TEORIA E PRÁTICA CIENTÍFICA
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×
 

TEORIA E PRÁTICA CIENTÍFICA

on

  • 5,111 views

 

Statistics

Views

Total Views
5,111
Views on SlideShare
5,111
Embed Views
0

Actions

Likes
2
Downloads
77
Comments
0

0 Embeds 0

No embeds

Accessibility

Categories

Upload Details

Uploaded via as Microsoft PowerPoint

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

TEORIA E PRÁTICA CIENTÍFICA TEORIA E PRÁTICA CIENTÍFICA Presentation Transcript

  • TEORIA E PRÁTICA CIENTÍFICA
    JORGE PAES
  • TEORIA E PRÁTICA CIENTÍFICA
    Os capítulos abordam a filosofia da ciência e suas fases, mostrando sua formação histórica e sua constituição teórica.
    Evolução do Conhecimento
    • O MÉTODO COMO CAMINHO DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO
    • MÉTODO CIENTÍFICO
    • CHARGE
    • CIÊNCIAS NATURAIS
    • PARADIGMAS EPISTEMOLÓGICOS
    • CIÊNCIAS HUMANAS
    • NOVOS PARADIGMAS EPISTEMOLÓGICOS
    • CONCLUSÃO
    • REFERÊNCIAS
    1
  • O MÉTODO COMO CAMINHO DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO
    “Toda modalidade de conhecimento realizado por nós implica uma condição prévia, um pressuposto relacionado a nossa concepção da relação Sujeito/Objeto.”
    “A ciência se faz quando o pesquisador aborda os fenômenos aplicando recursos técnicos, seguindo um método e apoiando-se em fundamentos epistemológicos.”
    2
  • MÉTODO CIENTÍFICO
    HIPÓTESES
    GERAIS
    HIPÓTESES
    + GERAIS
    HIPÓTESE
    UNIVERSAL
    VERIFICAÇÃO
    DEDUTIVA
    FORMULAÇÃO
    FORMULAÇÃO
    FORMULAÇÃO
    VERIFICAÇÃO
    EXPERIMENTAL
    VERIFICAÇÃO
    DEDUTIVA
    OBSERVAÇÃO
    SISTEMA
    FATOS
    TEORIAS
    LEIS
    Hipótese: Explicação provisória, a ser comprovada. (se confirmada, transforma-se em Lei).
    Lei Científica:  ”uma regra que descreve um fenômeno que ocorre com regularidade.” (Wikipédia)
    Teoria: “é o conhecimento descritivo que permite especulações, contudo puramente racional.” (Wikipédia)
    3
  • MÉTODO CIENTÍFICO
    HIPÓTESES
    GERAIS
    HIPÓTESES
    + GERAIS
    HIPÓTESE
    UNIVERSAL
    VERIFICAÇÃO
    DEDUTIVA
    FORMULAÇÃO
    FORMULAÇÃO
    FORMULAÇÃO
    VERIFICAÇÃO
    EXPERIMENTAL
    VERIFICAÇÃO
    DEDUTIVA
    OBSERVAÇÃO
    SISTEMA
    FATOS
    TEORIAS
    LEIS
    Sistema: Conjunto organizado obedecendo a um único principio.
    Indução: “é o raciocínio que, após considerar um número suficiente de casos particulares, conclui uma verdade geral.” (Wikipédia)
    Dedução: “é toda inferência que parte do universal para o particular.” (Wikipédia)
    4
  • CHARGE
    5
  • CIÊNCIAS NATURAIS
    A ciência passa a observar os acontecimentos naturais de uma forma operacional, empregando técnicas e métodos experimentais/matemáticos, sem a influência subjetiva do homem sobre as evidências objetivas.
    Seguindo o mesmo caminho, a ciência se propôs a conhecer o mundo humano utilizando-se do mesmo conceito.
    6
  • PARADIGMAS EPISTEMOLÓGICOS
    Epistemologia = Ciência do Conhecimento.
     Conjunto de conhecimentos que têm por objeto o conhecimento científico, visando a explicar os seus condicionamentos (sejam eles técnicos, históricos, ou sociais, sejam lógicos, matemáticos, ou linguísticos), sistematizar as suas relações, esclarecer os seus vínculos, e avaliar os seus resultados e aplicações. 
    Positivismo= Comte desenvolveu uma teoria, denominada “Três estados”, onde o espírito humano teria passado historicamente por fases, sendo o Teológico (guiado pela superstição), Metafísico (imaginação) e Positivo (observação dos fatos).
    7
  • PARADIGMAS EPISTEMOLÓGICOS
    • Durante a antiguidadee a idade média, o modo de conhecer era baseado em crenças e na essência das coisas.
    No Renascimento, surge a Ciência como conhecemos hoje:
    • Nasceu a partir da crítica e questionamentos ao modo metafísico de pensar/conhecer;
    • Negação (rejeição a ideia) de acesso a essência das coisas;
    • Somente é possível conhecer os fenômenos através da experiência sensível.
    8
  • CIÊNCIAS HUMANAS
    A partir do século XIX foi constituído as Ciências Humanas, configurando de acordo com os mesmo parâmetros das ciências naturais.
    - O homem como objeto (alvo) de estudos, abordado da mesma forma que outros fenômenos naturais.
    - Acessível a procedimentos de observação, experimentação e mensuração.
    9
  • NOVOS PARADIGMAS EPISTEMOLÓGICOS
    Substituição ao paradigma epistemológico Positivismo.
    Os pesquisadores se dão conta que outros conceitos em relação ao estudo do homem podem ser utilizados, compondo um horizonte maior de observações científicas.
    Pluralismo epistemológico: Várias formas de se entender a relação sujeito/objeto.
    Funcionalismo: Spender Durkheim compara um organismo biológico a uma organização social complexa.
    10
  • NOVOS PARADIGMAS EPISTEMOLÓGICOS
    Estruturalismo: com base em Saussure, Claude Lévo-Strauss pressupõe que todo sistema constitui-se de um “jogo”.
    • Gerando interdependência entre as partes;
    • Alterações feitas afetam todos os demais elementos.
    11
  • NOVOS PARADIGMAS EPISTEMOLÓGICOS
    Estruturalismo: com base em Saussure, Claude Lévo-Strauss pressupõe que todo sistema constitui-se de um “jogo”.
    • Gerando interdependência entre as partes;
    • Alterações feitas afetam todos os demais elementos.
    12
  • CONCLUSÃO
    Durante a história da ciência, aconteceram sensíveis mudanças de paradigmas epistemológicos, permitindo a abertura de novos conceitos filosóficos, metodológicos, instrumental e técnico, possibilitando com que a ciência encontrasse outros caminhos para superar a concepção metafísica estabelecida durante a antiguidade e idade média, fazendo com que o homem enxergasse múltiplas maneiras de pensar e produzir ciência em suas mais diversas áreas do conhecimento.
    13
  • REFERÊNCIAS
    SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2011. 272 p.
    14