Hidrogênio

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  • + guest89a763c guest89a763c 6 months ago
    não achei oque eu queria muito obrigado
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Hidrogênio - Presentation Transcript

  1. Jim Silva Naturesa Joubert Rodrigues do Antonio Carlos Carlos Alberto Mariotoni Santos Junior Demanboro Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Faculdade de Engenharia Civil Arq. Urb. – DRH/FEC Área de Recursos Hídricos, Energéticos e Ambientais Grupo de Planejamento Energético e Sistemas Elétricos - GPESE Título Produção de hidrogênio utilizando a energia excedente de Itaipu. Resumo Esse artigo tem por objetivo analisar a viabilidade técnica e econômica da produção de hidrogênio utilizando a energia excedente de Itaipu. Inicialmente será apresentada uma discussão sobre o consumo e a produção do hidrogênio no âmbito nacional. Posteriormente, o artigo apresentará as principais características técnicas, os dispositivos eletroeletrônicos empregados e uma breve discussão sobre a possibilidade de expansão da energia elétrica, via utilização de dispositivos FACTS, para a região sudeste do país tendo como combustível o hidrogênio. Palavras chaves: Hidrogênio, Energia excedente, Itaipu, Dispositivos FACTS. Introdução O hidrogênio não é uma substância nova. Antonie Lavoisier (1743-1794) e Henry Cavendish (1731- 1810) descreveram pela primeira vez o hidrogênio no final do século 18. Em 1839, Christian Friedrich Schonbien (1799-1868) e Willian Robert Grove (1811-1896) publicaram seus trabalhos sobre células a combustível, no qual descreviam a primeira célula eletromecânica que combinava o hidrogênio com o oxigênio (ar) para produzir eletricidade e calor (Winter, 2005). A maioria do hidrogênio produzido atualmente no mundo está associada ao petróleo (78%), sendo apenas 4% de origem renovável utilizando, basicamente, a hidroeletricidade. Na Tabela 1 pode-se observar a demanda mundial de hidrogênio. Na Tabela 2 observa-se a produção mundial de hidrogênio segundo as fontes utilizadas (Silva et al., 2003). Tabela 1 - Demanda mundial de hidrogênio. 1
  2. Setor Consumo Mundial de Hidrogênio (109 m3 / ano) 1995 1996 1997 1998 2003 Grandes 559,7 534,5 551,1 553,2 687,1 Consumidores Mercado (exceto 222,4 244,3 251,1 288,8 338,6 célula a combustível) Célula a 5,9 7,4 8,1 10,3 12,8 Combustível Total 788,0 786,2 810,3 851,5 1038,5 Fonte: Silva et al. (2003) com adaptações. Tabela 2 - Produção mundial de hidrogênio segundo as fontes utilizadas Fonte Volume (109 m3 / ano) Participação (%) Gás Natural 240 48 Petróleo 150 30 Carvão 90 18 Eletrólise (fontes diversas) 20 4 Total 500 100 Fonte: Silva et al. (2003) Segundo Adamson (2004), a produção de hidrogênio pode ser dividida em três grupos: foto- biológico, foto-eletromecânico e termo-químico. Entre as técnicas de produção, destacam-se: - Gás natural - o processo de reforma do gás natural é o mais utilizado em plantas comerciais para a produção de hidrogênio. Seu custo de produção depende basicamente do custo da planta. Normalmente, o custo do hidrogênio varia de 52 a 68% do custo do gás natural. - Eletrólise - o hidrogênio também pode ser produzido através da eletrólise da água. A energia elétrica necessária para o processo pode ser de um sistema não-renovável (usina termonucleares) ou renovável (usinas eólicas, hidrelétricas ou fotovoltaicas). A eficiência no processo de conversão depende da eficiência do processo de produção da energia elétrica, podendo variar de 11,5% para sistemas fotovoltaicos a 42% em termelétricas. O preço dos eletrolisadores, necessários na eletrólise da água, devem diminuir de 5050 para 4100 Euros/kWe para unidades de 100 kWe; e de 2250 para 1900 Euros/kWe para unidades de 1MWe. A Tabela 3 apresenta uma estimativa da Agência Internacional de Energia para o consumo mundial de hidrogênio em 2001, por setor. A produção de amônia é responsável pela metade do hidrogênio consumido no mundo (Silva et al., 2003). Tabela 3 - Consumo mundial de hidrogênio em 2001 Setor Consumo (109 m3 / ano) Participação (%) 2
  3. Amônia 250 50 Petroquímica 185 37 Outros 65 13 Total 500 100 Fonte: Silva et al. (2003). Há atualmente diversos estudos relacionados à produção de hidrogênio através de fontes renováveis de energia. Podem-se destacar: - “Euro-Quebec Hydro-Hydrogen Pilot Project” - com a finalidade de estudar a viabilidade do transporte de hidrogênio a longa distância; - “Stand Alone Photovoltaic-Hydrogen Power System” - projeto que utiliza células fotovoltaicas para a produção de hidrogênio; - “Photovoltaic Electrolyser Fuel Cell and Technical Systems” - projeto que utiliza um sistema híbrido de energia solar e eólica para a produção de hidrogênio. O Laboratório de Hidrogênio da UNICAMP estimou a composição percentual do mercado brasileiro de hidrogênio para o ano de 1984, sendo amônia para fertilizantes (75,6%), refino de petróleo (8,5%), produção de metanol (3,5%), subproduto da industria de soda cáustica (8,6%). Pelos dados observa-se que o hidrogênio é utilizado principalmente no setor industrial, sendo que na indústria química é usado na síntese da amônia, metanol, ciclohexano, ciclo-hexanol, ácido clorídrico etc (Silva et al., 2003). Segundo dados do Programa Brasileiro de Células a Combustível, há aproximadamente 0,8 MW provenientes de projetos de demonstração de células a combustível de ácido fosfórico no Brasil. Esse programa prevê que até o ano de 2012 haverá 50 MW instalados no país, o que corresponde a 0,4% da potência relacionada ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (PROINFA). Para o ano de 2020, a potência instalada em células à combustível deverá ser de 234 MW, sendo necessários cerca de 106 x 106 kg de hidrogênio (Silva et al., 2003). Segundo Adamson (2004) os benefícios de umaeconomia baseada em hidrogênio são: (a) diversificação da produção de energia e segurança no fornecimento; (b) diminuição da poluição urbana, e (c) diminuição dos gases de efeito estufa. Produção do hidrogênio Os principais processos de extração do hidrogênio estão apresentados na Tabela 4. Percebe-se que todos requerem energia, pois o hidrogênio não é encontrado na forma gasosa. A maior parte do hidrogênio produzido é consumido no próprio local (refinarias de petróleo). Tabela 4 - Principais processos de geração de hidrogênio Processo Insumo básico Fonte de energia Aplicação Eletrólise Água Eletricidade Reforma a vapor de Hidrocarbonetos leves Calor gerado pela queima hidrocarbonetos (metano, nafta) + Água de hidrocarbonetos Oxidação parcial de óleos Hidrocarbonetos pesados Calor gerado pela queima Insumo químico (indústria 3
  4. pesados + Água de hidrocarbonetos petroquímica) Oxidação parcial de Calor gerado pela queima Insumo energético carvão Carvão + Água do carvão (foguetes, células a combustível) Termoquímica Água Calor gerado por usinas nucleares / energia solar Hidrólise a altas Água Calor gerado por usinas temperaturas nucleares / energia solar Eletrólise fotovoltaica Água Radiação solar/ painéis fotovoltáicos Fonte: Silva et al. (2003). Análise econômica dos processos de produção de hidrogênio. O custo de produção do hidrogênio gasoso através de eletrólise é calculado com base em diferentes alternativas, variando-se o tamanho da planta, fator de carga, custo da energia e tecnologias diferentes de eletrólise. Para se calcular os custos de produção, podem-se utilizar as seguintes estimativas (Silva et al., 2003): 1) Estimativa de Bayse Custo de instalação = 1,03 x 106 (Cp)0,3 (US$) (1) Onde: Cp é a capacidade da planta de produção de hidrogênio em 106 m3 por dia. 2) Estimativa de Silva Custo H2 = 207,553 CGN + 2,692 (10-3 US$ M/cal) (2) Onde: CGN é o custo do gás natural em US$ M/cal. 3) Estimativa de Bockris Custo H2 = 0,9125 E Cc + 1,5870 (10-3 US$ M/cal) (3) Onde: E é a tensão do eletrolisador; Cc é o custo da energia em 10-3 US$ kWh. Com base nessas equações e nos preços dos insumos no Brasil, os custos da produção do hidrogênio são apresentados na Tabela 6. Foi considerado um poder calorífico inferior de 18,6 Mcal kg -1 para o hidrogênio. Tabela 6 – Estimativas de custos do hidrogênio no Brasil Forma de Geração Preço do insumo Custo do Hidrogênio 10-3 US$ Mcal-1 US$ kg-1 US$ m-3 Eletrólise (segundo 36,6 x 10-3 US$ 68,38 1,956 0,176 Silva) kWh Eletrólise (segundo 2,368x106 US$ 61,43 1,756 0,158 Bockris) mês-1 4
  5. Gás natural 0,1456 US$ m-3 32,91 0,941 0,085 Fonte: Silva et al., (2003). É importante observar que a correta comparação dos custos implica em se considerar os custos ambientais de cada alternativa. Assim, o gás natural teria um valor maior se comparação ao eólico e fotovoltaico. Células a combustível As células a combustível possuem um elevado rendimento e baixas externalidades negativas quando comparada aos sistemas de energia atuais. Logo, essa tecnologia mostra-se uma interessante opção em aplicações estacionárias ou automotivas, por exemplo, sistemas de geração distribuída de energia elétrica de até 250 kW, fontes de computadores (laptops) e telefones móveis. Estão sendo desenvolvidas também células de até 1 kW para uso doméstico. Outra importante aplicação é a construção de automóveis movidos a hidrogênio, ou fuel cell vehicle (FCV) (Adamson, 2004). A célula a combustível é basicamente uma bateria, ou seja, um dispositivo que produz energia elétrica a partir de reações eletroquímicas. Logo, as células a combustível são dispositivos eletroquímicos que produzem energia elétrica utilizando como combustível o hidrogênio. Na célula, o hidrogênio é fornecido constantemente a um dos eletrodos - o anodo-, que reage eletroquimicamente com o oxigênio (oxidante) suprido no outro eletrodo - o catodo. Além do calor liberado, ocorre a formação de água devido à combinação entre o hidrogênio e o oxigênio (Reis, 2003). As cinco principais tecnologias de células a combustível são: 1) Células alcalinas (AFC - Alkaline Fuel Cell); 2) Células a ácido fosfórico (PAFC - Phosforic Acid Fuel Cell); 3) Células a polímero sólido (SPFC - Solid Polymer Fuel Cell); 4) Células a carbonato fundido (MCFC - Molten Carbonate Fuel Cell); 5) Células a óxido sólido ( SOFC - Solid Oxide Fuel Cell). As tecnologias diferem entre si pelo eletrólito utilizado na célula, por suas reações eletroquímicas e pelas temperaturas envolvidas. A Tabela 7 apresenta as principais aplicações de cada tipo de célula. Tabela 7 - Tipos, características e aplicações das células a combustível. Tipo Características Aplicações - Não requerem materiais de alto - Aplicações remotas estratégicas custo na sua construção; (missões espaciais, submarinas e Células Alcalinas (AFC) - Possuem vida longa (15 mil militares); horas); - Alto custo. - Requerem o emprego de - Centrais de cogeração com 5
  6. catalisadores à base de metais potência de 50 a 1000 kW; Células a Ácido Fosfórico (PAFC) nobres (platina); - Podem ser utilizadas nas - Excelente estabilidade térmica, dependências do consumidor (on- química e eletroquímica. site power). - Requerem o emprego de - São utilizadas na indústria Células a Polímero Sólido (SPFC) catalisadores à base de metais automotiva em substituição aos nobres (platina). motores de combustão interna. - Elevada eficiência energética - Centrais de cogeração de médio e (combustível / energia elétrica): grande porte. Células a Carbonato Fundido 55%; (MCFC) - Quando o calor residual é utilizado a eficiência pode chegar a 85%. - Elevadas temperaturas: 1000º C; - O calor produzido pode ser - Dispensam a utilização de utilizado em aplicações de catalisadores à base de materiais cogeração ou acionar uma turbina a Células a Óxido Sólido (SOFC) nobres e de alto custo; vapor. - Possuem vida longa. - Pode ser usada em um ciclo combinado (eficiência da ordem de 80%). Elaboração própria com os dados de Reis (2003). Projeto de produção de hidrogênio a partir da energia vertida em hidrelétricas. O excedente de energia em uma hidrelétrica é a diferença entre a geração verificada e a geração assegurada. A geração assegurada é a energia que a usina fornece aos seus clientes e distribuidoras de energia elétrica. Segundo Ferreira (2004) no ano de 1999 a usina hidrelétrica de Itaipu verteu 4.806.000 MWh/ano, o que representou 11,6% da sua capacidade de produção. Assim, propõe-se que a energia excedente, correspondente a água não turbinada de Itaipu seja convertida em hidrogênio através de eletrólise e armazenada. Neste esquema, a parcela da energia gerada na freqüência de 50 Hz, vendida pelo Paraguai ao Brasil, poderia ser utilizada para a produção de hidrogênio, uma vez que o processo requer corrente contínua. A Figura 1 apresenta o esquema simplificado da eletrólise da água e a produção de hidrogênio. Figura 1 - Eletrólise e armazenagem do hidrogênio 6
  7. Essa energia pode ser novamente convertida em energia elétrica pelo uso das células a combustível e transmitida utilizando dispositivos FACTS (Flexible AC Transmission Systems) para as áreas de consumo. Os dispositivos FACTS têm o objetivo de flexibilizar os sistemas de transmissão de energia elétrica. Esses dispositivos, normalmente compensadores de reativos em série ou em derivação com as linhas, são controlados por tiristores, semicondutores de alta potência (Reis, 2003). Os dispositivos, que têm sido aplicados em sistemas de energia elétrica, são (Naturesa, 2001): - Compensador estático de reativos (SVC - Static Var Compensator); - Compensador estático (STATCON - Static Condenser); - Compensador Série Controlado (CSC - Controlled Series Compensator); - Controlador de fluxo de potência (LFC - Load Flow Controller) e - Controlador de fluxo de potência unificado (UPFC - Unified Power Flow Controller). A figura 2 apresenta as aplicações típicas dos dispositivos FACTS. Figura 2 - Aplicações dos dispositivos FACTS. Fonte: Song & Johns, 1999. O componente FACTS empregado seria o capacitor série controlado - TSCS (Thyristor-Controlled Series Capacitor). Utilizando o capacitor série controlado pode-se aumentar a capacidade de transmissão de potência ativa sem a necessidade de alteração das linhas de transmissão (Hingorani, 2000) (Song & Johns, 1999). A Figura 3 apresenta a célula combustível e os dispositivos FACTS. Percebe-se nas duas figuras a necessidade de um dispositivo de controle que receba informações da capacidade máxima de geração da usina e do consumo das cargas em cada instante. Esse controle atuará no processo determinando uma das ações possíveis: produção de hidrogênio (armazenagem) ou produção de energia elétrica (consumo). 7
  8. Figura 3 - Célula a combustível e dispositivo FACTS. A potência ativa de um sistema de geração e transmissão de energia elétrica é dada por: P = [ V1 V2 sen (δ1 - δ2) ] / x (4) Onde: V1 é a tensão da barra de geração (Volts), V2 é a tensão da barra de carga (Volts), δ1 é o ângulo da barra de geração (graus), δ2 é o ângulo da barra de carga (graus) e x é a impedância total da linha de transmissão (Ohms). O capacitor altera a impedância desta linha, pois seu efeito se contrapõe ao do indutor. A Figura 4 apresenta a característica do capacitor série controlado, sendo que esse dispositivo possui uma capacitância variável. A impedância total da linha é definida como: x = xl - xc (5) Onde: xl é a impedância indutiva da linha (Ohms), xc é a impedância capacitiva do dis positivo - TSCS (Ohms). A Figura 5 apresenta a curva potência versus ângulo de carga definida na equação 4. Com a alteração da impedância da linha (x) pode-se aumentar o valor da potência ativa máxima. A potência ativa aumenta de P1 para P2. 8
  9. Figura 4 - O efeito capacitivo do dispositivo FACTS. Figura 5 - Curva potência versus ângulo de carga. A Figura 6 apresenta o dispositivo em detalhes. Os tiristores atuam no dispositivo produzindo o efeito de um capacitor variável. A capacidade de transmissão de energia estará limitada apenas pela característica térmica da linha de transmissão, ou seja, pela sua potência dissipada (Ri2). Desse modo, o atual sistema de transmissão de energia elétrica da usina de Itaipu poderá ter sua eficiência aumentada com a utilização dos dispositivos FACTS, associados à produção ou não de hidrogênio. No caso de ocorrer a produção de hidrogênio, entretanto, haverá um ganho de 4.806.000 MWh/ano vertidos fora do horário de pico, por falta de consumidores naquele momento. A receita anual seria superior a US$ 100 milhões, se considerarmos o preço unitário de US$ 25/MWh para a energia excedente vendida. Figura 6 - O capacitor série controlado Conclusão Para a produção de grandes quantidades de hidrogênio são necessários altos investimentos na montagem da planta eletrolítica, na aquisição de eletrolisadores, retificadores AC/DC, sistemas de controle, refrigeração e estocagem. Os dispositivos FACTS (capacitor série-controlado) também possuem um custo elevado e o país não detém o know-how da tecnologia. Entretanto, há um benefício tangível da ordem de US$ 100 milhões anuais na usina de Itaipu, que são suficientes para encorajar a continuidade dos estudos. Uma avaliação preliminar do investimento 9
  10. necessário pode ser feita com base na equação de Bayse (eq. 1), considerando que 4.806.00 MWh/ano de energia equivalem a 4,133 X 106 Gcal (1KWh = 860 Kcal) e a 2.466 X 106 m3/ano (ao PCI de 18,6 Mcal/Kg e 1 Kg ≈ 11,1 m3 de hidrogênio). Assim o armazenamento da energia excedente necessita de US$ 15 milhões, que seria recuperado em 1 ano. Outro problema não considerado refere-se à armazenagem de grandes quantidades de hidrogênio. Uma análise detalhada poderá indicar as melhores soluções para se converter eficientemente a energia vertida em usinas hidrelétricas e para se evitar desmatamentos e desapropriações com as instalações de outros reservatórios. Bibliografia Adamson, K. Hydrogen from renewable resources - the hundred year commitment. Energy Policy 32 (2004) 1231-1242. Ferreira, P. F.; Araújo, P. D.; Lopes, D. G. e Silva, E. Produção de Hidrogênio Utilizando Energia Vertida Turbinável de Itaipu: Cálculo de Custos e Comparação com o Gás Natural na Cidade de São Paulo. 2004. Hingorani, N & Gyugyi, L. Understanding FACTS: Concepts and Technology of Flexible AC Transmission Systems. John Wiley & Sons. 2000. Naturesa, J. S. A Influência de Compensadores Estáticos de Reativos na Estabilidade de Tensão de Sistemas de Energia Elétrica. Dissertação de mestrado. Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação - Unicamp. 2001. Reis, L. B. Geração de Energia Elétrica. Manole. 2003. Silva et al. “Energia a partir do uso do hidrogênio” in M. T. Tolmasquim (org.), Fontes Renováveis de Energia no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Interciência, COPPE, UFRJ, 2003. Song, Y. and Jonhs A. Flexible AC transmission system (FACTS). The Institution of Electrical Engineers. 1999 Winter, C. Into the hydrogen energy economy - milestones. International Journal of Hydrogen Energy 30 (2005) 681-685. 10

+ Jim NaturesaJim Naturesa, 11 months ago

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