A Economia do Mais
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Resumo baseado no livro A Economia do Mais de José Monir Nasser, para treinamento realizado na JCI Londrina em 04/06/2012 por Nelson Seiji Takahashi

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A Economia do Mais Presentation Transcript

  • 1. A Economia do Mais
  • 2. A Economia do MaisUm resumo baseado no livro A Economia do Mais de José Monir Nasser da Editora Tríade
  • 3. Agenda• Empreendedorismo Cívico• As Quatro Castas• Economia e Competitividade• Mundo do Mais e Mundo do Menos• Comunidades de Desenvolvimento• Interatividade e Empreendorismo Cívico• Desenvolvimento do Brasil
  • 4. EMPREENDEDORISMO CÍVICO
  • 5. Empreendedorismo CívicoCapacidade que alguém ou algumainstituição tem de articular competênciasfazendo com que o conjunto atinja umresultado maior que a soma das partes
  • 6. Empreendedorismo Cívico O que é uma comunidade? Um pequeno grupo humano com forte identidade, que compartilha coisas comuns, como o destino ou o mito fundador – civismo
  • 7. Empreendedorismo CívicoPara haver comunidade basta que haja convivência
  • 8. Empreendedorismo Cívico• Empreendedor social – desejo de fazer bem ao próximo, caridade, suas ações não alteram os fenômenos• Empreendedor cívico – catalisa interações sociais para desenvolver indivíduos, não quer mudar o mundo – produz a revolução no microambiente
  • 9. AS QUATRO CASTAS
  • 10. As Quatro Castas• Qualquer classe social• Não implica desvalorização moral 1ª Sacerdotal 2ª Guerreira e Política 3ª Organização da Produção 4ª Trabalhos Auxiliares
  • 11. As Quatro Castas• Quatro esferas da ação humana – Primeira: Inteligência – símbolos, ideias e crenças, guiamento espiritual, moral e intelectual – Segunda: Vontade, mando e obediência – poder político ou militar – Terceira: Desejo e necessidade – organização da produção – Quarta: Hábito e ação sobre matéria – trabalhos auxiliares e braçais
  • 12. As Quatro Castas• Quarta Casta – Atribuem a outros as decisões que irão influenciar sua própria vida – Todos que estão no mundo dos negócios como engrenagem que os transcende e subordina – Franquia – mesma empresa, unidades diferentes, resultados diferentes
  • 13. As Quatro Castas• Terceira Casta – Empreendedores – organizadores da produção – Não aceitam que outra pessoa escreva o roteiro de suas vidas – Produzem ações econômicas voltadas para a satisfação de seus próprios desejos e necessidades – Tripulante da terceira casta • Tornam-se grupo especialmente acovardado ante o poder político
  • 14. As Quatro Castas• Segunda Casta – Empreendedores que extrapolam os limites do desejo e das próprias necessidades e se referem a grupo maior de interesses, embora ainda corporativos – Posições de controle dos organismos representativos – sindicatos, associações, federações – comando político – Transpõe a referência pessoal e representa um grupo maior
  • 15. As Quatro Castas• Primeira Casta – Encarregados do guiamento espiritual dos outros – Transcendem as fronteiras do próprio grupo – Dão sentido existencial à atividade empreendedora das outras castas – Integradores da atividade econômica com as atividades das outras dimensões humanas – Dirigem a comunidade empresarial e a sociedade
  • 16. ECONOMIA ECOMPETITIVIDADE
  • 17. Economia e Competitividade• Teoria da dependência – Produção nos paises centrais às expensas dos periféricos – busca da independência – A melhoria depende da intervenção do Estado na economia e nas instituições• Interdependência – Quanto mais desenvolvido, mais especializado, o que implica maior dependência
  • 18. Economia e CompetitividadeEconomia de Custos – Commodities Simples, preços definidos pela quantidade, não há diferenciação do produto Produtores não controlam preços, geralmente definidos pelo volume em bolsa, somente custos
  • 19. Economia e CompetitividadeEconomia de valor Baixa sensibilidade à concorrência, diferentes e valiosos, simbolizam reputação ou características únicas Devolve ao produtor o poder de estabelecer o preço Única maneira de produzir prosperidade
  • 20. Economia e Competitividade• Competitividade – Casamento ideal entre capacidades internas e condições externas – estratégia• Influenciada por três conjuntos de condições – Habilidades – Economia – Sociedade
  • 21. Economia e Competitividade• Habilidades – Competências da organização – Incompetências eram repassadas aos preços – Com a globalização, isso não é mais possível – especialização – Consumidores exigem cada vez mais qualidade e preços cada vez mais baixos – deflação construtiva – Criadas pela terceira casta
  • 22. Economia e Competitividade• Economia – Condições materiais e institucionais – infra-estrutura, burocracia, mercado, tecnologia, mão-de-obra, crédito, instrumentos públicos de financiamento, políticas macroeconômicas de longo prazo, sistema tributário – Criadas pela segunda casta
  • 23. Economia e Competitividade• Sociedade – Comunidade em torno da firma – Qualidade de vida, liberdade política, empreendedorismo, expressão, estoque de talentos – Independente de governos, depende de valores sociais compartilhados – Ex: liberdade de imprensa – Criadas pela primeira casta
  • 24. Economia e Competitividade• Economia de custos – dimensão econômica é mais importante• Economia de valor – ambiente é mais importante• Depende de talento humano – Mais importante que o custo da energia é a qualidade do engenheiro formado na universidade local
  • 25. Economia e Competitividade• Globalização – Comoditiza rapidamente produtos, como automóveis, empurrando-os para o mundo dos custos – Paises desenvolvidos concentram produção de produtos nobres, alta remuneração – Para reduzir custos, automação ou instalação de fábricas de produtos deconomia de custos em outros paises – Brasil, Ásia
  • 26. Economia e Competitividade • Globalização – Organização econômica deixa de ser planejada pelo país – Decisões alocativas pertencem a firmas transnacionais • Desenho industrial na Itália, manufatura na Malásia, distribuição na Espanha – boa gestão
  • 27. MUNDO DO MAISE MUNDO DO MENOS
  • 28. Mundo do Mais e Mundo do Menos• Mundo do Mais • Mundo do Menos – Amor pela excelência – Auto-restrição – Comprometido com a – Menor esforço qualidade – Produtos e serviços – Gerar valor para outros com baixo valor e para si agregado – Oportunidades – Preços baixos, matérias – Convoca todas as primas baratas, salários fontes – talentos, novas modestos tecnologias – para aumentar valor
  • 29. Mundo do Mais e Mundo do Menos• A diferença não está na natureza do econômica ou do produto, mas na dedicação à excelência• A excelência é aprendida• Obtém-se a partir de ações conscientes• Única ética empresarial é a responsabilidade pelos seus próprios produtos e serviços
  • 30. COMUNIDADES DEDESENVOLVIMENTO
  • 31. Comunidades de Desenvolvimento• Apesar do império, há fenda na couraça – O caminho é do pequeno grupo de indivíduos que se reconhecem a partir da mesma identidade• Globalização – Ao mesmo tempo que representa a tirania do global, também promove o indivíduo, o pequeno, a pequena comunidade – Tudo o que é global, coletivo, é relevante ao local, logo ao individual – Tudo o que é local é relevante para o global
  • 32. Comunidades de Desenvolvimento• Arranjos interativos em que o todo é maior que a soma das partes• Grupos com forte identidade local, com interesses comuns que produzem interações para desenvolver os indivíduos e o todo• Só existem no pequeno âmbito, onde há identidade suficiente para produzir confiança
  • 33. Comunidades de Desenvolvimento• São internacionalistas, referem-se a problemáticas universais• Têm baixa hierarquia• São abertas e informais• Nenhuma globalização será capaz de impor-se unilateralmente à pequena comunidade inteligente• Pequenas identidades elementares que se orgulham de suas próprias imagens
  • 34. Comunidades de Desenvolvimento• Talentos – Biblioteca de Alexandria – pensadores de todas as partes do mundo identificados com a busca do saber – Escola de Sagres – europeus identificados com o desafio de navegação ultramarina
  • 35. Comunidades de Desenvolvimento• Local – A partir da identidade local produzem movimentos civilizatórios de pequeno âmbito – Jacksonville • Indicadores de qualidade de vida – Mondragón • Sistema de cooperativas que produz de bicicletas a navios e robótica
  • 36. Comunidades de Desenvolvimento• Competição – Clusters • Empresas concorrentes e complementares que aprendem a cooperar – Máquinas de impressão em Heidelberg • Identificados com a arte de imprimir, pesquisadores de mecânica, papel e tintas – Silverstone • Pequenas empresas ligadas ao automobilismo, produtoras de tecnologias para a F1 e Indy – Florença • Artesanato de couro, artesãos-empresários por trás de Ferragamo, Gucci e Louis Vuitton
  • 37. Comunidades de Desenvolvimento• Aprendizado – Pessoas previamente identificadas com alguma atividade fazem aliança espontânea para o desenvolvimento coletivo – Células de produção das fábricas japonesas
  • 38. INTERATIVIDADE EEMPREENDEDORISMO CÍVICO
  • 39. Interatividade e Empreendedorismo Cívico• Grandes corporações – Economicamente mais adequadas para economia de custos – Comando e controle clássico – produzir lucros• Comunidades – Mais adequadas para economia de valor – Compartilhado e espontâneo – Espírito social baseado na identidade – produzir valor
  • 40. Como o empreendedor cívico age?
  • 41. Interatividade e Empreendedorismo Cívico• É quase totalmente restrito à interatividade• Empreendedor cívico apenas acelera o processo• Não pode atuar onde não há identidade• Não se pode criar identidade onde não há interatividade, tampouco confiança entre seres que não tem identidade
  • 42. Interatividade e Empreendedorismo Cívico• Permite afloramento de contradições sem ser juiz dos resultados• Acaba transformando opostos em complementares, criando sintonias onde aparentemente há divergências e oposições• Articulador de energias sociais pelo mecanismo identidade-confiança- interatividade• Alta interatividade – indivíduos trocam muitos feedbacks, relação entre iguais
  • 43. Interatividade e Empreendedorismo Cívico• Baixa interatividade – Relações autoritárias, estéreis• Média interatividade – Relações com interesses dos envolvidos e dependente das capacidades individuais de negociação• Alta interatividade – Sintonia, abre caminho para a livre-iniciativa individual – essência e força do capitalismo histórico
  • 44. Os Quadro Discursos do Empreendedor Cívico• Quatro discursos – Poético: predispõe – possível, imaginação, fantasia – Retórico: exorta– verossímil, vontade, tomada de decisão – Dialético: convence – provável, julgamento, investigar prós e contras com argumentos racionais – Lógico: impõe – verdade, demonstrado como certo
  • 45. Os Quadro Discursos do Empreendedor Cívico• Empreendedor cívico pertence à casta sacerdotal• Precisa estabelecer comunicação com as outras três castas• Diferentes níveis de diálogo – Quarta – delegam as decisões – poética – Terceira – produção, desejo – retórica – Segunda – guerreiros, liderança – dialético
  • 46. Os Quadro Discursos do Empreendedor Cívico• Relatório com Conclusões da Revitalização do Vale do Silício – Tenha calma para construir o momento de cooperação – Equilibre o poder de cima com a inovação de baixo – Encoraje grandes ideias e primeiros passos factíveis – Procure sempre novas maneiras de conectar ideias com pessoas – Exija resultados mensuráveis e atribua responsabilidades
  • 47. EXEMPLOS DEDESENVOLVIMENTO
  • 48. Mondragón• Mondragón – Espanha• Derrota na separação e guerra civil• 40-50% de desemprego
  • 49. Mondragón• Padre José María Arizmendi• ULGOR/FAGOR• Cópia de fogão francês• Identidade do povo basco• Cooperativas capitalismo comunitário, unidos pela necessidade
  • 50. Mondragón• Reconhecimento de mérito, hierarquização por competências, pagamento segundo responsabilidades, cooperados são trabalhadores mas não empregados, um voto por homem• Arizmendi, sacerdotal, diálogo com casta produtora• Limites morais dentro das regras da comunidade religiosa• A saida para crises do capitalismo está em sistemas morais que pairam acima dele
  • 51. Jacksonville• Jacksonville• Indicadores – Verdade Objetiva – Discussão e Capital Social• JCCI – Jacksonville Community Council – fundada pela Câmara de Comércio• Estudos anuais sobre problemas comunitários com participação de voluntários• 10 anos até receber atenção do poder público local
  • 52. Jacksonville• Medir progresso – indicadores• Economia local, segurança pública, meio ambiente, saude, ambiente social, governo, cultura, mobilidade, educação• Copo de água meio cheio• Consciência• Não é exercício do politicamente correto – seminário sobre violência em vez de passeata
  • 53. Jacksonville• Efeito positivo ao serem debatidos – interações, capital social• Catalisadores, adequados para sociedades com baixa identidade• Condições para a Economia do Mais
  • 54. Banco Grameen• Mohammed Yunus• Confiança – Moral (Co-avalistas) – Agenda de Desenvolvimento – Sair da Pobreza• Agiota com pequeno capital dominava inteiramente a economia da aldeia – venda de insumo, compra e financiamento
  • 55. Banco Grameen• Empreendimento cívico – pequenos empréstimos aos mais pobres, sob a condição de serem avalistas uns dos outros• Inadimplência mais baixa que bancos (2%)• Ações oferecidas aos tomadores de empréstmos• O negócio do Grameen não é transferência de dinheiro, é transferência da confiança
  • 56. Banco Grameen• Pobreza é condição econômica temporária – está pobre mas não é pobre• Reversão da pobreza começa com auto-estima, que cresce quando se é digno de confiança
  • 57. Banco Grameen• O Grameen confia que o tomador vai devolver o empréstimo na mesma medida em que o avalista ou vizinho faz• A pressão social das co-avalistas é mais eficaz que qualquer formalidade jurídica
  • 58. Banco Grameen• Proposta civilizatória – recusa paternalismo• Vencer a linha da pobreza por mérito próprio – pagar o empréstimo é vitória pessoal• Dívidas não podem ser perdoadas para não gerar a expectativa do próximo perdão – refinanciar em parcelas minúsculas
  • 59. Emilia-Romagna• Emilia-Romagna• Cluster – Interação – Capital Social• Civismo – Compartilhar para Amplo Mercado Global – Qualidade – Economia do Mais• Alta tecnologia, pecuária, vinhos e centro de pesca• Queijo Parmesão, presunto de Parma, aceto balsâmico de Modena, vinho lambrusco, Ferrari, Lamborghini e Ducati
  • 60. Emilia-Romagna• Pequenas empresas especializadas por assunto numa mesma região• Cluster – empresas congêneres, concorrentes, complementares e correlatas• Espírito cívico – interesse pelas coisas da comunidade, estabelecendo laços de reciprocidade e confiança• Governo funciona melhor – controle social espontâneo e desideologizado sobre o Estado, chamado civismo
  • 61. Emilia-Romagna• Todas as empresas interagem• Raramente há diferenças dramáticas de tamanho entre elas – Empresa grande – cadeia produtiva, economia do menos• Atividades econômicas de alto valor agregado• Centro gravitacional em torno de centro de pesquisa, entidade certificadora ou centro educacional – qualidade e identidade entre produtores• Mundo todo é mercado – baixa tensão entre competidores• Incentivam a produtividade – compartilhamento
  • 62. DESENVOLVIMENTO DOBRASIL
  • 63. Desenvolvimento do Brasil• Talentópolis• Trabalhamos mais que a média do mundo, por que não temos dinheiro?• Amor ao direito adquirido – sociedade brasileira valoriza desproporcionalmente o mundo jurídico, resumindo a vida social em equação de direitos e deveres abordada sempre a partir dos direitos – custos fixos
  • 64. Desenvolvimento do Brasil• Cultura da Inveja – perseguir o sucesso inventando alíquotas progressivas, diferenciadas, taxação de supérfluos• Mundo do Menos – mais fácil, complexo de inferioridade, commodities• Desprezo do Civismo – mística da solução estatal para todos os problemas, empossado o governo cuidamos apenas da nossa vidinha – falta de capital social• Vocação da Geografia – mais fácil de fazer, preguiça, desencontramos com verdadeiras potencialidades
  • 65. Desenvolvimento do Brasil• AVIA Internacional – Talentópolis, 1994• Índice de Talentos x IDH – Alto IT, Alto IDH – Curitiba, Florianópolis – Alto IT, Baixo IDH – Londrina • Embora potencialmente muito capaz, prisioneira de modelo econômico de baixa agregação de valor
  • 66. Desenvolvimento do Brasil• Há desenvolvimento quantos os talentos humanos dão o melhor de si• Vão ao mundo do Mais para encontrar soluções de problemas complexos• Sempre com a mesma fórmula – comunidades de desenvolvimento• Somos povo criativo• Dificuldade de cooperar – vácuo de identidade, que leva à convicção de que estamos no mundo apenas para acumular patrimônio – mentalidade de quarta casta
  • 67. Desenvolvimento do Brasil• Mundo do Menos – menos valor, menos salário, menos qualidade• Mundo do Mais – aumenta o valor das coisas, usando toda as fontes de valor – pesquisadores, artistas, bons profissionais, tecnologias, tornando todos mais produtivos• Se instala apenas a partir de interações com pessoas que se nutrem de sentimentos de confiança, que derivam da identidade
  • 68. Desenvolvimento do Brasil • Feitos do Brasil – Tropicalização da soja e do trigo – Barragens de concreto – Indústria aeronáutica – Frango – Melhor tanque do mundo em um momento – Papel e celulose – Exploração de petróleo em águas profundas – Enriquecimento de urânio
  • 69. Desenvolvimento do Brasil No sumário, tudo se reduz àarticulação e aos talentos, sob a tutela do Mundo do Mais