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Solo problemas ambientais 02
 

Solo problemas ambientais 02

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    Solo problemas ambientais 02 Solo problemas ambientais 02 Presentation Transcript

    • EROSÃO: O QUE É? Erosão é a destruição do solo e das rochas e seu  transporte,  em  geral  feito  pela água  da chuva,  pelo vento ou, ainda, pela ação do gelo, quando  este  atua  expandindo  o  material  no  qual  se  infiltra a água congelada. A erosão para a formação dos solos em três fases: intemperismo, transporte e sedimentação.
    • QUANDO COMEÇA O PROCESSO EROSIVO? Restirada da vegetação nativa : - agricultura; - pecuária; - mineração. COMO OCORRE? - solo desnudo; - energia cinética das gotas de chuva provoca a destruição da estrutura do solo [areia, silte, húmos e argila] (efeito splash)
    • O QUE FAVORECE A EROSÃO? - tipo de solo; - cobertura vegetal; - topografia do terreno (relevo)
    • Erosão por gravidade : Consiste no movimento de rochas e sedimentos montanha abaixo principalmente devido à força da gravidade.
    • A erosão pluvial é provocada pela retirada de material da parte superficial do solo pelas águas da chuva. 
    • Ocorre quando o vento transporta partículas diminutas que se chocam contra rochas e se dividem em mais partículas que se chocam contra outras rochas. Podem ser vistas nos desertos na forma de dunas e de montanhas retangulares ou também em zonas relativamente secas.
    • A erosão marinha é um longo processo de atrito da água do mar com as rochas que acabam cedendo transformando-se em grãos, esse trabalho constante atua sobre o litoral transformando os relevos em planície.
    • PARA ONDE SÃO CARREADAS AS PARTÍCULAS SOLTAS DA ESTRUTURA SO SOLO? As partículas são transportadas para as partes mais baixas dos relevos e em geral vão assorear cursos d'água. A erosão é um problema muito sério, devem ser adaptadas práticas de conservação de solo para minimizar o problema.
    • A erosão tem provocado vários problemas para o ser humano. Constantemente, ocorrem deslizamentos de terra em regiões habitadas, principalmente em regiões carentes, provocando o soterramento de casas e mor tes de pessoas. Os prejuízos econômicos também são significativos, pois é comum as erosões provocarem fechamento de rodovias, ferrovias e outras vias de transpor te.
    • Lixiviação: Comum nas regiões equatoriais. Consiste na varredura dos nutrientes minerais leves, pela enxurrada, diminuindo o poder de reestruturação do solo, favorecendo o processo de empobrecimento do solo. Assoreamento: Deposito de acumulo sedimentos nos rios, geralmente provocada pela retirada das matas ciliares, para fins de agricultura, o que facilita o desmoronamento do leito. Desmatamento: A retirada da vegetação natural, favorece a quebra do equilíbrio original, favorecendo e desgaste acelerado do solo. Queimadas: Provoca a extinção dos nutrientes minerais, orgânicos e gasosos que compõem o solo. Exploração excessiva: O solo muito utilizado, principalmente para monocultura, tende a perder nutrientes, pois os vegetais consomem do solo esses elementos. Laterização
    • O termo desertificação tem sido muito utilizado para a perda da capacidade produtiva dos solos causada pela atividade humana.
    •   O risco de desertificação atinge 40% da superfície terrestre, considerando regiões urbanas e rurais. As adaptações a estas mudanças provocam mais pressões sobre o uso do solo, aumentando sua degradação pelo manejo inadequado.
    • No Brasil, as áreas susceptíveis à desertificação são as regiões de clima semiárido ou subúmido seco, encontrados no Nordeste brasileiro e norte de Minas Gerais. As queimadas são um sério agravante desse processo e entre outros.
    • No Nordeste concentra os casos mais graves de desertificação do país. O combate à desertificação em Pernambuco vai começar pela região de Cabrobó. Um plano para revitalização dessa área encontra-se em fase de elaboração.
    • · Não retirar cober turas vegetais de solos, principalmente de regiões montanhosas; · Planejar qualquer tipo de construção (rodovias, prédios, hidrelétricas, túneis, etc) para que não ocorra, no momento ou futuramente, o deslocamento de terra; · Monitorar as mudanças que ocorrem no solo; · Realizar o reflorestamento de áreas devastadas, principalmente em regiões de encosta.