• Share
  • Email
  • Embed
  • Like
  • Save
  • Private Content

Loading…

Flash Player 9 (or above) is needed to view presentations.
We have detected that you do not have it on your computer. To install it, go here.

Like this presentation? Why not share!

Lp aaa5

on

  • 769 views

 

Statistics

Views

Total Views
769
Views on SlideShare
769
Embed Views
0

Actions

Likes
2
Downloads
19
Comments
0

0 Embeds 0

No embeds

Accessibility

Categories

Upload Details

Uploaded via as Adobe PDF

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

    Lp aaa5 Lp aaa5 Presentation Transcript

    • PROGRAMA GESTÃO DAAPRENDIZAGEM ESCOLARGESTAR ILÍNGUA PORTUGUESAATIVIDADES DE APOIO À APRENDIZAGEM 5LEITURA E PRODUÇÃO DETEXTO POÉTICO, EPISTOLARE INFORMATIVO
    • MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃOSECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICAFUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃODIRETORIA DE ASSISTÊNCIA A PROGRAMAS ESPECIAISPROGRAMA GESTÃO DAAPRENDIZAGEM ESCOLARGESTAR ILÍNGUA PORTUGUESAATIVIDADES DE APOIO À APRENDIZAGEM 5LEITURA E PRODUÇÃO DETEXTO POÉTICO, EPISTOLARE INFORMATIVOBRASÍLIA2007
    • © 2007 FNDE/MECTodos os direitos reservados ao Ministério da Educação - MEC.Qualquer parte desta obra pode ser reproduzida desde que citada a fonte.DIPRO/FNDE/MECVia N1 Leste - Pavilhão das Metas70.150-900 - Brasília - DFTelefone (61) 3966-5902 / 5907Página na Internet: www.mec.gov.brIMPRESSO NO BRASIL
    • SumárioLeitura e Produção de Texto Poético, Texto Epistolar e Texto InformativoApresentação.......................................................................................................................................................7Introdução ao Caderno 5 de Atividades de Apoio à Aprendizagem de Língua Portuguesa ...................................9Unidade 1: O Texto PoéticoAula 1 ...............................................................................................................................................................13Aula 2 ...............................................................................................................................................................16Aula 3 ...............................................................................................................................................................19Aula 4...............................................................................................................................................................22Aula 5 ...............................................................................................................................................................25Aula 6 ...............................................................................................................................................................28Aula 7 ...............................................................................................................................................................31Aula 8 ...............................................................................................................................................................34Unidade 2: O Texto EpistolarAula 1 ...............................................................................................................................................................39Aula 2 ...............................................................................................................................................................41Aula 3 ...............................................................................................................................................................43Aula 4...............................................................................................................................................................46Aula 5 ...............................................................................................................................................................48Aula 6 ...............................................................................................................................................................51Aula 7 ...............................................................................................................................................................54Aula 8 ...............................................................................................................................................................57Unidade 3: O Texto InformativoAula 1 ...............................................................................................................................................................63Aula 2 ...............................................................................................................................................................66Aula 3 ...............................................................................................................................................................68Aula 4...............................................................................................................................................................71Aula 5 ...............................................................................................................................................................74Aula 6 ...............................................................................................................................................................77Aula 7 ...............................................................................................................................................................80Aula 8 ...............................................................................................................................................................85
    • ApresentaçãoProfessorVocê está recebendo o primeiro caderno de Atividades de Apoio à Aprendizagem emLíngua Portuguesa, elaborado para ajudá-lo a desenvolver o trabalho, em sala de aula,ao rever, aprofundar e/ou ampliar a aprendizagem de conceitos, procedimentos, atitudes,relativas a essa área de conhecimento.Este caderno, como os demais, está organizado em três unidades. Cada unidade écomposta de 8 aulas, nas versões do aluno e do professor. A versão do professor, alémde apresentar as atividades propostas para o aluno, desenvolve também orientações deencaminhamento do trabalho a ser realizado em sala de aula.A partir da avaliação da aprendizagem de seus alunos, você poderá organizar o conjuntode aulas a serem desenvolvidas em sua classe para retomar as aprendizagens nãorealizadas.Para isso, é preciso que você conheça bem o trabalho sugerido em cada unidade, a quehabilidades se refere e as necessidades de seus alunos.Os cadernos de Atividades de Apoio à Aprendizagem estão atrelados aos de Teoria ePrática. Este primeiro se relaciona ao de Teoria e Prática 2, que trata de Linguagem,Língua, Discurso e Texto.A observação da freqüência com que os alunos, durante os quatro primeiros anos doEnsinoFundamental,apresentamdificuldadesnodomíniodealgumashabilidades,norteoua seleção dos objetivos das atividades.Cada conjunto de oito aulas, como vimos, desenvolve atividades para apoiar aaprendizagem de determinados conteúdos e possibilitar o domínio das habilidadesassociadas a esses conteúdos. Fica, no entanto, a possibilidade de rearranjar as aulas,em outras seqüências didáticas a partir das necessidades de apoio que você observaem seus alunos. Para tanto, cada aula é identificada em nota de rodapé — a unidade emfoco e número da aula — o que facilita seu trabalho de rearranjo.A seguir, estão detalhados os conteúdos/habilidades a serem desenvolvidos nesseprimeiro volume.
    • Introdução ao Caderno 5 de Atividades deApoio à Aprendizagem de Língua PortuguesaObjetivo geral: desenvolver noções básicas sobre diferentes tipos de textos: poéticos,epistolares e informativos.Unidade 1Objetivo específico: identificar os elementos constitutivos do poema.Conteúdos:• os elementos constitutivos do poema:- os efeitos sonoros, o ritmo, as rimas;- a disposição gráfica.• mecanismos de produção do poema: a combinação de sons, a fixação e segmentaçãode palavras, a formação de estruturas frasais, os elementos de coesão, a unidadetextual;• o valor expressivo dos recursos sonoros e das palavras no poema;• a associação forma-significado;• a linguagem poética; a autonomia com relação às regras da linguagem comum;• as marcas estilísticas próprias do poema; a percepção e a criação estéticas;• atividades didáticas de leitura e produção de poemas.Unidade 2Objetivo específico: identificar os elementos constitutivos do texto epistolar.Conteúdos:• os elementos constitutivos do texto epistolar informal: carta e bilhete;• os elementos constitutivos do texto epistolar formal: ofício, requerimento, convite ecarta de solicitação;• oselementosquecompõemotextoepistolar:localedata,invocação,desenvolvimentodo assunto, despedida, assinatura;• mecanismos de produção do texto epistolar: conexão das partes, coesão nominal,coesão verbal;• índices referentes ao contexto e ao modo como o produtor do texto epistolar se situaem relação a esse contexto: a interlocução a distância, a pressuposição e recriaçãode uma imagem do destinatário, a finalidade e os modos de dizer;• os recursos lingüísticos próprios do texto epistolar: a adequação da linguagem maisou menos formal de acordo com a finalidade do texto; o emprego dos tempos verbais,os tipos de frases, os organizadores textuais;• atividades de leitura e produção de textos epistolares formais e informais.Unidade 3Objetivo específico: identificar os elementos constitutivos do texto informativo.Conteúdos:• a função informativa;• as especificidades dos textos informativos;• a coerência global do conteúdo temático do texto informativo;• mecanismos de produção do texto informativo: conexão das partes, coesão nominal,coesão verbal;• índices referentes ao contexto e ao modo como o produtor do texto informativo sesitua em relação a esse contexto: interação, interlocutores, finalidade, estratégiasde dizer;• os recursos lingüísticos próprios do texto informativo: o emprego dos tempos verbais,os usos dos pronomes, os tipos de frases, os organizadores textuais;• atividades didáticas de leitura e produção de textos informativos.
    • Leitura e Produção deTexto Poético, TextoEpistolar e TextoInformativoUnidade1○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○O Texto Poético
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 113Procedimentos geraispara a unidade.A leitura de poemas deve ser sempre umaatividade prazerosa, pois é um tipo de textoque dá destaque ao ritmo, à sonoridade, eisso atrai a atenção dos alunos,principalmente os das séries iniciais.Antes de cada aula, leia e peça que leiam opoema proposto, a fim de que se habituemao ritmo e à melodia. A leitura de um poemaexige que o leitor imprima um ritmo, umaentonação adequados, a que o aluno nãoestá habituado.Só depois da leitura é que você deveconversar com a classe sobre o poema, osignificado que cada um conseguiu atribuir,as impressões que o poema provocou. Vocêdeve ressaltar aspectos que tenhampassado despercebidos e que podemcontribuir para uma compreensão maisampla.Com a leitura do poema “Valsinha”, espera-se que o aluno perceba que o ritmo dopoema, associado ao ritmo da valsa, éresultado do tamanho dos versos e daalternância das sílabas fortes e fracas. Veja:Pezinhopra frentePezinhopra trás.Professor, se possível, permita que os alunosouçam uma valsa; pode ser Danúbio azul.Coloque-a para tocar; depois pergunte-lhes:se conhecem a música, o ritmo, se sabemdançar essa música, como é possível dançá-la,sejáforamaumbailedeformatura,quemúsicaos formandos dançam com seus pais epadrinhos...O objetivo é chamar a atenção dos alunos parao ritmo. Se houver predisposição, interesse,convide-os para dançar uma valsa... Você (oumesmo um aluno que conheça o ritmo) podeser o professor de dança.Atividade 1Na observação da embalagem do bombomSonho de valsa, espera-se que os alunosapontem para o desenho do casal, as roupascom que eles estão vestidos, a posição emque eles estão... e a relação de tudo isso como nome do bombom.Peça que associem o desenho da embalagemdo bombom com a música que ouviram. Somea isso questões como:O Texto Poético1AulaOrientações para o professorAula 1Atividade 1Observe o papel para embalar abaixo. Depois converse com seus colegassobre ele.• Você conhece essa embalagem? Já comeu o bombom que vem embrulhadonela?• Além do nome do bombom, o que mais podemos ver na embalagem?• Você acha que o desenho tem alguma relação com o nome do doce?• Por que você acha que o bombom tem esse nome: Sonho de valsa?• Observe, na embalagem, o desenho acima do nome Sonho de valsa. Vocêconhece esse instrumento musical? Qual a relação dele com o nome dochocolate e o desenho do casal na parte inferior da embalagem?Atividade 2Leia o texto individual e silenciosamente. Depois, preste atenção à leitura daprofessora.Língua PortuguesaLeitura e produção de texto poético, textoepistolar e texto informativo
    • 14 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 1• Será que o casal está dançando umavalsa?• Será que a valsa é um ritmo moderno,atual?• É esse ritmo que as pessoas costumamdançar, quando saem para dançar?• As roupas que o casal está usando sãoroupas usadas na atualidade?• Hoje em dia, é comum dançar a valsa emque situações?.Aula 1VALSINHAÉ tão fácildançaruma valsa,rapaz...Pezinhopra frentePezinhopra trás.Pra dançaruma valsaé precisosó doisO solcom a luaFeijãocom arroz.PAES, José Paulo. É isto ali...CONVERSE COM SEUS COLEGAS SOBRE O TEXTO• Você gostou do poema? Por quê?• O que ele lembra a você: uma música? Que tipo de música?• Você já viu “pares” dançando? As pessoas sempre dançam aos pares?• Olhe novamente para a embalagem do chocolate Sonho de valsa. Comoas pessoas estão dançando?• Os pares precisam combinar? Em que devem combinar?• Sol combina com lua? E feijão... combina com arroz? Por quê?Questão 1Há alguma semelhança entre o ritmo da música que você ouviu no início daaula e a leitura do poema (feita por você e pela professora)?____________________________________________________________________________________________________________________Questão 2Por que, de acordo com o texto, dançar uma valsa não é difícil?____________________________________________________________________________________________________________________
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 115Aula 1Questão 3Após a leitura do poema, você acha que é possível dançar uma valsa? Porquê?____________________________________________________________________________________________________________________Questão 4Todos podem dançar uma valsa, ou apenas o sol e a lua, o feijão e o arroz?____________________________________________________________________________________________________________________
    • 16 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 1Professor, o primeiro movimento em todasas aulas deve ser o de ler o poema em vozalta, pois o ritmo, a sonoridade, amusicalidade, a expressividade sãofundamentais nesse tipo de texto.Atividade 1Embora pareça desnecessário, é importanteque os alunos conversem sobre as questõespropostas na atividade, pois, hoje em dia,encontrar relógios que façam o tradicional tic-tac não é uma coisa tão comum.Atividade 2Após a leitura, peça aos alunos paracomentarem o texto. É importante que elespercebam que o tic-tac marca a passagemdo tempo que, para o relógio, é cansativa,repetitiva, desinteressante: “Já perdi/toda aalegria/de fazer/meu tic-tac...” O relógiodemonstra impaciência em relação àpassagem do tempo: “Passa, tempo.../...passa hora/chega logo.../...e vai-te embora”.Responda...1. O poema trata da vida monótona erepetitiva do relógio, contada por ele.2. O poema lembra o som produzido pelorelógio... repetitivo e monótono.3. O poema O relógio lembra o som dorelógio... tic-tac... pra lá... pra cá.4. Para enfatizar a monótona passagem dotempo, marcada pelo som produzido pelorelógio.5. Peça aos alunos para relerem o texto, afim de marcar os versos que respondemà questão: versos 5 a 14, por exemplo.Atividade 3Solicite que, em grupo, os alunos façam aprodução. Converse com eles, também,sobre o que podem escrever, como podemescrever, o que gostariam de sugerir em seupoema. Nesse momento, é bom retomar oque foi discutido a respeito do poema daatividade 2. No poema O relógio, temos aimpaciência diante da cansativa e repetitivapassagem do tempo.Sugira, então, que pensem um pouco sobrecomo poderiam passar a idéia, por exemplo,• de apreensão diante da passagem muitorápida do tempo;• de rapidez diante de pouco tempo pararealizar uma série de ações;• da vontade de que o tempo demore apassar etc..Aula 2Orientações para o professor2AulaAtividade 1CONVERSE COM SEUS COLEGAS SOBRE O TEXTO• Há relógio na sua casa? Que tipo de relógio você tem em casa: de parede,de pulso?• O relógio da sua casa produz algum tipo de som? Qual?• O som TIC-TAC é familiar para você? Há na sua casa ou na de um parente,ou de um amigo um relógio que produza esse som?• Você já parou para prestar atenção ao som produzido pelo relógio de suacasa?• Em que momentos do dia você costuma olhar o relógio? Por que você fazisso?• Você gosta de relógios que façam barulho? O que nos relógios mais oincomoda? Por quê?Atividade 2Leia o texto.O relógioPassa, tempo, tic-tacTic-tac, passa a horaChega logo, tic-tacTic-tac, e vai-te emboraPassa, tempoBem depressaNão atrasaNão demoraQue já estouMuito cansadoJá perdiToda a alegriaDe fazerMeu tic-tacDia e noiteNoite e diaTic-tacTic-tacTic-tac...MORAES, Vinícius de. A arca de Noé. Rio de Janeiro: José Olímpio, 1989.O Texto PoéticoLíngua PortuguesaLeitura e produção de texto poético, textoepistolar e texto informativo
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 117Peça, ainda, que conversem, com oscompanheiros de grupo, sobre a relação queeles têm com o relógio (os horários). Segostam de levantar cedo, como reagemdiante desse fato; se costumam esquecer ohorário dos compromissos, se chegamatrasados aos compromissos etc.Depois, pergunte-lhes como colocariam issono poema.Aula 2Agora, você e os colegas vão ler o poema em voz alta. Leia-o de acordo coma compreensão, o entendimento que você teve dele. Depois, preste atençãoà leitura de seus colegas.RESPONDA...1. De que trata o poema? Você gostou dele? Por quê?________________________________________________________________________________________________________________2. O que lembra o poema?________________________________________________________________________________________________________________3. O ritmo do poema Valsinha (aula 1) lembra o ritmo da valsa. E o poema Orelógio que ritmo lembra?________________________________________________________________________________________________________________4. Por que a expressão tic-tac é repetida nos três últimos versos?________________________________________________________________________________________________________________5. Apassagemdotempodeixaorelógiosatisfeito?Comoépossívelperceberisso?________________________________________________________________________________________________________________Atividade 3AGORA, É A SUA VEZ!Escreva um poema que, pelo ritmo e sons das palavras, consiga sugerir osmovimentos de um relógio. Mas, antes de produzir seu texto, escreva tudo oque você souber sobre o relógio. Por exemplo:um relógio, ... ele• lembra o horário de acordar, de dormir, de brincar;• tem som, o som pode ser tic-tac;• tem formas e tamanhos diferentes: redondo, quadrado; de pulso, deparede etc.________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
    • 18 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 1Aula 2____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 119Professor, deixe que os alunos leiam ospoemas individual e silenciosamente. Depois,leia-os em voz alta, imprimindo aos versosritmo adequado.Após as leituras, permita que os alunosconversem, troquem idéias e impressõessobre o texto: se gostaram... de qual textogostaram mais etc.Fique atento aos comentários, pois eles oauxiliarão no desenvolvimento da atividade.Os comentários feitos pelos alunos devemgirar em torno do assunto, da distribuição dotexto no papel, ou seja, do aspecto gráfico-visual; das rimas, principalmente, em final deversos.Os três poemas foram escolhidos,principalmente, por favorecer o trabalho comas rimas em final de versos.Relembrando...Rima: repetição de sons semelhantes, criandoparentesco fônico entre palavras presentesem dois ou mais versos, em posiçõesvariadas. No poema de Roseana Murray, porexemplo, “piu” rima com “viu”; “janela” com“bela”. Porém, é preciso lembrar que aspalavras que rimam não precisam estar nofinal dos versos.FIZ AVIÃO, FIZ ESTRELAEMBARQUEI DENTRO — VOEI.Nos poemas selecionados, os versosaparecem em blocos, separados por umespaço a mais entre as linhas. Cada umdesses grupos de versos recebe o nome deESTROFE e seu número varia de poema apoema. Veja que “Desenho” e “A menina ea gotinha de chuva”, por exemplo, possuemduas estrofes. Já “Brinquedos” tem 4estrofes. Além disso, cada estrofe tem umdeterminado tamanho ou extensão, de acordocom seu número de versos.Quanto à leitura e análise dos poemas, vocêpode pedir para que os alunos desenvolvamalgumas atividades a partir deles como, porexemplo:Orientações para o professor3AulaAula 3Atividade 1Leia os textos abaixo. Depois, converse com seus colegas sobre eles.A MENINA E AGOTINHA DE CHUVAO relógio tique-taque,O passarinho piu,caiu uma gota de chuvae a menininha nem viu.A gotinha espiou pela janelae achou a menininha tão bela,então chamou — Psiu,mas a menininha nem viu.MURRAY, Roseana. Fardo de carinho. Belo Horizonte: Lê, 1987.DESENHODesenhei um mosquito.Veio o vento e soprou.Saiu do papel o mosquitoe voou.Não é caso de brigamas se o mosquito o picarnão digaque não sei desenhar.MURALHA, Sidônio. A dança dos pica-paus. Nórdica, 1976.O Texto PoéticoLíngua PortuguesaLeitura e produção de texto poético, textoepistolar e texto informativo
    • 20 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 1DesenhoProfessor, como os poemas são bem curtos,você pode transcrevê-los na lousa, na hora emque for trabalhar a reescrita.Para a atividade 2, seria interessante anotar àparte várias possibilidades para o primeiro versocomo, por exemplo:Desenhei um gatocangurupeixeboibesouroNa continuação do texto é que os alunosperceberão as dificuldades em se encontrarrimas que garantam o ritmo, a sonoridade dopoema.Desenhei um canguruVeio o vento e soprou.Saiu do papel .............?e saltou.oue pulou.Pergunte-lhes que rima acham mais adequada,para manter o ritmo.Aula 3Atividade 2VAMOS BRINCAR?Leia o poema Desenho sem as palavras mosquito e picar. E, em lugar devoou, andou.DESENHODesenhei um ........................................Veio o vento e soprou.Saiu do papel o ....................................e andou.Não é caso de brigamas se o ............................. o ...............................não digaque não sei desenhar.Agora,conversecomseuscolegasdegrupoeencontrepalavrasquepossamsubstituir as que foram tiradas, sem, no entanto, deixar que as rimas sepercam.Não se esqueça de que o inseto ou bicho escolhido não voa, anda.Atividade 3Agora, leia novamente a 1ª estrofe do poema. Depois converse com seuscolegas sobre o que está escrito dentro dos quadrinhos.Desenhei um mosquito.Veio o vento e soprou.Saiu do papel o mosquitoe voou.Se você escolheu pulga:ela voa? E o elefante?minhoca voa?Imagine que, em lugar de mosquito,você tivesse...uma pulga, ou umelefante, ou um papagaio, ou umaminhoca...Você acha que o ventoé capaz de soprar oelefante? Se o ventosoprar a minhoca, elavai voar? E se o ventosoprar a pulga, ela...?
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 121E, então? Como você preencheria os espaços? Que animal colocaria no lugarde mosquito?Desenhei um...........................................Veio o vento e ........................................Saiu do papel .........................................e ...............................................................Atividade 4Leia novamente o poema A menina e a gotinha de chuva.A menina e a gotinha de chuvaO relógio tique-taque,O passarinho piu,caiu uma gota de chuvae a menininha nem viu.A gotinha espiou pela janelae achou a menininha tão bela,então chamou — Psiu,mas a menininha nem viu.MURRAY, Roseana. Fardo de carinho. Belo Horizonte: Lê, 1987.Imagine que a gota de chuva não tivesse espiado a menina pela janela, maspela vidraça.A gotinha espiou pela vidraçae achou a menininha .........................................,então chamou — Psiu,mas a menininha nem viu.Se a gotinha tivesse espiado a menininha pela vidraça, a menininhacontinuaria bela? Por quê?Atividade 4A menina e a gotinha de chuvaProfessor, no momento em que estivertrabalhando com o poema A menina e agotinha de chuva, aproveite para explorar,além das rimas em final de verso, a repetiçãoda vogal i (viu, caiu, meninininha, viu...), e dosditongos ou, iu.A percepção desses recursos auxiliará osalunos no momento em que forem “brincar”com o poema, tentar trocar as palavras semdeixar que se perca o ritmo, a sonoridade.Quanto à pergunta “se a gotinha tivesseespiado a menininha pela vidraça, a menininhacontinuaria bela? Por quê?”, espera-se que osalunos percebam que a palavra bela não rimacom vidraça, por isso a menina não continuariabela. É preciso, então, encontrar uma rimapara vidraça... cheia de graça, por exemplo.Aula 3
    • 22 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 1Professor, deixe que os alunos leiam o poemaindividual e silenciosamente. Depois, leia-oem voz alta, imprimindo aos versos ritmoadequado. Após a leitura, permita que osalunos conversem, troquem idéias eimpressões sobre o texto.Fique atento aos comentários, pois eles oauxiliarão no desenvolvimento da atividade.Os comentários feitos pelos alunos devemgirar em torno do assunto, da distribuição dotexto no papel, ou seja, do aspecto gráfico-visual; das rimas, principalmente, em final deversos.Relembrando...Rima: repetição de sons semelhantes, criandoparentesco fônico entre palavras presentesem dois ou mais versos, em posiçõesvariadas. Neste poema, por exemplo,“dobrado” rima com “namorado”. Porém, épreciso lembrar que as palavras que rimamnão precisam estar no final dos versos: overbo “voei”, que aparece no final do verso(3ª estrofe, 2º verso) rima com “embarquei”,que aparece no início da mesma estrofe everso.FIZ AVIÃO, FIZ ESTRELAEMBARQUEI DENTRO — VOEI.Neste poema, os versos aparecem emblocos, separados por um espaço a mais entreas linhas. Cada um desses grupos de versosrecebe o nome de ESTROFE e seu númerovaria de poema a poema.No item Conversecomoscolegassobreopoema,instigue os alunos a responderem àsquestões.Neste poema, seria interessante descobrirque tipo de sentimento, reação a leitura dopoema despertou nos alunos.A leitura do poema pode ter despertado, emalguns, a vontade de fazer estes brinquedos... e brincar, viver aventuras criadas pelaimaginação de cada um. Em outros, alembrança de já ter brincado com estesmesmos brinquedos. Por exemplo: Quemnunca fez um barquinho de papel e o colocouem uma poça de água, na bacia, no tanque,no rio... e imaginou o barquinho chegando emterras distantes, sendo recolhido por alguémetc.? Que tipo de sonho, de fantasia umbrinquedo como esse desperta?Orientações para o professor4AulaAtividade 1Leia o texto.BRINQUEDOSEU FIZ DE PAPEL DOBRADOUM BARQUINHO E NAVEGUEI.FIZ UM CHAPÉU DE SOLDADOE SOLDADINHO — MARCHEI.FIZ AVIÃO, FIZ ESTRELAEMBARQUEI DENTRO — VOEI.AGORA FIZ UM BRINQUEDO— O MELHOR QUE JÁ BRINQUEI —GUARDEI NUM PAPEL DOBRADOO PRIMEIRO NAMORADO(O SEU NOME EU INVENTEI...)BEATRIZ, Elza . A menina dos olhos. Belo Horizonte: Miguilim.CONVERSE COM SEUS COLEGAS SOBRE O TEXTO• Você gostou do poema? Por quê?• Você acha que é possível navegar em um barquinho de papel? Como?• O que você acha que o autor do texto quis dizer na 1ª estrofe com a palavranaveguei?• Leia novamente a segunda estrofe do poema.Fiz um chapéu de soldadoE soldadinho — marchei.Aula 4O Texto PoéticoLíngua PortuguesaLeitura e produção de texto poético, textoepistolar e texto informativo
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 123• Quem marchou?• Você acha que a pessoa que fez o chapéu é um soldado? Por quê?• Por que você acha que no segundo verso aparece a palavra soldadinhoe não soldado?• Leia novamente a última estrofe do poema.AGORA FIZ UM BRINQUEDO— O MELHOR QUE JÁ BRINQUEI —GUARDEI NUM PAPEL DOBRADOO PRIMEIRO NAMORADO(O SEU NOME EU INVENTEI...)• No primeiro verso diz ...FIZ UM BRINQUEDO... . Qual é o brinquedo?• Esse brinquedo é igual aos da primeira e segunda estrofes? Por quê?• A pessoa que inventou esse brinquedo é um menino ou uma menina?Como você sabe disso?• De acordo com o texto, qual é o melhor brinquedo? É possível voar,navegar nele? Por quê?Atividade 2Que tal fazer um barquinho de papel dobrado... um chapéu de soldado e ...brincar?O chapéu de soldado, por exemplo, estámuito relacionado à música Marcha soldado.Mas muitas crianças fazem o chapéu com aintenção de viver aventuras nas quais sãofortes, corajosas, destemidas, heróis quevencem as batalhas mais difíceis.Na última estrofe, é interessante pedir queos alunos voltem a ler o poema e verifiquemem cada estrofe que brinquedo foiconfeccionado em cada estrofe. Na 4ª estrofe,o brinquedo não é palpável, concreto como obarquinho, o chapéu, o avião. O namorado éfruto da imaginação da menina.1ª estrofe: fiz um barquinho2ª estrofe: fiz um chapéu de soldado3ª estrofe: fiz um avião, uma estrela4ª estrofe: fiz um brinquedo (Qual?)Na estrofe Fiz um chapéu de soldado/Esoldadinho marchei, por exemplo, éinteressante o aluno observar que, feito ochapéu, a pessoa se transforma em soldado,ou melhor em soldadinho.Atividade 2Professor, permita que os alunos usem asinstruções para confeccionarem osbrinquedos. Não é necessário usar materialespecífico, próprio para esse fim. Use revistase jornais velhos. Depois de confeccionados,pergunte-lhes de que brincariam, sebrincariam sozinhos; na brincadeira, obarquinho e o chapéu serviriam para quê...etc.Aula 4
    • 24 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 1Agora, que você descobriu como se faz um barquinho e um chapéu, reúna-se com seus colegas de grupo e monte seus brinquedos. Se você conheceoutros brinquedos que possam ser montados com papel, ensine aos colegascomo fazê-los.Aula 4
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 125O objetivo da aula é permitir que os alunosleiam um poema em que predominam o ritmoe a sonoridade. No poema Jogo de bola, asonoridade resulta da ocorrência de várioselementos:• a rima: no final dos versosn Arabela/amarela; Raul/azul• a aliteração:n a bela bolarolaa bela bola do Raul• a assonância:n a bela bolarolaa bela bola do RaulAtividade 1Professor, depois de sua leitura, peça a pelomenos dois alunos para lerem em voz alta opoema para a classe. Depois, solicite que osdemais comentem as leituras. Oscomentários devem ser dirigidos à formacomo a leitura foi feita, ou seja, o ritmo dadoà leitura; as pausas... É importante discutirpor que foram feitas leituras diferentes.A análise abaixo deve auxiliá-lo nodesenvolvimento da atividade junto aosalunos.No poema Jogo de bola• o material sonoro dos versos contribuipara a significação, ou seja, os elementosda cadeia sonora reforçam, de algummodo, o efeito de sentido.n Observar, no poema, a repetição dasvogais o e e (aberto) e das consoantesB e P e L e R.n Na 2ª estrofe, verificamos a inversãointencional para que se garanta oritmo e a rima em final dos versos:amarela/Arabela.5ª estrofe• Recomeça o movimento, como se a bola,que parou por um instante, voltasse a semovimentar. Um movimento cadenciadoe contínuo.• Novamente percebemos a repetição davogal A, que aparecerá em todo poema.Pode-se notar o movimento da bola, quenão aparece no poema como um objetoestático. Sugere, sim, o movimentocaracterístico de um jogo como mostrao próprio título do poema.Orientações para o professor5AulaAula 5Atividade 1Leia o poema individual e silenciosamente.JOGO DE BOLAA BELA BOLAROLAA BELA BOLA DO RAULBOLA AMARELAA DA ARABELAA DO RAULAZULROLA A AMARELAE PULA A AZULA BOLA É MOLEÉ MOLE E ROLAA BOLA É BELAÉ BELA E PULAÉ BELA ROLA E PULAÉ MOLE AMARELA AZULA DE RAUL É DE ARABELAE A DE ARABELA É DE RAULMEIRELES, Cecília. Ou isto ou Aquilo. São Paulo: Nova Fronteira.Agora, você e os colegas vão ler o poema em voz alta. Leia-o de acordo coma compreensão, o entendimento que você teve dele. Depois, preste atençãoà leitura de seus colegas.O Texto PoéticoLíngua PortuguesaLeitura e produção de texto poético, textoepistolar e texto informativo
    • 26 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 1• Observar que encontramos no poemaapenas três verbos; dois deles de ação— rola e pula. Esses dois verbos reforçama idéia de movimento que percebemosem todo o poema.6ª e 7ª estrofes• Observar que a construção dessasestrofes sugere não só o movimento dabola, mas um movimento de ir e vir.Atividade 2Professor, a produção dos alunos deve serconsiderada mesmo que, em princípio, elesnão se atenham à questão do ritmo,sonoridade do texto.Coloque algumas produções na lousa. Peçaque leiam e verifiquem se a organização eseleção das palavras colaboram para o ritmoe sonoridade do poema.Aula 5CONVERSE COM SEUS COLEGAS SOBRE O TEXTO• Por que a palavra rola aparece sozinha na 1ª estrofe?• Leia novamente a 4ª estrofe.ROLA A AMARELAE PULA A AZUL• Que palavras indicam o movimento da bola? De quem é a amarela? Ea azul?• Que elementos da 5ª estrofe sugerem o recomeço do jogo?A BOLA É MOLEÉ MOLE E ROLA• Que movimento a construção das estrofes 6 e 7?A BOLA É BELAÉ BELA E PULAÉ BELA ROLA E PULAÉ MOLE AMARELA AZUL• A 8ª estrofe sugere o mesmo movimento das estrofes 5, 6 e 7?A DE RAUL É DE ARABELAE A DE ARABELA É DE RAULAtividade 2AGORA É A SUA VEZ DE “BRINCAR” COM AS PALAVRAS.RecorteaspalavrasdopoemaJogodeBola,naúltimapáginadaaula.Depois,reescreva o poema, usando quantas e quais palavras quiser. Só não podeacrescentar palavras novas.
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 127Antes de montar o poema, não se esqueça de que• ele precisa mostrar o movimento característico de um jogo de bola;• esse movimento do jogo de bola é garantido pela seleção e organizaçãodas palavras nos versos e nas estrofes;• a repetição de algumas palavras, a inversão de palavras, as rimasauxiliam no ritmo que se pretende dar ao poema.Leia a seguir o poema de um aluno. Observe que ele não usou todas aspalavras do texto original.JOGO DE BOLADepois de montado... cole seu poema no espaço abaixo.RAULDEEAZUL AMARELAE ARABELABOLAA BOLA ROLAA BOLA PULAAula 5
    • 28 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 1Professor, o poema selecionado para a aulafoi retirado do livro É isso ali, de José PauloPaes. Se for possível, leve pelo menos umexemplar da obra para a sala de aula, a fim demostrá-la aos alunos; além, é claro, de deixá-los manuseá-la.Como nas aulas anteriores, é importante quese faça a leitura em voz alta do poema.É importante que os alunos percebam que opoeta “brinca”, em toda a história, com aexpressão encher o saco. Aqui, o significadoda expressão é traduzido na descrição da vidamonótona e repetitiva do sapo que cai noburaco e sai do buraco.Quanto às questões, as respostas devemgirar em torno de:Questão 1Espera-se que os alunos percebam que apalavra (conjunção) mas, passa uma idéiacontrária à anterior: a de que o sapo sai doburaco.Questão 2Novamente o sapo cai... sai, mas volta a cair.Continua a idéia de ação repetida, rotineira.Questão 3A seleção de palavras, sua organização nosversos e estrofes, a repetição das palavrasexplicitam a intenção do poeta: mostrar quea vida do sapo é uma rotina.Questão41. As duas estrofes transmitem a mesmaidéia, o que muda é a organização daspalavras nas estrofes.2. A descrição da vida de um sapo (nopoema) remete a uma expressãoconhecida (um saco, que saco, enche osaco), que passa a idéia de fastio, dechateação, de monotonia...Questão 5Há na questão a possibilidade de se retomara discussão da questão anterior: o significadode saco... encher o saco.Questão 6Espera-se que os alunos cheguem àconclusão de que a vida desse sapo não énada interessante, visto que apenas cai esai...cai e sai do buraco.Aula 6Orientações para o professor Como você imagina a vida do sapo? E a vida de um sapo que vive caindo ... esaindo de buracos?Atividade 1Leia o poema individual e silenciosamente. Depois, ouça a leitura em vozalta da professora e dos colegas.Vida de sapoO sapo cainum buraco e sai.Mas noutro buracocai.O sapo cainum buraco e sai.Mas noutro buracocai.É um buracoa vida do sapo.A vida do sapoé um buraco.Buraco pra cá.Buraco pra lá.Tanto buraco enche o sapo.PAES, José Paulo. É isto ali. Rio de Janeiro: Salamandra, 1984.Questão 1Leia novamente as estrofes 1 e 2.O sapo cainum buraco e sai.Mas noutro buracocai.6Aula O Texto PoéticoLíngua PortuguesaLeitura e produção de texto poético, textoepistolar e texto informativo
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 129Aula 6A segunda estrofe muda o que o poeta disse na 1ª estrofe? Por quê?____________________________________________________________________________________________________________________Questão 2E nas estrofes 3 e 4, o que o poeta diz que aconteceu com o sapo?____________________________________________________________________________________________________________________Questão 3Por que as estrofes 3 e 4 repetem o que o poeta diz nas 1ª e 2ª estrofes?____________________________________________________________________________________________________________________Questão 4Leia novamente as estrofes 5 e 6.É um buracoa vida do sapo.A vida do sapoé um buraco.1. As duas estrofes transmitem a mesma idéia? O que muda de uma estrofepara outra?____________________________________________________________________________________________________________________2. Você conhece a expressão “Um saco!... Que saco!”? sabe o que elasignifica? Imagine que em lugar de é um buraco o poeta tivesse escrito éum saco. O sentido seria o mesmo?____________________________________________________________________________________________________________________saco. S.m. Bras. Gír. Enfado,amolação,chatice, chateação.Questão 7A ilustração do poema gira em torno daimagem de um sapo pulando de um paraoutro buraco, caindo e saindo de um e deoutro buraco.Além disso, é preciso considerar, também, ofato de que essa “rotina” na vida do sapo échata, repetitiva, sem atrativos... enche o“saco”. Portanto, não se pode desenhar umsapo de expressão alegre, satisfeita...
    • 30 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 1Aula 6Questão 5Leia novamente a última estrofe.Tanto buraco enche o sapo.Na estrofe, o poeta usou, com pequena alteração, uma expressão bastantepopular. Qual?____________________________________________________________________________________________________________________Questão 6Você acha que a vida do sapo, descrita no poema, é uma vida gostosa,atraente, cheia de novidades? Por quê?____________________________________________________________________________________________________________________Questão 7Agora que você e seus colegas leram e conversaram sobre o texto é horade ilustrá-lo.
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 131O objetivo principal da aula é trabalhar oaspecto gráfico-espacial do poema, ou seja,sua organização no espaço da página. Esseobjetivo não descarta o trabalho que deve serfeito quanto à atribuição de sentido ao texto.Atividade 1Professor, peça aos alunos para observaremcom atenção a foto. Provavelmente, a maioriadeles já deve conhecer a estátua, mesmo quenão tenha muitas informações. A imagem doCristo Redentor é muito explorada pelosmeios de comunicação, por se tratar de pontoturístico conhecido mundialmente.Deixe que os alunos falem sobre o Cristo.Toda informação deve ser valorizada ediscutida. Entretanto, é bom que você chamea atenção deles para a posição e a silhueta daestátua, pois esses elementos serãoexplorados na leitura do texto da atividade 2.Saiba mais sobre...Cristo RedentorA estátua do Cristo Redentor começou a serplanejada em 1921, quando foi organizada a"Semana do Monumento", uma campanha pararecolher contribuições dos católicos. No entanto,as doações só começaram 10 anos depois, quandoo Arcebispo Dom Sebastião Leme passou acoordená-las.Os primeiros esboços do Cristo foram feitos pelopintor Carlos Oswaldo, que o imaginou carregandouma cruz, com um globo terrestre nas mãos, sobreum pedestal que simbolizaria o mundo. Mas foi apopulação carioca que optou pela forma da imagemdo Redentor de braços abertos, como ela é hojeconhecida no mundo inteiro.O projeto foi desenvolvido pelo engenheiro Heitorda Silva Costa e levou quase cinco anos para serconcluído.Foram estudados vários materiais para orevestimento da estátua, mas por fim foi escolhidaa pedra-sabão, utilizada por Aleijadinho para esculpiros Profetas em Congonhas do Campo, MinasGerais.....www.starnews2001.com.br/cristoAula 7Orientações para o professor7AulaAtividade 1Observe, com atenção, a foto abaixo:CONVERSE COM SEUS COLEGAS SOBRE O TEXTO• Você já tinha visto essa imagem antes? Onde? Quando?• Em que cidade do Brasil fica a estátua? Qual o nome dela?• Você tem informações sobre a estátua como: quem fez, quando,tamanho etc.?• Observando a imagem o que chama mais a sua atenção?O Texto PoéticoLíngua PortuguesaLeitura e produção de texto poético, textoepistolar e texto informativo
    • 32 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 1Atividade 2Peça aos alunos para lerem o texto individuale silenciosamente. Depois, leia-o em voz alta.Depois das leituras, peça aos alunos paracomentarem o texto.Durante a conversa, é importante verificar seos alunos perceberam como o poema estádistribuído na folha, se associaram o“desenho” que o texto forma à imagem daestátua do Cristo Redentor.Chame a atenção para a distribuição daspalavras na folha, para a construção dasfrases, para a pontuação (ou ausência depontuação).Do 1º ao 7º versos, temos informações como:com quem, onde, o que, quando tudoaconteceu (observe que são os mesmoselementos que caracterizam uma notícia,informações básicas presentes no lide dasnotícias, em geral).Uma gota de orvalho caiu hoje, às 8 h, dodedo anular direito, do Cristo Redentor, noRio de Janeiro.Observar, no poema, como Caparelli distribuias informações acima, a fim de “desenhar”,dar a idéia da cabeça e dos braços (abertos)do Cristo.Nesse poema, o aspecto gráfico ganhadestaque, pois a distribuição do texto noespaço da folha funciona como importanteelemento de significação, produzindo sentido.Aula 7Atividade 2Leia o texto.URGENTE!Umagotadeorvalhocaiu hoje, às 8 h, do dedo anulardireito, do Cristo Redentor, noRio de JaneiroSeus restosnão foramencontradosA polícianão acre-dita emacidenteSuspei-to: oventoOs meteoro-logistas, os poetas eos passarinhos choram in-consoláveis. Testemunhapresenciou a queda: “Horrível!Ela se evaporou na metade do caminho!”CAPARELLI, Sérgio. Tigres no quintal. Kuarup, 1989.CONVERSE COM SEUS COLEGAS SOBRE O TEXTO• Observando o desenho que o poema forma na página, que imagemele lembra?• Em que versos é possível ver os braços do Cristo? E a cabeça?• Por que você acha que o poeta desenhou com palavras a imagem doCristo Redentor?• Ao ler o poema, você fez uma pausa depois de Rio de Janeiro e vento,por exemplo? Por quê?• Para você, os versos 18 a 23 representam a imagem de alguma partedo corpo do Cristo Redentor?
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 133Aula 7Leia novamente os versos 11 a 17.A polícianão acre-dita emacidenteSuspei-to: ovento• Porqueoautorseparouaspalavrasacreditaesuspeitoenãoasescreveunos versos em que elas se iniciaram?
    • 34 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 1Professor, o primeiro movimento em todasas aulas deve ser o de ler o poema em vozalta, pois o ritmo, a sonoridade, amusicalidade, a expressividade sãofundamentais nesse tipo de texto.Atividade 1Após a leitura, peça aos alunos paracomentarem os poemas.É importante que eles conversem, troquemidéias e impressões sobre o texto; discutama adequação ou não do título dado;identifiquem o recurso utilizado pelo autorpara produzir o ritmo pretendido.Chame a atenção para o ritmo e a sonoridadedos poemas. No 2, por exemplo, explore asrimas de final de verso como: gato, rato, chato;a seleção de palavras que apresentamproximidade sonora em seu final: atirei, pau,morreu, pegou, tentei... Esses recursos dãoritmo e sonoridade ao poema.Atividade 2Embora os alunos tenham textos em que sebasear para produzir, é importante deixá-loscriar livremente. Nesse momento, você teráa oportunidade de verificar se elesaprenderam os conceitos que foram tratadosdurante as aulas da unidade.Orientações para o professor8AulaAula 8Atividade 1VOCÊ CONHECE...?ATIREI O PAU NO GATOATIREI UM PAU NO GATO-TOMAS O GATO-TONÃO MORREU REU-REU.DONA CHICA-CAADMIROU-SE-SEDO BERRODO BERROQUE O GATO DEU.E ESSE? VOCÊ CONHECE?AcidenteAtirei um pau no gatomas o gatonão morreu,porqueopaupegouno ratoque eu tentei salvardo gatoe o rato(que chato)foi que morreu.PAES, José Paulo. Olha o BichoO Texto PoéticoLíngua PortuguesaLeitura e produção de texto poético, textoepistolar e texto informativo
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 1 ■ Aula 135Aula 8CONVERSE COM SEUS COLEGAS SOBRE O TEXTO• De que poema você gostou mais? Por quê?• De que tratam os textos?• O que aconteceu no texto 1? E no texto 2?• No texto 1, quem levou a pior? E no texto 2?• Leia novamente os textos. Depois, selecione as informações comunsaos dois textos e separe as novas informações presentes no segundotexto.• Leia novamente o 7º verso do poema 2. Por que você acha que osparênteses foram usados?• Lendo o poema é possível saber o que é chato?• Por que você acha que o título do poema é Acidente?• Leia novamente o poema, observando as palavras em destaque.Atirei um pau no gatomas o gatonão morreu,porque o pau pegou no ratoque eu tentei salvar do gatoe o rato(que chato)foi que morreu.• O que há em comum entre as palavras rato, gato e chato?• Por que, em lugar de chato, o autor não escreveu, por exemplo,(que pena)?Atividade 2Agora, você irá produzir um poema a partir dos textos da aula. Você pode sebasear, também, no texto produzido por um aluno. Leia-o.Sem incidenteO gatocorreu atrás do ratomas o rato se escondeu.Do ratoo gato logologo, logo se esqueceu.E a brigaentre gato e rato(que barato)não aconteceu.
    • Leitura e Produção de TextoPoético, Texto Epistolar eTexto InformativoUnidade2○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○O Texto Epistolar
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 2 ■ Aula391AulaLíngua PortuguesaLeitura e produção de texto poético, textoepistolar e texto informativoO texto epistolarOrientações para o professor1ATIVIDADE 1Leia o texto abaixo.Após a leitura do texto, você saberia dizer■ quem o escreveu?■ para quem ele foi escrito?■ por que foi escrito?■ quem vai fazer aniversário?■ sobre o que a aniversariante quer conversar?Antes de dar início às atividades propostasna aula, converse com os alunos sobre o quefarão. A conversa inicial tem como objetivocontextualizar o que será lido, a fim de queos alunos possam antecipar idéias e obterinformações que irão auxiliar suacompreensão.Nesse momento, seu papel é organizar asidéias levantadas por eles, além de transmitirnovas informações e sistematizar osconhecimentos que eles foremdemonstrando e adquirindo.Atividade 1■ Antes de iniciar a atividade, transcreva otexto na lousa; leia-o para os alunos.■ Em seguida, questione-os sobre apossibilidade de identificar no texto:● quem o escreveu;● para quem o escreveu;● por que (ou para que) o escreveu.■ Depois, peça que marquem no textotranscrito na lousa (quadro) onde podemosencontrar essas informações.Durante a análise dos itens listados acima, éimportante que os alunos saibam que aoescrever temos, por algum motivo, aintenção de estabelecer um contato comalguém que não se encontra em nossapresença: para lhe contar, propor, perguntar,informar alguma coisa.O texto que aparece nessa atividadeestabelece esse diálogo à distância com uminterlocutor, pois apresenta as “marcas”dessa relação entre os sujeitos. No bilheteque Verinha escreveu à mãe, é possívelperceber a presença de quem escreve: oremetente/o locutor (na assinatura, no usode pronomes de 1ª pessoa) e também apresença do destinatário/o interlocutor (novocativo, no uso de pronomes de 2ª pessoa).Observar que no bilhete de Verinha não hámarcação de data e local, mas para a mãeda menina, interlocutora “real” do textoproduzido por Verinha naquela ocasião, istojá estava implícito, pois ambas compartilhamum mesmo espaço (a casa em que vivem) ea situação (a aproximação do aniversário damenina e a organização da festa).O tratamento que Verinha dispensa à mãe(mãezinha) e o que a mãe dispensa à filha(Filhinha) revela o tipo de relacionamentosocial que mantêm entre si: são pessoas quetêm uma história em comum, que participamde um mesmo contexto sócio-cultural eespacial. O assunto dos bilhetes mostra
    • 40 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 2 ■ Aula 1Agora, leia outro texto.Após a leitura do segundo texto, você saberia dizer■ quem o escreveu? Como você sabe disso?■ para quem ele foi escrito? Em que lugar do texto aparece essainformação?■ por quem deveria esperar a pessoa que escreveu o texto? Comofoi possível identificar a pessoa?■ por que a pessoa que escreveu o texto não podia esperar?■ se existe algum parentesco entre a pessoa que escreveu o textoe a pessoa para quem o texto foi escrito? Quais palavras indicamesse parentesco?■ você já recebeu ou escreveu um texto como esses que acaboude ler?■ se você já escreveu, para quem?■ por que escreveu?■ se você já recebeu, de quem?■ sobre o que o texto falava?ATIVIDADE 2Releia os dois bilhetes e complete, em seu caderno, as informaçõessolicitadas.1º BILHETE 2º BILHETEO nome de quemrecebeu o bilheteO nome de quemescreveu o bilheteA mensagem, isto é,o que se deseja, por que se estáescrevendoaspectos da convivência mútua, possível (nocaso desses bilhetes), apenas no convíviofamiliar.É possível perceber, ainda, que, mesmosendo tão informais, os bilhetes de Verinhae sua mãe obedecem a um certo modo deconstrução, uma “silhueta”: fazem opçõesmuito próximas em relação à disposição dosconstituintes na página: iniciam pelainvocação, finalizam por uma saudação epela assinatura.
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 2 ■ Aula41Orientações para o professor2Aula2ATIVIDADE 1Na aula anterior, você leu dois bilhetes: o de Verinha para a mãe, e oda mãe em resposta ao da filha.Você ficou sabendo que mãe e filha, em função dos horáriosdesencontrados, se comunicavam mais por meio de bilhetes.Leia outro bilhete que a mãe de Verinha deixou para a filha na horado almoço:Converse com seu colega para responder às questões abaixo. Façatodas as anotações no seu caderno.■ Quando será a festa de aniversário de Verinha?■ Onde será a festa?■ Qual é o único problema que a mãe vê na escolha da filha?■ O horário do início da festa já está definido? Como você sabedisso?■ Por que a mãe da menina prefere que a festa comece mais cedo?ATIVIDADE 2Você deve ter percebido que o bilhete da mãe de Verinha é emresposta a um bilhete que a filha escreveu para ela. Imagine quevocê é Verinha e escreva o bilhete que ela deixou para a mãe.Importante: antes de escrever, você deve reler o bilhete da mãe deVerinha. Observe as informações que você encontra nele, pois é apartir delas que você poderá planejar e, conseqüentemente, escrevero bilhete que a menina deixou para a mãe.É importante que se ressalte que a produçãode textos epistolares permite aos alunosexercitar a interação verbal, pois propõecomo condição determinar:■ a quem se escreve — os alunos devem,portanto, construir a noção de interlocutor,de destinatário;■ por que se escreve — devendo-se prevera necessidade de haver um motivo para oestabelecimento de comunicação entresujeitos;■ sobre o que se escreve — o assunto aser tratado;■ como se escreve — as escolhasdiscursivas – eu ou nós? Vocabuláriosimples ou requintado, específico? – seuselementos constituintes, a organizaçãoque devem ter, isto é, sua silhueta.Além disso, a vivência dessas atividades delinguagem (escrever para ser lido por alguém)permite que os alunos experimentemadequar sua linguagem a diversas situaçõessociais de interação verbal e a diferentesinterlocutores, construindo deles umaimagem. Dessas intuições (a quem medirijo? para quê?) advém uma maior ou menorformalidade no tratamento do interlocutore no uso que se faz da linguagem.Na leitura do bilhete da mãe de Verinha, osalunos devem perceber que há■ concordância em relação ao mês, dia domês e da semana escolhidos pela meninapara a festa de aniversário;■ discordância em relação ao horárioescolhido pela menina para a festa deaniversário. A discordância pode serobservada no período introduzido pelaconjunção: “mas prefiro que a festacomece às 16 horas”. Isso significa que amenina deve ter escolhido um horárioposterior a esse.Na produção, observar se os alunos levamessa informação em consideração■ na fala da mãe há um tom amistoso, semimposição. Isso pode ser observado nosperíodos:● “...pois, assim, posso dar uma ajeitadana casa depois...”; aqui a mãe explica oporquê de preferir que a festa comecemais cedo.● “O que você acha?”; após a proposta, amãe procura saber o que a filha pensa.Na produção do bilhete da filha, os alunosdevem pensar■ no que já sabem sobre o assunto tratadonos bilhetes de mãe e filha;■ na forma de tratamento que a filhadispensa à mãe, ou seja, a imagem queLíngua PortuguesaLeitura e produção de texto poético, textoepistolar e texto informativoO texto epistolar
    • 42 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 2 ■ Aula 2ATIVIDADE 3Agora, você e seus colegas vão ler os bilhetes, que foram escritospor vocês, e que a professora escreverá na lousa. Leia-os comatenção para depois■ escolher aquele que julga mais adequado, mais completo, maisclaro, mais fácil de ser entendido;■ sugerir modificações naquele que, segundo você, apresentaalguns problemas e que precisa sofrer modificações para ficarmais claro, mais fácil de ser entendido.Copie em seu caderno o bilhete escolhido pela classe. Mas não seesqueça de reler o seu, fazendo as modificações que julgarnecessárias, se ele não tiver sido escolhido para ser trabalhadocoletivamente.ela tem da mãe, o que vai determinarcomo deve tratá-la, que linguagem usar;■ no tipo de texto que devem escrever, ouseja, um bilhete;■ que o bilhete a ser escrito está ancoradoem um outro bilhete, e que, portanto, oassunto não pode ser qualquer um; ele jáestá determinado pela resposta que a mãedeu.
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 2 ■ Aula433AulaOrientações para o professor3ATIVIDADE 1Leia o texto abaixo produzido pela aluna Flávia e os comentários daprofessora sobre o texto que ela escreveu.Agora, junto com seus colegas de grupo, tente reescrever o texto,observando os comentários feitos pela professora.Antes de começar,releia a proposta de produção.Você deve ter percebido queo bilhete da mãe de Verinhaé em resposta a um bilheteque a filha escreveu paraela. Imagine que você éVerinha e escreva o bilheteque ela deixou para a mãe.Não se esqueça de que o bilhete que Verinha escreveu deve conteras informações sobre■ quem escreveu;■ para quem escreveu;■ por que (ou para que) escreveu.Depois de pronto, você e seus colegas de classe vão conferir areescrita do bilhete. A reescrita será feita coletivamente, na lousa,pela professora.Durante a reescrita do texto, fale para a classe sobre asmodificações que você e seus colegas de grupo fizeram. Tentejustificar por que as modificações foram feitas.Professor, provavelmente, você vai precisarde mais tempo para trabalhar esta aula.Tome cuidado, apenas, de iniciar e terminarna mesma aula a análise de cada texto.As atividades de reescrita de textopermitem que os alunos (re)leiam o textobuscando melhorá-lo. Isso é possível a partirdo momento em que eles aprendem adetectar os pontos onde o que está dito nãoé o que se pretendia, isto é, a identificar osproblemas do texto e a aplicar osconhecimentos sobre a língua para resolvê-los: acrescentando, retirando, deslocandoou transformando trechos do texto, com oobjetivo de torná-lo mais legível, claro, fácilde ser entendido.A aprendizagem de reescrita só é possívelquando os alunos participam de situaçõescoletivas, em grupo, em duplas, sob aorientação do professor, a fim de refletirsobre a organização das idéias, osprocedimentos de coesão utilizados, aortografia, a pontuação etc. Essas situações,nas quais são trabalhadas as questões quesurgem na produção, dão origem a um tipode conhecimento que precisa ir seincorporando progressivamente à atividadede escrita, para melhorar sua qualidade.Além disso, a reescrita de textos, comosituação didática, exige que o professorselecione em quais aspectos pretende queos alunos se concentrem de cada vez, poisnão é possível tratar de todos ao mesmotempo. Ou se foca a atenção na coerênciada apresentação do conteúdo, nos aspectoscoesivos e pontuação, ou na ortografia. Equando se toma apenas um dessesaspectos para reescrever, é possível, ao fimda tarefa, sistematizar os resultados dotrabalho coletivo e devolvê-losorganizadamente aos alunos.No texto 1 (da aluna Flávia), odesenvolvimento da atividade de reescritadeve enfatizar o uso da letra maiúscula (noinício de frases e em nomes próprios) e ouso dos sinais de pontuação ( . ! ? ).As questões levantadas pela professora queleu o texto da aluna pretendem fazer osalunos refletirem sobre■ a pontuação: aprender a pontuar éaprender a partir e a reagrupar o fluxo dotexto de forma a indicar ao leitor ossentidos propostos pelo autor. O autorindica as separações (pontuando) e suaLíngua PortuguesaLeitura e produção de texto poético, textoepistolar e texto informativoO texto epistolar
    • 44 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 2 ■ Aula 3Ouça com atenção as sugestões de modificação sugeridas porseus colegas de classe.Leia, agora, o texto produzido pelo aluno Lucas.Converse com seus colegas de classe sobre os comentários que aprofessora fez sobre o texto de Lucas.■ Você entendeu os comentários que a professora fez?■ Você acha que é possível fazer as modificações sugeridas pelaprofessora?Vamos rever cada um dos comentários da professora e tentar fazeras modificações que ela sugere, quando for necessário.■ Quando a professora pergunta a Lucas se ele saberia explicarpor que usou a palavra porque em seu texto, você acha que elaestá sugerindo que ele faça alguma modificação, que ele tire apalavra?A festa de aniversário é no dia sete. A Verinha escolheu esse diaporque é sábado e todos os seus amigos podem ir.■ A frase iniciada com a palavra porque explica o motivo de amenina ter escolhido o dia sete. Você acha que Lucas usoucorretamente a palavra porque?■ Releia o trecho em que Lucas usou quatro vezes a palavra ela:Ela falou pra mãe fazer a festa de noite. Sua mãe não deixou elafazer a festa de noite. Ela disse que as quatro horas é melhor. Ela querlimpar a casa depois que os convidados for embora.natureza (escolhendo o sinal) e com issoestabelece formas de articulação entre aspartes que afetam diretamente aspossibilidades de sentido. No texto deFlávia, por exemplo, no trecho “Vocêdeixa, não deixa.”, o melhor seria ainterrogação, pois sabemos quem são osinterlocutores e a pergunta é feita com aintenção de obter uma resposta imediatapelas relações de convívio estabelecidaentre eles. Além disso, a forma como aaluna construiu a frase mostra que, naverdade, ela espera a anuência da mãepara sua escolha;■ o uso de letra maiúscula;■ a imagem que o remetente (locutor) temdo destinatário (interlocutor); o objetivodo texto; a adequação da linguagem àintenção do remetente: é importantechamar a atenção dos alunos para aseleção de palavras feita pela aluna, nessebilhete. O tom afetuoso, amoroso damenina fica marcado pelo tratamento dadoà mãe: mamãe, amo muito você, suafilhinha; evidentemente, há uma intenção:a menina deseja convencer a mãe quantoà data e, principalmente, ao horário dafesta;■ a silhueta do texto: apesar de o textoapresentar todos os elementosconstituintes de um bilhete, não há umadistribuição adequada na folha, a aluna nãoseparou remetente do corpo do texto, dadespedida e da assinatura. Essa é umadificuldade que pode ser facilmenteverificada pelo aspecto visual. Ocomentário da professora fará com que osalunos pensem nisso e refaçam o texto.No texto 2 (do aluno Lucas), odesenvolvimento da atividade de reescritadeve enfatizar a organização de frases etrechos utilizando os mecanismos de coesão,no intuito de eliminar as repetições.É importante frisar que o texto apresentaoutros problemas que podem ser tratadosem outro momento, já que o aluno nãoatendeu à proposta de produção, ou seja, nãofez um bilhete; não conseguiu incorporar aidéia de que deveria se colocar no lugar damenina; por isso, escreveu o texto em 3ªpessoa.É preciso considerar, também, que ele,mesmo não fazendo um convite, colocoutodas as informações que deveriam constardo bilhete.Depois da primeira reescrita, se houvertempo, pode-se pensar na possibilidade dedesenvolver a atividade de reescrita do textode Lucas enfatizando a modalidade de texto.
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 2 ■ Aula453■ Você acha que é possível reescrever o texto retirando ousubstituindo a palavra ela? Veja uma possibilidade; depois, tentereescrever de outra forma.A menina falou pra mãe fazer a festa de noite. Sua mãe não deixouela fazer a festa de noite. Disse que as quatro horas é melhor, pois querlimpar a casa depois que os convidados for embora.■ Você acha que dessa forma o texto ficou melhor? Por quê?■ Releia outro trecho do texto de Lucas escrito de duas formas:■ Que expressão se repete no quadro A? Essa expressão serepete também no quadro B?■ No quadro B, aparece uma palavra que não havia no quadroA. Qual é a palavra? Por que ela foi colocada? Que relação elatem com o que foi dito antes?■ Qual dos dois trechos você acha que ficou melhor, o A ou o B?Por quê?A professora marcou no texto escrito na lousa todas as modificaçõesque vocês fizeram. Leia o texto com as modificações feitas. O quevocê achou? Ficou melhor?O ideal é que você vá anotando na lousa asmodificações sugeridas pelos alunos paradepois passar o texto a limpo. É importanteque eles observem as modificações e,posteriormente, comparem os dois textos.Leia abaixo um exemplo.A festa de aniversário é no dia sete.A Verinha escolheu esse dia porqueé sábado e todos os seus amigospodem ir. Ela falou pra mãe fazer afesta de noite. sua mãe não deixouela fazer a festa de noite. Ela disseque as quatro horas é melhor. Elaquer limpar a casa depois que osconvidados forem embora.A festa de aniversário é no diasete. A Verinha escolheu esse diaporque é sábado e todos os seusamigos podem ir. Ela falou pramãe fazer a festa de noite, mas suamãe não deixou. Disse que asquatro horas é melhor, pois querlimpar a casa depois que osconvidados forem embora.BEla falou pra mãe fazer afesta de noite, mas suamãe não deixou.AEla falou pra mãe fazer afesta de noite. Sua mãenão deixou ela fazer afesta de noite.m a s,Dpois,
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 2 ■ Aula464AulaOrientações para o professor4ATIVIDADE 1Leia o texto abaixo.■ Para que você acha que esse texto foi escrito?■ Quem o escreveu?■ Para quem ele foi escrito?■ Por que você acha que aparecem data, hora e local (endereço)nesse texto?Leia abaixo a lista de convidados que Verinha fez para sua festa deaniversário. Ela fez a lista separando os amigos dos familiares. Osnomes que estão marcados com um X são aqueles para quem ela jápreparou o convite.LISTA DE AMIGOS LISTA DE FAMILIARESX Tiago X Helena (avó)X Mariana Pedro (avô)X Lucas X Felipe (primo)X Vítor Carolina (prima)Vinícius X José (tio)Beatriz X Mercedes (madrinha)Fernanda Augusto (padrinho)X Diego X Fábio (primo)X Rita Guilherme (primo)Bárbara X Jaqueline (prima)X Rodrigo Paulo (tio)Inicie a aula conversando sobre o bilhete queleram na aula 2. Esse exercício permitirá queos alunos relembrem o assunto do bilheteda mãe de Verinha, no qual já tínhamos asinformações sobre o dia, o local da festa,faltando definição do horário. Agora, lendo oconvite, sabemos que Verinha aceitou aproposta de horário da mãe: 16h.Atividades 1 e 2■ Solicite que os alunos leiam o convite;chame a atenção para a disposição gráfico-visual do texto; pergunte se já viramconvites com outra apresentação.■ Chame a atenção para o fato deaparecerem no convite letra de imprensae cursiva; pergunte aos alunos se elessabem por que está dessa forma; informe-lhes que encontramos para comprarconvites previamente preenchidos,cabendo ao aniversariante completar osdados referentes à data, local, nome doconvidado, do aniversariante e endereço.■ A lista de convidados foi elaborada com aintenção de chamar a atenção dos alunospara a elaboração de alguns convites. Paraconfeccionar os convites que faltam, elesprecisaram observar quem ainda não foimarcado na lista; esse exercício permiteque identifiquem informações de um texto(lista de convidados) que devem serutilizadas em outro texto (convite); alémdisso, mesmo tendo um modelo, osalunos precisam se preocupar com oaspecto gráfico-visual do texto.■ É importante que os alunos tenhamalguma liberdade na produção dosconvites; se por acaso eles não seguiremo modelo que aparece na aula, não háproblema, o importante é que nos bilhetesproduzidos por eles apareça:● quem está convidando;● quem está sendo convidado;● para que está sendo convidado;● onde será a festa;● o horário em que será a festa.■ Ao final, solicite que os alunos troquemos convites produzidos; leiam ecomentem, sugerindo modificações,quando necessário.Língua PortuguesaLeitura e produção de texto poético, textoepistolar e texto informativoO texto epistolar
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 2 ■ Aula474ATIVIDADE 2Ajude Verinha a fazer alguns convites. O nome dos convidados vocêpoderá escolher na lista que ela fez. Lembre-se de não fazer convitespara quem Verinha já fez.■ Para confeccionar os convites, pegue uma folha de ofício, ou sulfite,divida-a em oito partes; assim cada pessoa do grupo poderá fazerdois convites.■ Antes de fazer o convite, discuta com seus colegas de grupo paraque pessoas vocês vão mandar o convite, que informações vocêsprecisam colocar.■ Depois que os convites estiverem prontos, vocês vão passar osque fizeram para o grupo mais próximo, e eles passarão os delespara vocês.■ Leia os convites que foram passados para vocês. Observe se nelesconstam as informações:● o nome do convidado;● o dia em que será a festa;● o horário;● o local;● o nome de quem está convidando, que também é quem fazaniversário.Caso você perceba que falta alguma informação, mostre a quem fezo convite e sugira a modificação. Explique para a pessoa por queessas informações são importantes no convite.■ Caminhe pela sala de aula a fim de verificarse os alunos fazem algum comentário ousugestão sobre os convites produzidospelos colegas. Anote o tipo de comentárioque fazem, se os comentários se referem:● à tipologia textual, ou seja, se são ou nãoconvites;● ao aspecto gráfico-visual dos textos(distribuição na página, tipo e tamanhode letra; legibilidade etc);● à estruturação das frases, que remetemà coesão e coerência;● a aspectos formais da língua, como faltapontuação, não usou letra maiúscula nosnomes próprios e início de frases;● à ortografia e à acentuação (verifiquequais são as principais dificuldades dosalunos).■ A observação desses itens favorecerá odesenvolvimento de outras atividades deprodução e reescrita de textos, queaparecerão no módulo.
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 2 ■ Aula485AulaOrientações para o professor5Atividade 11. Observe as imagens abaixo.Você conhece esses lugares? Saberia falar aos colegas sobre eles?2. Agora, leia o verso cartões.Qual deles se refere à imagem 1? E à imagem 3? Explique sua resposta.Orientações para o professorO objetivo da aula é permitir que os alunos leiame conversem sobre um outro tipo decorrespondência: cartão-postal.Em geral, enfatiza-se muito, em sala de aula, otrabalho com bilhetes, convites e cartas, emdetrimento, por exemplo, dos cartões-postais.Quando enviamos um cartão-postal, passamospelas mesmas condições de produção de umbilhete ou carta. A diferença está no fato de ocartão-postal trazer uma imagem que, emfunção da escolha, já determina, em parte, aimagem que o locutor tem do seu interlocutor.Em geral, quem envia um postal deseja que odestinatário participe de sua viagem, aprecie afoto do lugar que o remetente está conhecendo.Além disso, quem envia, escolhe de acordo comsua preferência, é o “seu olhar” sobre o lugar.Por exemplo: eu posso ir à Bahia e enviar parameus parentes de Minas, um cartão doPelourinho, em lugar de um do Farol da Barra. Aopção está relacionada à impressão que a visãodo Pelourinho me causou, mesmo tendoadmirado, também, o Farol da Barra.Atividade 1Professor, deixe que os alunos, em grupo,observem as ilustrações. Pergunte-lhes se sabemque lugares são retratados nos cartões. O postal2, por exemplo, pode ser facilmente identificado,pois retrata o ponto turístico mais conhecido doRio de Janeiro. Já os postais 1 e 3 não devem serreconhecidos facilmente. No entanto, os alunospodem levantar hipóteses sobre esses lugares.O postal 3, por exemplo, pode lembrar as igrejasde Minas, da Bahia, de Recife (Olinda)... Peça queanotem suas suposições a respeito dos lugaresretratados nos postais.Língua PortuguesaLeitura e produção de texto poético, textoepistolar e texto informativoO texto epistolar
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 2 ■ Aula495Atividade 2Leia novamente os cartões (frente e verso) para responder às perguntas.a) As informações que vêm escritas no verso dos cartões são importantes? Porquê?__________________________________________________________b) Para que servem esses cartões? Quem os utiliza? Por quê?__________________________________________________________Atividade 3Leia o cartão abaixo.a) Para quem o cartão-postal foi enviado? Onde essa pessoa mora?__________________________________________________________b) Quem escreveu o cartão-postal? Em que lugar a pessoa está?__________________________________________________________c) Leia novamente o trecho do texto que Sheila escreveu para Gisele.Quanto tempo não? Pois é, já se vai longe o dia em que comecei minhaaventura.A que aventura você acha que Sheila está se referindo?__________________________________________________________d) Que local da cidade a imagem do postal retrata? Em que esse postal é diferentedo postal 2 (atividade 1)?__________________________________________________________Atividade 2Em grupo, os alunos devem confrontar – frente everso – dos cartões. Peça para que leiam o versodos cartões, marquem as informações presentesneles. Pergunte-lhes, ainda, se as informaçõessão suficientes para identificação do lugar.Atividade 3Peça para os alunos lerem e, depois, comentaremo cartão.Chame a atenção dos alunos para opreenchimento dos espaços em branco (verso doscartões da atividade 1). Na atividade 3, esteespaço é ocupado, à esquerda, com a mensagemdo remetente; à direita, com o endereço dodestinatário. Esta formatação é, mais ou menos,padrão.
    • 50 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 2 ■ Aula 5Atividade 4Há algum lugar do estado e/ou da cidade onde você mora que gostaria de mostraràs pessoas de outros estados brasileiros? Qual?__________________________________________________________Procure em revistas e jornais uma foto/ilustração desse lugar e cole-a no quadro dofinal da página.Depois, recorte seu cartão-postal. Vire-o, a fim de que possa colocar as informaçõesque identificam o lugar retratado na foto. Quais são mesmo as informações?Agora, pense em uma pessoa para a qual você gostaria de enviá-lo. Pensou? Então,escreva a mensagem!Atividade 4Antes de pedir que os alunos procurem nasrevistas e jornais as fotos desejadas, instigue-osa conversar sobre o assunto, pois essa conversapoderá auxiliá-los na escolha das fotos.É importante observar os critérios usados para aseleção: é possível, por exemplo, que um alunoqueira uma imagem de uma paisagem, ou localmuito próximo dele - a pracinha em frente àsua casa. É importante discutir seleções comoesta, pois os alunos devem perceber que asimagens dos postais, retratam, em geral, ospontos mais conhecidos das cidades.Na hora de preencher o verso do cartão, proponhaque trabalhem em grupo, a fim de que possamdiscutir sobre o que escrever, como escrever, aordem e a disposição das informações no espaçoetc.Sugira que leiam o versos dos cartões daatividade 1.MINAS HISTÓRICAOuro Preto – M.G.Igreja N. Sra. da ConceiçãoRIO ABUNÃ – ABUNÃ RIVERFRONTEIRA: BRASIL/BOLÍVIAPLÁCIDO DE CASTROACRE - BRASILBRASILRIO DE JANEIRO – RJVista Aérea – Cristo Redentor (parque Nacionalda Tijuca)AerialView–ChristRedeemer(Tijuca’sNationalPark)
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 2 ■ Aula516AulaOrientações para o professor6Atividade 1Leia o texto.A magia das cartasApesar da concorrência (telefone, Internet, pager), a carta continuafirme e forte. Basta uma folha de papel, selo, caneta e envelope paraque uma pessoa do Rio Grande do Norte, por exemplo, fique por dentrodas fofocas registradas por um amigo em São Paulo, dois dias depois.“Adoro receber cartas, fico superansiosa para descobrir o que estáescrito”, conta Lívia Maria da Cunha Leite, de 9 anos. Mas ela admiteque faz tempo que não escreve nenhuma cartinha. “As últimas forampara a Angélica e para um dos programas do Gugu.”Isabela Barroso Minhota, de 9 anos, lembra que quando moravaem Curitiba, no Paraná, trocava correspondências com sua amigaRaquel, que vive em Belo Horizonte, Minas Gerais: “Eu ficava sabendodas novidades e não gastava dinheiro com telefonemas.”O ESTADO DE PAULO/estadinho – SÁBADO, 25 DE JULHO DE 1998Converse com seus colegas■ Você já recebeu uma carta?■ A carta foi enviada por quem?■ De que lugar a carta foi enviada?■ Você já escreveu uma carta?■ Para quem você escreveu a carta?■ Onde mora a pessoa para quem você escreveu a carta?■ Você tem algum parente ou amigo que mora em um desses lugares: Rondônia,Curitiba, Brasília, Acre , Bahia, Mato Grosso, Goiás? Qual é o nome doseu parente ou amigo?■ Você tem algum parente ou amigo que mora em Pernambuco, em Sergipe, naBahia, na Paraíba, no Rio Grande do Sul?Antes de dar início às atividades propostaspara a aula, converse com os alunos sobreo que farão. A conversa inicial tem comoobjetivo contextualizar o que será lido, a fimde que os alunos possam antecipar idéias eobter informações que irão auxiliar suacompreensão. Nesse momento, seu papelé organizar as idéias levantadas por eles,além de transmitir novas informações esistematizar os conhecimentos que elesforem demonstrando e adquirindo.Atividade 1Espera-se que, com e a partir da leitura do texto,os alunos se sintam à vontade para falar sobreo assunto. Incentive-os a colocar para os colegassuas experiências sobre o envio e recebimentode cartas. Além das questões propostas naatividade, você pode, também, perguntar se háno bairro ou cidade um correio, como funciona,se há movimento etc.Durante o tempo em que estiverem conversandosobre as questões propostas na atividade, válistando na lousa as diferentes respostas dadasàs questões. Em seguida, peça que leiam osmotivos que levam uns a escreverem, outros anão escreverem etc.Língua PortuguesaLeitura e produção de texto poético, textoepistolar e texto informativoO texto epistolar
    • 52 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 2 ■ Aula 6Atividade 2Leia o texto.Rio Branco, 7 de maio 2001.Oi Beatriz,Recebi na semana passada uma carta do nossoamigo Marcos. Ele não está mais morando emSalvador; o pai dele foi transferido paraAracaju. Eleme contou um monte de novidades, entre elas o sucessoque foi a feira de livros na escola em que ele estuda.Ele me falou, também, do livro que está lendo – OMenino Marrom. Eu já li esse livro; a professoradeu no mês passado.Ahistóriaésuperlegal.Édifícilimaginar alguém marrom e alguém cor-de-rosa, masquando a gente começa a ler o livro, entende tudorapidinho e não quer mais parar.Nossa! Esqueci de perguntar sobre você. Escrevapra mim contando as novidades.1000 beijos,Marcela■ Quem escreveu a carta?__________________________________________________________■ Para quem a carta foi enviada?__________________________________________________________■ Quando a carta foi escrita?__________________________________________________________■ Onde Marcela mora? E a amiga dela?__________________________________________________________■ Sobre o que Marcela conversou com Beatriz?__________________________________________________________■ Qual o nome do livro que Marcela leu no mês passado? Sobre o que trata olivro? O que Marcela achou do livro?______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________Atividade 2■ Leia o texto em voz alta.■ Depois, pergunte-lhes sobre a possibilidade deidentificar no texto:• quem o escreveu;• para quem o escreveu;• por que (ou para que) o escreveu.Observação: durante a análise dos itenslistados acima, é importante que os alunossaibam que, ao escrever, temos, por algummotivo, a intenção de estabelecer um contatocom alguém que não se encontra em nossapresença: para lhe contar, propor, perguntar,informar alguma coisa.O texto que aparece na atividade estabeleceesse diálogo a distância com um interlocutor,pois nele estão presentes as “marcas” dessarelaçãoentreossujeitos.NacartaqueMarcelaescreveu à Beatriz é possível perceber apresença de quem escreve: o remetente, olocutor (na assinatura, no uso de pronomesde 1ª pessoa) e também a presença dodestinatário, o interlocutor (no vocativo, nouso de pronomes de 2ª pessoa).■ Peça que marquem, no texto, onde podemosencontrar essas informações.■ Divida a classe em duplas. Depois solicite quecada uma leia o texto e responda às questões.■ Quando for conferir as respostas dadas poreles, preocupe-se em dar espaço para quetodos falem, mas que obedeçam aos turnos defala: é preciso falar e saber ouvir. Se vocêperceber algum aluno em atitude passiva,pouco participativa, instigue-o a participar. Osilêncio muitas vezes é sinal de que ele nãoentendeu o texto, ou o que foi proposto parafazer; por isso fica alheio à atividade. Se issoacontecer, retome à proposta de trabalho,encaminhe de uma outra forma, a fim de quetodos possam participar.• Quem escreveu a carta? Marcela.• Para quem a carta foi enviada? Beatriz.• Quando a carta foi escrita? No dia 7 de maiode 2001.• Onde Marcela mora? Em Rio Branco.• Sobre o que Marcela conversou comBeatriz? Marcela falou sobre o amigoMarcos, sua mudança de Salvador paraAracaju; sobre a feira de livros queaconteceunaescolaemqueMarcosestuda,sobre o livro O menino marrom.• Qual o nome do livro que Marcela leu nomês passado? O menino marrom. Sobre oque fala o livro? Sobre dois meninos: ummarrom e outro cor-de-rosa. O que Marcelaachou do livro? Ela achou o livro muitointeressante
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 2 ■ Aula536A carta de Marcela só chegou às mãos de Beatriz porque ela preencheu o envelopesegundo as normas do correio. Leia abaixo o envelope que Marcela preencheu.Marcela LimaRua General Bráulio Guimarães, 222Bairro: Parque das AraucáriasRio Branco – ACCEP: 69900-000Beatriz PereiraRua Capitólio, 94Bairro Nossa Senhora da GlóriaBelo Horizonte, MG0 5 2 8 9 0 6 0Ao ler o envelope, o que mais você pôde descobrir sobreMarcela: ____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________Beatriz: ____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________Solicitar aos alunos que tragam, com apermissão de seus pais, cartas que o correioentrega em suas casas. A professora,igualmente, pode providenciar outras cartas quetenha recebido (de familiares, de instituições eórgãos públicos, do comércio etc.). Analisar umdos textos com as crianças observando seuselementos constitutivos, sua finalidade.Posteriormente, orientar os alunos para que,organizados em pequenos grupos, examinem ostextos trazidos por eles para verificar o que éparecido e o que é diferente entre eles (apermanência/ausência dos elementosconstitutivos, do assunto, do remetente e dodestinatário) para que juntos possam construira “silhueta” de uma carta. Promover umadiscussão final para que cheguem às conclusõesverificando o que encontraram de comum naanálise que fizeram.
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 2 ■ Aula547AulaOrientações para o professor7Atividade 1Observe a capa do livro.■ Qual o nome do livro? Pela leitura de sua capa, você imagina por que o livro temesse nome?■ Há algo de diferente na escrita do título do livro? O quê?■ Você acha que existe alguma relação entre o título do livro e a ilustração? Qual?Atividade 1Na leitura da capa do livro, o mais importante éque os alunos atentem para a escrita da palavracontra: as letras n e r foram grafadas aocontrário. Essa escrita é intencional, pois temrelação com o significado da expressão do contra.Pergunte-lhes se sabem o que significa aexpressão, quando as pessoas a usam, em quesituação etc.Em seguida, peça que observem a ilustração, afim de verificar se há relação entre ela e o títulodo livro. Na ilustração, os alunos devem observaraposiçãoemqueameninaseencontra(pergunte-lhes como acham que a menina vê as coisas e aspessoas dessa posição); as meias trocadas...Língua PortuguesaLeitura e produção de texto poético, textoepistolar e texto informativoO texto epistolar
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 2 ■ Aula557Atividade 2Leia, agora, um trecho do livro.Mariana era do contra.Lobo Mau e Chapeuzinho Vermelho, da historinha que todomundo conhece, na cabeça de Mariana viravam ChapelãoVerdee Cordeiro Bom.Branca de Neve, pra ela, era Preta de Carvão, e os sete anõesse transformavam em os sete gigantes.O problema era que a não se conformava com as coisasprontas...Com Mariana não tinha acerto.Até quando lhe perguntavamo nome, respondia:— Eu me chamo Anamaria.De trás pra frente. Só pra contrariar.Havia os que gostavam do jeitão dela:— Que menina esperta! E, depois, quem disse que não estácerta?Havia os que fugiam da menina porque não queriam seincomodar. Nem pra dar uma pensadinha! Achavam bobagemmudar o que estava pronto.Converse com seus colegas sobre o texto■ Na frase “O problema era que a menina não se conformava com as coisasprontas...” o que você acha que significa a expressão coisas prontas?■ Por que algumas pessoas fugiam da menina? O que as incomodava nocomportamento dela?■ Por que essas pessoas achavam bobagem mudar o que estava pronto?■ Se na cabeça de Mariana Chapeuzinho Vermelho era Chapelão Verde e o LoboMau era Cordeiro Bom, como você acha que essa história termina?■ Você ficaria do lado das pessoas que gostavam do jeitão de Mariana ou dasque fugiam dela? Por quê?Atividade 2Faça a atividade oral e coletivamente. Leia o textoe peça que os alunos o comentem.É importante chamar a atenção para os trechosdo texto que mostram o porquê de Mariana serdo contra.• Seria importante saber o que os alunos achamque é uma coisa pronta. Pode-se questionar,por exemplo, se para eles coisa pronta é coisaacabada, na qual, em tese, não se pode mexere que, portanto, deve ser aceita, semquestionamentos.• MuitaspessoasfugiamdeMarianaporquenãoqueriam se incomodar. Pergunte aos alunos seeles imaginam o que incomodaria essaspessoas.Atividade 3Para a escrita da carta, peça aos alunos parasentar em duplas. Depois solicite que façam aatividade.Durante o planejamento e escrita da carta, váquestionando os alunos sobre como estãoexecutando a tarefa, a fim de verificar e auxiliá-los quanto às possíveis dificuldades que estejamencontrando. Não dê respostas prontas, mas façaperguntas que os levem a pensar no quê, como epor que escrever.• Para quem vocês vão enviar a carta? Vocêsconhecem a pessoa? Como vocês acham quedevem se dirigir a ela? Qual o tratamentoadequado? Que tipo de saudação usar?Senhora? Rose? ... Por quê?• Por que vão escrever para ela? O que vãodizer?... Como começar? Que palavras usar?Professor, é possível, inclusive, pensar o inícioda carta junto com os alunos. Leia um exemplo:Ibiúna, 25 de julho de 2001.Para a autora Rose SordiBoa tarde!A senhora não me conhece e, porisso, gostaria de me apresentar: meunome é Valéria, estou na 4ª série eestudo na escola Maria Scalamandré,em Ibiúna, São Paulo.Minha professora trouxe umlivro que a senhora escreveu pragente ler. Eu adorei a Mariana! Essacoisa de ser igual a todo mundo émuito chata, bom mesmo é serdiferente. Aposto que ninguém fazela de boba, porque ela sabe o quequer, não é verdade?...Caso os alunos escrevam textos como esse, vocêpode promover uma conversa sobre eles.
    • 56 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 2 ■ AulaAtividade 3Agora, você vai escrever uma carta para a autora do livro: Rose Sordi. Na cartavocê deve■ dizer como ficou sabendo do livro que ela escreveu: Mariana do contra.■ dizer o que você pensa sobre a maneira de agir do personagem;■ perguntar se ela já escreveu outro livro; caso ela tenha escrito, peça que envieum exemplar para a escola.Antes de começar a escrever, não se esqueça de fazer o planejamento do seu texto.No planejamento você precisa pensar:■ quem está escrevendo a carta;■ para quem está sendo escrita;■ por que a carta está sendo escrita;■ como a carta deve ser escrita:■ decidir como escrever, pensando na pessoa para quem a carta é endereçada;■ elementos que fazem parte do texto – local e data, nome do remetente e dodestinatário, despedida, assunto do texto;■ organização do texto na folha.Rose SordiEditora ModernaRua Padre Adelino, 758Bairro: BelenzinhoSão PauloCEP: 03303-904•A menina começa o texto se apresentando:nome, série que está cursando, escola emque estuda, cidade/estado em que mora.Com a apresentação, fica mais fácil paraRose Sordi construir a imagem da suainterlocutora: uma menina, estudante da 4ªsérie...• Referência ao livro, seguida de opinião arespeito de um dos personagens. Chamar aatenção para o fato de Valéria não citar onome do livro. Pergunte aos alunos se elesacham que a menina deveria ter feito isso. Éimportante que ele percebam que osinterlocutores; Valéria e Rose, sabem queméMariana;aprimeira,porqueleuolivro,sabequem o escreveu; a outra, porque escreveuo livro, criou o personagem... Isso faz comque a citação do título do livro sejadesnecessária.• O que vocês não podem se esquecer de tratarna carta? Como vocês acham que podemescrever? Por exemplo, como pedir à autorapara vir à escola? Que argumentos serãousados para convencê-la, considerando queela deve receber pedidos como essediariamente? Professor, se quiser, você podefazer esse exercício coletivamente, a fim dequeosalunospossamdiscutiramelhorformade escrever, de convencer...“... como eu já disse, só li umpedacinho da história, mas achei tãointeressante que gostaria de ler ahistória inteira.Acho que seria ótimoouvir toda a história contada pelasenhora. Por que a senhora não vemna minha escola? Tenho certeza quea senhora vai adorar! Minha turma émuito legal, adora ler. Ah! A gentepodia fazer o dia do autógrafo. Eu játenho vários livros autografados,eles foram autografados por autoresque vieram aqui na escola. Seria bomter o seu também.Fico esperando sua resposta. Umabraço de sua mais nova fã.Pryscilla MonteiroNo texto acima, seria interessante fazer com queos alunos percebam como a menina tentaconvencer a autora a ir à escola.• o fato de ter gostado da história;• o interesse em ler toda a história;• a apresentação da turma em que estuda: legal,adora leitura;• a possibilidade de fazer o dia do autógrafo,salientando que outros autores já foram àescola autografar seus livros, o que significadizer que vai ficar muito chato se a autorarecusar o convite;• na despedida, diz à autora que é sua mais novafã.7
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 2 ■ Aula578AulaOrientações para o professor8Atividade 1Leia o texto.São Paulo, 20 de novembro de 1997.Adorei a reportagem Ligados nos seus direitos, dodia 15 de novembro de 1997.Eu nunca me liguei nessa coisa de direitos doconsumidor, mas agora vou ficar ligada pra não dançar.Vou ser como o Lucas que voltou à livraria pra trocaro livro.E essa história de tratar bem crianças só quandoelas estão com os pais é um absurdo, mas dá praentender. Vendedor tem que vender, não é verdade? Seele não vender, não ganha, e se não ganhar, não come!E todo mundo sabe que criança não tem dinheiro. Eunão tenho!Mariana, não fique triste. Logo você vai ser grandee vai poder fazer compras sozinha.Beatriz Gomes, Rua Ernesto Monjardim, 55, Parquedas Hortências, CEP 06754-060, São Paulo, SP.EstadinhoAvenida Engenheiro Caetano Álvares, 55Bairro do LimãoCEP: 02598-900, São Paulo, SPConverse com seus colegas!1. Quem escreveu a carta? Para quem ela foi escrita?2. Por que será que Lucas voltou à livraria para trocar o livro? Quando as pessoasvoltam aos lugares para trocar objetos que compraram?3. Para você, o que Beatriz quis dizer com: “Eu nunca me liguei nessa coisa dedireitos do consumidor, mas agora vou ficar ligada pra não dançar”?4. Leia o trecho abaixo.E essa história de tratar bem crianças só quando elas estão com ospais é um absurdo, mas dá pra entender. Vendedor tem que vender, não éverdade? Se ele não vender, não ganha, e se não ganhar, não come! Etodo mundo sabe que criança não tem dinheiro. Eu não tenho!Atividade 1Professor, como esta é a última aula da unidade,espera-se que os alunos, já na primeira leitura,reconheçam o tipo de texto e percebammarcas que levem à identificação dosinterlocutores. Há pontos do texto que só poderãoser mais bem compreendidos, quando os alunoslerem o texto da atividade 2. Essa é apenas umaestratégia para levar, mais uma vez, os alunos arefletiremsobrearelaçãoqueseestabeleceentreos interlocutores, a imagem que um tem do outro,ao conhecimento que esses interlocutores têmdoassuntotratado.Adificuldadeque,porventura,eles encontrarem para compreender trechos dacarta se deve ao fato de Beatriz não os ter comoseus interlocutores, a menos, é claro, que elestambém tenham lido a reportagem, como ela ofez.Quanto às questões, as respostas devem girar emtorno das que são sugeridas a seguir:1. Em princípio parece fácil responder à questão,mas não é. Não fica explicitado no texto onome do destinatário. Só o leitor maishabituado à leitura de cartas como essa e/ouo leitor que identifica informações, organiza,reúne, seleciona, faz inferência chegará maisfacilmente ao destinatário. Informações comotítulo da reportagem, data da publicaçãoda reportagem auxiliam na identificação doprovável destinatário da carta.2. Embora o aluno não saiba, em princípio, quemé Lucas, é possível responder à questão, poiso mais importante é que relacionem, na leitura,o título da notícia com a expressão “direitosdo consumidor” e, conseqüentemente, com aatitude de Lucas. Quem é Lucas?Provavelmente um consumidor. Como épossível saber isso? A reportagem fala dosdireitos do consumidor, Lucas voltou à livrariapara trocar o livro... Os consumidores voltamaos locais em que fizeram compras, muitasvezes, com a intenção de trocar a mercadoriaque pode ter apresentado algum tipo deproblema. No caso de Lucas, o livro poderiaestar com falta de páginas, ou poderiam estartrocadas, rasgadas etc.3. Não se esqueça de que os alunos nãoconhecem Beatriz, e só poderão responder àquestão baseados na leitura da carta que elaescreveu ao jornal e, conseqüentemente, aimagem construída a partir dessa leitura. Éimportante que eles percebam que a menina,até o momento da leitura da reportagem, nãohavia se importado, procurado saber de seusdireitos de consumidora. A leitura dareportagem permitiu que Beatriz “acordasse”,percebesse a importância de conhecer seusdireitos. Além disso, antes de ler a reportagem,pode ser que ela nem se considerasse umaLíngua PortuguesaLeitura e produção de texto poético, textoepistolar e texto informativoO texto epistolar
    • 58 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 2 ■ Aula 8Qual a opinião de Beatriz sobre o fato de os vendedores tratarem bem as criançasapenas quando estão acompanhadas dos pais?5. Leia novamente um trecho da carta de Beatriz.Mariana, não fique triste. Logo você vai ser grande e vai poder fazercompras sozinha.6. Você acha que Beatriz conhece Mariana? Será que Mariana vai ler o que Beatrizescreveu? Por quê?7. Para você, o que levou Beatriz a escrever a carta para o jornal?Atividade 2Leia, agora, o texto que Beatriz leu, antes de escrever a carta para o jornal.Ligados nos seus direitosPara reclamar sobre algum produto em uma empresa é preciso ter 18 anos oupedir ajuda a seus pais, mas já existem centrais que atendem menores de idadeTHAÍS CUBAEspecial para o EstadoAlgumas vezes, a relação entre quem vende (fornecedor) e quem compra(consumidor) não é boa. O que fazer quando um produto está quebrado ou não éexatamente aquilo que você pensava? Existem lugares especiais para reclamações edenúncias para quem tem menos de 18 anos, como o PROCON-MIRIN, em Brasília, eo PROCON-PIÁ, em Porto Alegre. Em outros Estados, os filhos devem seracompanhados pelos pais. Depois de ler essa reportagem, além de você conferir seestá ou não por dentro dos seus direitos de consumidor, conhecerá a história decompradores exigentes.Sem medo de reclamarLucas Bonini, de 9 anos, fica ligado no que compra: dia desses voltou para trocarum livro rasgado. “Se eles não dessem outro teriam de me devolver o dinheiro”,garante. Já Mariana Capozoli, de 14 anos, reclama do atendimento. “Eles só metratam bem quando estou com meus pais, pois acham que só com eles posso gastar”,diz.De olho na leiO número de consultas e reclamações feitas ao PROCON de São Paulo, em duasdécadas, pulou de 1.542 para 129.578 (dado do primeiro semestre desse ano). Hoje,mais de 2 mil empresas brasileiras têm serviço de atendimento ao cliente. Significaque a participação dos consumidores para elas é muito importante.Dicas para não dançar• Todo brinquedo deve ter um selo de segurança fornecido pelo IQB (Instituto deQualidade do Brinquedo) e outro do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia,Normalização e Qualidade industrial).• Exija sempre nota fiscal: é a sua garantia para reclamar, caso tenha problema.• Tudooqueapropagandaprometedevesercumprido,poispublicidadeenganosaé crime.• Os manuais de instrução devem ser claros e escritos em língua portuguesa.• Se o produto apresentar defeito, o fornecedor terá até 30 dias para solucionaro problema. O pedido deve ser feito por escrito para que tudo fique documentado. Senada for resolvido, você tem direito a: seu dinheiro de volta, exigir um desconto,insistir no conserto ou trocá-lo.G4 – O ESTADO DE S. PAULO/sábado, 15 de novembro de 1997 —suplemento ESTADINHOconsumidora. Chame a atenção para aexpressão “ficar ligada pra não dançar”:pergunte-lhes se todo mundo fala desse jeito,se eles acham que Beatriz é uma senhora, umaadolescente, uma criança, o que significa aexpressão...4. Antes de conferir a resposta dos alunos, leianovamente o trecho e peça para que ocomentem. É interessante observar que amenina tem uma opinião muito interessantesobre o assunto. Ela defende os vendedores,pois sabe que eles dependem das vendas: senão vendem, não ganham. E vai mais longedizendo que a sobrevivência dos vendedoresdepende de suas vendas, por isso não podemficar perdendo tempo com criançasdesacompanhadas.5. É importante que os alunos percebam que,embora as duas meninas não se conheçam, épossível que uma saiba sobre a outra, poisescreveram para um jornal, veículo decomunicação a que as duas podem ter acesso.Se a carta de Beatriz, endereçada aosuplemento Estadinho, do jornal O ESTADO DES. PAULO, for publicada, Mariana poderá sabero que Beatriz disse para ela. Mas não bastaque Mariana seja leitora do jornal, é precisoque ela o leia no dia em que a carta de Beatrizfoi publicada.Converse com os alunos sobre o que é necessárioacontecer para que Mariana receba o recado deBeatriz:• Escrita da carta• Envio da carta• Chegada da carta ao jornal• Leitura e provável seleção da carta por parteda equipe do jornal (é importante que os alunossaibam que nem todas as cartas enviadas aosjornais são publicadas)• Publicação da cartaOs comentários da questão 5 são válidos,também, para a questão 6.6. Provavelmente, Beatriz se interessou peloassunto da reportagem. Refletiu sobre oconteúdo do texto, sobre o que ele diz arespeitodoconsumidor,descobriuquetambémé uma consumidora, foi capaz de pensar no“outro lado da moeda”, o do vendedor, porexemplo.Atividade 2Aos sábados, o jornal O ESTADO DES. PAULO traz um jornalzinho chamadoESTADINHO. Esse jornalzinho éespecialmente dirigido às crianças, quepodem encontrar nele os mais diversosassuntos e diferentes tipos de texto —notícia, reportagem, resenha,informativo científico, história emquadrinhos, entrevista, carta etc.Os leitores (principalmente ascrianças) costumam escrever para a
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 2 ■ Aula598Converse com seus colegas sobre o texto1. Por que Beatriz, na carta em que escreveu ao jornal, disse que ia ficar ligada pranão dançar?2. De acordo com o texto, que motivo levou Lucas a desejar a troca de um livro quehavia comprado?3. Leia novamente o título do texto.Ligados nos seus direitosAgora leia o texto abaixo.ligado. Adj. Bras. Gír.Concentrado, atento, prestando atenção: Ele estavaligado nas informações sobre a crise de energia elétrica.Você acha que o título da reportagem está de acordo com o que você leu notexto? Por quê?4. Leianovamenteotrechodareportagemcujosubtítuloé: Dicasparanãodançar.Depois leia a definição que o dicionário dá para a palavra dica.dica. S.f. bras. Gír. Informação ou indicação nova ou pouco conhecida.Como você definiria a expressão pra não dançar?________________________________________________________5. ApartedotextoquetemcomosubtítuloDicasparanãodançartrazinformaçõesque interessam a quem?Atividade 3Agora que você já leu a reportagem, escreva uma carta para a redação doESTADINHO, comentando sobre a reportagem que leu. Além de dar sua opinião,você pode, também, dar exemplos de situações nas quais os consumidoresreclamaram seus direitos e foram ou não atendidos, com devolução de dinheiro outroca de mercadoria.Antes de começar a escrever, pense nas situações em que você, ou algum familiar,ouamigoestiveramenvolvidos.Porexemplo:acompradeumtelevisorqueapresentouproblemas poucos dias depois da compra.ß Qual foi a atitude de quem comprou?ß Os direitos do consumidor foram respeitados?ß Qual foi a reação do consumidor diante da atitude do fabricante, da loja, dovendedor?redação do jornalzinho opinando sobrealgumas matérias ou história emquadrinhos que leram ou para contarsobreoquegostamdefazer,procurando,assim, se corresponder com outrascrianças que também lêem o jornal. Leiaalgumas cartas que já foram publicadas.Em princípio, fica a critério dos alunos a situaçãoque vão usar para ilustrar... O mais importante éque eles não se esqueçam de que precisamopinar, dizer o que pensam a respeito do assunto.Se algum aluno disser que nunca passou porsituações desse tipo, conte ou peça para a classecontar uma situação que tenha vivenciado; depoisfaça com que a comente; assim, aquele aluno quenão tinha o que falar poderá se manifestar.Esteja pronto para auxiliar os alunos nasdificuldades que surgirem. Elas podem dizerrespeito à modalidade de texto (carta), aoatendimento e desenvolvimento do tema etc.É provável que, na última aula, os alunos nãotenham dificuldade no domínio da modalidade,mas encontrem grande dificuldade nodesenvolvimento do tema. A fim de que vocêpossa auxiliá-los nesse item, é importante nãose esquecer de que eles devem• opinar sobre a reportagem;• mostrar uma situação, na qual os direitos doconsumidor foram ou não respeitados.Imagine que surjam textos como o seguinte:Salvador, 30 de julho de 2001.Para a redação do ESTADINHOQuando li a reportagem sobre os direitosdo consumidor, me lembrei logo da televisãoque meu pai comprou lá na Loja do Povo.No mesmo dia que chegou quebrou.Até hoje a televisão tá lá em casa semfuncionar. Eles não trocaram. Disseram queo defeito era porque meu pai tinhatransportado ela de forma inadequada daloja pra casa. Não foi a loja que foi lá emcasa entregar. Meu pai tava tão empolgadoque pegou a televisão jogou na carroceriada caminhonete e foi embora...Josmael JonsdCaso surjam textos como esse, é importantecomentá-los com a classe, pedir que dêem suaopinião.Chame a atenção para a forma como o alunocomeçou o texto: referência à leitura dareportagem, para depois falar de uma situaçãopela qual passou.O aluno consegue atender à modalidade, ou seja,escreve uma carta. Além disso, desenvolve otemaproposto:mencionaaleituradareportagem,dá o exemplo da compra da televisão pelo pai...
    • Leitura e Produção de TextoPoético, Texto Epistolar eTexto InformativoUnidade3○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○○O Texto Informativo
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 3 ■ Aula 163Atividade 1Professor, o objetivo da atividade é despertaro interesse dos alunos para o assunto de cadaquestão.A intenção não é testar o conhecimento dosalunos, mas, sim, criar condições para odesenvolvimento do assunto desta unidade:texto informativo.Peça a eles para responderem às questõesindividualmente. Depois, corrija-ascoletivamente, solicitando que falem sobreas respostas dadas.No momento da correção, instigue aparticipação de todos, fazendo perguntascomo:Questão 1Foi difícil responder à questão? Por quê? Vocêjá tinha informações sobre a história do lápis?Quais? O que, na pergunta, mais chamou suaatenção? O nome Kaspar FABER é familiar?Onde você já viu esse nome: FABER? Quemtem no material escolar algum objeto damarca Faber?Questão 2Provavelmente, todos os alunos devemconhecer as canetas BIC. A novidade é onome do inventor.A questão é difícil? Quem marcou aalternativa A? Por quê? Professor, amarcação da alternativa C deve acontecerpela semelhança na escrita da marca e dosobrenome de Marcel Bich. Onde o inventorda caneta Bic nasceu?...Questão 3Há na questão a informação sobre a data emque a escova de dente foi inventada? A data1938 se refere a quê? Vocês sabem o quesignifica cerdas de náilon? A escova usadapor vocês é de cerdas de náilon? Quemmarcou a alternativa A? Por quê? Vocêsacharam a questão difícil? Por quê?Questão 4Vocês acharam a questão fácil? Por quê?Quem marcou as alternativas B ou C? Porquê? Vocês sabiam quais são os ingredientesusados para fazer o pão de queijo? Comovocês obtiveram essas informações?Questão 5Foi difícil? Vocês ficaram em dúvida? Por quê?Quem já sabia que as Havaianas surgiram em1962? Alguém marcou Rider ou Grandene?Por quê? Quem não conhecia as marcas desandálias Grandene e Rider?Língua PortuguesaLeitura e Produção de Texto Poético, Texto Epistolar eTexto InformativoO texto informativo1AulaOrientações para o professorAula 1Atividade 1Leia com atenção as perguntas abaixo. Depois assinale, em cada uma, aalternativa que você considera correta.Questão 1Olápis,comoformatoqueconhecemoshoje,foiprojetadopelocarpinteiroalemão Kaspar Faber em(a) 1850.(b) 1761.(c) 1929.Questão 2Quem inventou a caneta Bic foi o(a) americano Thomas Edison.(b) escocês Graham Bell.(c) italiano Marcel Bich.Questão 3A escova de dentes com cerdas de náilon surgiu, em 1938,(a) nos Estados Unidos.(b) na China.(c) na França.Questão 4Leite, ovos, queijo-de-minas curado são ingredientes usados para fazero nosso tão famoso pão de queijo, iguaria criada(a) em Minas Gerais.(b) no Rio Grande do Norte.(c) em Pernambuco.Questão 5As sandálias de borracha mais conhecidas no Brasil foram lançadas pelaSão Paulo Alpargatas em 14 de junho de 1962. O nome das sandálias é(a) Havaianas.(b) Grandene.(c) Rider.
    • 64 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 3 ■ Aula 1Aula 1Caso você não tenha conseguido responder a todas perguntas, não sepreocupe, pois você ainda vai conversar sobre elas com os colegas.Atividade 2Observe a capa do livro abaixo.Você acha que poderá encontrar, nele, informações que o auxiliem aresponder às questões da atividade 1? Por quê?________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________Atividade 3Leia o texto.SPor volta de 1960, começaram a chegar do Oriente as chamadas “sandáliastipo japonesa”, que logo fizeram bastante sucesso no Brasil. Para concorrercom elas, depois de dois anos de estudos, a São Paulo Alpargatas lançouem 14 de junho de 1962 seu modelo de sandálias de borracha. Elas forambatizadas de Havaianas. Ao completar, 35 anos, em 1997, a Alpargatas játinha contabilizado 2 bilhões de pares vendidos — se fossem colocadasem fila indiana, um pé na frente do outro, as sandálias dariam 25 voltas aoredor da Terra.DUARTE, Marcelo. O Livro das Invenções. São Paulo: Cia. das Letras.Quando terminarem a correção das questões,pergunte aos alunos que informações elespuderam acrescentar àquelas que já tinhamsobre cada objeto. Pergunte-lhes se achaminteressante obter informações como• ano em que o objeto foi inventado;• lugar em que o objeto surgiu;• nome do criador do objeto;• curiosidades sobre a invenção, criaçãodo objeto...Por que informações como essas sãoimportantes? Para quem elas sãoimportantes? Onde encontrá-las?...A discussão deve girar em torno do fato deque informações como essas podeminteressar a diversos tipos de pessoas,dependendo, evidentemente, do objetivo queelas têm.Por curiosidade, uma pessoa pode seinteressar em saber como o lápis, objeto tãocomum, hoje em dia, chegou ao grau deaperfeiçoamento que conhecemos.Outra pessoa, interessada em lançar nomercado uma marca de lápis que secaracterize por apresentar uma formadiferente, pode se interessar pela história dolápis, a fim de se basear nas mudanças queo objeto foi apresentando no tempo.Em seguida, pergunte-lhes se gostariam desaber mais sobre o lápis, a caneta Bic, aescova de dentes, o pão de queijo e assandálias Havaianas.Atividade 2Espera-se que os alunos levantem hipótesesa respeito do conteúdo do livro, a partir deseu título: O livro das invenções.Você acha que poderá encontrar, nele,informações que o auxiliem a responder asquestões da atividade 1? Por quê? Se o livrotrata de invenções, provavelmente, devetrazer informações como: objeto inventado,nome do inventor, data da invenção etc..Saiba mais sobre...Escova de dentesA escova mais antiga de que se tem notícia foiencontrada numa tumba de 3000 anos a.C. Era umpequeno ramo com ponta desfiada até chegar àsfibras, que eram esfregadas contra os dentes. Aprimeira escova de cerdas, parecida com a queconhecemos, surgiu na China, no fim do séculoXV. Feitas de pêlos de porco, as cerdas eramamarradas em varinhas de bambu ou pedaços deossos. Muito tempo depois, percebeu-se que asescovas de pêlos de animais juntavam umidade,prejudicial à higiene da boca, por causar mofo. Alémdisso, as extremidades pontiagudas das cerdasferiam as gengivas. O problema seria resolvido como surgimento da escova de dentes com cerdas denáilon, em 1938, nos Estados Unidos.
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 3 ■ Aula 165Questão 1Que assunto é tratado no texto? Por que ele foi escrito? A quem ele interessa?____________________________________________________________________________________________________________________Questão 2Você deve ter observado que os fatos são apresentados em ordemcronológica. Marque no texto as palavras, ou expressões que indicam queos fatos são marcados cronologicamente.____________________________________________________________________________________________________________________Questão 3Por que o autor usa no texto, em ordem cronológica, as datas 1960, 1962 e1997?____________________________________________________________________________________________________________________Questão 4Você acha que as informações apresentadas no texto podem ter sidoinventadas? Por quê?____________________________________________________________________________________________________________________O texto que você leu é um texto informativo. Seu objetivo é levar oleitor a conhecer dados relacionados ao surgimento, invenção deum produto bastante conhecido e usado: as sandálias Havaianas.Ointeressepelaleituradeumtextocomoessedependedoobjetivoda pessoa que o ler.LápisEmbora os astecas já conhecessem o grafite,trabalhadores de uma mina de carvão emCumberland, na Inglaterra, entusiasmaram-sequando puseram as mãos, por acaso, numasubstância negra e brilhante, fácil de raspar comas unhas. De tão macia que era, deixava um traçonítido no papel, sem rasgá-lo. Isso aconteceu em1564. No ano seguinte, o físico suíço konrad vonGesner descreveu o uso de um instrumento deescrita semelhante ao lápis. Duas tabuinhas eramrecheadas com uma fatia de grafite. Acontece queo grafite, quando saía das minas, era mole e sequebrava facilmente, até que, em 1795, o químicofrancês Nicolas-Jacques Conté inventou um jeitode misturá-lo com argila e queimar a mistura emfornos, tornando-o mais resistente e conservandoa maciez.No ano de 1761, o carpinteiro alemão Kaspar Faberconseguiu chegar ao lápis cilíndrico, igualzinho aode hoje em dia. Os lápis de cor tornaram-se comunsdepois de 1850, com o aparecimento das anilinas.Em 1858, o americano Hyman Lipman criou o lápiscom a borrachinha na ponta.Aula 1
    • 66 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 3 ■ Aula 1Atividade 1Leia o texto.Peixe-espadaO peixe-espada é originário do México. Os cientistas o chamam pelonome de Xiphophorus helleri.Os machos possuem um prolongamento na parte inferior da nadadeiracaudal, que lhes valeu o nome popular de peixe-espada. Atingem umcomprimento de até 6 centímetros, sendo que o macho é um pouco menorque a fêmea. Possuem o corpo de cor verde-clara com listras laranja. Afêmea não possui a nadadeira caudal.O aquário precisa ter água com temperatura variando entre 22 a 25graus.Como alimentação pode-se ministrar alimentos vivos (larvas demosquito) e secos (vários tipos de rações).A cria é feita sem maiores dificuldades: apenas deve-se colocar noaquário muitas plantas, ou colocar a fêmea na criadeira, pois os pais têmo costume de devorar os filhotes ao nascerem.FABICHAK, Douglas & Walter. Peixes de Aquário. São Paulo: Nobel, 1982, p.65-68.Questão 1Ao ler o texto, você ficou sabendo mais sobre que assunto? Para você, quepessoas procuram ler e saber mais sobre os peixes?________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________Questão 2Releia o texto e complete as informações abaixo.a) Seu nome científico é Xiphophorus helleri: ____________________b) Crescem até 6 centímetros: ________________________________c) Os machos possuem um prolongamento na parte inferior da nadadeiracaudal: ________________________________________________d) Alimentam-se de larvas de mosquito: ________________________e) Os filhotes são devorados pelos pais, se estes ficarem juntos, nomesmo aquário: _________________________________________Atividade 1Professor, proponha a leitura do textoindividual e silenciosamente. Depois, peçaque o comentem.Em seguida, faça uma segunda leitura,pausada e entremeada de perguntas sobre otrecho lido. A intenção é que a sua leitura sejao momento para as primeiras reflexões sobreo texto. Por exemplo:Após a leitura do 1º parágrafo, pergunte:• Que informações vocês identificaramnesse trecho, nessa parte do texto?• Vocês sabem o que significa a palavraoriginário? Dizer que o peixe-espada éoriginário do México significa o quêexatamente?• Na frase “Os cientistas o chamam pelonome de Xiphophorus helleri.” A palavrao se refere a quem?• Vocês sabem por que os cientistaschamam o peixe-espada de Xiphophorushelleri?Depois da leitura do 2º parágrafo, façaperguntas como:• Vocês entenderam o trecho que diz “Osmachos possuem um prolongamento naparte inferior da nadadeira caudal”?• Todo peixe-espada tem essacaracterística?• Em que as fêmeas são diferentes dosmachos?Proceda da mesma forma, após a leitura dosoutros parágrafos. Depois, divida a classe emgrupos e peça aos alunos para responderemàs questões.Quanto às questões, as respostas devemgirar em torno de...Questão 1Espera-se que os alunos percebam que otexto é destinado às pessoas que seinteressam por peixes, em especial, as quedesejam criá-los em aquários.Questão 2A questão permite ao aluno uma nova leiturado texto no intuito de identificar asinformações contidas nele. Se preferir, vocêpode pedir que eles marquem no próprio textoas informações, com lápis de coresdiferentes, para destacar as informações.Orientações para o professor2AulaAula 2Língua PortuguesaLeitura e Produção de Texto Poético, Texto Epistolar eTexto InformativoO texto informativo
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 3 ■ Aula 167Questão 3Leia o trecho.O peixe-espada é originário do México. Os cientistas ochamam pelo nome de Xiphophorus helleri.No trecho acima, há diferença na escrita das expressões peixe-espada eXiphophorus helleri. Por que isso acontece?____________________________________________________________________________________________________________________Questão 4Leia novamente um trecho do texto. Depois, observe os verbos em destaque.O peixe-espada é originário do México. Os cientistas o chamampelo nome de Xiphophorus helleri.Os machos possuem um prolongamento na parte inferior danadadeira caudal, que lhes valeu o nome popular de peixe-espada.Atingem um comprimento de até 6 centímetros, sendo que o machoé um pouco menor que a fêmea. Possuem o corpo de cor verde-claracom listras laranja. A fêmea não possui a nadadeira caudal.Em que tempo estão os verbos? Você sabe o porquê disso?____________________________________________________________________________________________________________________PESQUISAVocê já sabe muita coisa sobre o Xiphophorus helleri, não é? Que tal sabermais, também, sobre outras espécies de peixe?Pesquise e traga, para a próxima aula, informações sobre o peixe-de-briga.Antes de sair pesquisando, não se esqueça de que você• já sabe o assunto sobre o qual deve procurar;• precisa definir onde encontrar essas informações:■ revista... qualquer uma? Há revistas especializadas no assunto?Quais?■ enciclopédia: onde encontrar uma? Como consultá-la? Quem podeauxiliar?■ dicionário: o dicionário traz informações como essas?■ livro de Ciências: o livro usado na escola aborda esse assunto?Em que série? Como saber isso? Quem pode ajudar?Depois de encontrar o material que será usado para a pesquisa, anote asinformações encontradas. Não se esqueça de escrever o local de onde tirouos dados.Aula 2Questão 3Espera-se que o aluno perceba que hádiferença, mesmo que sutil. Se nãoperceberem, explique-lhes que os nomescientíficos são escritos com letra diferentepara se destacarem do restante do texto. Issoé padrão, uma regra.PesquisaEspera-se que os alunos voltem para a aulaseguinte com questões como:• “Não encontrei nada sobre essepeixe...”;• “Lá em casa não tem nenhum livro... ouMinha mãe nunca ouviu falar nessepeixe...”;• “Eu não sabia em que livro encontrar...”;• “Eu copiei tudo que tinha sobre peixenum livro lá de casa...”;• Minha mãe me ajudou. Nós procuramosna enciclopédia.”Todas as questões devem ser consideradas,pois a proposta da pesquisa é que os alunosse vejam obrigados a “agir”, a encontrarsaídas para as situações nas quais se vêemenvolvidos.Muitas das respostas dadas por eles sedevem ao fato de não saberem exatamenteo quê, onde, como procurar; qual o objetivoda pesquisa.O aluno que “copiou” tudo o que encontrousobre os peixes realizou a tarefa a contento?Provavelmente não, pois para ele não deveter ficado claro que o assunto a serpesquisado já fora delimitado, e que oobjetivo era obter informações sobre o peixe-briga, já que tinham lido e conversado sobreuma outra espécie de peixe, o peixe-espada.Não se preocupe, portanto, se eles chegaremsem o que foi pedido para fazer. Nessemomento, o mais importante não é o texto,mas a reflexão sobre o que é pesquisar.
    • 68 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 3 ■ Aula 1Atividade 1Professor, peça aos alunos que conseguiramfazer a pesquisa para lerem seus textos.Evidentemente, não é necessário que todosleiam. Sugira a leitura de textos retirados defontes diferentes: revista, enciclopédia...Observação: É possível que algunsalunos não façam a pesquisa. Trate comcuidado esta questão, pois, às vezes, ascrianças não fazem esse tipo de tarefapor não estarem habituadas e, portanto,não saber por onde começar, ou por nãoencontrar material disponível nempessoas que possam auxiliá-las, vistoque a tarefa pedida devia ser feita forada sala de aula, possivelmente, fora dohorário escolar. É importante saber omotivo que os levou a não fazer a tarefa.Atividade 2Professor, incentive-os a comentar o texto e,principalmente, a compará-lo com os textosque trouxeram.O texto da atividade é dirigido às pessoasinteressadas na criação de peixes (de aquário).Por isso, pode ser que os textos trazidos pelosalunos não contenham informações voltadaspara os interessados em criar peixes emaquário.Este é um bom momento para você incentivaruma conversa sobre o suporte/veículo em queos textos foram publicados. A partir disso,discutir o público a quem o texto se dirige,como é possível identificar esse público etc...Atividade 3O objetivo da atividade é fazer com que osalunos voltem a ler o texto, percebam comoele vai se expandindo à medida que apresentaas características, visando a uma descriçãodetalhada, não só do animal, mas tambémde como cuidar dele. Isso permite uma visãomais ampla de como são os peixes de aquárioe de como devem ser tratados.É possível preencher o quadro apenas comas informações do texto da atividade. Maspermita que os alunos utilizem os textospesquisados, caso queiram, e obtenha delesinformações que possam auxiliá-los.Orientações para o professor3AulaAula 3Atividade 1Você fez a pesquisa sobre o peixe-de-briga?Leia seu texto para os colegas. Depois, preste atenção à leitura que farãodos textos que pesquisaram.Ao final da leitura, compare os textos de seus colegas com o seu. Verifiqueem que eles se assemelham e se diferenciam.Ao comparar os textos, é importante que você observe qual foi o materialconsultado: revista, enciclopédia, dicionário.Atividade 2Leia o texto.Peixe-de-brigaSeu lugar de origem é a Tailândia. O seu nome científico é Bettasplendes. Chega a atingir 5 a 7 centímetros de comprimento.Os machos possuem largas nadadeiras. A fêmea não tem essacaracterística. Sua cor é um tom de marrom, enquanto o macho possuicores como o vermelho, verde, azul ou combinação destas.A temperatura da água deve ser entre 26 e 28 graus.Como alimentação prefere larvas de mosquito e raspa de fígado.A criação é iniciada com o macho construindo um ninho deborbulhas, com o ar que apanha na superfície e depois de prontoestimula a fêmea para que ela solte os ovos.Após a desova a fêmea deve ser separada. Ao passar 48 horas osovos eclodirão e o macho irá cuidar dos filhotes.Depois de duas semanas, o macho também deve ser separado dosfilhotes.FABICHAK, Doglas & Walter. Peixes de Aquário. São Paulo: Nobel, 1982, p.65 - 68.Converse com seus colegas sobre o que você ainda não sabia e ficousabendo sobre o peixe-de-briga.Atividade 3Questão 1Complete o quadro abaixo com as informações do texto. Para completar oquadro, você pode usar, também, as informações do texto que pesquisou.Língua PortuguesaLeitura e Produção de Texto Poético, Texto Epistolar eTexto InformativoO texto informativo
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 3 ■ Aula 169Aula 3Assunto: PeixesI. Nome popular: Peixe-de-brigaII. Nome científico: _________________________________________III. Local de origem: _________________________________________IV. Descrição do macho:________________________________________________________________________________________________________________V. Descrição da fêmea________________________________________________________________________________________________________________VI. Temperatura da água do aquário: entre__________________graus.VII. Alimentação:________________________________________________________________________________________________________________VIII. Outras informações:________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________Para você, a pessoa que leu o texto sobre o peixe-espada (aula 1) seinteressaria por esse texto? Por quê?______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________LEIA EM CASA...O caipira andava ao longo da estradaseguido de dez cavalos. Nisso vem umautomóvel e o motorista grita para ocaipira:— Você tem dez. Mas eu tenhoduzentos e cinqüenta cavalos! — E —vrrrruuuu! — saiu em disparada!O caipira continuou seu passo. E lá nafrente estava o carro virado dentro do rio,ao lado da ponte.Aí o caipira falou pro motorista:— Oi, cumpadre! Dando água para atropa, é?Leia em casa...Professor, peça aos alunos para lerem o textopara a próxima aula.A intenção é permitir que a primeira leiturado texto seja individual, fora do contextoescolar. Aquela leitura que não poderá serauxiliada pelo professor, ou pelo colega declasse.Com isso, espera-se que o aluno mobilize osconhecimentos que tem a respeito do tipode texto, e os utilize para construir seusignificado. Caso, sozinho, isso não aconteça,que ele traga as dificuldades encontradas nacompreensão para serem discutidas em salade aula, quando, então, outras leituras serãofeitas (quantas se fizerem necessárias).
    • 70 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 3 ■ Aula 1Nesse momento, você terá a oportunidadede introduzir o uso do dicionário como recursopara compreensão do texto. O uso dodicionário com objetivo/finalidade.É preciso que os alunos compreendam, aofinal da aula 4, que os verbetes de dicionáriosão textos informativos, com definições quenos auxiliam, por exemplo, a descobrir osignificado de uma palavra.Aula 3
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 3 ■ Aula 171Professor, retome o texto que encerrou a aulaanterior.O objetivo da aula é conversar com os alunossobre a anedotinha a fim de verificar secompreenderam.Para compreender o texto, é necessário queos alunos• mobilizem o conhecimento que têm arespeito do tipo de texto (narrativo);• saibam que a palavra cavalo está sendousada no texto com sentidos diferentes;• saibam o significado da palavra tropa, nocontexto em que está sendo usada;• tenham o conhecimento de que o caipiraé considerado pelas pessoas da cidadecomo uma pessoa pouco esperta.Os verbetes de dicionário foram usados como intuito de auxiliar os alunos na compreensãodo texto, caso as palavras caipira e tropa nãosejam entendidas no contexto em queaparecem. Além disso, pretende-se despertaro interesse do aluno para o uso e importânciado dicionário. Os verbetes de dicionário sãotextos informativos, embora apresentemcaracterísticas diferentes dos textosencontrados nas enciclopédias, por exemplo.É muito comum ouvirmos os alunos fazeremperguntas como “Professor, o quesignifica...?” E, em geral, a resposta é:“Procure no dicionário.” Está corretoprocurar no dicionário, desde que se saibacomo fazê-lo.Releia o início do texto e observe o que, emprincípio, o quê parece simples pode setransformar em problema, impedir que osalunos compreendam o texto.O caipira andava ao longo da estradaseguido de dez cavalos1. Nisso vem umautomóvel e o motorista grita para ocaipira:— Você2tem dez3. Mas eu tenhoduzentos e cinqüenta cavalos4!1cavalos – animal2você – refere-se ao caipira (pode pareceróbvio, mas, às vezes, para o aluno não é.)3Você tem dez... – elipse do referentecitado no parágrafo anterior: cavalos.4cavalos – não se refere ao animal, masà potência do automóvel.Se o aluno não fizer essa leitura do início dotexto, provavelmente, ele não entenderá oporquê de o caipira ter perguntado aoOrientações para o professor4AulaAula 4Aula 4Atividade 1E AÍ? VOCÊ GOSTOU DA ANEDOTINHA?Leia-a novamente, antes de conversar com os colegas sobre ela.O caipira andava ao longo da estradaseguido de dez cavalos. Nisso vem umautomóvel e o motorista grita para ocaipira:— Você tem dez. Mas eu tenhoduzentos e cinqüenta cavalos! — E —vrrrruuuu! — saiu em disparada!O caipira continuou seu passo. E lá nafrente estava o carro virado dentro do rio,ao lado da ponte.Aí o caipira falou pro motorista:— Oi, cumpadre! Dando água para atropa, é?caipira. S. 2 g. 1. Bras., S. Habitante docampo ou da roça, particularmente os depouca instrução e de convívio e modosrústicos. [Sin., sendo alguns regionais:capiau, casca-grossa, jeca, matuto,mocorongo, roceiro, sertanejo.].tropa. S.f. 1. Conjunto de muitas pessoasagrupadas; multidão. 2. Conjunto desoldados. 3. Bras. Caravana de animaisequídeos, especialmente os de carga.Questão 1A palavra cavalos é usada com o mesmo sentido no 1º e 2º parágrafos?Questão 2O que o motorista quis dizer com “— Você tem dez. Mas eu tenhoduzentos e cinqüenta cavalos!”? Com que intenção ele disse isso parao caipira?Questão 3O caipira se incomodou com o que o motorista do carro disse para ele? Comoé possível saber isso?Questão 4Por que o carro estava dentro do rio, ao lado da ponte? Como ele foi parar lá?Língua PortuguesaLeitura e Produção de Texto Poético, Texto Epistolar eTexto InformativoO texto informativo
    • 72 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 3 ■ Aula 1Aula 4Questão 5Como o caipira se dirige ao motorista do carro? Você acha que eles sãomesmo compadres?Questão 6O que o caipira quis dizer com a frase “— Oi, cumpadre! Dando águapara a tropa, é?”? Com que intenção ele disse isso para o motorista docarro? Para o caipira, o motorista estava mesmo dando água para os“cavalos”?Questão 7Quando leu a anedotinha, em casa, sozinho, você a achou engraçada? Porquê?Questão 8E, agora, depois de conversar com os colegas sobre ela, você acha que elaé engraçada? Por quê?Questão 9Que título você daria para a anedotinha? Por quê?Atividade 2Leia novamente o verbete de dicionário. Depois, preencha os quadrinhoscom as informações que tiver sobre como as palavras, aparecem nodicionário.tropa. S.f. 1. Conjunto de muitas pessoasagrupadas; multidão. 2. Conjunto de soldados. 3.Bras. Caravana de animais equídeos,especialmente os de carga.motorista se ele estava dando água à tropa.Mais difícil, ainda, se ele não souber o quesignifica tropa (no contexto em que estásendo usada).Nesse momento, auxilie-os a usar odicionário. As etapas pelas quais devempassar dependerá dos conhecimentos que játêm sobre a finalidade do dicionário, a formade consultá-lo e a utilização das informaçõesencontradas nele.Imagine que os alunos já tenham encontradoa palavra.tropa. S.f. 1. Conjunto de muitaspessoas agrupadas; multidão. 2.Conjunto de soldados. 3. Bras. Caravanade animais eqüídeos, especialmente osde carga.É fácil? Não. Principalmente por se tratar dealunos das séries iniciais. Há muitasinformações...Faça a leitura do verbete junto com eles.Pergunte-lhes o significado de cada coisa. Porexemplo:• “Encontramos a palavra tropa. Agorasabemos o que significa, não é? Então...já é possível saber o que o caipira quisdizer?”• “Todas as informações que aparecem aípodem ser usadas no texto? Por quê?”• “Alguém sabe o significado dessesnúmeros 1...2...3... que aparecem aí?” “Eessas letras S f?” “E a palavra Bras?”Com certeza, você “vai dar um nó” na cabeçade muitas crianças. Mas não se preocupe, onó se desfará aos poucos, à medida queforem se habituando a usar o dicionário, nomomento em que acharem que ele poderáauxiliá-los.Outros itens também devem serconsiderados na leitura do verbete. Leianovamente a definição de tropa na acepçãotrês.3. Bras. Caravana de animais eqüídeos1,especialmente os...2de carga3.É justamente com esse sentido que a palavratropa foi utilizada na anedotinha. Mas, e seos alunos não souberem o significado daspalavras caravana e eqüídeos, a dificuldadepode persistir?Ao propor a consulta ao dicionário, não seesqueça de que ele deve ser usado paraauxiliar os alunos a construir o sentido dotexto, sempre que não conseguiremdescobrir o sentido significado da palavra nocontexto do texto.
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 3 ■ Aula 173PARA LER EM CASANa próxima aula, você e seus colegas vão brincar. Mas, para que isso sejapossível, você deve consultar o dicionário e procurar o significado dapalavra corrupio.Não se esqueça de que a brincadeira só será possível se você fizer a tarefa.corrupio. S. m. ___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________O uso deve estar sempre relacionado a umanecessidade, na de sala de aula, ou fora dela.Quanto às respostas, é preciso garantir acompreensão de que o caipira deu uma liçãono motorista. Quem acabou rindo por últimofoi o caipira, que zombou do motorista,quando viu o automóvel dele dentro do rio.Os duzentos e cinqüenta cavalos doautomóvel não eram animais, portanto, nãonecessitavam de água. Quando se dirige aodono do carro, o caipira faz referência à tropapara caçoar do motorista, pois 250 é umnúmero grande... um conjunto de animais,uma tropa.Aula 4Aula 4
    • 74 Atividades de Apoio à Aprendizagem 1Unidade 3 ■ Aula 1Espera-se que o aluno perceba que o sucessoda consulta depende muito do materialconsultado, e, também, da finalidade, doobjetivo da consulta. Às vezes, justamentea definição pretendida não está disponível emum dicionário compacto, como oMinidicionário Aurélio, por exemplo.Nos dicionários compactados, as definiçõessão resumidas.Mostre aos alunos a necessidade, emalgumas situações, de se consultar mais deum dicionário, com a intenção de encontraraquele que apresenta definições maiscompletas.Nessa aula, a consulta ao dicionário acontecepor motivo diferente do da aula anterior.Naquela, o dicionário foi usado em função daleitura da anedotinha. Aqui, é necessáriodescobrir o significado da palavra corrupio, afim de que se possa brincar.Se os alunos, por exemplo, tivessemencontrado essa palavra em um texto,provavelmente, continuariam sem saber oseu significado, caso tivessem consultado oDicionário Escolar da Língua Portuguesa.Observe:“O currupio acabou em gargalhada, poisMarcos soltou as mãos de Vítor, e o meninocaiu em cheio na poça de lama, perto docurral. (...)”?corrupio. s.m. Designação de vários jogosde criança; espécie de cata-vento de penasou papel, para crianças. (Dicionário Escolarda Língua Portuguesa.)No entanto, essa mesma definição seriasuficiente para o que foi pedido no final daaula anterior:...Não se esqueça de que as questõespropostas nas atividades não pretendem fazercom que as crianças passem a procurar todae qualquer palavra no dicionário, mas, sim,que o utilizem, de acordo com suasnecessidades.É preciso saber ler os verbetes de dicionário:abreviaturas; seleção do significado queadequado à finalidade, ao objetivo da consulta;busca de outra palavra, caso a definiçãodesejada traga informação desconhecida.Exemplo:corrupio. s.m. Designação de vários jogos decriançaOrientações para o professor5AulaAula 5Atividade 1VOCÊ FEZ A PESQUISA? DESCOBRIU O SIGNIFICADO DA PALAVRA CORRUPIO?Confira o resultado de sua pesquisa com a definição de corrupio retirada detrês dicionários diferentes.Definição 1corrupio. S. m. 1. Nome dado àsdiversasbrincadeirasinfantise,emparticular, àquela em que a pessoa,segurando a criança pelas duasmãos, rodopia juntamente com ela,rapidamente em círculosdiminutos, ou aquela em que duascrianças de mãos dadas, braçosesticados e os pés de cada uma emfrente dos da outra, rodopiamvelozmente. 2. Espécie de cata-vento de penas ou de papel, paracrianças.Definição 2corrupio. S.m. Designação devários jogos de criança; espécie decata-vento de penas ou papel, paracrianças.Definição 3corrupio S.m. Brinquedo em queduas crianças, de mãos dadas ebraçosesticados,rodopiamrápido.CONVERSE COM SEUS COLEGAS SOBRE OS TEXTOS ACIMA.Você fez sua pesquisa em um desses dicionários? Qual? Se não, em qualvocê pesquisou?Com a definição 3, do Minidicionário Aurélio, é possível brincar decorrupio? Por quê?Para você, das três definições qual é a mais completa? Por quê? Com ela épossível convidar os colegas para brincar?Novo Dicionário Aurélio daLíngua Portuguesa. São Paulo:Nova Fronteira. 2ª edição - revistaampliadaAurélio Buarque de HolandaFerreira. Multidicionário daLíngua Portuguesa. São Pualo:Nova Fronteira. 1977.Francisco da Silveira Bueno.Dicionário Escolar da LínguaPortuguesa. Rio de Janeiro: FAE .1986.Língua PortuguesaLeitura e Produção de Texto Poético, Texto Epistolar eTexto InformativoO texto informativo
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 3 ■ Aula 175Imagine que, ao procurar a palavra corrupio,o aluno se depare com outra dificuldade: nãosabe o significado de designação.designação. S.f. 1. Ato ou efeito de designar;indicação. 2. Denominação, qualificação. 3.Nomeação, indicação, escolha.Observe que as definições não são simples,mas não se espera que eles façam tudosozinhos. Utilizar o dicionário é aprendizado.É preciso aproveitar as situações que surgemno dia-a-dia, a fim de que eles possam ir sefamiliarizando, observando como o dicionárioé organizado, em que medida pode auxiliar,que situações o exigem ou permitem seuuso...Aos poucos, os alunos percebem que hámuitas regras que precisam ser seguidas paraque o dicionário seja bem utilizado, e quemuitas vezes não encontraram a palavraporque não souberam procurá-la. Exemplo:Ir ao dicionário à procura de um verboflexionado. Proponha uma situação comoessa, a fim de verificar como os alunosreagem. Se disserem que não encontram,pergunte-lhes por que acham que issoaconteceu. Faça a mesma pergunta paraaqueles que encontraram.Faça a mesma coisa quando surgirem outrassituações, como um adjetivo no feminino -extrovertida, por exemplo -, ou uma palavrano plural - bajuladores. Esse é um bomexercício para os alunos levantaremhipóteses, confirmá-las ou negá-las, levantaroutras.Dessa forma, eles mesmos constroem osconceitos e utilizam-nos de acordo com osseus objetivos fins.Não se esqueça de preparar o material para aconfecção dos brinquedos. Você vai precisarde: botão e barbante.Fazer os brinquedos é uma forma de osalunos verificarem que consultar o dicionáriopara saber o significado da palavra corrupiotinha um objetivo...Aula 5Quem consultar apenas o Dicionário Escolar da Língua Portuguesa,de Francisco da Silveira Bueno, poderá brincar? Por quê?Leia novamente a definição 1, em especial, o trecho em destaque.corrupio. S. m. 1. Nome dado às diversas brincadeiras infantis e, em particular,aquela em que a pessoa, segurando a criança pelas duas mãos, rodopiajuntamente com ela, rapidamente em círculos diminutos, ou aquela em que duascrianças de mãos dadas, braços esticados e os pés de cada uma em frente dosda outra, rodopiam velozmente. 2. Espécie de cata-vento de penas ou de papel,para crianças.Será que corrupio, além de brincadeira, é também o nome de um brinquedo,ou de um objeto? Como será esse brinquedo, objeto?De acordo com o verbete, corrupio é uma espécie de cata-vento. Você sabeo que é um cata-vento?CONSULTE O DICIONÁRIO...cata-vento. ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________E, agora, é possível saber por que o corrupio é uma espécie de cata-vento?VOCÊ SABIA QUE PODE MONTAR UM CORRUPIO?Pegue o material com a professora. Reúna-se com seus colegas de grupo emonte um corrupio. Para isso, leia as instruções abaixo.Angela leite de Souza. Tudo pode ser brinquedo. Belo Horizonte: Editora Lê.
    • 76 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 3 ■ Aula 1Agora é a vez do cata-vento. Leia com atenção as instruções e monte o seu.Heliana Brandão & Maria das Graças V. G. Froesler. O livro dos jogos e dasbrincadeiras. Belo Horizonte: LeituraFINALIZANDO...Para você, pesquisar o significado da palavra corrupio foi interessante,importante? Por quê?__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________Aula 5
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 3 ■ Aula 177Professor, divida a classe em grupos de nomáximo 4 alunos. Depois, explique-lhes aatividade.Incentive os alunos a lerem o texto, a fim deencontrar pistas que os auxiliem a identificara fruta.Oriente a leitura, auxiliando-os com perguntascomo:• O nome científico é suficiente paradescobrir o nome da fruta?• De acordo como o texto, a fruta éoriginária do Amazonas. Essa informaçãoé suficiente?• Você sabem o que significa formaesférica, ovóide? Que frutas de formaesférica, ou ovóide vocês conhecem?Professor, peça para que dêem exemplos.A forma da banana é esférica?■ fruta: pode ser qualquer uma;■ fruta esférica: pode ser a banana, porexemplo?;■ fruta, esférica, grande: pode ser ajabuticaba, acerola, pequi, goiaba,amora?;■ fruta, esférica, grande, de casca durae lisa: pode ser coco, mamão?Dessa forma, é possível que, no processo deleitura, eles identifiquem, selecionem,classifiquem, organizem informações emfunção do objetivo da leitura desse tipo detexto.Pergunte-lhes independentemente de elesterem encontrado ou não a resposta, se elessabem qual é o objetivo desse texto.Espera-se que cheguem à conclusão de queo objetivo do texto é informar, ao leitorinteressado, sobre determinada fruta: ocupuaçu.O leitor interessado pode ser• um produtor interessado no cultivo;• uma pessoa que aprecie a fruta e queirasaber mais sobre ela;• um repórter que deseja escrever umamatéria falando como a fruta é utilizadana fabricação de doces.Além de falar sobre o cupuaçu, você podeaproveitar o momento para a produção,mesmo que oral, de textos informativos quetematizem outras frutas. Como? Imagine quevocê pergunte:Professor: “Que frutas de forma esférica, ouovóide vocês conhecem?”Orientações para o professor6AulaAula 6Atividade 1Leia o texto a seguir.QUEM SOU EU?Assunto: FrutasNome popular: .................................................................................................Nome científico: Theobroma grandiflorum (Willd. ex Spreng.) Schum.Origem: Brasil - Amazonas. Características da planta: Árvore de até 10m de altura com ramos flexíveis. Folhas longas de até 60 cm decomprimento, de coloração ferrugínea na face inferior. Flores grandes,de cor vermelho- escura, presas diretamente ao tronco.Fruto: Forma esférica ou ovóide de até 25 cm de comprimento. Cascadura e lisa, de coloração castanho-escura. Sementes envoltas por polpabranca, ácida e aromática. Frutifica de janeiro a maio.Cultivo: Propaga-se por sementes em regiões de clima quente e úmido.Aceita solo de baixa fertilidade e o plantio ocorre na estação chuvosa.O ..................... é uma fruta exagerada: grande, pesada, volumosa,perfumadíssima. As folhas de sua árvore são grandes; suas sementessão muitas e também grandes, envoltas em uma polpa branca, ácida ede aroma bastante forte e agradável. Para o olfato de alguns, o cheiro do........................ maduro é tão forte que chega a ser um pouco enjoativo.Quando maduro, o ........................... simplesmente cai. A polpa, carnuda, éremovida com tesoura e os resíduos que ficam na semente, lavados.Depois de processada, a polpa do .............................. é congelada, podendoser comercializada a longas distâncias.Com essa polpa refrescante faz-se todo tipo de doces, uma verdadeiraconfeitaria: sucos, refrescos e sorvetes; licores e aguardentestemperados; cremes, gelatinas, espumas, mousses e pudins; tortas, bolos,pavês, biscoitos e coberturas para outros doces; compotas e geléias;doces de colher, de cortar e cristalizados; e o famoso bombom de............................... .CONVERSE COM SEUS COLEGASPelaleituradotexto,foipossívelidentificarafruta?Porquê?Queinformaçõesmais o auxiliaram na identificação?Vocês conversaram sobre outras frutas? Quais? Você gostaria de fazer umapesquisa sobre alguma delas? Qual? Por quê?Língua PortuguesaLeitura e Produção de Texto Poético, Texto Epistolar eTexto InformativoO texto informativo
    • 78 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 3 ■ Aula 1Atividade 2Leia a lista de frutas abaixo. Em seguida, assinale o nome daquelas que vocêconhece.( ) açaí( ) abacaxi( ) carnaúba( ) café( ) caju( ) coco( ) caqui( ) figo( ) goiaba( ) melão( ) morango( ) pitanga( ) jabuticaba( ) macaúba( ) graviola( ) jambo( ) manga( ) pequi( ) sapucaiaAgora, escolha uma das frutas da lista e, com as informações que você tem,preencha o quadro abaixo.Assunto: FrutasNome popular: ___________________________________________Nome científico: __________________________________________Origem: __________________________________________________Características da fruta: _________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________Alunos: “O abacate!”... “Mamão!”...Professor: Pode ser o abacate, o mamão?Eles têm forma ovóide? São grandes? Vamoscontinuar a ler o texto para verificar?Professor: Qual a cor da fruta de que estamostentando descobrir o nome?Alunos: Castanho-escura!!Professor: O abacate tem essa coloração? Eo mamão?Alunos: !?Professor: Qual a cor do mamão e doabacate?E assim por diante...Ao final, as informações podem ser utilizadaspara a produção de texto. Não se preocupese os textos produzidos por eles se limitarema duas ou três frases... Já é um bom começopara a produção desse tipo de texto.O abacate tem casca verde, meio áspera.O caroço do abacate é duro e grande. Apolpa do abacate é muito gostosa. Aspessoas usam a polpa pra fazer vitamina.(texto produzido por aluno)Texto na íntegraCUPUAÇUNome popular: cupu; cupuaçueiroNome científico: Theobroma grandiflorum (Willd.ex Spreng.) Schum.Família botânica: SterculiaceaeOrigem: Brasil - Amazonas. Características daplanta: Árvore de até 10 m de altura com ramosflexíveis. Folhas longas de até 60 cm decomprimento, de coloração ferrugínea na faceinferior. Flores grandes, de cor vermelho- escura,presas diretamente ao tronco.Fruto: Forma esférica ou ovóide de até 25 cm decomprimento. Casca dura e lisa, de coloraçãocastanho-escura. Sementes envoltas por polpabranca, ácida e aromática. Frutifica de janeiro amaio.Cultivo: Propaga-se por sementes em regiões declima quente e úmido. Aceita solo de baixafertilidade e o plantio ocorre na estação chuvosa.O cupuaçu é uma fruta exagerada: grande, pesada,volumosa, perfumadíssima. As folhas de sua árvoresão grandes; suas sementes são muitas e tambémgrandes, envoltas em uma polpa branca, ácida ede aroma bastante forte e agradável. Para o olfatode alguns, o cheiro do cupuaçu maduro é tão forteque chega a ser um pouco enjoativo.Quando maduro, o cupuaçu simplesmente cai. Apolpa, carnuda, é removida com tesoura e osresíduos que ficam na semente, lavados. Depoisde processada, a polpa do cupuaçu é congelada,podendo ser comercializada a longas distâncias.Com essa polpa refrescante, faz-se todo tipo dedoces, uma verdadeira confeitaria: sucos, refrescose sorvetes; licores e aguardentes temperados;cremes, gelatinas, espumas, mousses e pudins;tortas, bolos, pavês, biscoitos e coberturas paraoutros doces; compotas e geléias; doces de colher,de cortar e cristalizados; e o famoso bombom decupuaçu.Muito próximo do cacau, o cupuaçu carrega, comoele, o nome Theobroma ou manjar dos deuses. Ese, externamente, o cupuaçu é muito diferente docacau, hoje em dia já se sabe que, de suasAula 6
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 3 ■ Aula 179gordurosas amêndoas, é possível extrair uma pastasemelhante àquela com que se produzem ochocolate e a manteiga de cacau.Industrializado, o chocolate de cupuaçu já pode serencontrado em diversas capitais do país e começaa ser exportado, na onda internacional pela buscade produtos naturais e amazônicos. Como reflexo,ampliou-se o número de pessoas animadas com oseu cultivo e, em algumas regiões, o cupuaçu jáestá sendo tratado como o verdadeiro" chocolatebranco".www.bibvirt.futuro.usp.br/acervo/paradidat/frutas/menuAula 6
    • 80 Atividades de Apoio à Aprendizagem 1Unidade 3 ■ Aula 1Professor, faça, junto com os alunos, a leiturada capa do livro. Não é essencial que elesconheçam a obra, mas, sim, que seinteressem pela capa, a fim de que vocêpossa iniciar o trabalho voltado para a leiturada biografia de Ziraldo e Carlos D. deAndrade.Atividade 1Questão 1Se os alunos conhecerem a obra... ótimo!Caso não conheçam, você terá a oportunidadede falar sobre ela.Questão 2A ilustração deve auxiliá-los nas hipótesessobre o conteúdo do livro. Provavelmente,dirão que é a história de amor entre doiselefantes.Questão 3Essa é fácil. A imagem não deixa dúvidas... anão ser que o aluno nunca tenha visto umelefante antes.Questão 4Com certeza, os alunos dirão que o coraçãosimboliza o amor. Aproveite o momento paraperguntar aos alunos por que o ilustrador deudestaque ao “bumbum” do elefante, emlugar, por exemplo, da cara. Espera-se queos alunos percebam que existe umaproximidade entre o desenho do coração e oformato do traseiro do elefante.Questão 5Espera-se que os alunos identifiquem epossam falar sobre Ziraldo, visto que um doslivros do autor já foi trabalhado nesta unidade.Quanto a Carlos D. de Andrade, é provávelque seja pouco, ou nada conhecido pelosalunos. Isso é esperado, pois o autor não temmuita coisa destinada ao público infantil. Alémdisso, o aluno deve perceber, também, queZiraldo ilustrou o livro (... a informação aparecena capa). Aproveite o momento para falarsobre o assunto: autor e ilustrador. Pergunte-lhes se sabem o que é um autor, o que elefaz, qual a diferença entre um e outro, quemilustra também pode escrever e vice-versa.Faça-os refletir sobre o assunto (na aula 4,eles leram um texto escrito por Ziraldo.Questão 6Quanto à questão do ilustrador, é importantesaber o que eles pensam sobre o assunto.Pergunte-lhes se todos os livros que lerameram ilustrados, se eles acham que ailustração é importante, por quê; se ailustração precisa mostrar o que está escrito,se ela complementa o que está escrito etc.Discuta todas essas questões, pois, em geral,os alunos não costumam dar importância aosilustradores, às ilustrações que encontramnos livros. Discutir isso significa dar aos alunosOrientações para o professor7AulaAula 7Atividade 1Observe, com atenção, a capa do livro.CONVERSE COM SEUS COLEGASQuestão 1Você conhece esse livro? Já o leu? O que teria a dizer aos colegas sobre ele?Questão 2O título do livro é História de dois amores. Sobre o que fala o livro?Questão 3Que animal aparece na capa do livro? Foi fácil identificá-lo? Por quê?Questão 4Há, na capa do livro, o desenho de dois corações. Você acha que eles têmalguma relação com o título do livro? Qual?Língua PortuguesaLeitura e Produção de Texto Poético, Texto Epistolar eTexto InformativoO texto informativo
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 3 ■ Aula 181a oportunidade de começar a avaliar aimportância e a qualidade das ilustrações queencontram nos livros.Questão 7O objetivo é apenas fazê-los pensar no nomedo escritor... talvez já tenham ouvido o nomeem casa, dito por um irmão, mãe, porexemplo; lido no jornal, mesmo que oassunto, naquele momento, não tenha lhesinteressado.Questão 8Professor, faça a leitura do texto, mas não daimagem; deixe que eles estabeleçam acorrespondência entre um e outro. Issopermitirá a reflexão sobre o trabalho doilustrador. É importante que eles percebamcomo o ilustrador capta a intenção do autor ea transforma em imagem.Aula 7Questão 5Observe, agora, os nomes que aparecem na parte superior e inferior da capado livro. Você já deve saber quem é Ziraldo, o autor do livro O MENINOMALUQUINHO. Foi ele quem escreveu o livro HISTÓRIA DE DOISAMORES?Questão 6Você sabe o que é um ilustrador? Pela informação da capa do livro, é possíveldizer que, além de escritor, Ziraldo é ilustrador?Questão 7Carlos Drummond de Andrade... Você já ouviu esse nome antes? Sabequem é ele? Foi ele quem escreveu o livroHISTÓRIA DE DOIS AMORES?Leia a seguir um trecho do livro para responder à questão 8.E era um bailar, um esfregar carinhoso de trombas, um dizer coisas suaves einfantis que não acabava mais. Os dois dançavam, leves como borboletas, e,como borboletas, sem pisar no chão. Flutuavam, libertados de peso, pois o amordispensa a lei da gravidade e outras leis da Física. Estavam felizes desde sempree para sempre. A elefantada, em roda, babava-se de inveja e todos aplaudiam,enternecidos. Muito namoro começou naquela hora, por influência.Questão 8Você acha que Ziraldo precisou ler a história antes de ilustrá-la? Por quê? Opapel do ilustrador é importante? Por quê?
    • 82 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 3 ■ Aula 1Atividade 2Qualquer história que ouvimos oulemosfoicriadaeescritaporalguém.Quem cria e escreve uma história éo AUTOR. O autor é uma pessoareal, que existe na vida real. Leia aseguir a biografia de dois grandesescritores brasileiros: Ziraldo (foto)e Carlos Drummond de Andrade.Ziraldo Alves Pinto nasceu no dia 24 de outubro de 1932 em Caratinga, MinasGerais. Começou sua carreira nos anos 50 em jornais e revistas de expressão, comoJornal do Brasil, O Cruzeiro, Folha de Minas etc. Além de pintor é cartazista,jornalista, teatrólogo, chargista, caricaturista e escritor.Ziraldo explodiu nos anos 60 com o lançamento da primeira revista em quadrinhosbrasileira feita por um só autor: A TURMA DO PERERÊ.Em 1969 Ziraldo publicou o seu primeiro livro infantil, FLICTS, que conquistou fãs emtodo o mundo. A partir de 1979 concentrou-se na produção de livros para crianças,e em 1980 lançou O MENINO MALUQUINHO, um dos maiores fenômenos editoriaisde todos os tempos no Brasil. O livro já foi adaptado com grande sucesso para teatro,quadrinhos, ópera infantil, vídeo-game, Internet e cinema. Uma seqüência do filmedeve ser lançada em breve!(Adaptado do site www.ziraldo.com/livros)Carlos Drummond de Andrade nasceu e passou a infância numa fazenda emItabira,MinasGerais.Formou-seemFarmácia(1925)emOuroPreto,masnãoexerceua profissão. Voltou a Belo Horizonte, onde freqüentou as rodas de escritores. Em1926, entrou para o jornalismo no Diário de Minas. Em 1930, lançou o primeiro livro,Alguma Poesia, e quatro anos depois, assumiu a chefia de gabinete do Ministérioda Educação no Rio de Janeiro. Na década de 40, escreveu poesia de fundo social,como em Sentimento do Mundo (1940) e A Rosa do Povo (1945). Em 1954passa a escrever crônicas no jornal Correio da Manhã e, em 1969, no Jornal doBrasil. Entre suas obras estão Lição de coisas(1962), Os Dias Lindos (crônicas, 1978)e Boca de Luar (crônicas, 1984).Questão 1Você sabe o que é uma biografia? Já leu uma? De quem? Ela erainteressante? É de uma pessoa conhecida?________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________Atividade 2Questão 1Aproveite o momento para a consulta aodicionário, caso não saibam o significado dapalavra biografia. Isso não vai ser difícil, poisjá tiveram a oportunidade de manusear odicionário nas aulas 5 e 6.Questão 2Espera-se que os alunos, após a leitura dasduas biografias, sejam capazes de voltar aelas e identificar as informações pedidas. Aintenção da questão é permitir que os alunosverifiquem que há dados em comum entre oilustrador e autor: ambos nasceram nomesmo estado.Questão 3Espera-se que os alunos percebam que umabiografia apresenta os fatos em ordemcronológica.Questão 4Solicite que os alunos leiam o textonovamente. Pare em cada data, comente osfatos que ela demarca.CONVERSE COM SEUS COLEGASProfessor, não crie muitas expectativas emrelação ao conhecimento dos alunos sobreas obras de Sylvia Orthof. Espera-se, apenas,que a atividade atice a curiosidade dos alunos,levando-os a buscar informações sobre aautora e suas obras.Na aula seguinte, os alunos terãooportunidade de conhecer a autora econversar sobre, pelo menos, uma de suasobras: Malaquias.Aula 7
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 3 ■ Aula 183Questão 2Ziraldo e Carlos Drummond de Andrade nasceram na mesma cidade eEstado?____________________________________________________________________________________________________________________Questão 3De acordo com o texto, o que aconteceu na vida de Ziraldo nos anos de1950, 1960, 1969, 1979 e 1980?____________________________________________________________________________________________________________________Questão 4Releia a biografia de Drummond e escreva o que aconteceu na vida delenos anos de:1926: __________________________________________________________________________________________________________1930: __________________________________________________________________________________________________________1940: __________________________________________________________________________________________________________1945: __________________________________________________________________________________________________________1954: __________________________________________________________________________________________________________1962: __________________________________________________________________________________________________________1969: __________________________________________________________________________________________________________1978: __________________________________________________________________________________________________________1984: __________________________________________________________________________________________________________As biografias de Ziraldo e Carlos Drummond de Andrade contam ahistória de vida desses escritores brasileiros consagrados e apresentam osfatos na seqüência em que eles aconteceram, ou seja, em ordemcronológica.Aula 7
    • 84 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 3 ■ Aula 1ordem cronológica. 1. Ordem de entrada ou de chegada de papéis,documentos ou pessoas a um estabelecimento. 2. Ordem que se segue, emum escrito, lista etc., respeitando a seqüência das datas.(Dicionário Aurélio)PARA LER E FAZER...EM CASA!Leiaalistadelivrosaseguir.Elesforamescritospelamesmapessoa.Assinaleaqueles que você conhece, e, se souber, o nome de quem o escreveu. Setiver o livro em casa, traga-o na próxima aula, para mostrar aos colegas.( ) Os bichos que tive: memórias zoológicas( ) Malaquias( ) Maria vai com as outras( ) Se as coisas fossem mães( ) Uma velha e três chapéus( ) Mudanças no galinheiro mudam as coisas por inteiroAula 7
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 1Unidade 3 ■ Aula 185Retomando o final da aula anteriorSe os alunos não tiverem encontrado nadasobre a escritora, dê você informações sobreela. Mostre a eles os livros que vocêselecionou.Atividade 1A intenção da atividade é fazer com que osalunos conversem sobre o assunto, casodesconheçam a diferença.Atividade 2Peça aos alunos para observarem a capa dolivro com atenção. Provavelmente eles farãoa atividade com certa facilidade, pois, na aulaanterior, leram a capa de um outro livro.Caso algum aluno se lembre de já ter vistoou lido este livro, peça para que conte aoscolegas quem é Malaquias, por que o livrotem esse nome...Em seguida, leia o texto (autobiografia deSylvia e Tato) em voz alta. Depois, peça paraque o comentem. Pergunte-lhes se eles• sabem quem escreveu o texto;• como conseguiram identificar o autor;• sabem para quem o texto foi escrito.O objetivo é que os alunos percebam que otexto foi escrito pela própria Sílvia Orthof:destacar o uso dos pronomes (eu e meu), dosverbos em 1ª pessoa ( fui, nasci, sou, tenho...).Professor, a capa do livro Malaquias nãoaparece na aula por acaso. A autobiografia deSylvia Orthoff, usada na aula, foi publicadaneste livro; portanto, dirige-se ao públicoinfantil. Há um tom de descontração eadequação da linguagem ao público a que sedestina...Informações adicionais sobre...Prêmio JabutiO Prêmio Jabuti, concedido anualmente pelaCâmara Brasileira do Livro, é o mais tradicionalprêmio literário brasileiro. Ele foi concebido porEdgard Cavalheiro em 1958, quando este erapresidente da CBL. Mas foi seu sucessor, DiaulasRideel, que em 1959 criava a estatueta Jabuti comoprêmio, através de um concurso entre escultores.No folclore brasileiro, o jabuti é um animal que sedistingue pela paciência e tenacidade com quevence os desafios. Por isso foi escolhido parasimbolizar a atividade de nossos escritores,editores, livreiros e gráficos.O primeiro ganhador do Jabuti na categoriaRomance, foi Jorge Amado, com Gabriela, Cravoe Canela, em 1959. Desde então, muitosrenomados escritores e intelectuais brasileirosreceberam o prêmio.Orientações para o professor8AulaAula 8E, então, você conhece algum livro da lista? Qual? E a autora do livro? Quempoderia falar sobre ela, sobre os livros que ela escreveu?Atividade 1Leia os textos a seguir, retirados do Novo Dicionário Aurélio da LínguaPortuguesa, de Aurélio Buarque de Holanda.biografia. S.f. Descrição ou história da vida de uma pessoa.autobiografia. S.f. História da vida de uma pessoa escrita porela mesma.Para você, há diferença entre a biografia e a autobiografia? Qual?Atividade 2Observe a capa do livro:CONVERSE COM SEUS COLEGASQual o título do livro? Observe os nomes que aparecem na parte superior einferior da capa do livro. Quem é o autor do livro? Quem o ilustrou? Por queeditora o livro foi publicado?Língua PortuguesaLeitura e Produção de Texto Poético, Texto Epistolar eTexto InformativoTexto Informativo
    • 86 Atividades de Apoio à Aprendizagem 1Unidade 3 ■ Aula 1Agora, leia o texto que aparece na última página desse livro.SYLVIA ORTHOFF E TATOTato e eu somos casados, moramos em Petrópolis. Tato é arquitetoaposentado, hoje dedica-se a ilustrar livros.Eu fui atriz, quando jovem. Depois, danei de escrever. Adoroinventar, brincar com as palavras.Tato nasceu na Polônia e estudou arquitetura em Milão. Vindo, porcausa da guerra, para o Brasil, foi um dos arquitetos do Hotel Quitandinha,em Petrópolis. Eu nasci no Rio, sou filha de austríacos.Estudei teatro em Paris, trabalhei no Teatro Brasileiro de Comédia,em São Paulo, e hoje ainda dirijo o Teatro do Livro Aberto, para o qualescrevo peças e dirijo espetáculos.Já tenho mais de cem livros editados e ganhei prêmios daAssociaçãode Críticos de Arte, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil,Jabuti etc.. O prêmio maior é ver que um livro meu agrada a uma criança,ou a um adolescente.Tato ganhou o Prêmio Jabuti de Melhor Ilustração; com o livroEnferrujado, lá vai o soldado, da Ed. Salamandra.Somos dois velhotes que trabalham com livros, bonecos e teatro.Sylvia OrthoffQuestão 1Sobre quem o texto fala?____________________________________________________________________________________________________________________Questão 2Onde Tato nasceu? E Sylvia Orthof?____________________________________________________________________________________________________________________Questão 3Onde Tato estudou arquitetura? E Sylvia? Onde estudou teatro?____________________________________________________________________________________________________________________Questão 4De acordo com o texto, quem escreve e quem ilustra os livros?____________________________________________________________________________________________________________________Questão 5O texto que você leu foi escrito pela própria autora? Como é possível saberisso?____________________________________________________________________________________________________________________A cerimônia de entrega do Prêmio aconteceanualmente nas Bienais Internacionais do Livro, oraem São Paulo, ora no Rio de Janeiro. São ao todo16 categorias, desde romance, até literatura infantile juvenil, passando por produção gráfica, capa,tradução e ilustração.Os vencedores da estatueta concorrem tambémà categoria "Livro do Ano", nas áreas de Ficção eNão-Ficção, quando recebem um prêmio emdinheiro.Prêmio FNLIJA FNLIJ - Fundação Nacional do Livro Infantil eJuvenil é a seção brasileira do International Boardon Books for Young People - IBBY, órgão consultivoda Unesco para o livro infantil. A FNLIJ, instituiçãoprivada sem fins lucrativos, de caráter técnico-educacional, é pioneira na realização de projetosde difusão de leitura no Brasil. Cria e supervisionaprojetos de incentivo à leitura - locais, estaduais enacionais, tais como "Ciranda de Livros", Viagemda Leitura" e "Meu Livro, Meu Companheiro".A FNLIJ realiza, anualmente, o Prêmio para os livrosinfantis e juvenis publicados no Brasil. Paraselecionar os melhores livros de cada ano, em seiscategorias (criança, jovem, poesia, imagem,informativo e tradução), conta com a leitura eapreciação de quarenta especialistas de todo o país.A FNLIJ orienta as editoras brasileiras paraenviarem sua produção anual aos votantes de todoo país (especialistas em literatura infantil e juvenil,professores, bibliotecários, críticos, dentre outros)e para o Centro de Documentação e Pesquisa -CEDOP da FNLIJ para que os livros possam serjulgados.O Prêmio FNLIJ tem o objetivo de selecionar osmelhores livros considerando a qualidade literária,artística e gráfica (texto, ilustação e projeto gráfico),contemplando com a láurea AltamenteRecomendável cerca de 60 títulos (incluindo ostraduzidos) que depois são selecionados para oPrêmio.(www.moderna.com.br/produtos/premios)Aula 8
    • Atividades de Apoio à Aprendizagem 1Unidade 3 ■ Aula 187Atividade 3Agora, você e seu colega de grupo vão escrever uma biografia e umaautobiografia.Primeiro, você escreve a biografia dele e ele a sua. Faça o texto sem pedirauxílio a ele. Antes de escrever, pense:• o que sei sobre meu colega;• que informações são importantes:nome;idade;cidade em que nasceu;escola em que estuda;em que ele se destaca, por exemplo:♦ sempre ganha o concurso de redação da escola;♦ freqüenta, diariamente, a biblioteca, lê tudo que vê pela frente;♦ éoreidasbrincadeiras,conhecetodaseasensinaaoscolegas;♦ adora contar casos, por isso ganhou o apelido de “Pescador”;♦ o terror da escola, pois vive pregando peças nos colegas eprofessores etc.Biografia de _____________________________________________Escrita por _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________Aula 8
    • 88 Atividades de Apoio à Aprendizagem 5Unidade 3 ■ Aula 1AGORA, FAÇA A SUA AUTOBIOGRAFIA.Autobiografia________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________.Aula 8
    • PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLARGESTAR IDIPRO / FNDE / MECCONSULTORES DAS ÁREAS TEMÁTICASLíngua PortuguesaMaria Antonieta Antunes CunhaDoutora em Letras - Língua PortuguesaUniversidade Federal de Minas Gerais/UFMGProfessora Adjunta Aposentada - Língua Portuguesa - Faculdade de LetrasUniversidade Federal de Minas Gerais/UFMGMatemáticaCristiano Alberto MunizDoutor em Ciência da EducaçãoUniversidade Paris XIIIProfessor Adjunto - Educação Matemática - Faculdade de EducaçãoUniversidade de Brasília/UnBNilza Eigenheer BertoniMestre em MatemáticaUniversidade de Brasília/UnBProfessora Assistente Aposentada - Departamento de MatemáticaUniversidade de Brasília/UnB
    • PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLARGESTAR IDIPRO / FNDE / MECDiretora de Assistência a Programas Especiais - DIPROIvone Maria Elias MoreyraChefe da Divisão de Formulação e Implementação - DIFIMDébora Moraes CorreiaEQUIPE EDITORIALAssessoria PedagógicaMaria Umbelina Caiafa SalgadoConsultora - DIPRO/FNDE/MECCoordenação GeralSuzete Scramim Rigo - IQECoordenação PedagógicaRegina Maria F. Elero Ivamoto - IQEElaboraçãoMarília Barros Almeida Toledo - Matemática - IQESuzana Laino Cândido - Matemática - IQEMaria Valíria Aderson de Mello Vargas - Língua Portuguesa - IQEKahori Miyasato - Língua Portuguesa - IQEEquipe de Apoio TécnicoMarcelina da Graça S. Peixoto - IQEMaria Christina Salerno dos Santos - IQEProdução EditorialInstituto Qualidade no Ensino - IQE