Acessibilidade em produtos digitais

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Considerações sobre a conceção de produtos digitais com acessibilidade.
Porquê e como promover a acessibilidade.

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Acessibilidade em produtos digitais

  1. 1. Acessibilidade em produtos digitais<br />Jaime Ribeiro<br />Abril de 2010<br />
  2. 2. O que é acessibilidade?<br />Para que serve a acessibilidade?<br />Porquê falar de acessibilidade?<br />
  3. 3. Panorama nacional (2001)<br />O número de pessoas com deficiência recenseadas em 12 de Março de 2001 cifrou-se em 634 408, das quais 333 911 eram homens e 300 497 eram mulheres, representando 6,1% da população residente (6,7% da população masculina e 5,6% da feminina).<br />
  4. 4. Imaginem que….<br />
  5. 5. Acessibilidade nas TIC para quem?<br />Deficiência Visual<br />Baixa visão<br />Cegueira<br />Problemas Perceptivos<br />
  6. 6. Acessibilidade nas TIC para quem?<br />Era capaz de trabalhar assim?<br />Ou sem ecrã?<br />
  7. 7. Acessibilidade nas TIC para quem?<br />Deficiência motora<br />Amputados<br />Incapacidade temporária<br />…<br />
  8. 8. Acessibilidade nas TIC para quem?<br />Deficiência Motora<br />Paralisia Cerebral<br />Traumatismos Crâneo-encefálicos<br />Traumatismos vertebro-medulares<br />
  9. 9. Acessibilidade nas TIC para quem?<br />Deficiências cognitivas<br />Atraso intelectual<br />Défice de atenção<br />…<br />
  10. 10. Acessibilidade nas TIC para quem?<br />Idosos<br />
  11. 11. Acessibilidade nas TIC para quem?<br />Crianças<br />
  12. 12. Acessibilidade nas TIC para quem?<br />Baixa literacia digital<br />Receio das tecnologias<br />
  13. 13. Acessibilidade é uma característica do ambiente ou de um objeto que permite a qualquer pessoa estabelecer um relacionamento com esse ambiente ou objeto, e utilizá-los de uma forma amigável, cuidada e segura.<br />Conceito Europeu de Acessibilidade - Relatório do Grupo de Peritos criado pela Comissão Europeia - 2003<br />
  14. 14. Acessibilidade digital<br />A acessibilidade digital é a capacidade de um produto ser flexível o suficiente para atender às necessidades e preferências do maior número possível de pessoas, além de ser compatível com tecnologias de apoio usadas por pessoas com necessidades especiais. <br />
  15. 15. Acessibilidade na Web<br />Acessibilidade na Web significa que qualquer pessoa, utilizando qualquer tipo de tecnologia de navegação - navegadores gráficos, textuais, especiais para sistemas de computação móvel, etc. - deve ser capaz de visitar e interagir com qualquer site, compreendendo inteiramente as informações nele apresentadas<br />
  16. 16. Acessibilidade<br /><ul><li>Acessibilidade diz respeito a locais, produtos, serviços ou informações efetivamente disponíveis ao maior número e variedade possível de pessoas, independente de suas capacidades físico-motoras, perceptivas, culturais e sociais;
  17. 17. Acesso ao computador sem rato, acesso ao computador sem teclado, acesso ao computador sem monitor, acesso ao computador sem áudio;
  18. 18. W3C (World Wide Web Consortium), WAI (Web Accessibility Initiative), WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) 1.0 e 2.0</li></li></ul><li>Limitações mais frequentes e estratégias de acessibilidade mais comuns<br />
  19. 19. Produto de ApoioAjuda Técnica/Tecnologia de Apoio<br />Entende-se por tecnologias de apoio os dispositivos facilitadores que se destinam a melhorar a funcionalidade e a reduzir a incapacidade do aluno, tendo como impacte permitir o desempenho de atividades e a participação nos domínios da aprendizagem e da vida profissional e social<br />(Artigo 22.º, Decreto-Lei n.º3/2008 de 7 de Janeiro, Diário da República, 1.ª Série, N.º 4, 159:5)”<br />
  20. 20. Tecnologias de Apoio<br />Permitem: <br />Compensar ou substituir funções<br />Acesso ao currículo<br />Novas formas de comunicar<br />Novas formas de participar<br />Promoção da autonomia<br />Aproveitamento de competências residuais<br />Personalizáveis<br />Transformam o computador num aliado, numa ferramenta de inclusão<br /> Derrube de obstáculos<br />
  21. 21. Formas de acesso ao computador<br />Acesso indirecto<br />Através da técnica de varrimento, o computador aponta sequencialmente um conjunto de itens que o utilizador selecciona, usando normalmente um manípulo.<br />Varrimento<br /><ul><li>Automático
  22. 22. Passo a passo
  23. 23. Inverso</li></ul>Acesso directo<br />O utilizador acede aos periféricos para controlar o computador ou introduzir dados.<br />Dispositivo apontador<br />Teclado<br />Impressora<br />
  24. 24. Tecnologias de acesso ao computador<br />Hardware <br />Exemplo<br />Periféricos de entrada e de saída adaptados<br />Software<br />Exemplo<br />Programas de ampliação de ecrã<br />Sintetizadores de fala<br />Hardware+Software<br />Exemplo<br />- Manípulo (Switch) com programa de varrimento <br />- Linha Braille<br />
  25. 25. Formas de acesso<br />Selecção Directa<br />Seleção Indirecta - Varrimento<br />Electrónico:<br /><ul><li>Passo-a-passo
  26. 26. Linear
  27. 27. Linha-coluna ou coluna-linha
  28. 28. Inverso</li></ul>22<br />
  29. 29. Acesso directo<br /> Teclados<br />Ponteiros<br />Teclados aumentados<br />Grelhas/colmeias de teclado<br />Teclado de conceitos<br />Teclados reduzidos<br />Teclados ergonómicos<br />Teclar com o pé<br />
  30. 30. Acesso directo<br />Braille (entrada e saída)+Software de Leitura de ecrã<br />Impressora Braille<br />Linha Braille <br />Teclado com etiquetagem Braille<br />Impressora Braille e relevo<br />Impressora de relevo<br />MountbattenBrailler<br />
  31. 31. Acesso directo<br />Síntese de voz (saída)+Software de Leitura de ecrã (texto para fala)<br />Fala para texto (ainda não totalmente implementada em português)<br />Legendagem de ficheiros com som<br />
  32. 32. Acesso directo<br /> Alternativas ao Rato<br />Waferswitch<br />Rato com pega de joystick<br />Joysticks<br />TrackBall<br />Sistema com ponteiro óptico<br />Dispositivo apontador através<br />de movimentos dos olhos<br />Ecrã táctil/adaptação para conversão em ecrã táctil<br />Dispositivo apontador através<br />de movimentos de cabeça<br />
  33. 33. Acesso indirectoManípulos/Comutadores/Switch<br /> Funcionam integrados com software e interface<br />
  34. 34. Acesso indirectoManípulos/Comutadores/switches<br />Switch elástico (ribbon)<br />Switch de pressão<br />Switch de preensão (grasp)<br />Switch de sopro-sucção<br />Switch com sensor de infravermelhos <br />Switch de posição<br />Switch de queixo<br />Switch de fio - puxar<br />Switch de som<br />Slim Armstrong - Braço articulado<br />
  35. 35. Acessibilidade do Sistema Operativo<br />
  36. 36. Desenho universal<br />Visa a concepção de objectos, equipamentos e estruturas do meio físico destinados a ser utilizados pela generalidade das pessoas, sem recurso a projectos adaptados ou especializados, e o seu objectivo é o de simplificar a vida de todos, qualquer que seja a idade, estatura ou capacidade, tornando os produtos, estruturas, a comunicação/informação e o meio edificado utilizáveis pelo maior número de pessoas possível, a baixo custo ou sem custos extras, para que todas as pessoas e não só as que têm necessidades especiais, mesmo que temporárias, possam integrar-se totalmente numa sociedade inclusiva.<br />
  37. 37. 7 princípios básicos do Desenho Universal<br />Utilização equitativa: pode ser utilizado por qualquer grupo de utilizadores;<br />Flexibilidade de utilização: Engloba uma gama extensa de preferências e capacidades individuais;<br />Utilização simples e intuitiva: fácil de compreender, independentemente da experiência do utilizador, dos seus conhecimentos, aptidões linguísticas ou nível de concentração;<br />Informação perceptível: Fornece eficazmente ao utilizador a informação necessária, qualquer que sejam as condições ambientais/físicas existentes ou as capacidades sensoriais do utilizador;<br />Tolerância ao erro: minimiza riscos e consequências negativas decorrentes de ações acidentais ou involuntárias;<br />Esforço mínimo: pode ser utilizado de forma eficaz e confortável com um mínimo de fadiga;<br />Dimensão e espaço de abordagem e de utilização: Espaço e dimensão adequada para a abordagem, manuseamento e utilização, independentemente da estatura, mobilidade ou postura do utilizador. <br />
  38. 38. 1. Uso equitativo<br />São espaços, objectos e produtos que podem ser utilizados por pessoas com<br />diferentes capacidades, tornando os<br />ambientes iguais para todos.<br />Portas com sensores que se abrem sem exigir força física ou alcance das mãos de usuários de alturas variadas.<br />Estabelece que os produtos sejam úteis e vendáveis a pessoas com diversas capacidades proporcionando a mesma forma de utilização a todas elas;<br />
  39. 39. 2. Flexibilidade no uso<br />Design de produtos ou espaços que se ajustam a pessoas com diferentes habilidades e diversas preferências, sendo adaptáveis para qualquer uso.<br />Computador com teclado e mouse ou com programa do tipo”Dosvox”<br />Tesoura que se adapta a<br />destros e canhotos.<br />Deve respeitar uma ampla gama de indivíduos, preferências, habilidades e capacidades individuais, possibilitando que se escolha a forma de utilização mais adequada;<br />
  40. 40. 3.Uso simples e intuitivo<br />De fácil entendimento para que uma pessoa possa compreender, independente de sua experiência, conhecimento, habilidades de linguagem, ou nível de concentração.<br />O uso do design deve ser de fácil compreensão independente da experiência, conhecimento do idioma, nível de formação ou da capacidade de concentração do utilizador .<br />
  41. 41. 4.Informação perceptível<br />Quando a informação necessária é transmitida de forma a atender as necessidades do receptador, seja ela uma pessoa estrangeira, com dificuldade de visão ou audição.<br />Estabelece que a comunicação da informação seja eficaz,  através de diferentes modos (pictográfico, verbal ou táctil) para que satisfaça todos; <br />Fornece eficazmente ao utilizador a informação necessária, qualquer que sejam as condições ambientais/físicas existentes ou as capacidades sensoriais do utilizador<br />
  42. 42. 5.Tolerância ao erro<br />Previsto para minimizar os riscos e possíveis consequências de acções acidentais ou não intencionais.<br />Elevadores com sensores em diversas alturas que permitam às<br />pessoas entrarem sem riscos de a porta ser fechada no meio do<br />procedimento e escadas e rampas com corrimão.<br />tolerante = que tolera, perdoa.<br />Sensibilizado ao erro.<br />Determina que se minimize riscos e reacções adversas no caso de acidentes;<br />
  43. 43. 6.Baixo esforço físico<br />Maçanetas tipo alavanca, que são de fácil utilização,<br />podendo ser accionada até com o cotovelo. Esse tipo de<br />equipamento facilita a abertura de portas no caso de<br />incêndios, não sendo necessário girar a mão<br />Para ser usado eficientemente, com conforto e com o mínimo de fadiga.<br />Estabelece que os produtos possam ser usados eficiente e confortavelmente com o mínimo esforço, fadiga e operações repetitivas;<br />
  44. 44. 7. Tamanho e espaço para aproximação e uso<br />Que estabelece dimensões e espaços apropriados para o acesso, o alcance, a manipulação e o uso, independentemente do tamanho do corpo (obesos, anões etc.), da postura ou mobilidade do usuário (pessoas em cadeira de rodas, com carrinhos de bebé, bengalas etc.).<br />Poltronas para obesos em cinemas e<br />teatros<br />Determina que o tamanho e espaço para aproximação, alcance, manipulação e uso sejam adequados,  independente do tamanho do corpo, postura ou mobilidade.<br />Banheiros com dimensões adequadas para pessoas em cadeira de rodas ou as que estão com<br />bebês em seus carrinhos.<br />
  45. 45. O Desenho para Todos assume-se, assim, como instrumento privilegiado para a concretização da acessibilidade e, por extensão,de promoção da inclusão social. <br />
  46. 46. Universal Usability<br />Acessibilidade<br />Usabilidade<br />Funcionalidade<br />
  47. 47. Níveis de prioridade WCAGna promoção da acessibilidade<br />Nível de Prioridade 1: Exigências básicas de acessibilidade. Pontos em que os criadores e adaptadores de conteúdo Web devem satisfazer inteiramente. Se não cumpridas, grupos de utilizadores ficarão impossibilitados de aceder as informações do documento;<br />Nível de Prioridade 2: Normas e recomendações de acessibilidade cuja implementação garante o acesso às informações do documento. Se não cumpridas, grupos de utilizadores terão dificuldades para navegar e aceder as informações do documento;<br />Nível de Prioridade 3: Normas e recomendações de acessibilidade que sendo implementadas facilitarão o acesso aos documentos armazenados na Web. Se não cumpridas, grupos de utilizadores poderão encontrar dificuldades para aceder as informações dos documentos armazenados na Web.<br />Lista de pontos de verificação dos níveis de prioridade WCAG<br />
  48. 48. Lista de Referência Rápida WCAG 2.0<br />
  49. 49. Acessibilidade aspectos a considerar<br />Design compatível com diferentes navegadores e resoluções de ecrã <br />Cumprimento da normativa WAI<br />Navegação por teclado (navegação por tabs+ teclas de atalho)<br />Ajuda para a navegação e compreensão de conteúdos <br />Formatos alternativos de apresentação de uma mesma informação (redundância de informação); <br />Eliminação de estímulos desnecessários; <br />Contraste elevado entre fundo e elementos visuais;<br />Configurações de acessibilidade que possibilitem ajustes para pessoas com diferentes restrições de acesso e participação;<br />Compatibilidade com Tecnologias de Apoio para pessoas com deficiência.<br />
  50. 50. 9 Conselhos para a acessibilidade de um sítio Web (fonte: acessibilidade.net)<br />Garanta que todas as imagens se encontram legendadas ou descritas com texto<br />Esta medida é essencial para botões e ligações feitas com recurso a imagens. O leitor de ecrã utilizado por um cego irá ler o texto alternativo associado à imagem.<br />Garanta que o tamanho do texto pode ser aumentado com as opções do seu navegador<br /> Esta facilidade é muito utilizada por pessoas idosas com algumas dificuldades visuais. <br />Garanta que o comprimento do texto na página se ajusta ao tamanho da Janela<br /> Esta característica facilita a utilização de software de ampliação<br />Garanta a identificação do campos dos formulários <br /> Coloque etiquetas em todos os campos do formulário identificando a sua funcionalidade. No caso do elemento que executa o envio dos dados do formulário ser uma imagem, não se esqueça de a legendar.<br />Permita a ativação dos elementos da página através do teclado<br /> Pessoas com destreza reduzida ou com incapacidade de ver o cursor do ecrã têm dificuldade em usar um dispositivo apontador como o rato. O teclado pode ser a única alternativa.<br />
  51. 51. 9 Conselhos para a acessibilidade de um sítio Web<br />Garanta que os textos das ligações sejam compreensíveis fora do contexto<br /> Use a tecla TAB para saltar de ligação em ligação numa página Web e leia em voz alta o respetivo texto. Um cego usa uma técnica semelhante para navegar recorrendo a um leitor com síntese de fala para substituir a falta de visão. Ligações compostas por "clique aqui" não são esclarecedoras para quem ouve apenas a informação das ligações. Do mesmo modo, se usar várias vezes o mesmo texto para compor ligações diferenciadas gera ambiguidade. As ligações podem ser legendadas com texto alternativo para evitar ambiguidades. <br />Forneça uma forma simples para contactar o responsável<br /> O utilizador poderá comunicar-lhe as dificuldades que sente no acesso aos conteúdos do seu sítio. Facilite o feedback dos utilizadores.<br />Utilize ferramentas e serviços automáticos de análise da acessibilidade <br /> Verifique as funcionalidades de acessibilidade do seu software de criação de conteúdos web <br /> Use ferramentas de avaliação automática. <br />Checklist for Web Content Accessibility Guidelines <br />Afixe o símbolo de acessibilidade na Web<br /> Utilize o Símbolo de Acessibilidade na Web para indicar que o seu sítio contém funcionalidades de acessibilidade para cidadãos com necessidades especiais, para diferentes ambientes, situações, equipamentos e navegadores.<br />
  52. 52. Alguns aspetos essenciais a considerar<br />Design simples<br />Designs simples são mais fáceis de usar e manter. Destacando elementos importantes e usando estruturas simples e de marcação, limpa e baseada em padrões.<br />Design para adaptação<br />Páginas da Web que se adaptam ao ambiente do utilizador e modificações do usuário. Criar páginas que se adaptam a diferentes condições, tais como texto ampliado ou larguras de janela diferente, mantendo a integridade do projeto.<br />Privilegiar o HTML <br />HTML é o melhor formato para usabilidade universal. Utilize PDF e Flash, só como uma alternativa ao HTML .<br />Desenhar para acesso para teclado<br />Alguns utilizadores usam apenas o teclado para navegação:<br />Teclas de atalho dos browsers<br />Teclas de atalho dos sites<br />Teclas de atalho de tecnologias de apoio<br />
  53. 53. Alguns aspetos essenciais a considerar<br />Imagem <br />Fornecer equivalente textual para as imagens (Alt)<br />Tabelas<br />Leitura linear<br />Legendas/labels (links, formulários)<br />Indicar claramente <br />Links<br />Identificar claramente o destino de cada link (com legendas, alternativa “saiba mais”<br />Evitar abrir novas janelas<br />Se aparecer link para download de ficheiros utilizar função para travar a navegação<br />
  54. 54. Análise de acessibilidade<br />Conformidade com normas W3C<br />Ferramentas de avaliação Gratuitas<br />Hera<br />DaSilva<br />Bobby<br />TAW<br />Cynthia Says<br />
  55. 55. Tarefa<br />Abra o Internet Explorer<br />Alt+D para aceder à barra de endereço<br />Digite www.acessibilidade.net<br />Com o TAB avance até<br />Clique Enter<br />Desligue o seu monitor e ligue as colunas<br />Clique ALT+T para ler todo o texto ou <br />ALT+L para ler links<br />Utilize ALT+X para parar<br />
  56. 56. Vídeo - Acessibilidade Web: Custo ou Benefício?<br />http://acessodigital.net/video/video_acesso_digital.wmv<br />
  57. 57. "O poder da Web está na sua universalidade. O acesso por todas as pessoas, não obstante a sua incapacidade, é um aspecto essencial." (Tim Berners-Lee - Diretor do W3C)<br />
  58. 58. “Acessibilidade na web é tornar todos os serviços, assuntos e publicações tão fáceis de serem utilizados por todas as pessoas, que até esqueceremos que há diferenças.”  (Carla Nascimento – frase vencedora do concurso “Jornadas de Conhecimento sobre Acessibilidade na Web”)<br />
  59. 59. +<br />+<br />Acessibilidade<br />Web Standards<br />Usabilidade<br />Acessibilidade de Verdade!<br />Fonte: Acesso Digital<br />
  60. 60. A chave<br />Chegar a um maior número de pessoas<br />
  61. 61. Para explorarem<br />Manual de Utilização dos Modelos de Páginas Acessíveis<br />http://www.inf.pucrs.br/~infee/manual/<br />Tutoriais de Acessibilidade Web<br />http://www.acesso.umic.pt/tutor/index.htm<br />Curso Acessibilidade<br />http://internativa.com.br/curso/<br />Acessibilidade.net<br />http://www.acessibilidade.net/web/<br />Acesso digital<br />http://acessodigital.net/index.html<br />Programa Acesso da UMIC<br />http://www.acesso.umic.pt/<br />Técnicas de acessibilidade<br />http://internativa.com.br/curso/tecnicas-de-acessibilidade.ppt<br />HTML com acessibilidade<br />http://www.fundacaobradesco.org.br/vv-apostilas/cursoHTML/Sumario.htm<br />
  62. 62. Obrigado pela vossa atenção!<br />

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