Consenso Brasileiro para Transplante de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário  Carolina Militão  2010
Estimativa de casos novos de cancer em 2010
Conceitos  <ul><li>Hematopoiese  – adulto sitio primário da é a MO  </li></ul><ul><li>Hematopoiese  – Inicialmente  é extr...
Blastocisto Célula Tronco Embrionária [ES] Pluripotente CÉLULAS TRONCO NO DESENVOLVIMENTO Zigoto Célula Totipotente Adulto...
<ul><li>Infusão de MO em gêmeo idêntico com leucemia refratária tratado com 748 cGy </li></ul><ul><li>demonstração de que ...
DEFINIÇÕES
O que são Células Tronco?
PROPRIEDADES CÉLULA TRONCO HEMATOPOÉTICA Diferenciação Quiescente Reconstituição Hematopoese Apoptose Divisão Assimétrica ...
Cenário TCTH no Brasil <ul><li>6 casos novos de Leucemia Aguda, Crônica e AAS  100.000 hab/ano – 90% das indicações   </li...
Cenário TCTH no Brasil <ul><li>TCTH / PACIENTES </li></ul><ul><ul><ul><li>Necessidade anual  5.100 </li></ul></ul></ul><ul...
Rede de Bancos de Sangue de Cordão Umbilical <ul><li>Bancos de Cordão </li></ul><ul><ul><li>Privados – Autólogos / Familia...
Rede de Bancos de Sangue de Cordão Umbilical <ul><li>Mundial  </li></ul><ul><ul><li>Netcord  – Europa, Austrália, Israel, ...
TMO com SCUP de Bancos Públicos no mundo  Local Unidades Congeladas Unidades Liberadas USA - NMDP > 90,000 > 3,000 New Yor...
Vantagens SCUP <ul><li>Já está pronto, não é necessário localizar o doador </li></ul><ul><li>Tempo médio para encontrar um...
Desvantagens SCUP  <ul><li>Número de células é pelo menos 1 log a menos  </li></ul><ul><li>Maior risco de falha de enxerti...
2.6.1 - DOAÇÃO -  GM 903 2000 <ul><li>A doação de sangue de cordão umbilical deve respeitar a Resolução CFM nº. 1.544/99, ...
2.6.2 – Consentimento para a doação  - GM 903 2000 <ul><li>a -  Autorização para descartar as unidades que não atenderem a...
2.6.3 - Seleção de doadoras - GM 903 2000 <ul><li>São candidatos à doação de SCUP  os recém-nascidos  de partos que satisf...
2.6.4 – Critérios Obrigatórios de Exclusão  - GM 903 2000 <ul><li>a -  sofrimento fetal ; feto com anormalidade congênita;...
2.6.6 – Testes laboratoriais -  GM 903 2000 <ul><li>2.6.6.1 – Na mãe </li></ul><ul><li>No dia do parto ou até 48 horas apó...
2.6.6 – Testes laboratoriais -  GM 903 2000 <ul><li>2.6.6.2 - Na unidade de sangue coletada </li></ul><ul><li>HIV-I e II  ...
2.6.6 – Testes laboratoriais -  GM 903 2000 <ul><li>2.6.6.2 - Na unidade de sangue coletada,após o processamento: </li></u...
2.6.9 – Liberação da unidade de SCUP- GM 903 2000 <ul><li>No momento da liberação de uma unidade para centro de transplant...
Definições TCTH  931 – GM/MS 2006  <ul><li>1.  TCTH de Medula Óssea  - Substituição de células-tronco hematopoéticas a </l...
II - CRITÉRIOS DE INDICAÇÃO TCTH Autólogos ,  não-experimentais  -  931 – GM/MS 2006 <ul><li>1.1. TCTH autólogo de medula ...
II - CRITÉRIOS DE INDICAÇÃO TCTH Autólogos , não-experimentais - 931 – GM/MS 2006 <ul><li>1.2. TCTH autólogo de sangue per...
II - CRITÉRIOS DE INDICAÇÃO TCTH Alogênicos ,  não-experimentais  -  931 – GM/MS 2006 <ul><li>2.3. TCTH alogênico aparenta...
Escolha e dose da unidade de SCU  <ul><li>Número total de CNT e de células CD34+ </li></ul><ul><ul><li>> 3 x 10 7  TCN / K...
TRANSPLANTES NO MUNDO Transplants '80 '81 '82 '83 '84 '85 '86 '87 '88 '89 '90 '91 '92 '93 '94 '95 '96 '97 '98 '99 '00 '01 ...
Transplantes por tipo e por idade Transplants, % Allogeneic Transplants Autologous Transplants 1995-2001 2002-2008 1988-19...
Indicações para TMO em pacientes com < 20 anos nos EUA em 2008 Number of Transplants 600 800 400 300 100 0 200 500 700 Num...
TMO alogênicos em pacientes com  >  20 anos por tipo de doador e fonte, 1991- 2008 Number of Transplants * * Data incomple...
TMO alogênicos em pacientes com   20 anos por tipo de doador e fonte, 1991- 2008 Number of Transplants * * Data incomple...
Transplantes autólogos por fonte e por idade Transplants, % Age   20 yrs Age   20 yrs 1999-2003 2004-2008 1999-2003 2004...
Transplantes alogenicos por fonte e por idade Transplants, % Age   20 yrs Age   20 yrs 1999-2003 2004-2008 1999-2003 200...
PESQUISAS COM CÉLULAS TRONCO Terapia Celular Medicina Regenerativa Célula Tronco Engenharia de  Tecidos
APLICAÇÕES TERAPIA CELULAR Doenças Neurológicas  neurônios  Doenças Cardiovasculares  cardiomiócitos  Diabetes  Ilhotas...
 
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  • Slide 3: Estimates of annual numbers of hematopoietic stem cell transplants worldwide, extrapolated from data compiled by the CIBMTR, European Blood and Marrow Transplant Group (EBMT), published reports from the Worldwide Network for Blood and Marrow Transplantation (WBMT) and the Asia Pacific Blood and Marrow Transplant Group (APBMT). Autologous transplant trends demonstrate changes in practice over time, with transplants for breast cancers in the early 1990s accounting for the majority of activity, and after 1999, lymphoproliferative disorders accounting for most of these transplants. The annual numbers of autologous transplants worldwide have continued to increase as a result of wider utilization of this treatment and its extension to recipients older than 60 years. The numbers of allogeneic transplants have increased steadily over the past three decades. In the early 2000s, the increase in annual transplant numbers was slower than previous years, which is likely a result of a decrease in transplants performed for treating chronic myeloid leukemia (CML). This trend was mostly observed in countries classified by the World Bank as having high or intermediate-high gross national income. Subsequent trends in allogeneic transplant have shown a more rapid increase in annual numbers, which can be explained by higher number of unrelated donor transplants, older recipients being transplanted using reduced-intensity conditioning regimens, and the expanding utilization of umbilical cord blood.
  • Slide 8 : The proportion of patients treated for malignant diseases who are older than 50, and older than 60, after allogeneic and autologous transplants, respectively, has significantly increase in the last two decades. Improvements in supportive care, patient and donor selection, and the advent of reduced-intensity conditioning regimens for allogeneic transplants are the major contributors to this trend.
  • Slide 10 : In the pediatric population, allogeneic transplants are performed more often than autologous transplants. In 2008, allogeneic transplants performed in patients younger than 20 were for acute leukemias (50%) and non-malignant indications (36%). Autologous transplants were mostly performed for treatment of lymphoma and solid tumors in this patient population.
  • Slide 13 : Among patients older than 20, there has also been an increase in the number of alternative donor transplants. Mobilized peripheral blood progenitor cells is the most common graft source for unrelated donor transplants in this age group. Umbilical cord blood use in these patients is low, but is increasing steadily.
  • Slide 12 : Annual numbers for unrelated donor transplants have increased in the last two decades for patients younger than 21. Transplants with umbilical cord blood have contributed significantly to this trend during the last decade. In 2007 and 2008, 46% of all unrelated donor transplants utilized umbilical cord blood grafts for this patient population.
  • Slide 6 : Mobilized peripheral blood progenitor cells are the most common graft source used in autologous transplants, accounting for 91% and 98% in children and adults, respectively, for the period from 2004 to 2008. The practice of combining bone marrow with peripheral blood progenitor cells in patients unable to mobilize optimal cell doses has decreased in both adults and children (&lt;1%). Better mobilization regimens and patient selection may account for the rarity of this practice of late.
  • Slide 5 : Bone marrow is the primary graft source for transplantation in children, though the use of peripheral blood and umbilical cord blood grafts is increasing. During the period 2004 to 2008, peripheral blood accounted for 27% and cord blood accounted for 22% of allogeneic transplants in patients younger than 20. Among patients older than 20 years, peripheral blood is the most common source of allogeneic grafts. Use of umbilical cord grafts in patients &gt;20 years, although infrequent, increased from 2 to 4% in the period from 2004 to 2008.
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    1. 1. Consenso Brasileiro para Transplante de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário Carolina Militão 2010
    2. 2. Estimativa de casos novos de cancer em 2010
    3. 3. Conceitos <ul><li>Hematopoiese – adulto sitio primário da é a MO </li></ul><ul><li>Hematopoiese – Inicialmente é extra-embrionária depois intra-embrionária ( vasos aórtico e ventral), fígado e MO </li></ul><ul><li>No adulto – estas células estão em quantidade até 100 vezes menor na circulação </li></ul><ul><li>Nos anos 70 – Estudos em células fetais no fígado </li></ul><ul><li>Nos anos 80 – Chernobyl foi necessário estudar fontes alternativas devido aos problemas da radiação </li></ul>
    4. 4. Blastocisto Célula Tronco Embrionária [ES] Pluripotente CÉLULAS TRONCO NO DESENVOLVIMENTO Zigoto Célula Totipotente Adulto Célula Tronco Multipotente Prega Gonadal Célula Germinativa Embrionária [EG] Pluripotente Blastômero: Células Totipotentes [02 células] [04 células] Mórula: Células Totipotentes [08 células]
    5. 5. <ul><li>Infusão de MO em gêmeo idêntico com leucemia refratária tratado com 748 cGy </li></ul><ul><li>demonstração de que MO compatível era capaz de refazer a hematopoese normal em humanos irradiados com doses letais </li></ul>TERAPIA CELULAR MODERNA <ul><li>Primeiro transplante de sangue de cordão umbilical </li></ul>1969 1988 Donnal Thomas Eliane Gluckman
    6. 6. DEFINIÇÕES
    7. 7. O que são Células Tronco?
    8. 8. PROPRIEDADES CÉLULA TRONCO HEMATOPOÉTICA Diferenciação Quiescente Reconstituição Hematopoese Apoptose Divisão Assimétrica Divisão Simétrica
    9. 9. Cenário TCTH no Brasil <ul><li>6 casos novos de Leucemia Aguda, Crônica e AAS 100.000 hab/ano – 90% das indicações </li></ul><ul><li>10.200 casos novos por ano </li></ul><ul><ul><li>50% com indicação de TCTH – 5.100 casos </li></ul></ul><ul><ul><li>35% com doador familiar – 1.785 casos </li></ul></ul><ul><li>42 centros de TCTH – 85% públicos </li></ul><ul><li>Doadores: > 1.000.000 que atendem a 50% da demanda </li></ul>
    10. 10. Cenário TCTH no Brasil <ul><li>TCTH / PACIENTES </li></ul><ul><ul><ul><li>Necessidade anual 5.100 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Pacientes com doador aparentado 1.785 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Pacientes sem doador aparentado 3.315 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>TCTH / ano 1.400 a 1.600 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Demanda reprimida 1.700 a 2.000 </li></ul></ul></ul><ul><li>CUSTO </li></ul><ul><ul><li>Obtenção de unidades no exterior $ 31.000 </li></ul></ul><ul><ul><li>Unidade de SCUP armazenada $ 1.200 </li></ul></ul>
    11. 11. Rede de Bancos de Sangue de Cordão Umbilical <ul><li>Bancos de Cordão </li></ul><ul><ul><li>Privados – Autólogos / Familiar </li></ul></ul><ul><ul><li>Públicos – Alogênico aparentado e Não aparentado </li></ul></ul><ul><li>Missão do Público </li></ul><ul><ul><li>Coletar, processar, congelar e disponibilizar unidades de SCU de alta qualidade para melhoria do TMO e também realizar pesquisas </li></ul></ul>
    12. 12. Rede de Bancos de Sangue de Cordão Umbilical <ul><li>Mundial </li></ul><ul><ul><li>Netcord – Europa, Austrália, Israel, EUA e Japão </li></ul></ul><ul><ul><li>Cerca de 10.000 transplantes de SCUP realizados </li></ul></ul><ul><ul><li>Cerca de 400.000 unidades SCUP congeladas no mundo em mais de 40 bancos </li></ul></ul><ul><li>Brasilcord </li></ul><ul><ul><li>Em 2001 pela SBTMO para aumentar a chance de encontrar doador compatível e diminuir o custo </li></ul></ul><ul><ul><li>Tem 05 serviços funcionando e será ampliado para 13 </li></ul></ul>
    13. 13. TMO com SCUP de Bancos Públicos no mundo Local Unidades Congeladas Unidades Liberadas USA - NMDP > 90,000 > 3,000 New York > 50,000 780 Bélgica 5,600 260 França 7,000 900 Itália > 20,000 550 Alemanha > 23,000 750 Israel > 5,000 40 Inglaterra > 12,000 284 Espanha > 36,000 760 Ásia > 40,000 4,800 Brasil > 20,000 100
    14. 14. Vantagens SCUP <ul><li>Já está pronto, não é necessário localizar o doador </li></ul><ul><li>Tempo médio para encontrar um cordão compatível é de 20 dias, enquanto que para localizar um doador de MO é necessário cerca de 6 meses </li></ul><ul><li>É permitido até 02 mismatches </li></ul><ul><li>Não tem risco para o doador </li></ul><ul><li>Risco de contaminação viral muito baixo </li></ul><ul><li>Baixa incidência de GVHD agudo e crônico com sobrevida igual </li></ul><ul><li>Indicações são as mesmas para adultos e crianças em TMO Alogênico </li></ul><ul><li>Ausência de risco para a mãe e o recém nascido </li></ul><ul><li>Pequeno volume de enxerto diminui os riscos com o DMSO </li></ul>
    15. 15. Desvantagens SCUP <ul><li>Número de células é pelo menos 1 log a menos </li></ul><ul><li>Maior risco de falha de enxertia </li></ul><ul><li>Mais lentidão na recuperação hematopoética e imune o que aumenta o período de neutropenia, maior aporte transfusional e maior permanência hospitalar </li></ul><ul><li>Volume da coleta </li></ul><ul><li>Número fixo de TCN e CD 34+ em cada unidade não podendo adaptá-las ao peso do receptor, bem como reutilizá-las para imunoterapia ( DLI ) posteriormente </li></ul>
    16. 16. 2.6.1 - DOAÇÃO - GM 903 2000 <ul><li>A doação de sangue de cordão umbilical deve respeitar a Resolução CFM nº. 1.544/99, do Conselho Federal de Medicina. </li></ul><ul><li>Eventuais projetos de pesquisa envolvendo o uso de células de cordão umbilical devem ser analisados separadamente e somente podem ser desenvolvidos quando sua realização tiver sido aprovada pela comissão da ética da instituição. </li></ul><ul><li>A doação de sangue de cordão umbilical deverá garantir: </li></ul><ul><li>a. Confidencialidade : Deverá ser garantido que toda a informação relativa a doadores e receptores será colhida, tratada e custodiada na mais estrita confidencialidade. Em nenhum caso, poderá ser facilitada nem divulgada informação que permita a identificação do doador ou do receptor. Da mesma forma, o receptor não poderá conhecer a identidade do doador, nem o doador do receptor, a exceção dos doadores de cordão geneticamente relacionados; </li></ul><ul><li>b. A promoção e publicidade da doação de sangue de cordão umbilical se realizará sempre em caráter geral e ressaltando os aspectos de ser um ato voluntário, altruísta e desinteressado, sendo pois, proibida a publicidade da doação em benefício de pessoas concretas ou de bancos determinados; </li></ul><ul><li>c. Gratuidade , motivo pelo qual não se poderá perceber nenhuma compensação econômica ou outro tipo pela doação, nem se exigirá valor algum ao receptor. As atividades desenvolvidas pelos BSCUP serão sem fins lucrativos, devendo existir exclusivamente a compensação de gastos derivados de sua atividade; </li></ul><ul><li>d. A finalidade será exclusivamente terapêutica , com o propósito de favorecer a saúde ou condições de vida do receptor, sem prejuízo das investigações que possam realizar-se adicionalmente. A utilização de sangue de cordão umbilical para investigação deverá respeitar os direitos fundamentais da pessoa e os postulados da investigação biomédica; </li></ul><ul><li>e. A obtenção prévia de consentimento livre, esclarecido, consciente e desinteressado do doador. </li></ul>
    17. 17. 2.6.2 – Consentimento para a doação - GM 903 2000 <ul><li>a - Autorização para descartar as unidades que não atenderem aos critérios para armazenamento pelo BSCUP ou seu uso posterior para transplantes , </li></ul><ul><li>b - Autorização para descartar as unidades cujo tempo de armazenamento tenha excedido o prazo de armazenamento que se considere seguro para utilização das células para transplantes, </li></ul><ul><li>c - Autorização para utilização em projetos de pesquisa médico-biológicos que tenham sido previamente aprovados pela comissão de ética institucional; </li></ul><ul><li>d - A coleta de uma amostra de sangue da mãe e uma amostra do SCUP para testes de doenças infecciosas; </li></ul><ul><li>e - Autorização para obtenção de dados clínicos e história médica da mãe e familiares, e exame dos prontuários médicos da mãe e do recém-nascido, para avaliar o risco de doenças infecciosas e genéticas de importância potencial no transplante de células hematopoéticas; </li></ul><ul><li>f - Autorização para transferir os dados sobre o SCUP anonimamente para centros de transplantes e bancos de registros de unidades disponíveis para transplante; </li></ul><ul><li>g - Autorização para transferir fisicamente a unidade de SCUP anonimamente para centros de transplantes; </li></ul><ul><li>h - Autorização para armazenar amostras de células , plasma, soro e DNA para testes confirmatórios futuros. </li></ul>
    18. 18. 2.6.3 - Seleção de doadoras - GM 903 2000 <ul><li>São candidatos à doação de SCUP os recém-nascidos de partos que satisfaçam pelo menos as seguintes condições: </li></ul><ul><li>as gestantes de 18 a 36 anos que tenham se submetido a pelo menos duas consultas pré-natais documentadas; </li></ul><ul><li>idade gestacional acima de 35 semanas , peso fetal acima de 2800g, bolsa rota há menos de 12 horas, trabalho de parto sem anormalidade, ausência de processos infecciosos durante a gestação ou doenças que possam interferir com a vitalidade placentária. </li></ul><ul><li>Observação: </li></ul><ul><ul><li>O sangue de cordão umbilical e placentário não será aceito para doação para transplante entre não aparentados se na família do recém-nascido (mãe biológica, pai biológico, irmãos) houver história de doença genética que possa afetar o receptor . </li></ul></ul>
    19. 19. 2.6.4 – Critérios Obrigatórios de Exclusão - GM 903 2000 <ul><li>a - sofrimento fetal ; feto com anormalidade congênita; </li></ul><ul><li>b - evidência de infecção durante a gestação ; temperatura materna superior a 38º C; mãe com comportamento de risco para transmissão de doença infecciosa (promiscuidade sexual, usuária de drogas, tatuagem, &quot;piercing&quot; no último ano); ter recebido transfusão de sangue, hemocomponentes ou hemoderivados; </li></ul><ul><li>c - Presença de doenças que possam interferir com vitalidade placentária ; </li></ul><ul><li>d - doadoras que estão recebendo hormônios ou drogas que se depositam nos tecidos ; </li></ul><ul><li>e - doadora com história pessoal de doença sistêmica auto-imune ou de neoplasia ; </li></ul><ul><li>f - doadora com história pessoal ou familiar de demência, doenças neurológicas degenerativas ou doenças metabólicas; </li></ul><ul><li>g – doadora ou familiares com doenças hereditárias do sistema hematopoético como síndrome falciforme, talassemia, deficiências enzimáticas, esferocitose, eliptocitose, anemia de Fanconi, porfiria, plaquetopatias, neutropenia crônica e outras doenças de neutrófilos, doença granulomatosa crônica; com história familiar ou pessoal de imunodeficiência. </li></ul><ul><li>Observações: </li></ul><ul><li>Resultado positivo em qualquer testes de doença infecciosa no sangue da mãe ou na unidade de sangue de cordão umbilical e placentário coletada será comunicado ao médico da mãe ou da criança, respectivamente, e o sangue não será aceito para doação para transplante. </li></ul><ul><li>No caso de citomegalovírus, serão excluídos da doação os casos em que a mãe tiver reação positiva com anticorpos IgM. </li></ul>
    20. 20. 2.6.6 – Testes laboratoriais - GM 903 2000 <ul><li>2.6.6.1 – Na mãe </li></ul><ul><li>No dia do parto ou até 48 horas após o parto, e repetidos entre 3 e 6 meses após o parto </li></ul><ul><li>HIV-I e II (imunoenzimático e pesquisa de antígeno); </li></ul><ul><li>HTLV I e II (ensaio imunoenzimático) ; </li></ul><ul><li>HbsAg, anti-HBc e anti-HCV (imunoenzimático); </li></ul><ul><li>CMV (ensaio imunoenzimático); </li></ul><ul><li>Lues (dois testes); </li></ul><ul><li>Chagas (por duas técnicas diferentes); </li></ul><ul><li>Toxoplasmose (imunofluorescência); </li></ul><ul><li>ALT e Eletroforese de hemoglobina com dosagem A2 ; </li></ul>
    21. 21. 2.6.6 – Testes laboratoriais - GM 903 2000 <ul><li>2.6.6.2 - Na unidade de sangue coletada </li></ul><ul><li>HIV-I e II (imunoenzimático e pesquisa de antígeno); </li></ul><ul><li>HTLV I e II (ensaio imunoenzimático); </li></ul><ul><li>HbsAg, anti-HBc e anti-HCV (imunoenzimático); </li></ul><ul><li>CMV (imunoenzimático); Lues (dois testes); </li></ul><ul><li>Chagas (por duas técnicas diferentes); </li></ul><ul><li>Toxoplasmose (imunofluorescência), Eletroforese de hemoglobina </li></ul><ul><li>Tipagem de HLA-A, B, DR (DNA em baixa resolução realizado por laboratório de Histocompatiblidade cadastrado pelo Sistema Único de Saúde, após a liberação dos resultados negativos de sorologia materna e do recem-nascido; </li></ul><ul><li>Classificação sanguínea ABO e Rh </li></ul>
    22. 22. 2.6.6 – Testes laboratoriais - GM 903 2000 <ul><li>2.6.6.2 - Na unidade de sangue coletada,após o processamento: </li></ul><ul><li>TCN, incluindo eritroblastos; </li></ul><ul><li>Leucócitos, incluindo granulócitos e células mononucleares; </li></ul><ul><li>Testes para progenitores hematopoéticos: </li></ul><ul><ul><li>contagem CD34 por citometria de fluxo (protocolo ISHAGE) ou fluorimetria de microvolume, </li></ul></ul><ul><ul><li>Teste de viabilidade, </li></ul></ul><ul><ul><li>quantificação de células formadoras de colônias hematopoéticas CFU-CM (mandatório), e BFU-E e CFU-GEMM (opcionais). </li></ul></ul><ul><li>Observação : </li></ul><ul><li>A unidade de SCUP será armazenada e posta à disposição para TMO se contiver > 5 x 10 8 células nucleadas </li></ul><ul><li>Teste para contaminação bacteriana aeróbica, anaeróbica e fúngica em cada unidade de SCUP pelo menos no produto final após processamento e antes da criopreservação. As unidades com teste positivo devem ser descartadas . </li></ul>
    23. 23. 2.6.9 – Liberação da unidade de SCUP- GM 903 2000 <ul><li>No momento da liberação de uma unidade para centro de transplante, o BSCUP fará os seguintes procedimentos: </li></ul><ul><li>Receberá uma amostra do sangue do candidato a receptor; </li></ul><ul><li>Realizará testes de HLA de alta resolução na amostra da unidade de SCUP e no sangue do candidato a receptor, e HLA de baixa resolução na amostra da mãe; </li></ul><ul><li>Reação de PCR para citomegalovírus na amostra da unidade de SCUP. </li></ul>
    24. 24. Definições TCTH 931 – GM/MS 2006 <ul><li>1. TCTH de Medula Óssea - Substituição de células-tronco hematopoéticas a </li></ul><ul><li>partir de células-tronco hematopoéticas normais obtidas de medula óssea, </li></ul><ul><li>2. TCTH de Sangue Periférico - Substituição de células-tronco </li></ul><ul><li>hematopoéticas a partir de células-tronco hematopoéticas normais obtidas após </li></ul><ul><li>mobilização para o sangue periférico, </li></ul><ul><li>3. TCTH de Sangue de Cordão Umbilical - Substituição de células-tronco </li></ul><ul><li>hematopoéticas a partir de células-tronco hematopoéticas normais obtidas de </li></ul><ul><li>sangue de cordão umbilical, </li></ul><ul><li>4. TCTH Autólogo - Quando as células-tronco hematopoéticas provêm da </li></ul><ul><li>medula óssea ou do sangue periférico do próprio indivíduo a ser transplantado ( Receptor) </li></ul><ul><li>5. TCTH Alogênico - Quando as células-tronco hematopoéticas provêm da </li></ul><ul><li>medula óssea, do sangue periférico ou do sangue de cordão umbilical de um outro </li></ul><ul><li>indivíduo (doador). </li></ul><ul><ul><li>5.1. TCTH alogênico aparentado - Quando o receptor e o doador são consanguineos </li></ul></ul><ul><ul><li>5.2. TCTH alogênico não-aparentado - Quando o receptor e o doador não são consanguineos </li></ul></ul><ul><li>6. TCTH com mieloablação - Transplante convencional alogênico para o qual </li></ul><ul><li>se utilizam altas doses de agentes citotóxicos no condicionamento pré-transplante, </li></ul><ul><li>com o objetivo de destruição completa da medula óssea do receptor, antes da </li></ul><ul><li>infusão de CTH obtidas do doador. </li></ul><ul><li>7. TCTH sem mieloablação - Quando se minimiza a intensidade ablativa do </li></ul><ul><li>tratamento com agentes citotóxicos do receptor pré-infusão das CTH obtidas do doador </li></ul>
    25. 25. II - CRITÉRIOS DE INDICAÇÃO TCTH Autólogos , não-experimentais - 931 – GM/MS 2006 <ul><li>1.1. TCTH autólogo de medula óssea </li></ul><ul><li>Idade: igual ou inferior a 70 anos </li></ul><ul><li>Leucemia mielóide aguda em primeira ou segunda remissão; </li></ul><ul><li>Linfoma não Hodgkin de graus intermediário e alto, indolente transformado, quimiossensível, como terapia de salvamento após a primeira recidiva </li></ul><ul><li>Doença de Hodgkin quimiossensível, como terapia de salvamento, excluídos os doentes que não se beneficiaram de um esquema quimioterápico atual; </li></ul><ul><li>Mieloma múltiplo ; e </li></ul><ul><li>Tumor de célula germinativa recidivado, quimiossensível, excluídos os doentes que não se beneficiaram de um esquema quimioterápico atual. </li></ul>
    26. 26. II - CRITÉRIOS DE INDICAÇÃO TCTH Autólogos , não-experimentais - 931 – GM/MS 2006 <ul><li>1.2. TCTH autólogo de sangue periférico </li></ul><ul><li>Idade : igual ou inferior a 70 anos </li></ul><ul><li>Mobilização de precursores hematopoéticos - Deve ser feita num esquema apropriado ao paciente e sua doença, utilizando fatores de crescimento associados ou não à quimioterapia com o intuito de se obter número adequado de células CD34+ por kg de peso do receptor </li></ul><ul><li>Leucemia mielóide aguda (LMA) em primeira ou segunda remissão; </li></ul><ul><li>Linfoma não Hodgkin agressivo quimiossensível, como terapia de </li></ul><ul><li>salvamento após a primeira recidiva; </li></ul><ul><li>Doença de Hodgkin quimiossensível, como terapia de salvamento, </li></ul><ul><li>excluídos os doentes que não se beneficiaram de um esquema quimioterápico atual; </li></ul><ul><li>Mieloma múltiplo ; </li></ul><ul><li>Tumor de célula germinativa recidivado, quimiossensível, excluídos os </li></ul><ul><li>doentes que não se beneficiaram de um esquema quimioterápico atual. </li></ul>
    27. 27. II - CRITÉRIOS DE INDICAÇÃO TCTH Alogênicos , não-experimentais - 931 – GM/MS 2006 <ul><li>2.3. TCTH alogênico aparentado de sangue de cordão umbilical </li></ul><ul><li>Idade do receptor: igual ou inferior a 60 anos </li></ul><ul><li>Total de células nucleadas: valor igual ou maior do que 3 x 107 TCN/Kg de peso do receptor </li></ul><ul><li>a) leucemia mielóide aguda em primeira remissão, exceto leucemia </li></ul><ul><li>promielocítica (M3), t(8;21) ou inv. 16; </li></ul><ul><li>b) leucemia mielóide aguda em segunda ou terceira remissão; </li></ul><ul><li>c) leucemia linfóide aguda/linfoma linfoblástico em segunda ou remissões </li></ul><ul><li>posteriores; </li></ul><ul><li>d) leucemia linfóide aguda Ph+ entre a primeira e a segunda remissão; </li></ul><ul><li>e) anemia aplástica grave adquirida ou constitucional; </li></ul><ul><li>f) síndrome mielodisplásica de risco intermediário ou alto, incluindo-se a </li></ul><ul><li>leucemia mielomonocítica crônica nas formas adulto e juvenil - LMC juvenil ; </li></ul><ul><li>g) imunodeficiência celular primária; </li></ul><ul><li>h) talassemia major, em caso de pacientes com menos de 15 anos de idade, </li></ul><ul><li>com hepatomegalia até 2 (dois) centímetros do rebordo costal, sem fibrose </li></ul><ul><li>hepática e tratados adequadamente com quelante de ferro; </li></ul><ul><li>i) mielofibrose primária em fase evolutiva; </li></ul><ul><li>j) linfoma não Hodgkin indolente; e </li></ul><ul><li>l) doença de Hodgkin quimiossensível, como terapia de salvamento, </li></ul><ul><li>excluídos os doentes que não se beneficiaram de um esquema quimioterápico </li></ul><ul><li>atual. </li></ul>
    28. 28. Escolha e dose da unidade de SCU <ul><li>Número total de CNT e de células CD34+ </li></ul><ul><ul><li>> 3 x 10 7 TCN / Kg ( 63% coletas < 2,1 x 10 7 / Kg) </li></ul></ul><ul><ul><li>> 2 x 10 5 CD34+/Kg </li></ul></ul><ul><li>Número de diferenças HLA </li></ul><ul><ul><li>No máximo 02 mismatches </li></ul></ul><ul><ul><li>Se algum mismatche : > 5x 10 7 TCN / Kg </li></ul></ul>
    29. 29. TRANSPLANTES NO MUNDO Transplants '80 '81 '82 '83 '84 '85 '86 '87 '88 '89 '90 '91 '92 '93 '94 '95 '96 '97 '98 '99 '00 '01 '02 '03 '04 '05 '06 '07 '08 '09 20,000 Autologous Allogeneic 25,000 35,000 30,000 15,000 10,000 5,000 0
    30. 30. Transplantes por tipo e por idade Transplants, % Allogeneic Transplants Autologous Transplants 1995-2001 2002-2008 1988-1994 1995-2001 2002-2008 1988-1994 * Transplants for AML, ALL, NHL, Hodgkin Disease, Multiple Myeloma  60 years  60 years  50 years  50 years 80 100 60 40 20 0
    31. 31. Indicações para TMO em pacientes com < 20 anos nos EUA em 2008 Number of Transplants 600 800 400 300 100 0 200 500 700 Number of Transplants Other Cancer ALL AML HD MDS/MPD Aplastic Anemia NHL Other Leuk Non- Malig Disease Allogeneic (Total N=1,496) Autologous (Total N=880) CML
    32. 32. TMO alogênicos em pacientes com > 20 anos por tipo de doador e fonte, 1991- 2008 Number of Transplants * * Data incomplete 13,000 7,000 6,000 2,000 0 4,000 10,000 9,000 11,000 8,000 12,000 1,000 3,000 5,000 Number of Transplants 1991-92 1993-94 1995-96 1997-98 1999-00 2001-02 2003-04 2005-06 2007-08 Related, BM or PB Unrelated, BM Unrelated, PB Unrelated, CB
    33. 33. TMO alogênicos em pacientes com  20 anos por tipo de doador e fonte, 1991- 2008 Number of Transplants * * Data incomplete Number of Transplants 1991-92 1993-94 1995-96 1997-98 1999-00 2001-02 2003-04 2005-06 2007-08 5,000 2,000 1,500 500 0 1,000 3,500 3,000 4,000 2,500 4,500 Related, BM or PB Unrelated, BM or PB Unrelated, CB
    34. 34. Transplantes autólogos por fonte e por idade Transplants, % Age  20 yrs Age  20 yrs 1999-2003 2004-2008 1999-2003 2004-2008 80 100 60 40 20 0 Bone Marrow (BM) Peripheral Blood (PB) BM + PB
    35. 35. Transplantes alogenicos por fonte e por idade Transplants, % Age  20 yrs Age  20 yrs 1999-2003 2004-2008 1999-2003 2004-2008 80 100 60 40 20 0 Bone Marrow (BM) Peripheral Blood (PB) Cord Blood (CB)
    36. 36. PESQUISAS COM CÉLULAS TRONCO Terapia Celular Medicina Regenerativa Célula Tronco Engenharia de Tecidos
    37. 37. APLICAÇÕES TERAPIA CELULAR Doenças Neurológicas  neurônios Doenças Cardiovasculares  cardiomiócitos Diabetes  Ilhotas Pancreáticas Osteoporose  Células ósseas Doenças Imuno e Hematológicas  Células Sangüíneas Queimaduras e Ferimentos  Células Pele Osteoartrite  Células cartilagem Hepatite, cirrose  Cél hepáticas Distrofia muscular  miócitos 216
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