Direção de arte

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Direção de arte

  1. 1. Direção de arte James R. Withoeft Modus.Org F a z e n d o m a i s c om o m e s mo
  2. 2. James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Por que? Peça final Recurso objetivo Recurso subjetivo Relativo ao job Meio Planejamento visual Gestalt Grids Alinhamento Harmonia de cores Psicologia das cores Tipografia Criatividade Inspiração Insigts Bagagem Troca de ideias Bom senso Bom gosto Feeling Briefing Pesquisa Referências Planejamento Tendências Inconsciente coletivo Convenções
  3. 3. James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Por que? Esse material se concentra no estudo dos processos e noções técnicas da publicidade visual. Momento em que o gosto pessoal não entra em jogo. Pode ser avaliado e defendido de forma objetiva. Este material é um ponto de partida para estudos mais específicos. Nosso foco Recurso objetivo
  4. 4. Mais com o mesmo James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Por que? Se aplicarmos mais rigorosamente os critérios técnicos de planejamento visual, conseguiremos uma evolução significativa em nosso trabalho sem necessidade de novos recursos ou de mais tempo.
  5. 5. Aplicação James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Por que? Se trata de conceitos sobre como nossa mente interpreta e organiza informações, ou seja, podemos aplicar em tudo. Marcas, papelaria, campanhas promocionais, conceituais, cartazes ou qualquer outro tipo de comunicação visual.
  6. 6. Fazer bonito James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Por que? Se aplicarmos as noções de planejamento visual, o anúncio ficará mais organizado, harmônico e, consequentemente, eficiente. Não desmereça as peças menos glamurosas. Faça bonito em tudo. Fazer uma peça feia ou bonita leva o mesmo tempo.
  7. 7. Talento? James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Por que? Talvez querer fazer sempre melhor é mais importante.
  8. 8. O que vamos estudar James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Pauta Planejamento visual Gestalt Grids e alinhamento Harmonia de cores Foto publicitária Enquadramento Tipografia Soluções diversas 1 2 3 4 5 6 7 8
  9. 9. James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Planejamento Visual Planejamento visual 1 Uma abordagem genérica dos quatro princípios básicos do planejamento visual. Todos são interligados e, nitidamente, são percebidos pelos estudos de Gestalt. Servem para comunicar com mais eficiência.
  10. 10. Contraste James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Planejamento Visual Não utilize elementos similares. Tenha-os iguais ou completamente diferentes. Mau contraste Bom contraste Mau contraste Bom contraste
  11. 11. Mais contraste Menos contraste
  12. 12. Mais contraste Menos contraste
  13. 13. Contraste Contraste
  14. 14. Contraste
  15. 15. Repetição James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Planejamento Visual Crie uma organização: repita cores, texturas, bordas, formas, ângulos - tenha uma identidade visual.
  16. 16. Repetição de fonte Repetição de cor
  17. 17. Repetição de cor
  18. 18. Alinhamento James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Planejamento Visual Cada elemento deve ter uma ligação visual com o outro elemento da página/slite/cartaz.
  19. 19. Alinhamento
  20. 20. Alinhamento
  21. 21. Proximidade James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Planejamento Visual Itens relacionados entre si devem ser agrupados e aproximados uns dos outros.
  22. 22. Proximidade
  23. 23. James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Gestalt Gestalt 2 O princípio básico da teoria gestaltista é que o inteiro é interpretado de maneira diferente que a soma de suas partes. Nossa mente procura sempre a solução mais simples para um problema.
  24. 24. Semelhança James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Gestalt Elementos ópticos próximos uns dos outros tendem a ser vistos juntos e, por conseguinte, a constituírem um todo ou unidades dentro do todo.
  25. 25. Proximidade James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Gestalt Os objetos mais próximos entre si são percebidos como grupos independentes dos mais distantes. Na figura abaixo há quatro grupos, sendo que os três grupos da direita ainda podem ser agrupados entre si, distinguido-se do grupo da esquerda.
  26. 26. Continuidade James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Gestalt Uma vez que um padrão é formado, é mais provável que ele se mantenha, mesmo que seus componentes sejam redistribuídos.
  27. 27. Boa continuidade
  28. 28. Má continuidade
  29. 29. Pregnância James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Gestalt Prägnanz é um termo alemão que significa “boa figura”. A lei de Pregnância é muitas vezes referida como a lei da boa figura ou a lei da simplicidade.
  30. 30. Boa pregnância James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Gestalt
  31. 31. Má pregnância James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Gestalt
  32. 32. Fechamento James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Gestalt Nossos cérebros adicionam componentes que faltam para interpretar uma figura parcial como um todo.
  33. 33. Unidade James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Gestalt Formas menores que formam algo maior, uma forma maior. Tendemos a observar a unidade.
  34. 34. Segregação James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Gestalt Inverso da unidade, é a visualização da unidade em partes menores.
  35. 35. Destino comum James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Gestalt Itens movendo-se no mesmo sentido são mais facilmente agrupados entre si.
  36. 36. Simetria James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Gestalt Se existe simetria entre os elementos de uma figura, a tendência é que se perceba o conjunto simétrico como um todo, ao invés de suas partes em separado.
  37. 37. James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento Grids e Alinhamento 3 O Grid é uma estrutura tipográfica bidimensional formada por uma série de intersecção eixos vertical e horizontal usados ​​para estruturar o conteúdo. O Grid serve como uma armadura em que um designer pode organizar texto e imagens de forma racional, a maneira de absorver fácil.
  38. 38. A grade tipográfica continua a ser ensinada, mas mais como uma ferramenta útil para alguns projetos, e não como uma exigência ou ponto de partida para todo o design da página. - W i k i p e d i a -
  39. 39. Grids facts James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento Grid é o esqueleto de um trabalho de design. Divide o espaço visível em áreas e dão maior consistência a um layout. Grid é a base sobre a qual um design é construído. Ele permite que um designer organize de modo eficiente diversos elementos de uma página. Ele força o designer a pensar construtivamente, de forma estruturada, para que o visitante não tenha que descobrir, a cada instante, o que foi projetado. É o terror de quem está começando a fazer design e a salvação de quem já tem alguma prática.
  40. 40. Grid fornece James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento Clareza Eficiência Economia Identidade
  41. 41. Mais comuns James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento Retangular Colunas Modular Hierárquico
  42. 42. Retangular James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento Versão mais simples que acomoda um longo texto corrido, como um livro. Esse tipo causa cansaço, necessitando criar algo diferente para estimular a leitura.
  43. 43. Retangular James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento
  44. 44. Colunas James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento É flexível e pode ser utilizado para separar diversos tipos de texto ou mesmo informação. Pode ser composto por grades diferentes para tipo de conteúdo.
  45. 45. Colunas James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento
  46. 46. Modular James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento Originário da Bauhaus e do Estilo Internacional suíço, utilizado combinar tipos de grades para unificação de conteúdo. Quanto mais módulo, maior a flexibilidade, mas também aumenta o excesso de subdivisões, podendo gerar confusão ou redundância.
  47. 47. Modular James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento
  48. 48. Hierárquico James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento Ordena as informações de forma semântica e ergonômica, dando mais peso e contraste para uma informação, variando a área viva em que ocupa. É preciso fazer um estudo da interação ótica entre dos elementos para criar uma estrutura racional.
  49. 49. Hierárquico James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento
  50. 50. Duas fases básicas James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento Avaliação: Avalia as características informativas e as exigências de produção do material. Este método prevê eventuais problemas como: títulos compridos demais; cortes de imagens; espaços vazios por falta de material. Diagramação: Dispor o conteúdo de acordo com as diretrizes montadas no grid. O grid nunca pode prevalecer sobre a informação e deve oferecer uma unidade geral sem destruir a vitalidade da composição. A variedade de soluções inesgotável.
  51. 51. Fundamentos James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento Margens são os espaços negativos entre o limite do formato e o conteúdo que ceram e definem a área viva onde ficarão tipos e imagens. O tamanho da margem depende do impresso em questão. Colunas são alinhamentos verticais que criam divisões horizontais entre as margens. As colunas às vezes tem larguras diferentes, correspondendo a informações específicas.Porém, deve sempre se pensar no equilíbrio.
  52. 52. Fundamentos James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento Flowlines são alinhamentos que quebram os espaço em faixas horizontais. Elas separam e criam pontos de partida para textos e imagens. Módulos são unidades individuais de espaço separadas por intervalos regulares que, repetidas no formato da página, criam colunas e faixas hoizontais. Zonas espaciais são grupos de módulos que, juntos, formam campos distintos.
  53. 53. James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento Exemplos mu i to s e x e m p l o s
  54. 54. Grid em marcas James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento Normalmente parte de uma unidade básica, uma medida ou uma estrutura lógica que se repete proporcionalmente em todo o conjunto
  55. 55. Alinhamento James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento Alinhado à esquerda é estável, bom para longos textos.Porém criam os famosos dentes que, em contraste ao espaço negativo, acabam se tornando elementos visuais. Alinhado à direita traz algo ousado à peça, pois é mais raro que os outros. Porém é ruim para textos longos, pois causa cansaço visual.
  56. 56. Alinhamento James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento Alinhamento centralizado passa uma ideia de formalidade e seriedade, mas pode passar também a ideia de imponência. Alinhamento justificado é ideal para um grid de colunas, pois a mancha tipográfica define visualmente os limites da coluna.
  57. 57. Caminhos de rato James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento Alinhamento justificado pode criar caminhos de rato se não houver espaço para um número confortável de caracteres por linha. Em última instância, você pode tentar ajustar “na mão”, brincando com o kerning e com o tracking.
  58. 58. Viúva James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento São as palavras que sobram, sozinhas, na última linha da caixa de texto. Agem como ruído, além de correrem o risco de passarem despercebidas.
  59. 59. Largura das colunas James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento O comprimento das linhas está relacionado à largura da coluna de texto, o tamanho do tipo e fonte escolhida. Busque uma medida que inclua de 60 a 75 caracteres. As linhas demasiado curtas ou compridas prejudicam o processo de leitura.
  60. 60. Para concluir James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento O Grid tem que ficar sob o layout, não sobre. Um grid só funciona realmente se o designer, depois de resolver todos os problemas literais, vai além da uniformidade implícita em sua estrutura e o utiliza para criar uma narrativa visual dinâmica capaz de manter o interesse ao longo das páginas.
  61. 61. Direção do olhar James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento Primeiro, as pessoas vêem as telas como grandes massas de formatos e cores. Sem seguida, começam a identificar informações específicas. Primeiro os gráficos, quando presentes. Em seguida, os textos. O grid ajuda a padronizar a dinâmica de compreensão da informação. Para peças impressas, estudos indicam que a leitura em Z é a mais popular. Para web, os padrões se diferem mais.
  62. 62. Estudos de Eye Tracking
  63. 63. Controle o olhar James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Grids e Alinhamento Como sabemos, as imagens são entendidas primeiro. Use isso ao seu favor, ilustrando as informações importantes com ícones, ilustrações e outros simbolos que facilitem a compreensão.
  64. 64. James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Harmonia de Cores Harmonia de Cores 4 Algumas noções básicas sobre a Teoria das Cores e técnicas para criar harmonia. Pode ser usado para tudo o que você imaginar: decoração da sua casa, arte, paisagismo, design gráfico, web design e até a escolha da roupa.
  65. 65. Círculo cromático James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Harmonia de Cores A roda de cores é uma representação visual da teoria das cores. As cores primárias (vermelho, amarelo e azul) são posicionadas de maneira eqüidistante e entre elas há uma ponte de cores secundárias e terciárias.
  66. 66. Quentes e frias James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Harmonia de Cores
  67. 67. Cores complementares James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Harmonia de Cores As cores que são opostas na roda de cores são consideradas cores complementares (por exemplo: vermelho e verde). O alto contraste de cores complementares cria um visual vibrante, especialmente quando usado em saturação completa. Este esquema deve ser usado com cuidado para não ser muito chocante. Não funciona bem no texto.
  68. 68. Famosa combinação azul x laranja.
  69. 69. Análogas James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Harmonia de Cores Este esquemas usa cores que são próximas umas das outras na roda de cores. Geralmente combinam bem e criar projetos sereno e confortável. Cores análogas são freqüentemente encontrados na natureza e são harmoniosas e agradáveis ​​aos olhos. Escolha uma cor para dominar, uma segunda para apoiar e a terceira cor é usada (junto com preto, branco ou cinza) como um acento.
  70. 70. Tríades James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Harmonia de Cores Um esquema de cores triádica usa cores que são igualmente espaçados em torno da roda de cores. Harmonias de cores triádicas tendem a ser bastante vibrante, mesmo se você usar versões pálidas ou insaturados de seus matizes. Para usar uma harmonia triádica com sucesso, as cores devem ser cuidadosamente equilibrada - deixe uma cor dominar e utilizar as outras duas para o acento.
  71. 71. Complementares divididas James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Harmonia de Cores O esquema de cores complementares divididas é uma variação do esquema de cor complementar. Além da cor de base, utiliza as duas cores adjacentes ao seu complemento. Este esquema de cores tem o forte contraste mesmo visual como o esquema de cores complementares, mas tem menos tensão. Este esquema é uma boa escolha para iniciantes porque é difícil de estragar.
  72. 72. Retângulo James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Harmonia de Cores O esquema de cores retângulo ou tetrádico usa quatro cores dispostas em dois pares complementares. Este esquema de cores ricas oferece inúmeras possibilidades de variação. O esquema de cores tetrádico funciona melhor se você deixar uma cor ser dominante. Você também deve prestar atenção para o equilíbrio entre cores quentes e frias em seu projeto.
  73. 73. Quadrado James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Harmonia de Cores O esquema de cores quadrado é semelhante ao retângulo, mas com todas as quatro cores espaçadas uniformemente ao redor do círculo de cores. O esquema de cores praça funciona melhor se você deixar uma cor ser dominante. Você também deve prestar atenção para o equilíbrio entre cores quentes e frias em seu projeto.
  74. 74. Monocromático James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Harmonia de Cores São as diferentes tonalidades de uma única cor. Por exemplo, degradê de azul.
  75. 75. Contraste pela saturação James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Harmonia de Cores Diferentes saturações e tonalidades podem ser exploradas para encontrar um contraste interessante.
  76. 76. Quebrando as regras
  77. 77. Paletas James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Harmonia de Cores Em resumo, são grupos de cores baseados em conceitos, imagens, temas, estações, tendências, etc. Ao usa-las, você traz à sua arte a característica de cor do determinado tema.
  78. 78. Links interessantes James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Harmonia de Cores kuler.adobe.com colorschemedesigner.com
  79. 79. Links interessantes James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Harmonia de Cores colourlovers.com colrd.com
  80. 80. James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Foto Publicitária Foto Publicitária 5 A foto publicitária tem o objetivo e a função de vender um produto ou propagar uma ideia. Em publicidade “vale-tudo”, o importante é vender, é promover algo e conquistar consumidores. O teor da fotografia publicitária é relativa ao imaginário e constroi um mundo perfeito.
  81. 81. Tratamento dramático/ HDR/ Hiperrealismo.
  82. 82. Ambiente sem imperfeições e simetria.
  83. 83. Carro amarelado: cuidado com ambientação.
  84. 84. Objeto sem imperfeições.
  85. 85. O mais ideal possível. Indiferente às situações.
  86. 86. Modelos saudáveis e bem ajustadas, salvo excessões intencionais.
  87. 87. Céu, maçã, modelo. Todos elementos bem ajustados.
  88. 88. Tratamento dramático.
  89. 89. Luz, sombra e ângulo sempre perfeitos.
  90. 90. As sombras James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Foto Publicitária Evite sombras CorelDRAW Use sombras realistas
  91. 91. Não ao moiré James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Foto Publicitária É um padrão de interferência criado quando duas grades apresentam movimento relativo entre si em referência a um observador, gerando um determinado padrão por meio de franjas.
  92. 92. Aberração cromática James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Foto Publicitária Dispersão produzida por lentes que possuem diferentes índices de refração para diversos comprimentos de onda luminosa. Este fenômeno pode provocar interferências nas imagens obtidas e pode ser considerado como um defeito óptico.
  93. 93. Outros exemplos
  94. 94. Noise ou ruído James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Foto Publicitária O excesso dele pode ser destrutivo. Use-o na medida certa.
  95. 95. Pele sem textura James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Foto Publicitária Uma pele lisa demais, sem textura, pode causar uma impressão de artificialidade. Evite peles muito lisas.
  96. 96. Para se observar James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Foto Publicitária • Formas estranhas • Sombras estranhas • Manchas • Rugas fortes • Assimetrias em elementos naturalmente simétricos • Olheiras • Etiquetas aparecendo • Ambigüidades • Dobras estranhas em roupas • Outras imperfeições ou formas que destroem ou distanciam o anúncio do seu objetivo
  97. 97. James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Enquadramento Enquadramento 6 Fazendo mais com o mesmonimustiscia dolupta temporeped mi, aribus ullat omnim laut officie nimporrorem aperchit mos ditatur, optata autatis tincit fugiaestes ulparchiciam quos amendis quatinit fuga. Optae porem estore doluptur si arum dissimus non coribus alignie nditis nisquis et pa ditatur sus invelit asperibus rem aut istrum que nem reic tem. É a ação de selecionar determinada porção do cenário para figurar na tela. Assim, a depender do enquadramento, uma paisagem pode aparecer com mais céu, mais árvores, mais água. Uma pessoa pode aparecer inteira na tela, ou pode-se optar por mostrar apenas seu rosto. James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Enquadramento Enquadramento 6 Fazendo mais com o mesmonimustiscia dolupta temporeped mi, aribus ullat omnim laut officie nimporrorem aperchit mos ditatur, optata autatis tincit fugiaestes ulparchiciam quos amendis quatinit fuga. Optae porem estore doluptur si arum dissimus non coribus alignie nditis nisquis et pa ditatur sus invelit asperibus rem aut istrum que nem reic tem. James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Enquadramento Enquadramento 6 Fazendo mais com o mesmonimustiscia dolupta temporeped mi, aribus ullat omnim laut officie nimporrorem aperchit mos ditatur, optata autatis tincit fugiaestes ulparchiciam quos amendis quatinit fuga. Optae porem estore doluptur si arum dissimus non coribus alignie nditis nisquis et pa ditatur sus invelit asperibus rem aut istrum que nem reic tem.
  98. 98. Regra dos terços James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Enquadramento Basicamente, os pontos importantes da sua foto devem ficar em alguma das 4 convergências dessas linhas horizontais e verticais do “jogo da velha”.
  99. 99. Os pontos amarelos são chamados “pontos de ouro”.
  100. 100. Colocamos nos pontos de ouro o que queremos dar destaque.
  101. 101. Linhas horizontais e verticais marcantes devem ficar nas divisões horizontais e verticais.
  102. 102. Diagonal James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Enquadramento 45º As linhas na diagonal conduzem o olhar de uma parte da imagem para outra e transmitem uma maior energia, dinamismo e movimento, e criam um caminho que conduz o nosso olhar de um canto ao outro da imagem.
  103. 103. Triângulo James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Enquadramento O triângulo dourado consiste em traçar um linha em diagonal de uma extremidade a outra do enquadramento e, com uma segunda linha, achar o ponto de interesse da imagem. 90º
  104. 104. Composição simétrica James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Enquadramento A composição simétrica significa solidez, estabilidade e força, é também eficaz na organização de imagens com detalhes elaborados. Uma das estratégias oferecida por uma apresentação simétrica é a simplicidade dos elementos de um tema.
  105. 105. Proporção aurea James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Enquadramento Boa sorte!
  106. 106. Outros James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Enquadramento Radial Sobreposição Círculo
  107. 107. Sombras James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Enquadramento Fique de olho nelas. Podem esconder detalhes importantes, tornando necessário que o fotógrafo diminua estas áreas escuras na fotografia. Existem alturas em que as próprias sombras se podem tornar num motivo, com efeito, estas são uma parte importante de muitas fotografias.
  108. 108. Reflexos James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Enquadramento A maneira como as superfícies absorvem e reflectem a luz é o que nos permite vê-las. A luz reflectida é também uma parte integrante de qualquer cena em exteriores, iluminando áreas que de outra forma estariam na sombra. Porém, na maior parte das vezes, não vemos estes reflexos diretamente. Observe os reflexos e use-os à seu favor.
  109. 109. James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Tipografia Tipografia 7 Tipografia é o processo desde a criação dos caracteres à sua composição e impressão, de modo que resulte num produto gráfico ao mesmo tempo adequado, legível e agradável. Em publicidade, precisamos otimizar todos os aspectos da tipografia para comunicar com eficiência e estilo.
  110. 110. Precisa ter James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Tipografia Legibilidade: clareza em identificar cada tipo em conjunto, palavra ou frase. Diz respeito à facilidade com que uma letra pode ser distinguida de outra. Leiturabilidade: facilidade e fluência de um conjunto de tipos, palavra ou frase. Diz respeito à facilidade com que o olho absorve a mensagem e se move ao longo da linha. Ritmo: entreletras e espaçamentos que favorecem a velocidade de leitura.
  111. 111. Sim ao estilismo, mas com pertinência. James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Tipografia
  112. 112. Uma boa fonte James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Tipografia Escolha uma família completa, com todos os pesos. Escolha uma fonte com todos os caracteres, acentos, pontuações, etc. Escolha uma fonte desenvolvida por um bom designer ou por uma empresa competente, que conheça os mistérios tipográficos.
  113. 113. Um cliente, uma fonte James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Tipografia Usar a mesma fonte para determinado cliente está totalmente de acordo com as regras de identidade visual corporativa, Gestalt e planejamento visual (repetição). Explore pesos diferentes mas evide constante troca de fonte tipográfica.
  114. 114. Serifas favorecem a leitura James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Tipografia As serifas permitem ao olho uma identificação mais rápida dos caracteres. Ela deve ser preferencialmente escolhida para textos longos. A regra pode ser quebrada, mas com muito cuidado
  115. 115. Leitura longa ou curta James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Tipografia Tipografia de leitura contínua ou de longa durabilidade Livros Jornais Revistas Manuais Hipertexto Tipografia efêmera ou de impacto Cartazes Capas Logotipos Embalagens Anúncios Sinalização
  116. 116. Caixa alta James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Tipografia Um texto composto somente em caixa-alta atrasa muito a leitura. Utilize caixa-alta e baixa para obter a melhor leiturabilidade possível.
  117. 117. Parecido com bom James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Tipografia Para uma boa legibilidade, utilize fontes testadas e aprovadas pelo tempo.
  118. 118. Importante James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Tipografia Evite combinar fontes muito parecidas. Para texto contínuo, use fontes de peso regular. Para texto contínuo, use fontes de largura média. Evite fontes muito largas ou muito estreitas. Use uma entrelinha que facilite o deslocamento do olho de uma linha para a outra. Para uma melhor legibilidade utilize o alinhamento à esquerda.
  119. 119. Importante James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Tipografia Enfatize elementos no texto com cautela para não afetar a fluência da leitura. Sempre mantenha a integridade do tipo. Evite distorções arbitrarias de tipos. Sempre alinhe as letras pela “baseline”.
  120. 120. James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Soluções Diversas Soluções diversas 8
  121. 121. Modelos e objetos voltados para dentro do anúncio
  122. 122. Logo é feita? Isola ela do layout em um box!
  123. 123. Box para isolar logo.
  124. 124. Você também pode usar fachada ou placa da loja.
  125. 125. Packshot também é uma ótima solução.
  126. 126. Selo ou etiqueta.
  127. 127. Packshot!
  128. 128. Packshop com ótimo alinhamento com slogan.
  129. 129. Na falta de boas fotos, use um bom tratamento.
  130. 130. As vezes, não importa qual foto usar, mas como usar.
  131. 131. Equilibre o pesoal visual para não haver desequiíbrio.
  132. 132. Fora da lei James R. Withoeft Modus.OrgDireção de arte Soluções diversas Sinta-se livre para ousar e quebrar as regras vistas nesta apresentação, desde que contribua positivamente para o projeto.

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