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LEIS PADRÕES FATORES           PRINCÍPIOS DA GESTALT      Unificação                                                      ...
UNIFICAÇÃO E SEGREGAÇÃO -                   contraste   +
UNIFICAÇÃO E SEGREGAÇÃOUnidade = um único elemento ou como parte de um todo.
UNIFICAÇÃO:   igualdade e              semelhança de              estímulos produzidos              pelo campo visual e   ...
O que é unificação e segregação?
O que é unificaçãoe segregação?
FECHAMENTOEstabelecimento de ligações, todos fechados, segregando a superfície.
BOA CONTINUIDADE OU BOA CONTINUAÇÃOSucessão das partes de modo coerente, sem quebras ou interrupçõesna trajetória ou fluid...
PROXIMIDADEElementos ópticos próximos tendem a ser vistos juntos: por forma,Tamanho, textura, brilho, peso, direção....   ...
As diferentes distâncias, mais próximas, provocamagrupamentos de quatro colunas em pares.
SEMELHANÇAElementos ópticos próximos tendem a ser vistos juntos: por forma,Tamanho, textura, brilho, peso, direção....    ...
Aqui não existe um agrupamentoou uma unidade, apesar da proximidadedo hexágono e do ponto.
PREGNÂNCIA da forma ou força estruturalPrincípio geral que abrange todos os outros – indica níveis de pregnância.As forças...
> pregnância< pregnância
Gestalt por Luli RadfahrerEMERGÊNCIA: O rosto aparece por inteiro, depoisidentificamos suas partes. Ao contrário de um tex...
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“Se considerarmos a gestalt de um artefato como um todo emtransformação, sua aplicação se torna interessante para entender...
experiência controlada
experiência no ambiente
“Cada produtor anima as estruturas essenciais do design a partir de seupróprio lugar no mundo.”                           ...
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  1. 1. máquinas e objetos industrializadosDesign, Sociedade e abstração formal Cultura geometria euclidiana (geometria sobre planos ou objetos em três dimensões ) ordem matemática racionalidade disposição linear/ modular de elementos construídos VALORES ESTÉTICOS síntese das formas economia na configuração BAUHAUS otimização + racionalização dos materiais e do MOVIMENTOS trabalho. VANGUARDISTAS tecnologia e indústria como forças com o potencial de gerar uma organização social mais perfeita máquinas e decorrências no cotidiano como fundamentos de uma nova estética Izabel Meister
  2. 2. Design, Sociedade e Cultura DEUTSCHER WERKBUND [1907-1935] Associação de artistas, artesãos, publicitários Munique – Alemanha ARTE + INDUSTRIA VALORES ESTÉTICOS BAUHAUS WALTER GROPIUS – funda a Bauhaus + MOVIMENTOS VANGUARDISTAS Izabel Meister
  3. 3. Design, Sociedade e Cultura DEUTSCHER WERKBUND +CUBISMO + FUTURISMO VALORES ESTÉTICOS BAUHAUS + CONSTRUTIVISMO MOVIMENTOS [17-35] VANGUARDISTAS “arte na vida” Incorporação do espírito da era tecnológica moderna / exploração das características artísticas dos materiais Izabel Meister
  4. 4. Design, Sociedade e Cultura VALORES ESTÉTICOS BAUHAUS + MOVIMENTOS VANGUARDISTAS Fernando Léger (cubista) Izabel Meister Os Construtores (1950)
  5. 5. Fernand Léger,A Grande Parada (1954)
  6. 6. PicassoGuernica (1937)
  7. 7. Design, Sociedade e Cultura VALORES ESTÉTICOS BAUHAUS + MOVIMENTOS VANGUARDISTAS Carlos Carrà (futurista) Izabel Meister O cavaleiro vermelho (1913)
  8. 8. Design, Sociedade e Cultura BAUHAUS + MOVIMENTOS VANGUARDISTAS Exposição da Bauhaus em Wimar, 1923 Cartaz de Joost Schmidt
  9. 9. Design, Sociedade e CulturaBAUHAUS Exposição da Bauhaus em Wimar, 1923 Cartaz de Joost Schmidt
  10. 10. MóveisDesign, Sociedade e ALVARO AALTO Cultura MIES VAN DER ROHE MARCEL BREUER LE CORBUSIER No Brasil FLÁVIO DE CARVALHO BAUHAUS + MOVIMENTOS VANGUARDISTAS Izabel Meister
  11. 11. Design, Sociedade e Cultura ALVARO AALTO Vaso Savoy 1936
  12. 12. Design, Sociedade e Cultura ALVARO AALTO Cadeira Paimo modelo nº41 1930/31 Bancos Modelo nº 60 1933
  13. 13. Design, Sociedade e CulturaMIES VAN DER ROHE Cadeira Modelo Nº MR90 Barcelona 1929
  14. 14. Cadeira ModeloDesign, Sociedade e Nº MR50 Brno Cultura 1929/30MIES VAN DER ROHE Anúncio de Cadeira Modelo Nº MR10 1928
  15. 15. Design, Sociedade e Cultura MARCEL BREUER Cadeira Wassily Modelo nº B3 1925/27
  16. 16. Design, Sociedade e Cultura MARCEL BREUER Secretária de dactilógrafa (variante da B21) 1928
  17. 17. Design, Sociedade e Cultura LE CORBUSIER +ESTILO INTERNACIONAL
  18. 18. Design, Sociedade e Cultura LE CORBUSIER +ESTILO INTERNACIONAL ONU 1946 Com Oscar Niemeyer http://www.niemeyer.org.br/
  19. 19. Design, Sociedade e Cultura 1.Planta livre da estrutura. A divisão dos cômodos internos é feita indepentemente da configuração estrutural, de forma que as paredes divisórias não possuem função portante na sustentação do edifício. 2.Construção sobre pilotis. O pilotis é um sistema, proposto por Corbusier, no qual o térreo das construções fica livre, de forma a transformá-lo em uma extensão do espaço externo e elevando a residência do solo. LE CORBUSIER 3.Terraço-jardim. Evitando a cobertura tradicional em telhados, Le Corbusier propõe a ocupação das últimas lajes das edificações com jardins, liberando do solo usos particulares. + 4.Fachada livre. A disposição das aberturas na fachada é independente da configuração estrutural do edifício, visto que os pilares e vigas são projetados internamente ao edifício, e nãoESTILO INTERNACIONAL mais junto à fachada. 5.Janela em fita. Le Corbusier evita a solução tradicional de propor aberturas limitadas, ou muito verticais, buscando iluminação constante e homogênea, da mesma forma que o resultado estético na fachada evita a ornamentação excessiva da arquitetura anterior. http://pt.wikipedia.org/wiki/Villa_Savoye
  20. 20. Design, Sociedade e Cultura LE CORBUSIER +ESTILO INTERNACIONAL Villa Savoye 1928
  21. 21. Design, Sociedade e Informação visual em sistemas ortogonais Cultura Conceito de grid (malha de módulos lineares) Formas claras, simples e despojadas Gama reduzida de cores (azul, vermelho e amarelo) Planos de cor e configuração homogêneas DESIGN GRÁFICO Fontes sem serifa Pouca variação entre caixa alta e baixa Quase sem elementos de pontuação SIGNIFICADOS VISUAIS A PARTIR DO CONTRASTE E EQUILÍBRIO ENTRE MASSAS E VOLUMES FORMAIS GESTALT
  22. 22. teorias atomistas gestalt = PERCEPÇÃO DA FORMA = o todo é percebido A forma é percebida pelas partes – pela primeiroobservação das partes leitura visual “todos” estruturados resultado de relações pregnância da forma = equilíbrio clareza harmonia necessidade humana
  23. 23. Gestalt = escola da psicologia experimentalVon Ehrenfels – filósofo de Viena – fins do séc. XIX = precursor1910 (aproximadamente) = Max Werheimer, Wolfgang Kohler e Kurt Koffka daUniversidade de Frankfurt são os principiais responsáveis pela difusão destateoria.TEORIA DA FORMA PERCEPÇÃO LINGUAGEM INTELIGÊNCIA APRENDIZAGEMMEMÓRIA MOTIVAÇÃO CONDUTA EXPLORATÓRIA DINÂMICA DE GRUPOS SOCIAIS
  24. 24. FormaFigura ou imagem visível do conteúdo = tudo que vemos possui forma.Perceopção da forma = resultado da interação entre o objeto físico e omeio de luz + as imagens que prevalecem no sistema nervoso doobservador.As diferenças acontecem quando da variação dos estímulos visuais em funçãodos contrastes
  25. 25. O que acontece no cérebro não é idêntico ao que acontece na retina. Na percepção da forma, a primeira sensação já é de FORMA, já é GLOBAL e UNIFICADA.Forças que regem a percepção da forma:Forças externas: estímulos dados a retina pela objeto que vemosForças internas: dinamismo cerebral ”O importante é perceber a forma por ela mesma; vê-la como “todos” estruturados, resultado de relações. Deixar de lado qualquer preocupação cultural e ir à procura de uma ordem, dentro do todo.“ É como se fosse um entendimento universal.
  26. 26. LEIS PADRÕES FATORES PRINCÍPIOS DA GESTALT Unificação formação da unidade Segregaçãopara a percepção não há nenhuma Fechamento qualidade absoluta de cor, brilho ou forma. Boa continuação Há apenas relações. Proximidade Semelhança pregnância
  27. 27. UNIFICAÇÃO E SEGREGAÇÃO - contraste +
  28. 28. UNIFICAÇÃO E SEGREGAÇÃOUnidade = um único elemento ou como parte de um todo.
  29. 29. UNIFICAÇÃO: igualdade e semelhança de estímulos produzidos pelo campo visual e pelo objeto. Acontece pela organização formal (harmonia, equilíbrio ordenação visual) em variaçãode grau ou qualidade.SEGREGAÇÃO: separar, identificar, evidenciar ou destacar unidades formais. pontos, planos, volumes, cores, sombras, brilhos, texturas....
  30. 30. O que é unificação e segregação?
  31. 31. O que é unificaçãoe segregação?
  32. 32. FECHAMENTOEstabelecimento de ligações, todos fechados, segregando a superfície.
  33. 33. BOA CONTINUIDADE OU BOA CONTINUAÇÃOSucessão das partes de modo coerente, sem quebras ou interrupçõesna trajetória ou fluidez visual.Toda a unidade linear a se prolongar na mesma direçãoe com o mesmomovimentoNa primeira figura a linha anexa é a B.Na segunda figura, o arranjo é menos definido: tanto B como C podem ser a continuação de A. Isso significa que sempre temosuma certa impressão de como as partes sucessivas se seguirão umas às outras, a nossa organização tende a se orientar no sentidoda BOA CONTINUAÇÃO.
  34. 34. PROXIMIDADEElementos ópticos próximos tendem a ser vistos juntos: por forma,Tamanho, textura, brilho, peso, direção.... O agrupamento natural é AB/CD. Com muita dificuldade conseguimos ver o arranjo AD que, fatalmente, se perde ao menor movimento dos olhos. Neste exemplo, o agrupamento é, ainda, mais imperioso. Vemos ABC - filas de 3 pontinhos. Qualquer outro arranjo é possível.
  35. 35. As diferentes distâncias, mais próximas, provocamagrupamentos de quatro colunas em pares.
  36. 36. SEMELHANÇAElementos ópticos próximos tendem a ser vistos juntos: por forma,Tamanho, textura, brilho, peso, direção.... Os espaços são iguais, mas se formam dois grupos alternados de colunas, pelo fator de semelhança de cor. A SEMELHANÇA é fator mais forte de organização que a PROXIMIDADE. A simples proximidade não basta para explicar o agrupamento de elementos. É necessário que estes tenham qualidades em comum. SEMELHANÇA e PROXIMIDADE: são dois fatores que agem em comum, muitas vezes se reforçam ou se enfraquecem mutuamente.
  37. 37. Aqui não existe um agrupamentoou uma unidade, apesar da proximidadedo hexágono e do ponto.
  38. 38. PREGNÂNCIA da forma ou força estruturalPrincípio geral que abrange todos os outros – indica níveis de pregnância.As forças de organização da forma buscam o sentido da clareza,da unidade, do equilíbrio visual.Um objeto de alta pregnância = máximo de equilíbrio, clareza e unificação mínimo de complicação visual O anel circular nesta figura é visto, mais ou menos, homogeneamente cinza. Entretanto, se colocarmos uma agulha no meio do anel, formando dois semicírculos, veremos que no mesmo momento o semicírculo sobre o fundo vermelho tomará uma cor esverdeada e o semicírculo oposto tomará uma cor avermelhada. – exemplo elaborado por Wertheimer, um dos fundadores da Escola Gestalt, no início do século XX.
  39. 39. > pregnância< pregnância
  40. 40. Gestalt por Luli RadfahrerEMERGÊNCIA: O rosto aparece por inteiro, depoisidentificamos suas partes. Ao contrário de um textoescrito, não se vê pedaços de uma imagem que, aospoucos, compôem um todo.REIFICAÇÃO: O rosto é construído pelos traços que seformam nos espaços entre as linhas e letras (repare afranja). Eis um excelente exemplo da importância dosespaços em branco (vazios) no desenho de uma página.Eles dão suporte para os outros elementos.PERCEPÇÃO MULTI-ESTÁVEL: Em uma composiçãobem-feita, a visão não “pára” em um lugar. Percebacomo você olha para o rosto, o nome, o fundo. ISSO éinteratividade, muito mais interessante que um pop-upou qualquer outra chatice publicitária.INVARIÂNCIA: As letras são reconhecidas e podem serlidas, pouco importa seu tamanho, distorção ou escala.FECHAMENTO: Tendemos a “completar” a figura,ligando as áreas similares para fechar espaçospróximos. É fácil ver as bochechas, a língua (escrita“soul”, genial) etc. É o mesmo princípio que nos permitecompreender formas feitas de linhas pontilhadas.
  41. 41. Gestalt por Luli RadfahrerSIMILARIDADE: Agrupamos elementos parecidos,instintivamente. Perceba que, por mais que você tenteevitar, o rosto se destaca do fundo, mesmo sendo damesma cor.PROXIMIDADE: Elementos próximos são consideradospartes de um mesmo grupo.SIMETRIA: Imagens simétricas são vistas como partede um mesmo grupo, pouco importa sua distância. É oque forma o fundo - e o separa do rosto.CONTINUIDADE: Compreendemos qualquer padrãocomo contínuo, mesmo que ele se interrompa. É o quenos faz ver a “pele” do sr. Brown como algo contínuo,mesmo com todos os “buracos” das letras.DESTINO COMUM: Elementos em uma mesma direçãosão vistos como se estivessem em movimento e formamuma unidade, como se percebe na “explosão” queacontece no fundo do cartaz.
  42. 42. “Se considerarmos a gestalt de um artefato como um todo emtransformação, sua aplicação se torna interessante para entender melhoralguns aspectos do design de interação, por exemplo.Enquanto o design gráfico trabalha com formas visuais e o design deproduto com formas físicas, o design de interação trabalha com formasimateriais. Uma tela congelada de um software não pode representar suatotalidade, pois não estão representadas inúmeras qualidades que só serealizam no momento de uso. Só enquanto o software é usado é possívelperceber a dimensão do tempo, que se manifesta de formanão-linear. À soma dessas qualidades, Jonas Löwgren dá o nome degestalt dinâmica, ou seja, a percepção geral das interações, sensações esituações que são proporcionadas pelos artefatos interativos. (...)Se os gestaltistas admitem que a percepção é influenciada pela experiênciaprévia, porque não seria a percepção também influenciada pelas novasexperiências?”http://usabilidoido.com.br/critica_a_gestalt_da_percepcao_visual.html - 06/09/2009
  43. 43. experiência controlada
  44. 44. experiência no ambiente
  45. 45. “Cada produtor anima as estruturas essenciais do design a partir de seupróprio lugar no mundo.” Ellen Lupton e Jennifer Cole Phillips
  46. 46. CONSTRUTIVISMO RUSSODesign, Sociedade e DE STIJL Cultura BAUHAUS RODCHENKO THEO VAN DOESBURG TSCHICHOLD (A nova tipografia – 1928) DESIGN GRÁFICO KLAXON (modernismo paulista de 1922)
  47. 47. RODCHENKODesign, Sociedade e Cultura DESIGN GRÁFICO Cartaz para o departamento estatal da imprensa de Leningrado (Utilizando a foto de Lilya Brik). 1924
  48. 48. THEO VAN DOESBURGDesign, Sociedade e Cultura DESIGN GRÁFICO revista De Stijl,
  49. 49. TSCHICHOLDDesign, Sociedade e Cultura Fonte Tschichold DESIGN GRÁFICO O cânone de Van de Graaf usado em design de livros para dividir a páginas em proporções agradáveis, foi popularizado por Jan Tschichold em seu livro The Form of the Book
  50. 50. Design, Sociedade e Cultura Grid “ O grid tipográfico é um princípio organizador no design gráfico cuja influência está arraigada na prática diária.” DESIGN GRÁFICO Timothy Samara Ordem compreensível para o sentido  idéias estruturais Baseado em cruzamento de eixos: senso de ordem (intercessão entre o céu e a terra).
  51. 51. Grid“ O simples fato de Theo van Doesburginclinar o eixo de 90º do De Stijl levou seuparceiro Piet Mondrian a cortar relações...”
  52. 52. GridDepois das 1ª e 2ª 1945Guerras Mundiais:Desejo de ordem e clareza A construção e a organização da O espaço do forma estão indissociavelmente mundo seGRID: máxima simplicidade ligadas à disseminação visual da reduziu informação metafórica e fisicamente
  53. 53. Grid
  54. 54. Grid
  55. 55. KLAXONDesign, Sociedade e Cultura DESIGN GRÁFICO Klaxon : mensário de arte moderna n. 01, maio 1922
  56. 56. Design, Sociedade e Cultura CINEMA + RÁDIO + TVO DESIGN NA ERA DO MARKETING ENTRETERIMENTO (40/50) Altera a noção de produto industrial
  57. 57. Design, Sociedade e Cultura O produto que se vende é eminentemente imaterial Cardoso, p.177 X BENS DURÁVEISO DESIGN NA ERA DO MARKETING = PODER DE CONSUMO DE CADA UM + American way of life
  58. 58. Design, Sociedade e Cultura CONTRACULTURAO DESIGN NA ERA DO MARKETING
  59. 59. Design, Sociedade e Cultura CONTRACULTURA mobilização/ contestaçãoO DESIGN NA ERA DO social MARKETING Transformação da consciência , valores e comportamento
  60. 60. Design, Sociedade e Cultura POP ART “ popular; momentânea; consumível; barata; produzida em massa;O DESIGN NA ERA DO jovem; MARKETING espirituosa; sexy; trapaceira; glamourosa; e um ótimo negócio.” Roy Lichtenstein Mr. Bellamy 1961 Richard Hamilton 1957
  61. 61. Design, Sociedade e Termo POP - 1958 – artigo de Lawrence Cultura Alloway. Novo interesse pela cultura popular e a criação de arte a partir dela. Grupo Independente em Londres – inícioO DESIGN NA ERA DO dos anos 50 (Alloway, Alison, Peter Smithson, MARKETING Richard Hamilton, Eduardo Paolozzi entre outros). discutiram a crescente cultura de massas no cinema na propaganda na ficção científica no consumismo na mídia nas comunicações no design de produtos nas novas tecnologias
  62. 62. Design, Sociedade e CulturaO DESIGN NA ERA DO MARKETING Richard Hamilton O que será que torna os lares de hoje tão diferentes, tão atraentes? 1956
  63. 63. John Ruskin (Arts and Crafts ) America Way of life como nova manifestação da arte enquanto experiência vivivda História em quadrinho como pintura Lata de presunto como escultura Charles Atlas - halterofilista Casaldoméstico Pin Up Richard Hamilton O que será que torna os lares de hoje tão diferentes, tão atraentes? 1956
  64. 64. Design, Sociedade e neo dadá incluem Cultura funk artigos de cultura beat de massa nos trabalhos arte performáticaO DESIGN NA ERA DO MARKETING de vital importância para um grupo de artistas de Nova York, entre eles, Roy Lichtenstein e Andy Warhol Ray Johnson
  65. 65. Design, Sociedade e Cultura Pop Art Como definição cultural englobaO DESIGN NA ERA DO MARKETING música pop ficção pop cultura pop ....
  66. 66. Design, Sociedade e Cultura contracultura e consumoO DESIGN NA ERA DO MARKETING na melhor lógica pop, cada 60 ato de contestação e rebeldia era apropriado pela mídia, transformado em ícone e revendido como mercadoria, tal como o líder guerrilheiro Che Guevara.... (p. 180)
  67. 67. Design, Sociedade e Cultura na Pop Art e nos seus correspondentes em termos de design, começaram a pipocar no início da década de 60 visõesO DESIGN NA ERA DO MARKETING anti–geométricas, anti-funcionalistas, anti-racionalistas que visavam injetar humor, o acaso e o mau gosto assumido no seio da estética moderna cardoso, p.179
  68. 68. Design, Sociedade e CulturaO DESIGN NA ERA DO MARKETING Jonathan de Pas, Donato d’Urbio e Paolo Lomazzi Sofá Joe “ tão confortável quanto uma luva de beisebol” -como havia expressado Charles Eames como desejo para sua cadeira foi efetivado neste projeto.
  69. 69. Design, Sociedade e PUSH PIN STUDIOS CulturaO DESIGN NA ERA DO MARKETING http://www.miltonglaser.com/ http://www.pushpininc.com/
  70. 70. Design, Sociedade e PUSH PIN STUDIOS Cultura
  71. 71. Design, Sociedade e Cultura TROPICÁLIAO DESIGN NA ERA DO MARKETING 1964
  72. 72. Design, Sociedade e Cultura TROPICÁLIAO DESIGN NA ERA DO MARKETING 1968
  73. 73. Design, Sociedade e TROPICÁLIA Cultura ROGÉRIO DUARTE http://www.atarde.com.br/cultura/noticia.jsf?id=965943 AT | E como o senhor começou no design? RD - Não havia formação de design. No Rio, fiz um teste vocacional e dava que eu era bom para design. Fui estagiar com Aloísio Magalhães [designer pernambucano]. Ele estava nos Estados Unidos, voltando para o Brasil, e ia montar um escritório. DoO DESIGN NA ERA DO estágio, me tornei membro da equipe e muitos cursos pioneiros de MARKETING design surgiam nessa época. Um desses cursos que fiz foi o do Museu de Arte Moderna, onde fui aluno de Alexandre Wollner. Misteriosamente, acabei sucedendo Alexandre Wollner como professor do Museu. Nessa época, eu era professor, mas já era dissidente, devido à minha visão tropicalista. Isso era mais ou menos 1964, quando eu era militante da UNE. Aí, surgem os baianos no Rio de Janeiro, os tropicalistas, então eu já encaro a revolução tropicalista como designer, mas eu era um adversário da universidade, era crítico. Eu brincava, chamava universitário de universotários. Mas minha vida profissional foi seguindo. Fui editor da Editora Vozes, da esquerda católica, o que foi motivo de perseguição. http://www.youtube.com/watch?v=uad4818H1Lg
  74. 74. Design, Sociedade e anos 50 Cultura A publicidade passou a ser fenômeno cultural e econômico importante. TV = design + publicidade + marketing LifestyleO DESIGN NA ERA DO MARKETING mercadoria não é produto isolado (função e forma) peça inserida em rede de associações e atividades / auto- imagem do consumidor/usuário planejamento em torno do usuário e não do produto – Theodore Levitt (1960/ Harvard Business Rewiew)
  75. 75. Design, Sociedade e CulturaO DESIGN NA ERA DO MARKETING RELÓGIOS CHAMPION WATCH
  76. 76. Design, Sociedade e CulturaO DESIGN NA ERA DO MARKETING HAVAIANAS
  77. 77. Design, Sociedade e Cultura on demandO DESIGN NA ERA DO MARKETING customização (custom-made) HAVAIANAS
  78. 78. Design, Sociedade e Cultura design como processo de interaçãoO DESIGN NA ERA DO MARKETING Phiippe Starck Parc de la Villette
  79. 79. Paul Randlogo IBM
  80. 80. O logotipo da IBM é reconhecido mundialmente e seu design alinhadotem grande parcela nesse sucesso. Seu logo foi originalmentedesenhado pelo designer Paul Rand em 1956, mas só recebeu asfamosas linhas em um redesenho de 1970. Essas linhas foram usadaspara unir as três letras e para remeter as linhas das telas de vídeo.Em 1981, adicionando símbolos ao logo, Rand fez o excelente poster“Eye Bee M”. O que muitas empresas rotulariam como umainterferência negativa na marca, se tornou uma assinatura e uma versãomais amigável e lúdica do logotipo original.
  81. 81. The striped logo was first used in 1967, and fully replaced the The logo that wasThe logo that was The logo that was solid logo by 1972. used from 1947 toused from 1924 to used from 1956 to The horizontal stripes 1956. The familiar1946. The logo is in a 1972. IBM said that suggest "speed and "globe" was replacedform intended to the letters took on a dynamism." This logo with the simplesuggest a globe, more solid, grounded (in two versions, 8- letters "IBM" in agirdled by the word and balanced bar and 13-bar), as typeface called"International".[56] [57] appearance.[58] well as the previous "Beton Bold." one, were designed by graphic designer Paul Rand.[59][60]
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