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Mercadodacachaca

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  • 1. O MERCADO DA CACHAÇA NO BRASILO BRASIL possui capacidade instalada de produção de Cachaça deaproximadamente 1,4 bilhão de litros. Atualmente, são mais de 40 milprodutores (4 mil marcas). As micro-empresas correspondem a 99% do totalde produtores. Suas atividades agropecuárias incluem a produção de milho,feijão, café, e leite, entre outras, e a produção de Cachaça. O setor daCachaça é responsável pela geração de mais de 600 mil empregos, diretos eindiretos.Os estados brasileiros que mais se destacam na produção da cachaça são:São Paulo, Pernambuco, Ceará, Minas Gerais e Paraíba.
  • 2. Os principais estados consumidores são:São Paulo, Pernambuco, Rio deJaneiro, Ceará, Bahia e Minas Gerais.Dos cerca de 1,4 bilhões de litros de cachaça produzidos anualmente no Brasil,30% são de cachaça de alambique e 70% de cachaça de coluna ou industrial.A cachaça é o terceiro destilado mais consumido no mundo e no mercadonacional tem 86% do market share do mercado de destilados.
  • 3. Estima-se que no Brasil existam 1,2 milhões de pontos de vendas de cachaça.A cachaça é o produto que mais tem a cara brasileira segundo a pesquisa deopinião do Centro de Indústria do Estado de São Paulo, tendo ficado emsegundo lugar, logo após o Petróleo da Petrobrás e antes do café que ficoucom o terceiro posto. Se levarmos em conta que o petróleo e o café tem empraticamente todo o mundo e a cachaça só no Brasil; é evidente que ela ocupao primeiro posto em preferência e importância.
  • 4. A participação de mercado das principais marcas em 2006 (estimativa) pode servisualizada no gráfico a seguir:Como em todos os setores, as dificuldades conjunturais não são poucas e acarga tributária, muito pesada. O que acaba estimulando como já foi dito ainformalidade e a competição desleal, indo da sonegação fiscal à falsificação eaté mesmo o contrabando. Veja quadro a seguir.
  • 5. Apesar de ser o destilado mais consumido no Brasil, o investimento anual emmídia não faz jus a esse consumo e prejudica o seu crescimento, com reflexosno mercado externo.
  • 6. O quadro a seguir mostra com muita clareza os investimentos anuais em mídia,incluindo a cachaça no item aguardentes, demonstrando de forma clara a faltade investimentos, pois dos 21,3 milhões investidos anualmente mais de 90%são das cachaças de coluna.A cerveja investe, anualmente, cerca de 10 vezes mais do que os alcoólicosdestilados e 24 vezes mais do que as aguardentes ou cachaça.
  • 7. É evidente que esse investimento reflete no consumo e na imagem do produtonos mercados interno e externo, e, principalmente, no verão em eventos comoo carnaval e no frio com o vinho e os destilados.As batidas, lideradas pela popular caipirinha, é um outro nicho de mercadoexplorado pela cachaça. O êxito dá-se devido, principalmente, à variedade defrutas no Brasil que possibilita uma infinidade de misturas e drinques, com umteor alcoólico mais baixo. Neste nicho a vodca vem gradativamente ganhandofatias desse mercado pela ignorância dos donos de bares e restaurantes nosentido de fazer a caipirinha com cachaça utilizando a cachaça da “roça” semorigem e informal por ser mais rentável, mas que resulta numa caipirinhasem padrão.No mercado brasileiro, convivem atualmente, dois produtos que apesar de ter omesmo nome “cachaça” e a mesma matéria prima: a cana-de-açúcar, temprocessos de produção diferenciados e são sensorial e organolépticamenteprodutos distintos, estamos falando da cachaça de coluna ou industrial e acachaça de alambique.Hoje ocupam as gôndolas dos supermercados e hipermercados e“delikatessem” cachaças que variam de R$ 3,00 a R$ 250,00.Estima-se, também; que atualmente já temos cerca de 5000 marcas registradase disputando espaço no mercado o que torna a competição por espaço nasgôndolas uma luta ferrenha.A média de crescimento desse mercado vem se mantendo em torno de 10% aoano, desde a década de 90. Em 1980, o consumo nacional per capita foi daordem de 4,8 litros; em 1990 subiu para 7,0 litros; em 2000, chegou a 11,0litros; havendo estimativas de que em 2015 alcance a marca de 15,0 litrosanuais por consumidor. Alguns institutos indicam, todavia um consumo nafaixa de 5,2 litros per capita.
  • 8. As tendências dos diferentes tipos de mercado para a cachaça apontam para asseguintes situações: • A cachaça de coluna continuará sendo um produto de consumo massivo, comercializado no mercado nacional, com as mesmas tendências de crescimento verificadas nos últimos anos. Só o mercado da cidade de São Paulo consome mais de 1 milhão de doses de cachaça/dia, na grande maioria, cachaça de coluna; • Os mercados para a cachaça de alambique despontam dentro de padrões de qualidade reconhecidos, representados pelos consumidores de maior poder aquisitivo que estão aderindo aos resultados da grande mídia alcançada em eventos como a Expocachaça - Feira e Festival Internacional da Cachaça . Esta feira realizada anualmente no mês de junho, em Belo Horizonte, alcança mais de 3 milhões de reais em mídia paga e espontânea ( mais de 10% da mídia anual da cachaça ). As campanhas de marketing da cachaça de alambique praticamente não existem, se resumindo, na maioria das vezes, à participação em concursos e degustações gratuitas em eventos que se somam ao crescimento das cachaçarias, das cartas de cachaça em restaurantes e bares, das confrarias, academias e clubes da cachaça. O Mercado para a cachaça de alambiqueA cachaça de alambique, produzida em escala menor e quase queartesanalmente em alambiques de cobre, difere bastante da cachaça de colunade consumo massivo, uma vez que apresenta qualidades sensoriais,organolépticas e de paladar distintas. Dos perto de 2 bilhões de litros deprodução anual de cachaça, estima-se que 30% são de cachaça de alambiquee 70% são de cachaça de coluna ou industrial.
  • 9. As diferenças entre os destilados (processo e produto final) implicam emposicionamentos específicos com referência à segmentação de mercado, preço,estratégias e gestão de canais. E quando se fala em cachaças certificadas asegmentação ainda é maior. O mercado clandestino ou informal da cachaça de alambique é um reguladorda oferta, pois absorve os excedentes da produção legalizada, mantendo,assim, os níveis de estoque de cachaça em processo de envelhecimento emposição de equilíbrio com a capacidade de tancagem? Não, ela concorre deforma desleal e predatória com a cachaça legalizada e prejudica a imagem doproduto e coloca em risco a saúde dos consumidores. Cabe salientar, ainda,que ela disputa espaço, também, com o mercado da cachaça de coluna nasregiões onde vendem na informalidadeNa verdade, a pulverização de marcas da cachaça de alambique, a pequenaescala de produção dessas marcas e a reduzida capacidade comercial eeconômica dessas empresas, fazem com que os investimentos em mídia sejampraticamente nulos, elas não têm massa crítica para arcar com os altos custosde um comercial, se restringindo a ações de degustação e participação emalgumas feiras setoriais, o que não é suficiente para a ampliação do marketshare da cachaça de alambique e a conquista de uma imagem suficientementeforte para ampliar as suas exportações.A predominância da clandestinidade da cachaça de alambique restringe omercado aos limites da própria região de produção ou aos horizontes daporteira da fazenda. Quando muito ela alcança outras praças pelas mãos dosatravessadores que tem nos bares da periferia o seu maior mercado.No segmento legalizado, a distribuição é ainda muito deficiente, e o foco dealgumas marcas são as praças das grandes cidades através de distribuidores.Ainda existem grandes praças inexploradas, como a Região Sul, São Paulocapital e interior e Rio de Janeiro, principalmente os segmentos de renda percapita mais elevada, mas muito mal trabalhados pelos produtores.
  • 10. O MERCADO INTERNACIONAL DA CACHAÇAO Decreto número 4.062 de 21/12/2001, define e protege as expressões“Cachaça”, “Brasil”, “Cachaça do Brasil “ e “Caipirinha”, como de “uso restritoaos produtores estabelecidos no País”. Abaixo temos a definição legal dacachaça:A cachaça é a denominação típica e exclusiva da aguardente de cana produzida no Brasil, comgraduação alcoólica de 38 a 48% em volume, a 20 graus Celsius, obtida pela destilação domosto fermentado de cana-de-açúcar com características sensoriais peculiares, podendo seradicionada de açúcares até seis gramas por litro, expressos em sacarose. (DECRETO nº 4.851,DE 02.10.2003).Esse foi um dos primeiros passos para o Brasil proteger sua bebida nacional,assim como a Escócia o fez com o seu Whisky, a França com o Champagne eCognac e o México com a sua Tequila, assim como tantas outras bebidas típicasde diversos países. Minas Gerais foi primeiro estado brasileiro a aprovar legislação para aregulamentação e proteção à produção de cachaça. No dia 11/07/2001 foisancionada a Lei Estadual número 11.949, “que estabelece o processo deprodução da cachaça de Minas gerais e dá outras providências”.Bebida destilada mais consumida no Brasil, com 86% do consumo total dedestilados, 3º destilado mais consumido no mundo, a cachaça, apesar doscerca de 1,4 bilhões de litros de produção anual, exporta menos de 1%deste total e arrecada cerca de 12 milhões de dólares, enquanto a Escóciaexporta cerca de 85% de sua produção anual de whisky e fatura mais de 1bilhão de dólares e o México cerca de 52%.
  • 11. Apesar das exportações de cachaça serem ainda muito tímidas e poucoexpressivas, no que tange à participação relativa de cada categoria de produtoou “mix de exportação” as bebidas espirituosas, entre elas a cachaça, lideram apauta com cerca de 34% à frente das cervejas 29% , vinhos 19%,águas/refrigerantes 16% e vermutes e sidras com apenas 2%.No agregado 2208 (bebidas espirituosas) a cachaça responde por 65% dasexportações.De 2001 a 2005, segundo dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria eComércio as exportações de cachaça do Brasil praticamente estacionaram nopatamar de 10 milhões de litros/ano, veja gráficos das exportações brasileirasde cachaça no gráfico abaixo:
  • 12. Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro da Cachaça (IBRAC) asexportações de cachaça cresceram aproximadamente 18% em valor,ultrapassando os US$ 16 milhões e tiveram um crescimento de 20% emvolume.Em 2008 foram exportados US$ 16.418.978,00 (11.092.088 litros) paraaproximadamente 60 países. Ressalta-se que o volume exportado menosde 1% do volume produzido divididos em quatro mil marcas distintas peloBrasil. Atualmente, o setor de cachaça gera 650 mil empregos diretos eindiretos no país, sendo São Paulo, Pernambuco, Ceará, Minas Gerais eParaíba os principais Estados produtores. No quesito consumo os principaisapreciadores da bebidas consentram-se em São Paulo, Pernambuco, Rio deJaneiro, Ceará, Bahia e Minas Gerais.Carlos Lima, diretor executivo do IBRAC, afirma que mesmo diante de umacrise econômica os produtores devem ter poucas dificuldades além do jáhabitual. “Espera-se que o mercado de cachaça permaneça estável em2009, mas com uma leve tendência de crescimento. No entanto, oaumento do IPI (em vigor desde janeiro) terá um impacto nas vendas dasempresas”.
  • 13. Ainda no tema, Lima explica que o instituto dispõe de diversas atividades de auxílio ao produtor. “As principais ações do IBRAC (independente da crise econômica) estão em proporcionar uma melhor condição de mercado para as empresas de cachaça, principalmente para os micro e pequenos produtores. Um dos maiores entraves para aumento da participação e sobrevivência dessas empresas no mercado é a alta carga tributária a qual o setor está sujeito. Essa alta carga tributária tem um impacto devastador para o setor, principalmente para micro e pequenas empresas e contribui para o aumento da informalidade. Nesse sentido, o IBRAC vem trabalhando para o retorno da Cachaça ao SIMPLES e em outras ações que possibilitem a uma participação dos micros e pequenos produtores no mercado interno e externo”.Mesmo com uma capacidade instalada de produção de 1,2 bilhão de litros,menos de 1% da Cachaça produzida anualmente é exportada. Atualmente,são aproximadamente 180 empresas exportadoras e a Cachaça é exportadapara mais de 55 mercados.Em 2008 foram exportados 11,09 milhões de litros gerando uma receita deUS$ 16,41 milhões, o que representou um crescimento de 18% em valore 20% em volume em relação a 2007. Dentre os mercados de destino daCachaça figuram países como Alemanha, Estados Unidos, França, dentreoutros.Principais mercados de destino em volume:
  • 14. Principais mercados de destino em valor:
  • 15. Cachaça – Mercado Externo 2006 a 2009 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECEX - SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR E EXPORTAÇÃO BRASILEIRA Mercadoria: 22084000 - CACHACA E CANINHA (RUM E TAFIA) 1ºDetalhamento: UF 2º Detalhamento: País Período 1: 01/2006 a 12/2006 Período 2: 01/2007 a 12/2007 Período 3: 01/2008 a 12/2008

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