Your SlideShare is downloading. ×
Brotero - Apresentação Som
Brotero - Apresentação Som
Brotero - Apresentação Som
Brotero - Apresentação Som
Brotero - Apresentação Som
Brotero - Apresentação Som
Brotero - Apresentação Som
Brotero - Apresentação Som
Brotero - Apresentação Som
Brotero - Apresentação Som
Brotero - Apresentação Som
Brotero - Apresentação Som
Brotero - Apresentação Som
Brotero - Apresentação Som
Brotero - Apresentação Som
Brotero - Apresentação Som
Brotero - Apresentação Som
Brotero - Apresentação Som
Brotero - Apresentação Som
Brotero - Apresentação Som
Brotero - Apresentação Som
Brotero - Apresentação Som
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Brotero - Apresentação Som

2,136

Published on

Published in: Education, Technology, Business
0 Comments
1 Like
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total Views
2,136
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
86
Comments
0
Likes
1
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DO CENTRO ESCOLA SECUNDÁRIA DE AVELAR BROTERO Curso Profissional de Técnico de Multimédia Ano Lectivo 2009/2010 Técnicas de Multimédia Professor: João Leal
  • 2. SOM www.joaoleal.net Professor: João José Leal 2
  • 3. O som é a propagação de uma frente de compressão mecânica ou onda mecânica; esta onda se propaga de forma circuncêntrica, apenas em meios materiais - que têm massa e elasticidade, como os sólidos, líquidos ou gasosos, quer dizer, não se propaga no vácuo. wikipédia www.joaoleal.net Professor: João José Leal 3
  • 4. O som propaga-se no ar através de um movimento ordenado das partículas que o constituem. Quando fazemos vibrar as nossas cordas vocais, ou quando tocamos uma nota musical num instrumento, fazemos com que as partículas do ar que nos rodeiam entrem numa oscilação que dá origem ao som que ouvimos. www.joaoleal.net Professor: João José Leal 4
  • 5. A propagação do som no espaço deve-se ao facto de umas partículas transmitirem o seu movimento às suas partículas vizinhas (e assim sucessivamente), levando a que a oscilação inicialmente produzida nas nossas cordas vocais ou instrumento musical se propague através do espaço aberto, até chegar aos nossos ouvidos. www.joaoleal.net Professor: João José Leal 5
  • 6. A aquisição do som equivale a gravar um som analógico para digital, obtendo um conjunto de amostras do sinal analógico por segundo. Quanto maior for este número de amostras por segundo maior será a fidelidade do som, isto é, maior será, depois, a semelhança entre o som reproduzido e o som original. Amostrar um sinal significa obter valores dele em determinados pontos, geralmente em intervalos constantes, segundo uma determinada frequência, designada por taxa de amostragem e medida em Hertz (Hz). As taxas de amostragem de 44,1 Hz e de 48 Hz são utilizadas, respectivamente, para áudio com qualidade de CD e DVD. www.joaoleal.net Professor: João José Leal 6
  • 7. Tal como a imagem, o áudio digital pode ser quantizado com diferentes resoluções, isto é, cada amostra pode ser quantificada com mais ou menos bits. Quanto maior for a resolução, maior será a profundidade de bits utilizada, melhor será a qualidade de som e maior será o ficheiro armazenado. Profundidade de bits por amostra Quantidade de valores possíveis 8 256 16 65 536 24 16 777 216 Portanto, a qualidade de reprodução de um som é determinada pelo tamanho das amostras em bits e pela sua taxa de amostragem em Hz. Quanto maiores forem estes valores, maior será a qualidade do som reproduzido, assim como o tamanho do ficheiro de áudio armazenado. www.joaoleal.net Professor: João José Leal 7
  • 8. Quanto maior for o tamanho de um ficheiro de áudio, mais espaço este ocupará em disco, ao ser armazenado, e mais tempo levará o seu carregamento através da Internet ou através de outra rede informática. Para se obter a qualidade de um CD digital de música, utilizam-se 44 100 amostras por segundo e cada amostra tem uma profundidade ou resolução de 16 bits, ou seja, 1 400 000 bits por segundo ou 1400 Kbps ou 1,4 Mbps. Este valor 1,4 Mbps indica que a quantidade de informação a debitar é grande e o ficheiro áudio será grande. Desta forma, surge a necessidade de aplicar algoritmos de compressão para reduzir os ficheiros de áudio. www.joaoleal.net Professor: João José Leal 8
  • 9. Formatos de Ficheiros Os ficheiros de áudio, se não estiverem comprimidos, apresentam um tamanho grande porque contêm uma enorme quantidade de dados. Estes ficheiros podem incluir outros dados, para além dos dados de áudio, tais como o nome do ficheiro, o tamanho, a duração, o número de canais, … Assim, os ficheiros de áudio digital podem assumir os formatos não comprimidos ou comprimidos, resultando ficheiros diferentes em tamanho e qualidade do áudio gravado. www.joaoleal.net Professor: João José Leal 9
  • 10. Ficheiros Não Comprimidos Depois do sinal amostrado e quantizado, utiliza-se a técnica de codificação PCM (Pulse Code Modulation) na gravação dos ficheiros de música em CD áudio. Esta codificação faz-se sem recurso a algoritmos de compressão e estes ficheiros apresentam grandes tamanhos. A maior parte dos formatos de ficheiros não comprimidos são nativos de sistemas operativos específicos, tais como: Waveform Audio: formato de áudio digital nativo do sistema operativo Windows. Utilizam a extensão wav. www.joaoleal.net Professor: João José Leal 10
  • 11. Waveform Audio: formato de áudio digital nativo do sistema operativo Windows. Utilizam a extensão wav. Audio Interchange File Format: formato de áudio utilizado pela Apple com extensão aiff ou aif. Audio: formato utilizado pela Sun e pelo sistema operativo Unix, com extensão au. www.joaoleal.net Professor: João José Leal 11
  • 12. Sound: formato semelhante ao au, mas com extensão snd. Musical Instrument Digital Interface: permite conectar sintetizadores, teclados electrónicos e outros instrumentos electrónicos ao computador. São ficheiros midi que não são propriamente ficheiros áudio, mas como armazenam notas musicais encontram-se dentro desta categoria. Têm extensão mid. Compact Disc Digital Audio: formato usado para codificar música em discos comerciais, não sendo armazenado nos computadores e sendo necessário convertê- lo para o conseguir. Utiliza a extensão cda. www.joaoleal.net Professor: João José Leal 12
  • 13. Ficheiros Comprimidos Quando se quer ter um arquivo de música próprio e portátil, o mais conveniente é ter ficheiros de áudio comprimidos. Designa-se por compressão um conjunto de algoritmos que tanto comprime como descomprime um ficheiro de som. Os codecs (COmpression/DECompression) permitem comprimir o ficheiro num gravador ou permitem ouvir o som no leitor de música. www.joaoleal.net Professor: João José Leal 13
  • 14. A compressão de ficheiros áudio tem em consideração as características do ouvido humano e as suas limitações na percepção de sons, resultando algoritmos de codificação que permitem reduzir a quantidade de dados armazenados num ficheiro. Utilizam-se algoritmos como o ADPCM, True Speech, MP3 ou MPEG. No áudio, tal como nas imagens, os ficheiros podem ser compactados até um certo ponto sem perda de qualidade. www.joaoleal.net Professor: João José Leal 14
  • 15. Compressão com perdas Numa compressão com perdas existe uma perda de informação original para criar um ficheiro menor. Nesta compressão de áudio são rejeitadas determinadas frequências do espectro e removidos dados desnecessários, utilizando uma técnica designada por codificação perceptual. O ouvido humano geralmente não percebe que a informação foi perdida. Por isso, para muitos utilizadores o som de um ficheiro comprimido é aceitável, mas para outros a compressão representa uma alternativa inaceitável à reprodução de som de alta-fidelidade. www.joaoleal.net Professor: João José Leal 15
  • 16. Hoje em dia, o formato mais popular deste tipo de compressão é o MP3, embora existam outros formatos que funcionem da mesma maneira. Alguns formatos de ficheiros com uma compressão com perdas: Motion Picture Experts Group (MPEG): família de standards para áudio e vídeo onde se incluem o MPEG-1, MPEG-2, MPEG-1 Layer 3 (MP3) e o MPEG-4. Adaptative Transform Acoustic Coding 3 (ATRAC3): formato compatível com os produtos da Sony e que oferece um som e compressão razoáveis. Extensão omg. Liquid Audio: concorrente do MP3 e muito popular nos anos 90. A sua extensão é lqt. www.joaoleal.net Professor: João José Leal 16
  • 17. OGG Vorbis: tecnologia de codificação de código aberto (opens source) para o sistema operativo Linux. Foi desenhado para substituir o MP3 e o WMA. Extensão ogg. QuickTime Audio: Essencialmente tecnologia MPEG-4, suportando áudio, vídeo e MP3. Extensão qt ou mov. RealAudio Media: desenhado para a reprodução de áudio em tempo real numa rede, necessitando de um leitor próprio para reproduzir o som. Extensão ra ou ram. Windows Media Audio: formato de áudio digital da Microsoft alternativo ao MP3 com extensão wma. TwinVQ: Algoritmo criado pela Yamaha, cada vez mais divulgado, mais eficiente e www.joaoleal.net Professor: João José Leal 17 com mais qualidade do que o MP3. Extensão vqa.
  • 18. Compressão sem perdas Ao contrário de uma compressão com perdas, numa compressão sem perdas não é afectada a qualidade da informação original, mas resulta um ficheiro de tamanho maior, embora não tão grande como um ficheiro não comprimido. Nesta compressão de áudio sem perdas os dados são “apertados” sem haver rejeição de informação. Alguns dados são removidos temporariamente, mas são recolocados mais tarde, de acordo com o algoritmo de descompressão. Assim, é produzido um som com maior qualidade, mas também um ficheiro maior. www.joaoleal.net Professor: João José Leal 18
  • 19. Para se criar um repositório de alta-fidelidade digital, a melhor solução é usar um formato de compressão sem perdas. Estes formatos trabalham de forma idêntica a uma compressão zip. Os bits redundantes são eliminados para ser criado um ficheiro comprimido. Como se torna evidente, esta compressão não cria ficheiros tão pequenos como numa compressão com perdas e, por isto, não é recomendada para leitores de música portáteis, onde o espaço de armazenamento é limitado. Alguns formatos de compressão sem perdas: Apple Lossless Audio Codec: formato disponível para ser usado com o Apple’s iTunes e o iPod. Extensão m4a. www.joaoleal.net Professor: João José Leal 19
  • 20. Free Lossless Codec: formato de código aberto, aceite por muitas empresas de electrónica e usado com a maior parte dos sistemas operativos. Tem qualidade de som semelhante ao MP3. Extensão flac. Windows Media Audio Lossless: formato da Microsoft, disponível nas versões 9 e 10 do Windows Media Player. Usa a mesma extensão wma de um ficheiro normal do Windows Media Audio. Boa opção para compressão sem perdas. WavPack: é um formato semelhante ao formato flac, mas não é muito usado. Extensão wv. Shorten: Oferece uma compressão de 2 para 1. Ganhou popularidade entre as pessoas que gravam concertos e os partilham na Internet. A extensão é shn. www.joaoleal.net Professor: João José Leal 20
  • 21. Software Existe muito software para trabalhar com Som e que pode efectuar operações de captura, reprodução, edição, conversão de formatos e gravação em suporte óptico. Para realizar a captura é necessário ter um software de captura ligado à placa de som e ao microfone. Por outro lado, a captura também pode ser realizada através da utilização de software MIDI, permitindo a ligação de outro tipo de hardware (teclados musicais e outros instrumentos musicais). Para efectuar a reprodução do som é necessário ter um software de reprodução ligado à placa de som e às colunas. www.joaoleal.net Professor: João José Leal 21
  • 22. O software de edição de som possibilita a sua modificação. O software de conversão de formatos permite alterá-los, possibilitando que sejam guardados em formatos diferentes dos iniciais. Este tipo de software pode ser adquirido de uma forma relativamente fácil na Internet, como shareware, freeware ou pagos. Exemplos de software de som: Winamp, JetAudio, MySoundStudio, CDBurnerXPPro, Nero, Windows Media Player, RealPlayer, SwiffRec, 3D MP3 Sound Recorder, StepVoice Recorder,… www.joaoleal.net Professor: João José Leal 22

×