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  • 1. RIP Jean Pimentel Marcos Correa Redes de Computadores Prof. Eduardo Pagani
  • 2. RIP <ul><li>Protocolo de roteamento interno (IGP). Ou seja, utilizados para rotear pacotes dentro do domínio. </li></ul><ul><li>Desenvolvido como componente de rede do UNIX BSD. </li></ul><ul><li>Extremamente simples. </li></ul><ul><li>Da família de algoritmos de roteamento vetor-distância. </li></ul>
  • 3. Roteamento Vetor-Distância <ul><li>Cada roteador mantém uma tabela (ou vetor) que fornece a melhor distância conhecida até cada destino </li></ul><ul><li>A métrica utilizada pode ser de número de saltos ( hops ), atraso, número total de pacotes na fila de cada caminho </li></ul><ul><li>As tabelas são atualizadas através de troca de mensagens com seus roteadores vizinhos </li></ul>
  • 4. Funcionamento <ul><li>Cada entrada deve conter: </li></ul><ul><li>Endereço  Endereço IP </li></ul><ul><li>Roteador  O primeiro roteador </li></ul><ul><li>Interface  A rede física </li></ul><ul><li>Métrica  Distância ao destino (de 1 a 15) </li></ul><ul><li>Tempo  Quando a entrada foi atualizada </li></ul>
  • 5. Funcionamento 0 --- A Custo Interface De A A B C D E 1 3 2 4 5 6
  • 6. Funcionamento 0 --- A Custo Interface De A 1 1 A 0 --- B Custo Interface De B A B C D E 1 3 2 4 5 6 1 3 A 0 --- D Custo Interface De D
  • 7. Funcionamento 0 --- A Custo Interface De A 1 1 A 0 --- B Custo Interface De B A B C D E 1 3 2 4 5 6 1 3 A 0 --- D Custo Interface De D 2 2 A 1 2 B 0 --- C Custo Interface De C
  • 8. Funcionamento 0 --- A Custo Interface De A 1 1 A 0 --- B Custo Interface De B A B C D E 1 3 2 4 5 6 1 3 A 0 --- D Custo Interface De D 2 2 A 1 2 B 0 --- C Custo Interface De C 3 5 A 2 5 B 1 5 C 0 --- E Custo Interface De E
  • 9. Funcionamento 0 --- A Custo Interface De A 1 1 A 0 --- B Custo Interface De B A B C D E 1 3 2 4 5 6 1 3 A 0 --- D Custo Interface De D 2 2 A 1 2 B 0 --- C Custo Interface De C 3 5 A 2 5 B 1 5 C 0 --- E Custo Interface De E
  • 10. Funcionamento 0 --- A Custo Interface De A 1 1 A 0 --- B Custo Interface De B A B C D E 1 3 2 4 5 6 1 3 A 0 --- D Custo Interface De D 2 2 A 1 2 B 0 --- C Custo Interface De C 3 5 A 1 4 B 1 5 C 0 --- E Custo Interface De E
  • 11. Funcionamento 0 --- A Custo Interface De A 1 1 A 0 --- B Custo Interface De B A B C D E 1 3 2 4 5 6 1 3 A 0 --- D Custo Interface De D 2 2 A 1 2 B 0 --- C Custo Interface De C 2 4 A 1 4 B 1 5 C 0 --- E Custo Interface De E
  • 12. Funcionamento E assim, sucessivamente! 0 --- A Custo Interface De A 1 1 A 0 --- B Custo Interface De B A B C D E 1 3 2 4 5 6 1 3 A 0 --- D Custo Interface De D 2 2 A 1 2 B 0 --- C Custo Interface De C 2 4 A 1 4 B 1 5 C 0 --- E Custo Interface De E
  • 13. Viabilidade do tempo de convergência <ul><li>Determinação de um tempo grande o suficiente de forma que nenhuma rota real seja tão grande. </li></ul><ul><li>Mas ao mesmo tempo que não demore muito para que seja identificado que algo errado aconteceu. </li></ul>
  • 14. <ul><li>Método “Triggered Updates” </li></ul><ul><ul><li>O roteador envia sua mensagem de atualização sempre que notar alteração na sua tabela, ao invés de ter que esperar pelo seu tempo de envio. </li></ul></ul><ul><ul><li>Diminui a propagação de mensagens desatualizadas, diminuindo a quantidade de loops existentes. </li></ul></ul><ul><ul><li>Por outro lado, carrega muito a rede. </li></ul></ul>Viabilidade do tempo de convergência
  • 15. Tamanho da Rede <ul><li>Se A acha que pode chegar a C via B, sua mensagem para B deve indicar que C não é alcançável. </li></ul><ul><li>Se a rota através de B é real, então a rota de B não pode voltar para A, uma vez que isto forma um loop . </li></ul><ul><li>Logo, se A diz a B que C não é alcançável, é resguardada a possibilidade de B se confundir e achar que há uma rota para C por A. </li></ul>
  • 16. Tamanho da Rede <ul><li>Exige que as mensagens enviadas por um roteador sejam diferenciadas para cada um de seus vizinhos </li></ul><ul><li>Chamado &quot;Split horizon with poisonous reverse&quot; </li></ul><ul><li>Envio de um custo infinito (16, na prática) </li></ul>Ex: A diz para B que “alcança” C em 16 hops
  • 17. RIP - Especificação <ul><li>1ª Versão - RFC 1058 (1988) </li></ul><ul><li>Não tem autenticação </li></ul><ul><li>Não suporta sub-redes </li></ul>32 bits metric must be zero must be zero IP adress must be zero adress family identifier must be zero version command
  • 18. RIP - Especificação <ul><li>2ª Versão - RFC 2453 (1998) </li></ul>32 bits RIP Entry metric must be zero must be zero IP adress must be zero adress family identifier must be zero version command
  • 19. RIP - Especificação <ul><li>Transmissão UDP </li></ul><ul><li>Porta 520 (Transmissão e Recepção) </li></ul><ul><li>Se uma rota não é atualizada dentro de 180 segundos </li></ul><ul><ul><li>distância é colocada em infinito </li></ul></ul><ul><ul><li>a entrada será mais tarde removida das tabelas de roteamento </li></ul></ul>
  • 20. RIPng <ul><li>RIP + IPv6 -> RIPng permite aos roteadores trocarem informações em redes baseadas em IPv6 </li></ul><ul><li>Mesmo algoritmo de roteamento </li></ul><ul><li>Modificações principais no formato das mensagens </li></ul>
  • 21. Vantagens do RIP <ul><li>Em redes pequenas </li></ul><ul><ul><li>Largura de banda </li></ul></ul><ul><ul><li>Tempo de configuração </li></ul></ul><ul><ul><li>Gerenciamento </li></ul></ul><ul><li>Fácil implementação </li></ul>
  • 22. Desvantagens do RIP <ul><li>Convergência lenta (redes médias) </li></ul><ul><li>Existência de loops e contagem ao infinito </li></ul><ul><li>Limite de 15 saltos por caminho </li></ul><ul><li>Limitação de métrica </li></ul>
  • 23. Bibliografia <ul><li>Huitema, Christian; Routing in the Internet ; Prentice-Hall, New Jersey 1995. </li></ul><ul><li>Tanenbaum, Andrew S.; Computer Networks ; 3ª Edição ; Prentice-Hall, New Jersey 1996. </li></ul><ul><li>RFC 1058; C. Hedrick Rutgers University; Routing Information Protocol; June 1988 </li></ul><ul><li>RFC 1388; G. Malkin Xylogics, Inc.; RIP Version 2 Carrying Additional Information; January 1993 </li></ul><ul><li>RFC 2080; Malking, G.; RIPng for IPv6; January 1997 </li></ul>

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