CRISE, ESCOLA PÚBLICA E EDUCAÇÃO POPULAR:                                       BREVES APONTAMENTOS                       ...
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Crise, portanto, é ao mesmo tempo perda e oportunidade, a convivência entre o novo                                 e o vel...
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Construir uma proposta de educação popular na escola pública não é uma tarefa fácil.Pelo contrário, trata-se de um complex...
trabalho desenvolvido na capital do RS, percebemos a relevância dos projetos escolaresestarem estreitamente interligados à...
ESTEBAN, Maria Teresa. Educação popular: desafio à democratização da escola pública.Caderno Cedes, Campinas, vol. 27, n. 7...
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Crise, educação e escola pública dirlei pereira

  1. 1. CRISE, ESCOLA PÚBLICA E EDUCAÇÃO POPULAR: BREVES APONTAMENTOS Dirlei de Azambuja Pereira PPGE/FaE, Universidade Federal de Pelotas pereiradirlei@gmail.com Avelino da Rosa Oliveira PPGE/FaE, Universidade Federal de Pelotas avelino.oliveira@gmail.comResumoNo presente momento histórico e social, muitas discussões em torno da temática crise vêm seoriginando. Em decorrência deste debate argumentativo, não é possível deixar de questionarse a escola estaria passando por um movimento crítico em relação à forma que se constitui.Assim, partindo destes breves tensionamentos, o escrito pretende, ainda de forma inconclusa,problematizar os discursos de uma possível crise da escola (estando esta articulada a umacrise social) bem como objetiva, diante de tal quadro, pensar a efetivação (e suascontribuições) de uma educação popular dentro dos sistemas públicos de ensino. Muitoembora não sejam apresentadas respostas assertivas diante do assunto delineado, postula-seque a ideia inicial de colocar tais reflexões em pauta contribui na perspectiva de problematizarum olhar mais sistematizado sobre como o conceito de crise se articula (ou não) ao modeloatual de escola pública e possibilita, enquanto horizonte, a instauração de uma educaçãopopular no âmbito dos sistemas públicos de ensino.Sobre os discursos de uma possível crise da escola pública: primeiras palavras O conceito de crise vem permeando os tempos atuais: crise econômica – tão alardeada;crise social; crise paradigmática; entre tantas. E como não poderia faltar: crise da escola.Antes, porém, seria pertinente questionar: A escola está, realmente, em crise? Historicamente a escola pública foi concebida a partir de objetivos bem definidos eque tinham (como ainda têm), com surgimento da ordem capitalista, o propósito de manter oregime instituído formando força de trabalho para aqueles que detêm os meios de produção 1.Com o advento de outras perspectivas de organização social, a instituição escolar passa porIV Seminário Nacional de Filosofia e Educação: ConfluênciasSanta Maria, 21 a 23 de maio de 2012Universidade Federal de Santa Maria – UFSM
  2. 2. um movimento de crítica por parte daqueles que ora pensam nestes outros moldes de viver emsociedade. Instaura-se, neste instante, um movimento de repensar os fins da escola. Frente atal constatação, duas posturas tendem a se apresentar: o comodismo ou a ruptura/mudança.Assim, o que nos espera no futuro? Há futuro? Freire (2000, p. 117), na obra Pedagogia da Indignação, logo no início de seu textoDenúncia, anúncio, profecia, utopia e sonho, afirma: Não há possibilidade de pensarmos o amanhã, mais próximo ou mais remoto, sem nos achemos em processo permanente de “emersão” do hoje, “molhados” do tempo que vivemos, tocados por seus desafios, instigados por seus problemas, inseguros ante a insensatez que anuncia desastres [...]. A fala transcrita anteriormente é importante em dois aspectos: primeiro, porque trazpara o hoje uma carga de responsabilidade de pensar o amanhã; segundo, porque coloca nodebate discursivo o sujeito histórico e todas as relações em que está imerso, já que não hácomo desconectar o mundo em que vive esse homem e todas ações que este estabelece nolugar onde está e que, por conseguinte, deverá transformar, caso julgue necessário. Partindodeste pressuposto de transformação, ancorado também na capacidade ontológica deindignação frente às situações que reduzem o ser mais ao ser menos 2, abre-se espaço para amudança. Ainda tomando as ideias de Freire, na mesma obra, o autor evidencia que o futurodeve ser encarado como problemático e não como inexorável. Diante desta concepção, adenúncia possibilita o anúncio: o anúncio de um novo modo de ser humano, sereducadora/educador, ser escola, entre outros. Retomando o foco sobre a escola pública e a relação com o conceito de crise, para,uma vez delineado, compreendermos melhor o quadro apresentado no momento, recorremos aMorais (2001, p. 4) quando esclarece: A palavra crise parece inscrita, dentro da cultura chinesa, como representando uma relação dialética: ao mesmo tempo que significa morte, também representa vida.1 Para Saviani (1986, p. 28) o Aparelho Ideológico de Estado “escolar, em lugar de instrumento de equalizaçãosocial, constitui um mecanismo construído pela burguesia para garantir e perpetuar seus interesses”.2 Segundo Vasconcelos e Brito (2006, p. 176) o ser mais, para Freire, se configura como: “Viver a buscaincessante do aprimoramento individual necessário ao convívio coletivo. O “ser mais” é a prática da valorizaçãodo indivíduo como homem. É a procura pela liberdade, que é uma conquista, e não uma doação, exigindo sempreuma busca permanente, que existe no ato responsável de quem a faz. O “ser mais” significa, também, terconsciência de que a criatura humana é um ser inconcluso e consciente da própria inconclusão. Assim, o ser maisé uma vocação natural de todos os homens”. Contudo, a realidade concreta vem promovendo um desvio naturaldeste caminho, ou seja, provoca em homens e mulheres o surgimento do ser menos.IV Seminário Nacional de Filosofia e Educação: ConfluênciasSanta Maria, 21 a 23 de maio de 2012Universidade Federal de Santa Maria – UFSM
  3. 3. Crise, portanto, é ao mesmo tempo perda e oportunidade, a convivência entre o novo e o velho, entre algo que surge e algo que se vai. A definição de Morais corrobora o que alguns autores falam sobre crise e o surgimentode paradigmas: o novo surge diante da crise do antigo. Tal definição conceitual-histórica dapalavra crise permite também discutir é que a possibilidade emergente que se constitui nestapretensa crise pode inaugurar um novo momento histórico-concreto. Ao admitirmos talquadro de crise, devemos negar uma leitura cega e imutável, haja vista que se tal concepçãofor internalizada, caminhamos para a acomodação diante da situação posta, e não para a suasuperação. [...] ao concordar cegamente com o quadro de crise e afirmá-la como um dado de verdade absoluta, acabamos por não discuti-la, não aprofundá-la, o que dificulta sua própria superação. A palavra tantas vezes dita e repetida cria uma aura de verdade em torno e si e gera, com isso, sua aceitação inconteste. O desafio que vivemos hoje é olharmos para a propalada crise educacional, construindo novas formas de ver e analisar a realidade anunciada, descobrindo e desvelando a falta de homogeneidade dos discursos que dela falam, potencializando discursos outros, ao contrário de afirmar o fim da história e da escola, anunciam novas potencialidades e visualizam antigas possibilidades (MORAIS, 2001, p. 3). O que este olhar sobre o conceito em questão deve propiciar é justamente a superaçãodo que está instituído. A propósito desta discussão, torna-se pertinente observar a declaraçãode Geraldo Barroso. Segundo ele: A crise a que nos referimos não tem uma natureza objetiva/evidenciável e que se apresente a todo observador como um objeto único, com a mesma constituição. A apontada crise dos sistemas educativos não reside em um lugar único, claramente visível, à espera de ser descrita tal como é. Trata-se de uma construção, uma produção de olhares que se debruçam sobre a educação pública e elegem, no conjunto complexo sobre a qual ela está fundada, alvos que expressam desejos e intenções relativos àquilo que a educação escolar não é e deveria ser. É, portanto, um campo aberto a disputas em torno de seus sentidos. Na mesma direção, entendemos que o exercício da investigação sobre o significado atribuído à crise da escola não pode ficar restrito a ela própria, posto que é possível pensá-la enquanto uma crise da educação ou dos processos educativos societais (e a escola, aqui, seria apenas um dos lugares institucionais onde pode ser registrada), de uma crise originada ou constituída fora dos seus contextos sociais ou cognitivos internos, mas que a atingem de maneira fulminante (BARROSO, 2008, p. 35). Portanto, cabe ponderarmos que: [...] não estamos diante de um problema localizado, específico, um problema ‘técnico’ que pode ter uma solução cirúrgica. A escola não faz sentido fora de projetos sociais. Se faltam estes, a escola fica vazia de sentido, fica em crise. NãoIV Seminário Nacional de Filosofia e Educação: ConfluênciasSanta Maria, 21 a 23 de maio de 2012Universidade Federal de Santa Maria – UFSM
  4. 4. nos faltam projetos para as escolas. Nos faltam projetos para a sociedade (BARROSO, 2008, p. 52). Partindo deste pressuposto apontado por Barroso, podemos inferir que se a sociedademudar, a escola também irá se transformar. Neste sentido, não há nada de novo! O que deveser ponto principal de análise nos fragmentos anteriores é a reflexão sobre qual sociedade quequeremos: a sociedade que se assenta no modelo capitalista atual (que pressupõedesigualdade, alienação, injustiça, segregação, desumanização) ou uma nova sociedade quepromova a humanização do ser, a igualdade, a conscientização e a justiça social e o ser mais?Destarte, acreditamos que há uma nitidez maior ao visualizar qual o projeto de escola quequeremos que se torne realidade.Por uma outra escola pública: reflexões preliminares Ao construirmos um movimento argumentativo que problematiza o conceito de crise,o qual está, primeiramente, ligado ao atual modelo societário e que reflete, por conseguinte,no modelo de escola pública que se apresenta na hodiernidade, abre-se a possibilidade deedificarmos considerações preliminares sobre como os sistemas públicos de ensino deveriamconduzir o processo educativo concatenando este, evidentemente, a um projeto socialhumanizador, democrático, justo e potencializador da assunção de homens e mulheres comosujeitos da história. Assim, a sociedade e a escola que queremos articulam-se em uma íntima dinâmica.Nesse movimento, certamente, o coletivo nas ações empreendidas emerge como um dospontos balizadores de tal construção. Ao tratar sobre este aspecto, Esteban (2007, p. 15-16)assevera: Vejo como uma grande potencialidade da escola ser um espaço que favorece os processos coletivos, fomentando o encontro com o outro e a emergência das diferentes formas de ser, sentir, pensar, fazer, saber. Porém, não basta o encontro. No cotidiano, esses encontros vão se tornando férteis, na medida em que promovem condições para a constituição de projetos coletivos que incorporam produtivamente, na prática pedagógica, as experiências dos sujeitos das classes populares, mesmo aquelas negadas na dinâmica social. A escola pública é um espaço importante na disputa dos projetos de sociedade. Assumi-la como lugar de educação popular é parte desta disputa. Sendo assim, a escola pública se fortalece ao consolidar suas atuações como educação popular. Seus processos cotidianos se elaboram em uma trama capaz de acolher e estimular o pensamento divergente, a invenção de percursos e a incorporação da diferença. Nos entrelaçamentos cotidianos se redefinem as relações, criam-se possibilidades alternativas de partilha do poder e do saber, constituindo processos, práticas, projetos, esperanças coletivamente tecidos.IV Seminário Nacional de Filosofia e Educação: ConfluênciasSanta Maria, 21 a 23 de maio de 2012Universidade Federal de Santa Maria – UFSM
  5. 5. Construir uma proposta de educação popular na escola pública não é uma tarefa fácil.Pelo contrário, trata-se de um complexo projeto que requer uma reflexão rigorosa e radical.Há correntes teóricas que afirmam ser impossível a realização de uma educação popular naescola pública 3. A sua existência somente poderia acontecer se vivêssemos em um outromodelo societário. Contudo, existem também autores, como Vale (1996), que declaram havera possibilidade de surgimento de tal proposta educativa dentro dos sistemas pública de ensino: Acreditamos que a construção da escola pública popular, a que almejamos, poderá ser iniciada (como já vem acontecendo hoje), no interior da escola pública burguesa. Lá, no seu interior, podemos ser invasores dessa escola, visando à sua transformação. Como já mencionamos, somos contrários à idéia de que é necessária a transformação plena do Estado e da sociedade, para depois obtermos a escola pública popular. No nosso entendimento, essa é uma visão mecanicista e linear da história, da sociedade, do Estado e da própria educação (VALE, 1996, p. 63-64). Somos sabedores que tal construção não se dá de maneira fácil. É necessário muitotrabalho e reflexão crítica sobre como tal proposta educativa poderá emergir no contexto daescola pública. Agora, se baseamos esta luta em movimentos esperançosos, abrimos espaçospara a sua concretização. Freire (1987, p. 82), nesse sentido, afirma que não há esperança em“um cruzar de braços e esperar”. A esperança, ao contrário, é um movimento de quefazercrítico, de luta. A título de exemplificação de uma proposta educativa e popular, na escola pública, éinteressante observar o que fora realizado no município de Porto Alegre/RS durante a gestãodo Partido dos Trabalhadores (PT). Azevedo, em seu artigo intitulado Educação pública: odesafio da qualidade, relata parte deste processo. Ao falar sobre este projeto, Azevedo (2007,p. 20) afirma que “a escola cidadã buscou um enraizamento social, articulando experiência departicipação, contextos culturais com a construção do conhecimento”. Nesse caminhar do3 Embora que, neste escrito, não tenhamos avançado na discussão sobre os impedimentos conjunturais queimpossibilitam a efetivação de uma educação popular na escola pública (mesmo avaliando como necessário taldebate), o que pretendemos com o movimento que apresentamos é não cairmos somente na análise discursivadesanimadora, a qual parte de uma leitura apressada sobre as discussões postas e que sempre impedem aproposição de uma reflexão sobre um outro modo do vir-a-ser educativo. Assim, compartilhamos do pensamentode Freitas (2003, p. 35-36) quando declara: “Já virou praxe na educação cair-se em desânimo quando se revelamos limites que a sociedade impõe à escola. [...] Acreditamos que conhecendo os limites é que podemos nosorganizar melhor para intervir sobre a escola – isso é melhor do que fazer de conta que aqueles limites nãoexistem ou do que tentar neutralizar os efeitos socioeconômicos em um modelo teórico”. Pelo exposto, nãoqueremos afirmar que é possível uma educação popular no molde societário atual. Queremos, apenas, assegurar odireito que tal debate possa ser colocado em pauta sem este, mesmo antes de ser lançado, já partir de uma ideiapredeterminada de sua infecundidade.IV Seminário Nacional de Filosofia e Educação: ConfluênciasSanta Maria, 21 a 23 de maio de 2012Universidade Federal de Santa Maria – UFSM
  6. 6. trabalho desenvolvido na capital do RS, percebemos a relevância dos projetos escolaresestarem estreitamente interligados às suas comunidades, bem como, a partir desta concepção,trazerem para o debate o mundo cultural daqueles que estão envolvidos no processo. Esteban(2007, p. 17), no que tange esta questão, afirma que: A escola pública amplia sua qualidade ao aprender com os movimentos de educação popular a incorporar, em seu cotidiano, o trabalho coletivo, as relações solidárias, os diferentes saberes e a participação das diferentes pessoas. O encontro da escola pública com a educação popular produz processos reflexivos e atuações que podem gerar práticas que ampliem a face democrática da escola e aprofundem seus vínculos com os históricos movimentos de emancipação humana. A construção de uma escola pública capaz de fomentar, em seu seio, uma educaçãopopular deve-se estar atenta aos indicativos que acima foram mencionados. Reconhecendo odesafio posto, acreditamos que “a democratização da escola pública – ou melhor, a suarefundação enquanto uma escola efetivamente popular – é uma tarefa-desafio em aberto paraos educadores” (BARROSO, 2005, p. 11). Assim sendo, torna-se imperativo a ampliação dadiscussão em torno desta problemática visando, por conseguinte, a sua possível concretizaçãono âmbito dos sistemas públicos de ensino. Ao lançarmos nossas palavras finais (entretanto, inconclusas) em relação ao debateposto, não pretendemos, neste momento, apresentarmos respostas assertivas sobre umapretensa crise da/na escola pública ou de seu sentido. Tão longe objetivamos afirmar que épossível uma educação popular na escola pública (muito embora tenhamos utilizados autoresque vislumbram esta possibilidade). Desejamos, sim, jogar estas temáticas (crise, modelosocial, escola pública e educação popular) no bojo desta discussão para, a partir dela,avançarmos em nossas reflexões em busca de uma educação e de uma escola qualidade.ReferênciasAZEVEDO, José Clóvis de. Educação pública: o desafio da qualidade. Estudos Avançados,vol. 21, n. 60, p.07-36, 2007.BARROSO, Geraldo. A construção de uma escola pública “popular”: registros de um projetoinconcluso. Anais do V Colóquio Internacional Paulo Freire, Recife, 19 a 22 de setembrode 2005. p.01-13.________. Crise da escola ou na escola? Uma análise da crise de sentido dos sistemaspúblicos de escolarização obrigatória. Revista Portuguesa de Educação, Portugal, vol. 21, n.21, p. 33-58, 2008.IV Seminário Nacional de Filosofia e Educação: ConfluênciasSanta Maria, 21 a 23 de maio de 2012Universidade Federal de Santa Maria – UFSM
  7. 7. ESTEBAN, Maria Teresa. Educação popular: desafio à democratização da escola pública.Caderno Cedes, Campinas, vol. 27, n. 71, p.9-17, jan./abr. 2007.FREITAS, Luiz Carlos de. Ciclos, seriação e avaliação: confrontos de lógicas. São Paulo:Moderna, 2003.FREIRE, Paulo. Pedagogia da indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo:Editora UNESP, 2000.________. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.MORAIS, Jaqueline de Fátima dos Santos. A escola pública e os discursos sobre sua pretensacrise. Teias, Rio de Janeiro, ano 2, n. 4, p.01-09, jul/dez 2001.SAVIANI, Dermeval. Escola e Democracia. 13. ed. São Paulo: Cortez Editora, 1986.VALE, Ana Maria do. Educação popular na escola pública. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1996.VASCONCELOS, Maria Lucia Marcondes Carvalho; BRITO, Regina Helena Pires de.Conceitos de educação em Paulo Freire. Petrópolis, RJ: Editora Vozes/São Paulo, SP: MackPesquisa – Fundo Mackenzie de Pesquisa, 2006.IV Seminário Nacional de Filosofia e Educação: ConfluênciasSanta Maria, 21 a 23 de maio de 2012Universidade Federal de Santa Maria – UFSM

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