Infor De Maracuya
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  • Los aceites de olivo: extra virgen ( el más aromático y sabroso, ideal para ensaladas), virgen (menos intenso y moderado), light (de sabor ligero y refinado), puro (recomendable para frituras y guisos). Y para los más exigentes una categoría interesante: el aceite virgen macerado con sabores a orégano, ajo, limón y cebolla. El aceite de olivo y la salud: Los beneficios del aceite de olivo son múltiples. Ayuda a cuidar el corazón y el aparato circulatorio, es rico en vitaminas A,D, E y K, vitaminas antioxidantes que lo hacen un anticancerígeno natural reconocido, además tiene la propiedad de mejorar el funcionamiento digestivo. Empresas en el rubro Elaboracion Aceite Y Grasas AMERAL S.A.A. - Elaboracion Aceite Y Grasas FOODCORP S.A. - Elaboracion Aceite Y Grasas INDUSTRIAS DEL ESPINO S.A. - Elaboracion Aceite Y Grasas OLEAGINOSA AMAZONICA S.A. - Elaboracion Aceite Y Grasas OLEAGINOSA VICTORIA S.A. - Elaboracion Aceite Y Grasas PROCESADORA FRUTICOLA S.A. - Elaboracion Aceite Y Grasas PRODUCTOS JAROL E.I.R.L. - Elaboracion Aceite Y Grasas TRANSPORTES MONTIEL S.A. - Elaboracion Aceite Y Grasas UCISA S.A. - Elaboracion Aceite Y Grasas PRODUCTOS EMERGENTES DE EXPORTACIÓN Pasionarias – maracuyá, granadillas y granadas Las exportaciones de frutas denominadas ‘pasionarias’ avanzaron fuertemente en 2005, al situarse en 55.8 mil TM desde las 9 mil TM registradas en 2004. En términos monetarios significó un avance desde los US$ 14 mil en 2004 a US$ 85 mil en 2005. La principal fruta exportada fue la granada, que concentró el 86% de los volúmenes embarcados, aunque básicamente fueron pedidos puntuales, mostrando un comportamiento errático en los últimos años. Le siguieron en importancia la granadilla y la maracuyá, con participaciones de 8% y 6%, respectivamente, con embarques, que a diferencia de la primera fruta, son más constantes anualmente. El principal mercado de estas frutas es Europa, en 2005 cuatro países concentraron casi el 100% del volumen exportado: Francia (59.5%), Holanda (27.7%), Italia (6.5%) y Alemania (5.7%). La totalidad de la granada fue demandada por Francia (67.9%) y Holanda (32.1%), mientras que la exportación de maracuyá se repartió principalmente entre Italia (76.4%) y Alemania (16.8%). Por su parte, los envíos de granadilla se concentraron en Alemania (76.7%), Francia (13.2%) e Italia (7.1%).
  • Maracuyá. Este año Lambayeque exportaría 13 mil toneladas de pulpa de maracuyá congelada a Europa y EE.UU, 30% más de lo alcanzado en 2005, informó el gerente de Desarrollo Económico del gobierno regional, Rubén Díaz. La región cuenta con 500 hectáreas instaladas, las cuales tienen un rendimiento promedio de 20 toneladas por hectárea. (Fuente: Invertia) ECONOMIA EXPORTACIONES DE MARACUYÁ ALCANZARÁN LOS US$ 3 MILLONES ESTE AÑO Una fruta exótica que gana mercado en el mundo Agotamiento de stocks internacionales dispararon precio de la fruta de 1.27 dólares a 2.3 dólares el kilogramo WALTER CARRILLO SÁNCHEZ E l c o n s u m o de m a ra c u yá s e c e n t ra e n e l m e rc ado i n te rn o . S ó l o u n po r c e n t a j e re du c i do e s e x po r ta do , a pe s ar de l a b u e n a a c e p ta c i ó n qu e t i e n e e n e l m e rc a do i n t e r n a c i o n al e l ju go de e s ta f r u t a. Pa ra e s t e a ñ o s e e s ti m a qu e l a s e xpo rt ac i o n e s pe ru an as d e j u go de m a r a c u y á bo rd e a rá n l o s tr e s m i l l o n e s de dó l ar e s , 7 6 po r c i e n to s u pe r i o r a l 1 . 7 m i l l o n e s de dó l ar e s qu e l o g ró e l añ o pa s a do . E s e va l o r m á s qu e u n i n c re m e n t o re pr e s e n t a u n a re c u p e r ac i ó n de s u s v e n t a s a l e xt e r i o r, ya q u e s ó l o e n t re 2 00 3 y 2 00 4, s e p as ó de 2. 3 m i l l o n e s d e dó l a re s a 1. 7 m i l l o n e s de d ó l a re s , de b i do al i m pu l s o o to rg a d o a e s t e t i p o d e f ru ta s e xó ti c a s e n p aí s e s c o m o E c u a do r y C o l o m bi a . L o s t re s m i l l o n e s de dó l a r e s p ro ye c ta do s pa ra e s t e a ñ o aú n s o n i n f e ri o re s a l v a l o r ré c o r d q u e s e al c a n z ó e n 19 99 , c u a n do s e e x po r tó j u g o de m a ra c u yá p o r m á s d e 4 . 5 m i l l o n e s de dó l a re s . S o n l o s b u e n o s p re c i o s q u e re gi s tr a e s ta f r u t a e n e l m e r c a do i n t e r n a c i o n a l l o qu e e s tá f a vo re c i e n do e l i n c r e m e n to de l as e x po r ta c i o n e s pe r u a n a s , e x pl i c ó e l as e s o r e n t e m a s d e e x po r ta c i ó n de l a c o m p a ñ í a e x po r ta do ra S e l va I n du s t ri al , L am be r t Pi e pa u . S e l v a I n d u s tr i a l e x po r tó e l a ñ o p as ado 1 70 m i l dó l ar e s e n ju go d e m a r a c u y á . E n l o s d i e z p ri m e ro s m e s e s de 2 00 5 s u s e x po r ta c i o n e s ya s u m a ro n l o s 6 27 m i l dó l a r e s , e s de c i r y a l o g ró c r e c e r m ás de 26 8 po r c i e n t o . “H e m o s ve n i do m o n i t o r e a n d o l a p ro du c c i ó n de e s ta f r u t a e n e l m e r c a do i n t e r n a c i o n a l , l o qu e n o s pe rm i ti ó p ro ye c t ar qu e e s te añ o i b a a s e r bu e n o p o r e l a go ta m i e n t o de l o s s t o c ks ”, p re c i s ó . A n t e e s ta s p ro ye c c i o n e s , l a e m p re s a o pt ó po r a u m e n ta r e l c u l ti vo de l m a r a c u y á e n l a s e l v a c e n tr al a f i n d e e l e va r s u pr o d u c c i ó n . E l a ñ o pa s a do , S e l va I n du s t ri al s e u bi c ó e n e l te rc e r l u ga r e n e l ra n k i n g de l a s e x po r ta c i o n e s de m ar ac u y á de l Pe rú , pe r o e s te a ñ o de b e r í a n o c u p a r e l s e g u n do pu e s t o p o r s u m a yo r pr o d u c c i ó n y l o s m e j o r e s p re c i o s de l m e r c a do i n t e r n a c i o n a l . E n e n e r o de e s te a ñ o , e l ki l o g ra m o de j u go de m a ra c u yá s e c o t i z a b a e n 1. 90 d ó l a re s , pr e c i o q u e p as ó a 2. 3 dó l ar e s e n o c t u b re . L a di f e r e n c i a e s a m pl i a s o b re to do s i s e t i e n e e n c u e n t a qu e e l a ñ o pa s a do e l p re c i o pr o m e di o e ra 1. 27 dó l a re s . Pa í s e s c o m pr a d o r e s H o l a n d a , Pu e r to R i c o , E s t a d o s U n i do s , F ra n c i a y C o s ta R i c a s o n l o s pr i n c i p a l e s c o m pr a d o r e s de l j u go de e s t a f r u t a. S o br e t o d o H o l a n d a qu e c o n c e n tr ó e l 5 5 po r c i e n to de l to ta l de l as e x po r ta c i o n e s pe r u a n a s de e s t e p ro du c t o e n e l pe r í o d o e n e ro -
  • o c t u b re d e e s te a ñ o , c u a n d o e l añ o pa s a do s ó l o re gi s tr ó e n to ta l e l 3 9 po r c i e n to . A u n qu e e s t e a ñ o s e e l e v a r o n l o s pr e c i o s , y c o n te n de n c i a a s u bi r e n e l pr ó x i m o , e s t á l a te n t e l a po s i bi l i da d de qu e s u c o t i z ac i ó n vu e l v a a b a j a r e n 2 00 7, po r l a te n de n c i a d e c u l t i v ar m as i v am e n te m a r a c u y á e n te m po ra da d e p re c i o s al to s , m an i f e s tó Pi e pa u . R i e s go s de i n v e r s i ó n o L a o f e rt a e xpo rt a b l e e s l i m i ta da y p u e d e i m pe di r ga ra n t i z ar u n a b a s te c i m i e n t o pe r m a n e n te . o E l f r u t o de l m a r a c u y á s e de s h i d ra ta po c o s dí as de s pu é s de h a be r s i do c o s e c h a d o , l o qu e e x pl i c a q u e s u e xpo rt ac i ó n s e a pr i n c i p a l m e n t e e n j u go . o E xi s te f a l ta de i n ve s t i g a c i ó n ge n é t i c a, as í c o m o de m e jo r e s m é to do s de c o n s e r va c i ó n y pr o c e s am i e n to . o E n tr e l o s pa í s e s e xpo rt a d o r e s de s ta c a E c u ado r. E s e l pr i n c i p al e x po r ta do r de j u go s c o n c e n t ra do s de m a ra c u yá . Ti e n e 6 p l a n t as pr o c e s a do ra s . o S e r e q u i e re f i n a n c i a m i e n t o pa ra l a i n ve s t i g ac i ó n , l a ad qu i s i c i ó n de ge r m o p l a s m a de ba n c o s e s pe c i al i za do s , e l m e jo ra m i e n t o ge n é ti c o y c r é di to s pa ra l a p ro du c c i ó n . FUENTE: PRO EXPANSIÓN Negocio en crecimiento • E l P e r ú ti e n e c o n d i c i o n e s c l i m át i c as f a vo ra bl e s . La c o s e c h a s e re a l i za d u r a n te t o d o e l a ñ o y c r e c e a te m pe r at u r a p ro m e di o an u al de 25 g ra do s C . y a u n a a l t i t u d de 10 0 a 1, 50 0 m . s . n . m . T i e n e u n c i c l o de vi da m á s l a r go qu e e n C o l o m bi a y B r as i l . • Po s e e di ve rs o s m o do s de c o m e r c i al i za c i ó n . Pu e de s e r v e n di d o f re s c o o c o m o i n s u m o pa ra e l ab o r ar ju go s ( l a p ri n c i pa l f o rm a de e x po r ta c i ó n ) , n é c ta re s y m e rm e l ad a. A de m ás , l a c ás c ar a t i e n e a l to c o n te n i d o de pe c t i n a , s u s ta n c i a n e c e s ar i a p ar a l a pr o d u c c i ó n de j a l e a s . L a s s e m i l l a s s o n a pt as pa ra l a a l i m e n ta c i ó n an i m al . • E xi s t e u n m e rc a d o p a r a l a s e xp o r ta c i o n e s , au n qu e e l Pe r ú h a c e d i do e s p a c i o . L a s e xpo rt a c i o n e s de ju go de m ar ac u y á di s m i n u ye ro n 1 8% e n e l p e r í o do 1 99 9- 2 00 4. Pe ro , e n e s e pe r í o d o , e n e l c a s o de l m a r a c u y á f r e s c o s e c r e c i ó 7 9 po r c i e n to , a u n qu e c o n c i f ra s m u y l i m i ta da s . D e 2 00 3 a 2 00 4, l as e x po r ta c i o n e s s e e l e v a r o n de 4, 86 6 a 7 , 7 42 d ó l a re s . • C o s t o s po r h e c tá re a . L o s c o s t o s de pr o d u c c i ó n f l u c t ú a n e n t re 1, 50 0 y 1 , 8 00 dó l a re s po r h e c t ár e a pa ra l a f as e de i n s ta l a c i ó n de l c u l ti vo . E l ti e m po de vi da ú ti l de l a pl an ta p ar a f i n e s c o m e r c i al e s va rí a de 3 a 5 a ñ o s . • R e n di m i e n to de l m a r a c u y á e n Pe rú . E n l a c am p añ a 20 02 - 2 00 3 s e p ro du j e ro n 1 9, 70 0 t o n e l a da s y l o s n i ve l e s d e r e n di m i e n t o pr o m e d i o s e u bi c a r o n e n t re l a s 11 y 1 3 t o n e l ad as po r h e c tá re a al a ñ o . A l gu n o s e s t u d i o s m e n c i o n a n qu e m e jo re s r e n di m i e n to s s e o bt i e n e n e n p l a n t a c i o n e s e n t re l o s 4 00 y 8 00 m . s . n . m . , e n c u yo s
  • c a s o s s e pu e de a l c a n za r h a s t a 4 0 to n e l ad as po r h e c tá re a al añ o . • Ti e n e m á r ge n e s i m po rt a n te s de ga n a n c i a. E n c h ac ra al c an za 0. 41 n u e v o s s o l e s po r ki l o g ra m o y s u v al o r e n e l m e rc a do i n t e r n a c i o n a l p a r a e l c a s o de l m a ra c u yá f re s c o e s de 1 . 1 5 dó l ar e s e l k i l o g ra m o y pa ra e l c a s o de l ju g o 1 . 2 7 dó l ar e s . F u e n te : Pr o E xp a n s i ó n http://www.elperuano.com.pe/edc/2005/12/19/eco3.asp MARACUYA Foto 59. Fruto de maracuyá 1. IDENTIFICACION Nombre científico: Passiflora edulis Sims. f. flavicarpa Nombre comunes: Maracuyá (Perú, Colombia, Ecuador, Venezuela); maracujá, peroba (Brasil); passion flower, passion fruit (Inglés). Familia: PASSIFLORACEAE 2. DISTRIBUCION, ECOLOGIA Y SUELOS Es una especie nativa de América tropical, probablemente originaria de la Amazonía brasileña. Su distribución es amplia en todos los países que integran la cuenca amazónica; en la región amazónica del Perú, se cultiva en pequeña escala a nivel de huerto familiar, en la selva alta y en la selva baja. Los requerimientos ambientales para su cultivo comercial son: Temperatura promedio anual de 25ºC. Precipitación pluvial anual de 750 2 000 mm, distribuida uniformemente durante todo el año. Altitud variable desde 100 msnm hasta 1 500 msnm. Desarrolla en terrenos no inundables y con buen drenaje. Exige suelos fértiles y profundos; de textura media, francos a franco arcillosos; ligeramente ácidos y dotados de abundante materia orgánica. No toleran períodos largos de encharcamiento. Se adaptan a ultisoles y oxisoles ácidos y pobres en nutrientes, corrigiendo acidez y manejando fertilización.
  • 3. DESCRIPCION Es una planta leñosa perenne, voluble, de hábito trepador y de rápido desarrollo que puede alcanzar hasta 10 m de largo. Las hojas son simples, alternas, con estípulas y un zarcillo en la axila. Lámina subcoriácea profundamente trilobulada, de 5-18 cm de largo y 7-12 cm de ancho, márgenes aserrados; lóbulos de 2-4 cm de ancho con ápice agudo, acuminados o raramente obtusos; base de la hoja redondeada; palminervada, lisa, verde oscuro brillante en el haz, verde claro y menos brillante en el envés; nerviación prominente en ambas caras. Pecíolo curvo y acanalado de 2-5 cm de largo, está provisto de 2 glándulas en la inserción de la lámina. Flores bisexuales, grandes, de 5-8 cm de diámetro, con 3 brácteas foliáceas en la base, aromáticas y solitarias que nacen en las axilas de las hojas. Cáliz con 5 sépalos verdes externamente y blancas por dentro con manchas rosadas en la base; corola con S pétalos libres, de color blanco y manchas moradas basales. La corona formada por 2-5 verticilios circulares de apéndices; los externos filiformes, blancos a verdoso hacia el ápice y morados en la parte basal; y los internos, en forma de papilas de color morado. Estambres en número de 3-5 y un ovario súpero unilocular. El fruto es una baya esférica, globosa u elipsoide que mide hasta 10 cm de diámetro y peso máximo de 190 g; epicarpo delgado, duro y de color verde, moteado finamente de blanco o amarillo limón; ligeramente áspero, por la aparición de pubescencia fina y corta en el estado de madurez. Mesocarpo verde. Endocarpo blanco. Numerosas semillas pequeñas, negras, planas, escudiformes, con numerosas protuberancias en la superficie y borde crenado, cubierta por un arilo muscilaginoso amarillo, de fuerte aroma y sabor acidulado. 4. UTILIZACION Fruto El arilo del fruto maduro es comestible. Se consume directamente al estado natural diluído en agua. Domésticamente se utiliza en la preparación de licores, dulces, helados, salsas y refrescos. En la industria se emplea en la elaboración de néctares enlatados, jaleas, mermeladas y jugo concentrado que es el principal producto de exportación. La cáscara es rica en pectina, sustancia básica en la elaboración de jaleas. Las semillas tienen alto contenido de aceite, carbohidratos y proteínas, aptas para alimentación animal. El aceite de la semilla es de color amarillo, semejante al aceite de algodón por su valor nutritivo y digestibilidad. Otras partes de la planta Los residuos leñosos de las podas, tienen aptitud de uso como material combustible. 5. METODOS DE PROPAGACION
  • Propagación sexual La propagación por semilla botánica, es el método comúnmente utilizado. Las semillas tienen prolongada viabilidad, de hasta 1 año. Las semillas extraídas de frutos maduros, de plantas selectas, son lavadas hasta eliminar todo residuo del arilo y luego secadas baio sol intenso durante 1 hora. En ambiente sombreado, se siembra a 1 cm de profundidad, en cajones de 1 x 1 x 0,2 m, conteniendo substrato mezclado de tierra negra, arena y materia orgánica descompuesta en la proporción de 1:1:1, previamente desinfectado con fungicida. La germinación es rápida, ocurre luego de 2-3 semanas de la siembra. Cuando las plántulas desarrollan dos hojas verdaderas, se repican directamente a bolsas plásticas negras de 2 kg. de capacidad, conteniendo el mismo substrato del almácigo. El trasplante al campo definitivo se realiza cuando las plantas alcanzan de 30-40 cm de altura. Otra modalidad recomendable consiste en sembrar 3-4 semillas directamente en bolsas plásticas negras de 2 kg de capacidad, conteniendo el mismo substrato del almácigo y ralear cuando alcanzan 10 cm de altura, dejando 1 sola planta, que desarrollará hasta el tamaño adecuado para su trasplante al campo definitivo. Propagación asexual La propagación vegetativa es por estacas y por injerto. En la propagación por estacas, se utilizan estacas semileñosas de 1,5 cm de diámetro y de 15-20 cm de largo, portando 3 o 4 nudos. El encarnizamiento es rápido en substrato de arena húmeda desinfectada con fungicida. El trasplante se realiza cuando la estaca desarrolla 1 o 2 brotes de 20 cm de largo. La propagación por injerto se aplica en el maracuyá morado, utilizándose como patrón Passiflora edulis, Sims f. flavicarpa, para conferir resitencia a nemátodos y a enfermedades. 6. METODOS DE ESTABLECIMIENTO Y MANEJO DE PLANTACION Monocultura En plantaciones comerciales, la plantación es en espalderas, con postes muertos y ligados por dos líneas de alambre, espaciados un metro entre la primera línea y el nivel del suelo y 1 metro entre líneas de alambre. Se recomiendan espaciamientos de 3-4,5 m entre hileras y de 4,5-6 m entre plantas. Las hileras orientadas nortesur, para una máxima exposición al sol. Los hoyos de plantación de 50 x 50 x 50 cm, conteniendo un substrato de tierra negra mezclado con 10 kg de abono orgánico descompuesto y 60 g de superfosfato triple en suelos ácidos.
  • El manejo del cultivo demanda poda de formación el primer año. A partir del segundo año, podas de limpieza sanitaria y podas de renovación anual cortando los brazos después de la cosecha para estimular brotes nuevos vigorosos. Los desyerbos deben ser oportunos. La fertilización es en función del análisis del suelo. En suelos ácidos se recomienda aplicar a los 6 meses de la plantación 2 kg de gallina o 10 kg de estiércol de vacuno 150 g de superfosfato triple, 100 g de N y 100 g de K; repetir cada 6 meses. En Venezuela se recomienda 2 aplicaciones por año y por planta de 45-65 g de N, P2O5 y K2O; y en Colombia 20 g de N, P2O5 y K2O después de cada cosecha. Las aplicaciones de Mg, S y micronutrientes se hacen de acuerdo al análisis foliar. Las aplicaciones de los fertilizantes son superficiales y localizados en circunferencia de 40-50 cm de diámetro alrededor de la planta. La polinización en maracuyá es deficiente, sólo de 25-50% de las flores fructifican; se aconseja la polinización manual, que eleva hasta el 75% la cantidad de flores que producen frutos. La protección del cultivo debe ser permanente. Las principales plagas, son las moscas de la fruta, Ceratitis capitata y Anastrepha spp; se controlan con trampas y productos fosforados; y culturalmente, colectando y enterrando los frutos afectados. Los ácaros de los géneros Brevipalpus y Hemitarsonemus se controlan con azufre mojable o clorobenzilato. Trips del género Selenothrips, se controlan con insecticidas de contacto. Las ninfas y adultos de los pulgones Mvzus persicae, trasmiten la virosis; se controla con Folidol al diez por mil. Las querezas del género Orthezia y otros, se controlan con aceite emulzionable o insecticidas fosforados. En la selva Central, la virosis diezmó las plantaciones de maracuyá en Chanchamayo y Perené. La especie es resistente a nemátodos y enfermedades fungosas. Se advierte máxima precaución en el control de plagas, que no afecte a los insectos benéficos polinizadores del maracuyá: abejorro o abeja carpintera (Xylocopa varipuncta), la abeja melífera (Apis mellifera) y la avispa negra (Palvstes sp.) Las pulverizaciones deben realizarse fuera de épocas de floración o cuando las flores están cerradas. La última aplicación debe ser hecha con mucha anticipación a la cosecha para evitar efectos residuales nocivos. Agroforestería El sistema radical del maracuyá es superficial y poco distribuido. Más del 50% de raíces se localiza en los primeros 30 cm del suelo y aproximadamente el 80% de éstos se distribuye a una distancia menor de 50 cm desde el tallo. Esta característica de la especie, favorece su manejo bajo sistemas agroforestales sucesionales, como un componente de aprovechamiento comercial temporal. En agroforestería tradicional, de orientación comercial y con manejo de fertilización en oxisoles, maracuyá se asocia con cultivos y árboles diversificados, siendo los más comunes: arroz (Oryza sativa), frijol (Phaseolus sp), soya (Glycine sp), melón (Cucumis melo), melancia (Citrulus vulgaris), cacao (Theobroma cacao), feijó (Cordia goeldiana), charapilla (Dypterex odorata), shimbillo (Inga sp) y amasisa (Erythrina glauca).
  • En sistemas agroforestales comerciales de alta tecnología, maracuyá se asocia simultáneamente con Paullinia cupana y con Bactris gasipaes. Los resultados son excelentes. 7. PRODUCCION Y COSECHA La fructificación se inicia, de 7 a 10 meses después de la plantación y la máxima producción, ocurre de 18 a 24 meses. El ciclo de vida productiva es de 6-8 años, no obstante la vida comercialmente útil se reduce de 3 a 4 años, período recomendado para la renovación del cultivo. En condiciones óptimas de cultivo y manejo, el maracuyá puede producir hasta 70 kg/ planta, equivalente a 40 t/ha/año. En la costa central, la producción varia de 8 a 25 t/ha/año. Bajo sistemas agroforestales sucesionales, maracuyá asociado con guarana (Paullinia cupana) y pijuayo (Bactris gasipaes), en oxisoles manejados con fertilización, rindió producción de 17 t/ha/ año, y asociado maracuyá únicamente con guaraná, produjo 21,9 t/ha. Ambos rendimiento obtenidos en la región amazónica brasileña, superan al promedio nacional de Brasil de 8-10 t/ha/año (primer productor mundial de maracuyá) y al promedio obtenido en el continente asiático de 12,7 t/ha/año. El fruto al estado de madurez fisiológica se desprende del fruto y cae al suelo. La cosecha es del suelo, debe recolectarse cada 3-4 días. La cosecha industrial es directa de la planta, de frutos con signos de madurez fisiológica, reconocidos por el cambio de coloración verdosa a amarillenta. 8. CONSERVACION Y VALOR NUTRITIVO El fruto es perecible, poco días después de su cosecha se deshidratata, pierde peso y calidad comercial como fruto. El jugo del fruto que puede llegar a representar hasta el 41 % del fruto, tiene color amarillooro por la presencia de carotenoides y un aroma característicos producido por una mezcla de 18 aceites volatiles. La composición del jugo es de bajo contenido proteínico y relativamente alto en vitamina A y ácido ascórbico; el análisis químico del jugo es el siguiente: Componentes 100 ml de jugo Calorías 53,0 cal Proteínas 0,67 g Grasa 0,05 g
  • Carbohidrato 13,72 g Fibra 0,17 g Ceniza 0,49 g Calcio 3,8 mg Fósforo 24,60 mg Hierro 0,36 mg Vitamina A 2410,0 mg Niacina 2,24 mg Vitamina C (Acido ascórbico) 20,0 mg 9. PROYECCION El cultivo del maracuyá en la región amazónica peruana, tiene grandes posibilidades productivas. Tiene ventajas adaptivas a la ecología y suelos de la región; el fruto y sus productos industriales, tienen demanda en los mercados locales regionales, nacionales y externos; el desarrollo agronómico significativo del cultivo en otros ambientes tropicales, puede contribuir al emprendimiento del desarrollo del cultivo en la región amazónica. Las desventajas son: alta susceptibilidad al ataque de plagas, especialmente a la mosca de fruta, que aún no tiene control efectivo en la región; virosis no identificada que destruye las plantaciones; polinizacion deficiente; ausencia investigativa genética, agronómica y tecnológica de conservación y transformación del fruto. El desarrollo del cultivo dependerá, de una mayor diseminación informativa sobre los atributos de la especie y la potencialidad comercial e industrial de sus frutos y derivados. Deberá priorizarse el acopio y difusión informativa tecnológica generada en otros lugares; adquisición de germoplasma de bancos genéticos especializados; adaptación bajo diferentes condiciones de suelos en la región, espaciamientos, fertilización y propagación vegetativa; mejoramiento genético para caracteres productivos, optimización de la polinización y resistencia a plagas y enfermedades; y desarrollo tecnológico de conservación y procesamiento del fruto en el nivel de campo. La promoción del cultivo demanda financiamiento para la investigación, créditos para la producción, incentivos para la industrialización y mercados para los productos elaborados. 10. LECTURA BASICA ANDERSEN, O. & ANDERSEN, V.U. 1989. As frutas silvestres brasileiras. 3 ed. Sao Paulo: Globo (Coleçao do Agricultor. Fruticultura) Publicaçoes Globo Rural). pp. 151-155.
  • CALZADA, B.J. 1980. 143 Frutales nativos. Editorial El Estudiante. Lima. pp. 11 120. CAVALCANTE, P.B. 1988 Frutas comestíveis da Amazonia. 4 ed. rev. ampl. Belém: Museu Paraense Emílio Goeldi; Companhia Souza Cruz indústria e comércio. pp. 158-160. FAO. 1982 Especies frutales forestales. Estudio FAO: Montes 34 Roma. pp. 110.113. GEILFUS, F. 1994. El árbol al servicio del agricultor. Manual de agroforestería para el desarrollo rural. Vol. 2 Guía de especies enda. caribe/ CATIE. pp. 230-233. LEON, J. 1987. Botánica de los cultivos tropicales. San José Costa Rica. IICA Colección Libros y Materiales educativos Nº 84. pp. 402-404. MALAVOLTA, E. 1994. Nutrición y fertilización del maracuya. INPOFOS, Instituto de la Potasa y del Fósforo. Quito, Ecuador. 52 p. VASQUEZ, M.R. 1989 Plantas útiles de la Amazonia Peruana I. Mimeografíado p. 122. VASQUEZ, M.R. 1996. Catálogo de los frutos comestibles de la Amazonía Peruana. In Press. 20 p WILLIAMS, C. N. CHEW, W. Y & RAJARATNAM J.A. 1982. Tres and field crops of the wetter regions of the tropics. Intermediate Tropical Agriculture Series. Hong Kong. pp. 133-134. 11. CONTACTOS EN LA AMAZONIA PERUANA Vásquez, M. Rodolfo. Proyecto Flora del Perú. Apartado 280, Tel.(094)222139, Iquitos. Curator del Missouri Botanical Garden, Sistemática de Fanerógamas Amazónicas. Villachica, Hugo. Apartado 12061. Tel.(1)4366648. Fax.(1)4363518. La Molina. Lima, Perú. Investigación agronómica e investigación. http://www.regionloreto.gob.pe/amazonia/libros/51/5100003.htm