Delineamento de formas farmacêuticas

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    Delineamento de formas farmacêuticas - Presentation Transcript

    1. Delineamento de formulações Tecnologia Farmacêutica 1o semestre 2008
    2. Desenvolvimento racional do produto evita re-trabalho e melhora rendimento. Formulação robusta  insensível à variações. Propriedades físicas apropriadas; Não sensível às condições do processo; Apresenta fácil transferência de escala; Vida útil aceitável; Elegante e com boa aceitação; Liberação do PA adequada e consistente.
    3. Etapas do desenvolvimento de formulações: • Pré-formulação  identificação das propriedades físico-químicas dos IAs e excipientes; • Formulação  seleção dos excipientes; • Estabilidade acelerada; • Scaling up  transferência de escala. Relatos de alterações nos produtos. Scale down; • Controle em processo (fase industrial); • Validação do processo; • Estabilidade em prateleira; • Registro e lançamento. Formulações tradicionais  tecnologia primária.
    4. Pré-formulação  estudos feitos em novos IAs e excipientes • Solubilidade; • Dissolução intrínseca; • Coeficiente de partição; • pKa; • Estabilidade  molécula suscetível de hidrólise, oxidação ou fotodegradação? • Partículas  abrasividade, tamanho médio, distribuição, forma, densidade, porosidade, higroscopia, ângulo de repouso, capacidade de indução de cargas eletrostáticas, polimorfismo  influencia bulk  compressão e consolidação.
    5. Ângulo de repouso Índice de Hausner Compressibilidade Fluidez - variação no volume - quanto menor o ângulo de repouso aparente após 500 batidas. (~25 ), melhor o fluxo; o - densidade aparente elevada; V x 100 - indução de cargas; - granulometria; V0 - formato esférico.
    6. Polimorfismo Acetaminofeno  2 polimorfos; Clorpropamida  3 polimorfos; Palmitato de cloranfenicol  3 polimorfos; Cloridrato de ranitidina  2 polimorfos; Acetato de cortisona  4 polimorfos; Citrato de tamoxifeno  2 polimorfos; Etambutol  3 polimorfos. Estabilidade Oxidação Fotodegradação Dipirona Nifedipina Hidrólise Captopril Dipirona Penicilina Hidroquinona Hidroquinona Enalapril, maleato Ácido ascórbico AAS Nitrofurazona Isotretinoína Diazepam Riboflavina Cetoconazol Procaína Pantoprazol Estatinas
    7. Exercem influência  forma farmacêutica, processo produtivo e biodisponibilidade Propriedade Influência na FF Tamanho e forma da peso, desintegração, dissolução, partícula UC Densidade e peso, UC, dureza, dissolução, granulometria desintegração Área superficial e desintegração, dissolução, película porosidade de revestimento Hidratação estabilidade físico-química, dissolução, desintegração Forma polimórfica e peso, dureza, UC, dissolução, grau de cristalinidade desintegração Solubilidade dissolução
    8. Etapa de formulação envolve: • Tempo; • Execução de ensaios de CQ; • Estudos de estabilidade sob stress; • Lote piloto (RE 2.999/06)*; Cus to • Ajustes de processo e produto; • Validação de processos; • Auxílio do setor regulatório; • Transposição (scaling up)  características de qualidade alteradas. Tentativa/erro. *Reproduzir, ao máximo, condições técnicas, operacionais e de processos, inclusive equipamentos; 3 lotes x 10% do previsto ou menor capacidade. 1o = ajustes, 2o e 3o = comprovação e validação. Dose < 0,99 mg = lote real; Registro indeferido  lote destruído.
    9. Cus to
    10. Parâmetros críticos na transfrência de escala Condições no ambiente de produção  temperatura, UR, iluminação, vibração, etc); Diferenças tecnoloógicas  equipamenos diferentes; Segregação em misturas e fluxo do bulk; Granulação e secagem pobres ou excessivas; Força e velocidade de compressão excessivas; Características das matérias-primas; Construção de planta piloto; Uso de DOE; Desenvolvimento e acompanhamento; Nova tecnologia.
    11. Desafios mais comuns para líquidos: • Solubilidade  escolha do solvente/veículo; Estabilidade  física, química e microbiológica; • Produtividade. Solventes  água, PPG, glicerina, sorbitol, PEG 400, etanol*, óleo de algodão, de gergelim, de milho, etc. Veículos  xarope simples, glicose líquida, sorbitol. Termos descritivos No de partes do Solubilidade Português (inglês) solvente para 1 de soluto (mg/mL) Muito solúvel (very soluble – vs) Menos de 1 ≥ 1.000 Facilmente solúvel (freely soluble – fs) Entre 1 e 10 100 – 1.000 Solúvel (soluble – s) Entre 10 e 30 33 – 100 Ligeiramente solúvel (sparingly soluble – sps) Entre 30 e 100 10 – 33 Pouco solúvel (sligthly soluble – ss) Entre 100 e 1.000 1- 10 Muito pouco solúvel (very sligthly soluble – vss) Entre 1.000 e 10.000 0.1 – 1.0 Praticamente insolúvel (practically insoluble – pi) ≥ 10.000 < 1.0 Solubiliza na bancada e precipita no tanque. Por quê?
    12. Desafios mais comuns para líquidos: • Solubilização  dispersão molecular; • Troca de solvente  constante dielétrica (água ε ≅ 80, xarope simples ε ≅ 67, álcool etílico ε ≅25, propilenoglicol ε ≅ 32, glicerina ε ≅ 43, óleo de girassol ε ≅ 13, de algodão ε ≅ 3; • Uso de co-solvente ou sistema solvente  sertralina HCl em glicerina e 10% de etOH, nifedipina e nimodipina em glicerina e PEG 400, parabenos em PPG; • Uso de solubilizantes  Tween® 20, 60, 80, Cremophor® EL, RH40; • Ajuste de pH  furosemida pi em água, requer pH de 8-9.3; loratadina requer pH entre 2.5 e 3.1; • Formação de complexo  acetato de hidrocortisona, indometacina, itraconazol, glibenclamida com ciclodextrina.
    13. Líquidos Fechamento de ampola a quente  não dá para fazer em scaling up. Pode causar calcinação. Capacidade do tanque de produção x quantidade proposta  capacidade 4.000 L  400 L (piloto)  40 L (piloto reduzido)  4 L (bancada).
    14. Líquidos orais (principalmente OTC): • Correção do sabor  fundamental; • Edulcorantes e flavorizantes; L-carbocisteína = abacaxi Dipirona = caramelo N-acetilcisteína = laranja Ranitidina = uva; Ciclamato  > 0.5% residual amargo. Ideal = 0.17%; Aspartame  gosto melhor, insolúvel em água; Sacarina  0.6% em soluções. Associada. Sabor Flavorizantes Doce Baunilha, tutti-frutti, uva, cereja, morango, frutas em geral Salgado Anis, noz, amendoim, hortelã, baunilha, caramelo Metálico Marshmallow, lima, limão, laranja, guaraná, groselha Amargo Anis, café, chocolate, cacau, caramelo, menta, hortelã, laranja, toranja (grapefruit), cereja, framboesa, pêssego, xarope de acácia Ácido Limão, toranja (grapefruit), laranja, abacaxi, cereja, groselha,
    15. Desafios mais comuns para suspensões: • Crescimento de cristal  temperatura e solubilidade; • Pobre re-dispersibilidade  aglomeração, defloculação; • Sedimentação rápida  viscosidade do meio, tamanho de partícula; • Contaminação microbiana  conservante solúvel em água (ácido sórbico e benzoato de sódio). Correções: • Floculação controlada  adição de molhantes, eletrólitos, colóides protetores, espessantes. • Lei de Stoke Suspensões V = d 2 x (ρ 1 - ρ 2) x g Emulsões 18 η
    16. Floculação controlada  adição de eletrólito reduz o potencial zeta (ζ) Sistema parcialmente floculado Partículas formam aglomerados frouxos; Sedimentação rápida; Sedimento constituído de flocos grandes; Sedimento ocupa grande espaço; Fácil redispersão; Sobrenadante claro.
    17. Desafios mais comuns para emulsões: • Coalescência  separação de fases; • Cremagem  flutuação; • Conservantes  fase aquosa ou interface; • Incorporação de bolhas de ar   uniformidade de peso e conteúdo, oxidação. Correções • Bases autoemulsionantes; • Velocidade de agitação; • Ausência de O2  reatores à vácuo; • Passagem em moinho coloidal ainda quente.
    18. Desafios mais comuns para sólidos: Segregação durante mistura: Se há mais de 10% de fármaco, a mistura direta proporciona homogeneidade satisfatória. Entre 0.5 e 10 %, executar pré-mistura geométrica; • Granulometria  comprimidos de até 11 mm = granulado ≤ 1 mm; > que 11 mm, grânulos com 1.5 mm; • Fluxo e compressibilidade  paracetamol, mebendazol e albendazol têm baixa compressibilidade (e baixa dissolução); • Umidade residual no granulado  3 e 4%.  = adesão. Umidade baixa = coesão prejudicada. • Operações unitárias:
    19. Desafios mais comuns para sólidos: Higroscopia  dietilpropiona, carnitina, metformina, atenolol (podem deliquescer). Extratos secos;  ou  força de compressão e espaço na matriz; Nifedipina  pi em água. Reduzir partículas. Fluxo? • Efervescentes  UR de 10% e 18oC. • Scale up em excêntrica e lote em rotativa. • Estearato de magnésio  lubrificação ótima, mas tem baixa dissolução e diminui dureza. Substituir parte por talco (hidrofóbico); • Amido  baixa compressibilidade e capping. • Excesso de força  capping (72 H). Reprocesso.
    20. Desafios mais comuns para sólidos: • Dissolução; • Biodispnibilidade  SCB. O SCB foi desenvolvido em 1995 por Gordon Amidon e colaboradores, para isentar medicamentos de ensaios de bioequivalência e classifica os fármacos com base nos parâmetros fisiológicos solubilidade (alta ou baixa) e permeabilidade intestinal (alta ou baixa). Alta solubilidade  > dose solúvel em 250 mL (pH 1-8). Alta permeabilidade  dose absorvida é > 90%. Dissolução rápida  ≥ 85% em 30 minutos.
    21. Desafios mais comuns para sólidos: • Dissolução; • Biodispnibilidade  SCB. Sistema de Classificação Biofarmacêutico - SCB Extraída de: FLACH, A.O.P.; DALLA COSTA, T. Avaliação dos critérios de isenção de estudos de bioequivalência in vivo para medicamentos orais em forma farmacêutica sólida de liberação imediata. Caderno de Farmácia, v. 15, n. 2, p. 49-58, 1999.
    22. Dissolução Para que um fármaco seja ABSORVIDO, ele precisa antes ser DISSOLVIDO. O processo pelo qual as partículas dissolvem-se é dito DISSOLUÇÃO. • Teste de dissolução  % de fármaco liberado no meio em dado tempo. 1 ponto. • Perfil de dissolução  % de fármaco liberado em intervalos definidos. Curva.
    23. Comprimido desintegração desgranulação Grânulos Pós ou cápsula DISSOLUÇÃO Suspensão Absorção Solução Fármaco Solução Fármaco no em solução intravenosa sangue
    24. Dissolução  Execução dos ensaios de dissolução  qualidade de acordo com especificações.  Ferramenta do CQ.  Problemas de biodisponibilidade podem ser previstos e minimizados.
    25. Excipientes
    26. Conceitos Conceito tradicional de EXCIPIENTES (Prista, 1995; Le Hir, 1997): - componentes simples; - capazes de facilitar a administração; - empregados para proteger o fármaco; - usados na diluição do ingrediente ativo; - química e farmacologicamente inertes; -diluentes para FFS; veículos para FFL; bases galênicas para FFSS.
    27. Contribuíram para evolução do conceito:  criação de seções específicas para os excipientes no National Formulary (Formulário Nacional);  inclusão de monografias na United States Pharmacopeia (USP/NF);  criação do Conselho Internacional de Excipientes Farmacêuticos (International Pharmaceutical Excipient Councils – IPEC) em 1991;  publicação do Handbook of Pharmaceutical Excipients (1a edição em 1986);  Necessidades do setor;
    28. Conceitos Segundo Ansel, Allen e Popovich (2000): - “ingrediente inativo para a FF”; - “agentes não medicinais com funções variadas e específicas”; - “Adjuvantes: solubilizam, suspendem, espessam, emulsificam, estabilizam, diluem, conservam, colorem, aromatizam e permitem a manipulação”.
    29. Conceitos Segundo o Pharmaceutical Ingredients (2001): “a forma farmacêutica (FF) contém ingredientes ativos (IA) e outros materiais inativos, também conhecidos como excipientes. O comportamento da FF é dependente de variáveis do processo e da inter-relação entre os vários excipientes e seu impacto sobre o ativo”. ativo
    30. Segundo o International Pharmaceutical Excipients Council – IPEC (2005): “são constituintes essenciais, que garantem o essenciais desempenho do medicamento e otimizam a obtenção do efeito terapêutico”. “É qualquer substância, diferente do fármaco ou pró-fármaco, que tem sua segurança avaliada e, a partir de então, pode ser
    31. Categoria 1. Exercem influência na estabilidade Química Microbiológica Física Antioxidantes Conservantes Tensoativos Complexantes Doadores de viscosidade Tamponantes Colóides protetores Alcalinizantes / acidificantes Eletrolítos Categoria 2. Exercem influência na liberação e absorção do fármaco Desintegrantes Tensoativos Modificadores da liberação (agentes formadores de matriz e agentes de revestimento) Plastificantes Promotores da penetração Agentes adesivos Categoria 3. Exercem influência na preparação Agentes emulsificantes (Emulsões) Agentes molhantes (Suspensões) Agentes gelificantes (Géis) Agentes diluentes, lubrificantes, aglutinantes, adsorventes (Formas sólidas) Solventes, co-solventes (Formas líquidas) Categoria 4. Funções diversas Umectantes Levigantes Intermediários Corantes Edulcorantes Flavorizantes Isotonizantes Veículos
    32. Inércia física e química: Segurança  qualquer substância pode modificar a liberação, estabilidade e a biodisponibilidade do IA.  Reatividade: presença de grupos funcionais alcoólicos, grupos terpênicos (flavorizantes), iodo (corantes), espécies complexantes, grupamentos redutores, presença de centros quirais. Inatividade farmacológica e toxicológica: Lactose  intolerância. Manitol e MCC  laxativa.
    33. Do ponto de vista regulatório (FDA) – 3 categorias:  Primeira  Reconhecidos como Seguros = Generally Recognized As Safe – GRAS (já utilizados em indústrias alimentícias);  Segunda  obtidos por modificação estrutural naqueles da primeira categoria;  Terceira  nunca foram empregados (FF específicas).  Produção, distribuição e uso. Segurança  Interações.  Toxicidade.
    34.  Produção, distribuição e uso  presença de impurezas de síntese; condições inapropriadas de Segurança armazenagem e transporte e uso incorreto .  Interações  interações físicas e/ou químicas.  Toxicidade  toda uma população ou população específica. Pode ser desencadeada mesmo por substâncias “GRAS”. Desencadeada por grupamentos químicos específicos.
    35. “A presença de impurezas na forma de peróxido (ROO.) em excipientes, especialmente os poliméricos, é a principal fonte de oxidação em formulações independente da forma farmacêutica”. (Waterman et al., 2002) “Aminas (N), sulfitos, dissulfitos e sulfóxidos (S) e fenóis são sítios comuns para indução de oxidação por transferência de elétrons.” (Waterman et al., 2002)
    36. “O fenômeno de fotodegradação é extremamente complexo, uma vez que a reação de fotodecomposição pode ocorrer na própria molécula absorvente (IA ou excipiente), que, também pode agir como fotossensibilizante ou ser fotossensibilizada.” (ALBINI, FASANI, 1998; TØNNESEN, 2002; FLORENCE, ATTWOOD, 2003; GENNARO, 2004; YOSHIOKA, STELLA, 2004; PIECHOCKI, THOMA, 2007) Segundo Tønnesen (2001) “excipientes podem iniciar, propagar ou participar de reações de
    37. “Do ponto de vista da segurança dos excipientes é importante observar que as formulações devem ser simplificadas. O número de excipientes deve ser reduzido a um mínimo possível, ou seja, uma preparação deve conter somente componentes essenciais”. (Crowley, 1999; Robertson, 1999) “Cápsulas podem ser preparadas contendo somente o diluente e um lubrificante, quando necessário”. (Stegeman, 2002; Allen, Ansel, Popovich, 2005)
    38. Recomendações para seleção dos excipientes Critérios a serem observados: • Escolha da forma farmacêutica; • Liberação esperada  IR ou MR; • Excipiente  monografia compendial; • Número de excipientes  menor possível; • Incompatibilidades  não deve haver; • Características do IA  conhecidas; • Produção e CQ  não devem ser prejudicados.
    39. Estudos de casos
    40. Ingrediente ativo: acetaminofeno (paracetamol) Fórmula molecular: C8H9NO2 Peso molecular: 151.2 Ação: é um derivado do p-aminofenol, com atividade analgésica e antipirética, de fraca ação antiinflamatória, utilizado no tratamento da dor leve a moderada. É o fármaco de escolha para a terapia infantil... Características: pó cristalino branco, inodoro e com leve sabor amargo. Exibe polimorfismo. O pó funde-se entre 168 e 172oC. Propriedades farmacotécnicas: baixos escoamento e compressibilidade e tendência ao capping. Solubilidade: é ligeiramente solúvel em água, cerca de 1 g em 70 mL (25oC). Estabilidade: quando puro e seco é estável em temperatura inferior a 45oC. Estável em solução. Armazenagem: deve ser protegido da luz, da umidade e do calor. Armazenar a temperatura ambiente (25oC). Dose máxima usual: pode variar entre 500 mg e 1.000 mg. Classificação biofarmacêutica: existem diferentes classificações para o paracetamol no SCB: segundo Kasim e colaboradores (2004), o fármaco pertence à classe IV. Conforme Kalantsi e colaboradores (2006), pertence à classe III.
    41. Componentes Quantidade (%) Paracetamol 20 Glicerina PEG 400 50 d = 1.25 g/mL Água purificada 20 PPG 15 PPG Glicerina 10 d = 1.04 g/mL Glutamato monossódico 0.1 Flavor hidrossolúvel de banana 0.5 PEG 400 Sacarina sódica 0.17 d = 1.11 g/mL Metabissulfito de sódio 0.05 PEG 400 q.s.p. 100 Qual é a forma farmacêutica? Como “medir” o PEG, o PPG e a glicerina?
    42. Componentes Quantidade Paracetamol 500 mg Celulose microcristalina (Microcel® PH 102) 116.75 mg Talco 20 mg Aerosil® 3.75 mg Estearato de magnésio 7.5 mg Amido glicolato de sódio (Explosol®) 22 mg Características Qual é a função Peso 670 mg de cada componente? CV ± 1.5 Qual a via de Tempo de desintegração < 25 seg obtenção? Friabilidade < 0.7% Justifique. Dureza > 70 N Existe outra Punção 12 mm alternativa para Teor 500 mg produção?
    43. Ingrediente ativo: mebendazol Fórmula molecular: C16H13N3O3 Peso molecular: 295.3 Ação: agente anti-helmíntico. Características: pó branco ou ligeiramente amarelado, inodoro. Exibe polimorfismo. O pó funde-se a ~288.5oC. Solubilidade: é praticamente insolúvel em água. Propriedades farmacotécnicas: baixos escoamento e compressibilidade. Estabilidade: presença de anel imidazólico torna-o suscetível de fotodegradação. Sofre decomposição térmica. Armazenagem: deve ser protegido da luz, da umidade e do calor. Dose máxima usual: 500 mg. Classificação biofarmacêutica: classe II (alta permeabilidade e baixa solubilidade).
    44. Componentes % 4. Mebendazol 2 Características 1. Viscocel® SC-681 22 pH 4 - 4.5 1. CMC (2000 cps) 0.19 Viscosidade 400 cps 2. Sacarose 32 Resuspensibilidade Fácil 4. Sorbitol 70% 10 Separação Não 4. Tween® 80 0.2 Cor Vermeha 3. Metilparabeno 0.2 Teor 20 mg/mL 3. Propilparabeno 0.02 4. PPG 2 Qual é a função de 3. Flavor de morango 1 cada componente? 5. Corante vermelho # 3 q.s. Como preparar? 6. Ácido cítrico q.s. pH 4.5 Qual a última etapa? 1. e 2. 100 Água purificada q.s.p.
    45. Componentes Quantidade Mebendazol 100 mg Celulose microcristalina (MC 101) 40 mg Amido 129.5 Talco 9 mg Estearato de magnésio 3 mg PVP K-30** (dissolvido em etanol) 10.5 mg Características • Qual é a função de Peso 300 mg cada componente? CV ± 2.5 • Qual a via de Tempo de desintegração < 2 min Friabilidade < 0.5% obtenção? Dureza > 60 N • Justifique. Punção 9 mm • Granulação  1.3 Teor 100 mg mesh e calibração?
    46. Ingrediente ativo: captopril Fórmula molecular: C9H15NO3S Peso molecular: 217,29 Ação: agente anti-hipertensivo, inibidor da ECA. Características: cristais brancos a quase brancos, com odor característico de enxofre. O pó funde-se entre 105 e 108oC. Solubilidade: é livremente solúvel em água. Propriedades farmacotécnicas: fluxo pobre. Estabilidade: o grupamento tiol oxida originando dissulfetos. Temperatura, metais pesados e umidade elevadas promovem a decomposição com formação dissulfeto de captopril (produto de degradação). Comprimidos e cápsulas podem conter, no máximo, 3% de dissulfeto de captopril. Instável em água, principalmente, em pH > que 4. Armazenagem: recipiente hermético, protegido da luz, umidade e calor. Dose máxima usual: 25 mg. Classificação biofarmacêutica: classe III (baixa permeabilidade e alta solubilidade).
    47. Componentes Quantidade Captopril 12.5 mg Celulose microcristalina (Microcel® MC 102) 45.5 mg Amido glicolato de sódio (Explocel®) 1 mg Lactose spray-dried 40 mg Estearato de magnésio 1 mg Características Peso 100 mg Qual é a função CV ± 2.5 de cada componente? Tempo de desintegração < 5 min Qual a via de Friabilidade < 1% obtenção? Dureza > 50 N Punção 7 mm Justifique. Teor 12.5 mg
    48. Componentes Quantidade Captopril** 50 mg Celulose microcristalina (Microcel® MC 102) 22.44 mg PVP K-30 (em etanol) 1.5 mg Lactose granular 44.9 mg Estearato de magnésio** 1.2 mg Granulação 1.3 mesh Calibração 0.9 mesh Características Qual é a função de Peso 120 mg cada componente? CV ± 2.5 Quais as alternativas Tempo de desintegração < 5 min para a produção? Friabilidade < 0.6% Justifique. Dureza > 50 N Por que não existe Punção 7 mm captopril na forma líquida Teor 50 mg oral?
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