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Plano de ação pedagógica priorizáveis para o ensino de ciências do peja i e ii   prof ivonilton fonseca
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Plano de ação pedagógica priorizáveis para o ensino de ciências do peja i e ii prof ivonilton fonseca

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  • 1. Conhecendo-se e Valorizando-se mais...Até quando?Você é um amor...Que não me canso de amar!Amor de amar alguém assimNão é amor de amar por um bem...É amor de querer alguém,É amar de amor pra mim!Até onde levar esse amor?Se eu levar mais longe,Mais perto ficarei, eu sei!Até quando viver esse amor?Se amar esse amor é breguice,É loucura e insensatez?São meus quebretes do acaso,Um brinde que acalma;Simples instinto do faro...Saboreando até o talo!Meus ferormônios de loba, minha sina!E o desejo de pegar pra mim!Minha pele em brasas iluminaAo toque, todo corpo em chamas incendeia,Exalando suores, axilas molhadas,Minha boca de beijos semeia!Paro, reflito, pego sua mão!Afogado-me inteira, suspiro,Em cumbuca inundada?Não resisto ao teu cheiro...Falo do encanto e tesão!By IvobroaSou professor de Ciências Físicas e Biológicas e Biologia no Município da Cidade do Rio de Janeiro empleno exercício da função como regente em sala de aula! Atualmente, dedicando-me também às atividadeseducativas na disciplina de Ciências, bloco I e II, pelo PEJA, em uma U.E da rede de ensino da 2ª C.R.E, nãoapenas para melhorar a renda familiar, mas sim como um novo desafio profissional. Ao longo dos últimos 20anos trabalhando diretamente no ensino de Ciências eu sempre procuro caminhos alternativos para exercermelhor essa profissão!Para tanto, sempre procurei permanecer em processo de educação continuada, buscandopós-graduações(Prevenção as Drogas-UCM e Informática Educativa-UNICARIOCA), desenvolvendoinclusive, nos últimos 10 anos, Projetos de Núcleo de Adolescentes Multiplicadores em diversas escolas do Riode Janeiro!O currículo de Ciências é tradicionalmente o grande portal para a introdução do ensino do conhecimentocientifico sobre o Corpo Humano! Nossos queridos colegas de Ciências trabalharam muito para desenvolver aorganização dos conteúdos propostos para o PEJA / Bloco II(UPI e UPII) que estão disponíveis em todas U.U.E.E de nossa rede!E aqui, cabe somente nosso carinho e compreensão pelo trabalho dessas equipes, poiscontribuíram muito para melhorar o nosso fazer pedagógico em sala de ciências!Por isso nossa contribuição, e aqui não me expresso mais como um, mas sim como parte de umacoletividade empolgada, e motivada pelo trabalho com jovens e adultos, é favorecer uma ampliação do diálogoentre profissionais da educação do PEJA sobre a necessidade da compreensão da corporeidade expressa pelalinguagem científica no ensino de ciências afirmando positivamente a existência de um ser humano repleto dehistoricidade, culturalmente constituído pelos interacionamentos sociais e econômicos, recheado de desejos eprazeres, sob a influência impregnante da moral e valores de seu tempo, revelando além de um CORPO,descrito em ciências como amorfo, aos pedaços, a riqueza de sua identidade como sujeito diferenciado, comoum cidadão pleno, no exercício de seus direitos como um SER humano nessa viagem pelo Planeta Terra!Que ser humano cabe no ensino de Biologia? A primeira consideração que me ocorre na tentativa deresponder a tal pergunta é que há um problema de tamanho para incluir o corpo humano no ensino deBiologia. De uma maneira mais abrangente, talvez se possa pensar que a questão é de dimensão.O serhumano cabe, no ensino, apenas aos pedaços. Nas séries inicias ele entra dividido em cabeça, tronco e
  • 2. membros. Mais adiante, o lugar do corpo humano é o lugar dos sistemas, em que cabe apenas umsistema por vez: o digestivo,o circulatório, o reprodutor(na nomenclatura atual esses sistemas têmrespectivamente, os nomes digestório,cardiovascular e urogenital)...No ensino médio, o corpo humano se“espreme” nas células e se estudam as funções celulares e moleculares, que já não são exclusivas docorpo humano, mas universais para os seres vivos. Parece que ao avançarmos na escolaridade,avançamos também na fragmentação desse corpo 1.(Trivelato S.L.F, 2005:121).Sob a lâmina das dissecações surge o corpo aos pedaços para o estudo anatômico e funcional nocurrículo de Ciências. A sistematização desse conhecimento em nacos orgânicos sugere a necessidade dasintegrações das partes para a compreensão do todo, e conseqüentemente, a permeabilidade das aprendizagensconquistadas pelos os objetivos da Educação, em especial, no ensino para Jovens e Adultos. Dessa maneira,Trivelato(2006:127) salienta:(...) observamos que as práticas curriculares que vemos se repetirem nas escolas parecem bastantescomprometidas com uma abordagem reducionista, particularmente com relação ao corpo humano. Estecorpo que é dividido e compartimentado para que possa caber no ensino, vai se apresentando emaspectos funcionais, celulares e moleculares, por uma forte tradição curricular que se expressa emorganização de tópicos, ilustrações, esquemas, equações etc.”Nas análises da literatura de ensino de biologia mais recentes percebemos uma tendência paraabordagens mais integradoras das partes e do funcionamento do corpo humano2!Estamos vivenciando um momento de transformação das práticas educativas em sala de aula! Emboraseja lento, pela complexidade que envolve a mudança de paradigma e inserção das teorias holísticas sob olharatento de cada profissional que labuta em nossas escolas, é possível perceber a existência de um SERHUMANO que sobrevive por detrás da concepção de corpo que a linguagem da ciência insiste “desconstruir” eesquartejar!Não cabe aqui algum tipo de pretensão para exemplificar uma modalidade de abordagem pedagógicacomo uma indicação classificatória, exaustivamente testada, e aprovada, ou um relicário de soluções paravencer a tradição “biologizante”, no ensino de Ciências!Outrossim, sugerimos a reflexão para algumas práticas educativas, frutos de fazeres didáticos de nossacoletividade a partir da construção evolutiva da identidade da Sexualidade do SER humano, ao longo do tempo-espaço, pretendendo nesse processo contextualizar a história, a cultura, os valores e os saberes sensoriais epsico-sociais do CORPO identificável em cada um de nós, não como um produto da inventividade humana, mascomo a expressão da Vida que alimenta e sustenta a individualidade que nos diferencia e, maravilhosamente,nos aproxima tanto!1Silvia Luiza Frateschi Trivelato é licenciada em Ciências Biológicas pelo Instituto de Biociências da USP na área de Genética peloIBUSP e Doutorado em Didática pela faculdade de Educação da mesma instituição.2Costa, Alice(2006). Ciência e Interação: 7ª série. Curitiba. Positivo.Figueiredo, Maria Teresinha., Condeixa, Maria Cecília Guedes.(2006). Ciências: Atitude e conhecimento. São Paulo: FDT.
  • 3. Um Amor aos pedaços...Flor de AnaPela manhã acordo cedo, ainda abatida,Desarrumada, dolorida!Sem jeito certo definido,Ditado de um modo de menino!Desde sempre, sem Mãe, sem espelho;Nem no quarto, nem na vida.Conheci a dor, na pele,na carne, no corpo franzino,O gosto amargo: “boa noite querida”!Tudo bem: ninguém gosta de mim!Quando meu “Pai” tinha dinheiro...Não falava com ninguém!Agora sem Mãe, sem espelho todo dia é o fim!“Gosto de meninos e meninas”- Renato já falou;Fui julgada, condenada, vou morrer...Não aprendi ser diferente do que sou,Ninguém me quer, ninguém quer saber!Oh!Adolescência! Vida minha, me ensina a viver;Do Beijo na boca de novela ou revista Querida,Desejo forte, tesão calorento, Proibido prazer,Verdade ou Mentira ? Menina Atrevida!Sem Mãe, sem espelho,Nem um gesto, nem um toque!Sem um quarto seguro!Sozinha no mundo!Seu Dr., não me leve à mal...se meus colares, ferros, e corrente...Aos teus olhos, estranho lhe parece,Se não sou o que gosta,Sente-se, relaxe, se acomodeSe não gosta do que vê,Tem um monte de genteIgualzinho a Você!By IvobroaUm desafio para os professores do PEJA no ensino de Ciências é a promoção de hábitos de estudos e ainterpretação de textos em sala de aula! Muito embora o ensino acelerativo, notadamente, uma característica doPEJA, exije um trabalho mais exaustivo para o planejamento da prática educativa!Concordamos com Macedo (2005:133) que ao propor uma análise do corpo nas Ciências percebe comouma dimensão do ser humano, a corporeidade3, é instalada nos sujeitos pelo uso da linguagem de Ciências, ejustifica, citando Fanon (1986:17):“Falar....significa acima de tudo assumir uma cultura, suportar o peso de umacivilização4”.A valorização da oralidade e historicidade das vivências de nossos alunos no ensino de Ciênciasevidencia a significação dos conhecimentos de vida cotidiana no processo educativo!Para isso, sugerimos uma abordagem inicial desencadeadora de reflexões, escrita, leitura, desenho,modelos de montagens em massa ou art-atack,interpretação dramática(esquete), debates, aulas passeios,visionamentos comentados, painéis integrados etc.São estratégias didáticas muitos conhecidas por todosprofessores regentes, praticamente!3Macedo, E. (2005:133). Que ser humano cabe no ensino de Ciências.Texto apresentado no I Encontro Nacional de Ensino deBiologia. Versão digitalizada4Fanon, F. (1986).Black skin,white masks.Londres: Pluto
  • 4. Portanto, nossas sugestões apenas ensejam um ponta-a-pé inicial como dinâmicas de aulas que revelamsempre uma diagnose do ponto de sensibilização do grupo que constitui a turma!E, o incentivo da organizaçãodos registros individuais (o próprio caderno do aluno, por exemplo), é o fator inicial da reciprocidade do ato deensinar do professor e depurações, reflexões, organização de fazeres e aprendizagens possíveis ao longo dasatividades propostas!O que não significa tão somente que seja o caminho das pedras mais seguro para o sucessodo trabalho!Ainda assim, não custa relembrar Trivelato quando indaga se é possível o aluno construir uma imagemde CORPO/SER HUMANO compatível com a abordagem holística pela prática do ensino de Ciências e que seposicione de maneira consciente e responsável com relação às atitudes que tomarão em relação às questõesindividuais, sociais e ambientais. Acreditamos que sim!Apresentamos uma seqüência de atividades visando aprofundar nossas discussões a partir das práticaseducativas em sala de aula, tornando-a um campo relaxado, como um grupo de estudo solicita que o seja, aindaque os aspectos sensoriais de cada um sejam estimulados intencionalmente, e se manifestem timidamente, ou nacoletividade!Atividade IIdentificando o Sujeito oculto no CORPO humano!a) Identidade- Autoconhecimento: Quem sou “EU”?Nosso objetivo é incentivar a escrita livre sobre como produzimos a nossa identidade, favorecendo o autoconhecimento, estimulandoa auto-estima dos alunos!Apresentação - O professor explica a turma o desafio colocado no quadro de giz. Inicialmente, solicitamos aos alunos desenharcada letra de seu primeiro nome, em posição vertical, ao centro da primeira folha do Caderno de Ciências. Aproveitando o momentopara considerar esse recurso didático com um dos registros avaliativos durante o decorrer do processo educativo das aulas deCiências!Em seguida, cada letra do nome recebe uma qualidade especial da personalidade de cada aluno(a)!O professor usa o tempo orientando para o cuidado na elaboração da tarefa de modo que o produto da expressão dos alunossatisfaça pela qualidade da imagem desenhada! Após, uns 20 minutos, todos podem se apresentar citando suas qualidades!b) Quem é “ELE”?Contando uma história5de vida!Nosso objetivo é quebrar o gelo, desinibir os tímidos e estimular a participação ativa do grupo tentando entender o perfil do OUTROque é seguramente diferente do seu, mas também guarda similaridades curiosas!Dando seqüência a atividade anterior, o professor sugere uma entrevista em dupla na sala de aula. Cada dupla recebe a seguinteorientação:Preparar uma ficha de perguntas e distribuir na turma:Nome;quem deu esse nome;gosta ou não gosta do nome;data de nascimento;estado civil;filiação;bairro;doenças que já teve;cicatrize no corpo;fatos marcantes que já viveu;locais que já visitou;o que gosta de fazer nas horas vagas;comidas prediletas;coisasque o aborrecem;sonhos...Após uns 20 minutos, o professor solicita alguns voluntários, e logo são convidados para interpretar algumas histórias dosentrevistados através de tirinhas de papel preenchidas pelos entrevistadores!c) “EU”e minha família:Apresentação: Sugerimos provocar a turma com algumas palavras embaralhadas no quadro de giz:“FAMÍLIA;SÂO;PESSOAS;QUE;A;GENTE;AMA;E;NOS;AJUDAM;A;CRESCER6”O desafio é colocá-las nesta mesma ordem correta!Isso pode durar uns20 minutos pelo menos!Em seguida, a palavra-chave FAMÍLIA é apresentada como tema gerador de um debate!Textos7especializados que abordam diferentes estruturas e situações do dia-a-dia das famílias8dos seres humanossão sempre bemvidos!As atuais referências de significação da palavra FAMÍLIA podem compor uma interessante proposta de pesquisa de grupo a partirda dimensão digital do Laboratório de Informática Educativa ou qualquer outra mídia!E o produto alcançado pode ser exposto naturma e/ou nos corredores da escola!Obs: o tempo de duração da atividade pode se estender muito quando houver disponibilidade de recursos atrativos sobre o tema!O que também inclui a exibição de ”frações de filmes” comentados ou vídeos de curta duração previamente selecionados!d) Minha FAMÍLIA é assim...5http://www.multirio.rj.gov.br/seculo216http://www.gtpos.org.br7http://www.familia-relacionamento.com.br8http://pt.wikipedia.org/wiki/Fam%C3%ADlia_%28desambigua%C3%A7%C3%A3o%29
  • 5. Apresentação: O professor apresenta a turma um esquema de composição de Família, e solicita o desenho da composição de famíliapara cada aluno em seus cadernos de Ciências!O desenho de “bonequinhos de palitinhos” no quadro de giz é bem interessante edivertido durante toda atividade, e sugere aos mais inibidos, um traço mais fácil para retratar sua família!O tempo deve ficar em torno de 15 a 25 minutos!EX:Pai Mãe(grávida) primogênito irmão irmãObs: Podemos provocá-los a reflexão mais relaxada introduzindo um bebê engatinhando no final da escadinha de filhos, e mais umpequeno cãozinho inseparável!O tempo total dessa atividade depende muito do tipo de hiperlink que o professor planeje junto com seus alunos:Temas transversais como o planejamento familiar, adoção, trabalho dentre outros são convidativos. E estarão sempre aguardandouma oportunidade para um enfrentamento proveitoso!O debate supõe uma análise não apenas da composição numérica da FAMÍLIA, mas fundamentalmente as influências sócio-culturaisque permeam a evolução das resignificações de valores, moral e atitudes ao longo da história até os tempos atuais!É recomendável uma seleção de textos jornalísticos para leitura dinâmica na turma, discussão em grupo, escrita individual ou emduplas(se houver necessidade de cópia) e apresentação do produto através de exposição oral com ou sem colagem de figurasrecortadas de revistas em painéis!e) “EU” sou assim...Meu auto-retrato!Apresentação: O professor utiliza o quadro de giz para desenhar uma silhueta de si mesmo! Ou já traz pronto um esquema docontorno de um corpo consigo!Cada aluno é convidado a desenhar seu auto-retrato em seu caderno:Debate - Abaixo do auto-retrato cada aluno deverá responder algumas questões:1. O que posso fazer com meu corpo?2. O que meu corpo não é capaz de fazer?3. Que experiências sensoriais podemos viver com o nosso corpo?4. Como meu corpo percebe o mundo em que vivo?5. Que sentimentos surgem com as descobertas que faço em meu corpo?6. Como tenho expressado o que penso e o que sinto em relação ao meu corpo?Atividade IIIdentificando os direitos de Cidadania do SER HUMANO!a) “Minha Vida de João” e “Era uma vez uma Outra Maria” – http://www.promundo.org.br/354Apresentação – Esses dois desenhos (mudos) animados são curtos e divertidos!O Professor pode estimular várias releituras do material, quantas forem necessárias para discutir com seus alunos os papéis sociais esexuais dos personagens da história!É importante a utilização dos cadernos de Ciências para organizar bem a construção da aprendizagem nesse segundo momento dasatividades propostas!Assim, os registros necessários consolidam não apenas o caminho percorrido, mas o jeito especial de cada umcompreender a integração das discussões temáticas durante nossa prática de ensino de Ciências!O tempo para esta atividade pode consumir uma aula integralmente!Comentários/Discussão:O que o Lápis representa na história?O que mais chamou sua atenção na história?O que gostou?Ou não gostou?Por que?Como se percebe “o filho” em gestação? É da mãe ou do Pai?O que as mulheres pensam a respeito da Reprodução e fertilidade?O que os homens pensam a respeito da Reprodução e fertilidade?O que é Ser um(a) adolescente e viver a experiência da Paternidade e da Maternidade?Quais são as transformações psicológicas e culturais que esse adolescente vive?Por que?Quais são os cuidados necessários durante as gravidezes na adolescência?b) Quem AMA...Cuida: A construção do Cuidado na educação de homens e mulheres!Apresentação – O professor inicia a distribuição do poema “As cores do AMOR”!Segue a leitura dinâmica do poema!Também é interessante a audição de músicas que falem de AMOR!Ou até mesmo utilizar um outro tipo de material como FOTOS, PINTURAS etc.
  • 6. O professor pode estimular a turma a perceber as associações das cores com os diferentes tipos de sentimentos e/ou preferênciasdistribuindo muitos lápis de colorir e folhas para construção de Painéis Integradores!O objetivo dessa dinâmica é perceber com os seres humanos criam relações afetivas na construção do CUIDADO com o OUTRO sersocial no dia-a-dia!E como é possível entender as associações das emoções e prazeres com as partes do CORPO HUMANO!As cores do AMOR Amor de Mãe; -------------------Tons de Violeta Amor de Pai; -------------------Tons de Violeta Amor de Irmãos; -------------------Tons de Violeta Amor de Vó; -------------------Tons de Violeta Amor de Vô; -------------------Tons de Violeta; Amor do filho; -------------------Tons de Violeta Amor da filha; -------------------Tons de Violeta Amor da Família; -------------------Tons de violeta Amor Bebê; -------------------Tons de Violeta Amor de Criança; -------------------Tons de Azul Claro Amor Novo; -------------------Tons de Azul Amor Gostoso; -------------------Tons de Azul Amor Perfeito; -------------------Tons de Azul Amor inventado; -------------------Tons de Azul Amor Adolescente; -------------------Tons de Azul Amor Legal; -------------------Tons de Azul Amor Sincero; -------------------Tons de Azul Amor Sinistro; -------------------Tons de Azul Amor Proibido; -------------------Tons de Azul Amor Estranho; -------------------Tons de Azul Amor Dark; -------------------Tons de Azul Amor Punk; -------------------Tons de Azul Amor samba-canção; -------------------Tons de Azul Amor Pagode; -------------------Tons de Azul glacê Amor Pop; -------------------Tons de Azul Amor Rock; -------------------Tons de Verde Amor Hip-Hop-------------------Tons de Verde Amor Épico; -------------------Tons de Verde Amor de Édipo; -------------------Tons de Verde Amor de Jocasta; -------------------Tons de Verde Amor de Electra; -------------------Tons de Verde Amor Cego; -------------------Tons de Verde Amor Vagabundo; -------------------Tons de Verde Amor Impossível; -------------------Tons de Verde Amor Gay; -------------------Tons de Verde Musgo Amor Banido; -------------------Tons de Verde Musgo Amor Bandido; -------------------Tons de Verde Bandeira Amor de Verão; -------------------Tons de Verde Oliva Amor de Jardim; -------------------Tons de Verde Oliva Amor Adulto; -------------------Tons de Verde claro Amor Antigo; -------------------Tons de Verde Alface Amor Perdido; -------------------Tons de Amarelo claro Amor Verdadeiro; -------------------Tons de Amarelo claro Amor Carmim; -------------------Tons de Amarelo claro Amor de Mulher; -------------------Tons de Amarelo claro Amor de Homem; -------------------Tons de Amarelo claro Amor Fundido; -------------------Tons de Amarelo claro Amor de falo; -------------------Tons de Amarelo claro Amor que Fica; -------------------Tons de Amarelo Ouro Amor Doado; -------------------Tons de Amarelo Gema Amor Secreto; -------------------Tons de Laranja Amor Imperfeito; -------------------Tons de Laranja Amor de Julieta; -------------------Tons de Laranja Amor de Romeu; -------------------Tons de Vermelho Amor dos Sonhos; -------------------Tons de Vermelho Amor Seu; -------------------Tons de Vermelho Amor Meu. -------------------Tons de Vermelho Amor Sublime; -------------------Tons de Vermelho Amor Eterno; -------------------Tons de Vermelho Claro Amor Romântico-------------------Tons de Vermelho Escuro Amor de Raiz -------------------Tons de Vermelho Escuro Amor das DEUSAS; -------------------Tons de Vermelho Escuro
  • 7.  Amor dos DEUSES; -------------------Tons de Vermelho Vivo Amor de DEUS; -------------------Tons de Vermelho Sangue Amor do MUNDO; -------------------Tons de Ametista Amor da VIDA; -------------------Tons de Ametista Amor TÃO BOM; -------------------Tons de Ametista Amor SEM FIM; -------------------Tons Ametista Amor de GENTE; -------------------Tons Ametista Amor FRATERNO; -------------------Tons Ametista O AMOR DE CORAÇÃO;------------------Tons Ametistaby IvobroaCada aluno registra em seu caderno de Ciências o tipo de relação afetiva e social que mantém com as diferentes fases da vida de umser humano. O professor apresenta no quadro de giz o desafio:As fases da VIDA: Os CUIDADOS necessários para um(a):1. Bebê9:2. Criança10:3. Adolescente:4. Adulto11:5. Idoso(a)12:6. Defunto13:Essa atividade pode durar uns 30 minutos, num primeiro momento!Ou um pouco mais, se for estendida para a análise e debatessobre os dispositivos da legislação que norteiam os direitos e deveres dos cidadãos brasileiros!Mas uma vez, a inclusão digital dosjovens e adultos a partir de uma abordagem curricular de Ciências é solicitada pelo sistema de ensino que se propõe modernizado!c) Um “Amor” aos pedaços?Apresentação:O professor solicita aos alunos que selecionem uma música de sua preferência, ou poesia , em dupla ou trio, contendo uma palavra-chave: CORAÇÃO!Vinte minutos depois, os grupos se apresentam diante da turma falando ou cantando a música!O professor provoca a turma questionando o porquê do CORAÇÃO ser tão importante para o corpo humano! E se a turma conheceoutras partes do corpo humano?As respostas anotadas no quadro de giz serão utilizadas em seguida!Os grupos, agora, se apresentam de novo! Dessa vez, trocando a palavra coração por uma outra parte do corpo humano!A descontração e relaxamento durante atividade possibilita uma introdução sobre o conhecimento da constituição dos corpos de nossaespécie a partir do que os alunos já trazem como informações de suas experiências de estudos ou de vida!Sugerimos que todos construam uma silhueta de um corpo humano em um papel ofício, se quiser fazê-lo individualmente, ou papel 40kg, se for para o grupo, e ali indiquem os nomes das partes do corpo que conhecem bem!Diante da turma os grupos apresentam suas conclusões!O tempo dessa atividade deve exceder 50 minutos!Cada aluno pode registrar suas conclusões em seu próprio caderno de ciências! E é sempre recomendável!Ao final, algumas questões são apresentadas para favorecer um debate na turma.Vale lembrar que essas sugestões sobre o pensar e oolhar contemplativo da corporeidade impregnada de identidade diferenciada de alunos e professores é uma proposta, não uma receitade ensino de Ciências na escola:Como encontramos o CORPO humano no ensino de ciências?Qual é a história de evolução e desenvolvimento da espécie descrito pela Ciência para esse corpo?Somos iguais?Somos diferentes?Por dentro e por fora?Podemos falar sobre o nosso corpo?Desde quando?Por que?O nosso corpo fala?E nós dizemos o que a respeito dele?De que maneira falamos sobre o nosso corpo?E a Ciência? A Ciência tem a mesma linguagem?Por que?d) Eu tenho..Você tem...nós temos: O que nos diferencia, também nos aproxima!Apresentação: O objetivo desse momento de dinâmica temática é a compreensão da identificação dos papéis sociais e sexuais dosgêneros masculinos e femininos no processo de tomada de decisão de atitudes responsáveis sobre o exercício da Sexualidade humana!Levantamos algumas questões desafiadoras para uma abordagem inicial para estimular a aprendizagem sobre esse tema;Utilizando tirinhas recortadas ou o próprio quadro de giz o professor apresenta um quadro comparativo a turma e solicita ainterpretação do mesmo e seu preenchimento!A turma pode ser dividida em grupos grandes de modo que todos possam contribuir naqualidade das apresentações dos resultados e debates!O tempo de duração pode ser bem grande!Talvez toda aula!Comparando a construção cultural da Identidade Masculina e Feminina!MARTE(Símbolo SEXO Masculino)COMO É? VÊNUS(Símbolo SEXOCOMO É?9http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/noticias_detalhe.cfm?co_seq_noticia=2860110http://www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/L8069.htm11http://www.planalto.gov.br/CCIVIL/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11340.htm12http://www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/2003/L10.741.htm13http://www.governo.rj.gov.br/indice.asp?orgao=153
  • 8. Feminino)O corpo O corpoO pensar e o sentir O pensar e o sentirA atitude A atitudeMARTE intersessão VÊNUS(Símbolo Masculino) Intersessão (Símbolo Feminino)SEMELHANÇASO corpoO pensar e o sentirA atitudeEstes são alguns tópicos que podem ser trabalhados mediados pelo interesse de professores e alunos durante os momentos seguintes:@ Conceituação dos diferentes tipos de SEXO14: Gênico; cromossomial, gonodonal, hormonal, psíquico e social.@ Identidade Sexual: Determinismo de Gênero;- Cognição; Órgão Sexual; Linguagem.@ Construções de Papéis de Gênero;@ Atitudes Masculinas e Femininas;@ Diferenciações entre Identidade Sexual X Orientação Sexual X Papéis Sexuais:• I . S => Matriz, base do EU; O que “EU” SOU?• O . S => Desejo, atração; O que eu “QUERO”? “DESEJO”? ( Orientação Sexual: Definição -> Relação Atração Sexual )• P. S => Gosto; Apresentação Social!@ “Sexualidade NÃO É ESCOLHA; HOMO ou HETEROSSEXUALIDADE NÂO É OPÇÃO”@ Transsexualidade: Não Reconhecendo o corpo - “ Esse corpo não é MEU”@ Causa e Efeitos;@Vínculos afetivo-eróticos nas relações de identificação Mãe - Filho(a) / Pai - Filho(a) X VERSUS X Construções de modelos depapéis de representações de gênero-afetivo-sexual e rompimentos de identificação na determinação da Orientação Sexual doindivíduo;@Cuidados na busca de teorias de fundamentações científicas que atestam conhecer as causas da Homossexualidade;“Procurar a CAUSA da homossexualidade evidencia uma lógica sanitarista, de necessidade de cura, moral, estética, social, dequalquer abordagem que se pretende educativa! Longe disso, retrata uma visão maniqueísta, doutrinária, de culpabilizaçõesdesnecessárias15”!e) O papel social e sexual do sexo masculino e feminino:Apresentação: O objetivo dessa atividade é qualificar o CUIDADO como uma ação preventiva para o ser humano do sexo masculinoe feminino!O professor sugere a formação de grupos na sala!Cada grupo se posiciona em cada canto da sala!Cada grupo recebe uma camisinha masculina, e iniciam uma investigação sobre o material tentando descrever em detalhes o usocorreto da mesma!Comentários/ Discussão:O que perceberam no material?O que acharam das explicações sobre o uso da camisinha?Quando é possível falar sobre Sexualidade?Por que?Sexo e Sexualidade significam a mesma coisa?É fácil aprender como usar uma caminha?O que é sexo seguro?Quais seriam os passos corretos para o uso de uma camisinha masculina?1.2.3.4.5.6.7.8.9.10.14http://www.pailegal.net/psisex.asp?rvTextoId=-178643653815Picazio, Cláudio. Sexo Secreto – Temas polêmicos de Sexualidade. São Paulo: Summus, 1998
  • 9. Após as apresentações dos grupos, o professor sugere pensar em algumas informações importantes e,se necessário, demonstra comodeve usar corretamente o preservativo!O tempo de duração dessa atividade deve ficar em torno de 1hora e 50 minutos!f) Investigando a construção do papel social e sexual do sexo Masculino e Feminino na espécie humanaApresentação: A esquematização de uma parte do Sistema Urogenital em uma folha impressa pode ser entregue à turma enquantoo(a) professor(a) desenha no quadro de giz o modelo semelhante!Apresentar a representação dos órgãos reprodutivos da nossa espécie com lacunas para completar com os nomes dos órgãos nalinguagem de ciências!Essa atividade sugere uma abordagem descontraída e reflexiva para repensar a cultura da identificação dos nomes dos órgãos nalinguagem popular e os estereótipos, tabus e preconceitos que acompanham esse processo!Desejamos incentivar um debate sobre a prevenção de atitudes de vulnerabilidade desnecessárias promovendo o CUIDADO como umaprendizado para valorização da Sexualidade humana!Sexo MasculinoSexo FemininoAo finalizar esse primeiro momento, o(a) professor(a)solicita a divisão da turma em grupos e distribui massinhas de modelar e umabase de cerâmica para construção de representações coletivas dos órgãos reprodutivos!
  • 10. Após as apresentações dos grupos, o professor sugere pensar em algumas informações importantes e,se necessário, demonstra comodeve usar corretamente o preservativo!O tempo de duração dessa atividade deve ficar em torno de 1hora e 50 minutos!f) Investigando a construção do papel social e sexual do sexo Masculino e Feminino na espécie humanaApresentação: A esquematização de uma parte do Sistema Urogenital em uma folha impressa pode ser entregue à turma enquantoo(a) professor(a) desenha no quadro de giz o modelo semelhante!Apresentar a representação dos órgãos reprodutivos da nossa espécie com lacunas para completar com os nomes dos órgãos nalinguagem de ciências!Essa atividade sugere uma abordagem descontraída e reflexiva para repensar a cultura da identificação dos nomes dos órgãos nalinguagem popular e os estereótipos, tabus e preconceitos que acompanham esse processo!Desejamos incentivar um debate sobre a prevenção de atitudes de vulnerabilidade desnecessárias promovendo o CUIDADO como umaprendizado para valorização da Sexualidade humana!Sexo MasculinoSexo FemininoAo finalizar esse primeiro momento, o(a) professor(a)solicita a divisão da turma em grupos e distribui massinhas de modelar e umabase de cerâmica para construção de representações coletivas dos órgãos reprodutivos!

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