Processos Mentais 3 - Aprendizagem

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Processos Mentais 3 - Aprendizagem

  1. 1. Processos Mentais<br />Aprendizagem<br />Jorge Barbosa, 2010<br />
  2. 2. OBJECTIVOS<br /><ul><li>Caracterizar a mente como um conjunto integrado de processos cognitivos, emocionais e conativos.
  3. 3. Explicar o carácter específico dos processos cognitivos
  4. 4. Explicar o carácter específico dos processos emocionais
  5. 5. Explicar o carácter específico dos processos conativos
  6. 6. Identificar dimensões biológicas e sociais nestes processos
  7. 7. Analisar o papel destes processos na vida quotidiana
  8. 8. Analisar a mente como um sistema de construção do mundo
  9. 9. Analisar a identidade como factor distintivo entre os seres humanos</li></li></ul><li>CONTEÚDOS<br /><ul><li>Cognição, emoção e conação: o saber, o sentir, o fazer
  10. 10. Percepção, memória e Aprendizagem
  11. 11. Emoção, afecto e sentimento; Marcador somático
  12. 12. Intencionalidade e tendência: esforço de realização
  13. 13. Natureza biológica e sociocultural da mente: necessidade e desejo
  14. 14. Conhecer o mundo; Relacionar-se com o mundo; Agir sobre o mundo
  15. 15. Pensamento e Acção – Auto-organização e imaginação
  16. 16. Unidade e diversidade dos seres humanos
  17. 17. Inscrição mental das histórias de vida: Identidade</li></li></ul><li>Aprendizagem define-se como uma mudança relativamente permanente no comportamento ou no conhecimento, resultante da experiência.<br />
  18. 18. PROCESSOS DE APRENDIZAGEM <br /><ul><li>Aprendizagem não Associativa
  19. 19. Aprendizagem Associativa
  20. 20. Aprendizagem por Observação e Imitação
  21. 21. Aprendizagem com Recurso a Símbolos e Representações</li></li></ul><li>Aprendizagem Implícita<br />Na perspectiva da mente como estrutura de Processamento da Informação, poderíamos pensar que os processos mentais seriam conscientes.<br />No entanto, algumas aprendizagens, tal como algumas memórias, não implicam a consciência verbalizável do que é aprendido.<br />
  22. 22. Características da Aprendizagem Implícita<br /><ul><li>Robustez: é pouco afectada por desordens psíquicas (lesões, amnésias, etc.)
  23. 23. Independência da Idade: É pouco influenciada pela idade ou pelo nível de desenvolvimento.
  24. 24. Pouca Variabilidade: não há muitas diferenças entre sujeitos.
  25. 25. Independência do QI: O QI tem pouca influência.</li></li></ul><li>Habituação<br /><ul><li>A Habituação é um processo de aprendizagem que se define pela redução da intensidade de uma resposta, em resultado da repetição do estímulo.</li></ul>Por ex.: quando um estímulo muscular é produzido pela primeira vez, a resposta do músculo será mais forte do que o necessário.<br />A repetição do mesmo estímulo provocará uma redução da resposta muscular de acordo com uma curva exponencial negativa.<br />
  26. 26. Habituação<br />Reacção de Orientação<br />É uma das aprendizagens mais interessantes sensíveis à habituação.<br /><ul><li>Activação momentânea da atenção (resposta), após:
  27. 27. O aparecimento de um acontecimento intenso ou inesperado (estímulo) no campo sensorial do sujeito</li></ul>A habituação desta resposta foi estudada em bebés humanos.<br />
  28. 28. Habituação<br />Reacção de Orientação<br />Apresenta-se ao bebé um estímulo visual inteiramente novo.<br /><ul><li>Ao princípio, o bebé produz uma forte reacção de orientação, fixando longamente o estímulo.
  29. 29. À medida que o estímulo vai sendo repetido, o bebé vai activando cada vez menos a atenção.</li></ul>Até aqui, estamos perante o processo de habituação.<br />
  30. 30. Habituação<br />Reacção de Orientação<br />Após a instalação de uma completa habituação no bebé, o experimentador introduz uma alteração significativa no estímulo visual:<br /><ul><li>Se o bebé detectar essa alteração no estímulo, a sua reacção de orientação será reactivada.</li></ul>A isto, chama-se desabituação. <br />
  31. 31. Habituação<br />Leis da Habituação<br /><ul><li>Recuperação Espontânea: Depois de uma desabituação a um estímulo, a habituação ao mesmo estímulo é mais rápida.</li></ul>O Bebé que voltou a fixar longamente o olhar num objecto modificado, habituar-se-á mais rapidamente a ele, do que se habituou ao original pela primeira vez.<br />
  32. 32. Habituação<br />Leis da Habituação<br /><ul><li>Generalização: Permite que o sujeito responda com menos intensidade a estímulos com características físicas idênticas à do estímulo familiar.</li></ul>A generalização é um conceito, que resulta da interpretação do experimentador, quando o sujeito não se desabitua, face a um estímulo familiar.<br />Esta interpretação é sempre discutível. (discriminação/generalização)<br />
  33. 33. Habituação<br />Leis da Habituação<br /><ul><li>Inibição da Habituação: A habituação é reduzida, quando o sujeito detecta significados apetitivos ou aversivos no estímulo, ou quando o estímulo anuncia um acontecimento significativo (apetitivo ou aversivo).</li></ul>A inibição da habituação tem a função de manter a importância de um estímulo significativo,<br />Mas também pode tornar significativo um estímulo insignificante.<br />
  34. 34. Habituação<br />Dependência de Drogas<br />O processo Habituação/Desabituação é responsável pela maioria das mortes por overdose.<br />Numa primeira fase, o sujeito pode ser levado a compensar a habituação, aumentando as doses consumidas. Este aumento pode, só por si, provocar overdose.<br />Numa segunda fase, a retoma do consumo após um período (pode ser curto) de abstinência, com a mesma dose do último período de habituação, provoca uma reacção violenta do organismo (desabituação) que pode ser fatal.<br />
  35. 35. Aprendizagem Associativa<br />Condicionamento<br />
  36. 36. Condicionamento Clássico<br />Através da Habituação, os sujeitos aprendem a reconhecer um acontecimento como sendo familiar, mas não aprendem nada de novo acerca desse acontecimento.<br />No entanto, a maior parte das informações novas diz respeito às relações <br /><ul><li>Entre acontecimentos, ou
  37. 37. Entre acontecimento(s) e um comportamento particular do sujeito.</li></ul>Estas relações são denominadas Associações.<br />
  38. 38. Condicionamento Clássico<br />A aprendizagem por associação refere-se à aprendizagem que pode ser compreendida como sendo:<br /><ul><li>A formação ou fortalecimento de associações, ou
  39. 39. A extinção ou enfraquecimento de associações já existentes.</li></li></ul><li>Condicionamento Clássico<br />Conceitos:<br /><ul><li>Estímulo Incondicional (EI) – estímulo que provoca uma resposta reflexa (carne, para um cão).
  40. 40. Resposta Incondicionada (RI) – resposta reflexa provocada pelo EI (salivar).
  41. 41. Estímulo Neutro (EN) – estímulo que não provoca a resposta reflexa (toque da campainha), antes da aprendizagem.
  42. 42. Estímulo Condicionado (EC) – após a associação, o estímulo neutro passa a provocar a resposta reflexa típica do EI.
  43. 43. Resposta Condicionada (RC) – resposta provocada pelo EC, após aprendizagem.</li></li></ul><li>Condicionamento Clássico<br />Experiência de Pavlov:<br />Após Condicionamento:<br />EI (carne)<br />RI (salivação)<br />+<br />EI (carne)<br />RI (salivação)<br />EN (metrónomo)<br />EC (metrónomo)<br />RC (salivação)<br />
  44. 44. Condicionamento Clássico<br />Aquisição das Respostas Condicionadas:<br />Medida da Força da RC<br />Amplitude da Resposta – nas experiências de Pavlov correspondia à quantidade de saliva<br />Probabilidade da Resposta – proporção de ensaios em que a RC é desencadeada quando se apresenta unicamente o EC.<br />Latência da Resposta – tempo que medeia o início do EC e o início da RC.<br />A amplitude e a probabilidade da RC são directamente proporcionais à força da RC;<br />A latência é inversamente proporcional.<br />
  45. 45. Condicionamento Clássico<br />Aquisição das Respostas Condicionadas:<br />Condicionamento de Segunda Ordem:<br />Depois de bem estabelecida a relação EC-EI, o EC pode servir para condicionar outros estímulos.<br />Pavlov começou por condicionar um cão a salivar ao som de um metrónomo, utilizando carne como EI.<br />Depois de aprendida esta associação, Pavlov apresentou ao animal um quadrado preto seguido do som do metrónomo, mas sem apresentar o alimento.<br />Depois de vários ensaios, a visão do quadrado provocava salivação no cão.<br />
  46. 46. Condicionamento Clássico<br />Extinção:<br />Pavlov provou que uma resposta condicionada pode ser desfeita por um processo muito semelhante àquele que lhe deu origem:<br />Demonstrou que a RC desaparecerá gradualmente, se o EC for repetidamente apresentado sem o EI.<br />A extinção de uma RC pode ser anulada através de:<br /><ul><li>Recondicionamento(é mais rápido do que o condicionamento inicial).
  47. 47. Recuperação espontânea – depois de extinta a RC, deixa-se o animal em descanso; após o descanso, a RC pode ser reactivada.</li></li></ul><li>Condicionamento Clássico<br />Medo Condicionado:<br />Em muitos procedimentos experimentais, a resposta condicionada implica um acto simples (salivar ou pestanejar).<br />No entanto, às vezes a RC é mais complexa, como é o caso do medo:<br />Os procedimentos em que o EI é um estímulo aversivo (ruído intenso, por ex.), o EC vai provocar uma resposta multifacetada no comportamento e na resposta orgânica do animal (batimento cardíaco, secreções hormonais, etc.<br />Estas investigações recorrem ao procedimento da resposta emocional condicionada (REC)<br />
  48. 48. Condicionamento Clássico<br />Medo Condicionado:<br />Ensina-se um rato a carregar numa alavanca para obter alimento;<br />Quando esta aprendizagem estiver consolidada, associa-se um EC (luz ou som durante 3 minutos) ao momento em que está a carregar na alavanca;<br /> No final dos 3 minutos, o EC desaparece e o rato apanha um choque eléctrico rápido (EI).<br />Numa primeira fase, o animal ignora o EC,<br />Depois, aprende que o EC anuncia o EI.<br />Finalmente, perante o EC evita carregar na alavanca. (aprendeu a ter medo da luz ou som)<br />
  49. 49. Condicionamento Clássico<br />Condicionamento e o Efeito das Drogas:<br />Vejamos o caso de uma pessoa que tem de tomar muitas doses de insulina para baixar o nível de açúcar no sangue:<br />Após um certo tempo de tratamento, a pessoa começa a reagir aos vários estímulos que acompanham o momento da injecção (por ex.: a visão da agulha);<br /> A reacção a estes estímulos é oposta à do efeito do medicamento: verifica-se um aumento de açúcar no sangue.<br />Esta RC (aumento de açúcar) prepara o organismo para o EI (insulina) – homeostasia.<br />O Mesmo fenómeno é verificado com os tranquilizantes e com drogas ilícitas, aumentando a sua necessidade.<br />
  50. 50. Condicionamento Clássico<br />Dependência de Drogas na Perspectiva do Condicionamento Clássico:<br />A morfina e a heroína são estímulos incondicionais que provocam uma RI complexa: euforia, diminuição da sensibilidade à dor.<br />Depois da aprendizagem, os estímulos associados com a administração da droga (visão da agulha, por ex.) desencadeiam uma RC compensatória, com qualidades opostas aos efeitos da droga.<br />Esta RC compensatória reduz significativamente o efeito da droga (tolerância à droga).<br />Na falta da droga, a visão da agulha desencadeia a RC, efeito oposto ao do consumo, impelindo o sujeito a ter ainda mais necessidade da droga, mesmo que o seu efeito já seja reduzido.<br />
  51. 51. APRENDIZAGEM ASSOCIATIVA<br />CONDICIONAMENTO INSTRUMENTAL OU OPERANTE<br />
  52. 52. Condicionamento operante<br />Limites do Condicionamento Clássico<br />O condicionamento clássico descreve uma resposta do organismo, sendo portanto incapaz de captar a natureza activa do organismo e a sua<br />influência no ambiente.<br />
  53. 53. Condicionamento operante<br />Limites do Condicionamento Clássico<br />No condicionamento clássico, os organismos aprendem a associar dois estímulos (EC e EI). <br />
  54. 54. Condicionamento operante<br />Limites do Condicionamento Clássico<br />O condicionamento clássico é uma modalidade de comportamento reactivo, comportamento este que ocorre em resposta automática a um estímulo, e mais tarde a um estímulo condicionado. <br />
  55. 55. Condicionamento operante<br />Limites do Condicionamento Clássico<br />Este tipo de aprendizagem<br />explica muito bem como é que um estímulo neutro se associa a respostas involuntárias, não aprendidas, mas<br />não consegue explicar o comportamento voluntário, por exemplo, de um aluno que estuda muito para tirar<br />boas notas, ou de um cão que encontra o telemóvel do seu dono. <br />
  56. 56. Condicionamento operante<br />Limites do Condicionamento Clássico<br />O condicionamento operante explica melhor este tipo de comportamentos voluntários.<br />
  57. 57. Condicionamento operante<br />Definição<br />Condicionamento operante (ou condicionamento instrumental) é uma forma de aprendizagem associativa, em que as consequências de um comportamento alteram a probabilidade da sua ocorrência.<br />
  58. 58. Condicionamento operante<br />Definição<br />Por exemplo, fazer uma boa exibição de patinagem<br />(comportamento) aumenta a probabilidade de os juízes atribuírem à concorrente uma boa pontuação (consequência), o que, por seu turno, encoraja a patinadora a melhorar ainda mais o seu desempenho, continuando a treinar e a competir.<br />
  59. 59. Condicionamento operante<br />Skinner<br />Skinner acreditava firmemente que os mecanismos da aprendizagem eram comuns a todas as espécies animais. Esta convicção levou-o a estudar animais na esperança de que pudesse descobrir os mecanismos básicos da aprendizagem em animais mais simples do que os humanos.<br />
  60. 60. Condicionamento operante<br />Skinner<br />Skinner e outros behavioristas fizeram esforços verdadeiramente enormes para estudar os organismos, em<br />condições experimentais de grande rigor, por forma a poderem estabelecer associações entre consequências<br />operantes e específicas ao minuto. <br />
  61. 61. Condicionamento operante<br />Skinner<br />Uma das invenções de Skinner (de 1930) para controlo experimental foi a<br />caixa de Skinner. Um dispositivo, no seu interior, distribuía alimento. Depois de ter habituado o rato à caixa,<br />Skinner instalou uma alavanca que accionava o dispositivo de distribuição de alimento. <br />
  62. 62. Condicionamento operante<br />Skinner<br />Skinner confirmou os<br />resultados já conhecidos de Thorndike: depois de aprender as consequências positivas de calcar a alavanca, o rato adquiria um comportamento altamente eficaz para obter alimento sempre que tivesse fome. <br />
  63. 63. Condicionamento operante<br />Skinner<br />Neste caso, a<br />novidade de Skinner, relaciona-se com o nível de controlo experimental que utilizou: insonorizou a caixa,<br />registou em imagem as respostas dos ratos e o alimento era distribuído automaticamente. <br />
  64. 64. Condicionamento operante<br />Moldagem<br />Imagine que quer ensinar um cão a lavar a roupa. <br />É possível treinar um cão, ou outro animal, a realizar tarefas altamente complexas, através de processos de moldagem.<br />Moldagem refere-se à recompensa de aproximações ao comportamento desejado.<br />
  65. 65. Condicionamento operante<br />Moldagem<br />Melhor do que ficar à espera que o cão ponha<br />espontaneamente a roupa na máquina de lavar, como faria se a tarefa fosse accionar uma alavanca para obter<br />alimento, será, então, recompensá-lo por:<br />
  66. 66. Condicionamento operante<br />Moldagem<br />Levar a roupa para a lavandaria, ou para o espaço onde está a máquina de lavar; <br />Depois por a levar cada vez para mais perto da máquina, e finalmente <br />Por a ter colocado dentro da máquina (de preferência separada por cores).<br />
  67. 67. Condicionamento operante<br />Moldagem<br />A moldagem, nos seres humanos, é particularmente eficaz quando o resultado da aprendizagem depende sobretudo do tempo de estudo e da persistência. <br />Para experimentar os princípios de moldagem, os alunos podem fazer, por exemplo, todos os exercícios de treino<br />marcados pelo professor.<br />
  68. 68. Condicionamento Operante<br />Princípios Básicos<br />Reforço<br />Punição<br />Extinção<br />Generalização<br />Recuperação espontânea<br />Discriminação<br />Moldagem (de que já falámos) – alguns autores portugueses e brasileiros utilizam o termo “modelagem” que não é o mais correcto.<br />Os que nos interessam, para além do de “Moldagem” são os princípios de:<br />Reforço, e<br />Punição<br />
  69. 69. Condicionamento Operante<br />Princípios Básicos<br />Punição/Reforço<br />Punição é uma consequência de uma acção que enfraquece a probabilidade de essa acção se repetir.<br />Reforço é uma consequência<br />de uma acção que fortalece a probabilidade de essa acção se repetir.<br />
  70. 70. Condicionamento Operante<br />Princípios Básicos<br />Reforço<br />Há acções que têm consequências boas:<br />A consequência de uma acção ou o seu resultado consiste em conseguir algo que desejamos - Positivo<br />Com uma acção evitamos ou eliminamos algo indesejável ou desagradável - Negativo<br />
  71. 71. Condicionamento Operante<br />Princípios Básicos<br />Reforço<br />Reforço Positivo<br />Uma acção, graças às suas consequências, permite-nos obter algo agradável: <br />ex.: estudar bem e conseguir uma boa nota a Psicologia<br />
  72. 72. Condicionamento Operante<br />Princípios Básicos<br />Reforço<br />Reforço Negativo<br />Uma acção tem como consequência evitar uma situação indesejável; Tende por isso a ser repetida: <br />ex.: estudar bem e evitar reprovar a Psicologia<br />
  73. 73. Condicionamento Operante<br />Princípios Básicos<br />Punição e Reforço Negativo<br />A Punição tem um efeito oposto ao do reforço negativo<br />Punir é tornar um comportamento menos provável<br />Reforço negativo é tornar um comportamento mais provável.<br />
  74. 74. Condicionamento Operante<br />
  75. 75. Condicionamento Operante<br />
  76. 76. Exercícios<br />Exercícios de Treino<br />Assinale se as afirmações são verdadeiras (V) ou falsas (F)<br />
  77. 77. Exercícios<br />Falamos de Aprendizagem quando se forma uma resposta aprendida a um estímulo neutro, por o associarmos a um estímulo incondicionado.<br />Exercícios de Treino<br />Assinale se as afirmações são verdadeiras (V) ou falsas (F)<br />
  78. 78. Exercícios<br />Falamos de Aprendizagem quando se forma uma resposta aprendida a um estímulo neutro, por o associarmos a um estímulo incondicionado.<br />F<br />Justificação:<br />Exercícios de Treino<br />Assinale se as afirmações são verdadeiras (V) ou falsas (F)<br />
  79. 79. Exercícios<br />Falamos de Aprendizagem quando se forma uma resposta aprendida a um estímulo neutro, por o associarmos a um estímulo incondicionado.<br />F<br />Justificação:<br />Não é a definição de aprendizagem, mas de um tipo de aprendizagem: o condicionamento clássico<br />Exercícios de Treino<br />Assinale se as afirmações são verdadeiras (V) ou falsas (F)<br />
  80. 80. Exercícios<br />Um estímulo condicionado é um estímulo que produz uma determinada resposta sem necessidade de aprendizagem prévia ou de processo associativo.<br />Exercícios de Treino<br />Assinale se as afirmações são verdadeiras (V) ou falsas (F)<br />
  81. 81. Exercícios<br />Um estímulo condicionado é um estímulo que produz uma determinada resposta sem necessidade de aprendizagem prévia ou de processo associativo.<br />F<br />Justificação:<br />Exercícios de Treino<br />Assinale se as afirmações são verdadeiras (V) ou falsas (F)<br />
  82. 82. Exercícios<br />Um estímulo condicionado é um estímulo que produz uma determinada resposta sem necessidade de aprendizagem prévia ou de processo associativo.<br />F<br />Justificação:<br />Esta definição diz respeito ao estímulo incondicionado<br />Exercícios de Treino<br />Assinale se as afirmações são verdadeiras (V) ou falsas (F)<br />
  83. 83. Exercícios<br />Uma aprendizagem condicionada em termos pavlovianos é uma resposta suscitada por um estímulo condicionado, isto é, por um estímulo que produz um efeito semelhante ao do estímulo incondicionado, por ter sido várias vezes emparelhado com este.<br />Exercícios de Treino<br />Assinale se as afirmações são verdadeiras (V) ou falsas (F)<br />
  84. 84. Exercícios<br />Uma aprendizagem condicionada em termos pavlovianos é uma resposta suscitada por um estímulo condicionado, isto é, por um estímulo que produz um efeito semelhante ao do estímulo incondicionado, por ter sido várias vezes emparelhado com este.<br />V<br />Justificação:<br />Exercícios de Treino<br />Assinale se as afirmações são verdadeiras (V) ou falsas (F)<br />
  85. 85. Exercícios<br />Uma aprendizagem condicionada em termos pavlovianos é uma resposta suscitada por um estímulo condicionado, isto é, por um estímulo que produz um efeito semelhante ao do estímulo incondicionado, por ter sido várias vezes emparelhado com este.<br />V<br />Justificação:<br />A aprendizagem desse tipo é precisamente uma aprendizagem por associação de estímulos.<br />Exercícios de Treino<br />Assinale se as afirmações são verdadeiras (V) ou falsas (F)<br />
  86. 86. Exercícios<br />O Condicionamento operante é uma forma de aprendizagem na qual a probabilidade de uma resposta ou comportamento aumenta ou diminui conforme a sua consequência é um reforço (positivo ou negativo) ou uma punição.<br />Exercícios de Treino<br />Assinale se as afirmações são verdadeiras (V) ou falsas (F)<br />
  87. 87. Exercícios<br />O Condicionamento operante é uma forma de aprendizagem na qual a probabilidade de uma resposta ou comportamento aumenta ou diminui conforme a sua consequência é um reforço (positivo ou negativo) ou uma punição.<br />V<br />Justificação:<br />Exercícios de Treino<br />Assinale se as afirmações são verdadeiras (V) ou falsas (F)<br />
  88. 88. Exercícios<br />O Condicionamento operante é uma forma de aprendizagem na qual a probabilidade de uma resposta ou comportamento aumenta ou diminui conforme a sua consequência é um reforço (positivo ou negativo) ou uma punição.<br />V<br />Justificação:<br />Por outras palavras, esta é a lei do reforço de Skinner.<br />Exercícios de Treino<br />Assinale se as afirmações são verdadeiras (V) ou falsas (F)<br />
  89. 89. Exercícios<br />O Condicionamento operante é, por definição, a forma de controlar a frequência de um comportamento através do reforço.<br />Exercícios de Treino<br />Assinale se as afirmações são verdadeiras (V) ou falsas (F)<br />
  90. 90. Exercícios<br />O Condicionamento operante é, por definição, a forma de controlar a frequência de um comportamento através do reforço.<br />F<br />Justificação:<br />Exercícios de Treino<br />Assinale se as afirmações são verdadeiras (V) ou falsas (F)<br />
  91. 91. Exercícios<br />O Condicionamento operante é, por definição, a forma de controlar a frequência de um comportamento através do reforço.<br />F<br />Justificação:<br />A punição também assume este papel.<br />Exercícios de Treino<br />Assinale se as afirmações são verdadeiras (V) ou falsas (F)<br />
  92. 92. Exercícios<br />Dinheiro, boas notas académicas, abraços, beijos são sempre reforços positivos..<br />Exercícios de Treino<br />Assinale se as afirmações são verdadeiras (V) ou falsas (F)<br />
  93. 93. Exercícios<br />Dinheiro, boas notas académicas, abraços, beijos são sempre reforços positivos..<br />F<br />Justificação:<br />Exercícios de Treino<br />Assinale se as afirmações são verdadeiras (V) ou falsas (F)<br />
  94. 94. Exercícios<br />Dinheiro, boas notas académicas, abraços, beijos são sempre reforços positivos..<br />F<br />Justificação:<br />Nem sempre: podem também ser meios para evitar situações desagradáveis (reforços negativos).<br />Exercícios de Treino<br />Assinale se as afirmações são verdadeiras (V) ou falsas (F)<br />
  95. 95. Exercícios<br />Não se esqueça de fazer os exercícios no Moodle em<br /> http://jorgedelainho.com/moodle<br />Continua:<br />Aprendizagem por Observação e Imitação<br />Aprendizagem com Recurso a Símbolos e Representações<br />

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