SISTEMA CARCERÁRIO JAPONES.

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  • 1. A filosofia que dirige o sistema carcerário japonês é diferente da que rege todos os outros presídios ocidentais, que tentam reeducar o preso para que ele se reintegre a Sociedade. O objetivo, no Japão, é levar o condenado ao arrependimento. Como errou, não é mais uma pessoa honrada e precisa pagar por isso.
  • 2. “Além de dar o devido castigo em nome das vítimas, o período de permanência na prisão serve como um momento de reflexão no qual induzimos o preso ao arrependimento”, explica Yutaka Nagashima, diretor do Instituto de Pesquisa da Criminalidade do Ministério da Justiça.
  • 3. Os métodos para isso são duros para olhos ocidentais, mas em nada lembram os presídios brasileiros, famosos pela superlotação, formação de quadrilhas, violência interna e até abusos sexuais. • organização e limpeza imperam. • detentos têm espaço de sobra. • Ficam no máximo seis por cela. • Estrangeiros têm um quarto individual. • Ninguém fica sem trabalhar e não tem tempo livre para arquitetar fugas.
  • 4. • O dia do preso japonês começa às 6h50min. • Às 8h ele já está na oficina trabalhando na confecção de móveis ou brinquedos. • Só pára por 40 minutos para o almoço e trabalha novamente até as 16h40min. • Durante todo este período nenhum tipo de conversa é permitido, nem durante as refeições.
  • 5. • O preso volta à cela e fica ali até 17h25min, quando sai para o jantar. • Às 8h tem que retornar ao quarto, de onde só sairá no dia seguinte. • Banhos não fazem parte da programação diária. • No verão eles acontecem duas vezes por semana. • No inverno apenas um a cada sete dias.
  • 6. “Não pode ser diferente porque faltam funcionários. Mas damos toalhas molhadas para eles limparem o corpo” justifica-se Yoshihito Sato, especialista em segurança do Departamento de Correção do Ministério da Justiça.
  • 7. Apesar das reclamações, quem vêm do exterior, recebem um tratamento melhor que os japoneses: • Além do quarto individual, ganham cama e um aparelho de televisão onde passam aulas de japonês. • A comida é diferenciada. Não é servido nada que desagrade religiosamente qualquer crença de um povo. Para os arianos, por exemplo, não é oferecida carne bovina. • O Japão não aceita acordos de extradição. Afinal, como causou sofrimento à população, o criminoso tem que pagar por isso no Japão mesmo.
  • 8. Logo ao chegar à penitenciária, os presos recebem uma rígida lista do que poderão ou não fazer: • Olhar nos olhos de um policial, por exemplo, é absolutamente proibido. • Cigarro não é permitido em hipótese alguma. • Na hora da refeição o detento deve ficar de olhos fechados até que receba um sinal para abri-los. • Qualquer transgressão a uma das determinações e o detento termina numa cela isolada. Apesar de oferecer tudo o que teria num quarto normal (privada, pia e cobertor), ela tem pouca iluminação. Se houver reincidência na falha, será punido com algemas de couro, que imobilizam os braços nas costas. • Sem a ajuda das mãos, o preso tem que comer como se fosse um cachorro. Também tem dificuldades para fazer as necessidades fisiológicas.
  • 9. Assim, conhecido o caso japonês, é interessante ver que nenhuma ou quase nenhuma “Ong” de direitos humanos interfere no sistema, dita políticas ou o governo permite que Senador (como fez, numa ocasião, o senador Eduardo Suplicy) durma entre os presos, sob a justificativa de impedir represálias do Estado após rebeliões.
  • 10. * Aliás como se diria "rebelião de preso" em japonês? Esta expressão, lá, não existe.. LÉO G. MEDEIROS – CEL PM RR http://www.jornaltribuna.com.br/opiniao.php?id_materia=14219
  • 11. No Japão
  • 12. No Brasil
  • 13. No Japão
  • 14. No Brasil
  • 15. No Japão
  • 16. E você, o que pensa disto?