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Projeto de Teoria e Prática da Alfabetização

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  • Uauu!! Para pessoas como que eu, que não atuam em sala de aula, o projeto de vocês está super enriquecedor, embora tenha entendido que o objetivo do projeto era constar as considerações finais das entrevistas, e respostas das observações (perguntas) levantadas por ela. Mesmo assim: parabéns!
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  • 1. PROJETO INTERDISCIPLINAR
    TEORIA E PRÁTICA DA
    ALFABETIZAÇÃO
  • 2. Instituto A Vez do Mestre
    Pedagogia
    Professora
    Mônica Machado Guimarães de magalhães
    Alunas:
    Janaína da Costa Melo
    Mônica Amand Torres Kaltenecker
    Ana Thereza Castro e Silva
    Alessandra Cordeiro Pitanga
  • 3. Educação Infantil
    Professora e pedagoga Lúcia Regina Martins
    Trabalha a 18 com Ed. Infantil.
  • 4. Linguagem Escrita e oral- Alfabetização
    Priorizo na Educ. Infantil atividades de expressão, desenhar, cantar, dançar, jogos de construção, poesia, brincar e etc. Atividades que ao meu ver são essenciais para a formação da identidade e da personalidade da criança, além de serem fundamentais para apropriação efetiva da escrita, também favorece o desenvolvimento da linguagem oral. Eu utilizo também a criação de brinquedos como fantoches de sucata. Quando partilhamos com uma criança a reinvenção de um objeto, estamos também levando-a a descobrir o encanto escondido nas coisas simples ou consideradas descartáveis. Isso é muito mais do que uma forma de brincar; a criação de brinquedos é uma proposta de mudança na forma de ver as coisas, é um convite para uma pequena aventura, promovendo na criança o desenvolvimento da consciência e da personalidade. Trabalho com a linguagem oral a todo momento por meio de contação de histórias, de brincadeiras, conversas, teatros e investigação. Utilizo a escrita em situações que tenham sentido para elas, através dos livros, receitas , bilhetes, poesias, a escrita do próprio nome e do nome dos amigos da turma, a escrita espontânea após a atividade lúdica, as vogais, números, criação de história e novidades do dia. Elas sabem que tudo que falamos, escrevemos, então querem reproduzir o tempo todo.
     
  • 5. Grafismo Edc. Infantil
    O grafismo é a primeira escrita da criança.
    Os desenhos das crianças refletem o quanto elas assimilaram das experiências vividas, pois baseiam-se no conhecimento que elas têm do mundo.
    É o meio mais expressivo de como melhor compreende-las. Através do desenho, simbolizamos desejos, conflitos e pensamentos. A criança utiliza-se do desenho para comunicar-se. Elaboro uma pasta contendo a evolução do grafismo da criança, e é notório como essa evolução é extremamente significativa.
     
  • 6. GRAFISMO– EDUCAÇÃO INFANTIL
     
    A evolução do grafismo se faz em ritmo pessoal,com um sentido que lhe é próprio.Entretanto, características comuns aparecem
    nas representações gráficas de todas as crianças, dando origem a diversas classificações, por diferentes autores, dos estágios de desenvolvimento gráfico.
  • 7. Expressão Plástica – Edc. Infantil
    A expressão plástica na educação infantil é um terreno propício para o desenvolvimento da criatividade através de uma liberdade criadora. Para a expressão plástica exploro várias técnicas de artes. Elaboro técnicas que resulte uma aplicação: relato da criança, debate, compartilhar essas experiências afetivas. Trabalho com a interdisciplinaridade entre as artes plástica, as modalidades artísticas, teatro, dança, canto e instrumentos. Confecciono objetos com sucatas, trabalho com reciclagem sempre conscientizando sobre o meio ambiente. Possibilitando sempre que a criança adquira conhecimentos sobre a realidade física; enquanto manipula objetos, está vivenciando experiências, descobrindo as características dos materiais, sentindo seus limites e construindo as bases para a futura compreensão de conceitos.
     
  • 8. Expressão Sonora e Corporal – Educ. Infantil
    Através da expressão sonora e corporal trabalho a comunicação e expressão. O teatro é trabalhado como uma linguagem de expressão que promove desenvolvimento e aquisição de conhecimentos, sensibilidade e criatividade. É uma grande contribuição para o desenvolvimento da sociabilidade.Todos os conteúdos trabalhados, principalmente a rotina, são acompanhados por músicas. Identifico e exploro os elementos da música, timbre, intensidade, duração e altura para que a criança consiga interagir e se expressar. Trabalho o ouvir, o perceber os sons ao seu redor e a fala dos colegas. Brincamos com a música, inventando e reproduzindo gestos, transformando em prazer, satisfação e diversão a expressão sonora e corporal. Os exercícios de acompanhamento de estruturas rítmicas propostas propiciam conscientização sobre as possibilidades existentes, desenvolvem a capacidade de concentrar a atenção e de fazer discriminações auditivas.
     
  • 9. Alfabetização
    Professora e fonoaudióloga Fabiana Faria da Silva Santana 
    do primeiro ano, turma 202.
    . 17 anos de formada, 10na alfabetização, 4 na Ed. Inf. e 3 na Ed.  fund. I.
  • 10. Linguagem Escrita e OralAlfabetização
    Por ser uma etapa anterior da escrita, a linguagem oral se constitui num pré-requisito básico para a alfabetização e, conseqüentemente para a aprendizagem da leitura escrita.
    A alfabetização só deve ser iniciada depois que a criança é capaz de pronunciar corretamente todos os sons da língua. Por isso ao entrar para a escola, é esperado que a criança tenha vencido as etapas de compreensão e expressão da palavra falada, para que na época de sua alfabetização ela possa estar apta a desenvolver os estágios superiores da linguagem, que são respectivamente, a compreensão da palavra impressa - a leitura - e a expressão da palavra impressa - a escrita. Cabe ao professor a responsabilidade de através de situações concretas, envolver objetos e o próprio corpo do aluno, com atividades motoras, preparando a criança antes de expô-la a atividades gráficas.
  • 11. Escrever e falar significa relacionar o signo verbal, que já é um significado, a um signo gráfico. A evolução do grafismo em ritmo pessoa, com um sentido que é próprio a cada criança.
      O sucesso da criança na aprendizagem da leitura e da escrita depende de seu amadurecimento fisiológico, emocional, neurológico, intelectual e social.
    A criança aprende naturalmente a falar a linguagem do grupo em que vive. À escola cabe desenvolver a linguagem oral que o aluno traz, através da atividade pedagógica, que deve garantir a aprendizagem da leitura e da escrita.
  • 12. Alguns aspectos importantes no desenvolvimento da oralidade e da escrita da criança:
    -Desenvolvimento gráfico;
    -Desenvolvimento das habilidades de orientação espacial e temporal;
    -Desenvolvimento da coordenação viso motora;
    -Memória visual e auditiva;
    -Motivação para aprender;
    -Trabalhar leitura , contos e rimas estimulando o pensamento e a linguagem;
    -Produção do texto oral e escrito;
    -Ouvir sons iniciais e formais;
    • Desenhos livres e orientados;
    • 13. Cópia do desenho das vogais, sua junções formando palavras monossílabas.
    -O aparecimento das consoantes aos poucos;
    • Relacionar os símbolos gráficos, aos sons e aos movimentos das letras;
    • 14. Reproduzir graficamente e oralmente cada letra sílaba e palavra trabalhada.
  • Grafismo - Alfabetização
    A representação gráfica é um processo psicológico complexo,
    para o qual contribuem, também, aspectos culturais e neurológicos.
    O campo gráfico da leitura é uma construção cultural que a criança deve assimilar, para nós tem uma orientação esquerda- direita, de cima para baixo. Essa orientação pode ser trabalhada antes mesmo do início do processo de alfabetização.
    -Através da adoção do sentido direita - esquerda na realização de atividades com jogos pedagógicos;
    -Coloração de partes de figuras com cores diferentes, coordenando visão e habilidade Motora através de um modelo (olho segue a mão);
    -Desenhos livres e orientados;
    -Aquisição e/ou reforço da esquerda e direita no espaço geográfico;
    -Ordem verbal antes e depois (colorir o desenho que está antes do quadrado);
  • 15. Expressão Plástica – Alfabetização
    Devemos dar oportunidades para que as crianças se sintam úteis, pois assim, estaremos reforçando o seu autoconceito. Quando a criança sente que confiam nela, quando é estimulada a realizar tarefas, nas quais sua capacidade é reconhecida, torna-se realmente mais capaz. Para que a aprendizagem aconteça é preciso haver segurança por parte da criança. Não havendo prazer, a motivação intrínseca não existirá e o desenvolvimento da inteligência não estará sendo estimulado. A inteligência é construtiva e criativa.
    A atividade realizada só por obrigação não provoca um bom nível de desempenho. Segundo Piaget, a inteligência é criativa e se realimenta de seus próprios mecanismos gerais da ação. Trabalhar a percepção e a imaginação por meio de atividades de artes visuais, músicas e teatro, aproxima a criança das diversas formas de expressão. Através do seu auto-retrato, ela perceber as diferenças entre os seres, o que colabora para a conscientização da sua identidade, estabelecendo relação entre ela e a realidade com interesses e curiosidades. Comparar seus trabalhos com os das demais crianças favorece a produção artística pessoal respeitando a própria produção e a dos colegas.
  • 16.  Expressão Sonora e CorporalAlfabetização
    O corpo e as atividades sensoriais são consideradas como a fonte do desenvolvimento da inteligência e mais vitais e importantes do que qualquer habilidade acadêmica específica, ou qualquer modalidade de treinamento, para as crianças desta faixa etária.
    A expressão corporal corresponde a todos os movimentos gestuais e de postura que fazem com que a comunicação seja mais efetiva. Ela é utilizada para auxiliar na comunicação verbal, porém, deve-se tomar cuidado, por muitas vezes, a boca diz uma coisa, mas o corpo fala outra completamente diferente. A leitura corporal e uma ferramenta de comunicação poderosa, equivalente ao poder da palavra.
    Trabalhar com músicas para desenvolver a audição, o ritmo, para capacitar a competência estética das crianças, para que elas possam progressivamente apreciar, desfrutar e valorizar as diversas canções. Através das canções também trabalha-se atividades lúdicas e artísticas que desenvolvem a memória. Propor a construção de instrumentos e uma apresentação da criança para toda turma, visando promover autoconfiança e respeito pela expressão do outro. O ritmo dá a criança noção de duração e sucessão, no que diz respeito a percepção a sons no tempo. A falta de ritmo pode causar leitura lenta e silábica, com pontuação e entonação inadequada.
    Na escrita, a falta de ritmo contribui para a criança escrever duas ou mais palavras juntas, adicione ou omita letras ou sílabas. Brinquedos e rodas cantadas estimulam e desenvolvem a expressão rítmica.
     
  • 17. Considerações do grupo
    Entendemos que o professor é um educador que deve criar condições estimuladoras e desafiadoras à reflexão dos alunos. Esta possibilidade que o educador tem de criar, situa educador e educando como uma contínua possibilidade de vir a ser, de tomar decisões, de fazer escolhas e de refletir criticamente sobre elas. Portanto, não será adestrando o aluno a fornecer apenas as respostas esperadas que estaremos favorecendo a formação de seres livres e responsáveis.
    Não é possível discutir que tipo de trabalho deve desenvolver o educador sem antes nos fazermos algumas perguntas: Quais são os objetivos da Educação Infantil, da Língua portuguesa nas classes de Alfabetização? Que tipos de pessoas estamos interessados em formar: seres meramente adestrados ou seres capazes de encontrar soluções criativas para os problemas apresentados?
  • 18. A opção didática não é, portanto, uma questão simplesmente técnica ou formal, mas está diretamente ligada aos objetivos visados pela educação. A criança, ser essencialmente ativo , precisa desfrutar oportunidades de manusear, explorar, observar, identificar, enumerar, comparar, classificar e analisar objetos e situações do mundo que a cerca, de modo que vá, gradativamente e no seu próprio ritmo, se situando no mundo da natureza e da cultura.
    O objetivo fundamental da Educação Infantil parece-nos ser que os valores da criança sejam respeitados, bem como a sua forma peculiar de se expressar e de captar o processo de comunicação.
    Entendemos que para aprender a ler e escrever, o aluno precisa ter adquirido um nível suficiente de desenvolvimento intelectual, afetivo-social e físico. Além disso, é necessário que apresente certas funções específicas desenvolvidas, tais como: linguagem, percepção, lateralidade, orientação espacial e temporal, bem como esquema corporal. Sendo assim, a alfabetização implica uma atividade de interesse, motivação e maturidade. É condição também para que outras aprendizagens ocorram. Mas num sentido amplo, ler não se constitui num mero ato mecânico: o aluno deve compreender e dialogar com as idéias expressadas pelos sinais escritos.
  • 19. Alfabetizar, portanto, não seria somente assimilar o código escrito e decifrá-lo, mas saber utilizá-lo de maneira compreensiva e criativa.
    Percebemos nas entrevistas que o ensino da Língua Portuguesa foca a prática no dia a dia e mescla atividades de fala, leitura e produção de textos desde cedo sendo acompanhadas por atividades lúdicas envolvendo as mais variadas áreas de estimulação. Assim, professores e escola aceitam os valores diferenciados das crianças, aproveitando as inúmeras ocasiões surgidas nas salas de aula para favorecer a auto-afirmação dos educados, tanto como pessoa como enquanto grupo. Desta forma a linguagem da criança é aceita, mesmo que, às vezes, seja um ponto de partida para os futuros progressos. Considerando, seus valores, atitudes e hábitos que se distanciam ou não dos nossos, simplesmente como diferentes, sem emitir juízo de valor.
  • 20. Na visão do grupo a professora de Ed. Infantil é uma educadora realmente preocupada e interessada em torna-se facilitadora do processo de aprendizagem. Antes de mais nada a professora procura a todo momento conhecer seus alunos e suas necessidades. Desta forma ela poderá contar com os seus desejos para realizar descobertas e poderá participar das atividades como colaboradora que também faz parte do grupo. A melhor contribuição que o educador pode dar é fazer com que as crianças mantenham sua natural curiosidade e considerem o processo de aquisição de conhecimento uma empolgante aventura. Tem preocupação em oferecer atividades, jogos e brincadeiras que dêem condições para a construção das diferentes linguagens, favorecendo o estabelecimento de relações com os objetos, com os códigos e produções simbólicas. Essas atividades são intensas nesta fase por contribuírem com a construção da linguagem oral, expressão corporal e a cognição da criança.
  • 21. Na visão da professora da Alfabetização, a comunicação pode acontecer através de quatro meios de expressão: linguagem corporal( gestos, expressões faciais ou posturas corporais), sinais gráficos ou desenhos, fala e escrita. Para que a criança possa alcançar um bom nível de comunicação, é conveniente proporcionar-lhe atividades que abordem todas essas formas de expressão, não somente em nível de emissão de mensagem mas também de capacitação da mensagem dos outros. Para ela diferentes linguagens como o ouvir, os sons e a fala espontânea favorecem a interação da criança e o avanço do seu processo de aprendizagem, mas elas são usadas com menos intensidade.
  • 22. Na Educ. Infantil o diálogo é um fator muito importante para que a criança se sociabilize, sendo estimulado pelo professor. Acriança é ouvida e tem oportunidades de se expressar de forma a compreender e ser compreendida.
    Na classe de Alfabetização a ênfase é dada às atividades específicas da classe.
    A professora refere-se a letras, sons, sílabas e palavras sinalizando um método descontextualizado. Não inicia com texto, mas o utiliza no final do conteúdo e preocupa-se com a escrita correta das palavras. Consideramos que a norma culta passa tanto pela Educ. Infantil quanto pela Alfabetização. Na Educ. Infantil ela é construída através do ouvir e do falar, interiozando-se, e sendo assimilada com seu uso cotidiano. Como é um processo, a construção da linguagem e escrita, na Alfabetização, deve ser trabalhada contextualmente, formal e informalmente, sem cobranças rígidas, respeitando a conquista gradativa dos recursos lingüísticos da criança, da construção do seu conhecimento, visando estabelecê-la como sujeito social atuante.
     
  • 23. Pensando em Educação e Sustentabilidade.
    Diante do exposto nas entrevistas e sabendo que o ensino da Língua Portuguesa destina-se a preparar o aluno para lidar com a linguagem em suas diversas situações, inclusive a estética, pois o domínio da Língua materna revela-se fundamental, ao acesso às demais áreas do conhecimento, refletimos o tema “Educação e Sustentabilidade” no trabalho dos professores com o “Ensino da Língua Portuguesa”, em turmas do 1°ano. Na área da Linguagem, se as crianças ainda não escrevem, poderão relatar as atividades de práticas sustentáveis, descrevendo-as e dando suas opiniões, e se já escrevem, poderão registrar suas vivências em frases ou pequenos textos descritivos. Poderão usar também os desenhos, como símbolos do que foi assimilado, através da linguagem Visual.
    No processo de pesquisa, descobrimos que nesta escola, o tema Educação e Sustentabilidade está sendo trabalhado nas séries iniciais através de Projetos como “Oficinas de Sucatas”, “Horta”, “Seleção do Lixo” e “Hábitos Saudáveis e Sustentáveis”, onde os alunos aprendem a reutilizar materiais de sucatas, plantar e valorizar a terra, selecionar o lixo para que possa ser melhor aproveitado e a cuidar de si mesmo, do seu ambiente (casa, escola, etc.) e do planeta, através de hábitos de higiene, respeito, conservação e valorização.
  • 24. A prática cotidiana na escola se aplica em todas as disciplinas (Artes, Português, Matemática, Ciências, etc.) seguindo uma interação no tema desenvolvido e no objetivo proposto. Na matemática, por exemplo, dando a noção de quantidade de lixo que produzimos, na própria escola diariamente, como copos descartáveis, embalagens de lanches, etc. E na Língua Portuguesa através de cartazes e jogos (confeccionados pelos alunos), leitura de histórias (“O Mundinho Azul” de Ingrid Biesemeyer) e reprodução de pequenos textos, todas essas atividades ligadas ao tema.
    As crianças, pelo que foi relatado, participam ativamente de todas as atividades.
  • 25. Conclusão do grupo sobre o tema “Educação e Sustentabilidade com o Ensino da Língua Portuguesa”
    Através do desenvolvimento do saber lingüístico, pela leitura compreensiva de textos diversos, pela produção escrita em linguagem padrão, pela percepção das diferentes linguagens, aprendemos muitas formas de compreensão de mundo. Aprendemos a ler e interpretar nosso habitat, nosso planeta, nosso universo, portanto entendemos que a nossa língua materna, a Língua Portuguesa, também é a essência do que somos, já que está a nossa volta a todo tempo e lugar, em nossos pensamentos, sentimentos, impressões e expressões. Precisamos aprender e tomar posse dos vários tipos de linguagem, para que possamos dessa forma, trabalhar bem os nossos alunos, desenvolver cidadãos reflexivos e críticos de sua própria realidade. Precisamos mostrar que a sustentabilidade é pensar no coletivo e que a coletividade é uma forma de crescer. Ensinando nossos pequenos alunos a praticar pequenos atos sustentáveis hoje, estaremos formando cidadãos conscientes que praticarão grandes atos amanhã. Dessa forma, nossos alunos estarão convivendo com conceitos de sustentabilidade, conteúdos e aprendizados que ficarão por toda a vida. E assim, transformaremos o mundo através de atitudes, primeiramente individuais, depois por pequenos grupos e por fim, não sendo mais uma utopia, por toda a humanidade.

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