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  • 1. Universidade Federal de Alagoas Instituto de Física A contextualização da Física para as séries do ensino médio a partir da Pedagogia Histórico-Crítica. Autor: David Welson de Morais Silva Orientador: Ivanderson Pereira da Silva
  • 2. Por que devem ser adotadas estratégias didáticas contextualizadas no ensino de física? Problema
  • 3. Investigar porque devem ser adotadas estratégias didáticas contextualizadas no ensino de física. Objetivos
    • Geral:
    • Específicos:
    • Ensinar aos alunos a física través de discussões que faça
    • analogias ao dia-dia;
    • 2. Contextualizar a física do ensino médio, adotando uma
    • estratégia didática voltada para a compreensão dos alunos;
    • 3. Dar sentido e atribuir valores aos conteúdos teóricos
    • aprendidos pelos alunos.
  • 4. Justificativa
    • Trabalho proposto na disciplina de estágio supervisionado em
    • física;
    • Estrutura da escola;
    • Documentação da escola;
    • Comportamento do funcionário da escola;
    • Comportamento dos alunos em sala de aula;
    • Comportamento do Professor em sala de aula.
  • 5. Aporte Teórico
    • Metodologias que se apóiam na a pedagogia Histórico-crítica (GASPARIN, 2007; STEIMBACH, 2008);
    • Sobre a teoria sócio-histórica de Vygotsky (LUCCI, 2006; RABELLO e PASSOS, 2007) buscando fundamentar a prática e aproximando as estratégias didáticas da Zona de Desenvolvimento Proximal  dos estudantes.
  • 6. Intervenção Didática
    • Questionário com a pergunta “O que é força de atrito”;
    • Leitura de casos relacionados ao tema;
    • Construção de frases em que os alunos tivessem vivido coisas
    • semelhantes aos casos dados a para leitura;
    • Exposição oral dos alunos;
    • Discussão entre os alunos e formulação de uma definição para
    • força de atrito;
    • Aplicação de um questionário com a mesma pergunta do
    • questionário anterior.
  • 7. Metodologia
    • Prática social inicial do conteúdo;
    • Problematização;
    • Instrumentação;
    • Catarse;
    • Prática social final do conteúdo.
  • 8. NOME DA ESCOLA Aluno: _____________________________________________________ O que é força de Atrito? ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
  • 9. Resultados
    • Respostas agrupadas duas a duas;
    • Estudamos a o salto cognitivo de cada aluno a respeito do tema;
    • Julgamos as respostas em 7 níveis;
    • Colocamos os resultados em um gráfico.
  • 10.  
  • 11.
    • Respostas do aluno A3 ao questionário, aluno esse
    • enquadrado no gráfico como Parte do sem sentido
    • para uma melhoria significativa
    • Resposta do primeiro questionário:
    • É uma força que agem com outras forças e que acontece o atrito entre
    • dois ou mais blocos como, por exemplo, o apagador grudar no quadro
    • Resposta do segundo questionário:
    • Existem várias forças de atrito como o atrito de um carro em uma curva,
    • se o carro estiver com bons pneus ele não derrapa, mas se ele estiver
    • com os pneus carecas ele derrapa exercendo uma força dinâmica.
  • 12. Conclusão
    • Entrosamento dos alunos;
    • Empolgação em realizar as atividades;
    • Nos questionários os alunos se acanharam um pouco;
    • Os alunos tinham uma visão muito limitada do conceito e mesmo
    • depois do dialogo eles ainda falavam muito em suas respostas de
    • blocos e não de coisas mais próximas da realidade deles;
    • Através da contextualização podemos mostrar aos nossos alunos
    • o mundo em que eles vivem;
    • Não podemos mudar uma sala só com uma aula, porém, podemos
    • perceber que a Pedagogia Histórico-Crítica junto com o Socio-
    • Interacionismo de Vygotsky pode nos ajudar a levar a física do
    • dia-a-dia.
  • 13. Referências BONIN, L.F.R. (1996).  A teoria histórico cultural e condições biológic as. São Paulo (Brasil), Tese de Doutorado, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. GASPARIN, J. L.  Uma didática para a Pedagogia Histórico- crítica . 4.ed. ver. E ampl. Campinas – SP: Autores Associados, 2007. (Coleção educação contemporânea). LUCCI, M.A. (2006).   A proposta de Vygotsky: A Psicologia Sócio-histórica . Revista de currículum y formación del profesorado MOLON, S.I. (1995).  A questão da subjetividade e da constituição do sujeito nas reflexões de Vygotsky . São Paulo, Dissertação de Mestrado, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. 
  • 14. RABELLO, E. & PASSOS, J. S.  Vygotsky e o Desenvolvimento Humano . Disponível em: http://www.grupos.com.br/group/pedagogia_2007.1/ Messages.html?action=download&year=08&month=5&id= 1211153297985279&attach= STEIMBACH, A. A.  O processo de ensino numa Perspectiva Histórico-crítica . Disponível em: http://www.famper.com.br/download/allan.pdf YIN, R. Estudo de caso planejamento e métodos . 2ª ed. Porto Alegre: Boockman, 2005.