CONTROLADORIA E ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Prof. João Conrado
Apresentação do professor Prof. João Conrado João Conrado de A. Carvalho,  Mestre em Administração de Empresas pela FGV/EB...
Apresentação da disciplina <ul><li>Objetivos </li></ul><ul><ul><li>Instrumentalizar os profissionais da área de gestão de ...
Apresentação da disciplina <ul><li>Conteúdo Programático </li></ul><ul><ul><li>O ambiente na área de controladoria. </li><...
A informação contábil <ul><li>No Brasil, os bancos oferecem inúmeros serviços para que os clientes não precisem se desloca...
A informação contábil Prof. João Conrado Trata-se de um processo de identificar, medir, acumular, analisar, preparar, inte...
Dados e informações Prof. João Conrado Dados são fatos em sua forma primária. Informação são dados organizados de acordo c...
Controladoria Prof. João Conrado
Estratégia <ul><li>Posicionamento da empresa de forma a criar valor para os clientes. </li></ul><ul><li>Especifica como a ...
Controle Prof. João Conrado
Padrões éticos Prof. João Conrado
Sistemas contábeis Prof. João Conrado
Case Prof. João Conrado
Teoria de Sistemas Prof. João Conrado
A empresa como um sistema Prof. João Conrado
Teoria de sistemas Prof. João Conrado
Tipos de sistema (Ackoff) Prof. João Conrado
Sistema organizacional Prof. João Conrado Acionistas Concorrentes Fornecedores Entradas Processamento Saídas Feedback Gove...
Visão sistêmica nas empresas Prof. João Conrado
Case Prof. João Conrado
Teoria de Sistemas Prof. João Conrado
Gestão Prof. João Conrado
Organizações Prof. João Conrado
Ambiente Prof. João Conrado AGENTES INTERESSES Investidores Retorno dos investimentos. A remuneração deve cobrir os custos...
Mudanças ambientais Prof. João Conrado
Modelo de Gestão Prof. João Conrado Novos negócios, mercados e tendências Cenários macro- econômicos  interno e externo An...
Case Prof. João Conrado
Modelo de decisão Prof. João Conrado Produzir ou terceirizar? Nossos preços eram fixados com base na concorrência. Agora n...
Problemas que afetam a decisão Prof. João Conrado
Tipos de decisões Prof. João Conrado
Etapas do processo decisório <ul><li>Constatação do problema:  Surge uma questão que clama por resposta.  </li></ul><ul><l...
Sistema de informações Prof. João Conrado A gestão da informação é a principal ferramenta para o controle de todos os recu...
Aspectos qualitativos Prof. João Conrado
Case Prof. João Conrado
Teoria de Agência Prof. João Conrado
Ciclo das empresas Prof. João Conrado
Dilema de agência Prof. João Conrado Como conciliar os propósitos do criador do empreendimento (principal) com os dos gest...
Dilema de agência Prof. João Conrado A relação de agência deve ser regida por um contrato, no qual deve ser especificado o...
Problemas de agência Prof. João Conrado
Outros problemas Prof. João Conrado
Seleção Prof. João Conrado
Governança corporativa Prof. João Conrado
Modelo latino-americano Prof. João Conrado Variável Síntese Financiamento Alavancagem por exigíveis. Mercado de capitais p...
Case Prof. João Conrado
Controles internos Prof. João Conrado <ul><li>Os controles sempre existiram nas empresas.  </li></ul><ul><li>Com a globali...
Controles internos Prof. João Conrado
Princípios de controle interno Prof. João Conrado
Princípios de controle interno Prof. João Conrado
Princípios de controle interno Prof. João Conrado
Ciclos operacionais Prof. João Conrado VENDAS - Envolve todos os procedimentos que se iniciam na venda dos produtos e term...
Ciclos operacionais Prof. João Conrado COMPRAS - Envolve os procedimentos de aquisição de insumos, estoque, contabilização...
Ciclos operacionais Prof. João Conrado PRODUÇÃO - Controle de estoques, métodos de apuração de custos, contabilização. Ini...
Ciclos operacionais Prof. João Conrado PESSOAL - Atos e procedimentos  de contratação, treinamento e saída do pessoal da e...
Ciclos operacionais Prof. João Conrado PATRIMÔNIO - Envolve os ativos fixos que pertencem à empresa, como móveis, máquinas...
Sistemas de informação Prof. João Conrado C O N T R O L A D O R I A Implantação e monitoramento dos controles internos Sis...
Case Prof. João Conrado
Planejamento Prof. João Conrado
Plano estratégico  Variáveis ambientais Prof. João Conrado
Variáveis internas Prof. João Conrado
Posicionamento Prof. João Conrado
Plano estratégico - SWOT Prof. João Conrado MATRIZ SWOT Strengths (Pontos Fortes)  O que a empresa faz bem?  Que recursos ...
Plano estratégico - SWOT <ul><li>O cruzamento entre Ameaças e Forças, pode representar a possibilidade de se investir na m...
Matriz SWOT (exemplo) Prof. João Conrado MATRIZ SWOT Ameaças Oportunidades Concorrentes não sujeitos às regras do CEPRAMA ...
Matriz SWOT (exemplo) Prof. João Conrado OBJETIVO METAS Descrição Prazo Quantidade Valor Ampliação/modernização da linha d...
Planejamento Operacional Prof. João Conrado Orçamento Base Zero Orçamento Contínuo Métodos Orçamentários Orçamento Flexíve...
Orçamento <ul><li>Orçamento de vendas </li></ul><ul><li>Orçamento de produção e estoque </li></ul><ul><li>Orçamento de cus...
Case Prof. João Conrado
Avaliação de desempenho Prof. João Conrado
Avaliação de desempenho Prof. João Conrado
Razões para avaliar Prof. João Conrado
Princípios Prof. João Conrado
Medir o patrimônio <ul><li>Quando falamos em Patrimônio, vem logo a nossa mente: </li></ul><ul><ul><li>Bens </li></ul></ul...
BENS DIREITOS OBRIGAÇÕES PATRIMÔNIO LÍQUIDO Prof. João Conrado
BENS R$ 110.000 DIREITOS R$ 30.000 OBRIGAÇÕES R$ 70.000 PATRIMÔNIO LÍQUIDO R$ 70.000 ATIVO PASSIVO Prof. João Conrado
Atividades Financeiras BALANÇO PATRIMONIAL Análise e Planejamento Financeiro Decisões de investimentos Decisões de financi...
Cia Balcãs (R$ 000) Prof. João Conrado DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS DO EXERCÍCIO 2004 2003 Receita de Vendas 3.074 2.567 (-)...
Cia Balcãs (R$ 000) Prof. João Conrado BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO 2004 2003 CIRCULANTE 1.223 1.004 Caixa 363 288 Títulos Ne...
Cia Balcãs (R$ 000) Prof. João Conrado BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO 2004 2003 CIRCULANTE 620 483 Duplicatas a Pagar 382 270...
Indicadores de Liquidez Prof. João Conrado AC = Ativo Circulante; ARLP = Ativo Realizável a Longo Prazo; PC = Passivo Circ...
Indicadores de Atividade Prof. João Conrado Indicador Cálculo Significado Giro do Estoque CPV Estoque Indica a liquidez do...
Indicadores de Endividamento Prof. João Conrado Indicador Cálculo Significado Índice de Endividamento Passivo Total Ativo ...
Indicadores de Lucratividade Prof. João Conrado Indicador Cálculo Significado Margem Bruta Lucro Bruto Receita Indica a lu...
Premissas Prof. João Conrado
Prof. João Conrado
Histórico Prof. João Conrado Desde a pré-história, o homem sempre deixou registrado o seu patrimônio . Na Idade Média o re...
Por que estudar custos? Prof. João Conrado Para saber o lucro. Para controlar as operações Para tomar decisões.
Definições e conceitos Prof. João Conrado
Princípios gerais Prof. João Conrado
Classificação dos Custos Em relação à unidade (produto) Prof. João Conrado
Classificação dos custos Em relação ao volume Prof. João Conrado
Classificação dos gastos Prof. João Conrado MD Materiais Diretos Matéria-Prima Embalagem MOD Mão-de-Obra Direta Mensurada ...
Materiais Diretos Prof. João Conrado
Elementos dos custos Mão-de-obra direta (MOD) Prof. João Conrado Refere-se apenas ao pessoal que trabalha diretamente sobr...
<ul><li>A Fábrica de Colchões Sonho Meu Ltda produz e vende três produtos: Colchões (CL), Colchonetes (CN) e Travesseiros ...
<ul><li>Sabe-se que a empresa incorre em alguns custos indiretos, apresentados abaixo: </li></ul>CIF - Exemplo Prof. João ...
Rateio dos CIF – Base MOD Prof. João Conrado Descrição (+) Mat.diretos (+) M.O. direta (=) Custos diretos Colchões 38.000,...
Rateio dos CIF – Base MD Prof. João Conrado Descrição (+) Mat.diretos (+) M.O. direta (=) Custos diretos Colchões 38.000,0...
Prof. João Conrado
<ul><li>Unidade operacional </li></ul><ul><li>Conjunto de homens e/ou máquinas que desenvolvem atividades homogêneas dentr...
<ul><li>A Cerâmica Pintus Ltda fabrica e vende a cada mês 300 unidades de cerâmica comum e 200 unidades de cerâmica vitrif...
Departamentos - Exemplo Prof. João Conrado <ul><li>A empresa utiliza a quantidade produzida como critério de rateio dos CI...
<ul><li>Uma análise mais cuidadosa dos CIF mostrou que eles ocorrem em três departamentos: Olaria, Forno e Vitrificação. <...
Departamentos - Exemplo Prof. João Conrado
Custeio Baseado em Atividades <ul><li>ABC </li></ul><ul><li>Activity Based Costs </li></ul>Prof. João Conrado
Definição <ul><li>Sistema de custeio por atividades </li></ul><ul><ul><li>Custos são transferidos de acordo com atividades...
Departamento Direcionador Compras Ordens de compras Manutenção Horas de máquina Horas de homem trabalhando Quantidade de a...
Dados Quentinhas Self Service Materiais Diretos 140.000,00 65.000,00 Mão-de-obra direta 360.000,00 135.000,00 Quantidade 2...
Gastos Almox. Produção Manut. Salários e encargos 18.000,00 60.000,00 280.000,00 Materiais indiretos 6.000,00 35.000,00 12...
Aplicação (cont.) <ul><li>Almoxarifado: Controla, processa e entrega materiais </li></ul><ul><ul><ul><li>Manutenção: 20 lo...
Self-service Quentinha Produção Manut. Almox. Gasto Materiais diretos - - - 140.000,00 360.000,00 - 209.333,33 2,81 65.000...
Aplicação (final) <ul><li>Quentinha </li></ul><ul><ul><li>Preço de venda:    R$ 3,50 </li></ul></ul><ul><ul><li>Custo: R$ ...
<ul><li>Custos por processo </li></ul><ul><ul><li>Produtos sem variações </li></ul></ul><ul><ul><li>Produção estável </li>...
Custeio por Processo Prof. João Conrado Custo MD MOD CIF Total 50.000,00 60.000,00 80.000,00 Prod. Concluída 3.000 3.000 3...
Custeio por Ordem de Produção Prof. João Conrado Materiais: 8m² de mogno a R$ 16,00 o m² 8 x R$ 16,00 = R$ 128,00 Mão-de-o...
Prof. João Conrado Movelaria Campestre Ltda Ordem de Produção n º  118/2005  Confecção de Mogno Data de abertura:  11/09/2...
Prof. João Conrado
<ul><li>Planejamento e controle </li></ul><ul><ul><li>Avaliação de desempenho (projetado x real) </li></ul></ul><ul><ul><l...
Custeio-Padrão - Variações Prof. João Conrado Preço Quantidade Pp Qp Pr Variação de Preço Qr Variação de Quantidade Variaç...
<ul><li>Sapatos Modelo Florença: Custo Padrão </li></ul><ul><ul><li>0,6m² de couro a R$ 80,00 o m² </li></ul></ul><ul><ul>...
Custeio Padrão - Exemplo Prof. João Conrado CUSTOS Couro Padrão Unit Total Mão-de-obra Unit Total Real Variações Preço Qua...
Custeio Direto <ul><li>Custeio Variável </li></ul>
 
Análise de custos x volume x lucros <ul><li>Fábrica de bonés: </li></ul><ul><ul><li>Preço de vendas: R$ 16,00 </li></ul></...
Conceito Físico da Alavanca <ul><li>A aplicação de uma força menor no braço mais longo, resulta em força contrária maior n...
Alavancagem Empresarial Variação  das Vendas 2% Gastos Fixos Variação  no Resultado 20%
Graus de alavancagem
Cálculo do Grau de Alavancagem DRE ATUAL + 30% % Receitas  100.000,00 130.000,00 30% - Custos Fixos - 40.000,00 - 40.000,0...
Cálculo <ul><li>GAO = % Lucro Operacional / % Receita </li></ul><ul><ul><li>GAO = 90 / 30 </li></ul></ul><ul><ul><li>GAO =...
Ponto de equilíbrio <ul><li>Q ou $ para lucro nulo </li></ul><ul><li>No Ponto de Equilíbrio,  </li></ul><ul><li>Receitas <...
Ponto de Equilíbrio Operacional <ul><li>PEO = Custo fixo / MC </li></ul><ul><ul><li>Exemplo: Indústria de Bicicletas regis...
Ponto de Equilíbrio Econômico <ul><li>PEE = (CF + DF) / MC </li></ul><ul><ul><li>Exemplo: Vamos admitir que a empresa inve...
Ponto de Equilíbrio Financeiro <ul><li>PEF = (CF – Desp. SD) / MC </li></ul><ul><ul><li>Admitamos que a empresa do nosso e...
PE - Multiprodutos Prof. João Conrado A Confeitaria Américo Vespúcio opera com três produtos: Bolo, Salgados e Doces. Os d...
PE - Multiprodutos Prof. João Conrado Bolo Doce Salgado Preço de venda 20,00 16,00 8,00 Custos Variáveis 6,00 4,00 4,00 Ma...
Resultado <ul><li>PE = Custos fixos / MC Média Ponderada </li></ul><ul><li>PE = 20000 / 0,0838 </li></ul><ul><li>PE = R$ 2...
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

GestÃo Financeira, Auditoria E Controladoria

20,422

Published on

Audit, controller and managerial finance

Published in: Travel, Business
1 Comment
11 Likes
Statistics
Notes
  • Conheça a House Designer!

    +55 (13) 3011-9314
    +55 (13) 3219-6347
    housedesignerpromotions@gmail.com
    comercial@housedesigner.com.br

    Twitter: @HouseDesigne

    Fábrica: Rua Visconde de Vergueiro 20, Centro - Santos - SP - Brazil
       Reply 
    Are you sure you want to  Yes  No
    Your message goes here
No Downloads
Views
Total Views
20,422
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
733
Comments
1
Likes
11
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

GestÃo Financeira, Auditoria E Controladoria

  1. 1. CONTROLADORIA E ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Prof. João Conrado
  2. 2. Apresentação do professor Prof. João Conrado João Conrado de A. Carvalho, Mestre em Administração de Empresas pela FGV/EBAPE, Especialista em Gestão de Empresas e em Marketing pela ESPM/RJ e graduado em Ciências Contábeis. Auditor certificado pelo CFC e CNAI. Professor da FAMA, UNDB, CEUMA, UNIVIMA, Gianna Beretta, onde ministra as disciplinas: Contabilidade de Custos; Contabilidade Tributária; Análise de Demonstrações Contábeis; Administração Financeira, entre outras. É sócio da empresa J.C. CONSULTORES LTDA, com foco em consultoria de gestão de empresas e de entes públicos. www.jccons.com.br [email_address] 0..98 8117.0334
  3. 3. Apresentação da disciplina <ul><li>Objetivos </li></ul><ul><ul><li>Instrumentalizar os profissionais da área de gestão de forma a prepará-los para a tomada de decisão a respeito da gestão dos recursos financeiros das empresas, ajudando a manter a competitividade empresarial e a geração de valor para a organização. </li></ul></ul><ul><li>Carga horária </li></ul><ul><ul><li>30 horas-aula </li></ul></ul><ul><li>Metodologia </li></ul><ul><ul><li>Aulas expositivas, exercícios e cases. </li></ul></ul>Prof. João Conrado
  4. 4. Apresentação da disciplina <ul><li>Conteúdo Programático </li></ul><ul><ul><li>O ambiente na área de controladoria. </li></ul></ul><ul><ul><li>A organização sob uma perspectiva sistêmica. </li></ul></ul><ul><ul><li>Modelos de gestão. </li></ul></ul><ul><ul><li>Modelo de decisão. </li></ul></ul><ul><ul><li>Modelo de informação. </li></ul></ul><ul><ul><li>Teoria da agência e governança corporativa. </li></ul></ul><ul><ul><li>Sistemas de controles internos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Planejamento e desempenho. </li></ul></ul><ul><ul><li>Custos. </li></ul></ul>Prof. João Conrado
  5. 5. A informação contábil <ul><li>No Brasil, os bancos oferecem inúmeros serviços para que os clientes não precisem se deslocar até a agência, quase todos sem custos adicionais aos clientes. Quanto custa aos bancos oferecer tais serviços? </li></ul><ul><li>Gerentes comerciais oferecem amostras grátis em pontos promocionais na expectativa de aumentar as vendas. Que impacto essa amostra grátis mais a sua distribuição têm no lucro incremental? </li></ul><ul><li>Um restaurante de comida por quilo planeja abrir o local à noite para servir refeições a la carte visando diluir seus custos fixos. Vale a pena incorrer em custos adicionais diante da expectativa de receita? </li></ul>Prof. João Conrado
  6. 6. A informação contábil Prof. João Conrado Trata-se de um processo de identificar, medir, acumular, analisar, preparar, interpretar e comunicar informações que ajude os gerentes a cumprir os objetivos organizacionais. O objetivo da informação contábil é ajudar as pessoas, dentro e fora das organizações, a tomar decisões. Cada vez mais as organizações dependem da informação para a tomada de decisão eficaz. Entretanto, diferente das demais áreas, boa parte das empresas não instituiu um sistema integrado de informações.
  7. 7. Dados e informações Prof. João Conrado Dados são fatos em sua forma primária. Informação são dados organizados de acordo com as necessidades dos vários usuários. Precisam ser: Confiáveis Comparativas Periódicas Econômicas Detalhadas
  8. 8. Controladoria Prof. João Conrado
  9. 9. Estratégia <ul><li>Posicionamento da empresa de forma a criar valor para os clientes. </li></ul><ul><li>Especifica como a empresa vai combinar recursos para atingir seus objetivos. </li></ul><ul><li>A estratégia é formulada pelos administradores a partir de informações recebidas dos controladores. </li></ul><ul><li>Gestão dos ativos: </li></ul><ul><ul><li>Circulantes: Níveis de manutenção de disponibilidades, estoques, vendas a prazo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Permanentes: Investimentos no imobilizado, garantindo a atualização tecnológica. </li></ul></ul>Prof. João Conrado
  10. 10. Controle Prof. João Conrado
  11. 11. Padrões éticos Prof. João Conrado
  12. 12. Sistemas contábeis Prof. João Conrado
  13. 13. Case Prof. João Conrado
  14. 14. Teoria de Sistemas Prof. João Conrado
  15. 15. A empresa como um sistema Prof. João Conrado
  16. 16. Teoria de sistemas Prof. João Conrado
  17. 17. Tipos de sistema (Ackoff) Prof. João Conrado
  18. 18. Sistema organizacional Prof. João Conrado Acionistas Concorrentes Fornecedores Entradas Processamento Saídas Feedback Governo Sindicatos Comunidades
  19. 19. Visão sistêmica nas empresas Prof. João Conrado
  20. 20. Case Prof. João Conrado
  21. 21. Teoria de Sistemas Prof. João Conrado
  22. 22. Gestão Prof. João Conrado
  23. 23. Organizações Prof. João Conrado
  24. 24. Ambiente Prof. João Conrado AGENTES INTERESSES Investidores Retorno dos investimentos. A remuneração deve cobrir os custos de oportunidades dos investidores. Colaboradores Realização pessoal e profissional. A satisfação das necessidades mais prementes se dá pelo salário. Clientes Necessidades atendidas por meio do consumo de bens e serviços na melhor relação custo x benefício. Concorrentes Buscam maior participação no mercado. Podem conseguir vencendo a competição ou buscando alianças. Fornecedores Interesses próprios na rentabilidade dos seus negócios. As metas são atingidas pelas boas vendas realizadas. Governo, sindicados e outros grupos O governo tem interesse em arrecadar tributos, assim como os sindicatos e demais grupos. Sociedade Interessa-se pela responsabilidade social em relação ao meio ambiente à comunidade à sua volta.
  25. 25. Mudanças ambientais Prof. João Conrado
  26. 26. Modelo de Gestão Prof. João Conrado Novos negócios, mercados e tendências Cenários macro- econômicos interno e externo Análise da concorrência Análise do ambiente Portfólio de pro- dutos e clientes Balanced Scorecard e Business Plan Performance do produto/negócio Volume, Preço, Mercado e Segmento Cadeia de valor, Custos (produ- ção, logístico e capital) Estoques, movimento de materiais Qualidade, Produtividade e P&D Riscos e opor- tunidades Posicionamento Resultados Operações Gestão do Negócio
  27. 27. Case Prof. João Conrado
  28. 28. Modelo de decisão Prof. João Conrado Produzir ou terceirizar? Nossos preços eram fixados com base na concorrência. Agora nossos concorrentes estão na China. Como devemos proceder? Se eu decidir lançar o novo produto, incorremos em custos que reduzirão nossos resultados neste ano e ganharei menos bônus no Natal. Os resultados só melhorarão no próximo ano. Devo ou não devo lançar o produto?
  29. 29. Problemas que afetam a decisão Prof. João Conrado
  30. 30. Tipos de decisões Prof. João Conrado
  31. 31. Etapas do processo decisório <ul><li>Constatação do problema: Surge uma questão que clama por resposta. </li></ul><ul><li>Familiarização e análise do problema: Analisar se determinada ação adotada pode afetar o resultado de outras áreas. </li></ul><ul><li>Identificação das alternativas de solução: Todo problema tem mais de solução, que devem ser analisadas, e encontrada a mais viável. </li></ul><ul><li>  Simulação dos resultados de cada alternativa: Problemas estruturados se resolvem com simples simulação. Problemas semi-estruturados exigem construções mais complexas. </li></ul><ul><li>Escolha da melhor entre todas as alternativas: Avaliar vantagens econômicas e impactos que a decisão causar à atividade da empresa como um todo; </li></ul><ul><li>  Implementação da escolha efetuada: Como existem possibilidades de erros, a experiência anterior minimiza os riscos. Novos problemas requerem o envolvimento maior do pessoal na implementação. </li></ul><ul><li>  Controle e feedback: A ausência de controle pode levar à descontinuidade, acarretando desestabilidade no sistema. A controladoria pode municiar os gerentes com informações que facilitem a tomada da decisão e acompanhar os resultados, reduzindo as surpresas indesejáveis. </li></ul>Prof. João Conrado
  32. 32. Sistema de informações Prof. João Conrado A gestão da informação é a principal ferramenta para o controle de todos os recursos que entram, são transformados e saem da organização. Para gerir esse elemento, é preciso definir um modelo que dissemine a forma como dados devem ser obtidos, armazenados, transformados e levados aos usuários, de forma tempestiva e útil. É importante definir o envolvimento dos elementos de forma a facilitar o processo de coleta, armazenagem, geração, comunicação da informação e tomada da decisão.
  33. 33. Aspectos qualitativos Prof. João Conrado
  34. 34. Case Prof. João Conrado
  35. 35. Teoria de Agência Prof. João Conrado
  36. 36. Ciclo das empresas Prof. João Conrado
  37. 37. Dilema de agência Prof. João Conrado Como conciliar os propósitos do criador do empreendimento (principal) com os dos gestores (agentes), que têm objetivos diferentes? Os conflitos entre principal e agente são inevitáveis porque o agente recebe uma remuneração para agir de acordo com os interesses do principal e isso tende a não acontecer, pois ele buscará realizar primeiro seus próprios interesses.
  38. 38. Dilema de agência Prof. João Conrado A relação de agência deve ser regida por um contrato, no qual deve ser especificado o que o principal espera e como o agente será remunerado para desenvolver o seu trabalho. O Contrato perfeito não existe. A controladoria desempenha um papel relevante na redução dos conflitos, na medida em que atua como peça auxiliar no processo de monitoramento dos controles internos.
  39. 39. Problemas de agência Prof. João Conrado
  40. 40. Outros problemas Prof. João Conrado
  41. 41. Seleção Prof. João Conrado
  42. 42. Governança corporativa Prof. João Conrado
  43. 43. Modelo latino-americano Prof. João Conrado Variável Síntese Financiamento Alavancagem por exigíveis. Mercado de capitais pouco expressivos. Propriedade Propriedade altamente concentrada. Gestão Gestão é exercida pelos acionistas majoritários. Conflitos de agência O principal conflito ocorre entre o acionista majoritário e os minoritários, sem poder de decisão. Proteção legal aos minoritários Fraca. A alta proporção das ações sem direito a voto dificulta a ação dos minoritários. Conselho de administração Afetada pela propriedade/gestão. A maioria dos membros está ligada aos controladores por vínculo familiar. Não atuante. Liquidez da participação acionária Prevalece a baixa liquidez em mercados especulativos. Forças de controle mais atuantes Internas. Governança corporativa Embrionária, mas evoluindo com rapidez. Abrangência dos modelos de controle Prevalecem os interesses dos acionistas.
  44. 44. Case Prof. João Conrado
  45. 45. Controles internos Prof. João Conrado <ul><li>Os controles sempre existiram nas empresas. </li></ul><ul><li>Com a globalização, o assunto ganhou maior destaque. </li></ul><ul><li>A abertura de filiais em outros países impôs a adoção de padrões que pudesse ampliar o controle das unidades. </li></ul><ul><li>O controle tem a finalidade de assegurar que as ações estratégicas sejam empreendidas, alcançando os objetivos da organização. </li></ul><ul><li>É feito por meio de normas e engajamento do pessoal. </li></ul>
  46. 46. Controles internos Prof. João Conrado
  47. 47. Princípios de controle interno Prof. João Conrado
  48. 48. Princípios de controle interno Prof. João Conrado
  49. 49. Princípios de controle interno Prof. João Conrado
  50. 50. Ciclos operacionais Prof. João Conrado VENDAS - Envolve todos os procedimentos que se iniciam na venda dos produtos e terminam com o recebimento da fatura, incluindo a emissão de nota fiscal, registros, contabilização, apuração dos impostos, baixa e recebimento. <ul><li>Determinação da responsabilidade para: </li></ul><ul><ul><li>Alteração da tabela de preços; </li></ul></ul><ul><ul><li>Negociação de prazos de venda; </li></ul></ul><ul><ul><li>Concessão de descontos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Isenção de encargos financeiros; </li></ul></ul><ul><li>Conferência: </li></ul><ul><ul><li>Da quantidade e valor do pedido com a nota fiscal de venda na expedição; </li></ul></ul><ul><ul><li>Dos produtos embarcados com a nota fiscal de venda; </li></ul></ul><ul><li>Verificação da obediência dos prazos de entrega; </li></ul><ul><li>Formalização dos contratos com representantes comerciais; </li></ul><ul><li>Atualização periódica dos cadastros dos clientes; </li></ul><ul><li>Estabelecimento de políticas e sistemáticas de cobrança; </li></ul><ul><li>Verificação do lançamento automático da baixa do estoque e da contabilização da venda; </li></ul><ul><li>Confronto dos saldos contábeis por clientes com o relatório de contas a receber. </li></ul>Contas a receber Recebimento Vendas
  51. 51. Ciclos operacionais Prof. João Conrado COMPRAS - Envolve os procedimentos de aquisição de insumos, estoque, contabilização, registro no sistema de contas a pagar e pagamento, incluindo o registro dos impostos a recuperar sobre as aquisições. <ul><li>Determinação: </li></ul><ul><ul><li>De alçadas de compras; </li></ul></ul><ul><ul><li>De escalas de preços a serem aprovadas em diferentes alçadas; </li></ul></ul><ul><li>Obtenção de pelo menos três cotações diferentes de fornecedores; </li></ul><ul><li>Contagem física dos produtos na entrada, confrontando com as notas fiscais; </li></ul><ul><li>Confronto dos dados da nota fiscal com o pedido e autorização de compra; </li></ul><ul><li>Verificação: </li></ul><ul><ul><li>Da contabilização dos tributos recuperáveis; </li></ul></ul><ul><ul><li>Lançamento no estoque e na contabilidade; </li></ul></ul><ul><li>Definição da sistemática de armazenamento; </li></ul><ul><li>Verificação da qualidade do produto e prazo de entrega pelos fornecedores; </li></ul><ul><li>Implantação e realização de inventários periódicos; </li></ul><ul><li>Controle do contas a pagar e confronto dos saldos (financeiro x setor de compras). </li></ul>Contas a pagar Pagamento Compras
  52. 52. Ciclos operacionais Prof. João Conrado PRODUÇÃO - Controle de estoques, métodos de apuração de custos, contabilização. Inicia-se com a requisição dos materiais do almoxarifado, consumo na produção, até o produto ficar pronto para venda. <ul><li>Definição das responsabilidades pela requisição e recebimento dos insumos em estoque; </li></ul><ul><li>Controle adequado dos insumos, transferência para a produção e para produto pronto; </li></ul><ul><li>Definição do método de custeio a ser utilizado; </li></ul><ul><li>Definição das políticas de aproveitamento de sobras e refugos; </li></ul><ul><li>Adequada distribuição de máquinas e materiais pela fábrica, propiciando economia de tempo e recursos. </li></ul>Produção Apuração do Custo Requisição de MP Transf. para PP
  53. 53. Ciclos operacionais Prof. João Conrado PESSOAL - Atos e procedimentos de contratação, treinamento e saída do pessoal da empresa. É desejável que as políticas de recursos humanos sejam bem claras e disponíveis. <ul><li>Definição de critérios de seleção, contratação e política de treinamento; </li></ul><ul><li>Estabelecimento de regras básicas para gozo de férias; </li></ul><ul><li>Programa de bônus, participação nos lucros e punições; </li></ul><ul><li>Difusão das crenças e cultura da companhia; </li></ul><ul><li>Estabelecimento de regras para conferir se as tarefas estão sendo prestadas de acordo com os manuais da empresa; </li></ul><ul><li>Verificações periódicas para evitar o desvio de funcionários dos seus cargos preestabelecidos, bem como suas responsabilidades; </li></ul><ul><li>Políticas de demissão voluntária e por justa causa, inclusive com o estabelecimento de regras que permitam manter o nível de diálogo com o funcionário e a preservação das informações que ele possa deter. </li></ul>Treinamento Despedida Contratação de pessoal
  54. 54. Ciclos operacionais Prof. João Conrado PATRIMÔNIO - Envolve os ativos fixos que pertencem à empresa, como móveis, máquinas, veículos, entre outros. Faz-se necessário adotar políticas rígidas de aquisição e guarda, inclusive com restrição de acesso. <ul><li>Determinação de alçadas e responsabilidades sobre aquisição de novos ativos; </li></ul><ul><li>Políticas relacionadas a prazos para troca de equipamentos e novas aquisições, bem como faixa de valores que podem ser aprovados; </li></ul><ul><li>Determinação de responsabilidade pelo controle e guarda dos bens, restringindo o acesso aos demais funcionários, exceto mediante autorização; </li></ul><ul><li>Conferência dos registros contábeis dos bens, bem como contabilização das depreciações e baixas. </li></ul>Treinamento Despedida Contratação de pessoal
  55. 55. Sistemas de informação Prof. João Conrado C O N T R O L A D O R I A Implantação e monitoramento dos controles internos Sistema de informações Processo de gestão Decisões econômicas otimizadas <ul><li>O papel da auditoria é vital (interna e externa). </li></ul><ul><li>Os controles internos são os primeiros itens avaliados pelos auditores. </li></ul><ul><li>Quanto mais eficiente for o sistema de controles internos, menor será a profundidade dos serviços dos auditores. </li></ul>
  56. 56. Case Prof. João Conrado
  57. 57. Planejamento Prof. João Conrado
  58. 58. Plano estratégico Variáveis ambientais Prof. João Conrado
  59. 59. Variáveis internas Prof. João Conrado
  60. 60. Posicionamento Prof. João Conrado
  61. 61. Plano estratégico - SWOT Prof. João Conrado MATRIZ SWOT Strengths (Pontos Fortes) O que a empresa faz bem? Que recursos especiais possui e pode aproveitar? O que outros acham que você faz bem? Weaknesses (Pontos Fracos) No que você pode melhorar? Onde tem menos recursos que os outros? O que outros acham que não faz bem? Opportunities (Oportunidades ) Quais são as oportunidades externas que você pode identificar? Que tendências e &quot;modas&quot; você pode aproveitar em seu favor? Threats (Ameaças) Que ameaças (leis, regulamentos, concorrentes) podem lhe prejudicar ? O que seu concorrente anda fazendo?
  62. 62. Plano estratégico - SWOT <ul><li>O cruzamento entre Ameaças e Forças, pode representar a possibilidade de se investir na modificação do Ambiente, de modo a torná-lo favorável à empresa (não é tarefa fácil de ser conseguida). </li></ul>Prof. João Conrado <ul><li>Se, no cruzamento entre Ameaças e Fraquezas estiverem situações de alta relevância para a empresa, provavelmente trata-se de ocasião para modificações profundas na empresa, incluindo sua manutenção no próprio negócio. </li></ul>
  63. 63. Matriz SWOT (exemplo) Prof. João Conrado MATRIZ SWOT Ameaças Oportunidades Concorrentes não sujeitos às regras do CEPRAMA Baixa visitação dos turistas Turismo receptivo crescente CEPRAMA como local de eventos culturais Pontos Fracos Linha limitada de produtos Negociar com CEPRAMA ampliação da linha de produtos Produtos encalhados - Fazer promoção dos produtos Falta de capital de giro - - Obter recursos através do microcrédito Layout pouco atrativo - Desenvolver novo layout - Pontos Fortes Localização no CEPRAMA Negociar ampliação dos produtos Fomentar o acesso dos turistas por meio dos guias turísticos Divulgar o Box nos eventos culturais Capacidade de produzir artigos - Modernizar a linha de produtos, baixando custos.
  64. 64. Matriz SWOT (exemplo) Prof. João Conrado OBJETIVO METAS Descrição Prazo Quantidade Valor Ampliação/modernização da linha de produtos Desenvolver portfólio de produtos voltados para os apelos turísticos do Maranhão (motivos locais) confeccionados com insumos de baixo custo 02 meses Negociar com o CEPRAMA a comercialização do novo portfólio no BOX 10 02 meses Atrair turistas para o BOX 10 Desenvolver novo layout, que se destaque dos demais e chame atenção do turista 01 mês Firmar parceria com guias turísticos para que os visitantes sejam levados ao BOX 10 01 mês Comissionar os guias em 5% Divulgar BOX 10 nos eventos culturais realizados no CEPRAMA 03 meses 1.000 panfletos R$ 200,00 Desfazer-se de produtos de baixo giro Fazer promoção dos produtos, reduzindo a margem de lucro Imediato Obter capital de giro para custear o Plano Candidatar-se ao microcrédito Imediato R$ 1.000,00 Aplicar os recursos nos novos produtos do portfólio 02 meses
  65. 65. Planejamento Operacional Prof. João Conrado Orçamento Base Zero Orçamento Contínuo Métodos Orçamentários Orçamento Flexível Orçamento Perpétuo
  66. 66. Orçamento <ul><li>Orçamento de vendas </li></ul><ul><li>Orçamento de produção e estoque </li></ul><ul><li>Orçamento de custo de materiais </li></ul><ul><li>Orçamento de mão-de-obra </li></ul><ul><li>Orçamento de CMV </li></ul><ul><li>Orçamento de despesas operacionais </li></ul><ul><li>DRE projetada </li></ul><ul><li>Balanço projetado </li></ul><ul><li>Fluxo de caixa projetado </li></ul>Prof. João Conrado
  67. 67. Case Prof. João Conrado
  68. 68. Avaliação de desempenho Prof. João Conrado
  69. 69. Avaliação de desempenho Prof. João Conrado
  70. 70. Razões para avaliar Prof. João Conrado
  71. 71. Princípios Prof. João Conrado
  72. 72. Medir o patrimônio <ul><li>Quando falamos em Patrimônio, vem logo a nossa mente: </li></ul><ul><ul><li>Bens </li></ul></ul><ul><ul><li>Riqueza </li></ul></ul><ul><li>Vinculamos patrimônio à idéia de riqueza. </li></ul><ul><li>Entretanto, alguém que possui muitos bens pode dever mais que o valor da soma desses bens. </li></ul><ul><li>Tudo que a pessoa possui é insuficiente para honrar seus compromisso </li></ul>Prof. João Conrado PATRIMÔNIO É O CONJUNTO DOS BENS, DIREITOS E OBRIGAÇÕES DE UMA ENTIDADE.
  73. 73. BENS DIREITOS OBRIGAÇÕES PATRIMÔNIO LÍQUIDO Prof. João Conrado
  74. 74. BENS R$ 110.000 DIREITOS R$ 30.000 OBRIGAÇÕES R$ 70.000 PATRIMÔNIO LÍQUIDO R$ 70.000 ATIVO PASSIVO Prof. João Conrado
  75. 75. Atividades Financeiras BALANÇO PATRIMONIAL Análise e Planejamento Financeiro Decisões de investimentos Decisões de financiamento Ativos Circulantes Passivos Circulantes Ativos Permanentes Recursos Permanentes Prof. João Conrado
  76. 76. Cia Balcãs (R$ 000) Prof. João Conrado DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS DO EXERCÍCIO 2004 2003 Receita de Vendas 3.074 2.567 (-) Custo do produto vendido -2.088 -1.711 Lucro Bruto 986 856 (-) Despesas Operacionais -568 -553 Despesas de vendas -100 -108 Despesas Gerais e Administrativas -194 -187 Despesas de Leasing -35 -35 Despesas de Depreciação -239 -223 Lucro Operacional 418 303 (-) Despesas Financeiras -93 -91 Lucro Líquido Antes do Imposto de Renda 325 212 (-) Menos Provisão para o Imposto de Renda -94 -64 Lucro Líquido Depois do Imposto de Renda 231 148 (-) Dividendos para Ações Preferenciais -10 -10 Lucro Disponível para as Ações Ordinárias 221 138 Lucro por Ação (LPA) 2,90 1,81
  77. 77. Cia Balcãs (R$ 000) Prof. João Conrado BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO 2004 2003 CIRCULANTE 1.223 1.004 Caixa 363 288 Títulos Negociáveis 568 51 Duplicatas a Receber 503 365 Estoques 289 300 PERMANENTE 2.374 2.266 Terrenos e Edifícios 2.072 1.903 Máquinas e Equipamentos 1.866 1.693 Móveis e Acessórios Fixos 358 316 Veículos 275 314 Outros 98 96 Subtotal Ativo Permanente (bruto) 4.669 4.322 (-) Depreciação Acumulada -2.295 -2.056 TOTAL DO ATIVO 3.597 3.270
  78. 78. Cia Balcãs (R$ 000) Prof. João Conrado BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO 2004 2003 CIRCULANTE 620 483 Duplicatas a Pagar 382 270 Títulos a Pagar 79 99 Contas a Pagar 159 114 EXIGÍVEL DE LONGO PRAZO 1.023 967 Leasing Financeiro 1.023 967 TOTAL DO PASSIVO 1.643 1.450 PATRIMÔNIO LÍQUIDO 1.954 1.820 Ações Preferenciais 200 200 Ações Ordinárias 191 190 Ágio na Venda de Ações Ordinárias 428 418 Lucros Retidos 1.135 1.012 TOTAL DO PASSIVO 3.597 3.270
  79. 79. Indicadores de Liquidez Prof. João Conrado AC = Ativo Circulante; ARLP = Ativo Realizável a Longo Prazo; PC = Passivo Circulante; PELP = Passivo Exigível a Longo Prazo Indicador Cálculo Significado Capital Circulante Líquido AC – PC O CCL representa a folga financeira Liquidez Geral AC + ARLP PC + PELP Capacidade de pagamento no longo prazo Liquidez Corrente AC PC Capacidade de pagamento no curto prazo Liquidez Seca AC – Estoque PC Capacidade de pagamento no curto prazo sem contar com os estoques.
  80. 80. Indicadores de Atividade Prof. João Conrado Indicador Cálculo Significado Giro do Estoque CPV Estoque Indica a liquidez do estoque Prazo Médio de Cobrança Recebíveis VM por dia Tempo médio para receber as vendas a prazo Prazo Médio de Pagamento Duplicatas CM por dia Tempo médio para pagar as compras a prazo Giro do Ativo Total Vendas Ativo Eficiência dos ativos para gerar vendas Giro dos Investimentos Vendas Permanente Eficiência do ativo permanente em gerar vendas.
  81. 81. Indicadores de Endividamento Prof. João Conrado Indicador Cálculo Significado Índice de Endividamento Passivo Total Ativo Total Quanto os credores estão financiando a empresa Índice de Cobertura de Juros LO DJ Capacidade da empresa em pagar juros de financiamento Composição do Endividamento PC PT Percentual de obrigações no curto prazo em relação ao total da dívida.
  82. 82. Indicadores de Lucratividade Prof. João Conrado Indicador Cálculo Significado Margem Bruta Lucro Bruto Receita Indica a lucratividade da empresa na sua atividade principal. Margem Operacional Lucro Operac. Receita Indica a lucratividade depois de deduzidos os custos e despesas operacionais Margem Líquida Lucro Líquido Receita Índica a lucratividade da empresa após pagos todos os custos, despesas e outros gastos Retorno Sobre Ativos (ROA) Lucro Líquido Ativo Medida de eficiência dos ativos em gerar lucro Retorno Sobre PL Lucro Líquido PL Retorno dos recursos dos investimentos dos sócios da empresa.
  83. 83. Premissas Prof. João Conrado
  84. 84. Prof. João Conrado
  85. 85. Histórico Prof. João Conrado Desde a pré-história, o homem sempre deixou registrado o seu patrimônio . Na Idade Média o registro contábil foi sistematizado (partidas dobradas). Estudo de custos surgiu com a Revolução Industrial.
  86. 86. Por que estudar custos? Prof. João Conrado Para saber o lucro. Para controlar as operações Para tomar decisões.
  87. 87. Definições e conceitos Prof. João Conrado
  88. 88. Princípios gerais Prof. João Conrado
  89. 89. Classificação dos Custos Em relação à unidade (produto) Prof. João Conrado
  90. 90. Classificação dos custos Em relação ao volume Prof. João Conrado
  91. 91. Classificação dos gastos Prof. João Conrado MD Materiais Diretos Matéria-Prima Embalagem MOD Mão-de-Obra Direta Mensurada e identifi- cada de forma direta CIF Custos Indiretos Custos que não são MD nem MOD Despesas Gastos não associados à produção Custo total, contábil ou fabril Custo de transformação Custo primário ou direto Gastos totais ou custo integral
  92. 92. Materiais Diretos Prof. João Conrado
  93. 93. Elementos dos custos Mão-de-obra direta (MOD) Prof. João Conrado Refere-se apenas ao pessoal que trabalha diretamente sobre o produto em elaboração, &quot;desde que seja possível a mensuração do tempo despendido e a identificação de quem executou o trabalho, sem necessidade de qualquer apropriação indireta ou rateio&quot; (Martins, 1998: 143).
  94. 94. <ul><li>A Fábrica de Colchões Sonho Meu Ltda produz e vende três produtos: Colchões (CL), Colchonetes (CN) e Travesseiros (TR) com dados especificados na tabela abaixo: </li></ul>CIF - Exemplo Prof. João Conrado Descrição (+) Mat.diretos (+) M.O. direta (=) Custos diretos Horas-máquina Quantidade Colchões 38.000,00 3.200,00 40.200,00 500 1.000 Colchonete 42.000,00 3.600,00 45.600,00 1.500 3.000 Travesseiro 48.000,00 5.200,00 53.200,00 3.000 16.000 Total 128.000,00 12.000,00 140.000,00 5.000 20.000 (Bruni e Famá, 2003).
  95. 95. <ul><li>Sabe-se que a empresa incorre em alguns custos indiretos, apresentados abaixo: </li></ul>CIF - Exemplo Prof. João Conrado Descrição M.Obra Indireta Materiais indiretos Seguro industrial Depreciação fabril Total Valor 8.000,00 56.000,00 4.000,00 32.000,00 100.000,00
  96. 96. Rateio dos CIF – Base MOD Prof. João Conrado Descrição (+) Mat.diretos (+) M.O. direta (=) Custos diretos Colchões 38.000,00 3.200,00 40.200,00 Colchonete 42.000,00 3.600,00 45.600,00 Travesseiro 48.000,00 5.200,00 53.200,00 Total 128.000,00 12.000,00 140.000,00 MD / Total (%) Rateio CIF 27% 27.000,00 30% 30.000,00 43% 43.000,00 100% 100.000,00 Custo total Quantidade Custo Unitário 68.200,00 1.000 68,20 75.600,00 3.000 25,20 96.200,00 16.000 6,01 240.000,00 - -
  97. 97. Rateio dos CIF – Base MD Prof. João Conrado Descrição (+) Mat.diretos (+) M.O. direta (=) Custos diretos Colchões 38.000,00 3.200,00 40.200,00 Colchonete 42.000,00 3.600,00 45.600,00 Travesseiro 48.000,00 5.200,00 53.200,00 Total 128.000,00 12.000,00 140.000,00 MD / Total (%) Rateio CIF 30% 30.000,00 33% 33.000,00 37% 37.000,00 100% 100.000,00 Custo total Quantidade Custo Unitário 70.200,00 1.000 70,20 78.600,00 3.000 26,20 85.200,00 16.000 5,31 240.000,00 - -
  98. 98. Prof. João Conrado
  99. 99. <ul><li>Unidade operacional </li></ul><ul><li>Conjunto de homens e/ou máquinas que desenvolvem atividades homogêneas dentro de uma mesma área </li></ul><ul><li>Unidade mínima administrativa para a contabilidade </li></ul><ul><ul><li>Departamento de serviços: atendem às necessidades dos departamentos de produção ou de outros departamentos de serviços; </li></ul></ul><ul><ul><li>Departamento de produção: elabora diretamente o produto transformando fisicamente as unidades em processamento. </li></ul></ul>Departamentos Prof. João Conrado
  100. 100. <ul><li>A Cerâmica Pintus Ltda fabrica e vende a cada mês 300 unidades de cerâmica comum e 200 unidades de cerâmica vitrificada pelos preços unitários respectivos de R$ 7,50 e R$ 9,50. </li></ul><ul><li>No último mês a empresa apresentou os seguintes dados: </li></ul>Departamentos - Exemplo Prof. João Conrado Descrição Cerâmica Comum Total Cerâmica Vitrificada Custo Indireto Materiais M. Obra Depreciação 900,00 300,00 - 800,00 200,00 - 600,00 400,00 1.000,00 2.300,00 900,00 1.000,00 Total 1.200,00 1.000,00 2.000,00 4.200,00
  101. 101. Departamentos - Exemplo Prof. João Conrado <ul><li>A empresa utiliza a quantidade produzida como critério de rateio dos CIF. </li></ul>
  102. 102. <ul><li>Uma análise mais cuidadosa dos CIF mostrou que eles ocorrem em três departamentos: Olaria, Forno e Vitrificação. </li></ul>Departamentos - Exemplo Prof. João Conrado
  103. 103. Departamentos - Exemplo Prof. João Conrado
  104. 104. Custeio Baseado em Atividades <ul><li>ABC </li></ul><ul><li>Activity Based Costs </li></ul>Prof. João Conrado
  105. 105. Definição <ul><li>Sistema de custeio por atividades </li></ul><ul><ul><li>Custos são transferidos de acordo com atividades executadas. </li></ul></ul><ul><ul><li>Primeiro rastreiam-se os custos para as atividades e, em seguida, para os produtos. </li></ul></ul>Prof. João Conrado
  106. 106. Departamento Direcionador Compras Ordens de compras Manutenção Horas de máquina Horas de homem trabalhando Quantidade de atendimentos Almoxarifado Volume manuseado Lotes atendidos M² ocupados Prof. João Conrado
  107. 107. Dados Quentinhas Self Service Materiais Diretos 140.000,00 65.000,00 Mão-de-obra direta 360.000,00 135.000,00 Quantidade 280.000 60.000 Preço 3,50 12,00 Prof. João Conrado
  108. 108. Gastos Almox. Produção Manut. Salários e encargos 18.000,00 60.000,00 280.000,00 Materiais indiretos 6.000,00 35.000,00 120.000,00 16.000,00 5.000,00 100.000,00 Depreciação Total 40.000,00 100.000,00 500.000,00 Prof. João Conrado
  109. 109. Aplicação (cont.) <ul><li>Almoxarifado: Controla, processa e entrega materiais </li></ul><ul><ul><ul><li>Manutenção: 20 lotes </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Produção: 30 lotes </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Quentinha: 90 lotes </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Self-service: 60 lotes </li></ul></ul></ul><ul><li>Manutenção: Serviços prestados em horas </li></ul><ul><ul><ul><li>Produção: 50 horas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Quentinhas: 170 horas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Self-service: 80 horas </li></ul></ul></ul><ul><li>Produção: Serviço prestado em horas </li></ul><ul><ul><ul><li>Quentinha: 800 horas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Self-service: 1.200 horas </li></ul></ul></ul>Prof. João Conrado
  110. 110. Self-service Quentinha Produção Manut. Almox. Gasto Materiais diretos - - - 140.000,00 360.000,00 - 209.333,33 2,81 65.000,00 135.000,00 - 314.000,00 9,23 M. Obra direta - - - Custos Indiretos 40.000,00 100.000,00 500.000,00 Subtotal 40.000,00 100.000,00 500.000,00 500.000,00 200.000,00 Transf. Almox. -40.000,00 4.000,00 6.000,00 18.000,00 12.000,00 Subtotal - 104.000,00 506.000,00 518.000,00 212.000,00 Transf. Manut. - -104.000,00 17.333,33 58.933,33 27.733,34 Subtotal - - 523.333,33 576.933,33 239.733,34 Transf. Produção - - -523.333,33 Subtotal - - - 786.266,66 553.733,34 Quantidade - - - 280.000 60.000 - - - Custo Unitário Prof. João Conrado
  111. 111. Aplicação (final) <ul><li>Quentinha </li></ul><ul><ul><li>Preço de venda: R$ 3,50 </li></ul></ul><ul><ul><li>Custo: R$ 2,81 </li></ul></ul><ul><ul><li>Lucro Bruto R$ 0,69 </li></ul></ul><ul><ul><li>Margem 19,71% </li></ul></ul><ul><li>Self-service </li></ul><ul><ul><li>Preço de venda: R$ 12,00 </li></ul></ul><ul><ul><li>Custo: R$ 9,23 </li></ul></ul><ul><ul><li>Lucro Bruto: R$ 2,77 </li></ul></ul><ul><ul><li>Margem 23,1% </li></ul></ul>Prof. João Conrado
  112. 112. <ul><li>Custos por processo </li></ul><ul><ul><li>Produtos sem variações </li></ul></ul><ul><ul><li>Produção estável </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Exemplo: Fábrica de canetas BIC </li></ul></ul></ul><ul><li>Custos por ordem de produção </li></ul><ul><ul><li>Produção por encomenda </li></ul></ul><ul><ul><li>Produtos diferenciados </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Exemplo: Indústria de móveis personalizados </li></ul></ul></ul>Sistema de Acumulação Prof. João Conrado
  113. 113. Custeio por Processo Prof. João Conrado Custo MD MOD CIF Total 50.000,00 60.000,00 80.000,00 Prod. Concluída 3.000 3.000 3.000 Produção Equivalente Unid 4.000 4.000 4.000 % 80% 40% 60% Equiv. 3.200 1.600 2.400 Soma da Produção 6.200 4.600 5.400 Custo MD MOD CIF Total Total 50.000,00 60.000,00 80.000,00 190.000,00 Soma Prod. 6.200 4.600 5.400 ------- Unit. 8,06 13,04 14,81 ----- Elaborados Unid 3.000 3.000 3.000 ----- R$ 24.193,55 39.130,43 44.444,44 107.768,43 Em processo Unid 3.200 1.600 2.400 ----- R$ 25.806,45 20.869,57 35.555,56 82.231,57
  114. 114. Custeio por Ordem de Produção Prof. João Conrado Materiais: 8m² de mogno a R$ 16,00 o m² 8 x R$ 16,00 = R$ 128,00 Mão-de-obra: Custo da mão-de-obra mensal n º horas x n º horas produção 960,00 / 160 x 10 = R$ 60,00 CIF: Custo Indiretos de Fabricação n º horas x n º horas produção 5.920,00 / 160 x 10 = R$ 370,00
  115. 115. Prof. João Conrado Movelaria Campestre Ltda Ordem de Produção n º 118/2005 Confecção de Mogno Data de abertura: 11/09/2006_ Jacadura Decorações Data da entrega: 15/10/2006_ Material consumido: Data 12/09/2006 Referência Doc. 1541 Valor 128,00 Acumulado 128,00 Mão-de-obra consumida: Data 13/10/2006 Referência Doc. 1423 Valor 60,00 Acumulado 188,00 CIF aplicados: Data 14/10/2006 Referência Doc. 3232 Valor 370,00 Acumulado 558,00
  116. 116. Prof. João Conrado
  117. 117. <ul><li>Planejamento e controle </li></ul><ul><ul><li>Avaliação de desempenho (projetado x real) </li></ul></ul><ul><ul><li>Analisar variações de quantidade e preço </li></ul></ul><ul><ul><li>Eficiência </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Compras </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Produção </li></ul></ul></ul><ul><li>Custeio do produto </li></ul><ul><ul><li>Atribuição de preços aos produtos </li></ul></ul><ul><ul><li>Participar de licitações </li></ul></ul>Custeio Padrão - Utilização Prof. João Conrado
  118. 118. Custeio-Padrão - Variações Prof. João Conrado Preço Quantidade Pp Qp Pr Variação de Preço Qr Variação de Quantidade Variação Conjunta
  119. 119. <ul><li>Sapatos Modelo Florença: Custo Padrão </li></ul><ul><ul><li>0,6m² de couro a R$ 80,00 o m² </li></ul></ul><ul><ul><li>3 horas e 20 min. MOD a R$ 14,00 a hora </li></ul></ul><ul><li>Custos após fabricar 300 pares: </li></ul><ul><ul><li>210 m² de couro  R$ 17.850,00 </li></ul></ul><ul><ul><li>990 horas de MOD  R$ 15.840,00 </li></ul></ul>Custeio Padrão - Exemplo Prof. João Conrado
  120. 120. Custeio Padrão - Exemplo Prof. João Conrado CUSTOS Couro Padrão Unit Total Mão-de-obra Unit Total Real Variações Preço Quant. Valor 80,00 0,6 48,00 80,00 180 14.400,00 14,00 3,3333 46,67 14,00 1.000 14.000,00 Preço Quant. Valor Preço Quant. Valor 210 17.850,00 85,00 85,00 0,7 59,50 990 15.840,00 16,00 16,00 3,30 52,80 + 5,00 + 0,10 + 11,50 + 5,00 + 30,00 +3.450,00 + 2,00 - 0,03 + 6,13 + 2,00 - 10 +1.840,00
  121. 121. Custeio Direto <ul><li>Custeio Variável </li></ul>
  122. 123. Análise de custos x volume x lucros <ul><li>Fábrica de bonés: </li></ul><ul><ul><li>Preço de vendas: R$ 16,00 </li></ul></ul><ul><ul><li>Custo unitário: R$ 10,00 </li></ul></ul><ul><ul><li>Custos fixos: R$ 5.000,00 </li></ul></ul>SITUAÇÃO VENDAS 1.000 BONÉS VENDAS 2.000 BONÉS Total Unitário Total Unitário Receita 16.000,00 16,00 32.000,00 16,00 CV 10.000,00 10,00 20.000,00 10,00 CF 5.000,00 5,00 5.000,00 2,50 Custo total 15.000,00 15,00 25.000,00 12,50 Lucro 1.000,00 1,00 7.000,00 3,50
  123. 124. Conceito Físico da Alavanca <ul><li>A aplicação de uma força menor no braço mais longo, resulta em força contrária maior no braço mais curto. </li></ul>1 Kgf 10 Kgf 10 m 1 m
  124. 125. Alavancagem Empresarial Variação das Vendas 2% Gastos Fixos Variação no Resultado 20%
  125. 126. Graus de alavancagem
  126. 127. Cálculo do Grau de Alavancagem DRE ATUAL + 30% % Receitas 100.000,00 130.000,00 30% - Custos Fixos - 40.000,00 - 40.000,00 - Custos variáveis - 40.000,00 - 52.000,00 Lucro Operacional 20.000,00 38.000,00 90% - Juros - 5.000,00 - 5.000,00 LAIR 15.000,00 33.000,00 120%
  127. 128. Cálculo <ul><li>GAO = % Lucro Operacional / % Receita </li></ul><ul><ul><li>GAO = 90 / 30 </li></ul></ul><ul><ul><li>GAO = 3 vezes </li></ul></ul><ul><li>GAF = % LAIR / % Lucro Operacional </li></ul><ul><ul><li>GAF = 120 / 90 </li></ul></ul><ul><ul><li>GAF = 1,33 vezes </li></ul></ul><ul><li>GAC = % LAIR / % Receita </li></ul><ul><ul><li>GAF = 120 / 30 </li></ul></ul><ul><ul><li>GAF 4 vezes </li></ul></ul>
  128. 129. Ponto de equilíbrio <ul><li>Q ou $ para lucro nulo </li></ul><ul><li>No Ponto de Equilíbrio, </li></ul><ul><li>Receitas </li></ul><ul><li>= </li></ul><ul><li>Custos </li></ul>
  129. 130. Ponto de Equilíbrio Operacional <ul><li>PEO = Custo fixo / MC </li></ul><ul><ul><li>Exemplo: Indústria de Bicicletas registra custos fixos de R$ 560.000,00 e vende uma bicicleta de marcha por R$ 1.700,00 com custo variável de R$ 900,00 </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>PEO = 560.000,00 / (1700,00 – 900,00) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>PEO = 560.000,00 / 800,00 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>PEO = 700 bicicletas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>ou </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>PEO = 560.000,00 / (800,00 / 1700,00) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>PEO = 560.000,00 / 0,4706 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>PEO = R$ 1.189.970,00 </li></ul></ul></ul>
  130. 131. Ponto de Equilíbrio Econômico <ul><li>PEE = (CF + DF) / MC </li></ul><ul><ul><li>Exemplo: Vamos admitir que a empresa investiu R$ 1.000.000,00 e deseja um retorno de 10%. Seus custos fixos serão acrescidos de R$ 100.000,00 </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>PEE = (560.000 + 100.000) / 800,00 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>PEE = 660.000,00 / 800,00 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>PEE = 825 unidades </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>as 125 unidades a mais serão necessárias para remunerar o capital dos sócios e garantir a taxa de retorno desejada. </li></ul></ul></ul></ul>
  131. 132. Ponto de Equilíbrio Financeiro <ul><li>PEF = (CF – Desp. SD) / MC </li></ul><ul><ul><li>Admitamos que a empresa do nosso exemplo contabilizou depreciação no valor de R$ 60.000,00 </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>PEF = (560.000 – 60.000) / 800 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>PEF = 500.000 / 800 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>PEF = 625 unidades </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>a quantidade menor de bicicletas se deve à não necessidade de cobrir gastos que não representam desembolso. </li></ul></ul></ul></ul>
  132. 133. PE - Multiprodutos Prof. João Conrado A Confeitaria Américo Vespúcio opera com três produtos: Bolo, Salgados e Doces. Os dados estão dispostos abaixo: Bolo Doce Salgado Preço de venda 20,00 16,00 8,00 Custos Variáveis 6,00 4,00 4,00 Expectativa de vendas 5.000 12.000 16.000 Custos fixos 20.000,00
  133. 134. PE - Multiprodutos Prof. João Conrado Bolo Doce Salgado Preço de venda 20,00 16,00 8,00 Custos Variáveis 6,00 4,00 4,00 Margem de contribuição 14,00 12,00 4,00 Mix de vendas 15% 36% 49% MC Média Ponderada 2,10% 4,32% 1,96% MC Média Total 8,38%
  134. 135. Resultado <ul><li>PE = Custos fixos / MC Média Ponderada </li></ul><ul><li>PE = 20000 / 0,0838 </li></ul><ul><li>PE = R$ 238.663,48 </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Bolo: R$ 238.663,48 x 15% = R$ 35.799,52 </li></ul><ul><li>Bolo: R$ 35.799,52 / 20,00 = 1.790 bolos </li></ul>Prof. João Conrado
  1. Gostou de algum slide específico?

    Recortar slides é uma maneira fácil de colecionar informações para acessar mais tarde.

×