Polímeros

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Polímeros

  1. 1. Cristiene Moreira MeloCristiene Moreira Melo Fernando Marras de PaulaFernando Marras de Paula Jadgy BackJadgy Back Thaylla Albino VieiraThaylla Albino Vieira Alfenas – MGAlfenas – MG 20102010 Prof. Fabiano GuimarãesProf. Fabiano Guimarães
  2. 2. ConceitoConceito O que são polímeros?O que são polímeros? ●● Do gDo grego Polumeres: Polu – muitos, meres – partes;rego Polumeres: Polu – muitos, meres – partes; ●● Macromoléculas formada pela repetição deMacromoléculas formada pela repetição de monômeros;monômeros; ●● União dos monômeros: polimerizaçãoUnião dos monômeros: polimerização ●● Ligadas por covalência;Ligadas por covalência; ●● Elevada massa molecular;Elevada massa molecular; ●● Inorgânicos ou orgânicos;Inorgânicos ou orgânicos; ●● Naturais ou sintéticos;Naturais ou sintéticos;
  3. 3. ConceitoConceito CaracterísticasCaracterísticas ●● Alta viscosidadeAlta viscosidade;; ●● Elasticidade ou durezaElasticidade ou dureza;; ●● Resistência ao calor;Resistência ao calor; ●● Resistência a umidadeResistência a umidade;; ●● Resistência a abrasãoResistência a abrasão;;
  4. 4. HistóriaHistória 1° fase da história dos1° fase da história dos polímerospolímeros ●● Século XVIII: TeoriaSéculo XVIII: Teoria da Força Vital;da Força Vital; ●● 1807:1807: Somente osSomente os seres vivos tinha forçaseres vivos tinha força vital;vital; ●● Século XIX: somenteSéculo XIX: somente polímeros naturais;polímeros naturais; Jöns Jacob Berzelius (1779 - 1882)Jöns Jacob Berzelius (1779 - 1882)
  5. 5. HistóriaHistória LátexLátex CeluloseCelulose
  6. 6. HistóriaHistória 2° fase da história dos2° fase da história dos polímerospolímeros ●● 1828: Produção da uréia,1828: Produção da uréia, apartir do cianato deapartir do cianato de amônio (amônio (síntese desíntese de Wöhler)Wöhler);; ●● Queda da Teoria daQueda da Teoria da Força Vital;Força Vital; ●● Pesquisas sobre químicaPesquisas sobre química orgânica se multiplicam.orgânica se multiplicam. Friedrich Wöhler (1800 - 1882)Friedrich Wöhler (1800 - 1882)
  7. 7. HistóriaHistória 2° fase da história dos2° fase da história dos polímerospolímeros ●● 1854: Inicia uma série de1854: Inicia uma série de experiências;experiências; ●● 1862: Sintetiza o1862: Sintetiza o acetileno em atmosfera deacetileno em atmosfera de hidrogênio;hidrogênio; ●● 1866:1866: Por aquecimento,Por aquecimento, polimerização do acetilenopolimerização do acetileno em benzeno;em benzeno; ●● Fim da Teoria da ForçaFim da Teoria da ForçaPierre Eugene MarcellinPierre Eugene Marcellin Berthelot (1827 - 1907)Berthelot (1827 - 1907)
  8. 8. HistóriaHistória 3° fase da história dos polímeros3° fase da história dos polímeros →→ Henri Victor Regnault (1810 – 1878)Henri Victor Regnault (1810 – 1878) ●● Polimerização do cloreto de vinila comPolimerização do cloreto de vinila com auxílio da luz do Sol.auxílio da luz do Sol. →→ EINHORN & BISCHOFFEINHORN & BISCHOFF ●● Descobrem por acidente oDescobrem por acidente o policarbonato.policarbonato. →→ Leo Hendrik Baekeland (1863 – 1944)Leo Hendrik Baekeland (1863 – 1944) ●● Sintetiza resinas de fenol-formaldeído. É oSintetiza resinas de fenol-formaldeído. É o primeiro plástico totalmente sintético que surgeprimeiro plástico totalmente sintético que surge em escala comercial.em escala comercial.
  9. 9. HistóriaHistória 1930 Borracha estireno- butadieno 1936 Poli(cloreto de vinila) (PVC) 1936 Policloropreno (neopreno) Ano de introdução de alguns polímeros no mercadoAno de introdução de alguns polímeros no mercado 1936 Poli(metil metacrilato) 1936 Poli(acetado de vinila) 1937 Poliestireno
  10. 10. HistóriaHistória 1939 Nylon 1943 Silicone 1944 Poli(etileno teraftalato) Ano de introdução de alguns polímeros no mercadoAno de introdução de alguns polímeros no mercado 1947 Epóxis 1948 Resinas ABS 1955 Poliestileno linear
  11. 11. Importância econômicaImportância econômica ●● Construção civilConstrução civil ●● EmbalagensEmbalagens ●● Industria TêxtilIndustria Têxtil ●● TelecomunicaçõesTelecomunicações ●● EletroeletrônicosEletroeletrônicos ●● IndustriaIndustria AutomobilísticAutomobilístic
  12. 12. Utilização dos polímerosUtilização dos polímeros Embalagens 22% Construção civil 18% Maquinas e Equipamentos 10% Indústria automotíva 10% Móveis 10% Eletroeletrônicos 7% Agricultura 7% Utilidades domésticas 7% Outros 10%
  13. 13. Classificação dos polímerosClassificação dos polímeros TermoplásticosTermoplásticos ●● Mais encontrados noMais encontrados no mercado;mercado; ●● Se fundem quandoSe fundem quando aquecidos;aquecidos; ●● Moléculas linearesMoléculas lineares dispostas na forma dedispostas na forma de cordões soltos.cordões soltos. Exemplos: polietileno (PE),Exemplos: polietileno (PE), polipropileno (PP), poli(tereftalato depolipropileno (PP), poli(tereftalato de etileno) (PET), policarbonato(PC),etileno) (PET), policarbonato(PC), poliestireno(PS), poli(cloreto depoliestireno(PS), poli(cloreto de vinila) (PVC), poli(metilmetacrilato)vinila) (PVC), poli(metilmetacrilato) (PMMA).(PMMA).
  14. 14. Classificação dos polímerosClassificação dos polímeros TermoestáveisTermoestáveis ●● MMais resistentes ao calor;ais resistentes ao calor; ●● NNão se fundem quandoão se fundem quando aquecidos;aquecidos; ●● DDifíceis de fabricar;ifíceis de fabricar; ●● MoléculasMoléculas formam umaformam uma rede, presos entre si atravésrede, presos entre si através de numerosas ligaçõesde numerosas ligações Exemplos: poliésteres, baquelita,Exemplos: poliésteres, baquelita, resinas epóxi, e o poliuretano.resinas epóxi, e o poliuretano.
  15. 15. Classificação dos polímerosClassificação dos polímeros ElastômerosElastômeros ●● BBorracha que se deformaorracha que se deforma quando submetida a um esforço,quando submetida a um esforço, e recupera sua forma quandoe recupera sua forma quando deixa de exercer força;deixa de exercer força; ●● SSe degradam a temperaturase degradam a temperaturas não muito elevadas;não muito elevadas; ●● EEstrutura similar à dostrutura similar à do termoestáveis, mas há menortermoestáveis, mas há menor número de ligações entre osnúmero de ligações entre os "cordões"."cordões". Exemplos: polibutadieno, poliisobutileno,Exemplos: polibutadieno, poliisobutileno, Da mistura com termoplásticos:Da mistura com termoplásticos: poliolefínicos (TPO), termoplástcisopoliolefínicos (TPO), termoplástciso vulcanizados dinamicamente (TPV).vulcanizados dinamicamente (TPV).
  16. 16. Formas de obtençãoFormas de obtenção Polímeros de adição: Obtidos pela adição de um únicoPolímeros de adição: Obtidos pela adição de um único monômero.monômero. Um exemplo é o Polietileno, é obtido a partir do etileno (eteno).Um exemplo é o Polietileno, é obtido a partir do etileno (eteno). Possui alta resistência à umidade e ao ataque químico, mas tem baixaPossui alta resistência à umidade e ao ataque químico, mas tem baixa resistência mecânica. O polietileno é um dos polímeros mais usadosresistência mecânica. O polietileno é um dos polímeros mais usados pela indústria, sendo muito empregado na fabricação de folhaspela indústria, sendo muito empregado na fabricação de folhas (toalhas, cortinas, envólucros, embalagens etc), recipientes (sacos,(toalhas, cortinas, envólucros, embalagens etc), recipientes (sacos, garrafas, baldes etc), canos plásticos, brinquedos infantis, nogarrafas, baldes etc), canos plásticos, brinquedos infantis, no isolamento de fios elétricos etc.isolamento de fios elétricos etc.
  17. 17. Formas de obtençãoFormas de obtenção Copolímeros de adição: Obtidos pela adição de dois monômero.Copolímeros de adição: Obtidos pela adição de dois monômero. Buna-S, Borracha GRS ou Borracha SBR: É obtido a partir do estirenoBuna-S, Borracha GRS ou Borracha SBR: É obtido a partir do estireno e do 1,3-butadieno, tendo o sódio metálico como catalisador. Essae do 1,3-butadieno, tendo o sódio metálico como catalisador. Essa borracha é muito resistente ao atrito, e por isso é muito usada nasborracha é muito resistente ao atrito, e por isso é muito usada nas "bandas de rodagem" dos pneus."bandas de rodagem" dos pneus.
  18. 18. Formas de obtençãoFormas de obtenção Copolímeros de condensação: Obtidos pela adição de dois monômerosCopolímeros de condensação: Obtidos pela adição de dois monômeros diferentes com eliminação de substância inorgânica (geralmente águadiferentes com eliminação de substância inorgânica (geralmente água ou gás amoníaco).ou gás amoníaco). São obtidos pela polimerização de diaminas com ácidos dicarboxílicos. SãoSão obtidos pela polimerização de diaminas com ácidos dicarboxílicos. São plásticos duros e têm grande resistência mecânica. São moldados em formaplásticos duros e têm grande resistência mecânica. São moldados em forma de engrenagens e outras peças de máquinas, em forma de fios e também sede engrenagens e outras peças de máquinas, em forma de fios e também se prestam à fabricação de cordas, tecidos, garrafas, linhas de pesca etc. O maisprestam à fabricação de cordas, tecidos, garrafas, linhas de pesca etc. O mais comum é o nylon-66, resultante da reação entre a hexametilenodiamina (1,6-comum é o nylon-66, resultante da reação entre a hexametilenodiamina (1,6- diamino-hexano) com o ácido adípico (ácido hexanodióico)diamino-hexano) com o ácido adípico (ácido hexanodióico)
  19. 19. Impactos ambientaisImpactos ambientais Os materiaisOs materiais constituídos deconstituídos de polímeros causampolímeros causam grande impactogrande impacto ambiental devido ao seuambiental devido ao seu longo tempo delongo tempo de degradação.degradação.
  20. 20. Tempo de degradação de algunsTempo de degradação de alguns polímerospolímeros Material Tempo de Degradação Chicletes 5 anos Cordas de nylon 30 anos Embalagens PET Mais de 100 anos Isopor Indeterminado Luvas de borracha Indeterminado Plásticos (embalagens, equipamentos) Até 450 anos Pneus Indeterminado Sacos e sacolas plásticas Mais de 100 anos
  21. 21. Impactos ambientaisImpactos ambientais Os materiais constituídos de polímeros, quando não reutilizados e descartados corretamente, são jogados em ruas ou matas, podendo causar riscos aos animais, entupimento de esgotos e poluição aos rios e mares.
  22. 22. Impactos ambientaisImpactos ambientais
  23. 23. Impactos ambientaisImpactos ambientais As embalagens plásticas representam 7% do lixo sólido, no entanto, chama atenção mais do que outros materiais devido aos seguintes fatores:
  24. 24. Impactos ambientaisImpactos ambientais As embalagens plásticas representam 7% do lixo sólido, no entanto, chama atenção mais do que outros materiais devido aos seguintes fatores: A) Descartabilidade;
  25. 25. Impactos ambientaisImpactos ambientais As embalagens plásticas representam 7% do lixo sólido, no entanto, chama atenção mais do que outros materiais devido aos seguintes fatores: A) Descartabilidade; B) Resistência à degradação;
  26. 26. Impactos ambientaisImpactos ambientais As embalagens plásticas representam 7% do lixo sólido, no entanto, chama atenção mais do que outros materiais devido aos seguintes fatores: A) Descartabilidade; B) Resistência à degradação; C) Leveza, que os faz flutuar em lagos ou cursos de água;
  27. 27. Impactos ambientaisImpactos ambientais As embalagens plásticas representam 7% do lixo sólido, no entanto, chama atenção mais do que outros materiais devido aos seguintes fatores: A) Descartabilidade; B) Resistência à degradação; C) Leveza, que os faz flutuar em lagos ou cursos de água; D) Densidade baixa, gerando grandes volumes.
  28. 28. 3R3R Para minimizar o impacto ambiental causado pelos polímeros, pode-se: Reutilizar Reciclar Reduzir
  29. 29. Reutilização e ReciclagemReutilização e Reciclagem
  30. 30. Reutilização e ReciclagemReutilização e Reciclagem
  31. 31. Reutilização e ReciclagemReutilização e Reciclagem
  32. 32. Ciclo de vida do plásticoCiclo de vida do plástico Consumo deConsumo de embalagensembalagens de plásticode plástico
  33. 33. Ciclo de vida do plásticoCiclo de vida do plástico Consumo deConsumo de embalagensembalagens de plásticode plástico Descarte seletivoDescarte seletivo
  34. 34. Ciclo de vida do plásticoCiclo de vida do plástico Consumo deConsumo de embalagensembalagens de plásticode plástico Descarte seletivoDescarte seletivo RecolhimentoRecolhimento pelas entidadespelas entidades municipaismunicipais
  35. 35. Ciclo de vida do plásticoCiclo de vida do plástico Consumo deConsumo de embalagensembalagens de plásticode plástico Descarte seletivoDescarte seletivo RecolhimentoRecolhimento pelas entidadespelas entidades municipaismunicipais TiragemTiragem
  36. 36. Ciclo de vida do plásticoCiclo de vida do plástico Consumo deConsumo de embalagensembalagens de plásticode plástico Descarte seletivoDescarte seletivo RecolhimentoRecolhimento pelas entidadespelas entidades municipaismunicipais TiragemTiragemReciclagemReciclagem
  37. 37. Ciclo de vida do plásticoCiclo de vida do plástico Consumo deConsumo de embalagensembalagens de plásticode plástico Descarte seletivoDescarte seletivo RecolhimentoRecolhimento pelas entidadespelas entidades municipaismunicipais TiragemTiragemReciclagemReciclagemGranuladoGranulado
  38. 38. Ciclo de vida do plásticoCiclo de vida do plástico Consumo deConsumo de embalagensembalagens de plásticode plástico Descarte seletivoDescarte seletivo RecolhimentoRecolhimento pelas entidadespelas entidades municipaismunicipais TiragemTiragemReciclagemReciclagemGranuladoGranulado
  39. 39. Solução para a poluiçãoSolução para a poluição a) Manejo de aterros sanitários b) Incineração c) Legislação e Educação do povo d) Reciclagem de plásticos; e) Plásticos degradáveis; f) Não deitar os sacos de plástico do supermercado após uma só utilização. Reutilizar estes o maior número de vezes possível. Quando não for possível reutilizar os sacos, deposite-os no contentor amarelo do ecoponto para que possam ser reciclados; g) Preferir produtos que possibilitam a utilização de recargas: a utilização de recargas poupa matérias-primas e diminui os resíduos produzidos .
  40. 40. Aplicações dos PolímerosAplicações dos Polímeros O plástico é mais leve que osO plástico é mais leve que os outros materiais. Os compósitosoutros materiais. Os compósitos poliméricos são usados empoliméricos são usados em aplicações estruturais devido aaplicações estruturais devido a uma combinação favorável deuma combinação favorável de baixa massa específica ebaixa massa específica e desempenho mecânico elevado.desempenho mecânico elevado. Para que carregar um pesadoPara que carregar um pesado balde metálico se o plásticobalde metálico se o plástico torna o balde leve e estável otorna o balde leve e estável o suficiente para transportarsuficiente para transportar água?água?Por que há baldes em plásticoPor que há baldes em plástico e não de chapa metálica oue não de chapa metálica ou madeira, como antigamente?madeira, como antigamente?
  41. 41. Aplicações dos PolímerosAplicações dos Polímeros Por que os fios elétricos sãoPor que os fios elétricos são revestidos de plástico e nãorevestidos de plástico e não mais de porcelana ou tecidomais de porcelana ou tecido isolante, como antigamenteisolante, como antigamente?? O revestimento plástico éO revestimento plástico é mais flexível que amais flexível que a porcelana. Também é bemporcelana. Também é bem mais robusto e resistentemais robusto e resistente às intempéries do que osàs intempéries do que os tecidos. E tudo isso semtecidos. E tudo isso sem prejudicar o isolamentoprejudicar o isolamento elétrico que éelétrico que é absolutamente vital nesteabsolutamente vital neste caso.caso.
  42. 42. Aplicações dos PolímerosAplicações dos Polímeros Por que as geladeiras sãoPor que as geladeiras são revestidas internamente comrevestidas internamente com plástico?plástico? O plástico é robusto oO plástico é robusto o suficiente e é um ótimosuficiente e é um ótimo isolante térmico,isolante térmico, exigindo menor esforçoexigindo menor esforço do compressor parado compressor para manter os alimentosmanter os alimentos congelados.congelados.
  43. 43. Aplicações dos PolímerosAplicações dos Polímeros Por que o CD é feito dePor que o CD é feito de plástico?plástico? O plástico utilizadoO plástico utilizado neste casoneste caso policarbonato (ou,policarbonato (ou, abreviadamente, PC), éabreviadamente, PC), é tão transparente quantotão transparente quanto o vidro, ao mesmoo vidro, ao mesmo tempo que é mais levetempo que é mais leve e é bem menos frágil.e é bem menos frágil.
  44. 44. Aplicações dos PolímerosAplicações dos Polímeros PC - PolicarbonatoPC - Policarbonato Cd´s, garrafas, divisórias, vitrines, coberturasCd´s, garrafas, divisórias, vitrines, coberturas translúcidas, recipientes para filtros, componentes detranslúcidas, recipientes para filtros, componentes de interiores de aviões, etc.interiores de aviões, etc.
  45. 45. Aplicações dos PolímerosAplicações dos Polímeros PU - PoliuretanoPU - Poliuretano Chapas, revestimentos, molduras, filmes, estofamentoChapas, revestimentos, molduras, filmes, estofamento de automóveis e móveis, isolamento térmico em roupasde automóveis e móveis, isolamento térmico em roupas impermeáveis, esquadrias, isolamento em refrigeradoresimpermeáveis, esquadrias, isolamento em refrigeradores industriais e domésticos, polias e correias.industriais e domésticos, polias e correias.
  46. 46. Aplicações dos PolímerosAplicações dos Polímeros PVC - Policloreto de vinila ou cloreto de polivinilaPVC - Policloreto de vinila ou cloreto de polivinila Telhas translúcidas, portas e janelas sanfonadas,Telhas translúcidas, portas e janelas sanfonadas, divisórias, tubos e conexões para água, esgoto edivisórias, tubos e conexões para água, esgoto e ventilação, persianas, perfis, esquadrias, molduras paraventilação, persianas, perfis, esquadrias, molduras para teto e parede.teto e parede.
  47. 47. Aplicações dos PolímerosAplicações dos Polímeros PS - Poliestireno Grades de ar condicionado, peças de máquinas e deGrades de ar condicionado, peças de máquinas e de automóveis, brinquedos, fabricação de gavetas deautomóveis, brinquedos, fabricação de gavetas de geladeira, gaiútas de barcos (imitação de vidro), isolantegeladeira, gaiútas de barcos (imitação de vidro), isolante térmico, matéria prima do isopor.térmico, matéria prima do isopor.
  48. 48. Aplicações dos PolímerosAplicações dos Polímeros PP - PolipropilenoPP - Polipropileno Brinquedos, recipientes para alimentos, remédios,Brinquedos, recipientes para alimentos, remédios, produtos químicos, carcaças para eletrodomésticos,produtos químicos, carcaças para eletrodomésticos, fibras, sacarias (ráfia), filmes orientados, tubos parafibras, sacarias (ráfia), filmes orientados, tubos para cargas de canetas esferográficas, carpetes, seringas decargas de canetas esferográficas, carpetes, seringas de injeção, material hospitalar esterilizável, autopeçasinjeção, material hospitalar esterilizável, autopeças (pára-choques, pedais, carcaças de baterias, lanternas,(pára-choques, pedais, carcaças de baterias, lanternas, ventoinhas, ventiladores, peças diversas no habitáculo),ventoinhas, ventiladores, peças diversas no habitáculo), peças para máquinas de lavar.peças para máquinas de lavar.
  49. 49. Aplicações dos PolímerosAplicações dos Polímeros PET - Polietileno tereftalatoPET - Polietileno tereftalato Embalagens para bebidas, refrigerantes, água mineral,Embalagens para bebidas, refrigerantes, água mineral, alimentos, produtos de limpeza, condimentos; reciclado,alimentos, produtos de limpeza, condimentos; reciclado, presta-se a inúmeras finalidades: tecidos, fios, sacarias,presta-se a inúmeras finalidades: tecidos, fios, sacarias, vassouras.vassouras.
  50. 50. ConclusãoConclusão É impossível imaginarmos no mundo de hoje, nossas vidas sem polímeros, pois seria difícil o descarte de embalagens e de materiais hospitalares. Sem eles não existiriam roupas de poliéster, de náilon e látex. Sem o PVC usado no isolamento elétrico dos fios, todos os circuitos entrariam em curto assim que ligados. No entanto, além da praticidade que os polímeros oferecem, acabam ocasionando um grande volume de resíduos que demoram para se degradar na natureza, gerando um enorme volume de lixo.
  51. 51. Referências bibliográficasReferências bibliográficas1. PAVICH, Mônica (Coord.) .1. PAVICH, Mônica (Coord.) . Enciclopedia do estudante Química pura e aplicada:Enciclopedia do estudante Química pura e aplicada: propriedades,propriedades, estruturas e reações da matéria. 1ª ed. São Paulo: Editora Moderna, 2008.estruturas e reações da matéria. 1ª ed. São Paulo: Editora Moderna, 2008. 2. LENI, A.2. LENI, A. Fundamentos da ciência dos polímeros.Fundamentos da ciência dos polímeros. 1ª ed. São Paulo, Barueri: Editora Manole, 2007.1ª ed. São Paulo, Barueri: Editora Manole, 2007. 3. SAMPAIO,3. SAMPAIO, Priscilla Simoni Martini Sampaio.Priscilla Simoni Martini Sampaio. Coleta seletiva: você também pode fazer.Coleta seletiva: você também pode fazer. Disponível em: <Disponível em: < http://www.ambiente.sp.gov.br/destaque/coletaseletiva.htmhttp://www.ambiente.sp.gov.br/destaque/coletaseletiva.htm > Acesso em 13 de novembro de 2010.> Acesso em 13 de novembro de 2010. 4. ALVES, Líria.4. ALVES, Líria. Polímeros e poluiçãoPolímeros e poluição. Disponível em : <. Disponível em : < http://www.brasilescola.com/quimica/polimeros-poluicao.htmhttp://www.brasilescola.com/quimica/polimeros-poluicao.htm > Acesso em 13 de novembro de 2010.> Acesso em 13 de novembro de 2010. 5.5. PolímerosPolímeros. Disponível em: <. Disponível em: < http://polimeros.no.sapo.pt/index.htmhttp://polimeros.no.sapo.pt/index.htm > Acesso em 15 de novembro de> Acesso em 15 de novembro de 2010.2010. 6. A era dos plásticos: uma síntese de nossa época. Disponível em: <6. A era dos plásticos: uma síntese de nossa época. Disponível em: < http://www.qmc.ufsc.br/qmcweb/artigos/polimeros.htmlhttp://www.qmc.ufsc.br/qmcweb/artigos/polimeros.html > Acesso em 20 de novembro de 2010.> Acesso em 20 de novembro de 2010. 7. GORNI, Antonio. Recursos básicos sobre plásticos e polímeros. Disponível em: <7. GORNI, Antonio. Recursos básicos sobre plásticos e polímeros. Disponível em: < http://www.gorni.eng.br/menu.htmlhttp://www.gorni.eng.br/menu.html > Acesso em 23 de novembro de 2010.> Acesso em 23 de novembro de 2010. 8. CÚNEO, Roberto Grillo. Polímeros. Disponível em: <8. CÚNEO, Roberto Grillo. Polímeros. Disponível em: < http://www.algosobre.com.br/quimica/polimeros.htmlhttp://www.algosobre.com.br/quimica/polimeros.html > Acesso em 25 de novembro de 2010.> Acesso em 25 de novembro de 2010. 9. Polímeros. Disponível em: <9. Polímeros. Disponível em: < http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/polimeros/polimeros-5.phphttp://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/polimeros/polimeros-5.php >> Acesso em 25 de novembro de 2010.Acesso em 25 de novembro de 2010. 10. GOMES, Manuel Morato. Borracha de Butadieno Estireno. Disponível em: <10. GOMES, Manuel Morato. Borracha de Butadieno Estireno. Disponível em: < http://www.rubberpedia.com/borrachas/borracha-butadieno-estireno.phphttp://www.rubberpedia.com/borrachas/borracha-butadieno-estireno.php > Acesso em 21 de novembro de> Acesso em 21 de novembro de 2010.2010.

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