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Geo – geomorfologia do brasil 01 – 2013
 

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    Geo – geomorfologia do brasil 01 – 2013 Geo – geomorfologia do brasil 01 – 2013 Document Transcript

    • GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 01. (UFPB) Em 2010, a cidade de João Pessoa sofreu um pequeno abalo sísmico, sentido por uma considerável parcela da população, principalmente a que se encontrava em andares mais elevados de edifícios. O epicentro desse abalo foi no Estado do Rio Grande do Norte e ocorreu, segundo os especialistas, devido à acomodação geológica do terreno. O mapa a seguir apresenta a distribuição das placas tectônicas: De acordo com o exposto e a literatura sobre os abalos sísmicos, julgue os itens a seguir, considerando a localização do Brasil e a ocorrência desses eventos no país: ( ) Por estar localizado na borda de uma placa tectônica, os abalos sísmicos são muito frequentes e de intensidade moderada a forte. ( ) Por estar localizado no centro de uma placa tectônica, os abalos sísmicos são pouco frequentes e de intensidade baixa a moderada. ( ) Por estar localizado no centro de uma placa tectônica, é considerado um país assísmico, e o evento ocorrido em 2010 foi um episódio inédito e anômalo. ( ) Por estar assentado, em grande parte, sobre um embasamento geológico antigo, os sismos ocorridos são típicos de uma região intraplaca. ( ) Por estar localizado sobre a Placa Sulamericana que se move em direção a oeste, as acomodações geológicas que podem ser geradas provocam abalos sísmicos de intensidade baixa a moderada. 02. (UFPE) A figura esquemática a seguir refere-se à estrutura interna do planeta. Observe-a. Com base nessa figura, analise as afirmações seguintes. ( ) A estrutura interna da Terra é representada em modelos que se apoiam em dois critérios distintos: as propriedades físicas e a composição química. ( ) O Manto terrestre, indicado pelo número 1, se situa sob o Núcleo e se estende até 20 km de profundidade; é uma faixa de intensa atividade sísmica e vulcânica. ( ) O estudo da estrutura interna da Terra tem por base métodos muito diversificados, mas a análise da Astenosfera já é possível mediante observações diretas. ( ) A camada número 1 apresenta manifestações magmáticas e sísmicas nas áreas de colisão de placas litosféricas; essas áreas são tectonicamente instáveis. ( ) A crosta oceânica é formada basicamente de basaltos; ela é menos espessa, em geral, do que a crosta continental, sobre a qual residem bilhões de seres humanos. GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 Página 1
    • 03. (PUCRIO) Terremotos são gerados pelos movimentos naturais das placas tectônicas da Terra, que causam ajustes na crosta terrestre, afetando a organização das sociedades. Em relação aos sismos naturais, é correto afirmar que eles são causados por: a) forças endógenas incontroláveis. b) energias exógenas excepcionais. c) forças antrópicas descontroladas. d) energias antrópicas excepcionais. e) forças endógenas e antrópicas. 04. (UFRR) As rochas, assim como outros componentes do meio natural, são classificadas por meio de critérios específicos, permitindo agrupá-las segundo características semelhantes. Uma das principais classificações é a genética, em que as rochas são agrupadas de acordo com o seu modo de formação na natureza. Sob este aspecto, as rochas se dividem em três grandes grupos: a) Calcárias, basálticas e graníticas; b) Crostáticas, continentais e oceânicas; c) Areníticas, vulcânicas e radioativas; d) Ígneas, sedimentares e metamórficas; e) Neolíticas, terciárias e quaternárias. 05. (UEPB) O cartograma mostra as principais áreas petrolíferas do mundo e as regiões favoráveis à produção de petróleo. Tais regiões correspondem às a) depressões em clima frio, onde se formaram grandes e rasos lagos de águas paradas em torno dos quais surgiram florestas que, após serem soterradas sem a ação bacteriana, transformaram-se em petróleo. b) cadeias montanhosas de formação recente, onde a ação tectônica deu origem às altas elevações, nas quais, as curvaturas da crosta permitiram a acumulação do petróleo. c) estruturas mais antigas da crosta terrestre, denominadas de escudos cristalinos, onde a transformação do magma em rochas metamórficas deu origem ao petróleo. d) bacias sedimentares onde a presença de dobramentos anticlinais permitiram não só a formação, mas também o aprisionamento de petróleo, formado da putrefação incompleta do plâncton. e) áreas de maior industrialização localizadas nos países mais ricos e portanto detentores de maior conhecimento geológico e tecnicamente mais bem equipados para realizar prospecção, extração e refino do petróleo. 06. Considere o trecho abaixo. O Triângulo Mineiro, localizado no grande sistema dos Chapadões Sedimentares recobertos pelo cerrado do Brasil Central, tem sido intensamente ocupado desde a década de 1970, apresentando alta suscetibilidade a processos erosivos. Adaptado de: BACCARO, C.A.D. Estudos geomorfológicos do município de Uberlândia. Sociedade & Natureza. Uberlândia Edufu, n. 1. jun/1989, p.17. Sobre os solos da região do Triângulo Mineiro, assinale a alternativa correta: GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 Página 2
    • a) O Triângulo Mineiro, destaque nacional na agropecuária, possui grandes áreas ocupadas por esta atividade, nas quais o desmatamento do cerrado tem provocado o aparecimento de erosão laminar, ravinas e voçorocas. b) Os processos erosivos que ocorreram na região são resultantes do tipo de relevo representado pelos domínios de mares de morro, com colinas suaves, pelo clima tropical e pela ocupação humana oriunda da economia cafeeira. c) Típicos de regiões onde predominam depressões, os solos do Triângulo Mineiro apresentam na sua composição sais solúveis, que provocam fendas e fraturas e que, ao chegarem à superfície, proporcionam elevada fertilidade. d) Ricos em húmus, de cor escura, os solos da região são classificados como azonais, extremamente rasos, típicos de áreas onde o relevo de feições tabulares e subtabulares dificulta o aparecimento do processo de lixiviação. e) NDA 07. Analise a figura e leia o texto a seguir: BRASIL – ESTRUTURA GEOLÓGICA No Brasil, as maiores reservas de minério de ferro estão no Quadrilátero Ferrífero, no Estado de Minas Gerais, e na serra dos Carajás, no Estado do Pará. O Brasil possui a quinta maior reserva do mundo, estimada em 40 a 50 bilhões de toneladas, sendo o segundo maior produtor mundial desse mineral. Com base na figura, no texto e nos conhecimentos sobre o tema, considere as afirmativas a seguir. I. A jazida de minério de ferro da serra dos Carajás está localizada sob os terrenos da Bacia Sedimentar Amazônica e a jazida do Quadrilátero Ferrífero está localizada sob os terrenos da Bacia Sedimentar do Paraná. II. A presença dos chamados escudos cristalinos no território brasileiro é fundamental para a compreensão da posição que o país ocupa no cenário internacional da produção de minerais metálicos. III. As grandes reservas de minério de ferro do território brasileiro estão associadas às áreas com predomínio de rochas sedimentares de origem recente. IV. Parte do minério de ferro explorado tanto na serra de Carajás, quanto no Quadrilátero Ferrífero, é destinada à exportação através dos portos de Itaquí, no Maranhão, e de Tubarão, no Espírito Santo. Adaptado. MÉDICI, M. C. e ALMEIDA, M. L. Geografia: os recursos minerais e energéticos. São Paulo: Nova Geração, 2000. p. 43. Estão corretas apenas as afirmativas: a) I e II. b) I e III. c) II e IV. d) I, III e IV. e) II, III e IV. 08. No que diz respeito à estrutura geológica brasileira, considere as afirmações abaixo: I- Há predomínio de bacias sedimentares (64% do território) cuja importância econômica está associada à exploração de jazidas de carvão mineral e petróleo. GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 Página 3
    • II- O derrame vulcânico da era paleozóica que atingiu áreas das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, quando sofre a ação do intemperismo, dá origem a um solo bastante fértil, a terra roxa. III- Há dois escudos, o brasileiro e o das guianas, onde são encontradas importantes jazidas de minerais, tais como ferro, manganês, ouro, entre outros. São corretas as informações: a) todas b)I e II c) II apenas d) II e III e)III apenas 09. No trecho compreendido entre os pontos A e B, na figura, verificam-se as seguintes formas de relevo: planície, planalto em bacia sedimentar, depressão, depressão, planalto em bacia sedimentar e depressão. De acordo com a classificação de Ross (1990), tais formas de relevo correspondem, respectivamente, às unidades do relevo brasileiro indicadas em uma das opções abaixo. Marque-a. a) Pantanal do rio Guaporé; planalto e chapada dos Parecis; depressão Sul amazônica; depressão periférica da borda leste do rio Paraná; planaltos e chapadas da bacia do Parnaíba e depressão Sertaneja São Francisco. b) Pantanal Mato-Grossense; planaltos e chapadas da bacia do Paraná, depressão do Araguaia - Tocantins; depressão do Tocantins; planaltos e chapadas da bacia do Parnaíba e depressão Sertaneja - São Francisco. c) Pantanal Mato-Grossense; planaltos e chapadas da bacia do Paraná; depressão Cuiabana; depressão Araguaia - Tocantins; planaltos e chapadas do Parnaíba e depressão do rio Miranda. d) Pantanal do rio Guaporé; planaltos e chapadas da bacia do Paraná; depressão Cuiabana; depressão do Tocantins; planaltos e chapadas da bacia do Parnaíba e depressão Sertaneja - São Francisco. e) Pantanal Mato-Grossense; planalto e chapadas dos Parecis; depressão do Araguaia - Tocantins; depressão do Tocantins; planaltos e chapadas da bacia do Parnaíba e depressão do rio Miranda. 10. (UECE) Aponte a característica que melhor identifica o relevo brasileiro: a) apresenta predomínio de grandes altitudes, considerando possuir o território altitudes superiores a 1.000 m. b) apresenta dobramentos modernos e está sujeito a movimentos tectônicos. c) apresenta pequena variedade de formas, predominando os maciços residuais. d) possui uma estrutura geológica velha, bastante erodida, portanto de altitudes modestas. 11. Quanto ao conceito de domínios morfoclimáticos e o mapa abaixo, é incorreto afirmar: GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 Página 4
    • a) Trata-se de conceito-síntese, isto é, procura agregar as características de relevo, clima, vegetação, hidrografia e solo num só critério. b) Há áreas indefinidas, observadas em branco no mapa, que constituem faixas de transição; nelas os elementos naturais se misturam. c) O domínio de maior extensão é o amazônico; o de menor extensão é o das pradarias. d) Apenas um domínio é exclusivamente brasileiro, o domínio do cerrado. e) Três domínios são exclusivamente brasileiros, o cerrado, o de mares de morros e o da caatinga. 12. A forma de relevo mostrada na foto abaixo: a) não se encontra na paisagem brasileira; b) na América do Sul, só se encontra no sul do Chile e se relaciona à erosão glacial; c) é uma barreira sedimentar, comum no litoral do Nordeste; d) é uma restinga, como a que separa a Lagoa dos Patos do Oceano Atlântico; e) só aparece no litoral meridional. 13. A foto apresenta o ponto culminante da Ilha de Fernando de Noronha, com 321 metros. Trata-se de uma agulha fonolítica diaclasada, o que significa que ela é de origem: a) vulcânica; b) sedimentar; c) cristalina; d) metamórfica; e) intrusiva. 14. O relevo da Região Centro-Oeste do Brasil apresenta uma enorme diversidade. Segundo Jurandyr Ross, há muitas unidades de relevo nessa região que guardam uma característica comum: a altitude média baixa. Os pontos mais elevados encontram-se em Goiás, nas proximidades do Distrito Federal, mais precisamente ao norte dele, na Chapada dos Veadeiros, que chega a atingir 1960 metros. Do lado do Mato Grosso, na fronteira com Rondônia, encontramos outra unidade famosa: a Chapada dos Parecis. Sua importância está no fato de: GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 Página 5
    • a) constituir a unidade de relevo mais elevada do Brasil, com o Pico da Neblina na fronteira dos dois estados, com 3.014m; b) apresentar o formato de uma serra verdadeira, a única que se encontra no Brasil; c) distribuir-se no sentido nortesul, separando assim as bacias dos rios Paraguai e São Francisco; d) constituir uma extensão da Cordilheira dos Andes dentro do território brasileiro; e) distribuir-se no sentido leste–oeste e, com isso, separar as duas mais importantes bacias hidrográficas da América do Sul: a Amazônica e a Platina. GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 Página 6
    • GABARITO - GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 01. F - V - F - V - V. /// 02. V - F - F - V - V. /// 03. A /// 04. D /// 05. E /// 06. A /// 07. C /// 08. A /// 09. B /// 10. D /// 11. D /// 12. C /// 13. A /// 14. E /// 15. FONTE http://geoconceicao.blogspot.com.br/2011/10/exercicios-de-vestibulares-com-gabarito.html http://geografiadoalfredo.blogspot.com.br/2011/08/exercicio-01-observe-tabela-abaixo.html http://geografalando.blogspot.com.br/2013/02/classificacao-do-relevo-brasileiro.html http://veja.abril.com.br/blog/testes/vestibular/geografia-simulado-on-line/ GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 Página 7
    • CLASSIFICAÇÃO DO RELEVO BRASILEIRO O que é RELEVO??? . É bem simples, PESSOAL!!!! relevo correspondente aos diversos acidentes (saliências e depressões) encontrados sobre a superfície terrestre. E suas principais formas (saliências e depressões) são: - as montanhas; - os planaltos; - as planícies e - as depressões. Veja o esquema abaixo: Para cada uma dessas formas acima mencionada foram criados conceitos com a finalidade de os individualizarem uns dos outros, especificando as suas respectivas singularidades em suas espacialidades, sendo utilizado para isso um determinado critério. O PROBLEMA ao estudar esse assunto é que existem mais de um critério no estudo dessas formas, e consequentemente também existe mais de uma maneira de classificá-las. O que levará o estudante desse assunto a ter que saber não só os tipos de classificações do relevo, mas também como cada uma dessas classificações foi elaborada, isto é, quais critérios foram usados na elaboração dessas supostas classificações. A partir dessa semana vamos apresenta os trẽs modelos de classificação do relevo brasileiro. Na aula de hoje vamos apresentar a classificação do relevo brasileiro realizda por Aroldo de Azevedo em 1949 que foi a primeira classificação do relevo brasilero. Esse tipo de classificação foi a primeira a ser relaizada para representar o relevo brasileiro. GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 Página 8
    • a) Quanto ao críterio: geomorfológico (modelado=Fisionomia= aparência fisica= perfíl visual + origem das rochas que compõe a superfície do lugar) As classificações do relevo nesse modelo prende-se basicamente no estudo das formas (modelados= as saliências da superfície terrestre) considerando as cotas altimétricas (observa a altura das superfície = nível altimétrico no momento da classificação), isto é FISIONOMIA, unindo ao tipo de estrutura geológica a qual a região se localiza (Bacia sedimentar ou escudos cristalinos). b) Quanto a Classificação: Usado o critério geo morfológico de Aroldo de Azevedo ele estabeleceu um limite de 200 metros para determinar o que seria planalto em relação ao que seria uma planicie. Considerando as cotas altimétricas, definida por ele, o mesmo estabeleceu (conceituou) que: - planaltos como sendo um terrenos levemente acidentados, com mais de 200 metros de altitude, e - planícies como sendo um superfícies planas, com altitudes inferiores a 200 metros. Devido esses criterios ficou comuns, por exemplo, denominação como: Planaltos cristalinos (formados por rochas magmáticas ou metamórficas) e planaltos sedimentares (formados por rochas sedimentares). Dessa forma e propôs seguinte mapa para descrever o relevo brasileiro: GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 Página 9
    • Os planaltos que são: - Planalto das Guianas - Planalto Brasileiro, subdividido em: - Planalto Atlântico - Planalto Central - Planalto Meridional As planícies que são: Planície Amazônica Planície do Pantanal Planície Costeira Planície do Pampa ou Gaúcha . Obs.: A classificação de Aroldo de Azevedo, é a mais tradicional. Feita em 1949, está um pouco desatualizada, mesmo assim continua em uso, por três fatores: 1º devido a preocupação com um tratamento coerente às unidades do relevo, dando mais valor a terminologia geomorfológica; 2º devido a identificação de áreas individualizadas; e em 3º devido a simplicidade e originalidade. GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 Página 10
    • a) Quanto ao críterio: geomorfoclimático: (que explica a formação do relevo pela ação do clima sobre as rochas = que perda ou ganha sedimentos a partir da ação do clima - temperatura e pluviosidade - sobre as rochas). Aziz Ab'Sáber em seu trabalho sobre a classificação do relevo brasileiro levou em consideração em estudo sobre o relevo apenas a atuação conjunta dos agentes inetrnos e externos que atuam sobre a gêneses do modelado da superfície terrestre, ou seja, dos elementos da natureza como: clima, solo, hidrografia, vegetação etc. ) principipalmente da ação do clima nos diferentes tipos de rochas. Juntamente com a influência interna representada pelo tectonismo.Segundo esse estudo o relevo brasileiro tem sua formação antiga e resulta principalmente da ação das forças internas da terra e da sucessão de ciclos climáticos. A alternância de climas quentes e umidos com áridos ou semi-áridos favoreceu o processo de erosão e explicam a formação do atual modelado do relevo brasileiro. Nessa perspectiva, Aziz A'b saber observou a evolução do clima(paleoclimas), para realizar a classificação do relevo brasileiro, isto é, as dramáticas alterações ocorridas ao longo do tempo geológico no território brasileiro. Portanto, a análise do relevo atual envolveu também o estudo dos chamados paleoclimas, ou seja, os fatores climáticos passados, que contribuem para explicar o modelado do presente.Com base no estudo dos processos fisiologicos que envolveram as rochas que compõem as estrutura geoologica de brasileira Aziz A'b classificou o relevo brasileiro em dois tipos de macro unidades geomorfológicas: Planaltos e Planície. Além de aumenta de 8 unidades para 10 unidades de relevo. b) Quanto a Classificação: Planalto: corresponderia a superfície aplainada, onde o processo erosivo estaria predominando sobre o sedimentar. Planície: (ou terras baixas) se caracterizaria pelo inverso, ou seja, o processo sedimentar estaria se sobrepondo ao processo erosivo independentemente das cotas altimétricas. c) Quanto as mudanças ocorridas: Por essa divisão o relevo brasileiro passou a ser dividido em 10 unidades, sendo sete palnaltos, que ocupam cerca de 75% do território nacional e três planícies, que ocupan os 25% do restante do território. GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 Página 11
    • Os planaltos que são: - Planalto das Guianas - Planalto Brasileiro, subdividido em: - Planalto Central - Planalto Meridional - Planalto Nordestino - Planalto do Maranhão-Piauí - Planalto Uruguaio Sul-Riograndense - Planalto do Planaltos do Leste e Sudeste As planícies que são: Planície e Terras Baixas Amazônica Planície e Terras Baixas Costeira Planície do Pantanal c.1) Quanto as mudanças ocorridas no macro unidades de planaltos: Em relação a classificação de Aroldo de azevedo passaram-se de quatro unidades de relevo para 7 unidades de relevo. - Continuaram os territórios dos planaltos: das guianas e meridional - Houve uma redistribuição das áreas territorial do planalto central, parte dale forão sedidos para a compor as áreas territorial das novas unidades relevo: Planalto do Maranhão Piauí; Planaltos Leste e Sudeste. - Houve uma renomeclaturação e redistribuição do planalto atlântico que foi dividido em duas novas unidades de relevo: - Planalto Nordestino GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 Página 12
    • - Planalto Leste e Sudeste - Planalto Uruguaio-Sul-Rio-Grandense (no Rio Grande do Sul) compreende o território da planície do Pampa, isso é, na classificação de Aroldo essa região está abaixo de 200 m (altimetria) é uma planície, já na classificação de Aziz A'b Saber é uma região que perde sedimentos é outro critério (fisiológico)por isso é um planalto. c.1) Quanto as mudanças ocorridas no macro unidades de planícies: Em relação a classificação de Aroldo de azevedo passaram-se de quatro unidades de relevo para 3 unidades de relevo. - a planície do pantanal se mantém nas duas classificações. - a planície costeira na classificação de Aroldo de azevedo passa a ser denominada de planícies e terras baixas costeiras na classificação de Aziz A'b saber. - a planície amazônica, na classificação de Aroldo de azevedo passa a ser denominada de planícies e terras baixas amazônicas na classificação de Aziz A'b saber. OBS: o termo “planícies" se refere às várzeas dos rios, onde a sedimentação é intensa, e a expressão “terras baixas", aos baixos planaltos ou platôs de estrutura geológica sedimentar. - a planície do pampa deixa de existir(sua área nessa classificação passa a ser um planalto Uruguaio-Sul-Rio-Grandense). Classificação de JURANDYR L. S. ROSS Este último geografo tentou reunir em seu estudo os dois critérios citados acima, ou seja, em sua classificação ele associou informações sobre o processo de erosão e de sedimentação dominantes na na atualidade (critério geomorfoclimáticos) com informações da base geológico-estrutural do terreno e com o nível altimétrico(critério geomorfológico). a) Quanto ao critério: As classificações das macrounidades do relevo brasileiro sofreu uma evolução quanto aos critérios e métodos utilizados. A pioneira classificação da década de 40, de Aroldo de Azevedo, utilizava como critério de classificação a altimetria, sob a qual as superfícies acima de 200m seriam os planaltos e, as que estivessem entre o nível do mar até 200m seriam as planícies. A classificação de Aziz Ab’Sáber, da década de 50, adota o conceito de processo erosivo para classificar as macrounidades: planaltos são superfícies em que predomina o desgaste erosivo, enquanto planícies são aquelas em que predominam os processos de acumulação dos sedimentos. Quanto ao seu critério Jurandyr Ross associou informações sobre o processo de erosão e de sedimentação dominantes (critério geomorfoclimáticos) com informações da base geológico-estrutural do terreno e com o nível altimétrico(critério geomorfológico). - Critério morfoestrutural (Estrutura Geológica) Segundo as características morfoestruturais ele classificou em três níveis o relevo: - considera altimetria da superfície (planalto, planície ou depressão); - considera a estruturação das macro-unidades: base geológica (ex.: sedimentar, cristalino...); GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 Página 13
    • - Critério morfoclimático (Ação do clima) - considera os processo de intemperisticos(ganho ou perda de sedimentos): - Critério morfoescultural (Agentes externos) - considera o processo de erosão. b) quanto classificação: A classificação do relevo brasileiro de Jurandyr Ross, elaborada com base em imagens de radar nas décadas de 80 e 90, possibilitou ampliar a complexidade da geomorfologia do Brasil. Ross propôs a criação de uma terceira macro-unidade além dos planaltos e planícies, as depressões; além de ter estendido para quase trinta unidades de relevo. -Planaltos: superfícies acima de 300 metros de altitude que sofrem desgaste erosivo. Contém formas de relevo irregulares como morros, serras e chapadas. -Planícies: é uma superfície plana, com altitude inferior a 100 metros, formada pelo acúmulo de sedimentos de origem marinha, fluvial e lacustre. -Depressões: superfícies entre 100 e 500 metros de altitude sendo mais planas que os planaltos(é uma superfície com suave inclinação) e mais rebaixadas que as áreas de entorno, além de sofrer desgaste erosivo (formada por prolongados processos de erosão)e apresentar elevações residuais como inselbergs e planaltos residuais. c) Quanto as mudanças ocorridas: c.1) Planaltos: São formas de relevo elevadas e aplainadas, com altitudes superiores a 300 metros, marcadas por escapas onde o processo de desgaste é superior ao acúmulo de sedimentos. Podem ser encontradas em qualquer tipo de estrutura geológica. nas bacias sedimentares, os planaltos se caracterizam pela formação de escarpas em áreas de fronteiras GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 Página 14
    • com as depressões. Formam também as chapadas, extensas superfícies planas de grande altitudes. Os planaltos são chamados de "formas residuais" (de resíduo, ou seja, do que ficou do relevo atacado pela erosão). Quanto à estrutura geológica, podemos considerar alguns tipos gerais de planaltos: Os Planaltos continuaram dominando o território brasileiro, só que passaram a ser subdivididos em: c.1.1) Planalto em bacias sedimentares – são os planaltos da Amazônia Oriental (Amazônia e Pará), os planaltos e chapadas da bacia do Parnaíba (Pará, Maranhão e Piauí) e da bacia do Paraná (Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul); c.1.2)Planaltos em intrusões e coberturas residuais de plataforma - são os chamados escudos cristalinos. Temos como exemplo o Planalto Norte-Amazônico (chamado de Planalto das Guianas nas classificações anteriores); c.1.3)Planaltos dos cinturões orogênicos – originaram-se da ação da erosão sobre os dobramentos sofridos na era pré-cambriana. São as Serras do Mar, da Mantiqueira, do Espinhaço e as Serras do atlântico Leste-Sudeste; c.1.4)Planaltos em núcleos cristalinos arqueados – isolados e distantes um dos outros, possuem a mesma forma arredondada. São o Planalto da Borborema e o Planalto Sul-RioGrandense; c.2)Planície: São superfícies relativamente planas, onde o processo de deposição de sedimentos é superior ao desgaste. São formações de relevo geologicamente muito recente. Sua formação ocorre em GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 Página 15
    • virtude da sucessiva depressão de material de origem marinha, lacustre ou fluvial em áreas planas. Normalmente, estão localizadas próximas do litoral ou dos cursos dos grandes rios e lagos. As Planícies brasileiras podem ser divididas em: c.2.1) Planícies costeiras: Encontradas no litoral como as Planícies e Tabuleiros Litorâneos, e a Planície da Lagoa dos Patos e Mirim. c.2.1) Planícies continentais: Situadas no interior do país, como a Planície do Pantanal. Na Amazônica, são consideradas planícies as terras situadas junto aos rios. Obs1. As Planícies (exclusivamente em bacias sedimentares), que passaram a ocupar uma porção bem menor do território brasileiro. Surgem as planícies costeiras(na área costeira nordestina aparecem as planícies e os tabuleiros costeiros (baixos planaltos que sofrem erosão e podem ter como limite, junto ao mar, as falésias) e as planícies continentais (planície do Pantanal e as planícies fluviais junto aos rios) . Na classificação de Ross as planícies são em menor número que os planaltos e as depressões. Isto se deve ao fato de que muitas áreas que antes eram consideradas planície, corresponde na verdade as depressões ou planaltos desgastados. A planície Amazônica que na classificação de Aroldo de Azevedo e Aziz Ab’Saber ocupava cerca de 2 milhões de km2, ocupa na classificação atual cerca de 100 mil km2 Obs2. Co relação as áres classificadas como planícies essas são formadas por sedimentos que tem sua origem em material de origem marinha, lacustre ou fluvial em áreas planas como se verifica nas várzeas e “igapós” da Amazônia, no Pantanal Matogrossense ou planície MatoGrossense , que avança em direção à Bolívia e ao Paraguai, numa área de sedimentação aluvial recente, com oscilação de altitude entre 100 e 150 m. No litoral do Rio Grande do Sul podem se destacar as planícies das lagoas dos Patos e Mirim. Nas planícies costeiras e nas várzeas fluviais em geral. Temos também planícies tabulares na orla litorânea, com suas “falésias” e “barreiras”, formações cristalinas ou sedimentares que constituem paredões junto ao mar. c.3) Depressões: São áreas rebaixadas em consequência da erosão que se formaram no limite das bacias sedimentares (planícies) com os maciços antigos (planaltos) devido a processos erosivos, rebaixando o relevo, principalmente na Era Cenozóica. São onze no total e recebem denominações diferentes conforme suas características e localização, se subdivido em: c.3.1)Depressão periférica: Nas regiões de contato entre estruturas sedimentares e cristalinas (área deprimida que aparece na zona de contato entre terrenos sedimentares e cristalinos). Tem forma alongada. Exemplificando: - Depressão Periférica da Borda Leste da Bacia do Paraná, - Sul-Rio-Grandense – nº22 no mapa de Ross) c.3.2)Depressões Marginais: margeiam as bordas de bacias (terrenos) sedimentares, esculpidas em estruturas cristalinas. Exemplificando: - Depressão sul Amazônica e Norte Amazônica. GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 Página 16
    • c.3.3)Depressões Interplanálticas: São áreas mais baixas em relação aos planaltos que as circundam. Exemplificando: - Depressão Sertaneja e do São Francisco. Bibliografia Marcos de AMORIM, “ Geografia geral e do Brasil” Igor MOREIRA, “O espaço geográfico” WILLIAM V., “Brasil – sociedade e espaço” Jaime OLIVA, “Temas da geografia mundial” Maria Elena SIMIELLI “Geoatlas” 01. (UENP) Veja o mapa com a classificação de relevo de Aziz Ab'Sáber. E leia os enunciados abaixo: I. A classificação do relevo brasileiro, de Aziz Ab Saber, levou em consideração os processos morfoclimáticos responsáveis pela dinâmica atual e pretérita do relevo; o título da sua classificação é Domínios Morfoclimáticos do Brasil. II. As principais planícies do Brasil, evidenciadas na classificação de Aziz Ab Saber, são a Amazônica, a do Pantanal e a Costeira. III. A classificação do relevo brasileiro, de Aroldo de Azevedo, em bacias sedimentares e planaltos cristalinos, serviu de referência para a classificação de Ab Saber. IV. O Planalto das Guianas consiste na principal região de nascente dos rios afluentes da margem direita do rio Amazonas, que vão desaguar na Ilha de Marajó. Estão corretas: a) apenas I e II d) apenas I e IV b) apenas II e III e) todas as assertivas c) apenas III e IV 02. (Puccamp) Considere os mapas da Região Norte apresentados a seguir. Como pode-se observar, a extensão da planície amazônica é diferente para os dois geógrafos. Essas interpretações estão associadas a critérios diferentes. São eles: a) Aroldo de Azevedo - altitude de 0 a 100m; Jurandyr Ross - altitude de 0 a 200m. b) Aroldo de Azevedo - altitude de 0 a 200m; Jurandyr Ross - processo de formação sedimentar. c) Aroldo de Azevedo - estrutura geológica cristalina; Jurandyr Ross - sucessão de processos erosivos. d) Aroldo de Azevedo - estrutura geológica sedimentar; Jurandyr Ross - altitude de 0 a 100m. GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 Página 17
    • e) Aroldo de Azevedo - sucessão de processos erosivos; Jurandyr Ross - sedimentação em fossa tectônica. 03- Com base no mapa da questão acima, responda a seguir: A extensão da planície amazônica varia conforme o autor. Essas interceptações estão associadas a critérios diferentes. São eles:Aroldo de Azevedo Jurandyr Ross.Respectivamente: a) Altitude de 0m a 100m Altitude de 0m a 200m b) Altitude de 0m a 200m Predomínio do processos de erosão c) Estrutura cristalina Sucessão de processos de erosão d) Estrutura sedimentar Altitude de 0m a 100m e) Predomínio da erosão Colisão de placas tectônicas 04 . “Superfície muito plana com máximo de 100 m de altitude, é formada pelo acúmulo recente de sedimentos movimentados pela água do mar, rios e lagos, ocupa porção modesta no conjunto do relevo brasileiro.” Esse relevo é chamado de: a) Depressão b) Planície c) Planalto d) Tabuleiro 05. (Ufpe) Em relação ao relevo do Brasil, podemos afirmar: ( ) as bacias sedimentares correspondem a 64% do território nacional, constituindo grandes bacias, como a Amazônica, a do Meio-Norte, a do Paraná, a São-franciscana e a do Pantanal Mato-grossense; ( ) o relevo brasileiro apresenta modestas altitudes, já que a quase totalidade de nossas terras possui menos de 1.000 metros; ( ) o planalto Nordestino é uma região de baixas altitudes, em que se alternam elevações cristalinas, como as da Borborema e Baturité, com extensas chapadas sedimentares, como as do Araripe, do Apodi, do Ibiapaba e outras; ( ) as planícies e terras baixas costeiras formam uma longa e estreita faixa litorânea, que vai desde o Maranhão até o sul do país; ( ) o planalto Meridional, situado nas terras banhadas pelos rios Paraná e Uruguai, é dominado por terrenos sedimentares recobertos parcialmente por derrames basálticos. 06 (Uece) O mapa apresenta um esboço do relevo brasileiro, de acordo com o Prof. Aziz Nacib Ab'Saber. GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 Página 18
    • O RELEVO DO BRASIL Segundo o Prof. Aziz Nacib Ab'Saber 1 - Planalto das Guianas 2 - Planícies e Terras Baixas Amazônicas 3 - Planalto do Maranhão-Piauí 4 - Planalto Nordestino 5 - Planalto Central 6 - Serras e Planaltos do Leste e Sudeste 7 - Planalto Meridional 8 - Planície do Pantanal 9 - Planalto Uruguaio-Riograndense 10 - Planícies e Terras Baixas Costeiras Com base na análise da figura, tem-se como alternativa verdadeira: a) todos os compartimentos de relevos são de origem sedimentar b) as planícies e terras baixas amazônicas correspondem, geologicamente, à área da bacia sedimentar amazônica c) o planalto meridional apresenta, exclusivamente, rochas do embasamento cristalino d) o planalto nordestino não tem superfícies rebaixadas e pediplanadas. 07 (UDESC 2008) Para classificar o relevo, deve-se considerar a atuação conjunta de todos fatores analisados – a influência interna, representada pelo tectonismo, e a atuação do clima, nos diferentes tipos de rocha. Sobre o relevo brasileiro, é correto afirmar: a) Pelos novos estudos que classificam o relevo brasileiro, é fácil perceber que as planícies dominam o território nacional; por isso há tantas áreas disponíveis para a agricultura. b) As chapadas são formas de relevo moldadas em rochas metamórficas, do que resulta a feição tabular, com a superfície mais ou menos plana e encostas abruptas. São muito encontradas na região Sul e Sudeste do Brasil. c) As chapadas são formas de relevo moldadas em rochas metamórficas, do que resulta a feição tabular, com a superfície mais ou menos plana e encostas abruptas. São muito encontradas na região Sul e Sudeste do Brasil. d) Não ocorrem no país dobramentos modernos. Essa característica contribui para que o relevo seja bastante desgastado e rebaixado pelo intemperismo e pela erosão, fato evidenciado pelas modestas altitudes encontradas no país. e) As planícies brasileiras terminam, na sua grande maioria, em frentes de cuestas – nome que se dá às áreas planas das praias. GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 Página 19
    • Segundo o geógrafo Jurandyr Ross, não existem áreas de depressão no Brasil, pois nenhuma forma de relevo é mais baixa que a linha do oceano. 08: (UDESC 2008) Segundo Aziz Nacib Ab Saber, geógrafo, o relevo predominante no Brasil é: a) Depressão Central. b) Planícies e Terras Baixas. c) Planalto Brasileiro. d) Planície Costeira. e) Planalto . 09. (Ufv) O Planalto Meridional Brasileiro apresenta a seguinte característica: a) é formado por terrenos geologicamente novos, daí a inexistência de jazidas minerais. b) a calha dos rios Iguaçu, Paranapanema, Canoas e Uruguai tem sentido Oeste-Leste devido aos dobramentos recentes. c) o solo fértil conhecido como terra roxa é resultado da decomposição das rochas basálticas. d) a cobertura vegetal predominante no planalto é arbustiva, tipo cerrado, encontrada hoje em pequenas manchas devido ao intenso desmatamento. e) os campos, predominantes na Argentina e Uruguai, se estendem até o rio Paranapanema, no Estado do Paraná. 10. O relevo é o resultado de longos anos de trabalho da natureza. Os agentes modeladores foram esculpindo nosso relevo e dando feições marcantes à paisagem brasileira. Três renomados autores organizaram classificações para o relevo: Aroldo de Azevedo, Aziz Ab'Saber e Jurandyr Ross. Considerando essas classificações, é correto afirmar que: a) as classificações para o relevo brasileiro de Azevedo, Ab'Saber e Ross consideram apenas cotas altimétricas. b) as três classificações consideram cotas altimétricas, definindo as cadeias montanhosas modernas nas regiões Norte, Sul e Sudeste. c) as três classificações para o relevo brasileiro consideram apenas a dinâmica de erosão/ sedimentação, definindo o sudeste e nordeste do Rio Grande do Sul como regiões de cadeia montanhosa moderna. d) a planície do Pantanal ou Pantanal Mato-Grossense aparece nas três classificações sobre o relevo brasileiro. e) as classificações consideram apenas o Sudeste brasileiro como região de cadeia montanhosa moderna. 11. (Fatec 2007) São as únicas unidades do relevo brasileiro cujo arcabouço consiste em bacias de sedimentação recente, formadas por deposições do período Quaternário. As superfícies apresentam-se notavelmente aplainadas e ainda em processo de consolidação. (Demétrio Magnoli e Regina Araújo. "Geografia - a construção do mundo".) No Brasil, o relevo descrito está presente nas feições a) do Pantanal Mato-grossense. b) da Chapada Diamantina. c) do Planalto da Borborema. d) da Serra do Mar. e) da Depressão Sertaneja. GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 Página 20
    • 12. (Ufrs 2006) A classificação do relevo brasileiro feita por Jurandyr L. S. Ross (1995) constitui um grande avanço no estudo geomorfológico do Brasil, por contribuir para o planejamento territorial. Com base nessa classificação, associe adequadamente as características apresentadas no bloco inferior, a seguir, às respectivas unidades do relevo brasileiro listadas no bloco superior. 1 - Planaltos e Chapadas da Bacia do Paraná 2 - Planaltos e Serras do Atlântico Leste e Sudeste 3 - Planalto da Borborema 4 - Depressão Periférica Sul-Rio-Grandense 5 - Planícies e Tabuleiros Litorâneos ( ) Esta unidade, drenada pelo rio Jacuí, para leste, e pelo rio Ibicuí, para oeste, apresenta altitude média em torno de 200 m. ( ) O contato desta unidade com as depressões circundantes é feito através de escarpas que, do Rio Grande do Sul a São Paulo, são sustentadas predominantemente por rochas vulcânicas. ( ) Esta unidade é constituída por morros com formas de topos convexos, tem elevada densidade de drenagem e vales profundos - área definida por Aziz Ab'Saber como "domínio dos mares de morros". A seqüência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é a) 3 - 5 - 2. b) 4 - 1 - 2. c) 4 - 2 - 1. d) 5 - 1 - 3. e) 5 - 1 - 4. GEO – GEOMORFOLOGIA DO BRASIL 01 – 2013 Página 21