QUAL A DIFERENÇA ENTRE ? HOMEOPATIA E FITOTERAPIA • A fitoterapia utiliza apenas plantas • A homeopatia além das plantas, utiliza também animais e minerais • O processo de preparo do medicamento é totalmente diferente
  • 7. Declínio do uso de produtos naturais • Até o séc.XX - misticismo • 2ª Guerra Mundial – Incentivo tecnológico aos sintéticos - Pareciam mais eficazes
  • 8. Plantas Medicinais no Brasil • Europeus – Intercâmbio - Indígenas • Africanos – Rituais • Hoje – compreendem várias spp. • Primeiras publicações: – Martius: “Flora Brasiliensis“ (1794-1868) “Systema Materiae Medicae Vegetabilis Brasiliensis” (1843)
  • 9. • Rodolfo Albino – 1ª edição da farmacopéia brasileira- 1929- 100spp. • Pio Corrêa – Dicionário das Plantas Úteis do Brasil e das Exóticas Cultivadas, 1926-1975, 6 volumes. • Lorenzi & Matos – Plantas Medicinais no Brasil: nativas e exóticas, 2002
  • 10. VOLTA A FITOTERAPIA • Por volta dos anos 60 – volta ao natural: a busca de novos referenciais em terapêutica: yoga, zen- budismo, meditação, ervas “chinesas”. • O mito do desenvolvimento sintético: os produtos sintéticos não curaram como prometido e desenvolveram o conceito de “efeito colateral” • Preocupação com Biodiversidade: plantas medicinais brasileiras tem demonstrado a presença de compostos de grande importância econômica • Novas pesquisas sobre as Crescimento do mercado, ca. 10% ao ano
  • 11. Histórico • Egito - 600-700 produtos naturais, dentre os famosos: Mirra, Incenso, Aloe • Roma – Dioscoreus - “De materia medica”; ex: funcho • Hipocrates, Galeno, Paracelso
  • 12. Os desvios do retorno: • Mitificação do natural • Ausência de efeitos adversos • Confusão entre as “alternativas” • Oportunismo do mercado (problemas de qualidade)
  • 13. • Estima-se que, aproximadamente, 40% dos medicamentos atualmente disponíveis foram desenvolvidos direta ou indiretamente a partir de fontes naturais (CALIXTO, 2001). • Das 252 drogas consideradas básicas e essenciais pela Organização Mundial de Saúde - OMS, 11% são originárias de plantas, e um número significativo são drogas sintéticas obtidas de precursores naturais (RATES, 2001). • Estima-se que 25% dos US$ 8 bilhões do faturamento da indústria farmacêutica nacional, no ano de 1996, foram originados de medicamentos derivados de plantas (GUERRA et al., 2001).
  • 14. • Embora o nosso país possua a mais diversificada flora do mundo, com cerca de 60.000 espécies vegetais superiores catalogadas (PRANCE, 1977), apenas 8% !!! foram estudadas para pesquisas de compostos bioativos e 1.100 espécies foram avaliadas em suas propriedades medicinais (GUERRA et al., 2001).
  • 15. OMS- Organização Mundial de Saúde • Fitoterapia – Medicina complementar • Visando diminuir o nº excluídos dos sistemas de saúde, recomenda aos órgãos responsáveis pela saúde pública:
  • 16. • A- Realizar levantamentos regionais das plantas usadas na medicina popular tradicional e identificar botanicamente; • B- Estimular e recomendar o uso daquelas que tiverem comprovadas sua eficácia e segurança terapêutica; • C- Desenvolver programas que permitam cultivar e utilizar plantas selecionadas na forma de preparações eficazes, seguras e de qualidade.
  • 17. BOTÂNICA • Parte da biologia que estuda as plantas; • O homem classifica plantas desde tempos remotos: alimento, vestuário, remédios, moradia, ritos religiosos e tóxicas
  • 18. PARTES DE UMA PLANTA SUPERIOR • RAIZ • CAULE • FOLHA • FLOR e FRUTO
  • 19. ORGANIZANDO UM HERBÁRIO • Herbário Coleção de plantas secas • Herborização • Exsicata
  • 20. O QUE É HERBÁRIO? • Biblioteca de plantas secas
  • 21. COMO MONTAR UM HERBÁRIO
  • 22. PLANTAS MEDICINAIS DO CERRADO (Herbário da Universidade de Brasília, UB) Local: GUARANI, GO. Assentamento Belo Horizonte. Cerrado s.s., solo arenoso, próximo a Forquilha. Data: 30/06/03 Coordenada: Lat: 13º53’ S; Long: 46º16’ W; Alt: 2389 Ft Coletores: Martins, R.C.; Santos, F.A; Oliveira, C.A.; Cruvinel, H., Mendes, W. Nº 350 Família: Euphorbiaceae Nome científico: Croton sp. Nome popular: gengibre Subarbusto, ca. 12cm alt., estéril. Raiz com cheiro de gengibre. Parte usada: raiz Para que usa: gripe Como prepara: raspar a raiz e colocar na água ou pinga. Forma de uso: oral Associação com outras plantas: não citada
  • 23. Identificar / Conhecer • Nome popular e Nome científico • Buriti = Mauritia flexuosa L.f. • Catolé = Attalea barreirensis Glassman • Papaconha = Hybanthus lanatus Baill.
  • 24. O QUE É NOME CIENTÍFICO DA PLANTA? • Nome científico é o nome “verdadeiro” da planta, onde em qualquer lugar do mundo ela tem o mesmo nome. • Nome popular é como se fosse o apelido da planta, e em cada lugar ela pode ter um apelido diferente. • Exemplo: erva cidreira (Lipia Alba e Cymbopogum citratus)
  • 25. COMO COLETAR PLANTAS MEDICINAIS
  • 26. O QUE É MANEJO ? • O manejo é o respeito que se deve dispensar à natureza no processo de coleta de plantas e captura de animais existentes no cerrado, nas matas, nos rios, lagoas, etc. • O manejo orientará nossas ações de coleta na natureza e no nosso quintal, a partir da adoção de boas práticas. EXTRATIVISMO SUSTENTÁVEL
  • 27. • 1. Nenhum recurso, por mais abundante que pareça ser, deve ser explorado em sua totalidade. • 2. Deve-se ter em mente que todo recurso encontrado na área deve ser compartilhado com a fauna nativa local, seja ela representada por mamíferos, pássaros, insetos ou decompositores. • 3. A sustentabilidade do sistema depende do contínuo recrutamento de jovens. Isto quer dizer que, boa parte das sementes deve ser deixada no local para promover a reposição das plantas que morrem ou são predadas. • 4. Diferentes espécies devem ter manejo diferente, que pode variar também de ano para ano.
  • 28. ERVAS De cada 4 plantas coletar 1 • Em grandes quantidades somente quando houver muitos indivíduos; • Somente após a recuperação da área poderá se coletar novamente.
  • 29. Raiz de árvores • Tirar a terra de um lado e cortar um pedaço que seja suficiente para a preparação do remédio; • Depois se deve cobrir novamente para que a raiz volte a crescer; • Lavar em água corrente.
  • 30. RAIZ DE ERVAS E ARBUSTOS • Para cada cinco indivíduos de uma espécie, coletar apenas de um; • O mesmo vale para as touceiras.
  • 31. CASCA DE ÁRVORES (Felfili & Borges-Filho, 2004) • De preferência, cortar um galho e descascar; • Fazer os cortes nos sentido longitudinal do caule, em tiras finas para facilitar a cicatrização. Não retirar um anel completo da casca. • Evitar extrair a casca durante o período de floração e frutificação.
  • 32. -Usar sempre ferramentas limpas; -As ferramentas são: tesoura de poda para ramos e galhos lenhosos, serrote curvo para galhos mais grossos e facão para a casca; -Evitar extrair na base do caule principal, abaixo de 1m de altura; - Deixar a planta em repouso por um período de 3-4 anos.
  • 33. -Aplicar uma substância curativa no local da coleta. Segundo Pippi da Motta (1995): 1kg de resina vegetal 500g de cera de abelha 250g de óleo de linhaça. Colocar e resina e a cera em banho-maria, depois junta-se o óleo de linhaça, mexer até formar formar uma mistura homogênea.
  • 34. FOLHAS • Colher sempre folhas maduras e sadias, deixando as novas; não destruir ou eliminar a gema apical; • Colher 1 a 4 folhas de cada ramo; no máximo 20% das folhas; • Nos galhos é bom alternar os lados; • Quando for uma gramínea (Ex.: capim cidreira), destacar as folhas na base, deixando a parte subterrânea; • Brotos ou gemas foliares, como os da goiabeira, devem ser usados ainda frescos.
  • 35. FRUTOS E SEMENTES • Coletar 1 de cada 3; no caso de muita oferta, coletar até a metade; • 0 restante fica para garantir a germinação; • De preferência sementes maduras; • A coleta de sementes deve obedecer aos critérios anteriores. Nunca explorar todo recurso!
  • 36. ÓLEO • Fazer um furo de aproximadamente 3 cm de diâmetro no tronco, até atingir o cerne; usar trado; • Recolher o óleo com auxílio de tubos ou canaletas, apenas uma vez por ano! • Não usar machado para evitar furos grandes e prejudicar a planta.
  • 37. O QUE É PLANTA TÓXICA? • É toda planta que quando ingerida ou em contato com pele e olhos causa irritação grave, intoxicação e até mesmo a morte. Exemplo: • comigo ninguém pode planta muito tóxica.
  • 38. QUAL PARTE DA PLANTA MEDICINAL PODE SER UTILIZADA? • Cada planta medicinal tem a sua característica!! • folhas, flores, raízes, frutos e as vezes podemos utilizar a planta inteira!!
  • 39. RECOMENDAÇÕES PARA O USO DAS PLANTAS MEDICINAIS • Conhecer a planta; • Parte da planta utilizada; • Quantidade; • Tempo de uso; • Uso externo e interno; • Local de coleta; • Estado de conservação; • Não usar qualquer medicamento sem recomendação especializada.
  • 40. QUAL O LOCAL QUE POSSO PREPARAR AS PLANTAS MEDICINAIS EM MINHA CASA? • Geralmente o local mais adequado é a cozinha, pois tem uma pia e uma bancada.
  • 41. QUAIS OS UTENSÍLIOS QUE VOU PRECISAR PARA PREPARAR AS PLANTAS MEDICINAIS? • Dependendo da preparação, utilizaremos: panela, funil, colher de pau, facas, medidor graduado de volume, peneira, vidros de boca larga, garrafas de cor escura.
  • 42. COMO É FEITA A COLETA, SECAGEM E ARMAZENAMENTO DAS PLANTAS MEDICINAIS? • COLETA - ter a certeza da identificação correta da planta; - observe o estado de “saúde” da planta; - a coleta deve ser feita, de preferência, de manhã.
  • 43. SECAGEM
  • 44. •raízes e cascas podem ser picadas em pedaços bem pequenos e levadas ao sol, cobertas com um paninho.
  • 45. ARMAZENAMENTO • as plantas devem ser guardadas em um vidro bem fechado; • em local fresco e protegidas da luz; • todos os frascos devem estar identificados: nome da planta data validade
  • 46. CUIDADOS NECESSÁRIOS PARA O PREPARO DO REMÉDIO CASEIRO • HIGIENE PESSOAL
  • 47. LIMPEZA E ESTERILIZAÇÃO DOS VIDROS PARA REMÉDIOS Ferver 15 minutos
  • 48. COMO PREPARAR ÁLCOOL A 70º para desinfetar o material e para o preparo dos remédios caseiros. 1- medir 630 ml de álcool a 96º e acrescentar 370 ml de água filtrada; 2- guardar em garrafa plástica;
  • 49. FORMAS QUE PODEMOS UTILIZAR AS PLANTAS MEDICINAIS • Chás (infusão e decocção) • Pomadas • Óleos • Xaropes • Tinturas etc
  • 50. INFUSÃO • folhas e flores; •aguardar uns 5 minutos, coar e beber. • Colocar a planta seca ou fresca na xícara; •Desta forma a planta • despejar a água preserva todo o aroma quente sobre ela e e as propriedades abafar. medicinais.
  • 51. DECOCÇÃO • raiz, casca, rizoma • colocar em uma panela • adicionar água fria. • levar ao fogo por 5 a 10 minutos. • coar e beber.
  • 52. MACERAÇÃO • Colocar a planta fresca de molho em água fria de 10 a 24 horas. Folhas, sementes e partes tenras ficam de 10 a 12 horas. Talos, cascas e raízes, de 22 a 24 horas. • Coar e beber; • Boldo e Malvariço
  • 53. SUCO • O suco é obtido espremendo-se o fruto ou batendo as folhas frescas no liquidificador; • Usar no momento do preparo; • Hortelã e Mavariço
  • 54. SUMO • O sumo da planta é extraído esmagando a planta fresca em um pilão ou pano. • Uso oral ou emplastro
  • 55. SALADA • Algumas plantas medicinais (capuchinha, malvariço, hortelã) podem ser utilizadas em forma de saladas cruas; • Devemos escolher os brotos e folhas novas.
  • 56. PÓ • Secar a planta e triturar (pilão ou liquidificador); • Passar em uma peneira fina até obter um pó; • Guardar em vidro seco e bem fechado. • Rotular; • Validade 6 meses.
  • 57. TINTURA • Pesar 200 g de planta medicinal seca e triturada; • Umedecer a planta com o álcool já preparado (70º GL) ou cachaça e aguardar até a planta ficar úmida; • Colocar a planta umedecida em um vidro de boca larga e acrescentar um litro de álcool de cereais ou cachaça; • Fechar o vidro e proteger da luz com um pano ou saco de papel e deixar em maceração (de molho) durante 10 dias; • Todos os dias fazer uma leve agitação do vidro; • No décimo dia filtrar (coar) a tintura com ajuda de um funil com papel de filtro de café ou em um coador de pano de tecido fino; • Medir o volume da tintura filtrada que deverá ser de um litro. Caso não obtenha 1 litro colocar um pouco de álcool ou cachaça sobre as plantas que estão no funil ou coador até atingir um litro; • Guardar a tintura em vidro escuro; • Colocar etiqueta no vidro com o nome da planta, data de validade e fabricação, uso e dosagem; • As tinturas já podem ser utilizadas diluídas em água, como por exemplo a tintura de boldo para problemas digestivos, de guaco para problemas respiratórios. As tinturas também serão usadas no preparo de outros remédios, tais como pomadas e xaropes; • Validade: até 1 ano.
  • 58. MODELO DE ETIQUETA • Nome: tintura de boldo (Plectrantus barbatus) • Data fabricação: • Validade: • Uso – má digestão, azia, empachamento • Dose – 50 gts ou 1 colher de chá diluído em água • Nome de quem preparou:
  • 59. MATERIAL PARA PREPARAR TINTURA
  • 60. VINHO MEDICINAL OU GARRAFADA • Para cada garrafa de vinho tinto usar 50 gramas de plantas secas ou 100 gramas de plantas frescas; • Cortar as plantas em pedaços pequenos; se estiverem secas, transformar em pó e acrescentar o vinho; • Deixar em maceração (de molho) durante oito dias; • Coar em pano seco e limpo; • Colocar na própria garrafa do vinho e etiquetar; • Conservar em local fresco, de preferência em geladeira; • Validade: 60 dias.
  • 61. MATERIAL PARA PREPARAR GARRAFADA
  • 62. XAROPE • Uma medida de açúcar • Metade dessa medida de água • Levar ao fogo até formar calda grossa • Deixar esfriar • Medir a quantidade de calda (ou mel ou melado de cana) • Para cada xícara de chá, colocar uma colher das de sopa de tintura, ex:guaco e/ou assa-peixe • Se desejar, cinco gotas de óleo de copaíba
  • 63. Armazenar em vidro escuro ou protegido da luz; Rotular; Validade 1 mês.
  • 64. MATERIAL PARA PREPARAR XAROPE
  • 65. LAMBEDOR • Fazer uma calda rala de açúcar; • Acrescentar as ervas frescas, dar uma ligeira cozida e desligar a panela com a tampa fechada; • Após esfriar, coar e colocar em vidro limpo e seco; • Guardar em local fresco ou na geladeira e usar no máximo em 7 dias; • Caso apareça mofo, coalhado ou azedo, desprezar o remédio; - Rotular; - Validade 3 dias.
  • 66. MATERIAL PARA PREPARAR LAMBEDOR
  • 67. GARGAREJO OU BOCHECHO • Preparar o chá e deixar esfriar; • Fazer o gargarejo e o bochecho; • Garganta, problemas de gengiva; • Tanchagem, Salvia, Romã
  • 68. INALAÇÃO • Colocar erva seca em uma vasilha, jogar água fervendo; • Aspirar o vapor pelo nariz, através de um pequeno funil de papel; • Salvia ou eucalipto* Cuidado para evitar queimaduras.
  • 69. EMPLASTRO Esmagar a planta fresca, até formar uma pasta, colocar na área afetada. Ferimentos abertos; Babosa, Mastruz, Confrei BANHO Fazer um chá bem forte e coar ou tintura diluída. Colocar em uma bacia e fazer o banho de acento. Barbatimão, aroeira, angico.
  • 70. COMPRESSA • Preparar o chá, planta fresca ou seca; • Embeber um pano; • Aplicar sobre a área afetada; • Pode ser quente ou fria; • Usado nas dores musculares e juntas (mentrasto, erva- baleeira) e queimaduras superficiais (camomila); • Também usada para ferimentos na pele (barbatimão, confrei)
  • 71. CATAPLASMA • Preparar o chá; ainda quente, acrescentar farinha; • Colocar sobre um pano limpo e depois cobrir com outro pano; • Aplicar sobre a região afetada; • Usado nas dores musculares e juntas. • Mentrasto, erva-baleeira
  • 72. UNGUENTO • Aquecer até derreter a gordura animal ou vegetal • Misturar o sumo da planta fresca ou chá bem forte • Dores articulares, fraturas, feridas • Mentrasto, erva- baleeira
  • 73. MATERIAL PARA PREPARAR POMADA
  • 74. POMADA • Derreter 1 quilo de gordura ou banha em banho-maria; • Retirar do fogo, deixar esfriar um pouco; • Colocar 100 ml de tintura (confrei ou mentrasto); • Mexer bem; • Colocar nos potes ainda líquida • Rotular; • Validade 20 dias.
  • 75. ÓLEO MEDICADO • Socar no pilão sementes de sucupira, folhas de arnica e ramos de alcanfor (Artemisia canforata); pilar até formar uma pasta; • Retirar o material do pilão colocar em panela de inox ou esmaltada e acrescentar o dobro de óleo vegetal; • Deixar em banho-maria durante 3 horas com a panela tampada; • Deixar esfriar; • Coar em pano limpo e seco; • Colocar o óleo em vidros e etiquetar; • Validade: 1 mês.
  • 76. LOÇÃO DE BABOSA • Abrir a folha da babosa com uma faca; raspar com uma colher ou faca a mucilagem do seu interior; • Colocar uma parte de mucilagem, uma de glicerina e meia parte de tintura de confrei; • Bater tudo no liquidificador; • Coar em pano limpo e seco; • Colocar em potes ou vidros e etiquetar; • Validade: 15 dias.
  • 77. PLANTAS PARA PROBLEMAS DIGESTIVOS CARQUEJA BOLDO (Baccharis sp) ( Plectrantus barbatus)
  • 78. •CAPIM SANTO (Cymbopogum citratus) • Indicação: calmante suave, insônia, dor de cabeça, também é indicada para má digestão, cólica, gases intestinais. • Modo de usar: Infusão
  • 79. PLANTAS PARA O SISTEMA RESPIRATÓRIO GUACO MALVARIÇO ou HORTELÃ (Mikania glomerata) DA FOLHA GORDA (Plectranthus amboinicus)
  • 80. PLANTAS QUE CICATRIZAM E DESINFLAMAM CONFREI (Symphytum officinale) • SOMENTE USO EXTERNO. • Feridas, queimaduras, úlceras varicosas.
  • 81. TANCHAGEM (Plantago major) • Indicação: inflamação da garganta, gengiva. • Parte usada: folhas • Modo de usar: Preparar o chá e fazer gargarejo e bochecho 4 vezes ao dia
  • 82. ROMÃ (Punica granatum) • Parte usada: casca do fruto • Indicação: garganta e gengiva inflamada. • Modo de usar: Preparar o chá em decocção, com duas colheres de sopa da casca e uma xícara das de chá de água. • Fazer o gargarejo e bochecho três vezes ao dia
  • 83. MENTRASTO (Ageratum conyzoides) • Indicação: artrose e dores articulares. • Parte usada: folhas • Modo de usar: preparar o chá com uma colher das de sopa em uma xícara de água. Tomar uma xícara duas vezes ao dia. • Fazer compressa quente no local da dor duas vezes ao dia. • A pomada pode ser aplicada no local da dor e massagear
  • 84. PLANTA QUE ACALMA MARACUJÁ (Passiflora sp ) • Indicação: insônia, nervosismo • Parte usada: folhas • Modo de usar: Infusão, Tintura
  • 85. PLANTAS PARA PROBLEMAS URINÁRIOS QUEBRA PEDRA (Phylantus sp ) • Indicação: pedra nos rins • Parte usada: toda a planta (raiz e folhas) • Modo de usar: preparar o chá em decocção.
  • 86. CABELO DE MILHO ( Zea mays ) • Indicação: diurético, previne a formação de cálculos renais. • Parte usada: o estigma (cabelo do milho) • Modo de usar: Infusão
  • 87. OBRIGADO E BOA SORTE!