Estrutura Apresentacao
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Estrutura Apresentacao Document Transcript

  • 1. Seminário Virtual Inclusão: Seu olhar faz a diferença! Tecnologias na Educação – PUC RJ ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO Este trabalho foi desenvolvido por alunos do curso de Especialização em Tecnologias Aplicadas à Educação da PUC – RJ para a participação em um seminário virtual com o tema: INCLUSÃO E TECNOLOGIAS ASSISTIVAS. O tema do nosso grupo no seminário é Visão Subnormal, com Perceptível Déficit Cognitivo, um assunto muito novo pra maioria dos integrantes do grupo, o que tornou o trabalho um grande desafio. ORGANIZAÇÃO Nome do grupo: Inclusão: Seu olhar faz a diferença! Nosso grupo: Adenilson Mariotti Mattos, Auro Sebastião de Morais, Eduardo Oliveira Velasco, Jaqueline Angélica Guiducci da Silva, Marta Correia Pereira Nossa apresentação está estruturada nos seguintes tópicos: (todos os arquivos estarão disponíveis na listagem de Biblioteca->Material do Aluno, desta disciplina ou no blog do seminário) => Seminário  acesse: http://seminariovirtualgrupoa.blogspot.com => Apresentação em powerpoint: INCLUSÃO E TECNOLOGIAS ASSISTIDAS => Vídeos Teatro Espontâneo: adolescentes com baixa visão; Deficiência Visual 07 – Avaliação; Direitos Humanos e Pessoas com Deficiência; Estatuto do idoso em Braile => Texto Referência: Módulo>Conteúdo Dos Módulos>Acesso Ao Conteúdo Dos Módulos>Menu>Unidade 2 => Leituras Complementares: Cuidando da acessibilidade em prédios escolares; Declaração de Salamanca; Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999; Decreto nº 5296 2004;
  • 2. Conhecendo um pouco mais; Baixa Visão: um desafio para os educadores. O tema do nosso grupo no seminário é Visão Subnormal, com Perceptível Déficit Cognitivo, um assunto muito novo pra maioria dos integrantes do grupo, o que tornou o trabalho um grande desafio. Neste trabalho procuramos abordar os seguintes tópicos: • As dificuldades específicas do aluno • Como se deu a preparação prévia da equipe pedagógica • Os diagnósticos das condições do aluno • A adaptação física da sala para recebê-lo • A sensibilização dos colegas de turma para recebê-lo • A adaptação do aluno na sala • A indicação de artefatos tecnológicos disponíveis • A interação da família para o desenvolvimento do aluno Perfil do Aluno Nome: Ângelo Idade: 11 anos Deficiência: Visão subnormal com perceptível déficit cognitivo. Ângelo sofre de Catarata congênita adquirida devido ao fato de sua mãe ter contraído Rubéola na gestação. Dificuldades Específicas do Aluno Ângelo tem grande dificuldade na escrita. Não consegue identificar acentuação ou pontuação em um texto. Escreve com letras grandes e em caixa alta, coloca o livro e o caderno bem perto do rosto. Tem percepção de cores e de detalhes em figuras ou desenhos simples, porém apesar de usar óculos e telescópio tem muita dificuldade para enxergar letras e ilustrações dos livros e para copiar o conteúdo do quadro-negro. Ao colorir, ultrapassa os contornos do desenho. Gosta de "games" e evita lugares sombrios para brincar e realizar as tarefas escolares. No horário do intervalo, necessita de ajuda para localizar a fila de sua turma, é arredio, não interage com os colegas e professores. Gosta de participar das atividades de educação física, porém não consegue acompanhar os colegas em um jogo de futebol. Como se deu a preparação prévia da equipe pedagógica Ângelo tem características específicas e necessidades pedagógicas individuais, como qualquer outra criança de sua turma. A equipe pedagógica da escola foi capacitada para que o aluno fosse recebido de forma natural, respeitando suas limitações. Alguns pontos importantes devem ser observados para que a criança se sinta a vontade no meio dos alunos videntes: O aluno deve ser apresentado a turma como qualquer outro aluno. Sempre que surgirem dúvidas ou perguntas por parte dos colegas de turma, o aluno deve ser encorajado a responder essas perguntas honestamente, para que a turma entenda e compreenda suas limitações. O professor deve ficar atento para que o aluno deficiente se sinta constrangido com o questionamento das outras crianças.
  • 3. O aluno deficiente da visão não deve ser excluído de nenhuma atividade, ao contrário, deve ser encorajado a participar ativamente de todas elas, assumindo papel de liderança, tanto quanto as outras crianças. As regras em relação a elogio ou disciplina devem ser aplicadas a todos os alunos, sem distinção. A proteção excessiva pode se tornar motivo de preconceito e rejeição do aluno deficiente por parte dos outros alunos. Como alunos com deficiência de visão não percebem as expressões faciais do professor, gestos como um tapinha nas costas ou no ombro ou ainda reconhecimento verbal devem ser utilizados para que o aluno consiga participar ativamente das aulas. O aluno deve ser respeitado acima de tudo. Um trabalho importante que deve ser desenvolvido pelo professor é possibilitar um clima ameno e de compreensão dentro da sala e em toda a escola. O professor deve ensinar ao aluno com deficiência a conviver com suas limitações e vencê-las. O aluno deve ser encorajado expressar seus sentimentos em relação a sua deficiência. Cabe também ao professor ensinar ao aluno a lidar com a reação das pessoas e suas atitudes, que nem sempre podem ser amigáveis. O professor deve manter contato direto com os pais ou responsáveis do aluno para auxiliar a compreensão dos vários aspectos do desenvolvimento relacionados a essas crianças. Os diagnósticos das condições do aluno Será feita uma avaliação diagnóstica através de entrevista com o aluno. A necessidade e a possibilidade de se conseguir um professor de apoio para o aluno devem ser avaliadas. Além disso, será anexado ao processo um laudo médico, essencial para avaliação diagnóstica. A adaptação física da sala para recebê-lo Alunos com visão deficiente podem normalmente aprender a evitar obstáculos dentro e fora da sala de aula. É dever do professor alertar o aluno sobre áreas específicas como degraus, áreas mal iluminadas e outros obstáculos. Além disso, sempre que houver qualquer alteração no ambiente, como a mudança de um armário ou mesa por exemplo, o aluno deve ser alertado. Enfim, o professor deve familiarizar o aluno deficiente de visão com a sala de aula e as demais dependências da escola, instruindo-o como ir e vir para sua sala sozinho. A criança com deficiência de visão deve ser estimulada a ser independente, para isso, sempre que possível, o professor deve permitir que a criança testes seus limites e tente fazer tudo sozinho. O aluno deve aprender a pedir ajuda e a aceitá-la sempre que for necessário. Esse procedimento estimula a integração com os colegas. O aluno deficiente de visão deve ser estimulado também a oferecer ajuda aos colegas, isso fará bem a sua auto-estima. Porém os limites do aluno devem ser respeitados. Muitas vezes o aluno deficiente visual pode vir a precisar de um guia. Esse guia pode ser um colega de turma com quem o aluno tem maior entrosamento ou um profissional da escola. O guia deve permitir que o aluno segure em seu braço, acima do cotovelo (se o guia for um adulto, o aluno deve segurar em seu pulso) e avisos verbais devem ser emitidos ao aluno deficiente para informar sobre escadas e outros obstáculos, isso facilita a adaptação do aluno ao ambiente. Portas e armários devem estar sempre completamente fechados ou abertos, para segurança não só do aluno deficiente visual como dos demais alunos.
  • 4. O material utilizado pelo aluno deficiente de visão é geralmente muito volumoso, será providenciado então um espaço com chave para esse material seja armazenado de forma segura. Além disso, uma carteira especial para pessoas com baixa visão será utilizada pelo aluno, enquanto a carteira não é adquirida, serão feitas adaptações à carteira tradicional, de modo que aluno consiga manter uma boa postura, apesar de precisar trazer o livro e o caderno muito próximo de seus olhos. A sensibilização dos colegas de turma para recebê-lo Assuntos relacionados a visão e à deficiência visual devem ser incorporados as aulas a fim de familiarizar os alunos com a deficiência do colega. Se o aluno portador da deficiência se sentir a vontade, ele pode participar da apresentação da aula, fazendo depoimentos e expondo suas dificuldades e conquistas. Por outro lado, o professor deve ter cuidado para que a atenção dada à deficiência visual não enfatize e estimule a diferença entre os alunos. Geralmente as crianças com deficiência visual preferem não chamar a atenção para sua deficiência, dessa forma, o professor deve ficar atento e dar assistência especial ao aluno, sempre que ele precisar. O professor deve orientar os alunos a anunciarem seu nome sempre que se aproximarem do aluno com deficiência de visão, até que ele se familiarize bem e aprenda a reconhecer os colegas pelo tom de voz. Devem ser evitados também jogos de adivinhações do tipo “Advinha quem é?”, esse tipo de brincadeira pode deixar o aluno deficiente constrangido. A adaptação do aluno na sala O centro da primeira fileira, normalmente é o lugar mais apropriado para criança com visão subnormal quando o quadro negro é localizado à frente dos alunos. Demonstrações dadas em sala de aula devem levar em consideração o lugar mais apropriado para o aluno. A claridade pode trazer desconforto ou impossibilitar a leitura ao aluno portador de deficiência de visão, por isso crianças com baixa visão preferem assentos mais distantes das janelas, porém essa deve ser uma decisão do aluno, pois este pode preferir ficar mais próximo à luz natural. Quadros negros brilhantes devem ser evitados. Sempre que possível, o aluno deficiente da visão deve tomar suas próprias notas de aula, porém em alguns casos o professor pode escolher ou propor a algum aluno que faça cópias com papel-carbono ou faça fotocópias de suas anotações e que leia em voz baixa à medida que for copiando, para que o aluno deficiente possa acompanhá-lo. A criança com visão subnormal deve ser encorajada a ir até o quadro negro sempre que precisar ou se aproximar dele, de modo que não bloqueie a visão dos outros alunos, mas que possibilite sua leitura. O professor deve ler em voz alta as anotações à medida que as estiver escrevendo no quadro negro, para que o aluno com deficiência possa acompanhar como se fosse um ditado. Ângelo ainda não se sente à vontade para utilizar o telessistema prescrito por oftalmologista, cabe ao professor encorajá-lo e incentivá-lo a usar. A indicação de artefatos tecnológicos disponíveis Recursos ópticos: Ângelo possui óculos prescritos por seu oftalmologista e deve usar um telessistema também prescrito por ele.
  • 5. Recursos não-ópticos: uma mesa adaptada para crianças com visão subnormal está sendo adquirida pela escola, além disso, a escola adquiriu matérias como canetas tipo pincel atômico, papel carbono para cópias, papel com pautas em negrito e acetato amarelo para intensificar o contraste da impressão com o papel de fundo e luminária. O Braile pode ser usado, porém Ângelo ainda não está adaptado com o reglete e o punção para tomar notas. Sua utilização deve acontecer de forma natural, para que o aluno se bem e consiga ter melhor rendimento. O ábaco ou sorobã será inserido nas aulas de matemáticas para todos os alunos, por se tratar de excelente exercício para estimular o raciocínio. Além disso, o aluno pode utilizar gravador de voz do tipo MP3 ou aparelhos de celular para gravar explicações, fazer relatos ou gravar as tarefas extra classe. A escola possui sala de informática e em um dos computadores foi instalado o sistema DosVox, sistema para microcomputadores que se comunica com o usuário através de síntese de voz, possibilitando o uso de computadores por deficientes visuais, que adquirem assim, um alto grau de independência no estudo e no trabalho. A interação da família para o desenvolvimento do aluno O professor deve agir como um elo entre os pais ou responsáveis pelo aluno deficiente da visão e a comunidade orientando, incentivando a inclusão e ajudando a romper barreiras e preconceitos. Deve ser feito um acompanhamento oftalmológico regular da criança, sendo mantido registros dos pareceres e laudos feitos pelo oftalmologista responsável.