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Cafe 13    aula 03 - dra. ana laura - sexualidade e vulvovaginites  1
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Transcript

  • 1. VULVOVAGINITES E SEXUALIDADE Ana Laura Ferreira [email_address]
  • 2. VULVOVAGINITES SEXUAL MENTE CORPO
  • 3. SEXUALIDADE
    • A UTO- ESTIMA
    • A FETIVIDADE
    ENERGIA INTEGRAÇÃO INFLUÊNCIA
  • 4. SINAIS E SINTOMAS DAS VULVOVAGINITES Tempestade de idéias, pensamentos e sentimentos
  • 5. TRAIÇÃO INFIDELIDADE MÁGOA MEDO FOBIA INSEGURANÇA VERGONHA
  • 6. Vergonha Fui promíscua? E O SEXO ORAL?? ESCOLHI O HOMEM ERRADO? Usar camisinha agora?
  • 7. COMO FICA A A UTO- ESTIMA ?
    • Culpa,mágoa,ressentimento
    • Critica, julga e responsabiliza o parceiro pela sua doença
    • Depressão, indiferença
    • Sentimentos de raiva em relação a si mesma
    • Constrói um diálogo interno negativo
  • 8. RECONQUISTAR SUA A UTO- ESTIMA Gostar de si mesma Aceitar-se incondicionalmente Dar atenção as suas novas necessidades
  • 9. COMO FICAM OS SEUS A FETOS ?
    • Dor, sofrimento
    • Sensação de vazio
    • e solidão
    • Tendência ao
    • isolamento
    • Pensamentos ansiogênicos
    • Perda de
    • credibilidade e
    • segurança no outro
    • Sensação de
    • desrespeito, destrato
    • Questiona o
    • parceiro e a
    • finalidade da relação
  • 10. COMO RESGATAR A A FETIVIDADE ?
    • Ajudá-la a fazer novas escolhas , como:
    • Parar de se sentir a vítima
    • Tomar decisões a seu favor
    • Fazer das “lembranças doloridas um aprendizado, e não amarguras
    • Acreditar em sua capacidade de amar-se e amar novamente
  • 11. SEXUALIDADE
    • Diminuição do desejo, excitação e capacidade orgásmica
    • Diminuição da freqüência sexual
    • Repulsa sexual
    • Dúvidas quanto ao tratamento
    • Medo de recomeçar as atividades sexuais
  • 12. CONGRESSO DA FEDERAÇÃO EUROPEIA DE SEXOLOGIA
    • Unidade Laboratorial de Investigação em Sexualidade Humana da Universidade de Aveiro
    • Pedro Nobre
    • 60 portugueses
    • Determinar a influência dos fenômenos de natureza cognitiva e emocional podem ter na resposta sexual
    10.º CONCLUSÃO Os pensamentos e as emoções podem influenciar no funcionamento sexual
  • 13. DIFICULDADE SEXUAL VIVENCIADA POR MULHERES EM CRISE DE HIV-1
    • Objetivo identificar as dificuldades sexuais
    • vivenciadas por mulheres em crise de HIV-1 nos
    • primeiros seis meses após receberem o diagnóstico
    • de HIV-1, .
    • Metodologia pesquisa qualitativa
    • A desorganização que o impacto do HIV- causou na
    • vida sexual dessas mulheres : rebaixamento da auto-estima,
    • dificultando o relacionamento do casal- diminuição do desejo e
    • das atividades sexuais
    • Outros sentimentos vão se incorporando como: culpa e a revolta
    • e outras mudanças psicológicas e sociais .
    FREITAS, M.R.I.de; GIR, E.; RODRIGUES, A.R.F. Rev.latino-Am.Enfermagem, 8( 3),2000; 76-83. CONCLUSÃO
  • 14. PAPEL DO GINECOLOGISTA OBJETIVO GERAL Ajudar a mulher a redefinir o problema de uma NOVA forma, perceber aspectos que não estavam muito claros e que poderiam ser trabalhados com o objetivo de sua reintegração e volta às atividades sexuais
  • 15. O PAPEL DO “NOVO GINECOLOGISTA” NÃO É MAIS APENAS DAR ÊNFASE AO TRATAMENTO DE UMA “DOENÇA SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEL” E SIM SER UM AGENTE DE “SAÚDE SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEL”,
  • 16. ACONSELHAMENTO
  • 17. PAPEL DO GINECOLOGISTA
    • Cuidados para não “ confluir” ou se “identificar” com a situação da paciente
    • Passar informações precisas, para diminuir os mitos e crenças sobre o que está acontecendo
    • Desestimular questionamentos
  • 18. PAPEL DO GINECOLOGISTA
    • Incentivar o diálogo com o parceiro, a cumplicidade
    • Tranquilizar o casal
    • Ajudá-la a buscar soluções, caso seja necessário encaminhá-la a terapia
  • 19. Obrigada! [email_address]

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