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    Blogues Final Blogues Final Presentation Transcript

    • BLOGUES COMO ARTEFATOS CULTURAIS PÓS-MODERNOS PARA FAZER ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA Attico Chassot Revista Competencia/Sena c Mestrandos : Janilson Lotério Matheus de Andrade
    • BLOGUES
      • A o apresentar este artigo pretendemos mostrar as ideias do autor e nossas , quanto aos artefatos culturais pós-modernos como os blogues. E como podem ser usados para fazer a construção da alfabetização científica.
      • O texto parte de uma experiência do autor com os blogues. Isto é uma procura, uma alternativa à dificuldade de escrita de textos acadêmicos, focando qualquer estabelecimento educacional.
    • R e s u m o
      • A rtefatos culturais pós-modernos x alfabetização científica .
      • D a lousa ao blogue
      • O que escrevo? Como escrevo? e Por que escrevo?,
      • O prazer da escrita e procura alternativas
      • Escola que na modernidade era disseminadora do conhecimento para transformar-se em uma receptora de conhecimento
      • Abandono da Escola: a produção do conhecimento.
      • Palavras-Chave: Alfabetização Científica, Amadorismo Internético, Escrita de Blogues, Escrever de Si.
    • Algumas considerações
      • A rapidez e a ação (rapidação) da divulgação de saberes nos blogues importantes para o desenvolvimento dos estudantes e para a construção de um saber próprio. Possibilitando a alfabetização científica. ( mundo da informação )
      • Artefatos culturais formais (livros e revistas) e não formais (os blogues). Os blogues levam uma grande vantagem sobre os livros, comenta sem de maneira nenhuma depreciar os livros . Enquanto um livro pode levar até dois anos para ser publicado, os blogues o fazem instantaneamente .( rapidez da comunicação)
      • .Os textos, as palavras que são postas são instantaneamente vistas, lidas e comentadas por várias pessoas de qualquer lugar do Brasil e do mundo. (novos saberes)
    • Algumas considerações
      • Saber popular é aquele que detém, socialmente, o menos prestigio, isto é, o que resiste a menos códigos. Aliás, popular pode significar vulgar, trivial, plebeu. Talvez devêssemos recordar que este saber popular, em algum tempo, foi/é/será um saber científico (CHASSOT, p. 207, 2001grifo do autor).
      • Possibilidades de aprendizagens na rede, quando até as crianças do ensino fundamental “pesquisam” com buscadores internéticos. ( questão dos adolescentes )
      • Há na academia uma usual resistência, como tudo que é novo.( paradigmas )
      • A ação verbal, ainda não dicionarizada ( rapidez da comunicação)
    • Algumas considerações
      • Educação a distância não formal. Quando levanto a defesa da tese: Blogues são ferramentas pós-modernas para se fazer alfabetização científica, estou assumindo duas dimensões para essa tese. Uma que ela seja educação a distância e outra que ela seja não formal; isto é,fora da Escola” ( a escola de hoje )
      • Fiz uma rápida pesquisa com um grupo de acadêmicos. Praticamente tudo que sabiam acerca de Darwin e mesmo do evolucionismo não aprenderam na Escola.( como o conhecimento é dessiminado )
    • Algumas considerações
      • A internet ainda não está disponível a todos, como os livros também não estão, mas a intenção do governo é ampliar esse acesso a internet ajudando o MS@ (movimento dos sem @).
      • A Wikipédia citada por Chassot é um artefato cultural que nos dias atuais faz uma extensa democratização do conhecimento. Como ela também existem os sites de busca por exemplo o Google, ou o Google acadêmico.
      •   Chassot também comenta sobre a neopatia: Doença que atinge pessoas que só querem adquirir cada vez mais novas tecnologias, modernidades, cuja característica é querer ter sempre tudo novo.( critica a modernidade )
    • Algumas considerações sobre a escola de hoje
      • Ela não é mais a referência como lugar de transmissão do saber,como foi desde seu surgimento na aurora da Modernidade (especialmente, devido à Reforma Protestante), mas se vê assolada pela chegada invasiva, incontrolada e massiva de novos conhecimentos. E isso não lhe dá alegrias.
      • Nós professores e professoras não mudamos, mas a escola foi mudada os estudantes também mudaram e continuam mudando. Como diz Chassot a escola não é mais referência de transmissão do saber.
    • Algumas considerações sobre a escola de hoje
      • As possibilidades dos estudantes e de nós mesmos com os blogues são de total interação, participando escrevendo, lendo, produzindo e divulgando o que fazemos e pensamos de modo muito rápido e fácil. Como diz Chassot uma das mais emocionantes criações dos humanos..
      • Os estudantes apresentam uma maior facilidade de manusear os computadores, podem ajudar os professores no processo de construção do blogue e os professores em mostrar o que escrever, como escrever e principalmente porque escrever
      • .
    • Principais Questionamentos
      • O que escrevo?
      • Como escrevo?
      • e Por que escrevo?
    • O que escrevo?
      • A) Diário de um mestre-escola : relato as minhas práticas em sala de aula.A lternativas para professoras e professores fazer algo semelhante em suas salas de aula
      • B) Diário de viagem : histórias de viagens, fotos, vídeos Panambi ou Três de Maio ganham mais visibilidade que Porto Alegre.
      • C) Divulgação da Ciência : artigos, comentários, resenhas, livros
      • D) Atenção aos assim chamados formadores de opinião :
    • O que escrevo?
      • E) Um espaço de resenhas [uma maneira de fazer ciberliteratura e de motivar a leitura de livros]:
      • F) Um local para mostrar o que guardam os baús . 50 anos como professor em 2011, Ele hoje se faz bloguista com um microcomputador, depois de ter usado pena de aço, caneta tinteiro, celebrado em 1954 a chegada da caneta esferográfica, usado uma máquina de escrever Remington no começo de seus anos de magistério e ter em 1989 adquirido um computador que não tinha disco rígido
    • Como escrevo?
      • lapkopf.
      • P rodução simultânea dois ou mais textos –, na tentativa de responder o que escrevo e por que escrevo.
      • Uma das maiores dificuldades no escrever esteja em não se saber a respeito do público-alvo.
      • Talvez valesse recordar que o que difere os ricos – pessoas ou países – dos ricos não é só que os pobres possuem menos bens, mas é o fato de que a grande maioria deles está excluída da criação e dos benefícios do saber científico.
      • Há uma exclusão daqueles que não têm um endereço com arroba.
    • Como escrevo?
      • Chassot coloca esta resposta como um dos mais significativos retornos ao seu fazer pedagógico com artefato cultural pós-moderno, que parece traduzir o êxito do trabalho na proposta de fazer do blogue um espaço privilegiado para construir uma mais significativa alfabetização científica (Chassot, 2009).
      • Nós enquanto professores que somos defendemos a importância de fazer a inclusão, daqueles excluímos os chamados (MS@), por desejarem ter um endereço eletrônico e não só isso. Mas sim, não ser mais um excluído desse mundo, o mundo do conhecimento, que sem dúvida é cientificamente conhecido, mas esse tipo divulgação do saber ainda não é muito bem aceito pela comunidade científica como um todo, mas esta a caminho.
    • Por que escrevo?
      • Chassot responde, é por prazer intelectual, no desafio em buscar ideias para construir um texto. O autor defende a tese de que ao escrever diários são uma alternativa para transformar escrevinhadores em escritores . Os blogues são instrumentos facilitadores do exercício da escrita, para todos nós.
      •   Há, todavia significados sinais de transição nessa área. Antes de parecer um profeta do apocalipse, preciso dizer que estou cada vez mais convencido de que, neste quadro da história, de tão fantásticas transformações tecnológicas, o professor informador – refiro-me a aquele que se gratifica com ser transmissor do conteúdo – está superado.
    • Por que escrevo?
      • Ele é um serio candidato ao desemprego, ou seja, aproveitado pelo sistema par continuar fazendo algo (in) útil nesta tendência neoliberal de transformar o ensino (não a educação) em uma mercadoria para fazer clientes satisfeitos, como apregoam os adeptos da Qualidade total. Mas o professor formador ou a professora formadora será cada vez mais importante nesta virada de milênio (CHASSOT, p.83, 2001 grifo do autor).
      • A Ciência pode ser considerada como uma linguagem construída pelos homens e pelas mulheres para explicar o nosso mundo natural. Entendendo essa linguagem podemos entender o mundo que vivemos. Entender a Ciência nos facilita não só coisas do nosso dia-a-dia, mas que possamos contribuir para o controle e a preservação e também, para as transformações que podemos fazer diminuindo problemas presentes e prevenindo problemas futuros.
      •  
    • Por que escrevo?
      • Devemos sempre que possível investir em mudanças que nos aproxime cada vez mais dos nossos estudantes e ensiná-los a construir novos conhecimentos. E sem dúvida a utilização desses artefatos pós-modernos como esse chamado de blogue é um bom instrumento para obtermos melhores resultados para com o ensino de ciências unido-o a alfabetização científica.
    • Alfabetização Cientifica e a Escola Via Blogues
      • E preciso saber sobre novas realidades na Escola.
      • a) tecnodepedências , somoes reféns, por exemplo, de um data show ou de Power Point ou de um telefone celular;
      • b) uma hiperconectividade que nos faz cada vez mais cidadãos públicos e invadidos em nossas privacidades (Orkut, Facebook, Second Life, Twitter) e também altera, inclusive, as relações amorosas;
      • c) o fim do efêmero onde nossa passagem deixa rastros .
      • d) o (não-) engajamento crítico que passa a ser primeiro uma exigência que pode conduzir à participação construtiva ou – ante sua renúncia – pode conduzir a uma alienação que leva a uma vida cultural vegetativa;
    • Alfabetização Cientifica e a Escola Via Blogues
      • e) os cada vez mais tênues limites entre o humano/não humano que nos fazem a não nos darmos conta de quanto os robôs são copartícipes de nosso cotidiano; e
      • f ) a brecha cada vez maior que se estabelece entre os que têm acesso ao conhecimento e os marginalizados. Talvez a maior revolução que deva ocorrer nessa Escola que foi mudada – repito que estou considerando todos os níveis de escolarização – é que assuma o seu papel de produtora de conhecimento; não apenas de transmissora, e muito menos cerceadora do conhecimento.
    • E a alfabetização científica nos blogues?
      • A Ciência pode ser considerada como uma linguagem construída pelos homens e pelas mulheres para explicar o nosso mundo natural.
      • Entender a Ciência nos facilita, também, que possamos contribuir para controlar e prever as transformações que ocorrem na natureza.
      • Talvez o mérito mais significativo de meu ser bloguista é buscar levar meus leitores a uma mirada crítica do mundo e dos acontecimentos e fazê-los pensar/ questionar-se .
    • Alfabetização Cientifica e a Escola Via Blogues
      • É preciso darmo-nos conta do quanto com blogues podemos usufruir de um blogue, o que produzimos hoje é lido hoje, instantaneamente em diferentes latitudes e longitudes. E mais, esses escritos são menos efêmeros que se imagina a rapidação na difusão do conhecimento .
      • Talvez menos de 2% da meia centena de leitores que visitam blogue deixam comentários. A possibilidade de interação dos participantes levam grande vantagem sobre os livros.
      • Se pensarmos em um livro com 300 páginas, significa que a produção escrita do blogue corresponderia à produção anual de mais de três livros .
    • Attico Chassot Professor e Pesquisador do Centro Universitário Metodista IPA. Foi Professor Titular da FAPA, PUCRS, UFRGS (Diretor do Instituto de Química e coordenador do Curso de Química), ULBRA e UNISINOS (também coordenador do Programa de Pós Graduação em Educação). Como docente, trabalha com o Ensino de Ciências e a História da Ciência, com experiência nos níveis Fundamental, Médio e Superior. Atividade de pesquisa tem como temas: Alfabetização Científica e História da Ciência. Autor de livros, ministra palestras e cursos sobre essas temáticas http://achassot.blog.uol.com.br/ http://www.atticochassot.com.br /
    • Attico Chassot
      • Tem 68 anos, Licenciado em Química (UFRGS), mestre e doutor em Educação (UFRGS) e em 2002, fez pós-doutoramento em Ciências Humana na Universidad Complutense de Madrid. Professor desde 13 de março de 1961, como professor do ensino fundamental (Matemática e Ciências Naturais) e do ensino médio (Matemática e Química) de 1961 a 1966. Membro do Conselho Estadual de Educação do Rio Grande do Sul, na cota dos representantes do governo de 1999-2002. Enquanto vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS - São Leopoldo pertenci à Linha de Pesquisa Currículo, Cultura e Sociedade formou quatro doutores e 19 mestres.
    • Attico Chassot
      • Publicou cerca de 70 artigos em revistas nacionais e estrangeiras especializadas e 28 trabalhos em anais de eventos. Tendo ainda publicado cerca de 20 capítulos de livros e 11 livros publicados .
      • Livros mais recentes:
      • A ciência através dos tempos
      • Para que(m) é útil o ensino?
      • Alfabetização Científica: Questões e Desafios para a Educação.
      • Educação conSciência
      • A Ciência é masculina? É, sim senhora!...
      • Sete escritos sobre Educação e Ciências .
    • REFERÊNCIAS
      • Revista da Educação Superior do SENAC-RS, p.11-28
      • V.2N.2 julho de 2009.
    • A alegria e o rigor científico podem coexistir”. CHASSOT