• Share
  • Email
  • Embed
  • Like
  • Save
  • Private Content
Líquidos Semissólidos
 

Líquidos Semissólidos

on

  • 21,725 views

Introdução ao desenvolvimento de formas farmacêuticas líquidas

Introdução ao desenvolvimento de formas farmacêuticas líquidas

Statistics

Views

Total Views
21,725
Views on SlideShare
21,596
Embed Views
129

Actions

Likes
12
Downloads
576
Comments
0

3 Embeds 129

http://www.slideshare.net 124
http://webcache.googleusercontent.com 3
http://localhost 2

Accessibility

Categories

Upload Details

Uploaded via as Microsoft PowerPoint

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

    Líquidos Semissólidos Líquidos Semissólidos Presentation Transcript

    • Formas farmacêuticas líquidas e semissólidas: delineamento e produção Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Produção Conceitos importantes Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Produção – Conceitos importantes Sistemas de produção (batelada) Processo repetitivo em lotes (batelada)  produção em lotes. Cada lote segue uma série de operações que necessita ser programada à medida que as operações anteriores forem realizadas. Permite flexibilidade. Capacidade de operação menor x lote menor. Controle em processo nas mãos do operador. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Produção – Conceitos importantes Processo contínuo  processos são totalmente interdependentes, favorecendo a automatização. Quantidade muito grande. Mais rápido, econômico e otimização de espaço físico**. Menor contaminação. Desvantagens  não há flexibilidade no sistema; variabilidade na matéria-prima; alta uniformidade na produção depende da robustez do processo; controle em processo dificultado. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Produção – Conceitos importantes Controle em processo  controle da água, controle da adição dos ingredientes, controle da temperatura, controle do pH, controle da viscosidade, controle da velocidade da mistura, controle do aspecto do produto; Clean  livre de sujeira, resíduos, detergentes ou quaisquer contaminantes que possam afetar ou adulterar o produto ou processo. Clean in place é a limpeza interna de uma peça ou equipamento sem recolocação nem desmontagem. Sistemas in place  lavagem in place (Washing IP), lavagem do tipo cleaning in place (CIP), lavagem pr arraste (PIG) – encaixe de material flexível, sanitização ou esterilização in place (Steam IP) – vapor puro quente sem desmontagem.Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Produção – Conceitos importantes Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Formas farmacêuticas líquidas Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Escolha da Forma Farmacêutica Fármaco Solubilidade Concentração Fármaco: • Hidrossolúvel  xarope • Solúvel em mistura de solventes  elixir • Insolúvel  suspensão • Oleoso  emulsão / solução oleosa Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Definição / Generalidades Misturas homogêneas contendo um ou mais solutos dissolvidos em um Solvente apropriado ou em uma mistura de solventes. São dispersões Soluções moleculares, monofásicas, termodinamicamente estáveis e que propriamente apresentam uniformidade de conteúdo. São límpidas e translúcidas e ditas podem ser aquosas ou oleosas. Podem conter edulcorantes, flavorizantes e outros excipientes. Podem ser viscosas ou fluidas, unidoses ou multidoses, administradas na forma de gotas ou em Volumes maiores, empregando dispositivos dosadores. Destinam-se a diferentes vias de administração. Soluções aquosas caracterizadas pelo sabor doce e consistência viscosa. Podem conter 45% p/p de sacarose ou mais. Polióis, como a Xaropes glicerina e o sorbitol, podem ser adicionados para retardar a cristalização da sacarose ou para aumentar a solubilidade dos componentes (co-solventes). Devem ser acondicionados em temperatura abaixo de 25oC. Uso oral. Soluções orais claras, edulcoradas e/ou flavorizadas, contendo um ou mais IAs dissolvidos em um veículo que contem, usualmente, elevada Elixires proporção de sacarose ou outros álcoois poliidricos (glicerina, sorbitol, etc) e etanol (96%) ou etanol diluído. Proteção contra luz e calor. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Definição / Generalidades Dispersões de partículas sólidas insolúveis ou parcialmente solúveis em um veículo. As partículas devem ser pequenas e detamanho uniforme para garantir que não haja precipitação e para manutenção de aspecto elegante para a formulação. A solubilidade insuficiente do IA em água é a principal Suspensões vantagem, uma vez que a estabilidade é aumentada e o sabor desagradável pode ser mascarado. A biodisponibilidade pode ser melhorada e pacientes com dificuldade de deglutição podem ingerí-las. É um sistema heterogêneo, mas, espera-se que permaneça homogêneo após agitação até a administração da dose requerida. Administradas por diferentes vias. Preparações heterogêneas de dois líquidos imiscíveis dispersos um no outro. São sistemas termodinâmiamente instáveis, nos quais pode ocorrer separação entre as fases aquosa e oleosa por fusão ou coalescência das gotículas. Para isso, deve ser incorporada uma terceira fase – o agente emulsificante. As emulsões são classificadas, em concordância com sua fase externa aquosa ou oleosa, em óleo em água (O/A) ou água em óleo (A/O), Emulsões respectivamente. A fase constituída das gotículas é a interna ou dispersa e a fase contínua é a externa ou dispersante. Sistemas mais complexos são constantemente preparados (microemulsões, emulsões múltiplas, etc). São sistemas tipicamente polidispersos, cujas gotículas apresentam diâmetros variando entre 0.1 a 50 µm. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Água ☺ Polaridade E constante dielétrica elevada (ε = ~ 80); ☺ Ligação de hidrogênio; ☺ Dissolve inúmeras substâncias; ☺ Inerte para as mucosas e outras vias; ☺ Sem atividade fisiológica; ☺ Barata;  Fácil desenvolvimento de bactérias fungos e leveduras;  Instabilidade química (reações de degradação). Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Água Potável  boa qualidade mas pode variar; Material de partida  atender as BPFs. Requer especificações claras e testes periódicos; Diferentes tipos  abrandada, não compendial, purificada, para injetáveis e purificada estéril; Parenterais  não deve conter pirogênios ou endotoxinas; Sistemas de purificação validados; Crescimento microbiano potencial  fluxo contínuo ou turbulento, temperatura  ou , superfície lisa, drenagem frequente, monitoramento, pressão; Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Água Isenção de CO2 e O2 dissolvido  fenobarbital, aminofilina, apomorfina, maleato de ergotamina; Parâmetros in line  pH, condutividade, fluxo, TOC, oxigênio dissolvido, turbidez; Produção  por demanda ou contínua; Estocagem e distribuição  ozônio, quente (65 a 90oC) ou frio (a a 10oC), tanque vertical, drenabilidade, sem dead legs, renovação de 1 a 5 x hora; Sanitização  água purificada quente, ozônio, vapor limpo, luz UV; Água compendial  aço inox 316L (mais recomendado). Outros materiais: PP, PVC, aço inox 304L. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Água Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Água Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Solubilidade em água Solubilidade  extensão na qual ocorre a dissolução de um soluto no solvente, sob dadas condições. Existe um máximo de soluto que pode ser dissolvido em dado solvente. Solubilidade: Transferência de Pressão e temperatura; moléculas ou íons do estado sólido para Solvente  ε , δ , e pH; a solução. Soluto  pKa (75% base fraca, Baseada na equação 20% ácido fraco), forma (sal ou de Noyes-Whitney: base; complexo), hidrofobia, PM e hábito. Velocidade de dissolução: Tamanho de partícula, temperatura, Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Solubilidade em água Como aprimorar a solubilização? Concentração  não deve ser próxima do limite; pH do meio  substâncias ionizadas são hidrossolúveis em ampla faixa de pH. Ácidos e bases requerem ajuste de pH ácido fraco: pH acima do seu pKa ( pH); base fraca: pH abaixo do seu pKa ( pH); Cossolvência  solvente auxiliar com ε apropriada (xarope simples ≅ 67, etanol ≅ 25, polietilenoglicol 400 ≅ 12.5, propilenoglicol ≅ 32, glicerina ≅ 43). 25 < ε ideal para um sistema < 80. Sertralina HCl: glicerina + etOH; nifedipina e nimodipina: glicerina + PEG 400; valerato de betametasona: água + álcool isopropílico; paracetamol: etOH + PPG + xarope; fenobarbital: água + etOH . Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Solubilidade em água Cálculo da constante dielétrica do sistema ε sistema= (ε A x %A) + (ε B x % B) 100 Sistema solvente: ε sistema= (80,4 x 90) + (25,7 x 10) água 90% + álcool etílico 10% 100 ε = 74,93 Sistema solvente para dissolução do fenobarbital - Solubilidade em água = 1,2 g/L - Solubilidade em álcool etílico = 13 g/L - Sistema = (1,2 x 0,9) + (13 x 0,1) = 2,38 g/L Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Solubilidade em água Como aprimorar a solubilização? Adição de tensoativo  solubilização micelar. 3 Apresentam menos incompatibilidades e uso em pH de 3 a 10; Usados para  turbidez em preparações aquosas; Uso oral  Span®, Tween® , Cremophor®. Uso parenteral  poloxâmeros, óleo de rícino polioxietilado. Uso tópico  Span®, Tween®, Arlacel®, Myrj®. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Solubilidade em água Como aprimorar a solubilização? Complexação  solubilidade aparente é maior; Complexos de inclusão com ciclodextrinas. Material de partida  IA complexado; Acetato de hidrocortisona, indometacina, glibenclamida. Redução no tamanho de partículas. Agitação. Aquecimento. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Óleos Solvente / Descrição e solubilidade Densidade Considerações Veículo específica especiais (g/mL) Óleo de Líquido oleoso, límpido, amarelado, inodoro 0.915 – Armazenado em recipiente hermético, algodão ou quase inodoro. Insolúvel em água; 0.921 resistente à luz, em local frio (acima de levemente solúvel em álcool; miscível com 8oC) e seco. Administração crônica pode óleo mineral e outros óleos fixos. causar reações adversas. Óleo de Óleo claro, incolor ou amarelo claro, com 0.910 – Armazenado em recipiente hermético, amêndoas odor característico. Insolúvel em água; 0.915 resistente à luz, em local seco. Não sofre levemente solúvel em álcool; miscível com rancificação com facilidade. Absorve óleo mineral e outros óleos fixos. odores com facilidade. Não tóxico e não irritante. Óleo de Lìquido oleoso, incolor a amarelo pálido. 0.912 – Armazenado em recipiente hermético, amendoim Odor característico. Insolúvel em água; 0.920 resistente à luz, abaixo de 40oC, em local levemente solúvel em álcool; miscível com seco. Pode provocar reação alérgica fatal e óleo mineral e outros óleos fixos. sensibilização em crianças. Pode ser saponificado por álcalis. Laxativo acima de 60 mL Óleo de Líquido oleoso, amarelo pálido. 0.916 – Armazenado em recipiente hermético, gergelim Praticamente inodoro e com gosto suave. 0.922 resistente à luz, abaixo de 40oC, em local Insolúvel em água; levemente solúvel em seco. Pode sofrer rancificação se exposto álcool; miscível com óleo mineral e outros ao ar. Pode ser saponificado por álcalis. óleos fixos. Reações adversas são eventualmente reportadas. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Óleos Óleo de milho Líquido oleoso, claro, amarelo pálido. 0.914 – Guaradado em recipiente hermético, Fraco odor e gosto característico suave. 0.921 resistente à luz, em local seco. Pode Insolúvel em água; levemente solúvel em rancificar se exposto ao ar. Não deve ser álcool; miscível com outros óleos fixos. aquecido intensamente. Não tóxico e não irritante. Óleo de oliva Líquido oleoso, límpido, de amarelo a 0.910 Armazenado em recipiente hermético, verde pálido. Odor característico e gosto -0.915 resistente à luz, em local frio (acima de suave de noz. Insolúvel em água; 8oC) e seco. Pode sofrer saponificação por levemente solúvel em álcool; miscível com álcalis e oxidação na presença de agentes óleo mineral e outros óleos fixos. oxidantes. Demulcente e laxativo. Reações adversas são incomuns. Óleo de rícino Líquido transparente, amarelado, ou 0.957 – Armazenado em recipiente hermético, incolor. Inodoro, com leve sabor acre. 0.961 resistente à luz, em local seco, abaixo de Insolúvel em água e em óleo mineral; 25oC. Não tóxico e não irritante. Ação miscível com álcool e óleos fixos. terapêutica laxativa. Incompatível com oxidantes. Líquido oleoso, claro, amarelo pálido, com 0.916 – Estável se protegido da atmosfera. odor característico. Insolúvel em água; 0.922 Guaradado em recipiente hermético, levemente solúvel em álcool; miscível com resistente à luz, em local seco, abaixo de Óleo de soja óleo mineral e outros óleos fixos. 25oC. Adição de quelante pode retardar oxidação e desenvolimento de odor desagradável. Incompatibilidade: cloreto de cálcio, gluconato de cálcio, cloreto de magnésio, fenitoína sódica, cloridrato de tetraciclina e anfotericina B. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Veículos Xarope simples  líquido viscoso, translúcido, amarelado, preparado a partir da sacarose e água (solubilidade 1:0,5). Densidade específica acima de 1.30 g/mL. Precipitação de componentes dispersos é minimizada (suspensões). Veículo único ou associado. O pH do xarope simples encontra-se entre 4.5 e 5. Recomenda-se que o veículo seja armazenado em recipiente que impeça a passagem da luz (vidro âmbar), em local fresco e seco. 5 a 10% de polióis. Xarope BP  66,7% p/p; Simples (F.Bras)  85% p/p. Sorbitol  líquido viscoso, translúcido, incolor e inodoro. Solução aquosa a 70%p/p com densidade relativa igual a 1.293 g/mL a 25oC e índice de refração de 1.458. Veículo único, solvente auxiliar ou edulcorante. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Cossolventes Propilenglicol  líquido claro, incolor, viscoso, praticamente inodoro, com densidade relativa de 1.035 a 1.040 g/mL e índice de refração igual a 1.431 a 1.433, a 20oC. O PPG é miscível com água e etanol e imiscível com óleo mineral e óleos fixos, mas pode dissolver alguns óleos essenciais. É higroscópico, devendo ser armazenado em recipiente hermético, ao abrigo da luz, calor e umidade. Temperaturas elevadas e exposição ao ambiente podem causar formação de peróxido. PPG é considerado melhor solvente que a glicerina e dissolve corticosteróides, fenóis, sulfas, barbituratos, vitaminas A e D, alcalóides, anestésicos locais e parabenos. A concentração recomendada em soluções orais é de 10% a 25%. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Cossolventes Glicerina  álcool triídrico, viscoso, untuosa ao toque. É higroscópica, incolor, clara, inodora e ligeiramente adocicada. Usualmente empregada em baixa concentração nas formulações orais líquidas. Densidade relativa a 25oC é 1.262 g/mL. Miscível com etanol, PPG e água. Imiscível com óleos. Pode se decompor por aquecimento e em condições inadequadas de armazenagem. Em temperaturas baixas, pode cristalizar. Estocada em recipiente hermético, em local frio e seco. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Cossolventes Polietilenoglicóis (200 a 600)  líquidos viscosos, claros, incolores a ligeiramente amarelados. Apresentam odor característico e sabor ligeiramente amargo. A densidade relativa dos graus líquidos compreende-se entre 1.11 a 1.15 g/mL. Podem sofrer oxidação e devem ser armazenados em recipientes herméticos, ao abrigo da luz, calor e umidade. Recipientes de alumínio, aço ou vidro são preferíveis. A eficácia de parabenos pode ser diminuída na presença dos PEGs, assim como a atividade antibacteriana de penicilinas e da bacitracina. Incompatíveis com alguns corantes. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Cossolventes Etanol  quantidades variáveis. O termo álcool, sem qualquer outra qualificação, refere-se ao etanol 96º (94.9 – 96.7% V/V). É um líquido claro, incolor, volátil, com odor e sabor característicos. Miscível com glicerina e água (contração de volume: ligação de H). Densidade específica: entre 0.8119 - 0.8139 g/mL a 20°C. Atividade antibacteriana (inativado na presença de tensoativos não-iônicos). Inefetivo contra esporos. Age sobre o SNC  uso em medicamentos é controverso. Recomendação FDA  quantidade de álcool não deve produzir, por dose administrada, concentração plasmática > que 25 mg/100 mL. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Formulação - Soluções Composição Flavorizantes Edulcorantes Corantes FF mais atraente e palatável Estabilizantes Conservantes IA(s) Co-solventes Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Transposição - Soluções Considerar: - Cominuição - Aquecimento - Agitação - Clarificação - Envase - Esterilização Equipamentos: - Moinhos - Tanques  simples, parede dupla, com vácuo, de espera - Dispositivos  peso/medida - Filtros - Tubulações - Envasadeira Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Produção - Soluções Adição dos solutos Pré-solubilização Agitação / Aquecimento  Homogeneização Adição de voláteis/termolábeis Filtração (vácuo, pressão)  Limpidez  Tanque de espera Envase Até 80 ° C Gravidade/Volumétrico/Pressão Calor  IA em elevada concentração, de dissolução lenta, baixa solubilidade. Substâncias voláteis ou termolábeis  controle; Sistema de agitação (âncora, hélice) x velocidade (η e bolhas); Espessantes  dispersão prévia. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Produção - Xaropes Tanque 1. Preparo do xarope Tanque 2. Adição de componentes Tanque 3. Espera após filtração Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Produção - Equipamentos Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Produção - Equipamentos Agitação por âncora Agitação helicoidal Agitação turbulenta radial Agitação turbulenta por rotor Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Produção - Equipamentos Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Produção - Equipamentos Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Formulação - Suspensões Características desejáveis Eficácia terapêutica Estabilidade química Boa aparência Conservação adequada Sedimentação lenta e dispersão com agitação suave Tamanho das partículas Escoar com rapidez e permanecer constante uniformidade no recipiente Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Formulação - Suspensões De acordo com a equação: Vs = d2(ρ i-ρ e)g 18η A velocidade de sedimentação (Vs) das partículas em suspensão: • Será menor, quanto menor for a partícula. Reduzindo o tamanho da partícula da fase dispersa, a Vs será diminuída; • Será menor, quanto menor for a densidade das partículas em suspensão; • Será menor, quanto maior a viscosidade do meio dispersante, dentro de certos limites. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Formulação - Suspensões Indesejável Desejável Sedimento defloculado: Sedimento parcialmente * sobrenadante turvo floculado: * partículas com sedimentação * sobrenadante límpido lenta * sedimento pouco compacto * difícil redispersão * fácil redispersão sob agitação Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Formulação - Suspensões Flavorizantes Edulcorantes Corantes FF mais atraente e palatável s nte Floculante Espessante olve C o-s Colóide Estabilidade protetor IA Modificadores de pH Tensoativos Tamponantes Antioxidantes Conservantes Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Formulação - Suspensões Pontos críticos: - Micronização  máximo de 50 µ m; - Agente suspensor  não formar grumos (gelificam). Hidratação (tempo e temperatura) ou mistura com sacarose; - Agitação (misturador de rotor ou turbina)  cisalhamento moderado. Intenso destrói aglomerados; - IA e suspensor  dispersão lenta, com vibração, sob pressão. Dispositivos para descarga lenta, vibração; - Pressão  desaeração e aumento da molhabilidade; - Homogeneização  passagem por homogeneizadores; - Moinho coloidal  cisalhamento intenso; - Envase  sob agitação; - Esterilização. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Equipamentos - Suspensões Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Parâmetro avaliados Soluções: Volume médio, DP, CV; Teor; Suspensões: Limpidez. Volume médio, DP, CV; Teor e UC; Viscosidade; VS e resuspensibilidade. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Formas farmacêuticas semissólidas: cremes, géis, pomadas, pastas Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Semissólidos Generalidades Sistemas emulsionados  fases aquosa, oleosa e emulsificante. Cremes Aplicação na pele ou mucosas com ação medicamentosa ou cosmética. Melhor espalhabilidade e aceitação. Aplicação na pele ou mucosas com ação medicamentosa ou potetora Pomadas (emoliente, lubrificante). Bases: hidrocarbonetos (ceras e óleos) e hidrossolúveis (PEGs) ou absorção e removíveis com água. Pomadas que possuem elevado conteúdo de sólidos insolúveis (óxido de Pastas zinco). São para aplicação na pele e, por serem mais higroscópicos, absorvem melhor os exsudatos. Dispersões coloidais caracterizadas pela presença de agentes Géis gelificantes (polímeros) dispersos em água ou em mistura hidro alcoólica. Comportamento tixotrópico. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Sistemas emulsionados Manutenção da estabilidade  Lei de Stoke Vs = d2(ρ i-ρ e)g 18η Considerar parâmetros: - Homogeneização  energia mecânica para quebrar fase dispersa; - Temperatura; - Velocidade de homogeneização. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Produção - Sistemas emulsionados Fase interna Fase externa Emulsão Método convencional acabada Método da Fase interna Fase externa 1 inversão (O/A) Emulsão Emulsão concentrada acabada Economia de energia Fase externa 2 térmica e mecânica. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Produção - Sistemas emulsionados *Fusão dos flóculos: Preparação da batedeira ou tanque fase oleosa com aquecimento e agitação Preparação da fase aquosa Dissolução e filtração *Sólidos untuosos: - Fusão prévia e transferência bombeamento. Simultânea Agitação contínua Mistura Dispersa na dispersante não turbulenta, Dispersante na dispersa à 70oC Homogenização Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Produção - Equipamentos Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Produção - Equipamentos Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Formulação – Sistemas coloidais Teoria: - Sistema sol-gel. Sóis  dispersão e/ou formação de partículas carregadas ou não, com diâmetros típicos de 1-100 nm em meio líquido; - Agregação  coleção de partículas em grupo; - Coagulação  partículas agregadas de modo bem próximo, de difícil redispersção (mínimo primário da DLVO); - Floculação  agregados com estrutura aberta, na qual partículas permanecem à pequena distância (mínimo secundário da DLVO); - Teoria D (Derjaguin) L (Landau) V (Verwey) O (Overbeek)  partículas que formam sóis estão em movimento contante e sujeitas à 2 forças: interações eletrostáticas (repulsão) e interação de van der Waals (atração); Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Formulação – Sistemas coloidais Teoria: - Teoria DLVO  explica a instabilidade dos agregados; Se o máximo de energia potencial for grande em comparação com a energia térmica das partículas, o sistema deverá ser estável, caso contrário, passa a gel. Floculação controlada Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Produção – Semissólidos Principais problemas das EMULSÕES: - Creaming  cremagem. Reversível sob agitação mas  possibilidade de coalescência: uso de colóides hidrofílicos e agentes de η e homogeneização; - Boa estabilidade quando fase interna compreende-se entre 20 e 60% da formulação; - Floculação  agregação em aglomerados frouxos. Gotículas conservam identidade mas comportam-se como unidade física. Precede coalescência; - Coalescência  achatameto das gotículas, perda de forma esférica e  da área superficial. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Produção – Semissólidos Pontos críticos: - Tipo e quantidade de tensoativos; - Aumento indesejado na consistência de emulsões  alto grau de divisão das gotículas.  velocidade de agitação; - Boa textura e estabilidade  0.5 e 2.5 µ m; - Arrefecimento  lento; - Incorporação de ar  degradação, enchimento e UC.  velocidade de agitação e trabalho in line, sob vácuo; Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Produção – Semissólidos - Homogeneização  ao final do processo (moinhos) e/ou durante (misturador-homogeneizador = in line); - Força mecânica que causa redução por  cisalhamento, turbulência, impacto e formação de bolhas (implosão); - Homogeneizadores  alta pressão, rotor-estator, microfluidizador e por ultrassom. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Produção – Semissólidos Pontos críticos: - Grau de hidratação do gel  pH, PM do polímero, concentração e tempo - Equipamentos  design com raspagem nas paredes; - Incorporação de sólidos insolúveis  micronizados; - Transferência  bombeamento à vácuo ou gravidade. - Enchimento  gravidade ou pressão; - Esterilização  método compatível. Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Microemulsão Sistema fluido e translúcido obtido pela titulação de uma emulsão simples até clarificação. Dispersões de A e O estabilizadas por um emulsionante + co-emulsionante. Sistema transparente, termodinamicamente estável, com partículas de tamanho menor que 1,0 μm. Adição de quantidades elevadas de emulsionantes para estabilizar a grande área interfacial criada pelos nanoglóbulos e a adição de co-emulsionantes para garantir η adequada. Vantagens  intensidade, duração da agitação, temperatura e tempo de emulsificação  ou eliminados. É possível esterilização por filtração. Boa biodisponibilidade. Desvantagens  grante quantidade de tensoativos, scale up e caracterização (CQ). Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova
    • Tecnologia Farmacêutica Profa. Janaina Villanova