Criatividade

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    Criatividade - Presentation Transcript

    1. Laboratório de Criatividade Como fazer projetos criativos Cristiane Dalla Santa
    2. • Marque notas de 0 a 10 para cada atitude. • Se a frase for absolutamente adequada a você, coloque 10; • Caso seja absolutamente falsa, marque 0. • As notas intermediárias – de 1 a 9 – devem ser usadas para as verdades parciais.
    3. • Some as notas das questões ímpares. • Some as notas das questões pares. • Subtraia os totais: ímpares – pares. + • Se o número final deu , significa que as suas atitudes favorecem o treino, o uso da criatividade. - • Se o número final deu , quer dizer que você deve rever suas atitudes. Talvez você esteja perdendo, descartando algumas possibilidades de treinar seu comportamento.
    4. • Questões ímpares atitudes que facilitam o uso da criatividade; • Questões pares dificultam. • O objetivo deste exercício é indicar atitudes que devem ser desenvolvidas.
    5. comuns nas pessoas criativas • Fluência e flexibilidade de idéias; • Pensamento original e inovador; • Alta sensibilidade externa e interna; • Fantasia e imaginação • Inconformismo; • Independência de julgamentos; • Abertura a novas experiências; • Uso elevado de analogias e combinações incomuns; • Idéias elaboradas e enriquecidas; • Preferência por situações de risco; • Alta motivação e curiosidade; • Elevado senso de humor; • Impulsividade e espontaneidade; • Confiança em si mesmo e autoconceito positivo; • Sentido de destino criativo. WECHSLER, Solange Múglia. CRIATIVIDADE Descobrindo e Encorajando. Campinas, SP: Editorial PSY, 1998, p. 72-73
    6. Hemisfério Esquerdo Hemisfério Direito Palavras Imagens Nomes Rostos Lógica Intuição Racional Emocional Detalhe Visão de Conjunto Números Símbolos Linearidade Sonho Ordenamento Seqüencial Sensações Análise Criatividade
    7. • Em diversas atividades os dois hemisférios agem concomitantemente. Exemplos: ao vermos uma pessoa, é o direito que reconhece o rosto enquanto o esquerdo informa o nome; num desenho a mão livre, determinadas estruturas do hemisfério esquerdo são indispensáveis para fornecer detalhes, enquanto estruturas do hemisfério direito são requisitadas para que o indivíduo tenha o domínio necessário sobre o contorno geral do objeto representado. http://www.lincx.com.br/lincx/saude_a_z/saude_mental/conhecendo_cerebro.asp
    8. O MEU OLHAR é nítido como um girassol. Tenho o costume de andar pelas estradas Olhando para a direita e para a esquerda, E de vez em quando olhando para trás... E o que vejo a cada momento É aquilo que nunca antes eu tinha visto, E eu sei dar por isso muito bem... Sei ter o pasmo essencial Que tem uma criança se, ao nascer, Reparasse que nascera deveras... Sinto-me nascido a cada novo momento Para a eterna novidade do mundo... Alberto Caeiro, O guardador de rebanhos, estrofe II
    9. • "As mentes são como os pára-quedas: só funcionam se estiverem abertas.” (Ruth Noller - Pesquisadora da Universidade de Buffalo) • "As pessoas que vencem neste mundo são as que procuram as circunstâncias de que precisam e, quando não as encontram, as criam.” (Bernard Shaw - Filósofo) • "Minhas invenções são fruto de 1% de inspiração e 99% de transpiração.” (Thomas Edison - Inventor) http://www.bestreader.com/port/txcomosercriativo.htm
    10. • “O conhecido caso de Isaac Newton, que formulou a lei da gravidade a partir da relação feita com a maçã que caiu na sua cabeça, demonstra que só aquele que já estava atento ao problema da gravidade poderia fazer tal ligação.” WECHSLER, Solange Múglia. CRIATIVIDADE Descobrindo e Encorajando. Campinas, SP: Editorial PSY, 1998, p. 52
    11. • “O conhecimento do processo criativo leva o estudante a adquirir maior consciência e controle dos caminhos que sua mente percorre [...].” • Etapas: o Identificação o Preparação o Incubação o Esquentação o Iluminação o Elaboração o Verificação GOMES, Luiz Vidal N. . Criatividade: projeto < desenho > produto. 3. ed. Santa Maria: sCHDs Editora Ltda., 2004. v. 01, p. 65
    12. • Construção de projetos de informática educativa.
    13. “50% do problema está resolvido quando bem identificado.” (John Dewey) • “Sua característica principal é a definição e o entendimento das necessidades e objetivos de um problema.” (p. 69)
    14. O quê? Sobre o quê? Para quem? Onde? • Nível/Série/Ano: • Período do ano: • Nº de alunos: • Nº de computadores: • Nº de aulas: • Conteúdo(s):
    15. O quê? Sobre o quê? Para quem? Onde? Projeto a ser desenvolvido na Informática da Escola. • Nível/Série/Ano: Nível 2 • Período do ano: abril/maio • Nº de alunos: 15 • Nº de computadores: 20 • Nº de aulas: 04 • Conteúdo(s): Austrália – animais
    16. • “Na preparação, há dois outros níveis que são, significativamente beneficiados [...], a saber: o nível do pensamento consciente, aquele no qual os fatos, idéias e experiências podem ser manuseados e postos em relação ao problema, ou seja, a mente humana começa a tentar a síntese – o agrupamento de conceitos, aparentemente, não relacionados; e o nível do subconsciente, aquele em que vários processos e fatos psíquicos atuam sobre a conduta do indivíduo, mas escapam ao âmbito da consciência, para sintetizar toda a informação conhecida.” (p. 83)
    17. • Análise Denotativa/Conotativa • Análise Sincrônica/Diacrônica • Análise Semântica • Análise Estrutural • Análise Funcional
    18. Análise Denotativa: • Faz referência ao sentido e significado conceitual, fundamental e imutável de uma palavra. • Buscar em dicionários, enciclopédias, compêndios, almanaques. Análise Conotativa: • Idéia secundária em simultâneo com a idéia principal; diz-se de uma idéia associada, pela experiência individual ou coletiva, a uma palavra. • Buscar em livros, artigos, ensaios, crônicas.
    19. Análise Denotativa: • Austrália: é o maior país da Oceania, ocupando todo o "continente australiano", e várias ilhas adjacentes. É banhado pelo oceano Índico, a sul e a oeste, pelo mar de Timor, mar de Arafura e Estreito de Torres, a norte, e mar de Coral e mar da Tasmânia, a leste. Através destes mares, tem fronteira marítima com a Indonésia, Timor-Leste e Papua-Nova Guiné, a norte, e com o território francês da Nova Caledónia, a leste, e a Nova Zelândia a sudeste. A capital do país é a cidade de Camberra. A população é de cerca de 21 milhões de habitantes, sendo que 60% desse total vive nas cidades de Sydney, Melbourne, Brisbane, Perth e Adelaide. • Animal: ser dotado de sensibilidade e movimentos próprios; ser vivo irracional;
    20. Análise Denotativa: • Fauna australiana: A Austrália tem grande diversidade de fauna e flora, já que boa parte do país é desértica ou semi-árida, mas também existem diversas regiões onde o clima é mais ameno. Existe um órgão federal com o fim de proteger a fauna e a flora australianas. Uma importante particularidade da fauna australiana é a ocorrência de diversas espécies marsupiais. O isolamento da Austrália tem favorecido a evolução de uma fauna que não se parece com nenhuma outra do planeta. A mesma caracteriza-se, sobretudo, pela presença de marsupiais (animais com uma bolsa para as crias) entre os quais destacam os cangurus, wallabees ou coalas (alimentam-se exclusivamente de folhas de eucaliptos), wombats ou topos marsupiais. Os mamíferos marsupiais desapareceram no resto dos continentes ao sucumbir à supremacia dos mamíferos placentários (os marsupiais finalizam a gravidez no exterior, em uma bolsa onde a mãe tem um mamilo interno para alimentar o filhote). Destacam espécies como o ornitorrinco, próprias e exclusiva do país, a equidna e o tamanduá espinhoso. Quanto à fauna marítima encontram-se baleias, golfinhos, pinguins, lobos-marinhos, focas de diversas espécies e topos aquáticos.
    21. Análise Denotativa: • Fauna australiana (continuação): Quanto aos carnívoros, o país conta com uma só espécie, o dingo, ou cão selvagem. Cobras são comuns. E os crocodilos só existem nas zonas tropicais. O diabo espinhoso oferece um aspecto feroz, mas na realidade trata-se de um animal de menos de 20 centímetros de comprimento e é totalmente inofensivo. No sul da Tasmânia pode-se admirar um estranho animal chamado Diabo da Tasmânia, um carnívoro marsupial parecido com a raposa. Quanto à ornito-fauna, é rica e variada com mais de 650 espécies, destacam os pássaros lira ou pássaros do paraíso, papagaios, emas, casuarws, cisnes pretos, louros e emus. Pois nem todos os animais são nativos da Austrália. Os camelos foram trazidos do Afeganistão para trabalhar no deserto; porcos, cavalos e coelhos foram enviados também ao continente, e assim, um grande número de outros animais chegaram á Austrália. Isto significou uma problemática alteração do meio ambiente, prejudicando o homem e os animais naturais que já lá estavam; muitas espécies desapareceram, embora agora se estejam a realizar trabalhos de proteção para moderar os destroços.
    22. Análise Denotativa: • Canguru: • O canguru é o maior dos marsupiais sendo encontrado nas florestas e campos da Austrália entre mais de 150 espécies diferentes. Possui patas traseiras grandes, pesadas e musculadas, as patas dianteiras são pequenas e leves. Possui locomoção bípede, orelhas grandes na grande maioria e cabeça pequena. • O canguru se alimenta de vegetais e frutas podendo pesar até 70 kg. Sua gestação varia entre 30 e 40 dias. Os filhotes dos cangurus nascem prematuros e vão para uma bolsa (o marsúpio) que fica na barriga da mãe onde encontram leite para alimentar-se, calor que vem do corpo da mãe e a proteção. O filhote permanece na bolsa mamando por 280 dias. • Suas patas traseiras são poderosas, possui grande força e sua cauda longa e esticada lhe permite saltar com equilíbrio. O salto do canguru pode atingir uma velocidade de aproximadamente 60 km/h com 9m de comprimento e 3m de altura. O canguru pode chegar a 1,6m de altura.
    23. Análise Denotativa: • Coala: • O Coala é um mamífero marsupial cujo habitat são as florestas das regiões nordeste e sudeste da Austrália. • Este marsupial alimenta-se exclusivamente de folhas de eucalipto. Não bebem água, obtendo este líquido das folhas de eucalipto. • A digestão da celulose, encontrada nas folhas de eucalipto, ocorre no intestino grosso do animal, através do processo de fermentação bacteriana. • A pelagem dos coalas (densa e sedosa) apresenta-se nas cores cinza e branco. Possuem a cabeça de tamanho grande (em relação ao restante do corpo), olhos bem separados, nariz grosso e focinho curto. • Os colas não vivem em abrigos. Estão sempre expostos aos fatores da natureza (sol, vento e a chuva). • Dormem em média 14 horas por dia. As outras 10 horas passam comendo. • Os movimentos dos coalas são lentos, assemelhando-se com os do bicho-preguiça. • Não possuem cauda, utizando as garras para subirem nas árvores. • A reprodução dos coalas ocorre em época específica (durante 4 meses do ano). Após a fecundação, a gestação da fêmea dura de 33 a 36 dias. Na maioria dos casos, nasce apenas um filhote, que é criado pela mãe, pois o pai se afasta e não acompanha o desenvolvimento do filhote. Este nasce com, aproximadamente, 500 gramas e 20 centímetros de altura. • O principal predador dos coalas é uma espécie de cachorro selvagem, conhecido como canis dingo. • Esta é uma espécie ameaçada de extinção, em função da caça e das queimadas de florestas.
    24. Análise Denotativa: • Diabo da Tasmânia: • PESO: macho de 6 a 9 kg e a fêmea de 4 a 5 kg • TAMANHO: Seu tamanho é 52 a 80 cm, rabo 23 a 30 cm • TEMPO DE VIDA: 7 a 9 anos • REPRODUÇÃO: Começam a acasalar aos 2 anos. Acasalam em março ou abril, e o jovem nasce maio ou junho. Gestação dura 21 dias. Machos e fêmeas vivem separados. A fêmea dá a luz 3 a 4 filhotes que medem 12 mm de comprimento. Ao contrário da maioria das fêmeas desta família, a bolsa marsupial fica completamente fechada durante todo o tempo em que os filhotes aí vivem. • FILHOTES: O filhote nasce e fica acomodado na bolsa marsupial que fica nas costas da mãe. Normalmente são 4 filhotes e, apesar de 4 tetas, o normal é sobreviver apenas 2 ou 3 filhotes. No final de 7 semanas já medem 70 mm e, depois de 15 semanas abandonam as tetas maternas. Nesse período já possuem pelagem e os olhos já estão abertos. São amamentados durante uns 5 meses e transferidos para um ninho tão logo atinjam um tamanho que não lhes permita continuar na bolsa ventral. São desmamados aos 6 ou 7 meses de idade. • CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: O corpo maciço apresenta uma cabeça enorme, o focinho largo com o lábio superior eriçado de verrugas, bochechas contendo tufos de vibrissas longas e rígidas, os olhos pequenos, a cauda curta, cônica e muito grossa, e os membros curtos e ligeiramente tortos, quase iguais em tamanho. O marsúpio,. em forma de ferradura, abre-se posteriormente. • PELAGEM: a pelagem é negra em quase sua totalidade, constitui-se de pêlos curtos e eriçados e uma raia branca atravessa o peito, com duas manchas, igualmente brancas, ornando-lhe os flancos. • (...)
    25. Análise Conotativa: • Austrália: O nome Austrália vem da palavra em latim australis, que significa "do sul", e sua origem data de lendas do século II de "terra desconhecida do sul" (terra australis incognita). O explorador Matthew Flinders deu o nome para o lugar de Terra Australis, que mais tarde foi abreviado para a forma actual. Anteriormente, quando os holandeses exploraram a área chamaram-na de Nova Hollandicus ou Nova Holanda. Flinders mais tarde renomeou a terra para Australia, em 1804, enquanto estava preso pelos franceses em Maurícia. Quando retornou à Inglaterra e publicou seus trabalhos, em 1814, foi forçado a trocar o nome para Terra Australis pelo almirantado britânico. Tomando conhecimento da preferência de Flinders por Austrália, o governador Lachlan Macquarie, de New South Wales, começou a usar o nome em seus despachos para a Inglaterra. Em 1824 o almirantado britânico finalmente aceitou que o continente deveria ser conhecido oficialmente como Austrália. • A palavra Austrália é pronunciada localmente como /ə st æ ljə/ ou /ə st æ jə/ (IPA). Um costume muito popular entre os falantes da língua inglesa é chamar os australianos (australians) de aussies (lê-se "ózis").
    26. Análise Conotativa: • Austrália: A maioria étnica da população é de origem britânica, porém é significativa a presença de outras minorias étnicas, como irlandeses, gregos, asiáticos e os marginalizados nativos (restam 2% do total da população), dizimados pela implantação da "moderna" sociedade branca européia. A Austrália tornou-se independente do Império Britânico em 1942, mas faz parte do Commonwelth (Comunidade Britânica das Nações).
    27. Análise Conotativa: • Canguru: Há uma característica que diferencia os cangurus de outros marsupiais: na hora do salto, os cangurus são capazes de associar o movimento do rabo com o das patas, para obter um maior deslocamento. Quando saltam podem atingir até 5 metros de distância. O habitat dos cangurus são as planícies e as florestas. Sua dieta é feita de frutas e vegetais, sendo que o rato almiscarado, também se alimenta de pequenos animais. Durante pequenos espaços de tempo um canguru pode atingir até 50 km/h. A idade destes animais oscila entre 12 e 25 anos, dependendo da quantidade de alimento disponível. • Coala: Os coalas são animais que vivem em pares, subindo em árvores assim como a preguiça e recebeu o nome de ursinho da Austrália. O único vegetal de que ele se alimenta é o eucalipto e mata sua sede com o suco oleoso das folhas desse vegetal. • CAMBERRA, Austrália - O urso coala está ameaçado pelo aumento do dióxido de carbono na atmosfera, que causa perda dos nutrientes das folhas de eucalipto, principal alimento dos animais, disse um pesquisador nessa quarta- feira.
    28. Análise Conotativa: • Diabo da Tasmânia: Ameaçados pela doença • Os diabos-da-tasmânia são protegidos pelas leis ambientais da Austrália. Entretanto, um mal, conhecido como doença do tumor facial do diabo - Devil Facial Tumor Disease, pode pôr fim à existência desses animais. • Essa enfermidade é um tipo de câncer. Na face do marsupial, nascem tumores que aumentam de tamanho e o impede de se alimentar. Assim, ele acaba morrendo de fome. • Os cientistas procuram pela cura, mas não descobriram o que causa a doença. Sabem, entretanto, que ela é contagiosa entre os diabos-da-tasmânia. Por isso, tentam remover os animais saudáveis para outros lugares. Em algumas áreas da Tasmânia, 83% desses marsupiais estão infectados.
    29. Análise Conotativa: • Diabo da Tasmânia: Foi no diabo-da-tasmânia que os desenhistas do Pernalonga se inspiraram para inventar o Taz. Como no desenho animado, o diabo-da-tasmânia de verdade adora carne e tem dentes muito fortes e afiados. • Ele come quase tudo quanto é bicho que encontra. Insetos, cobras, sapos, pássaros, coelhos, porcos e até carneiros. • Diferente do Taz, o diabo-da-tasmânia de verdade não fica correndo atrás de bichos vivos o tempo todo. O que ele mais come são carcaças. Som.
    30. Análise Semântica: • Painel visual (imagens que representem o assunto).
    31. Análise Semântica:
    32. Análise Semântica:
    33. Análise Semântica:
    34. Análise Semântica:
    35. Análise Sincrônica: • Análise contemporânea. Análise Diacrônica: • Análise considerada de um ponto de vista histórico-evolutivo.
    36. Análise Sincrônica: Os marsupiais são mamíferos pertencentes à subclasse Theria. Esta subclasse é dividida em duas infraclasses: Metatheria e Eutheria. Os metatérios são os marsupiais e os eutérios correspondem aos mamíferos chamados de placentários. Existem cerca de 260 espécies de marsupiais, sendo que a grande maioria é nativa da Austrália ou das ilhas vizinhas. A menor espécie de marsupial mede apenas alguns centímetros e não chega a pesar nem 10 gramas.
    37. Análise Diacrônica: Acredita-se que os marsupiais tenham se originado na América do Norte, durante o Cretáceo Inferior, e de lá se dispersado para a América do Sul, Europa, Ásia, norte da África e Oceania. No entanto, durante o Cenozóico Médio, sofreram uma grande extinção e, atualmente, o único marsupial encontrado na América do Norte é uma espécie de gambá (Didelphis sp.). Hoje em dia a maioria das espécies é encontrada na América do Sul e na Austrália. Alguns cientistas acreditam que este desaparecimento ocorreu devido à competição com os mamíferos eutérios, outros afirmam que foi apenas uma conseqüência da extinção de muitos mamíferos que ocorreu naquela era.
    38. Análise Funcional: • Verificar software/aplicação on-line por suas funcionalidades principais. - Editor de textos; - Editor de imagens; - Planilha eletrônica; - Jogo educativo; - Navegador web; - ...
    39. Análise Funcional: Paint - O Paint é uma ferramenta de desenho que pode ser usada para criar desenhos simples ou elaborados. Esses desenhos podem ser em preto-e-branco ou coloridos e podem ser salvos como arquivos de bitmap.
    40. Análise Funcional: Australia Questions - Responda as questões apontando qual é o lugar que ele está perguntando http://jogoonlinegratis.com.br/jogos-puzzle/australia-questions.html
    41. Análise Funcional: Peppy Patriotic Australia Girl – Escolher e montar roupas e acessórios http://pt.t45ol.com/jogo/3954/australia-girl.html
    42. Análise Funcional: Taz Tropical Havoc - Taz Mania esta à solta pela selva e como sempre, com muita fome. Controle o Taz para vencer e subir os níveis. Como jogar: 1. Utilize as setas do teclado para mover o Taz; 2. Coma os pedaços de carne para girar; 3. Para passar de nível, você terá que destruir todas as pedras girando.
    43. Análise Funcional: Taz Dance Forever - Faça o Tazmania dançar ao som do dj Piu-Piu.
    44. Análise Estrutural: • Formato que poderá ser apresentada a produção. - Impresso • colorido, tons de cinza; • Formatos possíveis (cortar, montar...) • entregues - Digital • apresentação para colegas / troca de computadores • disponibilizado em mídias (CD, DVD...) • enviado por e-mail - On-line • Blog, site
    45. - Impresso • Colorido • Tons de cinza • Formato de animais • Meia página • Mini-livro • Formato para exposição (mural em sala de aula) - Digital • troca de computadores • disponibilizado em mídias (CD, DVD...)
    46. • “A rotina trabalho-descanso-trabalho mesmo que, em um primeiro momento, nada permita criar, descobrir ou inventar, parece facilitar o processo criativo graças à interrupção.” (p.82)
    47. • “A esquentação – por permitir a volta ao problema projetual não mais verbalmente, mas visualmente -, traz a boa sensação de que o problema está prestes a ser resolvido [...] O resultado das técnicas de criatividade aparece melhor quando as idéias são representadas graficamente.” (p. 96)
    48. • Representar idéias de projetos através de esquemas, rascunhos, esboços de idéias. - Técnicas de geração de alternativas (Brainstorm...).
    49. • “Heureca! é a Iluminação. É nesta etapa que “ocorre o término daquela forte angústia que o indivíduo vinha sentindo na busca de soluções para o seu projeto. [...] Há, necessariamente, muita atividade consciente para se chegar a essa etapa do processo criativo.” (p. 97)
    50. • Com base na idéia selecionada, apresentar maior esclarecimento, detalhamento. • Se houver mais do que uma idéia interessante, fazer o mesmo.
    51. • Mini-livro com a silhueta dos animais em tons de cinza. • Apresentação da sombra e leitor adivinha qual é o animal. • Fotografia em tons de cinza de cada animal como resposta. • Capa: Desenho das crianças. • 1ª página: texto com a explicação do projeto. • Impressão em tons de cinza, 1 mini-livro por aluno.
    52. • “O desenhador, tal como músico [e professor!], tem que conhecer e saber muito bem o que e para que cria.” (p. 102)
    53. • Execução da(s) idéia(s) selecionada. • Verificação dos recursos do software/aplicação a serem utilizados.
    54. • Diálogo e Explicação com imagens organizadas no Power Point • No Paint: uso do pincel - espessuras diferenciadas, borracha • Montagem pela professora no Power Point (impressão folheto)
    55. • “Há, na verificação, dois distintos momentos: a verificação parcial [...] e a verificação final [...].” (p. 110)
    56. • Parcial e final. - Parcial: ao término de cada etapa; - Final: ao final do processo.
    57. • Parcial e final. - Parcial: cada etapa foi cumprida, respeitando suas solicitações. - Final: o projeto sugerido está de acordo com o nível de ensino; as atividades são possíveis de ser realizadas pelos alunos; o conteúdo é abordado de forma adequada; a informática está sendo utilizada como um meio (não fim).
    58. “Quando a Nasa enviou os primeiros astronautas ao espaço, descobriu que as canetas não funcionavam com gravidade zero. Para resolver esse problema, os engenheiros contrataram uma empresa especializada para projetar a caneta espacial. Dez anos e US$ 12 milhões depois, estava pronta a caneta que podia ser usada no espaço, em qualquer posição. Nem a temperatura poderia atrapalhar: a supercaneta funcionava bem fizesse frio ou calor. Os russos, que tiveram o mesmo problema, optaram por uma solução mais simples: passaram a usar um lápis.”
    59. BRAINSTORMING – TEMPESTADE CEREBRAL • 4 principais regras: • Críticas são rejeitadas: Esta é provavelmente a regra mais importante. • Criatividade é bem-vinda: Esta regra é utilizada para encorajar os participantes a sugerir qualquer idéia que lhe venha à mente, sem preconceitos e sem medo que isso o vá avaliar imediatamente. • Quantidade é necessária: Quanto mais idéias forem geradas, mais hipóteses há de encontrar uma boa idéia. Quantidade gera qualidade. • Combinação e aperfeiçoamento são necessários: O objetivo desta regra é encorajar a geração de idéias adicionais para a construção e reconstrução sobre as idéias dos outros.
    60. SCAMPER (SCAMCEA, em português) • S = Substituir (Que outro material? Outro local? Outro processo?) • C = combinar (Juntar idéias? Juntar propósitos? Juntar aparências?) • A = adaptar (O que mais em lugar disto? O que mais adicionar? Tornar maior? Mais freqüente? Multiplicar? Exagerar?) • M = modificar (Outra cor? Outro som? Outra forma? Outro sabor?) • C = colocar para (outras pessoas podem usar isto? Em que lugares posso fazer uso disto?) • E = eliminar (Diminuir? Subtrair? Condensar? Dividir?) • A = arrumar (Mudar de padrões? Outra aparência? Outra seqüência? Outra fórmula?)
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