Sociologia aplicada 1

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Sociologia aplicada 1

  1. 1. SOCIOLOGIA APLICADA FATEPA PROF. JANIO ALVES
  2. 2. Currículo • Licenciatura, Bacharelado e Mestrado em Filosofia pela UFRGS. • Doutorando Dep. Filosofia, IFCH- UFRGS • Especialista em Sociologia, IFCH- UFRGS • Especialista em Educação, Rede Pitágoras – MG • MBA em Gestão de Projetos- UFRGS
  3. 3. Atuação profissional • Sócio-diretor da produtora Sequência Cinema & TV. • Professor auxiliar do Dep. Filosofia UFRGS • Professor da Instituição Educacional São Judas Tadeu – Ética, Empreendedorismo, Filosofia e Sociologia • Coordenador do Núcleo Educacional de empreendedorismo e do EM do Colégio Israelita.
  4. 4. Avaliações • Grau A: 40 % atividades em sala de aula / 60% prova • Grau B: 40% Estudo de Caso / 40% aula / 20% atividades em sala de aula • Máximo de faltas: 16
  5. 5. ENTENDENDO A SOCIOLOGIA 1. O que é a sociologia? 2. O olhar sociológico 3. Atividade em trios
  6. 6. O que é a SOCIOLOGIA? Video Ilha das Flores
  7. 7. ‘Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro pôs uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o enchiam de pancada. Passado mais algum tempo, nenhum macaco subiu mais a escada, apesar da tentação das bananas. Então os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelo outros, que lhe bateram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto, e finalmente, o ultimo dos veteranos foi substituído.Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam a bater naquele que tentasse chegar às bananas. Se fosse possível perguntar a algum deles porque batia em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: “Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui...” (Texto atribuído a Albert Einstein)
  8. 8. O que a história dos macacos e o vídeo “Ilha das Flores” têm a ver com a Sociologia ? E o que a Sociologia tem a ver comigo ou com a minha vida? O que a sociologia tem a ver com o trabalho do RH?
  9. 9. A Sociologia se debruça sobre fenômenos sociais que nos afetam em nosso dia a dia. Ela estudo o comportamento humano e o funcionamento da sociedade Por que a vida em sociedade é como é? Por que uns têm tanto e outros têm pouco? Por que obedecemos ou contestamos? Por que as pessoas se reúnem ou se tornam rivais? O que nos é proibido e o que nos é imposto por obrigação? Por que os governos se organizam de uma forma ou de outra?
  10. 10. “ A objeção que os membros leigos da sociedade frequentemente fazem aos postulados da sociologia é... que seus “achados” não lhes dizem nada além do que já sabem ou, o que é pior, vestem com linguagem técnica o que é perfeitamente familiar na terminologia de todos os dias” (Anthony Giddens) Alguém já disse que a sociologia é a “ciência do obvio” (Nelson Rodrigues) Em outras palavras, aqueles que criticam a sociologia, segundo Giddens, muitas vezes dizem que ela trata do que todo mundo já sabe em uma linguagem que ninguém entende. A sociologia trata do que todo mundo já sabe?
  11. 11. Afinal, para que estudar sociologia? Por que estudar a sociedade em que vivemos? Não basta vivê-la? É possível conhecer a sociedade cientificamente? A Sociologia serve para quê? Darcy Ribeiro, cientista social, em um texto sobre o obvio, diz que o negocio dos cientistas é mesmo lidar com o obvio.O que a ciência faz é ir tirando os véus, desvendando a realidade, a fim de revelar a obviedade do óbvio. A sociologia nos ajuda a refletir sobre as certeza que temos, põe sob observação nossas opiniões mais arraigadas. Ela modifica nossa percepção sobre o que vivemos em nossa rotina e assim contribui para alterar a maneira de vermos nossa própria vida e o mundo que nos cerca.
  12. 12. “A maior parte do tempo, o sociólogo aborda aspectos da experiência que lhe são perfeitamente familiares, assim como à maioria dos seus compatriotas e contemporâneos. Estuda grupos , instituições, atividades que os jornais falam todos os dias. Mas as suas investigações comportam outro tipo de paixão da descoberta. Não é a emoção da descoberta de uma realidade familiar mudar de significação aos nossos olhos. A sedução da sociologia provem de ela nos fazer ver sob uma outra luz o mundo da vida cotidiana no qual todos vivemos. Peter Berger
  13. 13. Opõe-se ao SENSO COMUM Sociologia aquilo que encaramos como natural, inevitável, bom ou verdadeiro pode não ser bem assim os “dados” de nossas vidas são influenciados por forças sociais e históricas
  14. 14. AÇÕES INDIVIDUAIS Organismo Biológico ------ estudo das Ciências Biológicas, Psicológicas, Físicas
  15. 15. As Ciências Humanas O desenvolvimento da ciência da natureza intervenção nos fatos sociais, necessidade de compreender o que ocorria na sociedade, para controlá-la e modificá-la
  16. 16. CIÊNCIA CIÊNCIAS NATURAIS HUMANAS
  17. 17. HOMEM LINGUÍSTICA SOCIOLOGIA ECONOMIA ADMINISTRAÇÃO DIREITO PSICOLOGIA ANTROPOLOGIA POLÍTICA PEDAGOGIA GEOGRAFIA HUMANA HISTÓRIA
  18. 18. CIÊNCIAS SOCIAIS SOCIOLOGIA ANTROPOLOGIA POLITICA A Sociologia surgiu no processo de formação e desenvolvimento da sociedade capitalista.
  19. 19. CIÊNCIA CONHECIMENTO SISTEMATIZAÇÃO METÓDO OBJETO ESTRUTURAÇÃO CAMINHO REALIDADE CONCRETA
  20. 20. OBJETIVIDADE adequação do conhecimento à realidade objetiva NEUTRALIDADE a não interferência dos valores, concepções religiosas e políticas e preconceitos uma pretensão, uma ambição, uma intenção Um mito ? CONHE CIMENTO CIENTIFICO
  21. 21. abrangência desde a análise de encontros ocasionais entre indivíduos na rua até a investigação de processos sociais globais Aprender a pensar sociologica mente cultivar a imaginação Libertar-se do imediatismo das circunstâncias pessoais e ver as coisas num contexto mais amplo.
  22. 22. Exemplo: considere o simples ato de tomar o café da manhã. A imaginação sociológica (Wright MillsA imaginação sociológica (Wright Mills)) No capitalismo, a produção de cada objeto envolve uma complexa rede de trabalho e trabalhadores
  23. 23. Veja as suas dimensões: O café tem um valor simbólico O café é uma droga O café cria relacionamentos sociais e econômicos Há um processo histórico de desenvolvimento social e econômico O café está ligado à globalização, comercio internacional, direitos humanos e destruição ambiental
  24. 24. O café não é somente umaO café não é somente uma bebida. Ele possui um valorbebida. Ele possui um valor simbólico. às vezes o ritualsimbólico. às vezes o ritual associado a beber café é muitoassociado a beber café é muito mais importante do que o ato demais importante do que o ato de consumir a bebida.consumir a bebida. Considere o seu ritual aoConsidere o seu ritual ao longo do dia nas suas interaçõeslongo do dia nas suas interações sociais.sociais. Valor simbólico
  25. 25. O café é uma droga por conter cafeína que tem um efeito estimulante sobre o cérebro. Cria dependência mas é uma droga socialmente aceita, ao contrário, por exemplo, da maconha. Uma droga
  26. 26. Um indivíduo que bebe uma xícara de café cria uma trama de relacionamentos sociais que se estendem pelo mundo. O café é uma bebida que conecta as pessoas das mais ricas e das mais pobres: é consumido nos países ricos mas cultivado nos países pobres. Relacionamentos sociais
  27. 27. Ao lado do petróleo, o café é uma das mercadorias mais valiosas no comercio internacional. Relacionamentos econômicos
  28. 28. Relacionamentos econômicos A produção supõe o plantio, a colheita, a secagem, o transporte e a distribuição que requerem relações contínuas entre pessoas a milhares de quilômetros de distância do consumidor. Colheita e secagem na Fazenda Cabral- Jacui – MG-2009
  29. 29. O ato de beber café pressupõe todo um processo passado de desenvolvimento social e econômico. O café só passou a ser consumido em larga escala a partir dos fins do século XIX. O legado colonial tem tido um impacto enorme no desenvolvimento do comercio mundial do café. Processo histórico de desenvolvimento social e econômico
  30. 30. Processo histórico de desenvolvimento social e econômico No Brasil, no Vale da Paraíba, foi em torno da fazenda, como unidade básica da agricultura mercantil, que se articulou a vida social . A produção do café permaneceu dentro dos moldes coloniais, baseada no trabalho escravo e no plantio de grandes extensões de terra, segundo técnicas agrícolas rudimentares.
  31. 31. Processo histórico de desenvolvimento social e econômico A expansão da cultura do café pelos “Oestes” paulistas, a partir de 1870, foi um momento fundamental para a formação da sociedade brasileira contemporânea. Provocou a decadência do trabalho escravo e a introdução do trabalho livre. As riquezas acumuladas pelo café, o capital cafeeiro, foram o motor do desenvolvimento capitalista no Brasil
  32. 32. O café é um produto que permanece no centro dos debates contemporâneos sobre a globalização, direitos humanos e destruição ambiental. Passou a ser uma “marca” e foi politizado. Os consumidores podem boicotar o café que vem de paises que violam os direitos humanos e acordos ambientais Globalização,Comercio Internacional, Direitos Humanos e Destruição Ambiental
  33. 33. Trigo Sal Água Fermento
  34. 34. Trigo Plantio Colheita Moagem Comercialização Sal Retirada do mar Processamento Embalagem
  35. 35. Água Fermento Captação Tratamento Distribuição Produção Comercialização Distribuição
  36. 36. Equipamentos Máquina para preparar a massa Forno para assar o pão Fabricados em indústrias Matéria prima Tipo de energia Fogo Madeira Carvão Energia elétrica Linhas de transmissão
  37. 37. Consumidor
  38. 38. Tempo de trabalho Tempo de trabalho Comparação de trabalho humano Equivalência
  39. 39. Se para tomar uma café da manhã, há tanta gente envolvida, direta ou indiretamente, você pode imaginar quanto trabalho é necessário para a fabricação de ônibus, bicicleta, automóvel, para a construção da casa em que você vive ou da Universidade onde estuda.
  40. 40. IMAGINAÇAO SOCIOLÓGICA capacidade de a pessoa poder ver a sua propria sociedade como uma pessoa de fora o faria, em vez de fazê-lo apenas da perspectiva das experiências pessoais e dos preconceitos culturais permite ir além das experiências e observações pessoais para compreender as questões com maior amplitude. é uma ferramenta que nos proporciona poder, pois nos permite olhar para além de uma compreensão limitada do comportamento humano.
  41. 41. IMAGINAÇAO SOCIOLÓGICA Permite-nos ver que muitos acontecimentos que parecem dizer respeito somente aos indivíduos, na verdade, refletem questões sociais mais amplas. Ex. o divorcio, o desemprego, etc. Embora sejamos influenciados pelo contexto social em que nos encontramos, nenhum de nós está determinado em nosso comportamento por aquele contexto.Possuímos e criamos a nossa própria individualidade. Tente aplicar este tipo de perspectiva à sua própria vida. Use sua imaginação sociológica em relação a uma realidade social.
  42. 42. O OLHAR SOCIOLÓGIC0 • COMO a Sociologia pode nos ajudar a compreender a realidade na qual vivemos.
  43. 43. Pensar Sociologicamente • A Sociologia é o estudo da vida social humana, grupos e sociedades. É uma tarefa fascinante e constrangedora, na medida em que o tema de estudo é o nosso próprio comportamento enquanto seres sociais.
  44. 44. Pensar Sociologicamente • A esfera de ação do estudo sociológico é extremamente abrangente, podendo ir da análise de encontros casuais entre indivíduos que se cruzam na rua até à investigação de processos sociais globais [como, por exemplo, as migrações e as novas tecnologias de comunicação].
  45. 45. Pensar Sociologicamente • A maior parte de nós vê o mundo em termos das características das nossas próprias vidas, com as quais estamos familiarizados. • A Sociologia mostra que é necessário adotar uma perspectiva mais abrangente do modo como somos e das razões pelas quais agimos.
  46. 46. Pensar Sociologicamente • Ensina-nos que o que consideramos natural, inevitável, bom ou verdadeiro pode não o ser, e que o que tomamos como 'dado' nas nossas vidas é fortemente influenciado por forças históricas e sociais. • Compreender as maneiras ao mesmo tempo sutis, complexas e profundas, pelas quais as nossas vidas individuais refletem os contextos da nossa experiência social. essencial à perspectiva sociológica.
  47. 47. A Perspectiva sociológica (O olhar sociológico)) • A Sociologia é o estudo sistemático da sociedade humana. No coração da sociologia temos um ponto de vista, um olhar, chamado “A perspectiva sociológica”.
  48. 48. O OLHAR SOCIOLÓGICO • Aprender a pensar sociologicamente significa cultivar a imaginação. • Um sociólogo é alguém capaz de se libertar do quadro das suas circunstâncias pessoais e pensar as coisas num contexto mais abrangente, • C. Wright Mill denominou esse olhar de A IMAGINAÇÃO SOCIOLÓGICA.
  49. 49. ver diferente e de forma abrangente
  50. 50. A imaginação sociológica • Abstrair das rotinas familiares da vida quotidiana de maneira a poder olhá-las de maneira diferente.
  51. 51. 1. Vendo o Geral no Particular Peter Berger (1963) descreveu esse olhar sociológico como “ver o geral no particular”. Com isso ele quer dizer que o sociólogo procura os padrões gerais por trás do comportamento particular das pessoas. Embora todo indivíduo seja único, a sociedade molda a vida de seus integrantes.
  52. 52. • No ocidente, por exemplo, as pessoas acreditam que para casar-se é preciso que exista amor recíproco entre as pessoas que se casam. • Essa idéia é bastante incomum para uma pessoa que vive numa aldeia tradicional no Paquistão rural.
  53. 53. • As sociedades moldam a vida das pessoas em várias categorias (tais como crianças e adultos, mulheres e homens, ricos e pobres). • Um estudo clássico sobre as expectativas das mulheres em relação a seus casamentos, feito por Lillian Rubin (1976), descobriu que as mulheres de renda mais alta esperam que seus maridos sejam sensíveis, falem com espontaneidade, e saibam compartilhar sentimentos e experiências. Mulheres de baixa renda têm expectativas bem diferentes: procuram por parceiros que não bebam demais, não sejam violentos e tenham um emprego estável.
  54. 54. • O que as mulheres pensam que podem esperar de um parceiro de relacionamento estável tem muito a ver com a posição social de classe. • Em geral, as pessoas com posição social privilegiada tendem a serem mais otimistas e confiantes sobre suas vidas. O que não surpreende quando compreendemos que elas tiveram mais oportunidades, além de terem passado por uma formação educacional que torna possível que aproveitem essas oportunidades. • Nós começamos a pensar sociologicamente quando compreendemos que a sociedade na qual vivemos – assim como as categorias gerais nas quais estamos inseridos nessa sociedade – molda nossas experiências particulares de vida.
  55. 55. O olhar sociológico • O que você pensa sobre como a sua posição social influencia o tipo de profissão que você deseja para o futuro? • Que consequências a posição social de alguém tem para conseguir ingressar ou não numa boa faculdade?
  56. 56. Nossas escolhas, seus limites e repercussões • O fundamental é entender que o individual – o que é de cada um – e o comum – o que é compartilhado por todos- não estão separados; formam uma relação que se constitui conforme reagimos às situações que enfrentamos no dia-ainda.
  57. 57. Nossas escolhas, seus limites e repercussões • Quando nascemos, já encontramos pontos valores, normas, costumes e práticas sociais. • Também encontramos uma forma de produção da vida material que segue determinados parâmetros. • Muitas vezes, não temos como interferir individualmente nem como fugir dessas regras já estabelecidas.
  58. 58. Nossas escolhas, seus limites e repercussões • Existem vários níveis de interdependência entre a vida privada – a biografia de cada pessoa – e o contexto social mais amplo. • A vida do indivíduo é condicionada por decisões e escolhas que ocorrem fora de seu alcance.
  59. 59. 2. Vendo o estranho no familiar • Usar o olhar sociológico resulta em ver o estranho no familiar. • A crise e a marginalidade.
  60. 60. • Entrar na faculdade é apenas uma questão individual (esforço e condições cognitivas)? • É apenas mérito pessoal?
  61. 61. 3. Vendo escolha pessoal em contextos sociais • Como a sociedade molda/enquadra as escolhas pessoais... • Média de filhos/mulher.
  62. 62. O CASO DO SUICÍDIO • Emile Durkheim (185801917) Muitos estudos contemporâneos sobre o suicídio focavam em características individuais. Durkheim estudou as conexões entre os indivíduos e a sociedade. Ele acreditava que se pudesse demonstrar o quanto um ato individual é o resultado do meio social que o cerca, teria uma prova da utilidade da sociologia.
  63. 63. • Neste livro, Durkheim desenvolveu o conceito de anomia. Ele explora as diferentes taxas de suicídio entre protestantes e católicos, explicando que o forte controle social entre os católicos resulta em menores índices de suicídio. • De acordo com Durkheim, os indivíduos têm um certo nível de integração com os seus grupos, o que ele chama de integração social.
  64. 64. • Níveis anormalmente baixos ou altos de integração social poderiam resultar num aumento das taxas de suicídio: níveis baixos porque baixa integração social resulta numa sociedade desorganizada, levando os indivíduos a se voltar para o suicídio como uma última alternativa; níveis altos porque as pessoas preferem destruir a si próprias do que viver sob grande controle da sociedade.
  65. 65. Durkheim concluiu que: • taxas de suicídio são maiores entre os viúvos, solteiros e divorciados do que entre os casados; • são maiores entre pessoas que não têm filhos; • são maiores entre protestantes que entre católicos.
  66. 66. Das questões individuais às questões sociais • Questões sociais – vão além de nosso dia-a-dia como indivíduos, não dizem respeito apenas a nossa vida privada. • C.Wright Mill (1915-1962) A Imaginação sociológica – ex. poucos desempregados numa cidade de 100 mil habitantes é um problema individual, mas se 5 há milhões de desempregados para 50 milhões de trabalhadores – é uma questão social que não pode ser resolvida no nível individual apenas. É preciso buscar soluções num nível mais profundo da estrutura econômica e política dessa sociedade.
  67. 67. COMPORTAMENTOS SOCIAIS Objetos das CIÊNCIAS SOCIAIS: Sociologia, Antropologia, Ciência Política, Economia

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