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  • Sócio-econômica : Trabalho X estrutura e política social, econômica. (foco macro em: crescimento, prosperidade, renda, emprego, conflito) Gerencial : Trabalho X sua gestão (foco meso em: planejamento, organização, controle) Concreta : Trabalho X tecnologia (foco micro em: fazer e suas condições) Ideológica :Trabalho X articulação das anteriores (foco: relações de poder) Simbólica : Trabalho X subjetividade (foco nas relações do indivíduo com seu trabalho, ou foco central da Psicologia)
  • ABSOLUTA : Mais produção, pelo aumento do tempo de trabalho. RELATIVA : Mais produção, com menor quantidade de trabalho.

Transcript

  • 1. O Mundo do TrabalhoO Mundo do Trabalho Antonio Virgilio B. Bastos UFBa
  • 2. Objetivos Objetivos & & Conteúdo ConteúdoO aluno deverá ser capaz Ideologia do trabalho de: Descrever a construção A construção da histórica do conceito de sociedade do bem trabalho. estar Identificar as principais mudanças no mundo do O esgotamento do trabalho. modelo taylorista- Discutir e levantar hipóteses explicando tais mudanças. fordista e as novas Identificar as grandes concepções do tendências e desafios do trabalho mundo do trabalho.
  • 3. O que é o Trabalho? O que é o Trabalho? DOIS GRANDES EIXOS DE SIGNIFICADO SACRIFÍCIO, ALGO ESGOTANTE, CARGA, FARDO. LUTA, LIDE PUNIÇÃO (origem latina: TRIPALIUM) EMPENHO, ESFORÇO PARA ATINGIR ALGO APLICAR CAPACIDADES Propicia o domínio da natureza, hominizaçãoEs t r u t u r a c o g n it iv a ( s c h e m a) IM P C TO N A S P C EP Õ ES, A ER Ç “ U m s is t e m a a v alia t iv o d e r e p r e s e n t a ç õ e s in t e r n as A TRIBU IÇ Õ ES E C O M P R M EN TO O TA m a p a s c o g n it iv o s N O TR BA LH O A
  • 4. O Homem e o Trabalho O Homem e o TrabalhoÉ uma ação que permite estabelecer a relação entre ohomem e a natureza e a sociedade. Deriva das necessidades naturais, como fome, sede, etc. Marx: no trabalho humano, no fim do processo obtém-se um resultado que desde o início existiu na imaginação do trabalhador. O planejar diferenciando o trabalho humano daquele executado pelos outros animais.
  • 5. O que é o Trabalho? O que é o Trabalho?Simbólica Concreta Gerencial Dimensões do Trabalho Ideológica Socioeconômica
  • 6. Perspectiva Histórica Perspectiva HistóricaFilosofia Clássica: Platão e Aristóteles Trabalho como algo degradante, inferior e desgastante – exaltação do ócio.No Império Romano, Grécia e Oriente, o trabalho évisto sob diferentes perspectivas. Noções de trabalho: oposto do prazer ligado ao sagrado
  • 7. As revoluções industriaisAs revoluções industriais A 1a. Revolução industrial • Inglaterra – séc XVIII até últimas décadas sec XIX. A 2a. Revolução industrial • Final sec XIX até início anos 70 (sec XX). A 3a. Revolução industrial • A partir do final do sec. XX
  • 8. A 1a. Revolução industrialA 1a. Revolução industrialParâmetro de identificação: envolve asubstituição da energia animal ehidráulica pelo carvão e a máquina avapor.A indústria têxtil e, depois, a siderúrgica são impulsionadoras das demaisatividades econômicas produtivas
  • 9. A 2a. Revolução industrialA 2a. Revolução industrialEspaço: Os Estados Unidos (não a Europa)Parâmetro de identificação: advento do motora explosão interna, utilização do petróleo eda eletricidade. Promove a indústria petroquímica, as máquinas de automação rígida, novos meios de transporte, novas técnicas e meios de comunicação (telégrafo, rádio, tel, cinema)Gestão da Produção: Corresponde aomodelo taylorista-fordista
  • 10. A 3a. Revolução industrialA 3a. Revolução industrialRompe o paradigma anterior: uso da energiaatômica, progresso científico e técnico noscampos da química e biologia e pelocrescimento da tecnologia da informação (TI). TI: interação entre microeletrônica, informatização e telecomunicação • Máquinas ferramentas de controle numérico, computadores, robôs, CAD, CAM, CIM, CIE, MRP, windows, redes locais, telefonia automática, fibra ótica, fax, telefonia celular, internetGestão da produção: busca de modelos maisflexíveis.
  • 11. OS PRIMÓRDIOS OS PRIMÓRDIOS A 1ª. REVOLUÇÃO INDUSTRIALUMA VISÃO MARXISTA DO SURGIMENTO DO CAPITALISMO
  • 12. Como o Capitalismo Influenciou aComo o Capitalismo Influenciou aManeira de Perceber o Trabalho Maneira de Perceber o Trabalho Visão Marxista : o ponto de partida da produção capitalista – manufatura - envolve a “cooperação” :1) A ocupação pelo mesmo capital individual de um grande número de operários;2) A eliminação das diferenças individuais, passando o capitalista a lidar com o operário médio ou abstrato.
  • 13. Primeiras Conseqüências Primeiras ConseqüênciasCapitalista detém os meios de produção portanto, o produto é deleTrabalhador detém a força de trabalho é a única mercadoria que possuiÉ diante deste contexto que se funda a noção decontrato de trabalho: emprego assalariado
  • 14. E como lucra o capitalista? E como lucra o capitalista?A mais-valia é a forma de lucrar com a força detrabalho. Resulta de um excedente quantitativo de trabalho na duração prolongada do processo de trabalho MAIS-VALIA Absoluta Relativa
  • 15. A Produtividade no Campo A Produtividade no Campo Teórico TeóricoO aumento da produtividade (mais-valia) erapreocupação central de Adam Smith deveria ocorrer através da especialização do trabalhador em uma única tarefaDivisão do trabalho + Introdução da máquina = ampliação da mais-valia
  • 16. Trabalho Produtivo x Trabalho Produtivo x Improdutivo ImprodutivoMarx: O trabalho é produtivo quando gera diretamentemais-valia, ou seja, quando valoriza o capital. Com a transformação do trabalho em mercadoria surgia uma concepção de instrumentalidade econômica do trabalho: valia tanto mais quanto era capaz de aumentar os rendimentos do capitalista
  • 17. A ética protestante do trabalhoA ética protestante do trabalhoDemanda de uma ideologia que valorizasse otrabalho em oposição ao ócio. Weber: mostra que o protestantismo veio resolver este problemaEfeito da Reforma Protestante: aumenta aênfase moral e o prêmio religioso para otrabalho.
  • 18. A ´glorificação do trabalho´ A ´glorificação do trabalho´A ideologia do protestantismo defendia que otrabalho deveria ser exercido de forma planejada,padronizada e disciplinada Conseqüência esperada: abundância geral e sucesso individualSéc. XVIII: as reformulações econômicas deAdam Smith + protestantismo = exploraçãoradical da classe trabalhadora
  • 19. A Exploração do Sistema A Exploração do Sistema Capitalista CapitalistaO modo de produção capitalista dacooperação exige um parcelamentoprogressivo do trabalho em suas operações Contudo, não são apenas os trabalhos que são repartidos, mas o próprio indivíduo Monotonia Modelo Excessiva simplificaçãoCapitalista Eliminação da necessidade de qualificação
  • 20. A análise marxista A análise marxistaO TRABALHO SOB O CAPITALISMO (e suabusca incessante de mais-valia) é: ALIENANTE EXPLORADOR HUMILHANTE MONÓTONO DISCRIMINANTE EMBRUTECEDOR SUBMISSO
  • 21. Como Reagiram os Como Reagiram os Trabalhadores Trabalhadores (século XIX) (século XIX)O próprio sistema de cooperação do capitalismo dáinício a: conscientização dos trabalhadores resistência dentro da fábrica conflito entre capital e trabalho
  • 22. A 2ª. REVOLUÇÃO INDUSTRIALA 2ª. REVOLUÇÃO INDUSTRIAL A EMERGÊNCIA DO TAYLORISMO-FORDISMO
  • 23. A era fordista e  Surge nesta época a a concorrência grande empresa oligopolista industrial, uma força capaz de acelerar o No início do século XX, processo de inovações tecnológicas e concentração organizacionais que há econômica; décadas estavam em  O oligopólio se gestação entraram em fase transformou na de rápida difusão, ampliando estrutura característica a escala e a dimensão de vários segmentos geográfica dos negócios. da indústria européia e norte-americana . PAULO TIGRE, GESTÃO DA INOVAÇÃO
  • 24. A era fordista e a concorrência oligopolista Alfred Chandler (1990), considerado o pioneiro no estudo histórico das grandes corporações, identifica a origem e o crescimento da grande empresa moderna em uma cadeia de eventos interligados; O primeiro elo da cadeia foi o cluster de inovações que provocaram uma revolução no campo dos transportes e das comunicações; Outros elos são três conjuntos de inovações que contribuíram significativamente para alterar a estrutura da indústria, gerando novos modelos de firmas e mercados: a eletricidade, o motor a combustão e as inovações organizacionais conhecidas como “fordistas- tayloristas”. PAULO TIGRE, GESTÃO DA INOVAÇÃO
  • 25. Inovações da era fordista Cluster de inovações nas áreas dos transportes e comunicações (telegrafo) Difusão acelerada da eletricidade em iluminação, máquinas, eletrodomésticos, transportes, etc. Motor a combustão interna Indústria do petróleo Administração científica do trabalho: Taylor, Ford e a linha de montagem. PAULO TIGRE, GESTÃO DA INOVAÇÃO
  • 26. Princípios da Administração Princípios da Administração Científica Científica Contexto: reação dos trabalhadores, concentraçãofinanceira e mudança tecnológica do início do século XX Ideal de conciliação entre trabalho e capital Para Taylor: não havia relação entre lucro e exploração do trabalhador o administrador seria um “ignorante”A redução dos custos da produção seria alcançadaatravés da eliminação da “cera” extinção dos tempos mortos
  • 27. Radicalização da Divisão doRadicalização da Divisão do Trabalho TrabalhoTaylor propõe a substituição dos métodostradicionais (experiência) pelos científicos Defende ainda: Decomposição máxima de cada tarefa; Cronometragem de cada movimento operário.O trabalhador deveria ser poupado de pensarpara que pudesse repetir os movimentosininterruptamente ganhando rapidez e exatidãoO administrador deveria pensar e planejar
  • 28. A Falsa Visão Integrativa A Falsa Visão IntegrativaO Taylorismo acaba por intensificar oprocesso de exploração e alienaçãoTaylor: planejamento da execução das tarefasFayol: preocupação com as funções degerenciamento Tanto o trabalho quanto o trabalhador passaram a ser tratados como um entre outros fatores de produção.
  • 29. Sobre Taylor e Fayol Sobre Taylor e FayolFORMALISTA Empresa – conjunto de cargos hierarquizadosMECANICISTA Operário – acomodação à empresaNATURALISTA Organização do trabalho – parcelar é naturalHEDONISTA Motivação – vinculada à ganhos materiais Hopenhayn, 2001
  • 30. O Movimento de Henry Ford O Movimento de Henry Ford Introdução da esteira rolante na indústria automo- bilista, implicando em intensa mecanização Coerente com os os princípios tayloristas Tecnológicas – mecanizaçãoInovações Econômicas – produção em massa Criação de departamento social que investigava a vida pessoal do trabalhador, na tentativa de sanar problemas organizacionais Conseqüências: fortalecimento do capitalismo e aumento da rejeição por parte do trabalhador Antonio Virgilio B. Bastos UFBa
  • 31. Aprofundamento da divisão do trabalho Taylor propõe a completa divisão entre o trabalho manual, limitado a execução de tarefas previamente definidas, e o trabalho intelectual de buscar as formas mais rápidas e produtivas de realizar uma tarefa. PAULO TIGRE, GESTÃO DA INOVAÇÃO
  • 32. Normas e regras fundamentais para otrabalho industrial, segundo Taylor (1)  Para cada tipo de indústria, ou para cada processo, estudar e determinar a técnica mais conveniente.  Analisar, metodicamente, o trabalho do operário, estudando e cronometrando os movimentos elementares.  Transmitir, sistematicamente, instruções técnicas ao operário PAULO TIGRE, GESTÃO DA INOVAÇÃO
  • 33. Normas e regras fundamentais para otrabalho industrial, segundo Taylor (2)  Selecionar, cientificamente, os operários.  Separar as funções de preparação e execução, definindo-as com atribuições precisas.  Especializar os agentes nas funções de preparação e execução  Predeterminar tarefas individuais ao pessoal e conceder-lhe prêmios, quando realizadas. PAULO TIGRE, GESTÃO DA INOVAÇÃO
  • 34. Normas e regras fundamentais para otrabalho industrial, segundo Taylor (3)  Unificar o tipo de ferramentas e utensílios.  Distribuir, eqüitativamente, por todo o pessoal, as vantagens que decorressem do aumento de produção.  Controlar a execução do trabalho.  Classificar mnemonicamente as ferramentas, os processos e os produtos PAULO TIGRE, GESTÃO DA INOVAÇÃO
  • 35. Aplicação dos princípios tayloristas Estudo de tempos e movimentos Psicologia industrial Técnicas de sequenciamento e divisão do trabalho Mecanização do processo, Padronização de peças, tarefas e procedimentos Intercambio de peças Administração científica racional. PAULO TIGRE, GESTÃO DA INOVAÇÃO
  • 36. A linha de montagem do Ford T  Antes da introdução da linha de montagem, em 1913, cada chassi era montado por um trabalhador em 12 horas e meia.  Quando a linha já estava em seu formato final, com cada trabalhador realizando apenas uma tarefa específica e o chassi sendo movido mecanicamente, o tempo médio de mão de obra foi reduzido para 93 minutos PAULO TIGRE, GESTÃO DA INOVAÇÃO
  • 37. Tempos modernos: a crítica de Chaplin aofordismo  O sistema fordista de produção foi criticado pela sua excessiva ênfase na especialização, conferindo rigidez ao processo produtivo. PAULO TIGRE, GESTÃO DA INOVAÇÃO
  • 38. O homem e a máquina. PAULO TIGRE, GESTÃO DA INOVAÇÃO
  • 39. As idéias Keynesianas As idéias Keynesianas Keynes considera o capitalismo não-reguladoincompatível com a manutenção do pleno emprego Propõe um equilíbrio baseado na Proteção Social e distribuição de ganhos de produtividade Ciclo Consumo Demanda de produtos progressista Geração de Empregos
  • 40. O Modelo de Estado do Bem- O Modelo de Estado do Bem- Estar Estar(décadas 40 e 50 do século XX)(décadas 40 e 50 do século XX) Modelo de desenvolvimento apoiado no tripé: Organização do trabalho taylorista-fordista Regime de acumulação baseado no ciclo progressista Regulação de conflitos com institucionalização do trabalho (imposição de limites, definição de direitos sindicais e de greve, distribuição de ganhos por produtividade) Propicia estreitamento entre consumo e produtividade (busca de felicidade via: consumo e redução da centralidade do trabalho)
  • 41. Questões para a Psicologia e aQuestões para a Psicologia e a Administração AdministraçãoComo liderar e como motivar?Como combater a rotatividade?Como preparar gerentes?Quais as habilidades gerenciais?Como tornar as comunicações internas daorganização mais eficientes?Como atrair pessoal para a empresa?Como selecionar tendo em vista um emprego delongo prazo?Quais as condições ideais de trabalho?
  • 42. O Contexto Brasileiro O Contexto BrasileiroSemelhante ao que aconteceu em outrospaíses subdesenvolvidos, nunca se efetivouno Brasil um Estado de Bem-EstarA reação no Brasil veio através daregulamentação das relações trabalhistas, talcomo a Consolidação das Leis TrabalhistasCom a ditadura militar (após 1964), ostrabalhadores sofrem forte repressão e, sema resistência dessa massa, compromissofordista perde sua bilateralidade
  • 43. A 3ª. REVOLUÇÃO A 3ª. REVOLUÇÃO INDUSTRIAL INDUSTRIAL A CRISE DO PARADIGMA TAYLORISTA-FORDISTAEmergência de um paradigma flexivel?
  • 44. Esgotamento do Modelo Taylorista-Esgotamento do Modelo Taylorista- Fordista (anos 60 e 70 do século Fordista (anos 60 e 70 do século XX) XX)Financiamento do capital e da força de trabalho,pelo setor público, se esgota.Déficit comercial nos EUA e na Europa.Gigantismo das empresas e perda de flexibilidadepara acompanhar mudanças externas.Perda da produtividade em decorrência daresistência organizada dos trabalhadores.Crescente processo de internacionalização daeconomia, reduzindo hegemonia dos EUA eeficácia das economias nacionais
  • 45. Esgotamento do modelo fordista deprodução O modelo baseado na exploração excessiva dos princípios da padronização e divisão do trabalho foram questionados pela rigidez e incapacidade de responder as novas características do mercado global. Paulo Tigre, Gestão da Inovação
  • 46. A origem da microeletrônica O transistor foi inventado nos Laboratórios da Bell Telephone em 1948. É considerado uma das maiores descobertas ou invenções da história moderna, tendo tornado possível a revolução dos computadores e equipamentos eletrônicos. A chave da importância do transistor na sociedade moderna é sua possibilidade de ser produzido em enormes quantidades usando técnicas simples, resultando preços irrisórios Paulo Tigre, Gestão da Inovação
  • 47. O transistor é um componenteeletrônico que começou apopularizar-se na década de 1950,tendo sido o principal responsávelpela revolução da eletrônica nadécada de 1960. São utilizadosprincipalmente como amplificadorese interruptores de sinais elétricos.O termo vem de transfer resistor(resistor/resistência detransferência), como era conhecidopelos seus inventores. Paulo Tigre, Gestão da Inovação
  • 48. Fator – chave do novo paradigma O transistor é considerado por muitos uma das maiores descobertas ou invenções da história moderna, tendo tornado possível a revolução dos computadores e equipamentos eletrônicos. A chave da importância do transistor na sociedade moderna é sua possibilidade de ser produzido em enormes quantidades usando técnicas simples, resultando em preços irrisórios Na medida que sua tecnologia evoluiu de forma exponencial, passou a ser aplicado em um número crescente de industrias e serviços. Paulo Tigre, Gestão da Inovação
  • 49. Nos anos 50/60 os transistores bipolares A difusão dopassaram a ser incorporados a diversas transistoraplicações, tais como aparelhos auditivos,seguidos rapidamente por rádiostransistorizados.A indústria norte-americana não adotouimediatamente o transistor nosequipamentos eletrônicos de consumo,preferindo continuar a usar as válvulas cujatecnologia era amplamente dominada.Foi através de produtos japoneses,notadamente os rádios portáteisfabricados pela Sony, que o transistorpassou a ser adotado em escala mundial. Paulo Tigre, Gestão da Inovação
  • 50. Um circuito integrado, também conhecido por chip, é um dispositivo microeletrônico que consiste de muitos transistores e outros componentes interligados capazes de desempenhar muitas funções. Suas dimensões são extremamente reduzidas, os componentes são formados em pastilhas de material semicondutor.A importância da integração está no baixo custo e alto desempenho,além do tamanho reduzido dos circuitos aliado à alta confiabilidade eestabilidade de funcionamento. Uma vez que os componentes sãoformados ao invés de montados, a resistência mecânica destespermitiu montagens cada vez mais robustas a choques e impactosmecânicos, permitindo a concepção de portabilidade dos dispositivoseletrônicos. Paulo Tigre, Gestão da Inovação
  • 51. Evolução tecnológica dos circuitosintegrados Processador Ano lançamento Frequência Número de transistoresIntel 8008 1972 0,2 MHz 3500Intel 80286 1982 Até 12 MHz 134.000Pentium 4 2002 Até 3000 MHz 55.000.000 Paulo Tigre, Gestão da Inovação
  • 52.  A microeletrônica serviu como base técnica para a imbricação das tecnologias de informática, telecomunicações, optoeletrônica, software e broadcasting e suas múltiplas aplicações que retro-alimentam o processo inovativo.  Esta “revolução em miniatura” caracteriza uma trajetória de inovações associada à aplicação das TIC a produtos, processos e servicos.Paulo Tigre, Gestão da Inovação
  • 53. Impactos do novo paradigma sobre omundo do trabalho Fordismo Pós-Fordismo Trabalho fragmentado e  Especializacao flexível, padronizado trabalhadores polivalentes. Low-trust/low-discretion  High-trust/high-discretion majority employed in majority employed in service manufacturing sector/blue sector/white collar jobs. collar jobs.  Regular on the job training, Little on the job training greater demand for required for most jobs. knowledge workers.  Growing managerial and Small managerial and professional service/class. professional elite.  Unpredictable labour market Fairly predictable labour histories due to technological market histories change and increased economic uncertainty.   Paulo Tigre, Gestão da Inovação
  • 54. Impactos econômicos e organizacionais Nova estrutura industrial: “wintelismo” (Windows + Intel) Aumento do conteúdo informacional: ciclos de vida dos produtos cada vez mais curtos. Economias de velocidade: a redução do tempo necessário para completar um processo permite transformar custos fixos elevados em baixos custos unitários. Paulo Tigre, Gestão da Inovação
  • 55. Impactos do novo paradigma sobre aeconomia e os mercados Fordismo Pós-fordismo Mercados nacionais  Competição Global protegidos  Sistemas flexíveis de Produção em massa de produção/pequenos produtos padronizados mercados de nicho Organizações burocráticas  Estruturas organizacionais hierarquizadas flexíveis e horizontais Competição pela plena  Competição pela inovação, utilização da capacidade diversificação e instalada e cortes de custos subcontratação. Paulo Tigre, Gestão da Inovação
  • 56. Esgotamento do fordismo e asnovas práticas de produção O Japão liderou a nova trajetória de inovações organizacionais voltadas para:  redução de desperdícios  aumento da qualidade,  cooperação intra e inter- industrial  uso intensivo de informação e conhecimento. Paulo Tigre, Gestão da Inovação
  • 57. ´Globalização´ ´Globalização´ Intenso processo de reestruturação do mundo do trabalho Muda a noção deMúltiplas espaçoidentidades Mundo do Trabalho Mudança de Alta circulação do significados capital financeiro. Maior competição Ampliação imprevisibilidade
  • 58. CENÁRIO EMERGENTE CENÁRIO EMERGENTE CARACTERÍSTICAS DO POSTO DE  TRABALHO Crescenteautomação dos AS CONDIÇÕES DE TRABALHOprocessosde trabalho AS EXPERIÊNCIAS DE TRABALHO Informática +Telecomunicações O CONCEITO DE TRABALHO
  • 59. Novas Tecnologia: duas Novas Tecnologia: duas grandes questões grandes questões IMPACTOS SOBRE IMPACTOS SOBRE IMPACTOS SOBRE IMPACTOS SOBRE O EMPREGO O EMPREGO A QUALIFICAÇÃO A QUALIFICAÇÃOÉ o fim do emprego? O trabalho necessita de pessoas mais qualificadas ?
  • 60. O Trabalho e a Tecnologia O Trabalho e a TecnologiaCom a adoção de novas tecnologias, o trabalho vai setornando uma tarefa de controle e supervisão. CCQ’s, Gestão Participativa e os Programas de Qualidade Total: • Flexibilização da produção e dos novos padrões de busca por produtividade.Para uns, significam o fim dos trabalhos pesados erepetitivos.Para outros, significam maior degradação e perda doemprego.
  • 61. Hoje: Terceira Revolução Industrial Hoje: Terceira Revolução IndustrialCrescimento econômico mais lento, com quebra da certeza no futuroe no progressoDesemprego estrutural e dissociação entre crescimento econômico ede oferta de empregoAumenta percepção de instabilidade do empregoIntensificação das desigualdades sociaisRedução das incompatibilidades entre instrução formal e requisitosde postos de trabalhoPersistência da troca de trabalho pobre e pouco saudável pordinheiro, em muitos setoresConcepções opostas de centralidade do trabalhoMaior visibilidade da diferença entre emprego e trabalhoAumento da exploração (crescimento da mais-valia)
  • 62. Uma revolução complexa engendrando Uma revolução complexa engendrando duas formas críticas de conceber o duas formas críticas de conceber o trabalho trabalho Forma A Forma BO trabalho deve ter baixa  O trabalho continua sendo esfera centralidade importante estruturante da vidaSeu conteúdo desinteressante deve  Prevenção das conseqüências de ser compensado por atividades em  desgaste no trabalho, a partir da outras esferas da vida (lazer,  organização do trabalho e das comunidade, religião, família) políticas organizacionaisO trabalho deve tornar-se leve por  Eliminação do trabalho repetitivo e meio da adoção de pequenas  sem interesse, pela tecnologia e pelo jornadas planejamento do trabalho O trabalho na forma de emprego Processo de extinção do trabalho diminui sua importância na  sociedade
  • 63. A Psicologia: questões postas A Psicologia: questões postasQual o significado do trabalho? O que esperam dele? Queresultados desejam?A relação com o trabalho tem afetado a família? Qual acentralidade do trabalho na vida das pessoas?Como as pessoas vivenciam o desemprego? Quais as suasconseqüências para a saúde mental? Elas variam porcategorias ocupacionais? Existem doenças mentaisassociadas ao trabalho?O que fazer neste quadro? É possível ações preventivas?.
  • 64. Outra vez, os objetivos desta Outra vez, os objetivos desta Unidade ... Unidade ...O aluno deve ser capaz de: Descrever a construção histórica do conceito de trabalho. Identificar as principais mudanças no mundo do trabalho. Discutir e levantar hipóteses explicando tais mudanças. Identificar as grandes tendências e desafios do mundo do trabalho.
  • 65. Tecnologia, condições materiais e/ou ambientais Modo pelo qual o trabalho é gerido (dividido, organizado, controlado) Vínculo com estruturas sociaiseconômicas e políticas (força de trabalho, ritmo de crescimento, etc)
  • 66. Discurso articulado e compartilhado coletivamente na sociedadeAspectos subjetivos que singularizam arelação de cada pessoa com o trabalho
  • 67. A globalização
  • 68. Observe a imagem a seguir: Fonte: David Harvey. Condição pós-moderna. São Paulo. Loyola. 1992. p. 220 (adaptado).  Qual é o significado do “encolhimento” da Terra?  De acordo com o que você estudou, três fases do desenvolvimento tecnológico marcaram o “encolhimento da Terra” a partir de 1850. Quais são essas fases?
  • 69. Observe a imagem a seguir. Barry Lewis/ Corbis/ LatinsTock Banco de investimentos, na Inglaterra, em Londres.Quais equipamentos aparecem na fotografia? Como eles contribuempara o contato com outros países?Que nome você daria à atual fase da economia capitalista?
  • 70. A globalização Globalização: caracterizada pela interligação entre pessoas, empresas e países. Consumimos produtos provenientes de vários países Notícias de outros países são veiculadas quase instantaneamente Muitos problemas econômicos de outros países podem influenciar a economia do nosso país e até mesmo nossa vida cotidiana.A economia atual é globalizada:Atividades produtivasFluxos de informações, capitais e mercadorias Escala globalConsumo de mercadorias e serviços
  • 71. As redes Terceira Revolução Industrial (técnico - científica) Base tecnológica da globalização Representada pela transmissão de imagens einformação em tempo real e pela maior facilidade dedeslocamento concreto de pessoas e mercadorias. Isso foi possível com a criação de uma rede mundial de telecomunicações e com o desenvolvimento de meios de transporte cada vez mais eficientes.
  • 72. Images.com/ Corbis/ LatinStock Observe a charge:Qual é a principal mensagem que a imagem transmite? Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva
  • 73. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Redes Interligam e estruturam relações entre diversos pontos do mundo Circulação de mercadorias, capitais e pessoasEm cada etapa do desenvolvimentoindustrial estruturam-se diferentesredes: Informações e capitais são Redes viárias ou de transporte transmitidos por um fluxo  Redes elétricas virtual > não vemos a Redes de comunicação por satélite informação e o capital circulando de um lugar para Redes de cabo de fibra ótica outro. Redes de produção de empresasmultinacionais Redes de circulação de capitaisentre bolsas de valores
  • 74. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Redes de cabos de fibra ótica submarinos (2003)Mário Yoshida Fonte: KMI Corporation (adaptado). Em qual hemisfério estão concentrados os cabos de fibra ótica?
  • 75. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaObserve a imagem e a fotografia. Propaganda da empresa UPS, que realiza entregas no mundo inteiro. Gareth Brown/ Corbis/ LatinStock Mãe e filho realizando compras pela internet.
  • 76. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Se considerarmos a situação de compra viainternet apresentada na fotografia e os serviçosprestados pela empresa de transportes doanúncio, quais são as redes utilizadas? Quais são os três tipos de fluxos que passam aexistir quando uma pessoa realiza uma compravia internet?
  • 77. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Exemplo: Bola de futebolMarca de uma  Importada para o empresa alemã Brasil por empresa  dos Estados  Fabricada no Paquistão Unidos Ao implantar sistemas de produção que interligam países,as multinacionais buscam ampliar seus lucros. Por isso abola é fabricada no Paquistão, onde a mão de obra ébarata. Se o custo da mão de obra no Paquistão tornar-semais caro, a empresa procurará outro lugar para seinstalar, onde a mão de obra seja mais barata.
  • 78. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva As transnacionais Principal força da globalização A capacidade financeira dessasPapel importante no comando empresas é muito grande e seus investimentos podem afetar a economiada economia mundial e a sociedade em diferentes lugares do mundo. Responsáveis por grande parte do comércio internacional Importantes no desenvolvimento de novas tecnologias Muitas possuem filiais em praticamente todos os países Compram empresas menores em muitos países, principalmente subdesenvolvidos Anúncio de empresa transnacional que produz refrigerante na China, 2004.
  • 79. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaA maioria das sedes dessas empresas estásituada nos países desenvolvidos  Destino de boa parte dos lucros transferidos pelas filiais  Onde ocorrem as grandes decisões sobre os investimentos  Onde estão situados os centros de pesquisa para desenvolvimento de tecnologia
  • 80. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva 15 maiores empresas do mundo no primeiro semestre de 2008. Empresa País Setor Valor de mercado em bilhões de dólares1 PetroChina China Petróleo e gás 546,142 ExxonMobil Estados Petróleo e gás 465,51 Unidos3 General Eletric Estados Conglomerados 330,93 Unidos4 China Mobile China Telecomunicações 308,595 Gazprom Rússia Petróleo e gás 306,796 ICBC China Financeiro 289,577 Microsoft Estados Software & Serviços 253,15 Unidos8 Petrobras-Petróleo Brasil Petróleo e gás 236,67 Brasil9 Royal Dutch Shell Holanda Petróleo e gás 221,0910 Berkshire Estados Financeiro 216,65 Hathaway Unidos11 AT&T Estados Telecomunicações 210,22 Unidos
  • 81. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Empresa País Setor Valor de mercado em bilhões de dólares12 BP Reino Petróleo e gás 204,94 Unido13 Procter & Gamble Estados Higiene e Limpeza 203,67 Unidos14 Wal-Mart Stores Estados Comércio 198,60 Unidos15 BHP Billiton Austrália/ Minérios 190,62 Reino Unido Fonte: http://www.forbes.com/lists/2008/18/biz_2000global08_The-Global-2000_MktVal.html Acesso em: 12/02/2009.Os valores das empresas petrolíferas caíram nodecorrer de 2008 em razão da queda do preço do barrildo petróleo.
  • 82. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva As empresas multinacionais utilizam infraestrutura técnica para organizar redes de produção e distribuição de mercadorias, de circulação de informações, capitais, serviços e pessoas ao redor do mundo.Infraestrutura técnica: cabos defibra óptica, antenas, satélitesartificiais, portos, aeroportos,rodovias, ferrovias.  Países desenvolvidos: infraestrutura técnica bem desenvolvidae grande a quantidade de equipamentosdesigualmente Distribuída no espaço  Países subdesenvolvidos: osgeográfico mundial. equipamentos estão distribuídos apenas em alguns pontos estratégicos de determinados territórios
  • 83. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Observe as imagens a seguir.Caio Guatelli/ Folha Imagem Boa infraestrutura de transporte público no Texas, nos Estados Unidos (2007). Péssima infraestrutura de transporte público em São Paulo, Luciana Whitaker/ Olhar Imagem SP (2006).
  • 84. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Destino dos investimentos estrangeirosQuando as empresas estrangeiras de um país aplicam recursosfinanceiros em outro, essas aplicações são chamadasinvestimentos financeiros. Fonte: Unctad 2005. * O Brasil recebeu 18 bilhões de dólares.
  • 85. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Globalização e concentração de capitalTendências provocadas pelaglobalização: Fusões (uniões) Objetivo: Disputar mercados com maior poder de competitividade e aumentar a Aquisições capacidade de investir em novas (compras) tecnologias.
  • 86. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaFonte: Reuters/ Securities Data Corp./Folha de S.Paulo. 2 de dezembro de 1998e 8 de fevereiro de 2000/ Dealogic.2003/ Global Finance, 2003. Análises Dealmaker 2004 e 2005.Em qual setor predominam as grandes fusões e aquisições?
  • 87. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaGlobalização e neoliberalismo Conjunto de idéias econômicas surgidas na décadaNeoliberalismo de 1980, nos Estados Unidos e no Reino Unido baseado nos seguintes princípios: O livre comércio e a livre circulação de capitais são fundamentais ao desenvolvimento econômico e estimulam o desenvolvimento tecnológico; O Estado deve promover a abertura do mercado e deixá-lo agir livremente; Empresas privadas assumem parte das atribuições do Estado;
  • 88. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaAplicação das idéias neoliberais: Aumentou as fusões entre as empresas Possibilitou a expansão das multinacionais Aumentou os fluxos de investimentos e mercadorias entre os países Facilitou a entrada de mercadorias estrangeirasFalência de industrias nacionais que Agravou osnão conseguiram competir com o problemas sociaismercado estrangeiro e aumento do nos paísesdesemprego subdesenvolvidosÉ importante a atuação efetiva do Estado nas áreas de educação, saúde,entre outras, para contribuir na melhoria das condições de vida dos muitostrabalhadores pouco qualificados para as novas funções surgidas com oavanço tecnológico.
  • 89. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Idéia central: o livre funcionamento do mercado, sem controles inibidores do Estado, é o caminho para elevar a produção, que gera emprego e renda.Favorece grandes Devido a sua melhor capacidadeempresas multinacionais produtiva, disputam com eficiência o mercado nos países subdesenvolvidos. Boa parte das empresas privatizadas desses países foi comprada por multinacionais ou por investidores estrangeiros.
  • 90. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaOrganização Mundial do Comércio (OMC) OMC Regulamentação das novas regras econômicas mundiais Estabelece as normas para o comércio internacional dos 153 países que a integram. Na OMC, cada país tem direito a um voto e nenhum dos membros tem poder de veto.
  • 91. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaOs movimentos contra a globalizaçãoneoliberal  Vários movimentos da sociedade passaram a se posicionar contra a nova organização do sistema econômico internacional apoiado no neoliberalismo e a denunciar os problemas dela decorrentes. Mostram a necessidade de re-estruturar as políticas de organismos internacionais, que contribuem para acentuar as desigualdades entre os países ricos e pobres. Os movimentos e as ONGs formam redes internacionais que se articulam com o apoio de recursos tecnológicos, que são a marca do processo de globalização. Sem esses recursos seria difícil mobilizar pessoas, difundir suas idéias e organizar manifestações contrárias à globalização.
  • 92. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Os fusos horários e a globalizaçãoSegunda metade do século XX • Evolução dos meios de transporte ferroviário; • Desenvolvimento das comunicações (telégrafo). Permitiram Assim, fazia-se necessário um sistema Que cidades localizadas a de horário padronizado milhares de quilômetros tivessem entre diferentes contato de forma mais rápida. localidades do planeta. Esse sistema foi criado No Estado Unidos, por exemplo, o em 1884, quando 25 trem que cruzava o país, países se reuniram em enfrentava problemas em relação Washington e ao horário das paradas. estabeleceu-se a divisão do planeta em fusos horários.
  • 93. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Fuso horário é uma faixa que vai de um pólo a outro e é limitada por dois meridianos. Cada fuso horário equivale a 15º. O fuso em que se situa o meridiano de Greenwich é o referencial para a determinaçãoComo a Terra gira das horas.de oeste paraleste, os fusos a No decorrer do século XX, tanto osleste de Greenwich transportes como as comunicaçõestêm horas desenvolveram-se muito rápido:adiantadas, e osfuso situados a • O contato telefônico ou via internet é instantâneooeste têm horas entre quaisquer pontos do planeta.atrasadas, emrelação ao horário • As redes de televisão transmitem ao vivo dedo fuso inicial. todas as partes do globo.
  • 94. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaEm vista dessa interligação, o sistema de fusoshorários é de extrema importância:• Facilita o contato diário entre os escritórios degrandes empresas e instituições financeiras instaladosem diversos países.• Tornam possível a realização de investimentos emqualquer período do dia e da noite, pois há sempreuma bolsa de valores operando em algum lugar domundo.
  • 95. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva
  • 96. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaConversa Consulte o mapa e responda:  Um investidor de Minas Gerais costuma consultar as bolsas de valores do mundo às 5 horas. Considere a bolsa de Londres, Nova York e Buenos Aires e indique o horário que ele se conecta a cada uma delas. (Desconsidere horários de verão e inverno.)
  • 97. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaOs blocos econômicos regionais no mundoTendência importante Os países buscam maiorverificada na atual fase do integração econômicacapitalismo negociando maior liberdade entre os associadosExemplos de blocos A globalização e a intensificaçãoeconômicos: das disputas no mercado mundial• União Europeia• Mercosul• Nafta e outros Impulsionam a formação de alianças de integração econômica regional
  • 98. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaA liberação comercial pode ocorrer tanto emâmbito mundial, por intermédio da OMC, comoem âmbito regional, com os acordos comerciaisdefinidos em cada bloco econômico Entre 60% e 70% do comércio mundial ocorre dentro dos acordos de livre- comércio ou de outras formas de integração comercial
  • 99. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaAs modalidades de blocos econômicos existentes nasdiversas regiões do mundo são:• Zona de livre comércio – pressupõe acordos comerciais quevisam exclusivamente à redução ou eliminação de tarifasaduaneiras. Exemplo: Nafta (formado nos Estados Unidos,Canadá e México)• União Aduaneira – além de reduzir ou eliminar tarifasaduaneiras, estabelece as mesmas tarifas de exportações eimportação para o comércio internacional fora do bloco, com aimplantação da Tarifa Externa Comum. Exemplo: MercadoComum do Cone Sul, que na verdade é uma união aduaneiraincompleta, pois muitos produtos ainda não estão sujeitos àTEC.
  • 100. • Mercado comum – visa a livre circulação de pessoas,mercadorias, capitais e serviços. O único exemplo é aUnião Européia, que é formada por 27 países, todoseuropeus;• União econômica e monetária – é o caso de 13 países daUnião Europeia, que adotaram o euro como moeda única,administrada pelo Banco Central Europeu. São os paísesda zona do euro.
  • 101. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Os blocos econômicos regionais no mundoFonte: Ciência Hoje. Rio de Janeiro: SBPC, v. 30. n. 180, março de 2002. p. 26-7/ L’état du monde, 2005. Dadosdisponíveis no site <www.mercosul.gov.br>
  • 102. - Globalização
  • 103. Fonte: Revista Veja. Edição 2017, 18 jul.2007. Observe o esquema. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva
  • 104. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaConversa O que o esquema mostra? Se você fosse classificar o avião, considerando o nível de tecnologia necessária para produzi-lo, em que grupo o incluiria: como um bem de alta tecnologia, tecnologia média ou baixa tecnologia? Por quê?
  • 105. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Qual o nível de desenvolvimento econômico dos países citados? Por que os componentes são produzidos em vários países? Como isso é possível?
  • 106. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva As novas tecnologias  No mundo atual Nas áreas de: eletrônica e microeletrônica; robótica; desenvolvimento informática; tecnológico biotecnologia; telecomunicações. Fator determinante da competitividade Difundiu-se por todosinternacional de uma os setores econômicos,empresa e mesmo de destacando-se o um país. industrial e o de serviços.
  • 107. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaAvanços tecnológicos Exigem investimentos elevados em pesquisa e desenvolvimento, sendoPossibilitam: fortemente concentrados nos países- Criar produtos desenvolvidos.- Renovar produtos- Transformar os Surgimento de novosprocessos de fabricação materiais, produzidos em laboratórios, como por- Modificar técnicas de exemplo: a fibra óptica e o arsenieto de gálio,administração industrial. utilizado para fabricação de chips.
  • 108. í ar ags urr u I oãd A t Observe o cartum. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva
  • 109. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaConversa Na sua opinião o que o cartunista quis expressar? Como a situação mostrada pode estar relacionada ao desenvolvimento de novas tecnologias? Por quê?
  • 110. Andrew Holt/ Getty ImagesPolo tecnológico em Londres, Inglaterra (2005). Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva
  • 111. Igor Kostin/ Sygma/ CorbisAcidente na Usina Nuclear de Chernobyl, em 1986. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva
  • 112. Fonte: Atlas Geográfico Escolar, IBGE. p. 81 – 4ª edição, 2007. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva
  • 113. Fonte: Atlas Geográfico Escolar, IBGE. p. 82 – 4ª edição, 2007. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva
  • 114. Fonte: Atlas Geográfico Escolar, IBGE. p. 83 – 4ª edição, 2007. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva
  • 115. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Celular 3G: ou de terceira geração, oferece acesso mais rápido à internet e pode ser utilizado para realizar videoconferência. Banda larga: nome que define a velocidade de conexão à internet em padrões superiores aos das linhas e modems analógicos, que operam a 56 Kbps – Kbits por segundo
  • 116. Fonte: National Geographic Brasil – Dossiê Terra. p. 79. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva
  • 117. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaSob a velocidade do capital Ao diminuir o tempo de acesso aos lugares e ao reduzir as distâncias da Terra, interfere-se no modo como as pessoas trabalham, deslocam-se, comunicam-se, compram, divertem- se.Alteração nas noções de tempo/espaço. A sensação trazida por essasConsequências para a vida da sociedade modificações é de que o mundo ficou Estresse menor, porque se gasta bem menos Busca desenfreada por consumo tempo para percorrê-lo. Pressões no trabalho e ambiente mais competitivo
  • 118. Fonte: Veja. São Paulo, Abril, março de 1995 (adaptado). Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva
  • 119. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaExemplos de uso do computador: definição de diagnósticoem clínica médica; execução de tarefas escolares; escritóriode empresa de comércio exterior.
  • 120. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaGlobalização A economia mundial capitalista, principalmente aO capitalismo proporcionou partir dos anos 1980, passouuma integração entre os por rápidas e profundasmais diversos países. transformações,Atualmente os Estados- popularizadas com o termonação vêm atingindo um globalização.grau de interdependêncianunca visto em outroperíodo histórico. Alguns benefícios:Aspectos negativos: - disseminação de informações em escala mundial;- intensificação dasdesigualdades, tanto entre - maior difusão cultural entreos Estados-nação como no os países;interior deles; - grande avanço tecnológico;- maior dependência - aumento na produção deeconômica e financeira dos bens e na geração de serviços;países subdesenvolvidos emrelação aos desenvolvidos. - a formação de ONGs que atuam globalmente.
  • 121. Exemplos do processo de Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva globalização: rápida mudança tecnológica e sua distribuição desigual no mundo; novos padrões de organização da produção e da gestão das empresas; mercado mundial marcado por um grande aumento na exportação/importação de mercadorias; aumento dos fluxos de capitais, mercadorias, informações e pessoas; abertura das economias; expansão das empresas multinacionais; maior interferência dos organismos internacionais nas políticas econômicas dos países subdesenvolvidos; modificação no papel do Estado em vários países, principalmente nos subdesenvolvidos; participação da OMC nas negociações comerciais entre os países.
  • 122. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Fonte: Scientific American. São Paulo: Dueto, ano 4, out. 2005. p.51. Em quais continentes há mais pessoas vivendo em situação de pobreza extrema?
  • 123. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaA interligação econômica e financeira em um mundo desigual Aprofundamento das Desenvolvimento relações internacionais técnico Aumento da Diversificação produção/exportação das atividades dos países econômicas Nesse cenário, as nações fortemente industrializadas e com amplo domínio tecnológico, que formam o grupo dos países desenvolvidos, foram conquistando novos mercados no mundo todo.
  • 124. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Globalização econômica Década de 1980 Fenômeno que pode ser considerado a Grande expansão do expressão mas capitalismo significativa das relações entre os Estados-nação. Grandes agentes desse Os países desenvolvidos processo:produzem o maior volume - países desenvolvidos; de investimentos, sejapara atividade produtiva, - empresas multinacionais; seja para a aplicação - organismos internacionais – financeira. FMI, Banco Mundial e OMC.
  • 125. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Empresas multinacionais Expandiram-se eabriram filiais em diversos países, São as principais inclusive Crescem em criadoras esubdesenvolvidos, número e tamanho detentoras de onde obtinham tecnologia avançada benefícios dos Por meio de e controlam boa governos locais. fusões e parte dos capitais Esses benefícios mundiais. Elas aquisições aumentam a também são possibilidade de responsáveis por Possibilitandoampliar os lucros, grande parte dos particularmente fluxos internacionais no Brasil, no de mercadorias e México e na Que um número serviços. Argentina, que reduzido de grandes representam gruposgrandes mercados multinacionais consumidores. dominasse vários setores industriais e do comércio em escala mundial.
  • 126. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva 20 maiores empresas do mundo no primeiro semestre de 2008. Empresa País Setor Valor de mercado em bilhões de dólares1 PetroChina China Petróleo e gás 546.142 ExxonMobil Estados Petróleo e gás 465.51 Unidos3 General Eletric Estados Conglomerados 330.93 Unidos4 China Mobile China Telecomunicações 308.595 Gazprom Rússia Petróleo e gás 306.796 ICBC China Financeiro 289.577 Microsoft Estados Software & Serviços 253.15 Unidos8 Petrobras- Brasil Petróleo e gás 236.67 Petróleo Brasil9 Royal Dutch Holanda Petróleo e gás 221.09 Shell10 Berkshire Estados Financeiro 216.65 Hathaway Unidos11 AT&T Estados Telecomunicações 210.22 Unidos
  • 127. Empresa País Setor Valor de mercado em Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva bilhões de dólares 12 BP Reino Petróleo e gás 204.94 Unido 13 Procter & Estados Higiene e Limpeza 203.67 Gamble Unidos 14 Wal-Mart Stores Estados Comércio 198.60 Unidos 15 BHP Billiton Austrália/ Materiais 190.62 Reino Unido 16 Nestlé Suíça Alimentação e 188.11 Tabaco 17 Sinopec-China China Petróleo e gás 186.38 Petroleum 18 Total França Petróleo e gás 181.80 19 HSBC Holdings Reino Petróleo e gás 180.81 Unido 20 Chevron Estados Petróleo e gás 179.97 UnidosOs valores das empresas petrolíferas caíram no decorrer de 2008 em razão da queda do preço do barril do petróleo. Fonte: http://www.forbes.com/lists/2008/18/biz_2000global08_The-Global-2000_MktVal.html Acesso em: 12/02/2009.
  • 128. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Observe o gráfico.Fonte: Revista National Geographic – Dossiê Terra. p.88-89.
  • 129. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Conversa Quais regiões ou continentes têm uma participação mais ativa nos fluxos comerciais?
  • 130. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva OS ORGANISMOS INTERNACIONAIS E AS POLÍTICAS NEOLIBERAIS A partir de 1980 Organismos Saída para a internacionais crise de estimularam endividamento externo ePolíticas Neoliberais: interno.- redução das barreirascomerciais Processos de Abertura favorável- processos de abertura aos paísesprivatização econômica e de desenvolvidos, ás- contenção de gastos redução de gastos multinacionais, pelos governos, aos grandes- diminuição de especialmente bancos, poisinvestimentos em nos países aumentou aseducação, saúde, subdesenvolvidos. possibilidades degeração de energia, lucros para assaneamento básico e empresas e paramoradia. os investidores.
  • 131. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Os dez maiores bancos do mundo em 2006Fonte: disponível em: [http://www.economist.com/daily/chartgallery/displaystory.cfm?story_id=9498275]. Acesso em: 30 maio 2008.
  • 132. Observe a charge.Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva
  • 133. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaConversa A partir da ilustração, discuta: quem ganha e quem perde com o neoliberalismo?
  • 134. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva A globalização Financeira Fluxos internacionais de capitais Concentrados nos Composto de paísesinvestimentos diretos desenvolvidosfeitos no exterior por empresas transnacionais e porbancos internacionais. Grandes beneficiados Centros da economia pelo crescimento dos internacional mercados financeiros, pois oferecem mais liquidez e segurança. Investimentos que se Países emergentes: passaram por dirigem principalmente a processos de industrialização mais aplicações financeiras e intensa a partir da segunda metade dosaem rapidamente do país século XX ou que abandonaram o ao primeiro sinal de socialismo. Ex: Brasil, México, instabilidade política, Argentina, China, Rússia, Coreia do econômica ou social. Sul, Polônia, etc.
  • 135. Sunnymok/ChinaFotoPress/Getty ImagesBolsa de Valores de Hong Kong (2006). Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva
  • 136. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaCrise financeira e econômica de 2008. A falência de grandes Causas instituições financeiras norte-americanas deixou claro que a devastação não iria ficarEstão relacionadas a expressiva restrita ao setor expansão dos financiamentos imobiliário. Deu-se imobiliários nos EUA em razão então um colapso nos dos juros baixos. mercados bancários, que perdura até o O impacto da crise momento. nos EUA afeta diretamente toda a Crise de maior gravidade economia mundial desde 1970.pelo: comércio global, O mundo só a conheceu preços de no segundo semestre de commodities e, 2008, mas seu inicio foifinalmente, fluxos de nos Estados Unidos em capitais. 2007.
  • 137. O aumento da desigualdades e a Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva instabilidade econômico-financeira Países Países subdesenvolvidos desenvolvidos Apesar de alguns terem Têm os maiores tido um período de benefícios da crescimento econômico, a globalização. maioria sofreram as consequências negativas da globalização.Em países de crescimentoacelerado como a Índia e aChina, o governo continua -Elevado nível deatuante na esfera endividamento externoeconômica e nos -Forte dependência deinvestimentos sociais, não capitais estrangeirosse promoveu a liberação -Vulnerabilidade a crises noda economia. sistema financeiro internacional -Aumento na concentração de riquezas.
  • 138. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaFonte: Indicadores de desenvolvimento do Banco Mundial. Em: Scientific American. São Paulo: Duetto, ano 4, n.41, out. 2005. p.53.
  • 139. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaConversa O que ocorreu com o número total de pobres entre 1981 e 2001? Em qual região houve redução significativa do número de pobres? Em quais regiões houve aumento? Qual região apresentou um crescimento maior em termos de pobreza extrema?
  • 140. il e g n A Observe a Charges:Folha de S.Paulo, 20/06/2000, p. A-2. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva
  • 141. i tr eb UParte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva
  • 142. UT NAL PFonte: L’état du monde, 1982. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva
  • 143. ona c noP xe A i lInternet@humor. São Caetano do Sul: Virgo, 2004. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva
  • 144. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva Conversa Na sua opinião, o que os chargistas quiseram expressar? As situações mostradas podem estar relacionadas ao processo de globalização? Por quê?
  • 145. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaA formação dos blocos econômicos Aumentar oNo início dos intercâmbioanos 1950, comercial e ampliar aos países capacidadeeuropeus competitiva noperceberam mercadoque não internacional.tinhamcondições de Importantecompetir característica doindividualmen espaço geográficote com os mundial, teve seuEUA. inicio com alianças de Objetivos integração econômica entre países da Europa.
  • 146. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaHá formas diferenciadas na configuração de blocos econômicos, conforme o nível de integração. União Mercado comum, Zona de livre- Aduaneira, etapa em que comércio, é etapa de vigora a livre estabelecida entre integração em circulação de países que têm o que, além de mercadorias, objetivo de reduzir e serviços, capitais e reduzir e eliminar eliminar os pessoas entre todos impostos de impostos de os países-membros. importação de importação, os Ex: União Européia, mercadorias. Ex: países-membros que já superou essa Acordo Norte- estabelecem etapa e constitui Americano de uma tarifa atualmente uma Livre Comércio externa comum. união econômica (Nafta). Ex: Mercosul. e monetária.
  • 147. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaMário Yoshida Fonte: http://www2.camara.gov.br/comissoescpcms/blocoeconomico.html. Acesso em: 18 jun. 2008.
  • 148. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva ZONA DE LIVRE- UNIÃO ADUANEIRA COMÉRCIO Além de vigorar a Acordo entre os circulação de países-membros que mercadorias entre osa integram, tem como países-membros sem aobjetivo final apenas a cobrança de impostos eliminação dos de importação, existeimpostos cobrados na uma tarifa externa importação de comum (TEC). Isso mercadorias que significa que todos oscirculam no interior do países integrantes têmbloco. As mercadorias a mesma tarifa de de outros países são importação parataxadas com impostos mercadorias de importação. importadas de outros países.
  • 149. Patrícia Santos/ Folha Imagem Observe a foto a seguir:Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva
  • 150. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora SaraivaConversa O que a foto mostra? Você tem uma opinião formada sobre esse tema? De que forma essa questão afetaria a vida dos brasileiros?
  • 151. Juca Varella/ Folha ImagemProtesto contra a adesão do Brasil à Alca. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva
  • 152. Danny Lehman/ Corbis/ LatinStock Observe a imagem.Unidade da rede McDonald´s em Xian, na China (2007). Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva
  • 153. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva e Conversa No lugar onde você vive é possível notar a influência/presença da cultura global e também a resistência ou manutenção dos valores culturais locais? Dê exemplos.