Your SlideShare is downloading. ×
Projeto Gestar II
Projeto Gestar II
Projeto Gestar II
Projeto Gestar II
Projeto Gestar II
Projeto Gestar II
Projeto Gestar II
Projeto Gestar II
Projeto Gestar II
Projeto Gestar II
Projeto Gestar II
Projeto Gestar II
Projeto Gestar II
Projeto Gestar II
Projeto Gestar II
Projeto Gestar II
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Projeto Gestar II

228

Published on

Oralidae, escrita e mídia

Oralidae, escrita e mídia

Published in: Entertainment & Humor
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
228
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
1
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. E. E. MANOEL BONIFÁCIO NUNES DA CUNHA GESTAR II PROFª IZOLDA FERREIRA DA SILVA Oralidade, escrita e mídia Campo Grande, MS 2009
  • 2. 2E. E. MANOEL BONIFÁCIO NUNES DA CUNHA GESTAR II PROFª IZOLDA FERREIRA DA SILVA Oralidade, escrita e mídia O projeto “Oralidade, escrita e mídia” é parte da avaliação do curso GESTAR II desenvolvido com os alunos do 8º ano B sob orientação da profª Izolda Ferreira da Silva. Campo Grande, MS 2009
  • 3. 3 SUMÁRIO1. PUBLICO ALVO.2. TEMÁTICA.2.1. Delimitação de área.2.2. Delimitação de tema.3. JUSTIFICATIVA.4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA. 4.1. Concepções de Linguagem. 4.2. Da oralidade à escrita. 4.2.1. Da escrita à informática. 4.2.2. A didática na era tecnológica. 4.2.3. Tecnologia, Informação e Comunicação. 4.2.4. Internet. 4.1.5. Podcast Station5. OBJETIVO GERAL.6. OBJETIVOS ESPECÍFICOS.7. METODOLOGIA.8. CRONOGRAMA.9. AVALIAÇÃO.10. EQUIPE DE TRABALHO.11. CONSIDERAÇÕES FINAIS.12. ANEXOS13. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.
  • 4. 4 1. PUBLICO ALVO Alunos do 8º ano do ensino fundamental da escola Manoel Bonifácio Nunes da Cunhado período matutino, sala com 25 alunos. O projeto será executado nas aulas de LínguaPortuguesa especificamente no período de outubro e novembro de 2009. 2. TEMÁTICA: 2.1. - Delimitação da área: Língua Portuguesa. 2.2. Delimitação de tema: Oralidade, escrita e recursos multimídia. 3. JUSTIFICATIVA O domínio da língua, oral e escrita, é fundamental para a participação social efetiva,pois é por meio dela que o homem se comunica, tem acesso à informação, expressa e defendepontos de vista, partilha ou constrói visões de mundo, produz conhecimento. Por isso, aoensiná-la, a escola tem a responsabilidade de garantir a todos os seus alunos o acesso aossaberes lingüísticos, necessários para o exercício da cidadania, direito inalienável de todos.(PCN). Eleger a língua oral como conteúdo escolar exige o planejamento da ação pedagógica deforma a garantir, na sala de aula, atividades sistemáticas de fala, escuta e reflexão sobre alíngua. São essas situações que podem se converter em boas situações de aprendizagem sobreos usos e as formas da língua oral: atividades de produção e interpretação de uma amplavariedade de textos orais, de observação de diferentes usos, de reflexão sobre os recursos quea língua oferece para alcançar diferentes finalidades comunicativas. Para isso, é necessário diversificar as situações propostas tanto em relação ao tipo deassunto como em relação aos aspectos formais e ao tipo de atividade que demandam — fala,escuta e/ou reflexão sobre a língua. Supõe também um profundo respeito pelas formas deexpressão oral trazidas pelos alunos de suas comunidades e um grande empenho por ensinar-lhes o exercício da adequação aos contextos comunicativos, frente a diferentes interlocutores,a partir de intenções de natureza diversa.
  • 5. 5 É fundamental que essa tarefa didática se organize de tal maneira que os alunostransitem das situações mais informais e coloquiais que já dominam ao entrar na escola aoutras mais estruturadas e formais, para que possam conhecer seus modos de funcionamento eaprender a utilizá-las. O presente projeto de pesquisa intitulado “Oralidade, escrita e Mídia” surgiu a partir daobservação das dificuldades encontradas nos alunos em relação à oralidade e à escrita, duranteo desenvolvimento das atividades do Gestar II que priorizam estas práticas, nas aulas deLíngua Portuguesa. Sendo a escola um dos ambientes privilegiados para o desenvolvimento dessashabilidades, este projeto de pesquisa tem como objetivo oferecer novas técnicas de busca dosmeios em que os alunos possam desenvolver tais habilidades durante as aulas de LínguaPortuguesa se utilizando de ferramentas tecnológicas, mais necessariamente ligadas aoambiente multimídia, uma vez que farão pesquisas, produzirão narrativas de jogos, rodeios,fábulas e canções para transporem para a linguagem oral e escrita, e perceberem na prática arelação entre esses gêneros. 4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 4.1. Concepções de Linguagem O ensino de língua portuguesa é influenciado pela maneira de como o professor concebea linguagem, pois a concepção que se tem da linguagem é que estrutura o trabalho em sala deaula. Segundo Geraldi (1984: 42) a resposta para a questão: “Para que ensinamos”, “envolvetanto uma ‘concepção de linguagem’ quanto uma postura relativamente à educação”. Existem três concepções de linguagem que podem ser relacionadas às teorias e àspráticas docentes no ensino da língua: a) a linguagem como expressão do pensamento: esta concepção “fundamenta os estudostradicionais da língua (...) o ensino de língua enfatiza a gramática teórico-normativa:
  • 6. 6conceituar, classificar, para, sobretudo, entender e seguir as prescrições – em relação àconcordância, à regência, à acentuação, à pontuação, ao uso ortográfico. O eixo da progressãocurricular e dos manuais didáticos são os itens gramaticais.” (Perfeito, 2005:29). A linguagemé vista como exteriorização, tradução do que se constrói na mente. b) a linguagem como instrumento de comunicação: nesta concepção, a língua é umcódigo (conjunto de signos que se combinam segundo regras) que permite transmitir umamensagem. Nos livros didáticos, sem, contudo abandonar o ensino da gramática tradicional,os fatos lingüísticos são estudados através de exercícios estruturais morfossintáticos para queos hábitos lingüísticos da norma culta sejam inconscientemente internalizados. A leiturarestringe-se à decodificação, agora sob a perspectiva do estruturalismo c) a linguagem como forma de interação: é vista como um lugar de interação humana.Implica numa postura de educar diferenciada, uma vez que situa a linguagem como o lugar deconstituição de relações sociais, onde os falantes se tornam sujeitos destas ações. Segundo Geraldi, “estudar a língua é, então, tentar detectar os compromissos que secriam através da fala e as condições que devem ser preenchidas por um falante para falar daforma que fala em determinada situação concreta de interação.” (1984:44). 4.2. Da oralidade à escrita A oralidade é considerada nosso principal meio de comunicação interpessoal, istoporque nos expressamos desde o princípio através da fala. É também na escola, no trabalho,na família, na igreja e por meio da experiência direta que se constitui linhas de informaçõesque não os da escrita e os recursos da mídia eletrônica. Alguns autores chamam detradicionais as sociedades precedentes à escrita porque nelas o conhecimento é passado degeração a geração por meio da tradição de escutar, observar e repetir. A memória é umrecurso exclusivo do homem, para guardar e transmitir seus conhecimentos. Segundo Lévy (1993:83):
  • 7. 7 Na época esse era o melhor mecanismo que os povos faziam uso para poder falar sobre seus heróis e divindades, divulgando assim sua cultura; uma vez que não existia outro recurso disponível. Enquanto na oralidade há flexibilidade de transmissão, na escrita tudo é rigoroso e único. Mais tarde surge a escrita e mais uma vez o homem é desafiado a se adaptar a um novomecanismo de comunicação de massa, posteriormente intensificado com a impressão. Umjornal ou livro, por exemplo, poderia ser lido em lugares diferentes por várias pessoas. A escrita possibilita a elevação do saber teórico. Com a liberdade de produzirmensagens em face às circunstâncias cabíveis, os discursos passam a ser universais. Podemosverificar também o que Adriano Duarte Rodrigues (1990:25) chama de “secularização dosritos coletivos”. A oralidade deixa de ser o único elemento eterno de uma cultura. Através da escrita criam-se códigos de inscrição do pensamento, e todo saber passa aser armazenado para ser utilizado mais tarde, sem correr o risco de ser perdido com apassagem do tempo. Desta forma a memória passa a se libertar do homem. 4.2.1. Da escrita à informática A informática percorreu os mesmos caminhos da escrita. No início era utilizada parafazer cálculos e estatísticas, mais tarde transforma-se num veículo de comunicação de massa.Ao conectar-se a uma rede de informática, mais de uma pessoa pode fazer uso da mesmainformação em lugares diferentes e em tempo real. A informação é circulada numa velocidadetamanha, e em função disso o conhecimento muda e aumenta a todo instante. Enquanto a teoria se preocupa com o porquê, a informática nos conduz ao como fazer. Oprofessor passa a ser um mediador de habilidades e, não mais um transmissor de conteúdos,embora seja portador do conhecimento. É através da comunicação pacífica, responsável, compromissada e aberta que o homempode compartilhar no processo ensino e aprendizagem explorando todas as habilidadesdisponíveis, tanto do professor quanto do aluno. Isso pode acontecer com ou sem recursostecnológicos tão avançados.
  • 8. 8 4.2.2. A didática na era tecnológica Os recursos tecnológicos inseridos na educação através da informática, o acesso àinformação digital, melhoraram bastante, além de limitar o tempo e espaço permitindo assimuma comunicação mais rápida e eficaz entre alunos, professores e escola; criandopossibilidades, atendendo as dificuldades de cada disciplina com programas específicos. As vantagens oferecidas pela tecnologia só têm validade quando todos os envolvidos noprocesso educacional se empenham em busca de resultados. Por outro lado a tecnologia trazuma série de desafios aos educadores. Para fazer uso desses meios o próprio recurso exige certas habilidades, nas quais aspráticas pedagógicas tradicionais, assim como os professores não estão atualizadas paraatender tais exigências. Quanto à natureza didática tem de se pensar em metodologias,conteúdos, teorias cognitivas, objetivos e em práticas pedagógicas capazes de funcionar deacordo com o potencial desses instrumentos digitais. Estes são pré-requisitos mínimos paratrabalhar com a realidade atual. A chegada da tecnologia na educação mostra claramente queteoria e prática caminham juntas na estruturação de um novo fazer pedagógico. Já existem muitas escolas em que os professores utilizam estes recursos tecnológicospara planejar e executar suas atividades. No entanto, é bom ressaltar que há um longocaminho a percorrer para que de fato haja acesso a essas informações e os efetivos usos dessesmeios constituam de fato o conhecimento. Esses conhecimentos não podem ser vistos comouma coleção de informações, por isso o professor não pode transformar seu fazer pedagógicoem simples transmissão de informações aos seus alunos, até porque essa função pode serexecutada com mais rapidez e eficiência pelas máquinas. O maior desafio é desenvolver-se intelectualmente para transformar informaçõesprimárias em conhecimentos efetivos e processá-los para que os mesmos fiquemdisponibilizados nos recursos multimídias. É da qualidade e da quantidade de informaçõesque depende a produção de bons conhecimentos. Se hoje, percebemos que as práticas sociais estão voltadas para a área do trabalho, aescola deve estar preparada para desenvolver habilidades específicas nesta área, não perdendode vista que o ensino deve ser significativo.
  • 9. 9 4.2.3. Tecnologia, Informação e Comunicação. As tecnologias de informação e comunicação são marcos da atual sociedade, que têmprovocado profundas mudanças em nossos meios. Estes meios tecnológicos têmrevolucionado numerosas profissões e atividades, por exemplo, na investigação científica, naconcepção e gestão de projetos, no jornalismo, na prática médica, nas empresas, naadministração pública e na própria produção artística. No entanto, têm gerado vários fatores;ora positivos ora negativos. Papert cita em seu livro “A família em rede” (1997:19): Não estou cegamente entusiasmado pela tecnologia. A lista de exemplos sobre o modo como a sociedade utilizou inovações tecnológicas é aterradora. Primeiro fizemos centenas de milhões de automóveis e só depois é que nos preocupamos em remediar os prejuízos causados pela desfiguração do modo de vida das nossas cidades, a poluição atmosférica e a alteração do modo de vida dos nossos adolescentes. Porque razão nós, enquanto sociedade faremos melhor desta vez? 4.2.4. InternetHoje, mais do que nunca a Internet tornou-se o centro das atenções do homem que permaneceenvolvido numa relação social e cognitiva. Essas relações nos põem em contato com os quatrocantos do mundo. Assim, garantem mudanças qualitativas na identidade humana.Segundo Silva (1999: 55): O fato de (...) se poder aceder aos mais variados tipos de informações sediadas em computadores em qualquer parte do mundo, se poder ter o seu espaço próprio de publicação, faz com que se aprenda a ver e a sentir o mundo de modo diferente porque se gera uma nova forma de conceber o espaço, o tempo, as relações, a representação das identidades, os conhecimentos, o poder, as fronteiras, a legitimidade, a cidadania, a pesquisa, enfim, a realidade social, política, econômica e cultural. De acordo com vários autores, a Internet é, sobretudo, um lugar de hibridismo enomadismo, isto é, o hibridismo dimensiona a articulação entre o local e o global. Falamos
  • 10. 10então em glocalização – intervimos no global a partir da nossa representação local. Alémdisso, garante outro hibridismo o da linguagem; ao acolher ao mesmo tempo a escrita, aimagem, o som e o vídeo, unidos por múltiplas referências (links). Por sua vez o nomadismoresulta da ausência de atrito espaço – temporal que convida à mobilidade, dirigida pornecessidades de informação, de saber e de pertença. Segundo Lévy (1997:17): O espaço do novo nomadismo não é território geográfico nem os das instituições ou dos Estados, mas um espaço invisível dos conhecimentos, dos saberes, das forças do pensamento no seio da qual se manifestam e se alteram as qualidades do ser, os modos de fazer sociedade. Não os organismos de poder, nem as fronteiras disciplinares, nem as estáticas dos mercados, mas sim o espaço qualitativo, vivo da humanidade que se inventa ao mesmo tempo em que produz o seu mundo. As tecnologias de informação da comunicação alteram por completo o nossoecossistema cognitivo e social. O homem é levado a empreender um processo de adaptação ereestruturação das suas relações sociais e cognitivas para interagir em seu meio de acordocom as novas mudanças. Em virtude do que foi mencionado percebe-se que a tecnologia na educação vemcaminhando a passos lentos e a cada mudança o homem é desafiado a desvendar o mistériodesses recursos. No passado a oralidade era o único veículo de comunicação, passado algunsanos surge a escrita e mais tarde a informática com inúmeros recursos como redes decomputadores interligadas à linha telefônica, isto é, Internet, multimídia, hardwares esoftwares destinados a atividades pedagógicas, o que diminui o tempo e o espaço entrepessoas, facilitando assim o acesso às informações e a produção de conhecimento.Espera-seque o homem passe a utilizar estes meios de forma que beneficie sempre a humanidade. 4.1.5. Podcast Station O Podcast é um programa para trabalhar com publicação de arquivos de mídia digital(áudio, vídeo, foto, PPS, etc...) pela internet, através de um Feed RSS, que permite aos
  • 11. 11utilizadores acompanhar a sua atualização. Com isso é possível o acompanhamento e/oudawload automático do conteúdo de um Podcast. A palavra Podcast é uma junção de iPod, marca do aparelho de mídia digital da Applede onde saíram os primeiros scripts de podicasting – e broadcasting (transmissão de Rádioe/ou televisão) a série de arquivos publicados por podicasting é chamada de podcast. O autorou autora de um Podcast é chamado (a) podcaster. 5. OBJETIVO GERAL Oferecer mecanismos para que o aluno perceba as características dos gêneros orais eescrito, observe suas diferenças; e em seguida produza uma gravação de áudio utilizando oprograma Postcad. 6. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Pôr em prática a oralidade e escrita através das atividades; Conhecer a origem das fábulas, bem como seus criadores; Analisar a temática que traz cada fábula; Fazer uma leitura significativa do texto. Entrar em contato com a história dos rodeios, bem como ouvir algumas narrações; Observar o tom da fala do narrador em função do ambiente e a emoção contida na história narrada; Produzir uma narração de rodeio oral e escrita. Produzir um texto contendo a narração de uma partida de futebol; Conhecer a música Como Matheus, sua autoria, cantá-la e gravar a canção; Empregar corretamente a pontuação adequada nos diferentes tipos de texto; Contextualizar uma fábula, de escolha da turma; Produzir seus próprios textos; Fazer a correção se utilizando da reescrita.
  • 12. 12 7. METODOLOGIA Ao longo do desenvolvimento do projeto a prática aliada à dinâmica fará parte das açõesdiárias dos alunos e professor. O trabalho terá início com a pesquisa bibliográfica sobre osgêneros fábulas, rodeios, futebol, músicas gospel e seus respectivos autores.Para dar continuidade ao trabalho e torná-lo dinâmico os alunos serão divididos em grupo quese responsabilizará de apresentar para a turma o resultado da pesquisa elaborada. O professor poderá solicitar vídeos, áudios para apresentação em sala de aula. A leituraespecificamente das fábulas serão feitas coletivamente e em seguida a compreensão oral eescrita para poder fazer a produção de textos rascunhos, depois a reescrita coletiva final, edessa mesma forma poderá proceder com os outros gêneros. Após produção final dos textos, vários ensaios deverão ser feitos para depois iniciar asgravações, que os alunos farão individual ou em grupo, utilizando a ferramenta multimídia“podcast” que é um programa para trabalhar com publicação de arquivos de mídia digital(áudio, vídeo, foto). Vale lembrar que o ambiente de trabalho nesse momento, além da sala deaula tem de ser a sala de tecnologia onde estarão à disposição dos alunos os recursosnecessários para a execução das atividades. 8. CRONOGRAMA DATA ATIVIDADE PARTICIPANTES06/10/2009 Apresentação do projeto Alunos, professora e Coordenação07/10/2009 Abordagem sobre o tema Alunos e professora08/10/2009 Estudo das fábulas Alunos e professora09/10/2009 Contexto de produção Alunos e professora20/10/2009 Produção da biografia do autor Alunos e professora21/10/2009 Contextualização da fábula “A cotovia e os Alunos e professora filhos”22/10/2009 Idem ao dia anterior Alunos e professora23/10/2009 Produção de texto Alunos e professora27/10/2009 Apresentação do tópico rodeios Alunos e professora28/10/2009 Pesquisa na STE (Obs.: feriado letivo) Alunos, professora e29/10/2009 Visita à biblioteca professor da STE30/10/2009 Apresentação em sala da pesquisa Alunos e professora
  • 13. 1303/11/2009 Atividade audiovisual do rodeio (vídeo e Alunos e professora música).04/11/2009 Idem ao anterior; Visita da Esther na escola. Alunos, professora, professora do Gestar II, e professor da STE.05/11/2009 Produção do dicionário do jovem. Atividade Alunos, professora paralela ao projeto.06/11/2009 Vídeo sobre Futebol STE Alunos, professora e professor da STE10/11/2009 Escolha em sala dos jogos e produção coletiva. Alunos e professora11/11/2009 Continuação da atividade anterior. Alunos e professora12/11/2009 Ensaios com alguns grupos. Alunos e professora13/11/2009 Discussão com a turma sobre a música. Alunos, professora17/11/2009 Pesquisa sobre o autor. Alunos, professora18/11/2009 Escrita da letra em sala seguida de reflexão. Alunos, professora19/11/2009 Gravação- Fase -1 treinamento Alunos, professora e professor da STE20/11/2009 Gravação- Fase-2 treinamento Alunos, professora e professor da STE24/11/2009 Gravação- Fase-3 fase final de áudio Alunos, professora e professor da STE25/11/2009 Organização (montagem dos arquivos de texto e Professora mídia)26/11/2009 Finalização Professora27/11/2009 Apresentação do projeto para a escola. Alunos, professora 9. AVALIAÇÃO Será avaliado o desempenho nas atividades, entrega de trabalhos, toda textualidadedesenvolvida em sala, apresentação das pesquisas e oralidade, e as gravações finais, atravésdo acompanhamento e correção das atividades feita pelo professor. 10. EQUIPE DE TRABALHO O professor de Língua Portuguesa será o mediador e responsável pelo projeto podendoconvidar outros professores, de Artes e Educação Física, além da coordenação e o professorda sala de tecnologia, os alunos serão chave principal para que este seja executado.
  • 14. 14 Alunos do 8º ano “B” Língua Portuguesa: Profª Izolda Ferreira da Silva Artes: Profª Eliete Carreras Educação Física: Maria Ângela STE: Prof. João Bonfim Coordenação: Elizabeth Viana dos Santos Colaboradores: Ajustes técnicos: Paulo Henrique de Santana Valdonado, ex-aluno da escola. Violeiros: Wesley Henrique, aluno do 9º “B”, e o Inspetor de aluno, José 11. CONSIDERAÇÕES FINAISEste projeto teve como objetivo disponibilizar mecanismos com os quais os alunos seapoderassem de novos recursos multimídia para desenvolver as habilidades oral e escrita emLíngua Portuguesa sob a ótica da teoria dos gêneros textuais estudadas durante o ano de 2009nas práticas do Gestar II e que são contempladas nos Parâmetros Curriculares Nacionais doEnsino Fundamental. Os gêneros são entendidos, de acordo com o que é mencionado nodocumento, como ações comunicativas sociais, em outras palavras, instrumentos versáteis efundamentais para o ensino e aprendizagem de Língua Portuguesa.Ao aplicar tais técnicas, até então não vistas pelos alunos, percebe-se que a utilização daferramenta podcast de fato auxilia no desenvolvimento de tais habilidades, pois as práticas degravar, ouvir suas próprias vozes, detectarem os erros cometidos na pronúncia deles mesmosfez com que se entusiasmassem pelas ferramentas para exercitarem tais práticas, se engajandono processo de desenvolvimento das atividades. No começo ficaram meio inibidos com asgravações, mas depois se soltaram e tudo fluiu naturalmente. As atividades desenvolvidas emsala de aula quanto à apresentação oral dos trabalhos também sofreram uma evolução, osalunos estão se desempenhando melhor na fala e expressividade. Quanto à escrita há muitoque ser trabalhado; em relação à pontuação, ortografia, emprego de letras maiúsculas, casosespecíficos de concordância verbal e nominal, coerência e outros que comprometem a
  • 15. 15elegância textual. De acordo com a avaliação do projeto tais atividades devem ser priorizadasnas aulas de Língua Portuguesa focalizando a escrita e as marcas nela encontradas. ANEXOS Fabulas: Arquivo de Áudio - O estudo das Fábulas Rodeios: Arquivo de Áudio – A origem dos rodeios Futebol: Arquivo de Áudio – Futebol Corinthians x Internacional Musica Gospel: Faz um milagre em mim - Letra Galeria de fotos 13. REFERÊNCIAS Antunes, Irandé. Lutar com palavras coesão e coerência. São Paulo: Parábola. Bakhtin, Mikhail. Gêneros do discurso. In: Estética da criação verbal. São Paulo. Brandão, Helena Nagamine (Org.) Os gêneros do discurso na escola. 4ª ed. São Paulo. CEMTE – Centro Municipal de Tecnologia Educacional. 2000. I Seminário: O fazer pedagógico. Campo Grande. Esopo, Fábulas de Esopo. Compilação Russel Ash e Bernard Higton; tradução. Estratégias da Comunicação. Questão comunicacional e formas de sociedades. Lisboa Editorial Presença (P.P. 25- 28). Ferreira Rui. Guia de tecnologia educacional. Disponível em «www.sobresite.com/te/editorial.» Geraldi, João Wanderley (org.) O texto na sala de aula. Cascável: Assoeste, 1984. _____Portos de Passagem. São Paulo: Martins Fontes, 2003. Heloisa Jahn – São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1999.
  • 16. 16Lévy Pierre. 1993. As tecnologias da inteligência: O futuro do pensamento na área dainformática. Rio de Janeiro ed.34 (P.P e 195).Lévy, Pierre. 1997. A inteligência colectiva: Para uma antropologia do ciberespaço.Lisboa: Gradativa. língua portuguesa. In: (Formação de professores EAD n°18) v 1.ed1. p.27-75. Martins Fontes, 1997.Marcuschi, Luís Antônio. Lingüística de Texto: o que é e como se faz. Recife. 1983.Moran, José Manuel. Novas tecnologias e mediações pedagógicas. Disponível«www.batina.com/moran/educar»Papert, S. 1997. A família em rede. Lisboa: Relógio d’água.São Paulo: Cortez 2003.Perfeito, Alba M. Concepções de linguagem, de teorias subjacenets e ensino delíngua portuguesa. In: (Formação de professores EAD n°18) v 1.ed1. p. 27-75 Maringá:EDUEM, 2005.Ponte, João Pedro da (2001) “Tecnologias de informação e comunicação na educação ena formação de professores: Que desafios para a comunidade educativa?” in A. Estrela eJ. Ferreira (Eds.),Rodrigues, Adriano Duarte. 1990. O processo de secularização dos ritos coletivos. In:Silva, L.1999. Globalização das redes de comunicação: Uma reflexão sobre asimplicações cognitivas e sociais. In: J.A.Alves, P. Campos, & P. Q. Brito. Eds; O futuro daInternet (P.P. 53 – 63) Matosinho: Centro Atlântico www.gargantadaserpente.com www.geocities.com/universodasfabulaslafontaine http://kuintacomq.blogspot.com/2009/02/personagens-biblicos-iii-zaqueu.html

×