Prognóstico e risco em odontologia 2011
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Prognóstico e risco em odontologia 2011

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Prognóstico e risco em odontologia 2011 Presentation Transcript

  • 1. PROGNÓSTICO E RISCO EM ODONTOLOGIA
    ULBRA – Cachoeira do Sul
    Disciplina de Clínica Integral III
    Professores: João B. Zanirato; Fernando B.Ramirez; Juliano Cardoso; Luis Henrique M. Pinto
  • 2. INTRODUÇÃO
    Diagnóstico
    Prognóstico
    Risco
    GDC, 2008
  • 3. DIAGNÓSTICO
    Está baseado na anamnese, exame clínico e/ou exames complementares;
    Visa a identificação (classificação) da doença do paciente;
    Diagnóstico presuntivo e final.
    GDC, 2008
  • 4. Anamnese
    Motivo da consulta
    Histórico de saúde – doenças e medicamentos
    Hábitos alimentares – consumo de açúcar
    Hábitos de higiene bucal
    Exposição a fluoretos – água potável, dentifrício, bochechos, tabletes, aplicação profissional, Medicação.
    Profissão
    Nível sócio-econômico-cultural
    Tempo ocorrido desde a última visita a dentista
    Preocupação do paciente em relação a sua saúde oral
  • 5. Exames necessários para obtenção do diagnóstico
    EXAME CLÍNICO EXTRA-BUCAL:
    Observação do paciente
    Propedêutica facial (cadeias ganglionares)
    Propedêutica da articulação têmporo-mandibular
    EXAME CLÍNICO INTRA-BUCAL:
    Exame das mucosas e glândulas salivares
    Exame periodontal
    Exame dentário
    EXAMES COMPLEMENTARES:
    Exame radiográfico
    Teste de sensibilidade pulpar
    Medição do fluxo salivar
    Exames de saúde geral
  • 6. EXAME CLÍNICO INTRA-BUCAL
    EXAME DENTÁRIO – identificação das alterações
    CODIFICAÇÃO DE ACORDO COM PRONTUÁRIO
    0. Superfície hígida
    Lesão cariosa ativa, sem cavidade
    Lesão cariosa inativa, sem cavidade
    Lesão cariosa ativa, com cavidade
    Lesão cariosa inativa, com cavidade
    Superfície restaurada, sem alterações
    Superfície restaurada, com alterações
  • 7. Dente/prótese adaptada
    Dente/prótese desadaptada
    Indicação de exodontia
    Dente ausente por exodontia cárie
    Dente ausente por exodontia outro motivo
    Microdontia
    Macrodontia por fusão
    Macrodontia por geminação
    Abrasão
    Atrição
    Erosão
  • 8. Exame Clínico Intra-oral
    Mucosa oral
    Presença de placa e gengivite
    Experiência anterior de cárie
    Fluxo salivar
    Exame das lesões de cárie
    Tipo de lesão (ativa/inativa)
    Localização da lesão
    superfície lisa livre
    superfície proximal
    Superfície oclusal
    Sondagem?
    Radiografias interproximais e periapicais
  • 9. BASES PARA O CORRETO DIAGNÓSTICO
    Coleta de dados (anamnese + exame clínico + exames complementares) hoje em dia os médicos se baseiam muito nos exames complementares
    Conhecimento da etiopatogenia das doenças bucais se eu conhecer o processo da doença vou pedir ou não exame complementar e evitar custos desnecessários ao paciente
    Observação sistemática dos sinais e sintomas das doenças com a experiência podemos reduzir nossa coleta de dados, mas cuidar para não tornar-nos negligentes. Nem sempre você verá tudo.
    GDC, 2008
  • 10. PROGNÓSTICO
    É prever o curso provável e o resultado final da doença.
    É a base do clínico para explicar os riscos e benefícios ao paciente, para que este escolha um tipo de tratamento.
    As explicações devem estar baseadas no modelo atual de evidências científicas.
    GDC, 2008
  • 11. RISCO
    Fator de risco: “aspecto do comportamento pessoal ou do estilo de vida, uma característica adquirida ou congênita, que, com base na evidência epidemiológica, sabe-se estar associada às condições relacionadas a saúde”.
    Fator que aumenta a probabilidade da doença ocorrer e pode representar um alvo das intervenções terapêuticas (Thomaz e Mealey, 2005).
    GDC, 2008
  • 12. SE TODAS DOENÇAS TIVESSEM O MESMO PROGNÓSTICO E NECESSITASSEM O MESMO TRATAMENTO, NÃO SERIA NECESSÁRIO O DIAGNÓSTICO e RISCO. Apenas presença ou ausência seria suficiente.
    GDC, 2008
  • 13. Cárie
    “A doença cárie é, provavelmente, a mais prevalente de todas as doenças bacterianas infecciosas que acometem o homem”
    Centro de Controle de Doenças (CDC) – Atlanta - USA
  • 14. Retirado de: Newmann, Takei e Carranza, 2004
  • 15.
  • 16. CÁRIE
    FATOR
    ETIOLÓGICO
    HOSPEDEIRO
    MEIO
    LESÃO
    CARIOSA
    TEMPO
    MALTZ E CARVALHO, 1997
  • 17. PERIODONTITES
    Fatores Ambientais e Comportamentais
    PGE e MMP
    Anticorpo
    DESAFIO MICROBIANO
    RESPOSTA DO HOSPEDEIRO
    METABOLISMO DO TEC. CONJ.
    Citocinas
    Antígeno
    Fatores Genéticos
    PERDA DE INSERÇÃO CLÍNICA
    Page; Korman, 1997
  • 18. EXAME CLÍNICO INTRA-BUCAL
    • Lesão inicial de cárie (sem cavitação)
    • 19. COROA: lesão branca com superfície opaca, rugosa
    • 20. RAIZ: área de coloração amarelada e levemente amolecida
  • MÉTODOS DE DIAGNÓSTICO
    CÁRIE
    Clínico
    Radiográfico
    Teste salivar (fluxo, capacidade tampão)
    Microbiológico
    Dieta
    DOENÇA PERIODONTAL
    Sondagem
    Radiográfico
    Microbiológico
    Análise do fluido gengival
    Teste genético
    GDC, 2008
  • 21.
  • 22. BASES BIOLÓGICAS DO DIAGNÓSTICO
    CÁRIE
    DOENÇA PERIODONTAL
    • Com o passar do tempo observou-se que cada caso é único e depende da variabilidade do hospedeiro e da virulência da microbiota.
    • 23. O que influi nas condições que podem aumentar ou diminuir sua expressão?
    Idade, raça, gênero, fatores sócio-econômicos, conhecimento, estresse, saliva, dieta, tipo de
    bactérias, última visita ao dentista, fatores emocionais, fumo, doenças sistêmicas, higiene
    bucal, quantidade de doença prévia…
    GDC, 2008
  • 24. BASES BIOLÓGICAS DO DIAGNÓSTICO
    CÁRIE
    Estudo de Vipeholm (1956)
    DOENÇA PERIODONTAL
    Estudo de gengivite experimental em humanos (Loe et al., 1965).
    Estudo de periodontite induzida em cães (Lindhe et al., 1975).
    Estudo dos plantadores de chá do Sri Lanka (Loe et al., 1986).
  • 25.
  • 26.
  • 27. A META DO DIAGNÓSTICO É CLASSIFICAR DE MANEIRA BIOLÓGICA A DOENÇA, PARA ESTABELECER UM PLANO DE TRATAMENTO ADEQUADO E PLANEJAR UM PROGNÓSTICO REAL.
    QUAL A UTILIDADE DO DIAGNÓSTICO?
    Planos de saúde, convênios, laudos e comunicação entre colegas
    GDC, 2008
  • 28. A resposta ao tratamento será adequada caso o diagnóstico tenha sido correto.
    O tratamento visa eliminar ou reduzir o agente etiológico
    Caso não responda ao tratamento devo questionar o diagnóstico inicial
    O problema está quando o prognóstico da enfermidade é grave para a saúde do paciente!!!!!
    CONSIDERAÇÕES
    GDC, 2008
  • 29. EXEMPLOS
  • 30. Retirado de: Newmann, Takei e Carranza, 2004
  • 31.
  • 32. PROGNÓSTICO
    Prever o curso provável e os resultados de uma doença/tratamento.
    Auxilia o paciente escolher o tratamento
    Basear a tomada de decisões em evidências científicas para o estabelecimento do prognóstico (conhecer a causa e o risco da doença)
    GDC, 2008
  • 33. PROGNÓSTICO
    Se o tratamento for efetivo o prognóstico é bom!
    Se o agente causal não puder ser identificado, reduzido ou eliminado, resultados subotimizados serão alcançados e, nesse caso o prognóstico será menos favorável.
    GDC, 2008
  • 34. APLICAÇÕES CLÍNICAS DO PROGNÓSTICO
    Níveis de prognóstico:
    Dente, arcada ou toda dentição
    Indivíduo, comunidade ou população
    A curto ou longo prazo:
    Imediato (período de até 5 anos)
    Mediato (mais de 5 anos) (Thomas e Mealey, 2005)
    Exemplo: SS não é um bom indicador de risco para PI ao nível do sítio (28%), entretanto o escore médio de SS, pós tratamento, pode ser indicativo de que o indivíduo venha a perder inserção em algum lugar da dentição (Lang et al., 1990).
    Observação semelhante se encontra com a Profundidade de Sondagem.
    GDC, 2008
  • 35. RISCO
    Todas as pessoas são igualmente suscetíveis às doenças cárie e periodontal?
    A resposta ao tratamento é semelhante em todos os indivíduos?
    Qual a melhor maneira de avaliar a resposta ao tratamento?
    GDC, 2008
  • 36. RISCO EM PERIODONTIA
    Estudo da história natural da doença periodontal:
    OBJETIVO: descrever a incidência e progressão da doença periodontal, em uma população nunca exposta a programas de prevenção e tratamento da doença.
    METODOLOGIA: 480 homens foram examinados em 1970 (14-30 anos)
    Reexames em 1971, 73, 77, 82 e 85.
    Índices avaliados: IG, PI, IPl e IC em 2 faces por dente.
    2 examinadores treinados realizaram todos os exames.
    Loe et al., 1986
  • 37. Estudo da história natural da doença periodontal:
    RESULTADOS:
    baseado na PI proximal e na perda dental foram identificados 3 grupos:
    - rápida progressão (menos de 21 anos c/ 4mm de PI em dois molares ou incisivos, menos de 30 anos c/ 8 dentes perdidos) RP (8%)
    - progressão moderada (indivíduos em nenhuma das outras condições) PM (81%)
    - sem progressão (PI não maior que 2mm nas faces mesiais) SP (11%)
    Loe et al., 1986
  • 38. Estudo da história natural da doença periodontal:
    Loe et al., 1986
  • 39. RESPOSTA À TERAPIA PERIODONTAL
    LONGITUDINAL PERIODONTAL TISSUE ALTERATIONS DURING SUPPORTIVE THERAPY (ROSLING et al., 2001)
    DOIS GRUPOS:
    1- suscetibilidade normal (n=225)
    2- alta suscetibilidade (n=109)
    Suscetibilidade como estabelecer???
    Avaliação após 12 anos
  • 40. NG
    78%
    HSG 20%
    HSG 80%
    PERDA DENTÁRIA
    Percentual de pacientes com suscetibilidade normal (NG) e alta suscetibilidade (HSG) que perderam dentes durante os 12 anos de manutenção.
    % pacientes
    Número de dentes
  • 41. PERDA DE INSERÇÃO
    Médias (DP) do aumento na perda de inserção ocorrida após 12 anos, em diferentes sítios, nos grupos de suscetibilidade normal (NG) e alta (HSG).
  • 42. EFETIVIDADE DA TERAPIA PERIODONTAL
    LONGITUDINAL PERIODONTAL TISSUE ALTERATIONS DURING SUPPORTIVE THERAPY (ROSLING et al., 2001)
    CONCLUSÕES:
    pacientes com alta suscetibilidade a doença periodontal podem manter os níveis de inserção e altura óssea estáveis, desde que participem de um programa de manutenção;
    pacientes com suscetibilidade normal a DP previnem quase inteiramente a perda de inserção ao longo da manutenção;
    Pacientes com diferentes suscetibilidades à DP apresentam diferentes condições periodontais durante a manutenção.
  • 43. EFETIVIDADE DO TRATAMENTO DA DOENÇA CÁRIE
    On the prevention of caries and periodontal disease: results of 15-years in adults (Axelsson et al., 1991)
    Grupo 1 – 20 a 35 anos
    Grupo 2 – 36 a 50 anos
    Grupo 3 – 51 a 70 anos
    ANO 1972 1987
    375 317
    Medidas preventivas:
    Nos dois primeiros anos fizeram reconsultas a cada 2 meses, depois passou para 3 meses por mais quatro anos e nos outros nove anos variou entre 1 (65%) ,2 (30%), 3 a 6 (5%) vezes ao ano.
  • 44. EFETIVIDADE DO TRATAMENTO DA DOENÇA CÁRIE
    On the prevention of caries and periodontal disease: results of 15-years in adults (Axelsson et al., 1991)
    RESULTADOS
    Dos 317 que retornaram para reavaliação, 165 (>50%) não desenvolveu nenhuma cárie; 88 tiveram uma cárie ao longo do tempo, 64 tiveram duas ou mais novas cáries e 2 indivíduos tiveram mais de 10 cáries.
    As cáries recorrentes foram muito mais prevalentes do que as novas lesões, nos três grupos.
  • 45. EFETIVIDADE DO TRATAMENTO DA DOENÇA CÁRIE
    Onthepreventionof caries andperiodontaldisease: resultsof 15-years in adults(Axelssonet al., 1991)
    RESULTADOS
    Dos 317 sujeitos que retornaram, 258 não perderam nenhum dente, enquanto 51 perderam de 1 a 4 dentes.
    Perdeu-se mais molares de que outros dentes.
    As causas das perdas foram: fratura radicular (64%), reabsorção radicular, cárie, traumatismo, abscesso periodontal e lesão endodôntica.
  • 46. EFETIVIDADE DO TRATAMENTO DA DOENÇA CÁRIE
    On the prevention of caries and periodontal disease: results of 15-years in adults (Axelsson et al., 1991)
    CONCLUSÕES
    A prevenção na recorrência das doenças cárie e periodontal dependem: da melhoria dos métodos de higiene bucal, do uso regular de dentifrícios fluoretados e das visitas repetidas ao consultório para efetiva limpeza dentária.
  • 47. COMO AVALIAR A RESPOSTA AO TRATAMENTO?
  • 48. RISCO A CÁRIE
    Quando se deve realizar a avaliação do risco de cárie?
    Como selecionar indivíduos de risco?
    Quais fatores devem ser considerados na estimativa de risco a cárie?
    • Reduzir o risco de recidiva da doença, antes de iniciar o trabalho protético.
    GDC, 2008
  • 49. RISCO A CÁRIE
    Quando se deve realizar a avaliação do risco de cárie?
    SEMPRE
    GDC, 2008
  • 50. RISCO A CÁRIE
    Quando se deve realizar a avaliação do risco de cárie?
    Como selecionar indivíduos de risco?
    SEMPRE
    Aqueles que apresentam atividade de cárie ou tiveram lesões no último ano
    GDC, 2008
  • 51. RISCO A CÁRIE
    Quais fatores devem ser considerados na estimativa de risco?
    • Quantidade de placa
    • 52. Tipo de bactéria
    • 53. Dieta
    • 54. Secreção salivar e capacidade tampão
    • 55. Fluoretos
    • 56. Fatores socioeconômicos
    • 57. Fatores de saúde geral
    GDC, 2008
  • 58. RISCO A CÁRIE
    A avaliação do risco deve ser feita e discutida com o professor e depois com o paciente para que este entenda os fatores envolvidos na etiologia da doença cárie.
    GDC, 2008
  • 59. RISCO EM PERIODONTIA
    Quais os fatores que podem estar associados à resposta geral dos pacientes ao tratamento periodontal?
    Como identificar pacientes ou sítios que irão apresentar progressão da perda de inserção?
    GDC, 2008
  • 60. FATORES ASSOCIADOS A RESPOSTA GERAL DOS PACIENTES
  • 61. FUMO
    Mais de 200 trabalhos foram publicados nos últimos 4 anos sobre esse tópico.
    A resposta inflamatória gengival é suprimida em fumantes, aprox. 50%.
    Estudos de caso-controle demonstram que fumantes tem maior risco de ter periodontite (2 a 9x mais).
    Tratamento periodontal apresenta menos sucesso nos fumantes.
    GDC, 2008
  • 62. DIABETES
    Está associado com maior prevalência e severidade de gengivite.
    Estudos epidemiológicos mostraram maior extensão e severidade da periodontite.
    Diabéticos não-controlados apresentam 2 a 4x mais risco de ter periodontite.
    GDC, 2008
  • 63. HIV
    Pesquisas epidemiológicas tem demonstrado maior perda óssea e de inserção em pacientes infectados pelo HIV.
    O efeito do HIV no prognóstico da periodontite crônica continua sem solução.
    Como o HIV afeta o prognóstico periodontal a longo prazo???
    GDC, 2008
  • 64. OSTEOPOROSE
    Existe uma associação entre a osteoporose e a periodontite.
    Ronderos et al. (2000) observaram relação entre altos níveis de cálculo dental e baixa densidade mineral óssea com a DP. Maior PI e recessão do que mulheres com mesmo cálculo e densidade óssea normal.
    Pacientes com diagnóstico de osteoporose podem ter maior risco a perda de implantes osteointegrados.
    GDC, 2008
  • 65. FATORES GENÉTICOS E FAMILIARES
    Agregação familiar da periodontite tende a ocorrer tanto na forma crônica quanto na agressiva (papel do comportamento e do meio ambiente!!!!)
    117 pares de gêmeos foram avaliados clinicamente (64 mono e 53 dizigóticos) e estimou-se que 50% da PC tem relação com a hereditariedade.
    GDC, 2008
  • 66. FATORES GENÉTICOS E FAMILIARES
    É possível que paciente com forte histórico familiar de periodontite sejam mais suscetíveis a periodontite recorrente ou refratária.
    Estudos atuais de polimorfismo genético, buscam identificar um gene responsável pela progressão da Periodontite (IL-1; IL-6; FNT...)
    GDC, 2008
  • 67. FATORES PSÍQUICOS
    Os fatores psicológicos podem estar associados com a periodontite pela alteração dos hábitos de higiene ou por modificações imunológicas.
    Castro et al. (2006) avaliaram 165 pacientes com e sem periodontite e não encontraram associação com estresse, ansiedade e depressão.
    A capacidade de enfrentamento pode ser mais importante que o estresse em si.
    GDC, 2008
  • 68. COLABORAÇÃO
    A causa mais importante no sucesso da terapia periodontal é a qualidade da higiene, motivação e manutenção periódica dos pacientes.
    O IPV isoladamente é um pobre indicador da progressão da PI.
    Pacientes em manutenção perdem menos dentes e menos PI do que pacientes sem manutenção.
    GDC, 2008
  • 69. COLABORAÇÃO
    Dentes com prognóstico questionável podem ser mantidos a longo prazo, quando houver manutenção adequada.
    Melhores preditores da atividade de doença são: SS, PS residual e perda de inserção inicial.
    GDC, 2008
  • 70. ENVELHECIMENTO
    A PI e PO são mais prevalentes em pacientes mais velhos.
    Será que a idade é um fator de risco a periodontite???
    Diferenças na cicatrização, em pacientes mais velhos, se devem ao envelhecimento ou a condições concomitantes (diabetes, medicamentos, doenças vasculares…).
    GDC, 2008
  • 71. FATORES MICROBIOLÓGICOS
    A presença do Aa. está relacionada ao início e progressão da PAg localizada.
    Porém, poucos estudos longitudinais relacionaram sua presença com a progressão da doença.
    actinobacillusactinomycetemcomitans
    GDC, 2008
  • 72. FATORES MICROBIOLÓGICOS
    O Bf. e o Pg. têm sido apontados como patógenos periodontais na PC.
    Locais com doença exibem grande aumento nos níveis de Pg. e Bf.
    A presença de Bf. ePg. subgengival aumenta o risco de desenvolver PC e reduz a chance de sucesso da terapia.
    Porphyromonas gengivalis
    Bacterides forsythus
    GDC, 2008
  • 73. RISCO EM PRÓTESE
    Deve-se ter uma visão multidisciplinar para o diagnóstico, prognóstico e planejamento dos trabalhos restauradores e protéticos.
    Deve-se, antes do tratamento, tratar os focos de inflamação/infecção (periodontal e periapical).
    GDC, 2008
  • 74. RISCO EM PRÓTESE
    Dentes com mobilidade ou pouco inserção óssea: distribuir melhor às forças dentro dos segmentos dentários (posterior, canino e anterior), para estabilidade dental;
    Preservar o espaço biológico do periodonto;
    Manter a relação coroa raiz de 1:2;
    Locais sem gengiva inserida não devem receber preparos intra sulculares.
    Pacientes Bruxomaníacos.
    GDC, 2008
  • 75. RISCO EM PRÓTESE
    A preparação dos dentes deve seguir alguns princípios:
    Preservação da estrutura dentária
    Forma de retenção
    Durabilidade estrutural da restauração protética
    Integridade marginal
    Preservação do periodonto
    GDC, 2008
  • 76. RISCO EM PRÓTESE
    Em um paciente periodontal avaliar com muita atenção as condições periodontais e do dente pilar quanto a:
    NI e PS,
    envolvimento de furca,
    posição do dente no arco,
    forma da raiz,
    envolvimento endodôntico,
    condições de higiene,
    cooperação do paciente,
    exigências estéticas do paciente
    GDC, 2008
  • 77. Risco de Câncer
    Pacientes fumantes.
    Pacientes alcoolistas.
    Pacientes com história de câncer na família.
    Pacientes que se expões ao sol com frequência.
    Pacientes idosos.
    Pacientes que já tiveram história de tratamento de câncer.
  • 78. CONSIDERAÇÕES FINAIS
    Formular um diagnóstico e prognóstico precisos.
    Compor um diagnóstico presuntivo para todas as condições (atividade, extensão, severidade).
    Elaborar um plano de tratamento em cima do diagnóstico e perfil do paciente.
    Reavaliar o tratamento após 60 a 90 dias, quando se valida ou questiona o diagnóstico inicial.
    Estabelecer o risco do paciente e colocá-lo em reavaliação ou manutenção periódica.
    GDC, 2008