Africanidades Brasil

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Mostrar para a comunidade escolar que a cultura é um dos fatores mais ricos na vida de um povo, e que pode se manifestar em vários aspectos e que a dança afro brasileira é sem dúvida uma das manifestações dos traços identitários do Continente Africano.

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Africanidades Brasil

  1. 1. AFRICANIDADES BRASIL
  2. 2. E.E.MANOEL BONIFÁCIO NUNES DA CUNHACampo Grande Mato Grosso do SulDiretora: Profª Adeumária Ponte de Mesquita PitombeiraDiretor Adjunto: Prof. Dermeval Alves da SilvaCoordenadora Matutino: Elizabete VianaCursista e Articuladora: Izolda Ferreira da SilvaTutor Africanidades Brasil:Claudeci dos SantosInstituição: UNB - Universidade Nacional de Brasília
  3. 3. Projeto Dança Afro BrasileiraJustificativaTendo em vista a necessidade de desenvolver nos nossos alunos e comunidade escolar atitudes e valores voltados para aCultura afro-brasileira e as Relações étnico-racias, o projeto Danças Afro-Basileiras vem oferecer conhecimentosenriquecedores que fortalecerão estes princípios.O grande desafio é elevar a alto baixa-estima de nossos alunos e, também resgatar regras de respeito, solidariedade,cooperativismo, liderança, relacionamento, enfim, abrir espaço para que estes possam crescer socialmente conscientes einformados.Objetivo GeralMostrar para a comunidade escolar que a cultura é um dos fatores mais ricos na vida de um povo, e que pode se manifestarem vários aspectos e que a dança afro brasileira é sem dúvida uma das manifestações dos traços identitários do ContinenteAfricano.Objetivos EspecíficosDesenvolver a auto-estima e o auto-respeito.Respeitar as diferenças entre as pessoas, independente da cultura, etnia, valores, opiniões ou religiões;Mostrar que o respeito mútuo é condição necessária para o desenvolvimento social democrático;Possibilitar a reflexão sobre as diversas formas de ver e sentir a dança afro-brasileira como um dos aspectos culturais doContinente Africano.Conteúdos específicosO surgimento das danças africanas;Relações étnico-raciais;Os tipos de danças;O Brasil diante desse contexto;Valores como Amizade, companheirismo, amor, relacionamento, alegria, paz...
  4. 4. Etapas previstas:1. Apresentação do projeto para a comunidade escolar;2. Os conteúdos serão trabalhados pelo professor com auxílio do grupo técnico (coordenação)3. Palestra sobre a História da África;4. Pesquisa com auxílio da Internet;5. Será feito os ensaios das danças;6. A apresentação será feita para a comunidade escolar, no período matutino.AvaliaçãoA avaliação será feita de forma contínua e observada de acordo com a realização das atividades. Visa explicitar oessencial a ser aprendido pelo aluno, de forma que busquem o desenvolvimento das capacidades necessárias àconstrução progressiva de conhecimentos para uma atuação pautada em bons princípios. Vale lembrar queos alunos deverão ser alertados em relação aos avanços e dificuldades durante o desenvolvimento dasatividades e do processo de aprendizagem. A nota será atribuída para o grupo.Conclusão do ProjetoAções:1ª No dia 16 de outubro foi feita a apresentação do projeto para os alunos e professores;2ª Visita dos alunos na sala de Informática para consulta , leiturae visualização de alguns sites selecionados específicos sobre a África;3ª Aula expositiva pelos professores sobre a importância de se estudar o Continente Africano e sua História principalmenteno Brasil.4ª Palestra com a Professora Patricia do Grupo Tez - Focalizando a História da África;5ª Ensaios das danças e coreografia feito com um grupo de alunos da própria escola, acompanhados pela profª Francine,que leciona Matemática,mas é também profª de dança.6ª Apresentação do projeto para a comunidade escolar no dia 27 de outubro.
  5. 5. Resultado da PesquisaDança Afro brasileiraAprendemos desde cedo segundo informações e instruções recebidas na escola que a população brasileira foi formada peloscolonizadores europeus e os africanos trazidos para escravização, que ao chegar ao Brasil encontraram a população indígenaque aqui vivia, e com eles se juntaram formando uma população mista, por isso é uma mistura de brancos, negros e índios.Somos um povo mestiço com uma cultura mestiça, e está presente em nosso meio a religião, os costumes, as danças, asmúsicas, a culinária, a língua, a estética, os valores sociais e intelectuais de cada etnia aqui representada. Podemos contarcom duas grandes marcas afro descendentes no Brasil: O samba no universo da música popular brasileira e a umbandasímbolo da diversidade religiosa. Dentre as danças afro brasileiras se destacam:A capoeiraÉ uma espécie de treino de luta, onde os negros demonstravam aos senhores dançar mas estavam praticando golpes mortaiscaso houvesse alguma guerra. Essa “dança” tem origem nas antigas tribos africanas. Não tinham armas e para marcar ouaumentar seu território os negros tinham de lutar. Isso formava um espetáculo de técnica e força. Dentre os seus instrumentosse encontram o berimbau, tambores e chocalhos ao ritimo de palmas.O Batuque.É uma das danças de expressão. Dança-se normalmente em louvor aos santos de predileção das comunidades, o Batuque édançado ao som de dois tambores chamados “macacos” e de pandeiros. Os batuqueiros tocam os tambores sentado sobreestes que ficam superpostos num tarugo de acajú. Os cantores e tocadores de pandeiro ficam junto no centro do salão,enquanto os dançadores fazem rápidas evoluções sobre si e ao redor dos batuqueiros, sempre no sentido inverso aos dosponteiros do relógio. As mulheres com suas saias abaixo do joelho, rodadas e coloridas, tomam conta do salão quando fazemevoluções. Os gritos e a queda de corpo dos homens também dão ao espetáculo um movimento ímpar de dança típica dofolclore do Amapá.Cacumbi,Ticumbi, ou Catumbi, os nomes são variados para a manifestação afro-brasileira que acontece no Estado de SantaCatarina e Espírito Santo, entre os meses de setembro e dezembro e cujo momento maior acontece nos dias de Natal. Seriauma variante das congadas cultivadas no sul do Brasil. A dança é realizada em homenagem aos padroeiros negros SãoBenedito e Nossa Senhora do Rosário. A Igreja Católica e sua política de catequização no Brasil também foram determinantespara criar o sincretismo religioso entre os negros. "A arregimentação dos afros em confrarias do Rosário e São Benedito foiinicialmente uma imposição de fora ao africano. Foi uma segunda estratégia para uma cristianização mais profunda. Foi umadas primeiras evoluções, santos católicos negros.
  6. 6. O CocoTambém é chamado "bambelô" ou "zamba". É um folguedo dançado na região praiana do Norte e do Nordeste, sobretudo emAlagoas. É uma dança de roda ou de fileiras mistas, de conjunto, de par ou de solo individual.Sua origem é bastante discutida, há quem afirme que aqui tenha chegado na bagagem dos escravos africanos e há quemdefenda a teoria de que ela seja o produto do encontro da raça negra com o nativo local.Apesar de mais frequente no litoral, acredita-se que o Coco tenha surgido no interior de Alagoas, provavelmente no Quilombo dosPalmares, onde se misturavam escravos índios com africanos, no início da vida social brasileira (época colonial).JongoÉ portanto, uma dança de origem afro-brasileira, do mesmo tronco do batuque, ambos ancestrais do samba e do pagode. OJongo formou-se nas terras por onde andou o café. Surgiu na Baixada Fluminense, subiu a Mantiqueira. Em Taubaté, São Luís doParaitinga, Pindamonhangaba e Cunha, encontram-se os últimos redutos de jongueiros do Vale Paulista, no momento, em fasede revivescência. Estruturado em roda, em torno de uma fogueira que ajuda a manter a afinação dos tambores, acontece hoje empraças públicas, da mesma forma que, outrora, acontecia nos terreiros. Com ela, os participantes homenageiam São Benedito eos antepassados negros.Carimbó.Dança de roda formada por homens e mulheres, com um(a) solista no centro que baila com requebros, trejeitos, passos miúdosarrastados e ligeiros. O apogeu da apresentação é quando a dançarina, usando amplas saias, consegue cobrir algum dançador,volteando amplamente a veste. Este gesto provoca hilariedade entre todos. O nome da dança deriva de cana, feito de tronco deárvore . Observa-se ainda a presença de pandeiros, reco-reco e eventualmente de violão, cavaquinho e rabeca.CaxambuDança de terreiros executadas por homens e mulheres posto em roda sem preocupações de formar pares. No centro, fica osolista, "puxando" os cantos e improvisando movimentos constituidos de saltos, volteios, passos miúdos balanceios; osinstrumentos acompanhantes são dois tambores, feitos de tronco de árvores, cavados a fogo e recobertos com couro de boi. Sãodenominados Tambu ou Caxambu e Candogueiro.As músicas, denominadas "pontos" , São tiradas pelo cantador solista erespondida pelo dançador-solista, pelo coro de participantes.Inicia-se pedindo permissão aos velhos caxambuzeirosdesaparecidos que são como detentores de poderes sobrenaturais, com forças capaz de benzer, afastar e atrair forças maléficasesta dança é geralmente realizada em terreiros umbandistas.
  7. 7. CateretêEmbora de origem indígena, esta dança rural foi adotada pelos escravos na união dos índios com os negros. Apesar de nãoser obrigatório mulheres geralmente dançam. A coreografia é em duas fileiras em geral de homens sapateando e batendopalmas ao som da moda de viola.Hoje em dia é difundido em grande quantidade no Rio Grande do Sul.Não como dança afro,mas típica onde recebeu influência de Portugal.SambaA palavra samba vem de semba, idioma africano quimbundo, e significa umbigada, dança de roda na qual os participantes setocam pela barriga. Era empregada como sinônimo de festa popular. O samba é derivado de danças de rodas africanas, comoo lundu, o jongo e sobretudo do maxixe, primeira dança brasileira genuína, criada por volta de 1875. Vindas da Bahia, seuerotismo escandaliza a alta sociedade do Rio de Janeiro no fim do século XIX.Pagode de amaranteDe origem africana é desenvolvido com os dançadores formando duas fileiras de pares que se cruzam sem obedecer àmarcações coreográficas estabecidas. Cada par improvisa movimentos com rodopios, sapateado e ginga. A música éexecutada por dois cantadores que improvisam cantigas a duas vozes , enquanto batem o ritmo em tambores.MaculelêBailado guerreiro desenvolvido por homens negros, compreendendo dançadores e cantadores comandados por um mestre,denominado "macota". Os participante usam um bastão de madeira com cerca de 60 cm de comprimento, exceto o Macota,que tem apenas um, mais longo. Os bastões são batidos uns nos outros, em ritmo firme com o passado . Essas pancadaspresidem toda a dança funcionando como marcadoras do pulso musical. A banda que anima o grupo é composta poatabaques, pandeiros, às vezes violas de doze cordas.Tambor de Crioula.Dança das mais recorrentes no Maranhão, caracteriza-se pela presença da umbigada, que recebe o nome de "punga".Desenvolvida com os dançadores em formação circular a coreografia é executada de forma individual e consta de sapateios erequebros voluptuosos com todo o corpo terminando com a "punga" batida no abdômen de outro participante da roda. Oscantos são repetitivos, à semelhança de estribilho. O ritmo é executado em três tambores feitos de tronco excauvados a fogo.
  8. 8. TamborÉ feita com um solista no centro de um circulo formado pelos dançadores. O ritmo é marcado por tambores e o canto écoletivo. A coreografia, desenvolvida pelo solista distingue partes que recebem denominações especifica: "Jiquitaia" - o solistafaz movimentos como se fora atacado por formigas; "Serrador" - O movimento é de quem serra com o braço e segura amadeira com outro; "Negro-velho" - O dançador imita o ancião alquebrado, sem firmeza nas pernas. A troca de solistas seprocessa através da umbigada.GambáDança de terreiro, é constituido de brincantes,um "marcador",um grupo de quatro cantores, uma mulher solista e seu parceiro.Os demais formam uma roda ou duas fileiras que envolvem o par solista e batem palmas no ritmo executado no "Gambá", istoé um tambor feito de tronco de árvore com cerca de 1 metro de comprimento. A dança se inicia com uma mulher que acenacom um lenço grande colorido, requebra e mexe o corpo voluptuosamente de modo a provocar o intusiasmo dosdemais.Depois de alguns momentos atira o lenço aos pés de algum dançador do grupo. Este recolhe o lenço e sai emperseguição da dama, que simula fugir das investidas do cavalheiro. O cavalheiro então simula desinteresse e a dama passa aprovocá-lo com movimentos lacivos, sempre com auxilio do lenço. A dança termina com a aceitação do cavalheiro que, com adama, improvisa movimentos sensuais. Nesta dança há apenas as marcações ritmicas do gambá e do palmeado dosdançadores. Não há traje especial, usa-se roupa do dia de festa. É recorrente em variados municípios da região amazônica,no ciclo junino.FrevoDança individual que não distingue sexo, faixa etária, nivel sócio-econômico, o frevo frequenta rua e salões no carnavalpernanbucano. As coreografias são variadas, complexas e acrobáticas, inspiradas nas composições musicais. Dependendo daestruturação musical os frevos podem ser canção, de bloco ou de rua. Os chamados frevos de rua são aqueles que confereintusiasmo aos dançadores.Compreende duas partes: a "Introdução" e o "Piano". Na primeira há predominâcia do ritmo sobrea linha melódica. O "Piano" que pretende ser um descanso dos dançarinos, tem uma linha melódica simples executada emsaxofones, quase desacompanhada do contracanto e dos toques sincopados dados nos pistons e trombones.Obs:Participação especial de Paulo Henrique de Santana Valdonado,aluno da 1ª série do Ensino Médio Noturno.
  9. 9. Avaliação do projetoRelatórioNo período de 16 a 27 de outubro de 2006 foram realizadas na E.E.Manoel Bonifácio ,atividades referentes ao ProjetoDança Afro Brasileira que têm como objetivo principal mostrar para a comunidade escolar que a cultura é um dos fatoresmais ricos na vida de um povo, e que a dança afro-brasileira é sem dúvida uma das manifestações dos traços identitáriosdo Continente Africano.Após a apresentação do projeto para a comunidades escolar foram feitas em sala de aula reflexões sobre a importânciade se conhecer a História do povo africano , e suas contribuições para o Brasil, os alunos foram levados à sala deInformática, quando visitaram vários sites onde puderam conhecer e ver os diversos tipos de danças afro brasileiras, alémde ver também os vários lugares, animais, a divisão dos países através do mapa e até escolas da África.Dandocontinuidades às atividades, acontece também os ensaios das coreografias e danças com os alunos da escola,coordenado pela professora Francine, que leciona Matemática, mas é também professora de dança e gentilmentecolabora com o projeto.No dia 19 de outubro os alunos assistem à palestra ministrada pela professora Patrícia, convidada pela escola, quandoela focaliza vários aspectos da História da África.Inicialmente fala sobre a localização do continente Africano noMundo,em seguida explica a relação que há entre a cor do homem africano e o clima lá existente, a origem do homemque surge na África, comenta também sobre a Cultura que é riquíssima e variada.Dando continuidade à palestra a professora fala ainda sobre o processo de escravidão na África e no Mundo, como issoaconteceu e citou as grandes revoltas e lutas pelas quais passaram, comenta sobre a Abolição da Escravidão, a Lei doVentre Livre, relembra os heróis africanos,fala sobre a bula papal quando a igreja católica pregava que o negro não tinhaalma, por isso podia ser escravizado.Além disso ,chama a atenção dos alunos para o Sistema Capitalista mostra a relação de poder entre as classesdominantes e o povo, faz algumas considerções sobre preconceito de cor e finaliza chamando a atenção para as Leisque punem os discriminadores.No dia 27 acontece a apresentação do projeto na própria escola, onde se encontram alunos, professores, direção,coordenação, alguns pais e contamos também com a presença do poeta das moreninhas que nos presenteou com duaspoesias que retrata a condição social do negro no passado, no presente e no futuro.
  10. 10. Em seguida o grupo de capoeira se apresenta.Os alunos Adriano e Patricia do 3º ano do Ensino Médio faz a narração doconteúdo pesquisado sobre dança afro brasileira. O grupo de dança apresenta três coreografias de dança afro brasileira , umamistura de Samba,Batuque,Reggae,Capoeira,Hip-Hop e Axé, inclusive a professora aproveita e cai na dança também, e oencerramento é feito com as crianças da 4ª série do período vespertino que cantam e dançam a música "O Canto das TrêsRaças" de Clara Nunes.De acordo com as observações feitas durante a execução do projeto, e das atividades desenvolvidas, bem como daapresentação do mesmo percebi o entusiasmo dos atores, professores, alunos, coordenação e direção. A colaboração foi umdos pontos positivos, porque as atividades aconteceram em tempo previsto e da forma planejada, graças ao envolvimento dogrupo.Quanto ao conteúdo explorado notei o interesse de grande parte dos alunos, uns sentiram dó em ver através da coreografia deuma das danças o sofrimento das pessoas, outros disseram que eles eram felizes mesmo assim, outros afirmaram que nãotem como negar que o continente africano faz parte de nossas vidas, do nosso dia-a-dia e que é impossível pensar o Brasilsem a alegria e a energia presentes na dança e na música africana.Os professores sentiram a necessidade de se trabalharcom mais aprofundamento o assunto de forma contínua e com atividades que chamem a atenção do público ( aluno ) de formaque os conscientizem da necessidade de conhecer e saber construir uma nova história pautada em valores sócio-culturais eétnicos mais humanitários, e não somente para cumprir a Lei. De um modo geral o objetivo maior foi alcançado, comoeducadores conhecemos nossa responsabilidade e esperamos poder contribuir ainda mais com os conteúdos necessários paraa formação da cidadania e em especial no que diz respeito à cultura afro-brasileira.Bibliografia PesquisadaCASCUDO, Luiz da Câmara. Dicionário do Folclore Brasileiro, Rio de Janeiro: Ed. Melhoramentos, 1976. 4ª edição.FRADE, Cassia. Folclore "Coleção para entender" Rio de Janeiro: Ed. Global, 1997 2ª ediçãoVOLPATTO, Rosane. website: http://www.rosanevolpatto.trd.br 2006. www. África.com
  11. 11. Aula Teórica
  12. 12. Aula pesquisa
  13. 13. Palestra:História da África 5ª A e B, 6ª A
  14. 14. Palestra: História da África
  15. 15. Palestra: Históriada África
  16. 16. Palestra :História da África 6ª,7ª e 8ª séries
  17. 17. Ensaio coreográfico
  18. 18. Ensaio coreográfico
  19. 19. Poeta das Moreninhas
  20. 20. Capoeira
  21. 21. Danças afro brasileiras
  22. 22. Danças afro brasileiras
  23. 23. Público
  24. 24. Professores período Matutino

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